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Como identificar o modelo do seu iPhone ou iPad

Com tantos modelos de iPhones e iPads lançados pela Apple desde 2007 e 2010, respectivamente, fica difícil pra muita gente saber qual aparelho de fato possui — principalmente quem não é muito ligado em tecnologia.

A boa notícia é que você pode conferir essa informação de uma maneira supersimples, nas configurações dos próprios dispositivos. Veja como identificar o seu modelo! 📱

  1. Abra os Ajustes (Settings) e toque em “Geral”.
  2. Toque em “Sobre” para conferir a informação ao lado de “Nome do Modelo”.

Bem simples, não é mesmo?

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 9.899,10
R$ 12.499,00

iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.599,00
R$ 11.499,00

iPhone Air

Cores: azul-céu, dourado-claro, branco-nuvem ou preto espacial
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 7.999,00
R$ 10.499,00

iPhone 17

Cores: lavanda, sálvia, azul-névoa, branco ou preto
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 6.099,00
R$ 7.999,00

iPhone 17e

Cores: branco, preto ou rosa-pálido
Armazenamento: 256GB ou 512GB
R$ 4.887,78
R$ 5.799,00

iPad Pro de 13″

Cores: preto-espacial ou prateado
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Vidro: convencional ou nano-texture
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 16.499,00

iPad Pro de 11″

Cores: preto-espacial ou prateado
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Vidro: convencional ou nano-texture
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 12.999,00

iPad Air de 13″

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB, 512GB ou 1TB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 7.896,54
R$ 9.999,00

iPad Air de 11″

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB, 512GB ou 1TB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 9.577,77

iPad mini

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 8.299,00

iPad (A16)

Cores: azul, rosa, amarelo ou prateado
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 3.798,00
R$ 4.499,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

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Los neandertales de una cueva del norte de España ya fabricaban y reutilizaban herramientas de hueso de forma estandarizada y planificada

Un equipo de investigadores de la Universidad de Burgos y la Fundación Atapuerca ha publicado el primer análisis detallado de los retocadores de hueso hallados en la cueva de Valdegoba, en el municipio de Huérmeces (Burgos). Este yacimiento, ocupado por neandertales durante el Paleolítico Medio, ha proporcionado 38 fragmentos óseos que fueron utilizados como herramientas […]

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Review: usando o app Notability no iPad com o Apple Pencil

Existem diversos aplicativos de notas, dos mais variados estilos e para todos os gostos: desde aqueles baseados em bancos de dados ou mapas mentais, até simples processadores de texto. Entre eles, há os apps de notas livres, que procuram simular um caderno ou fichário não só para tornar a interface familiar, como também para alcançar usuários que desejam usufruir de uma ferramenta de escrita à mão.

Esse é o caso de um dos apps mais populares nesse meio: o Notability, sobre o qual trataremos neste artigo. Mais especificamente, exporei minhas experiências utilizando-o com o Apple Pencil (de primeira geração) e um iPad (9ª geração).

Interface e personalização

Um dos aspectos que mais me agradou no aplicativo foi sua interface simples e intuitiva. Ele oferece diversos temas e combinações de cores que agradarão aos cromófilos, mas gostei bastante do visual padrão/básico, tanto no modo claro quanto no escuro.

A página inicial é bem organizada e, após a versão 16, ficou ainda melhor. Antes, a organização era feita por Subjetos (uma tradução bastante infeliz para Subjects) e Divisores. Agora, tudo foi simplificado para pastas e subpastas. A funcionalidade continua exatamente a mesma, mas a nova organização é muito mais intuitiva e fácil de compreender. Além disso, cada pasta recebe uma cor diferente, o que deixa tudo mais organizado e agradável visualmente.

Na barra lateral esquerda ficam as configurações, a busca, todas as suas notas e a Galeria, onde é possível encontrar templates disponibilizados tanto pela comunidade quanto pela própria equipe do Notability.

Na seção Notas, todas ficam reunidas e podem ser filtradas por Recentes, Favoritos e Não arquivados. Tanto ali quanto dentro das pastas, é possível ordenar as notas por data de modificação, data de criação ou nome. Apenas senti falta da possibilidade de reorganizá-las manualmente.

Partindo para o que realmente importa: a nota. Nela, a personalização é ainda maior. Ao criar uma nova nota, você pode começar com a folha em branco ou optar por diferentes cores e layouts. O app sugere alguns: linha, grelha e ponto (isto é, pautado, quadriculado ou pontilhado), mas também é possível escolher alguns dos modelos disponíveis na Galeria ou enviar o seu próprio em Meus Modelos » Importar.

O aplicativo ainda permite definir um modelo padrão para todas as novas notas. Como essa opção não é muito fácil de encontrar, seguem as instruções: na página inicial, vá em configurações (engrenagem no topo) e depois em Editor de Notas » Modelo. Escolha então uma das opções do app — ou crie o seu próprio em Meus Modelos.

