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Firefox 153 transforma contêineres em recurso nativo do navegador

O Mozilla Firefox foi atualizado hoje para a versão 153, tanto no macOS quanto no iOS/iPadOS. Entre as várias novidades introduzidas pelo update, estão os Contêineres (Containers), que permitem separar as diferentes partes da sua vida online na mesma janela do navegador.

Assim como a extensão Multi-Account Containers, o novo recurso torna possível logar em diferentes contas sem precisar abrir uma outra instância do Firefox. Ao recorrer aos Contêineres (que ainda estão em preview, diga-se), você também mantém os seus cookies e dados de anúncios direcionados isolados em ambientes distintos.

Segundo a Mozilla, ao tornar um recurso desse tipo em uma ferramenta nativa do navegador, a versão 153 livra usuários de ter que procurar por um add-on, além de facilitar a abertura, a criação e o gerenciamento de contêineres de páginas que você já costuma acessar. Usuários de longa data do Multi-Account Containers, no entanto, não serão deixados de lado, uma vez que a nova solução mantém “a funcionalidade, a flexibilidade e a identidade visual” da extensão.

Nesse preview, já é possível abrir páginas em contêineres específicos, customizá-los com nomes, cores e ícones da sua escolha e gerenciá-los diretamente do menu “Configurações”. Para abrir uma aba contêiner, basta clicar com o botão direito do mouse ou tocar e segurar no botão de nova aba (+) e selecionar a opção correspondente.

Outras novidades

Agora, é possível compartilhar qualquer página com um código QR ao clicar com o botão direito do mouse em uma aba e ir em Compartilhar » Gerar código QR.

Código QR do Firefox para o compartilhamento de uma página composto por pontos pretos com o logo do navegador (um globo envolto por uma raposa avermelhada). Logo abaixo, há botões para salvar ou copiar o código.
Divulgação/Mozilla

Também passou a ser possível juntar múltiplos PDFs em um único documento ao arrastar um arquivo do tipo para a barra lateral de PDF, bem como adicionar imagens como novas páginas de um documento usando o editor de PDF nativo do Firefox.

Ademais, digitar “pick color”, “color picker” ou “eyedropper” na barra de endereço agora faz com que o seletor de cores nativo do Firefox, o Pick a color, seja ativado. Na mesma toada, o Firefox passou a permitir que usuários digitem “labs” ou “experiment” na barra de endereço para acessar a ação rápida “Open Firefox Labs” facilmente.

Usuários de Mac, por sua vez, notarão que o atalho de teclado fn (tecla representada por um globo) F agora é suportado pelo Firefox, permitindo entrar rapidamente no modo de tela cheia do macOS.

O ícone de acesso à localização do usuário agora fica destacado em vermelho sempre que um site obtém acesso às suas coordenadas, além de ficar visível em páginas de resultados de busca (antes ele era ocultado).

Ícone de acesso à localização do Firefox 153, destacado em vermelho no canto esquerdo da barra de endereço.
Divulgação/Mozilla

Por fim, o assistente Smart Window (ainda em beta) agora permite selecionar diferentes modelos de inteligência artificial (IA) diretamente da sua interface, e a Nova aba (New Tab) do recurso ganhou uma barra de endereço mais familiar para acessar sites ou pesquisar na web.

Seletor de modelos de IA (em formato de lista) do assistente Smart Window no Firefox 153, posicionado no canto inferior direito da barra de endereço.
Divulgação/Mozilla

O Firefox 153 já está disponível para download tanto no desktop quanto em dispositivos móveis. Em ambos os casos, o update também introduz uma série de correções de bugs e melhorias de desempenho, as quais podem ser conferidas aqui e na página do browser na App Store.

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★ Ferramentas no navegador ou aplicativos: qual é a melhor opção para acessar conteúdo offline?

Grande parte dos vídeos que consumimos hoje vai muito além do entretenimento. Tutoriais técnicos, palestras públicas, demonstrações de produtos, treinamentos corporativos, webinars, apresentações de eventos e materiais educativos fazem parte da rotina de estudantes, profissionais e empreendedores.

