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Como desativar a sua conta no TikTok

Há algum tempo, mostramos por aqui como você pode deletar a sua conta no TikTok, rede social de vídeos curtos.

Ocorre que, além de fazer isso, é possível também desabilitá-la. A diferença é que isso fará com que a sua conta fique indisponível de forma temporária, e você poderá voltar a usá-la no futuro, se assim desejar.

Veja como fazer isso na sua conta! 😉

O que acontece se eu desativar minha conta?

Segundo a rede social, você não terá acesso à conta, mas os seus dados serão mantidos para que você possa recuperá-los quando decidir voltar a usá-la.

As mensagens diretas permanecerão visíveis para quem você fez os envios, assim como os Duetos ou as Costuras. Apesar disso, ninguém verá os seus conteúdos e o seu perfil.

Como desativar a sua conta do TikTok

  1. Com o app do TikTok aberto, toque na aba “Perfil”.
  2. Vá até os três risquinhos (no canto superior direito) e escolha “Configurações e privacidade”.
  1. Escolha “Conta” e “Desativar ou excluir conta” para selecionar “Desativar conta” e seguir as etapas indicadas para concluir o processo.

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RecapMed é um app que reúne dados sobre dor, sintomas e medicamentos

Quando a nossa saúde exige mudanças repentinas de rotina, organizar a frequência e a quantidade de medicações e horários para consultas/exames pode se tornar um desafio. Foi a partir dessa necessidade que o desenvolvedor brasileiro Wilton Fernandes criou o RecapMed, uma espécie de diário sobre dores, sintomas e medicamentos.

Entre os seus recursos, destacam-se o registro de dor — que possui indicadores de região e uma escala visual para intensidade, além do tipo (pontada, queimação, choque, peso, formigamento, pressão, rigidez ou latejante) —, notificações e acompanhamento de adesão a medicamentos (permitindo registrar as doses tomadas para alimentar automaticamente o cálculo do percentual de adesão) e o Health Vault, que permite anexar exames, receitas e laudos em um espaço com acesso protegido por autenticação biométrica. Todos os registros são armazenados localmente, sem processamento em nuvem.

App RecapMed

Outra funcionalidade bem interessante é o Doctor Brief, que consolida todos os seus registros em um documento PDF resumido que pode ser compartilhado com o médico na hora da consulta, para que ele compreenda seu quadro clínico rapidamente.

O app também é compatível com o Apple Watch, permitindo registrar dores, confirmar doses de medicamento e acompanhar a sua porcentagem de hidratação, sincronizando automaticamente as informações registradas no iPhone.

O RecapMed pode ser adquirido na App Store por R$10 — não contando com nenhum tipo de assinatura ou compra interna.

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Apple pretende liberar interoperabilidade entre iPhones e PCs com Windows no iOS 28

Nos últimos anos, a Apple abriu o iOS para atender aos requisitos de interoperabilidade da União Europeia estabelecidos pela Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA) — incluindo até mesmo a abertura de um sistema para pedidos por parte de rivais da companhia que quisessem solicitar a abertura de algum recurso específico.

Além da Meta, a Microsoft utilizou esse sistema de solicitações de interoperabilidade da UE para pedir à Apple suporte à função de copiar e colar entre dispositivos, abrangendo iPhones e PCs com Windows.

Conforme detalhado na página do pedido, disponível no portal Apple Developer, a empresa descreveu o recurso da seguinte forma:

  • Copiar texto ou outro conteúdo compatível no iPhone e colá-lo diretamente no PC com Windows, e vice-versa.
  • Executar fluxos de trabalho comuns de produtividade sem precisar colocar um aplicativo em primeiro plano ou realizar ações repetidas e explícitas para iniciar uma transferência.
  • Acessar a sincronização da área de transferência como um recurso contínuo e leve, em vez de uma operação manual dependente de aplicativos.

À época em que comentamos o pedido da Meta, as informações eram de que a Apple havia colocado o pedido da Microsoft na fase II — o que significa que seus engenheiros estavam avaliando a possibilidade, sem um comprometimento de implementação. Mais recentemente, a Maçã moveu o pedido para a fase III — indicando que a companhia começará a desenvolver um recurso que atenda ao pedido da Microsoft.

Estranhamente, o cronograma exibido na página do pedido indica que essa mudança para a fase III aconteceu em junho — ou seja, antes mesmo da divulgação das informações sobre a fase II. Pode ser, porém, que a Apple tenha atualizado sua página retroativamente com o progresso do pedido, já que em meados de julho a página não indicava a mudança para a fase III ainda.

Não obstante, o fato é que a solução proposta pela Apple exige a adoção do framework AccessorySetupKit para sincronizar os dados da área de transferência entre as duas plataformas — de modo que, após emparelhar um PC com Windows a um iPhone, será necessário conceder permissão uma única vez para que os dois dispositivos possam compartilhar conteúdos.

Ademais, a Apple observou que, dada a complexidade de engenharia envolvida, a conclusão do desenvolvimento do recurso deverá acontecer só no outono (do hemisfério norte) de 2027. Além disso, ele será disponibilizado inicialmente em uma versão beta para desenvolvedores, visando testes antes do lançamento oficial. Caso a funcionalidade comece a ser testada próximo ao fim de 2027, o acesso pelos usuários em geral poderá ocorrer apenas no início de 2028 (em futuras atualizações do iOS 28, portanto).