O único detalhe é que não existe uma opção para transformar uma nota já existente em modelo. Se quiser, será preciso exportá-la e importá-la como PDF ou imagem — um processo que poderia ser muito mais simples se tivesse uma opção como “Adicionar aos Modelos” (sigo esperançosa de que a equipe implemente isso a qualquer momento).

A barra de ferramentas — que, inicialmente, aparece no topo da nota — também é bastante personalizável. Os itens nela podem ser reorganizados, duplicados ou ocultados, e a própria barra pode ser movida para qualquer canto da tela: esquerda, direita ou parte inferior. Dependendo da forma como você segura o iPad ou escreve, basta arrastá-la para que ela deixe de atrapalhar a visualização da página.

Por fim, há uma pequena barra discreta com comandos para desfazer, refazer e compartilhar, além de acesso às configurações, à visualização das páginas e ao recurso Learn, sobre o qual falarei mais adiante.

No dia a dia, a simplicidade da interface ajuda a manter o foco no conteúdo, sem distrações. Ao mesmo tempo, usuários novos talvez levem algum tempo para descobrir alguns recursos mais avançados, já que certas opções ficam escondidas em menus pouco intuitivos.

Principais recursos

Para quem não é fã do modelo de assinaturas, é fácil torcer o nariz inicialmente. No entanto, desde que comecei a usá-lo, em 2023, o aplicativo evoluiu bastante.

Além de aprimorar ferramentas já existentes, a equipe passou a lançar atualizações frequentes — principalmente na área de inteligência artificial, sinal de que os desenvolvedores se esforçam para entregar uma experiência cada vez melhor. Antes de falar da IA, porém, vale conhecer os recursos que fazem parte da experiência básica.

Ferramentas fundamentais

No básico, o Notability faz muito bem o que se propõe. A escrita é feita por meio de três ferramentas principais: lápis, caneta e marcador. Todas permitem modificar cor e espessura, enquanto as duas últimas também oferecem estilos como linha contínua, tracejada ou pontilhada, além de diferenciação de pressão.

A princípio, o app sugere algumas cores, mas é possível escolher qualquer uma no seletor de cor (com suporte a códigos hexadecimais) e salvá-la para que permaneça na sua paleta.

Naturalmente, você também encontra uma borracha, que pode apagar apenas uma área específica ou remover automaticamente um traço inteiro.

Além da escrita manual, o Notability permite inserir textos digitados em qualquer ponto da página, com opções básicas de formatação, como títulos, negrito, itálico, hiperlinks e listas.

Nos meus testes, copiar e colar textos funcionou bem na maior parte do tempo. Encontrei apenas um comportamento curioso ao importar conteúdos do Canva: a ordem dos elementos foi alterada, o título acabou sendo enviado para o final do texto e as listas perderam seus marcadores; fora isso, funcionou corretamente.

Entre todos os recursos tradicionais do aplicativo, talvez o Zoom seja um dos mais engenhosos. Ao ativá-lo, uma pequena janela delimita a região da página em que você está escrevendo, enquanto uma área ampliada aparece na parte inferior da tela. Isso permite escrever em tamanho reduzido sem perder precisão nem precisar aumentar constantemente o zoom da página.

O bacana é que o recurso acompanha automaticamente a escrita. Conforme você avança, a janela também avança; ao chegar ao final da linha, ela passa para a seguinte sem que seja necessário mover a página manualmente. Para quem precisa de agilidade nas anotações (como em uma aula, por exemplo), isso torna a escrita surpreendentemente fluida.

Além dessas funções, o aplicativo oferece régua, ponteiro laser, fita adesiva, multimídia e gravação de áudio.

A régua funciona exatamente como esperado: basta posicioná-la sobre a página e desenhar próximo dela para que o traço seja automaticamente alinhado. Vale chamar atenção para apenas um detalhe importante: ela serve para criar linhas e formas retas, não como apoio para melhorar a caligrafia.

Já o ponteiro laser foi pensado para apresentações. É possível escolher diferentes cores e decidir se o ponteiro deixa ou não um rastro durante o movimento.

A fita adesiva é outro recurso simples, mas extremamente útil. Ela funciona como um marca-texto que esconde o conteúdo abaixo dele até ser tocado. Na prática, isso pode ser interessante para estudantes testarem seus conhecimentos: ao esconder informações, podem forçar o cérebro a lembrar o que está embaixo da fita e depois verificar se acertaram.

Na ferramenta Multimídia, o Notability permite inserir fotos na hora, imagens da galeria, GIFs, adesivos personalizados (que você pode criar e salvar, ou escolher em uma vasta galeria) e notas adesivas (Post-its). Gostei especialmente da implementação do último: quando você escreve sobre eles, o texto passa a fazer parte da nota adesiva, permitindo redimensioná-la ou movê-la sem deformar o conteúdo.

Embora o aplicativo aceite GIFs animados, ainda não é possível inserir vídeos diretamente nas notas. Como alternativa, ao adicionar uma URL, o Notability oferece o recurso “Criar recorte da Web” (“web clip”), que cria rapidamente uma captura da página vinculada. Assim, uma miniatura da página é adicionada como referência dentro da nota.

