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★ Fotos de viagem que se transformam em vídeo: como a IA está mudando as memórias digitais

As ferramentas de inteligência artificial estão mudando a forma como criamos e compartilhamos conteúdos de viagem. Hoje, uma simples fotografia pode se transformar num vídeo dinâmico, com movimentos, efeitos e uma narrativa mais envolvente.

Com plataformas como o AIReel, é possível converter fotos de viagem em vídeo de forma rápida, criando memórias digitais mais vivas sem precisar de experiência em edição profissional.

AIReel

Por que cada vez mais pessoas estão transformando fotos de viagem em vídeos com IA

Durante anos, as fotografias foram a principal forma de guardar momentos de viagem. No entanto, à medida que o consumo de vídeo continua a crescer, muitas pessoas começaram a procurar formas mais dinâmicas de reviver e compartilhar essas experiências.

A inteligência artificial está tornando este processo mais simples. Em vez de depender de programas complexos de edição, usuários podem transformar fotografias estáticas em pequenos vídeos com movimento, transições e efeitos visuais em poucos minutos.

Ferramentas como o AIReel permitem fazer esta transformação de forma acessível, ajudando qualquer pessoa a converter imagens de viagem em vídeos mais envolventes sem precisar de conhecimentos avançados de edição.

Como a IA está transformando fotos de viagem em memórias digitais vivas

Uma fotografia consegue guardar um momento, mas um vídeo consegue transmitir melhor a sensação desse momento. É aqui que a inteligência artificial começa a mudar a forma como as pessoas preservam as suas memórias de viagem.

Transformar imagens estáticas em histórias animadas

Com a tecnologia atual, uma fotografia de uma paisagem, cidade ou momento especial pode ganhar movimento natural. A IA consegue criar transições, pequenos movimentos de câmera e efeitos que tornam a experiência mais próxima de um vídeo real.

Criar vídeos personalizados a partir de fotografias

Cada viagem tem uma história diferente, e as ferramentas de IA permitem transformar várias fotografias numa sequência com ritmo e estilo próprios. Recursos de conversão de imagem em vídeo com IA ajudam usuários a criar vídeos únicos, combinando fotografias, animações e estilos visuais sem processos complicados.

Recuperar e valorizar momentos antigos

Muitas pessoas têm centenas ou até milhares de fotografias guardadas no telefone ou no computador que raramente voltam a ver. Transformar algumas dessas imagens em vídeos pode ser uma forma simples de recuperar memórias esquecidas e dar-lhes um novo significado.

Criar conteúdos de viagem mais envolventes

Em vez de publicar apenas uma fotografia, os viajantes podem criar pequenas histórias em vídeo. Ferramentas como o AIReel, uma solução de imagem para vídeo IA, permitem converter imagens estáticas em vídeos com movimento, ajudando criadores a produzir conteúdos mais atrativos e dinâmicos.

Como criar vídeos de viagem mais envolventes a partir das suas fotografias

Muitas pessoas gostam de fotografar durante as viagens para guardar os melhores momentos, mas transformar essas imagens em vídeos interessantes pode ser um processo demorado e complicado. Com as ferramentas de IA, criar vídeos de viagem personalizados a partir de fotografias tornou-se uma tarefa muito mais simples e acessível.

Escolha as fotografias que melhor representam a viagem

Antes de criar um vídeo, selecione imagens que contem uma história. Uma boa combinação de paisagens, pessoas e pequenos detalhes da viagem ajuda a criar um resultado mais emocional e envolvente.

Organize as imagens e defina o estilo do vídeo

Pense no tipo de experiência que pretende transmitir. Pode optar por um estilo mais cinematográfico, descontraído ou focado nas redes sociais, dependendo do objetivo final do vídeo.

Use uma ferramenta de IA para transformar imagens em vídeo

Com ferramentas como o AIReel, o processo de criação torna-se mais rápido. Basta carregar as fotografias, adicionar um prompt com a descrição do movimento ou estilo pretendido, e a plataforma gera rapidamente um vídeo de viagem mais dinâmico e atrativo a partir das imagens.

AIReel

Ajuste o resultado antes de compartilhar

Depois de gerar o vídeo, pequenos ajustes podem melhorar a experiência final. Escolher a duração adequada, adicionar música ou adaptar o formato para plataformas como Instagram, TikTok ou YouTube Shorts pode tornar o conteúdo mais apelativo.

O futuro das memórias digitais criadas com IA

A forma como guardamos as nossas viagens está mudando. As fotografias continuam sendo importantes, mas os vídeos oferecem uma maneira mais próxima de reviver sons, movimentos e emoções associadas a cada momento.

Com ferramentas de inteligência artificial cada vez mais acessíveis, transformar uma coleção de fotografias numa história visual deixará de ser algo reservado a profissionais de edição. Para muitos viajantes, será simplesmente uma nova forma de contar as suas próprias experiências.