Vale notar, por fim, que assim como muitas das mudanças motivadas pela DMA, a Apple poderá lançar a sincronização da área de transferência entre iPhones e PCs com Windows (inicialmente?) apenas na UE.

via MacRumors

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WhatsApp lança opção para mencionar todos em um grupo, melhorias nas enquetes e mais

O WhatsApp anunciou hoje três novos recursos para as conversas em grupo, incluindo a menção a todos os membros, melhorias nas enquetes e a possibilidade de criar um novo grupo a partir dos membros de um grupo existente.

Em teste desde o ano passado, a disponibilidade da menção para todos os membros do grupo via mensagem — bastando digitar “@” e selecionar a opção “@todos” para mencionar todos os integrantes de uma determinada conversa — está sendo agora ampliada pelo mensageiro da Meta.

We’re introducing new updates to @WhatsApp group chats, including improvements to polls, (@)all mentions to get the whole chat’s attention, and more.https://t.co/N4gq3uduSo

— Meta (@Meta) August 4, 2026
Nós estamos introduzindo novas atualizações para as conversas em grupo no @WhatsApp, incluindo melhorias nas enquetes, menções a (@)todos para ganhar integralmente a atenção do grupo e mais.

Sobre as enquetes, o WhatsApp agora possibilita definir um horário de encerramento para as votações, além de permitir ocultar a visibilidade da escolha dos votantes para o restante dos membros do grupo, bem como editar as perguntas da enquete por até 15 minutos.

Por fim, mas não menos importante, agora é possível criar novos grupos com uma lista de integrantes importada de um grupo já existente. O WhatsApp exemplifica a praticidade do recurso como uma alternativa para “planejar uma festa surpresa, coordenar os detalhes de um evento ou conversar sobre um assunto específico sem lotar o bate-papo principal”.

Todas essas funcionalidades estão disponíveis para conversas em grupo no WhatsApp no iOS e no Android. Caso algum dos recursos mencionados não esteja disponível para você, vale checar se não há nenhuma atualização do aplicativo disponível na App Store.

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OpenAI rebate Apple publicamente sobre processo por roubo de segredos industriais

A briga entre a OpenAI e a Apple continua. Agora, a dona do ChatGPT publicou uma resposta às alegações feitas contra ela no processo em seu blog oficial.

Na carta aberta, intitulada “Apple is getting this wrong” (“A Apple está entendendo isso errado”, em tradução direta), a empresa de Sam Altman tenta demonstrar inconsistências na narrativa apresentada pela Apple aos tribunais, classificada por ela como “descuidada, agressiva e estranhamente pessoal”. A OpenAI também diz que a prática não faz jus à grandeza histórica da Maçã.

Quanto às questões endereçadas na carta, a acusação principal — de que Tang Tan, líder de hardware da OpenAI e ex-designer da Apple, utilizou seu conhecimento sobre os procedimentos internos da Apple para repassar informações confidenciais sobre os seus produtos — foi contestada, com a versão oficial da OpenAI alegando que Tang sempre foi enfático quanto à falta de intenção em fazer uso de segredos industriais de outras empresas. A confusão sobre a revogação de acesso já havia sido mencionada em uma reportagem do The Information.

Sobre Chang Liu, cuja acusação envolvia a retenção de dispositivos e acessos para baixar arquivos internos, a réplica à Maçã, caso verdadeira, é um tanto reveladora: na carta, foi mencionado que funcionários da Apple entraram em contato com Liu mesmo após a sua saída para localizar os arquivos de projetos internos, revelando uma fragilidade no processo de revogação do acesso a arquivos internos. As mensagens trocadas entre Chang e um funcionário da Maçã via iMessage foram divulgadas junto da carta.

Já tratando sobre a alegada ciência da OpenAI quanto aos temas do processo, a dona do ChatGPT expôs emails de advogados externos que representavam a Maçã admitindo um erro no envio das mensagens, ocasionado por uma confusão entre os sobrenomes de Che Chang (conselheiro geral da OpenAI) e de um funcionário de sobrenome Wang — a quem, alegadamente, se referia a mencionada conversa por telefone, que nunca aconteceu, de acordo com a carta e com uma confissão feita em um dos emails divulgados.

A carta não cobriu, no entanto, as acusações de que a OpenAI vinha incentivando funcionários da Apple a realizar entrevistas para os seus cargos e fornecer detalhes sobre dispositivos ainda não lançados, e nem o suposto contato feito por parte da OpenAI com fornecedores da Apple sob o apoio de dados internos importantes.

Solicitação de liminar

Ontem, a Apple solicitou, de maneira preliminar, uma liminar para impedir que Liu e Tan possam acessar, obter, utilizar ou divulgar informações confidenciais. O pedido foi rebatido na carta:

O pedido da Apple por uma liminar preliminar é baseado em informações falsas e é completamente desnecessário, porque não temos, nem queremos ter, nenhum de seus segredos comerciais. Estamos muito mais interessados em construir produtos e tecnologias inovadores que ampliem as fronteiras do que é possível.

Até o momento, a Maçã não se pronunciou sobre a resposta da OpenAI.

via Reuters

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