Em muitos momentos, ter acesso a esse conteúdo mesmo sem conexão com a internet pode fazer toda a diferença. Mas surge uma dúvida comum: vale mais a pena utilizar uma ferramenta que funciona diretamente no navegador ou um aplicativo dedicado?

A resposta depende principalmente da forma como cada pessoa utiliza seus dispositivos e organiza seu fluxo de trabalho.

Quando uma ferramenta baseada no navegador faz mais sentido

As soluções que funcionam diretamente no navegador conquistaram muitos usuários por eliminarem uma etapa importante: a instalação.

Em poucos segundos, é possível abrir a ferramenta, utilizar seus recursos e continuar trabalhando, independentemente do computador ou do dispositivo utilizado.

Essa praticidade costuma ser especialmente útil para quem precisa acessar conteúdos em diferentes dispositivos sem depender da instalação de programas.

  • Acompanhar palestras e conferências online;
  • Consultar tutoriais técnicos durante o trabalho;
  • Revisar treinamentos profissionais;
  • Utilizar computadores compartilhados;
  • Alternar frequentemente entre computador, tablet e smartphone.

Nesses casos, um baixador de vídeos do YouTube baseado no navegador permite abrir a ferramenta rapidamente e acessar conteúdos públicos de forma simples, independentemente do sistema operacional utilizado.

VidsSave.com

Outro benefício importante é a compatibilidade. Como o acesso acontece pelo navegador, a experiência permanece semelhante em diferentes sistemas operacionais, facilitando o uso em qualquer dispositivo.

Quando um aplicativo pode ser a melhor escolha

Embora as ferramentas baseadas no navegador sejam extremamente práticas, existem situações em que um aplicativo dedicado oferece uma experiência diferente.

Usuários que acessam frequentemente os mesmos materiais, organizam conteúdos por categorias ou preferem manter tudo disponível em um único ambiente costumam valorizar recursos adicionais de organização e gerenciamento.

Nesse contexto, soluções como a Muka representam uma alternativa interessante para quem prefere utilizar um aplicativo em vez do navegador. Dependendo da rotina de cada pessoa, esse tipo de abordagem pode tornar o acesso aos conteúdos mais conveniente.

Além disso, aplicativos costumam facilitar a organização de arquivos locais e oferecer acesso rápido aos materiais utilizados com maior frequência.

Não existe uma solução única

Na prática, o navegador e o aplicativo resolvem necessidades diferentes.

Imagine alguns exemplos:

  • Um estudante universitário utiliza o computador da biblioteca para revisar uma palestra antes de uma prova.
  • Um empresário salva uma apresentação sobre marketing digital para consultar durante uma viagem.
  • Um técnico acompanha demonstrações de equipamentos enquanto trabalha em locais onde a conexão nem sempre é estável.
  • Outro profissional prefere manter seus materiais organizados em um aplicativo para encontrá-los rapidamente sempre que necessário.

Todos possuem objetivos semelhantes, mas desenvolvem hábitos diferentes para acessar seus conteúdos de referência.

O fator mais importante é a praticidade

Ao escolher uma solução, muitas pessoas concentram a atenção apenas nas funcionalidades. Entretanto, a facilidade de acesso costuma ser igualmente importante.

Se o objetivo é consultar rapidamente um material de referência, quanto menos etapas existirem entre o usuário e o conteúdo, melhor será a experiência.

Por isso, ferramentas baseadas no navegador continuam sendo uma excelente opção para quem valoriza simplicidade e acesso imediato, enquanto aplicativos podem oferecer uma experiência mais organizada para quem consulta os mesmos conteúdos com frequência.

Conclusão

O crescimento dos conteúdos digitais mudou a forma como aprendemos, trabalhamos e compartilhamos conhecimento. Palestras, treinamentos, demonstrações técnicas, apresentações profissionais e outros materiais de referência tornaram-se recursos importantes para milhões de pessoas.

Escolher entre uma ferramenta baseada no navegador ou um aplicativo dedicado não significa decidir qual tecnologia é superior, mas identificar qual delas se adapta melhor ao seu dia a dia.

Quando a solução acompanha a maneira como utilizamos nossos dispositivos, acessar conteúdos importantes offline torna-se um processo mais simples, eficiente e conveniente.