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Anthropic lança Claude Opus 5, com inteligência do Fable 5 por metade do preço

A Anthropic lançou hoje o aguardado Claude Opus 5, modelo que é descrito pela empresa como proativo, atencioso e com um nível de inteligência que se aproxima do Fable 5, mas que custa a metade do preço do modelo mais poderoso.

O modelo mais do que dobra a performance do Opus 4.8 com um custo menor por tarefa, além de ter uma alta capacidade de verificação e iteração e de ser capaz de criar seus próprios pipelines de visão computacional e ambientes de teste.

O Opus 5 também apresenta melhorias significativas em biologia estrutural, química orgânica e bioinformática. Ele produz melhores outputs como ilustrações interativas de células, visualizações de fluxo de ar em objetos aerodinâmicos.

Claude Opus 5

O modelo apresenta as menores taxas de comportamento enganoso e maior resistência a tentativas de uso indevido. Apesar de ser menos restritivo que o Fable 5, ele também conta com limitações para não explorar falhas cibernéticas descobertas.

Introducing Claude Opus 5.

It's a thoughtful and proactive model that comes close to the frontier intelligence of Fable 5 at half the price. pic.twitter.com/GQWhcq2CQL

— Claude (@claudeai) July 24, 2026
Apresentando o Claude Opus 5.

É um modelo atencioso e proativo que chega perto da fronteira de inteligência do Fable 5 por metade do preço.

Em termos de API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações., o Opus 5 permite modificar as ferramentas em uma conversa sem invalidar o cache e gerar um novo processamento, além de estrear um sistema de fallbacks que visa reduzir as interrupções causadas por filtros de segurança.

Com o mesmo preço do modelo Opus 4.8 (US$5 por milhão de tokens de entrada e US$25 por milhão de tokens de saída), o Opus 5 já está disponível em todas as plataformas do Claude e conta com um modo Fast, que permite rodá-lo cerca de 2,5x mais rápido que a velocidade padrão pelo dobro do preço base.

Notas de rodapé

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    Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.

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App Mail poderá ganhar nova barra de formatação no macOS 27

A Apple está testando uma nova barra de formatação para a seção de texto do Mail no macOS Golden Gate 27, dando maior destaque às Ferramentas de Escrita (Writing Tools) da Apple Intelligence.

A nova versão foi compartilhada pelo usuário mactracker na versão beta do macOS 27 e, como apontado por ele, permite exibir sugestões contextuais de respostas inteligentes geradas pela Siri sem a necessidade de inserir automaticamente no rascunho, semelhante ao funcionamento de outras inteligências artificiais (IA) em apps de email.

As opções da nova barra incluem alternativas de edição, reescrita, correções gramaticais e/ou de escrita e uma opção intitulada “How does this sound?”, além das ferramentas tradicionais de formatação, escanteadas na lateral direita do novo layout.

Na versão atual, essas opções de formatação de texto também estão recolhidas na lateral direita da janela do aplicativo, desaparecendo por completo assim que se seleciona a opção de escrever com a Siri.

O novo layout está oculto por trás de uma feature flag interna, de forma que a maioria dos usuários da versão beta não consegue habilitá-lo. A beta 4 apresenta ainda algumas inconsistências no funcionamento do recurso, como a ausência da barra na escrita de novas mensagens, restringindo o seu funcionamento às réplicas de email.

Não se sabe ao certo se o recurso chegará à versão final do macOS 27 (prevista para aterrissar em setembro), mas ele parece acompanhar as reformulações propostas sobre a integração das ferramentas de IA no cotidiano do ecossistema da Apple nos sistemas 27.

via MacRumors

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O Mundial acabou sem Portugal na final. A corrida da IA, ainda não

Mário Alves defende que Portugal tem os alicerces para a soberania tecnológica, juntando a língua, computação e a escala.

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IA cria novos paradigmas sobre a qualidade do 5G e a velocidade já não diz tudo sobre a rede

As redes 5G que são listadas no topo das tabelas de downloads não são necessariamente aquelas que estão preparadas para o tráfego de inteligência artificial, segundo um relatório da Ookla.

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Google acelera na IA, mas os gastos já “pesam” nas contas e começam a preocupar os investidores

A corrida da IA está a sair cara à casa-mãe da Google e o "peso" dos gastos com infraestruturas já se faz sentir nas contas da gigante tecnológica, levantando preocupação junto dos investidores.

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Aplicativo Apple Store poderá ganhar assistente alimentado por IA

A Apple estaria testando um assistente de inteligência artificial para o aplicativo Apple Store — aparentemente nos mesmos moldes do recurso que a empresa tem testado desde o ano passado no app Suporte.

A maior evidência do futuro assistente já está disponível na página de privacidade do app Apple Store, o que indica que ele também está sendo testado com um grupo seleto de usuários.