Por fim, uma funcionalidade bastante prática é a possibilidade de duplicar (ou remover) ferramentas. Em vez de trocar de cor ou espessura sempre que precisar, manter várias canetas já configuradas na barra de ferramentas traz mais praticidade, então você apenas alterna com um toque. Toda essa barra também pode ser reorganizada conforme sua preferência, escondendo recursos que você utiliza menos.

Gravação e recursos de IA

Desde que comecei a usar o Notability, nenhum aspecto evoluiu tanto quanto seus recursos de inteligência artificial. A gravação de áudio, que já era uma ferramenta excelente, se tornou um conjunto bastante completo de funcionalidades graças à IA.

Inicialmente, o recurso captava o áudio juntamente com a sua escrita. Depois, ao reproduzir a gravação, os manuscritos vão “ganhando cor” conforme aquele trecho do áudio é reproduzido. Na prática, isso facilita muito revisões de aulas ou reuniões, porque fica fácil localizar exatamente o contexto em que determinada anotação foi feita.

Depois, o recurso passou a oferecer também transcrição automática dos áudios. Nos meus testes, ela funcionou bem na maior parte do tempo, embora ainda apresente algumas dificuldades com nomes próprios ou trechos extraídos de vídeos e outras fontes externas.

Com a chegada do Notability Learn, conjunto de recursos de IA do app, as gravações foram levadas a um outro nível. No plano Pro, a transcrição pode acontecer em tempo real (Live Transcript), o que funcionou bem até com mais de um idioma sendo falado. Curiosamente, quando a gravação termina, o aplicativo escolhe apenas um idioma principal para gerar a transcrição final, ignorando os demais. É um detalhe pequeno, mas que pode fazer diferença para quem participa de reuniões ou aulas bilíngues.

Mas a IA vai muito além da transcrição. Com o Learn, o app analisa o conteúdo completo da nota (incluindo áudio, escrita à mão, textos digitados e PDFs importados) para gerar automaticamente resumos, flashcards, questionários, exercícios de preencher lacunas e atividades de associação (Mix & Match). Para quem estuda, isso é extremamente prático; mesmo que dê para fazer algo similar utilizando um chatbot de IA externo, estar tudo integrado nele é um grande diferencial.

Outro recurso interessante são as Smart Notes. Diferentemente dos resumos tradicionais, que são gerados depois da gravação, elas podem ser produzidas em tempo real a partir da transcrição, organizando automaticamente os principais tópicos da conversa. Gostei também da possibilidade de escolher em qual idioma essas notas serão exibidas — algo que pode ser bastante útil para quem estuda outras línguas.

O pacote inclui ainda o recurso Chat with your note (Converse com sua nota), que permite fazer perguntas sobre qualquer conteúdo presente naquela nota. A IA responde utilizando apenas as informações contidas ali, sem recorrer à internet ou a fontes externas.

Nos meus testes, o recurso funcionou muito bem para revisar conteúdos, embora ainda tenha algumas limitações importantes: o histórico das conversas não é sincronizado entre dispositivos e cada conversa fica restrita a uma única nota.

Outro recurso bastante útil são os Action Items. A IA consegue identificar tarefas automaticamente tanto a partir das gravações quanto do conteúdo escrito na nota, reunindo tudo em uma lista organizada. Testei o recurso em português e em inglês, e ele funcionou bem em ambos os idiomas.

Minha principal crítica ao conjunto de ferramentas de IA é a falta de edição. Se a transcrição estiver errada ou se um item de ação não fizer sentido, não há como corrigir. O mesmo vale para resumos, flashcards e questionários gerados automaticamente. Atualmente, a única alternativa é copiar o conteúdo para dentro da nota e editá-lo manualmente.

Por fim, vale mencionar que as gravações podem ser exportadas tanto junto com a nota (em PDF, incluindo os arquivos de áudio) quanto separadamente, no formato M4A.

Menções honrosas (e muito boas)

Há recursos do Notability que raramente aparecem nos reviews, mas que, no dia a dia, acabaram fazendo uma diferença enorme para mim! O primeiro deles foi uma surpresa bastante agradável: a barra lateral “escondida”.

Enquanto você está em uma nota, um gesto simples de arrastar do canto esquerdo para o centro revela uma barra lateral com toda a sua biblioteca de notas — você navega entre elas sem sair da página atual. Mais interessante ainda é que, ao arrastar uma dessas notas para a área principal, o Notability abre automaticamente uma visualização em tela dividida (split view) dentro do próprio aplicativo, sem depender do multitarefa do iPadOS. Isso facilita bastante consultar uma anotação enquanto escreve em outra ou copiar informações entre documentos.

Outro recurso que merece destaque é a busca inteligente. Ela localiza textos digitados, manuscritos e até conteúdo presente em PDFs importados. Os resultados aparecem organizados por nota e, ao abrir qualquer um deles, o aplicativo já destaca automaticamente o trecho encontrado. Mesmo com uma biblioteca grande de documentos, a busca permaneceu rápida durante meus testes.

