Learn how to expand a photo by intelligently generating new content beyond its original boundaries using Apple AI in iOS 27, iPadOS 27, and macOS 27 Golden Gate.
Mas, além disso, esse mesmo procedimento pode ser realizado dentro de um álbum que tenha sido criado no seu iPhone, iPad ou Mac e que contenha esse tipo de mídia.
Como ocultar capturas de tela em álbuns pelo iPhone/iPad
Abra o app Fotos e toque em “Coleções”.
Selecione o álbum desejado na seção “Álbuns”.
Vá até o botão com três risquinhos (no canto inferior esquerdo) e toque em “Opções de Visualização”.
Desmarque “Capturas de Tela”.
Como ocultar capturas de tela em álbuns pelo Mac
Expanda a seção “Álbuns” (na barra lateral esquerda).
Clique no nome do álbum.
Clique nos três pontinhos (na parte superior) e desmarque “Capturas de Tela”. Ou, se preferir, vá até “Visualizar”, na barra de menus, e desmarque “Capturas de Tela”.
A Apple virou alvo de uma nova ação coletiva nos Estados Unidos, desta vez por conta do sistema de reconhecimento facial do aplicativo Fotos (Photos) — que estaria indo contra a lei de privacidade do estado de Illinois. As informações são do The Sunday Times.
Os reclamantes argumentam que o app, o qual já vem pré-instalado nos dispositivos da Maçã, escaneia fotos para procurar rostos de pessoas e, então, criar uma “impressão facial” para cada pessoa na galeria sem o devido consentimento.
A Illinois Biometric Information Privacy Act (algo como Lei de Privacidade de Informações Biométricas de Illinois), citada no processo, proíbe empresas de coletar dados biométricos de uma pessoa sem primeiro alertá-la e solicitar o seu consentimento por escrito. Ela já foi aplicada no passado contra empresas como Meta e Google, e prevê uma multa de até US$5.000 por infração caso haja intenção ou imprudência.
A acusação explica ainda que, uma vez que o Fotos analisa as imagens, ele armazena os dados biométricos das pessoas envolvidas no próprio dispositivo, catalogando os seus rostos no aplicativo.
Em contrapartida, a Apple argumentou que o caso deveria ser dispensado pois o entendimento de que os dados coletados contam como “identificadores biométricos” depende de “provas individualizadas das escolhas e rótulos de cada usuário”. A empresa também lembrou da existência de salvaguardas, como as que garantem que os vetores numéricos utilizados pelo Fotos para organizar álbuns não possam ser utilizados para recriar um rosto. A Maçã disse, por fim, que os dados coletados não são ligados ao nome de uma pessoa nem à sua identidade.
Mesmo assim, um juiz de Illinois decidiu, no mês passado, que os consumidores envolvidos no processo atingiram os requisitos para abrir a ação coletiva, e o Tribunal de Apelação do Sétimo Circuito rejeitou o recurso da Apple contra essa decisão na última quarta-feira (29/7).
As part of the upgrade, the Home app uses AI to generate summaries of motion alerts from compatible HomeKit Secure Video cameras.
[…]
Apple likely requires the 2TB iCloud+ tier because HomeKit Secure Video already relies on iCloud+ storage tiers. The 2TB plan supports a larger number of cameras, and AI-generated video descriptions would add to Apple’s cloud processing costs.
That makes sense, but it seems odd because the iCloud tiers are named based on storage amounts, yet the feature isn’t tied to how much space you’re actually using. A lower iCloud plan with tons of free space doesn’t get the features, yet a nearly full 2 TB plan does. There are already restrictions where supporting more cameras requires higher plans, but that is at least quasi related to storage.
I reluctantly upgraded to a 2 TB family plan within the last year or so. We don’t store many files in iCloud, messages are set to auto-delete after a year, and I manually offload photos older than a year (except for hearted favorites). It’s hard to believe given how I remember the original 5 GB free tier once being sufficient, but staying under 200 GB became untenable without a lot of extra work. It doesn’t help that Live Photos sometimes gets inadvertently turned on, so that we’re storing all these little videos without realizing it.
Dando continuidade à nossa série de vídeos sobre o macOS Golden Gate 27, desta vez o foco foi em novidades que espalham inteligência artificial por diferentes cantos do sistema: Safari, Atalhos (Shortcuts), Finder, Image Playground e Fotos (Photos).
Neste segundo vídeo, mostramos o agrupamento inteligente de abas no Safari, os recursos de IA no app Atalhos e a sugestão inteligente de nomes para pastas no Finder, feita com base no conteúdo que elas guardam. Fechamos com o Image Playground e as novas ferramentas da Apple Intelligence que chegaram ao app Fotos.
Photo editing is getting some of the most interesting Apple Intelligence features this fall. At WWDC, Tyler Stalman interviewed Jon McCormack, Apple’s Vice President of Camera and Photos Software Engineering, and Della Huff, the company’s Senior Manager of Camera and Photos Product Marketing, in a video that covers Spatial Reframing, Extend, and an improved Clean Up tool, along with demos of each:
The interview goes into depth on each feature and how they’re enhanced by the integration with Apple’s improved Private Cloud Compute models, sharing nuggets like the fact that Spatial Reframing of photos is possible even if an image is taken with a single-lens iPhone and the fact that Apple includes metadata in generatively edited photos identifying the use of AI and will add SynthID watermarking, a technology developed by Google, to AI-edited photos later this year.
I’m not a fan of wholesale image generation, which is why I appreciate the thoughtful approach Apple is taking with these photo editing features. The changes are at the margins of the photo and identified as edited using AI.