Na descrição do assistente, a Apple também destaca que ele coletará e armazenará dados para personalizar a experiência do chat e possivelmente otimizar o assistente — inclusive compartilhando o chat com parceiros.

Como observado pelo MacRumors, isso pode indicar que a Apple usará um modelo de IA de terceiros para alimentar esse assistente.

Eis a descrição da novidade:

Caso o assistente virtual de compras do app Apple Store esteja disponível, a Apple coletará e armazenará as informações da sua conta, identificadores do dispositivo, informações da operadora e do chat, e, se habilitados, dados da localização para personalizar a experiência do chat, fornecer respostas relevantes e, caso opte, otimizar o assistente virtual de compras. Antes de compartilhar o chat com nossos parceiros, a Apple remove os identificadores pessoais do chat. Nossos parceiros usam tais informações somente para ajudar a Apple a fornecer respostas conversacionais. A Apple salvará as transcrições para nossa análise comercial, disponibilizando-as assim que você retornar ao app Apple Store, e, caso opte, para otimizar o assistente virtual de compras. É possível controlar se o uso que você faz do assistente virtual de compras será aproveitado para oferecer uma experiência melhor, basta acessar Conta » Configurações e selecionar “Otimizações de Chat” no app Apple Store.

Detalhes sobre o funcionamento do recurso em si ainda não foram divulgados pela Apple.

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Samsung anuncia Galaxy Z Fold8, Z Fold8 Ultra e Z Flip8, além de novos smartwatches

Na mais recente edição do seu tradicional evento anual Unpacked, a Samsung revelou os seus novos smartphones dobráveis (o Galaxy Z Fold8, o Galaxy Z Fold8 Ultra e o Galaxy Z Flip8), além de novos smartwatches.

Os novos dobráveis chegam meses antes de a Apple alegadamente adentrar nesse segmento do mercado com o famigerado “iPhone Ultra” — logo, as apostas da gigante sul-coreana baterão de frente com o futuro dispositivo da Maçã.

Sem mais delongas, vamos conferir os detalhes de cada anúncio abaixo!

Galaxy Z Fold8

Samsung Galaxy Z Fold8
Divulgação/Samsung

Agora que os dobráveis da Samsung possuem três variantes, o Z Fold tradicional passou por um reposicionamento, tornando-se talvez a adição mais diferente dentre toda a linha de novos produtos anunciados.

Seu grande destaque é a reformulação no design, adotando um formato que se convencionou chamar de “passaporte”, com uma proporção maior do que aquilo que foi estabelecido nas últimas gerações do dobrável principal da Samsung. Isso resultou em uma tela externa de 5,5 polegadas e aspect ratio de 10:16, além de uma principal de 7,6″ e proporção de 4:3 — especificações bem semelhantes ao que se especula sobre o “iPhone Ultra” —, ambas com taxas de atualização de até 120Hz.

A sul-coreana destacou ainda o peso do modelo, sendo o celular dobrável mais leve já lançado por ela até agora (201 gramas, para ser exato).

Uma das principais diferenças do modelo em relação ao Z Fold8 Ultra está nas câmeras: o modelo padrão conta apenas com duas lentes traseiras (um sensor principal e uma lente ultra-angular, ambos com 50 megapixels), além dos 200mAh de diferença na bateria (4.800mAh no caso do Z Fold8 e 5.000mAh no caso do Z Fold8 Ultra). A linha também marca a estreia das baterias de silício-carbono nos celulares da fabricante.

Quanto ao restante das suas especificações técnicas, destaca-se pela implementação da tecnologia Flex Titanium — baseada em alumínio — para a resistência da tela, a presença do chip Snapdragon 8 Elite Gen 5, opções a partir de 12GB de memória e 256GB de armazenamento (até 1TB), resistência IP48 contra água e poeira, além de suporte ao carregamento de 45W com fio e 15W sem fio. Assim como os demais aparelhos, ele chega com o Android 17 e a One UI 9.

Nos Estados Unidos, ele chega a partir de US$1.900 (US$200 a menos que o Z Fold8 Ultra e US$100 a menos que o Z Fold7) nas cores preta, branca, lavanda e verde pistache (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).

Galaxy Z Fold8 Ultra

Divulgação/Samsung

Para os entusiastas do tradicional formato dos dobráveis da Samsung, a melhor opção é o modelo Ultra. Ele conta com as mesmas 8″ na tela principal e 6,5″ na tela externa do Z Fold7, com aspect ratios de 3:2 e 21:9, respectivamente.

Outra diferença notável em relação ao modelo menor é a presença da lente teleobjetiva de 10MP, aos moldes da presente no Z Fold7.

Como citado anteriormente, o aparelho conta com uma bateria de 5.000mAh de silício-carbono, além de compartilhar o Snapdragon 8 Elite Gen 5, as mesmas opções de memória/armazenamento, a resistência IP48 e o suporte aos 45W de carregamento com fio e 15W sem fio do Z Fold8.