Para quem deseja utilizar o Notability no iPad como ferramenta de estudos, duas novidades recentes também são maravilhosas. A primeira é o suporte aos sumários de PDFs. Sempre que um documento possui um índice incorporado, o aplicativo passa a exibi-lo automaticamente, facilitando bastante a navegação por materiais mais longos.

A segunda são as Sessões de Estudo, um temporizador inspirado na técnica Pomodoro integrado diretamente ao aplicativo. É um recurso simples, mas que gostei muito de ver incorporado ao fluxo de estudos, já que evita a necessidade de recorrer a aplicativos externos para controlar o tempo de foco.

Por fim, dois pequenos detalhes que talvez passem despercebidos, mas fazem diferença depois de algum tempo de uso. O primeiro é o gesto de desfazer e refazer utilizando dois e três dedos, respectivamente — algo familiar para quem usa aplicativos como o Procreate e do qual sempre sinto falta quando uso o Pencil com o Notas (Notes).

O segundo é a possibilidade de ocultar completamente a barra de status do iPad, removendo relógio, bateria e outros indicadores da tela. Pode parecer um detalhe bobo, mas ajuda a criar uma sensação maior de imersão durante a escrita (e eliminar distrações).

Apple Pencil: experiência real

Utilizei o Notability com um Apple Pencil de primeira geração em um iPad de 9ª geração, então toda a minha experiência parte dessa combinação. Porém, se você tiver um dos modelos mais recentes, como o Pencil de segunda geração ou o modelo Pro, certamente aproveitará ainda mais o app com recursos como o toque duplo, o gesto de apertar, feedback tátil e o Cursor (hover), todos compatíveis com o app. Infelizmente, não tive como testá-los.

No que eu pude testar, o desempenho foi excelente com o lápis da Apple. A resposta é fluida e precisa, com latência baixa o suficiente para a escrita parecer natural. A rejeição de palma funciona muito bem, possibilitando apoiar a mão na tela tranquilamente sem se preocupar com toques acidentais ou interrupções durante a escrita.

A sensibilidade à pressão também merece elogios. Além de funcionar com o modo caneta e marcador, no modo lápis o app reconhece a inclinação do Apple Pencil, simulando o efeito esfumaçado e produzindo sombreados com pressões variadas.

Com isso, mesmo que o foco do aplicativo não seja ilustrações, ele atende muito bem quem precisa fazer pequenos desenhos para complementar as anotações.

“Pencil sobre tela”, uma contribuição do meu marido

Outro recurso bacana é a conversão de escrita à mão. Por padrão, o aplicativo utiliza o idioma definido no dispositivo para reconhecer o texto, mas permite baixar pacotes de outros idiomas e escolhê-los manualmente durante a conversão — o que abre possibilidades interessantes para quem estuda línguas.

Gostei especialmente da forma como o processo foi implementado: antes de substituir a escrita manuscrita, o Notability mostra uma prévia com o texto reconhecido, permitindo revisar o resultado antes de confirmar a alteração. Testei convertendo textos em coreano e reconheceu bem. A única questão que encontrei foi o tamanho da fonte gerada; o app não preservou a escala original e a conversão ficou com um texto pequeno demais, mas é possível aumentar o tamanho depois, se você quiser.

Com as fórmulas matemáticas, o desempenho permaneceu o mesmo, bastante satisfatório. Pode ser uma verdadeira mão na roda para estudantes de exatas.

As funções e recursos do app são notáveis por si só (tanto que a empresa está disponibilizando vários desses gratuitamente na web). Entretanto, não há dúvidas de que a maior parte da experiência positiva vem do uso juntamente com o iPad e um lápis (ou caneta), seja o da Apple ou qualquer outra disponível no mercado.

Importação, exportação e compartilhamento

Embora o Notability seja voltado principalmente para anotações manuscritas, ele também faz um bom trabalho na importação e exportação de arquivos, oferecendo compatibilidade com diversos formatos.

Existem várias maneiras de importar documentos. É possível utilizar o menu de compartilhamento do iPadOS, arrastar arquivos diretamente para o aplicativo ou, em sua tela inicial, pressionar e segurar o botão “+ Nova” para acessar a opção de importação e escolher a origem do arquivo.

O aplicativo aceita imagens, PDFs, apresentações do PowerPoint e Keynote, além de planilhas do Excel. No caso das apresentações e planilhas, o conteúdo é convertido automaticamente em PDF, e funciona como uma espécie de template, permitindo que você faça anotações diretamente sobre ele.

Com imagens, porém, a experiência é um pouco diferente. Quando importadas para servir como modelo de página, elas aparecem pequenas e posicionadas no canto superior esquerdo da nota. Para utilizá-las como fundo, é preciso ajustar manualmente o tamanho usando a opção “Ajustar à página”. Se a intenção for usá-las como plano de fundo da nota, vale usar a opção de bloquear elemento para evitar que ela seja movida acidentalmente durante a escrita.

Quando a imagem é inserida como um elemento dentro de uma nota já existente, o comportamento é melhor: ela pode ser posicionada livremente e redimensionada normalmente, como seria esperado.