Um de seus maiores destaques (nesse caso, negativo) é o preço: US$2.100 — um aumento em comparação ao modelo equivalente da geração passada (vale lembrar, o Z Fold7 chegou por US$2.000 lá fora). Ele está disponível nas cores preta, branca, roxo escuro e verde escuro (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).

Galaxy Z Flip8

Samsung Galaxy Z Flip8
Divulgação/Samsung

Modelo mais básico da nova linha, o Z Flip8 se destaca pela redução na espessura (13,1mm dobrado contra os 13,7mm do antecessor) e no peso (188g contra 180g do Z Flip7), possibilitando o que a Samsung chama de “uma experiência cotidiana sem vinco”.

Ele conta com uma tela interna de 6,9″, enquanto a externa tem 4,1″, com proporções de 22:9 e 1:1, respectivamente, e suporte a taxas de atualização de 120Hz em ambas. O aparelho chega com um conjunto duplo de câmeras, sendo a lente principal de 50MP, um sensor ultra-angular de 12MP e câmera frontal de 10MP.

Ele chega com o processador Exynos 2600, resistência IP48, 12GB de memória e opções de armazenamento de 256GB e 512GB. Em termos de bateria e recarga, o componente de silício-carbono possui uma capacidade de 4.300mAh, carregamento de até 25W por fio e 15W sem fio.

O Z Flip8 custa US$1.200 (um aumento de US$100 em relação ao Z Flip7) e está disponível nas cores azul, preta, vermelha coral e menta (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).

Galaxy Watch9 e Ultra2

Ambos os modelos ganharam suporte ao recurso “levante para falar”, que aciona de imediato o Gemini do Google sem a necessidade de toque ou botão. Os dois relógios contam com o Wear OS 7 e a One UI 9 Watch, compatíveis com smartphones que possuam Android 13 ou superior.

Samsung Galaxy Watch9 e Ultra2
Divulgação/Samsung

Com especificações e design um tanto semelhantes ao seu antecessor, as grandes novidades do Galaxy Watch9 incluem a ampliação de bateria (o modelo de 40mm ganhou um aumento de quase 20%, com 390mAh, enquanto a versão de 44mm possui 445hmAh), a pulseira com design Air Pocket (até 25% mais leve que a presente no Watch8) e a estreia do processador Snapdragon Wear Elite.

Ele continua com as opções de 2GB de memória e 32GB de armazenamento e está disponível em caixas de 40mm e 44mm, nas cores preto e creme, custando a partir de US$380 (um aumento de US$30 em relação ao Watch8).

Já o Galaxy Watch Ultra2 adota uma reformulação na identidade visual que o aproxima do restante da linha, sendo até 12% mais fino que o seu antecessor, mantendo a bateria de 800mAh. A tela também ganhou melhorias, contando com 5.000 nits de brilho máximo.

Para experiências aquáticas, o Ultra2 atende o padrão EN13319 para mergulho e possui certificação IP69K. Além disso, o app Marz deverá receber suporte à metrificação de velocidades e orientações de descompressão.

Disponível nas cores titânio preto e titânio prata, o modelo está disponível a partir de US$700, um aumento de US$50 em relação à primeira geração.

Inteligência artificial

Durante o evento, a Samsung reforçou sua ciência e presença quanto às IAs agênticas, expandindo a experiência para além das telas dos smartphones e passando a oferecer assistência contínua de IA em tempo real nos dispositivos do seu ecossistema; o foco da Samsung é a entrega da experiência hands-free (ou seja, mãos livres). Ela afirmou ainda que essa integração contará com mecanismos de proteção e segurança, embora não tenha adentrado em detalhes técnicos de como fará isso.

A empresa também mencionou a integração de dados biométricos coletados pelos Galaxy Watch ao fluxo de trabalho médico, focada na prevenção de riscos de saúde com o auxílio da inteligência artificial (IA), permitindo a sugestão de refeições e treinos adaptados com base em interpretações de biossinais.

Preço e disponibilidade

Os novos smartphones chegarão ao Brasil no dia 6 de agosto, mas ainda não tiveram seus preços divulgados; ainda assim, a Samsung já antecipou que a aquisição de algum dos dispositivos durante a pré-venda garantirá até seis meses de Google AI Pro sem custos adicionais.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

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Claude Code ganha suporte ao iOS Simulator

A Anthropic implementou no Claude Code a possibilidade de testar aplicativos para iPhone em um painel interativo do iOS Simulator.

Aos interessados, será possível construir aplicativos para iPhones diretamente do Claude Code Desktop a partir da versão 1.24012.0 do app. A integração possibilita ainda a utilização de toques, gestos e atalhos da solução nativa da Apple para simular o iPhone.

Claude Code on desktop now works with the iOS simulator.

Build and run your iOS app, and the simulator opens in a panel right next to your conversation. Available today in public beta. pic.twitter.com/su4IguzPVb

— ClaudeDevs (@ClaudeDevs) July 21, 2026
O Claude Code no desktop agora funciona com o simulador do iOS.

Construa e execute seu aplicativo para iOS, e o simulador abre em um painel bem ao lado da sua conversa. Disponível hoje em beta público.

O recurso é exclusivo da versão para macOS do Claude Code (levando em conta, claro, a disponibilidade do Simulator da Apple), e é necessário ainda ter o Xcode com a plataforma iOS instalada.

Para executar um determinado app, basta abrir o projeto na aba “Code” do Claude Code Desktop, pedir à inteligência artificial (IA) para testar o aplicativo e… pronto. É possível que no primeiro acesso o app solicite uma permissão para seguir com a instalação. O painel dispensa o uso do Computer Use (com exceção da versão em CLI), controlando diretamente o uso do iOS Simulator.

Ainda em beta pública, a ferramenta exige sessões locais, pois sessões em nuvem não são capazes de acessar simuladores instalados no Mac. A novidade está disponível para usuários dos planos Pro, Max e Team.

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Vídeo: as novidades de IA no Safari, Atalhos e Fotos no macOS Golden Gate 27

Dando continuidade à nossa série de vídeos sobre o macOS Golden Gate 27, desta vez o foco foi em novidades que espalham inteligência artificial por diferentes cantos do sistema: Safari, Atalhos (Shortcuts), Finder, Image Playground e Fotos (Photos).

Neste segundo vídeo, mostramos o agrupamento inteligente de abas no Safari, os recursos de IA no app Atalhos e a sugestão inteligente de nomes para pastas no Finder, feita com base no conteúdo que elas guardam. Fechamos com o Image Playground e as novas ferramentas da Apple Intelligence que chegaram ao app Fotos.

Ainda tem mais pela frente nessa cobertura do macOS 27 — continue acompanhando o canal do MacMagazine para não perder os próximos vídeos! 😀

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Google lança modelos Gemini 3.6 Flash, 3.5 Flash-Lite e 3.5 Flash Cyber

O Google apresentou hoje novas variantes para a geração 3.0 dos modelos de inteligência artificial generativa do Gemini. Mais especificamente, foram lançados o Gemini 3.6 Flash, o 3.5 Flash-Lite e o 3.5 Flash Cyber.

A maior novidade é justamente o 3.6 Flash, que agora é o principal modelo “rápido” da empresa. Ele foi projetado com base em feedbacks dos usuários do 3.5 Flash e visa oferecer um equilíbrio ideal entre eficiência e qualidade.

Today we’re expanding the Gemini family with three new models built to be faster, more token efficient, and reliable at scale.

Meet the new Gemini models ↓ pic.twitter.com/hVYNQqxgjd

— Google (@Google) July 21, 2026
Hoje, estamos expandindo a família Gemini com três novos modelos criados para serem mais rápidos, mais eficientes no uso de tokens e confiáveis ​​em escala.

Conheça os novos modelos Gemini. ↓

Na prática, o 3.6 Flash gasta 17% menos tokens de saída para tarefas semelhantes, bem como precisa de menos etapas de raciocínio e menos chamadas de ferramentas para concluir fluxos de trabalho compostos por várias etapas.

Essa eficiência também vem acompanhada de um preço menor. Custando US$1,50 por milhão de tokens de entrada e US$7,50 por milhão de tokens de saída, o 3.6 Flash reduz o custo total por tarefa executada por agentes, tornando-os mais baratos para desenvolver e operar.

Ele também é mais preciso em programação, avança significativamente em ML 1Machine learning, ou aprendizado de máquina., apresenta maior capacidade de interação com computadores e um melhor desempenho em tarefas envolvendo conhecimento.

Novos modelos do Gemini
Divulgação/Google

Além disso, o novo modelo tem proteções reforçadas contra usos indevidos relacionados a materiais químicos, biológicos, radiológicos e nucleares (CBRN) e ataques cibernéticos.

3.5 Flash-Lite e 3.5 Flash Cyber

Continuando os investimentos na família de modelos 3.5, o Google apresentou hoje o 3.5 Flash-Lite como o “modelo mais rápido da família”, desenvolvido para tarefas de baixa latência e alto volume de processamento.

Altamente superior ao Gemini 3.1 Flash-Lite, seu antecessor direto, ele gera 350 tokens de saída por segundo e custa apenas US$0,30 por milhão de tokens de entrada e US$2,50 por milhão de tokens de saída.

Novos modelos do Gemini
Divulgação/Google

O 3.5 Flash Cyber, por sua vez, é o 3.5 Flash rodando no sistema de IA do Google voltado à segurança (o CodeMender) e ajustado para encontrar e corrigir falhas de cibersegurança com um baixo custo por token.

Novos modelos do Gemini
Divulgação/Google

Ele será disponibilizado inicialmente apenas para governos e parceiros confiáveis por meio de um programa piloto de acesso limitado para que eles encontrem e corrijam possíveis vulnerabilidades críticas.