Na exportação, o Notability oferece praticamente todas as opções que se espera de um aplicativo desse tipo. As notas podem ser exportadas no formato nativo do aplicativo (NTB), em PDF, PNG ou JPEG. Também é possível incluir as gravações de áudio durante a exportação, que são salvas em arquivos M4A.

Outro recurso proveitoso é o compartilhamento por meio de links públicos — traduzido de maneira esquisita pelo aplicativo como Hiperligação. Ao gerar esse link, qualquer pessoa pode visualizar a nota diretamente pelo navegador, sem precisar ter uma conta no Notability. Expandindo ainda mais esse recurso, o app recentemente também passou a oferecer edição colaborativa em tempo real, ótima notícia para quem gostaria de utilizá-lo em grupo.

Naturalmente, continuam disponíveis as opções tradicionais de compartilhamento do iPadOS, permitindo enviar notas por email ou salvá-las em serviços como iCloud, Google Drive, Dropbox e praticamente qualquer outro aplicativo compatível com a folha de compartilhamento do sistema.

Screenshot

Sincronização e backup

A sincronização entre dispositivos da Apple acontece por meio do iCloud, que é o método recomendado pelo próprio Notability para manter todas as notas atualizadas entre os aparelhos. Vale lembrar que, ao apagar uma nota pelo iCloud, ela também será removida do aplicativo e vice-versa. Por isso, o ideal é sempre gerenciar suas notas diretamente pelo app, para evitar excluir algo acidentalmente.

Falando em iCloud, uma vantagem pouco conhecida é o histórico de versões. Conforme você edita uma nota, versões são salvas periodicamente no iCloud e podem ser restauradas caso algo dê errado.

Para acessá-las, basta tocar nos três pontos para abrir as configurações, pressionar onde aparece o nome da nota e escolher “Histórico de Versões na iCloud”. Obviamente, para tal é preciso que a nota já esteja sincronizada e tenha pelo menos uma versão anterior já salva. Um detalhe importante é que a versão restaurada é salva como uma nota separada, não substituindo a versão mais recente.

Além da sincronização pelo iCloud, o Notability oferece um sistema independente de backup em serviços de terceiros como Google Drive, Dropbox, Box, OneDrive e servidores WebDAV. A diferença é que, enquanto o serviço da Apple mantém todas as alterações sincronizadas entre seus dispositivos, o backup serve apenas como uma cópia de segurança. Ou seja, apagar uma nota no aplicativo não remove automaticamente sua cópia armazenada no Google Drive, Dropbox ou outro serviço — e vice-versa.

Quanto ao formato do backup, também há certa flexibilidade. É possível salvar as notas no formato nativo do Notability, preservando todos os elementos editáveis, incluindo as gravações de áudio, ou optar por PDFs simples ou PDFs acompanhados dos arquivos de áudio em formato M4A, compactados em um arquivo ZIP.

Compatibilidade e preços

Embora o foco deste review tenha sido a experiência no iPad com o Apple Pencil, o Notability também está disponível para iOS, macOS e até visionOS. Há ainda uma versão web (ainda em beta), disponível em notability.com/app, que permite visualizar e editar notas, embora com algumas limitações.

O Notability é um aplicativo universal e pode ser baixado gratuitamente na App Store e na Mac App Store. Atualmente, ele oferece quatro planos:

  • Starter (gratuito): notas ilimitadas, acesso às ferramentas de edição, mas com um limite mensal de alterações (a empresa não divulga exatamente qual é esse limite). Após atingi-lo, ainda é possível visualizar as notas normalmente, e o contador é renovado no mês seguinte. Segundo a empresa, as edições na versão web permanecem ilimitadas.
  • Lite (R$30/mês ou R$40/ano): inclui edições ilimitadas, backup em serviços de terceiros e acesso a mais de 20 mil templates.
  • Plus (R$40/mês ou R$80/ano): adiciona recursos de IA, como resumos automáticos, até 400 questionários e flashcards por mês, gravação e transcrição de áudio, além da busca em anotações manuscritas.
  • Pro (R$100/mês ou R$500/ano): reúne todos os recursos anteriores, e inclui Smart Notes em tempo real, transcrições ilimitadas, geração ilimitada de flashcards e questionários, além do recurso de conversar com suas notas.

Vale a pena?

Mesmo sendo possível utilizar o Notability no iPhone ou navegador, ele brilha mesmo é no iPad, especialmente quando combinado com um Apple Pencil (ou qualquer outra ferramenta de escrita que preferir).

Ao longo dos últimos anos, foram poucas as limitações que encontrei usando o app. Em mais de uma ocasião, inclusive, quando voltava para revisar este próprio review — ele foi criado ao longo de muitos meses —, percebia que alguns dos pontos que eu havia criticado já tinham sido corrigidos. Essa evolução constante transmite a sensação de que vale a pena investir em um app cujos desenvolvedores estão atentos ao feedback dos usuários e buscam sempre lançar melhorias.