Além disso, o Google também afirmou que sua equipe de desenvolvedores já está focada na construção do Gemini 4 — o pré-treinamento mais ambicioso para essa nova geração, inclusive, já começou.

Notas de rodapé

  • 1
    Machine learning, ou aprendizado de máquina.

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Adobe explora mais recursos de IA em seu app de fotografia Project Indigo

A Adobe anunciou a adição de novos recursos temporários impulsionados por inteligência artificial (IA) ao Project Indigo, seu app de câmera exclusivo para iOS, com a ferramenta AI Playground.

Os quatro principais recursos de IA do Project Indigo incluem a manipulação de objetos (Object Editing, ou “edição de objeto”, em tradução direta), a estilização de uma foto em uma determinada técnica artística (Styles, ou “estilos”), o feedback por IA das suas fotos (Photo Guidance, ou “orientação fotográfica”) e a edição a partir de comandos de linguagem natural (Custom Edit, ou “edição customizável”).

Recurso Styles do Project Indigo da Adobe
Divulgação/Adobe

De forma opcional, a Adobe afirmou ainda que o acesso ao AI Playground estará restrito a uma parcela dos usuários do Project Indigo, sem menção aos critérios exatos de disponibilização. O teste ocorrerá durante algumas semanas e a ideia é compreender o uso de IA no app, embora ela reitere seus pilares de privacidade:

Quem aceitar participar precisará concordar em compartilhar apenas as interações com os botões do recurso. A Adobe afirma que não acessará os comandos digitados, nem as imagens, não fará upload delas para seus servidores e não as utilizará para treinar modelos de IA. Como não há login, todos os dados coletados são anônimos. Quem preferir não participar pode recusar e continuar usando o aplicativo normalmente.

Recursos como a estilização de fotos ou a remoção de objetos farão uso do modelo Nano Banana, do Google, ou dos próprios modelos Firefly da Adobe, mas ela reitera que o leque de modelos poderá se expandir no futuro.

Por fim, a Adobe explicou ainda que os modelos atuais de geração de imagens produzem apenas resultados com alcance dinâmico padrão (SDR 1Standard dynamic range, ou faixa dinâmica padrão.) e, para preservar a aparência das fotos capturadas com HDR 2High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica. pelo Project Indigo, a empresa desenvolveu um modelo próprio de ML 3Machine learning, ou aprendizado de máquina. que converte automaticamente o resultado gerado pela IA para HDR, utilizando a foto original como referência, sem empregá-la para treinar modelos de IA.

via TechCrunch

Notas de rodapé

  • 1
    Standard dynamic range, ou faixa dinâmica padrão.
  • 2
    High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica.
  • 3
    Machine learning, ou aprendizado de máquina.

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App Store tem cada vez mais aplicativos, mas número de downloads está estagnado

Mesmo com a Apple adotando políticas bastante rígidas relacionadas à hospedagem de aplicativos do tipo vibe coding (criados por ferramentas de inteligência artificial) na App Store, uma nova reportagem do The New York Times indica que eles estão ajudando a inflar o número de novos aplicativos na loja.

O jornal divulgou dados da empresa de pesquisas Sensor Tower que apontam para o lançamento de cerca de 600 mil apps (um crescimento de 30%) na App Store no ano passado — justamente no ano em que os aplicativos criados com inteligência artificial começaram a se tornar cada vez mais populares.

É um crescimento relevante, mas a tendência é que o deste ano seja ainda maior. Só no primeiro semestre, foram publicados 560 mil novos apps. Com o ritmo de novos lançamentos mais que dobrando, pode-se dizer que trata-se do primeiro grande crescimento desde o boom dos primeiros anos da App Store.

Embora isso possa ser considerado vantajoso para a Apple, que recebe uma comissão por compras dentro de apps, muitos desses softwares sobrevivem exclusivamente com anúncios (o que não rende receita à Maçã) e uma boa parte está apenas “ocupando espaço”, sem um número relevante de downloads.

Os dados da Sensor Tower, inclusive, mostram que o crescimento na quantidade de downloads é bem mais modesto que o de novos apps. Ao longo de todo o ano passado, foram registrados 35,4 bilhões de downloads (+3%) na loja, enquanto no primeiro semestre deste ano esse número é de 17,6 bilhões (+2%).

Para a Apple, isso pode ser algo negativo, uma vez que todos os aplicativos hospedados na loja dependem de avaliação humana para serem liberados. Um alto número de novos apps pode dificultar esse processo de revisão ou até mesmo diminuir a qualidade dos softwares que são disponibilizados.

via 9to5Mac

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Rode agentes de IA em dispositivos da Apple com o aplicativo Open Minis

Seguindo a onda cada vez mais popular dos agentes de inteligência artificial (IA), mais um aplicativo focado na execução de modelos capazes de realizar tarefas em nome do usuário surgiu recentemente: o Open Minis.

Disponível para iPhones, iPads, Macs e Apple Vision Pros, o aplicativo se integra perfeitamente ao ecossistema da Maçã — o que permite fazer tarefas para muito além das que um chatbot tradicional faria.

Você pode fazer coisas como controlar acessórios do HomeKit, gerenciar calendários, lembretes, mídias e arquivos, bem como acessar dados disponíveis no aplicativo Saúde (Health) ou o hardware do dispositivo.

Para que tudo isso seja possível, o Open Minis possui um ambiente Linux que roda de forma isolada e o permite executar scripts, usar interfaces de linha de comando ou até mesmo um navegador web integrado.

Open Minis
Imagem: MacStories

Para usá-lo, você precisa conectar algum modelo de IA suportado (Claude, GPT, Gemini e OpenRouter) ou endpoints compatíveis com a OpenAI. Também é possível criar fallback de modelos para casos de falha.

Capaz de lembrar preferências e contextos de conversas anteriores para aprender os gostos do usuário, o app mantém todas as chaves de API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. no dispositivo e não coleta nem envia nenhum dado a terceiros.

Uma espécie de concorrente do LM Studio, que recentemente ganhou suporte a agentes, o app pode ser baixado gratuitamente — seu custo será exclusivamente com créditos para os modelos de IA que for usar.

via MacStories

Notas de rodapé

  • 1
    Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.

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Apple teria descartado dois modelos do Mac Pro, incluindo um com chip Intel

Na edição mais recente da sua newsletter “Power On”, o jornalista da Bloomberg Mark Gurman comentou sobre os planos da Apple envolvendo o Mac Pro antes de anunciar a sua descontinuação no início do ano — incluindo dois modelos descartados e variantes ainda mais poderosas dos chips Apple Silicon do que as da linha Ultra — e a implementação da inteligência artificial (IA) no atendimento do Genius Bar.

Segundo o Gurman, a Apple desenvolveu pelo menos dois modelos do Mac Pro que nunca viram a luz do dia: um com processador da Intel — mesmo depois do lançamento da linha M1, curiosamente —, de codinome J170, para atender casos específicos; e outro equipado com o M3 Ultra, chamado internamente de J190 e previsto para ser lançado junto da última leva do Mac Studio, que chegou ao mercado no começo do ano passado. 

Um caminho possível para a linha seria um suposto chip superior aos do sufixo Ultra; citado pelo jornalista como a variante “Extreme”, ele teria como objetivo oferecer o dobro de núcleos de CPU 1Central processing unit, ou unidade central de processamento. e GPU 2Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico. em relação aos do Ultra, e o desenvolvimento do projeto chegou até o M3 antes de ser encerrado devido à preocupação com custos e demanda.

Genius Bar com IA?

Na mesma edição, o jornalista comentou que a Apple passou a testar a implementação de um sistema que utiliza IA para registrar conversas entre clientes e funcionários do Genius Bar.

Divulgação/Apple

Intitulado Live Notes, o recurso opcional testado em algumas Apple Stores permitiria que os funcionários do Genius Bar registrassem transcrições dos seus atendimentos com uma ferramenta capaz ainda de resumir as interações com os clientes. Ambas as partes deverão consentir com a gravação e o resultado final é passível de ajustes, sendo adicionado ao iPad do funcionário como parte do registro do atendimento ou reparo.

Ainda assim, o teste gerou preocupações entre os empregados, os quais temem que esses registros poderão ser usados para metrificar avaliações de desempenho e o trabalho dos colegas. A Apple teria descartado essa possibilidade, afirmando que as gravações não serão armazenadas e que nem mesmo os gerentes possuirão acesso às transcrições.

Notas de rodapé

  • 1
    Central processing unit, ou unidade central de processamento.
  • 2
    Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico.

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Apple evitou citar Jony Ive em processo contra a OpenAI

Desde que a Apple levou a OpenAI aos tribunais por uma suposta violação de segredos industriais e propriedade intelectual, a ausência do nome de Jony Ive no processo tem sido motivo de especulações, considerando que o ex-executivo da Maçã e braço direito de Steve Jobs é uma peça relevante para o desenvolvimento de hardwares da dona do ChatGPT.

No ano passado, a startup de Ive, a io Products, foi adquirida pela OpenAI por US$6,5 bilhões. Desde então, o estúdio de design independente LoveFrom (também comandado pelo ex-Apple) passou a ser o espaço da gigante de inteligência artificial (IA) para a supervisão do design da sua linha de hardware. Nesse processo, mais de 400 funcionários trocaram a Maçã pela empresa de Sam Altman — entre eles, Tang Tan e Chang Liu, acusados de instruírem a revelação de protótipos da Maçã para quem estivesse em entrevista com a empresa de IA.