Seja para estudos, trabalho ou organização pessoal, o aplicativo com certeza pode atender aqueles que buscam um lar para suas notas, principalmente quem usa o tablet da Maçã como ferramenta de anotações manuscritas. A interface é agradável, a escrita é excelente, os recursos evoluem constantemente e as funcionalidades de IA, embora ainda possam amadurecer, já agregam bastante valor ao aplicativo.

Como existe um plano gratuito (e edições ilimitadas pela web), minha recomendação é simples: experimente. Depois de algum tempo de uso, fica muito mais fácil entender se os recursos adicionais justificam a assinatura para o seu fluxo de trabalho. Então, “se jogue” na versão gratuita e seja feliz; se utilizar com frequência e achar valor, com certeza não se arrependerá do investimento!

iPad Pro de 13″

Cores: preto-espacial ou prateado
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Vidro: convencional ou nano-texture
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 16.499,00

iPad Pro de 11″

Cores: preto-espacial ou prateado
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Vidro: convencional ou nano-texture
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 12.999,00

iPad Air de 13″

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB, 512GB ou 1TB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 7.896,54
R$ 9.999,00

iPad Air de 11″

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB, 512GB ou 1TB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 9.577,77

iPad mini

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 8.299,00

iPad (A16)

Cores: azul, rosa, amarelo ou prateado
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 3.798,00
R$ 4.499,00

Apple Pencil Pro

R$ 1.429,00

Apple Pencil (USB-C)

R$ 749,00
R$ 899,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

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Organização, exercício e leituras de verão entre as melhores apps da semana para experimentar no smartphone

Da organização das tarefas ao acompanhamento dos treinos, passando por resumos de livros e uma proposta para ajudar a gerir a exposição solar, a equipa do TEK Notícias reuniu um novo conjunto de apps para Android e iOS, todas com opções gratuitas.

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CHEOPS vai ter mais tempo para explorar outros mundos. Portugal mantém papel central na missão europeia

A missão CHEOPS vai continuar a funcionar como uma espécie de laboratório orbital, ajudando a responder a algumas das perguntas mais antigas da humanidade: como se formam os planetas e quantos deles podem ser semelhantes à Terra.

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Jeff Bezos Harshly Criticized for $200 Million Pledge to Protect the World’s Most Endangered Species

Amazon billionaire Jeff Bezos and his actor buddy Leonardo DiCaprio are catching some heavy flak recently, but for a seemingly bizarre reason: pledging millions of dollars to protect 100 of the world’s most threatened animal species.

The charity initiative, called the Phoenix Species Project, was first revealed on DiCaprio’s Instagram account, where the six-time academy award nominee described it as the “largest single philanthropic initiative ever dedicated to the recovery of Critically Endangered species, across 30 countries.”

“I could not be prouder to announce this,” DiCaprio continued. “Save these species, and we protect everything around them. The forests, the rivers, and the climate itself.”

For such a seemingly altruistic venture, the response to the announcement was strikingly polarized. As the Independent noted, DiCaprio and Bezos were summarily blasted for engaging in “greenwashing,” a negative term given to the strategy employed by massive corporations and the wealthy to cover their outsize impact on the environment with a little eco-charity.

“As soon as people realize and actually feel the effects of what those rich f***s did to our planet they suddenly start their greenwashing campaign,” one Redditor wrote in response to the announcement, per the Independent.

“Uber-wealthy people helping a fraction of the problems that they cause,” another commenter lamented. “For publicity.”

It certainly wouldn’t be the first time Bezos has been accused of greenwashing, especially given the immense carbon footprint of his flagship company Amazon. In 2020, for example, the billionaire’s Bezos Earth Fund pledged $10 billion to protect biodiversity, bringing a massive amount of money to the global effort to mitigate climate change — at least on paper.

As the backlash illustrates, your reaction to the those types of efforts probably hinge on your economic and social worldview.

The haters aren’t just being petty, though. As the Journal of Political Inquiry observed, Bezos’s wealth is only possible thanks to his previous position as chief executive of one of the largest corporate polluters on the planet. Between 2020 and 2021 alone, Amazon’s carbon dioxide emissions grew by 18 percent, while his space company Blue Origin is altering the outer atmosphere in ways we’re only starting to understand.

And his empire’s carbon emissions have only skyrocketed since then, as the demand for cloud computing supersedes previous pledges to clamp down on Amazon’s extraordinary excretions of noxious pollutants.

In other words, it’s no wonder the masses are rising up in opposition to the billionaire and his actor friend — if only online, at least for now.

More on billionaires: The Type of Orbital Data Centers That Billionaires Want to Launch Into Space Would Wreak Ecological Catastrophe, Scientists Warn

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Il 2 luglio 2026 il rover Perseverance ha immortalato dalla superficie di M…

Il 2 luglio 2026 il rover Perseverance ha immortalato dalla superficie di Marte un'occultazione planetaria inedita: la scomparsa temporanea della Terra dietro la luna Phobos. Le immagini catturate dall'elaborazione della fotocamera Mastcam-Z nel cratere Jezero mostrano il nostro pianeta ridotto a un singolo punto luminoso che si nasconde dietro il profilo della luna marziana. L'allineamento è stato reso possibile da una combinazione di calcoli orbitali e condizioni di luce ideali nel cielo serale del pianeta rosso.
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Se han encontrado muchos fósiles de dinosaurios con piedras en el estómago, ¿por qué las tragaban voluntariamente?