Para Mark Gurman, jornalista da Bloomberg, existem duas explicações lógicas para Ive ter ficado de fora das acusações: a ausência de provas que comprovem seu vínculo com o esquema e a sua relação de proximidade com a viúva de Jobs, Laurene Powell Jobs.

Jony Ive, Sam Altman e Laurene Powell Jobs

Próxima de Tim Cook e de outros executivos da empresa — além de manter uma relação de longa data com Ive —, ela continua circulando com naturalidade entre ambos os lados, tendo inclusive participado da última WWDC como convidada.

Laurene também é uma das principais investidoras dos projetos de Ive e esteve ao lado dele e de Altman quando os dois revelaram que o primeiro dispositivo de IA da OpenAI já estava em desenvolvimento. Para Gurman, esse conjunto de relações pode ter contribuído para evitar que o nome do ex-chefe de design da Apple fosse envolvido diretamente na disputa judicial, especialmente na ausência de evidências que o ligassem ao suposto vazamento de informações.

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Vídeo: veja a Siri AI em ação no macOS Golden Gate 27!

Depois de já termos publicado vários vídeos sobre as novidades do iOS 27, chegou a vez de começarmos a cobertura em vídeo do macOS Golden Gate 27 em nosso canal. E não tem jeito melhor de abrir essa série do que falando sobre a mudança mais aguardada do sistema: a Siri AI.

Neste primeiro vídeo, mostramos como funciona o novo app da Siri, os ajustes de voz disponíveis, as melhorias na busca do Spotlight, os recursos da Inteligência Visual a partir de screenshots e as ferramentas de escrita e revisão de texto integradas ao sistema.

Esse é só o primeiro de vários vídeos que estamos preparando sobre o macOS 27. Fique de olho no canal do MacMagazine para não perder os próximos! 😄


Apoio: UPDF

Este vídeo tem o apoio do UPDF, aplicativo equipado com inteligência artificial (IA) que já analisamos em detalhes aqui no site. Conheça mais esse belo editor de PDFs, obtenha-o com um desconto exclusivo e tenha acesso total ao UPDF Pro no Mac, no Windows, no iPad, no iOS e no Android pagando cerca de um quinto da suíte da Adobe!

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Apple e Google são pressionadas a banir apps que geram nudez com IA

A Apple e o Google foram intimados por um procurador de San Francisco a remover aplicativos que gerem imagens de nudez não consensuais.

As notificações extrajudiciais foram enviadas pelo procurador David Chiu, que exigiu a remoção de 13 aplicativos de troca de rostos (face swap) os quais permitem que usuários criem imagens de nudez sem o consentimento das pessoas envolvidas, com o auxílio da inteligência artificial (IA). Ele solicitou ainda o rompimento das relações comerciais com os desenvolvedores desses apps.

Chiu comentou o conflito com esse segmento de apps e a problemática da relação desses aplicativos com grandes empresas de tecnologia:

Gerar imagens íntimas não consensuais é ilegal, prejudicial e completamente inaceitável. […] Essas empresas têm a responsabilidade de garantir que os aplicativos em suas plataformas não facilitem abuso sexual. […] O fato de algumas das maiores e mais consolidadas empresas de tecnologia do mundo estarem facilitando isso precisa acabar.

Pesquisadores das universidades de Cornell e Georgetown descobriram que, de 155 apps de criação de deepfakes, 70% deles permitiam gerar conteúdos com nudez sem quaisquer restrições — demonstrando que mesmo os apps que não são promovidos como tal não impedem práticas criminosas. Uma investigação da Tech Transparency Project (TTP) revelou números parecidos.

A Apple possui um histórico delicado com o tema: embora esses estudos apontem leniência com a existência desse tipo de ferramenta na App Store, a Maçã possui um rastro de combate a esse tipo de prática — ainda que sob pressão governamental —, a exemplo da ameaça de remoção do X em meio à polêmica com a geração de imagens de nudez com o auxílio do Grok.

Ao longo dos últimos meses, a empresa foi criticada por autoridades como o governo do Reino Unido e o estado americano da Virgínia Ocidental para combater a proliferação de apps com conteúdo adulto em meio a crianças e adolescentes.

Representando o Google, Dan Jackson afirmou que centenas desses aplicativos foram excluídos da loja do Android:

O Google Play não permite aplicativos que contenham conteúdo sexual, e tomamos continuamente medidas proativas para detectar e remover apps com conteúdo prejudicial. […] Quando recebemos denúncias, investigamos e agimos rapidamente, o que, nesses casos, incluiu suspender centenas de aplicativos que violavam nossas políticas e restringir termos de busca relacionados, como “nudify”, em nossa loja.

A Apple, por sua vez, optou por não comentar o caso.

via WIRED

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Google Images tem novos truques para pesquisar e criar imagens

A pesquisa de imagens no Google já começou há 25 anos, com a evolução do motor de busca de pesquisas simples em texto para uma exploração mais visual da informação. Agora o google Images ganhou novos truques.

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