Durante décadas, los paleontólogos han utilizado la presencia de piedras en el interior del esqueleto de los dinosaurios como un indicador de que el animal era herbívoro. Estas piedras, conocidas como gastrolitos, se han encontrado en numerosas especies y se asumía que servían para moler material vegetal en el estómago, igual que hacen hoy muchas […]

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Apple: Das ist neu im August 2026

Seit Apple sich im Jahr 2003 von der Macworld New York zurückgezogen hat, ist der August traditionell ein eher ruhiger Monat, was Apple-Neuheiten angeht – für die Apple-Gerüchteküche ist er jedoch von großer Bedeutung.

Da im September das bevorstehende iPhone-/Apple-Watch-Event ansteht, erwarten wir in diesem Monat keine neue Hardware. Wenn Sie es jedoch mögen, wenn Ihnen Überraschungen vorweggenommen werden, ist der August ein guter Monat für Apple-Gerüchte. Die Produktion der neuen iPhones und Apple Watches läuft an, sowie manchmal anderer Hardware, deren Veröffentlichung Apple für den Herbst plant. Und mit der Massenproduktion gehen auch Leaks einher.

Daher wird der August wahrscheinlich der Monat sein, in dem wir uns das bestmögliche Bild von den kommenden iPhones, Macs und anderen Geräten machen können, deren Veröffentlichung Apple für diesen Herbst geplant hat. Außerdem befinden sich die neuen Betriebssysteme bereits weit fortgeschritten in der öffentlichen Beta-Testphase – diese wird fortgesetzt, doch große Überraschungen sind dabei wohl nicht zu erwarten.

Der August ist auch Tim Cooks letzter Monat als CEO, da John Ternus diese Rolle am 1. September übernimmt. Und „Ted Lasso“ ist zurück!

Die Beta-Tests für OS 27 gehen weiter

Wir rechnen im August nicht mit neuer Hardware (schließlich steht das große iPhone-Event im September kurz bevor), aber es wird jede Menge Software zu entdecken geben, wenn Sie am Beta-Programm teilnehmen.

Derzeit befinden wir uns bei der vierten Beta-Version für alle OS-27-Updates: iOS, macOS, iPadOS, watchOS und visionOS. Neue Versionen werden etwa alle zwei Wochen an Entwickler ausgegeben, wobei die öffentlichen Beta-Tester die gleichen Builds mittlerweile ein oder zwei Tage später erhalten. Rechnen Sie also im August mit zwei weiteren Beta-Versionen, möglicherweise sogar drei.

Zu diesem Zeitpunkt sind die meisten wichtigen Funktionen und Änderungen in den OS-27-Beta-Versionen bereits vorhanden, und Apple arbeitet nur noch daran, Details zu verfeinern, Fehler zu beheben und die Leistung zu optimieren. Wir werden die Builds zudem nach möglichen versteckten Informationen zu den kommenden Produkten durchforsten.

Dienste

Apple TV

Folgende Serien und Filme erwarten wir im August auf Apple TV:

„Ted Lasso“ (Staffel 4): Apples großer Durchbruchserfolg kehrt nach einer dreijährigen Pause zurück. 5. August

„Women in Blue“ (Staffel 2): In der zweiten Staffel begleitet die Serie María, die inzwischen zum Lieutenant befördert wurde, während sie sich hin- und hergerissen sieht zwischen den Regeln, zu deren Einhaltung sie sich verpflichtet hat, und dem unerbittlichen Drang nach der Wahrheit. 12. August

„The Dynasty: UConn Huskies“: Eine Sportdokumentation über das erfolgreichste Team im College-Basketball. 21. August

„Stillwater“ (Staffel 5): Eine Zeichentrickserie für Kinder, in der ein weiser Panda namens Stillwater seinen menschlichen Nachbarn neue Perspektiven auf die Welt, auf sich selbst und aufeinander vermittelt. Termin

Dark Matter (Staffel 2): Die gefeierte High-Concept-Science-Fiction-Serie kehrt zurück. 28. August

Apple Arcade

Apple veröffentlicht die meisten Apple Arcade-Spiele am ersten Freitag jedes Monats. In unseren Apple Arcade-FAQ finden Sie eine vollständige Liste der Apple Arcade-Spiele sowie weitere Details zum Dienst. Gelegentlich werden Spiele ohne Vorankündigung veröffentlicht, doch in der Regel werden die Veröffentlichungen des nächsten Monats im Bereich „Demnächst“ aufgeführt.

Everyday Puzzles: Mini Games: Mehr als zehn wortbasierte Minispiele mit täglichen Herausforderungen und vielem mehr. 6. August

Madden NFL 27 Arcade Edition: Der größte Name unter den American-Football-Spielen bringt seine jährliche Neuerscheinung pünktlich zur neuen Saison auf den Markt. 6. August

Retro Bowl College: Ein Retro-Arcade-Football-Spiel im 8-Bit-Stil – in der Arcade-Version sind alle kostenpflichtigen Funktionen freigeschaltet. 6. August

Water Sort Pluzzle: Get Color: Entspannende Rätsel rund um das Sortieren, Mischen und Zuordnen von Farben. 6. August

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So sparen Sie sich die Passwort-Eingabe auf dem iPhone

Die App „Schlüsselbund“ gibt es auf dem Mac seit jeher. Nach und nach hat Apple die Funktionsweise auch auf das iPhone übertragen und mit plattformspezifischen Funktionen ausgestattet. Die automatische Eingabe von Passwörtern auf bestimmten Seiten ist nach einer schnellen biometrischen Verifizierung eines meiner Lieblingsfeatures auf dem iPhone und spart mir sowie vielen anderen Nutzern viel Zeit.

Wenn man Apple für irgendetwas lobt, muss man das Unternehmen normalerweise im gleichen Atemzug tadeln, dass das System geschlossen ist und Komfortfunktionen nur den eigenen Apps bzw. Geräten vorbehalten sind.

Im Fall von Passwortmanagern und Browsern ist das nicht mehr der Fall: Seit iOS 12 (2018) erlaubt Apple, Passwortmanager von Drittanbietern als Standard zu setzen, Browser seit iOS 14 (2020) und Authentifizierungs-Apps seit iOS 16 (2022).

Wollen Sie beispielsweise Chrome statt Safari als Standardbrowser auf dem iPhone nutzen, können Sie das in den Einstellungen verändern. Danach müssen Sie jedoch nicht auf die Komfortfunktionen wie das automatische Ausfüllen der Passwörter verzichten. Sie können auch Browser von Drittanbietern mit der nativen Apple-App „Passwörter“ verbinden oder Passwortmanager von Drittanbietern mit Safari.

Die Einstellung für das allgemeine Ausfüllen der Passwörter unter iOS
Die Einstellung für das allgemeine Ausfüllen der Passwörter unter iOS.

Halyna Kubiv

Die entsprechende Einstellung finden Sie an zwei Stellen: einmal in der Einstellungen-App unter Allgemein > Automatisch ausfüllen & Passwörter und einmal unter Apps > Standard-Apps > Passwörter & Codes. Unter Allgemein > Automatisch ausfüllen & Passwörter gibt es außerdem zwei weitere zusätzliche Einstellungen: „Starke Passwörter vorschlagen“ und „Nach Nutzung löschen“. Bei der zweiten Funktion löscht das System per SMS und E-Mail versandte einmalige Bestätigungs- oder Anmeldungscodes. Gelöscht wird jedoch nur in „Nachrichten“ und Mail. E-Mail-Apps von Drittanbietern, wie Gmail oder Outlook, sind nicht davon betroffen.

Bevor Sie einen neuen Standardbrowser oder -Passwortmanager festlegen, müssen Sie entsprechende Apps installieren. Bei Browsern erscheint die Option „Passwörter (nur zum Ausfüllen)“. Dies bedeutet, dass die native „Passwörter“-App die gespeicherten Passwörter auch in Chrome, Firefox oder Opera ausfüllen kann. Auch andere Authentifikator-Apps für Passkeys und generierte Einmal-Codes können Sie verwenden. Für Passkeys reicht der aktivierte Regler bei dem entsprechenden App-Eintrag. Für generierte Codes wählen Sie die gewünschte App im Drop-down-Menü bei der Einstellung „Codes konfigurieren in …“.

Die einmaligen Codes lassen sich unter iOS 26 in einer anderen App als Passwörter generieren.
Die einmaligen Codes lassen sich unter iOS 26 in einer anderen App als Passwörter generieren. 

Halyna Kubiv

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Webb Found a Hidden Planet in Beta Pictoris By Reading Its Atmosphere

Astronomers have found a third giant planet around Beta Pictoris, one of the best-known young planetary systems near Earth. The discovery is striking because the planet was not first picked out as a bright dot in a telescope image. NASA’s James Webb Space Telescope found it in the spectrum of light coming from the system: […]

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NASA Is Targeting an August Launch for Roman. Here’s What the Telescope Will See

NASA is currently targeting August 30 for the launch of the Nancy Grace Roman Space Telescope from Florida. The date can move, as launch dates do, but the mission is close enough to the pad that its central idea deserves a clear look: Roman will survey huge stretches of the universe in one exposure, gathering […]

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Como identificar qual versão do visionOS seu Apple Vision Pro está rodando

O visionOS é o sistema operacional do Apple Vision Pro, headset de realidade virtual/aumentada da Maçã.

Caso queira utilizar algum recurso específico desse dispositivo — e que exija minimamente uma versão de software —, você pode conferir qual delas está rodando atualmente no aparelho.

Veja como é simples! 😎

Abra o app Settings e vá até “General”.

Ajustes no Apple Vision Pro
Reprodução/Apple

Em seguida, selecione “About” para conferir qual versão do visionOS seu Apple Vision Pro está rodando.


Apple Vision Pro (miniatura)
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Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB

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