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Como gerar notas de apresentação no Keynote com o Apple Creator Studio [iPhone, iPad e Mac]

Com uma assinatura do Apple Creator Studio, é possível aproveitar diversos recursos extras em aplicativos já conhecidos da empresa, como é o caso do Keynote.

No app dedicado à criação de slides, é possível fazer com que as notas de apresentação sejam geradas de forma automática em um slide — eliminando a necessidade de fazer isso manualmente.

Confira como utilizar isso na prática! ✨

Como gerar notas de apresentação no Keynote pelo iPhone/iPad

Com a apresentação aberta, toque nos três pontinhos (na parte superior), em “Opções de Visualização” e “Mostrar Notas da Apresentação”. Depois, selecione o slide desejado, vá novamente até os três pontinhos e em “Gerar Notas”.

Após fazer isso, é possível alterar o tamanho da fonte ou aplicar formatação de texto às notas do apresentador. Selecione-as, vá até o botão com um pincel (na parte superior) e use os controles de texto.

Como gerar notas de apresentação no Keynote pelo Mac

Com a apresentação sendo mostrada, clique no ícone ao lado do semáforo (no canto superior esquerdo) e escolha “Mostrar Notas da Apresentação”.

Selecione o slide desejado e clique no quarto botão (da esquerda para a direita) na parte superior.

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Como aumentar a resolução de uma imagem no Pixelmator Pro para Mac

Com o Pixelmator Pro e uma assinatura do Apple Creator Studio, o processo de edição de imagens fica muito mais fácil e eficaz, graças às ferramentas avançadas disponibilizadas.

Uma dessas ferramentas é a Super resolução (Super Resolution). Com ela, é possível ampliar qualquer foto, ao mesmo tempo que se tenta preservar a nitidez e os detalhes.

Veja como usar isso no Mac! 👨‍💻

Com o app aberto, selecione a imagem desejada. Em seguida, siga um dos procedimentos a seguir:

  • Clique nos três pontinhos (no canto superior direito) e vá até “Super resolução”;
  • Na barra de menus, vá até Imagem » Super resolução;
  • Use o atalho de teclado ⌥ option ⌘ command U.

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China “finta” os Estados Unidos e implanta o primeiro chip cerebral comercial do mundo

Ao longo dos anos a Neuralink de Elon Musk tem partilhado casos de sucesso nos testes dos seus implantes neurais. Mas foi a chinesa Neuracle que aplicou o primeiro chip cerebral comercial.

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Focus To-Do: Organize tarefas e mantenha a produtividade em alta sem sair do Chrome

A extensão para o browser da Focus To-Do reúne as principais funcionalidades da popular app de produtividade, permitindo gerir tarefas e acompanhar o tempo dedicado a cada projeto sem sair do navegador.

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Queen Odor Mediates Reproductive Suppression in Eusocial Mammals

Naked mole-rats have long puzzled biologists with their striking eusocial structure, where most adults remain reproductively suppressed while a queen controls the colony’s future. Now, a new study identifies a chemical “queen odour” that links social status to endocrine control, revealing a mammalian analogue to insect queen pheromones.

The molecule, termed IPM, is enriched by the queen and acts as the key mediator of reproductive suppression in non-breeding females. When IPM is present, circulating prolactin rises while progesterone is suppressed, locking the colony into a stable reproductive hierarchy characterized by reduced conflict and maintained group cohesion.

Crucially, the team connects this behavioural outcome to the brain. Using multiple approaches—including non-invasive functional ultrasound imaging (fUSI)—they show that IPM provokes strong activation of olfactory neurons and central neural circuits. This provides a neural substrate for how a chemical cue can trigger colony-wide physiological change, rather than relying on social learning or passive association.

The experiments also clarify sensory routing. Ablating olfaction abolishes aggression initiation and lowers prolactin levels, directly tying IPM detection to reproductive suppression. While the findings are consistent with sensing through the main olfactory epithelium, the authors note that the vomeronasal system may still contribute.

Queen removal normally destabilizes colonies, leading to aggression, reproductive competition, prolactin decline, and, in extreme cases, mortality. Yet when IPM is added to queenless bedding, the colony remains stable for months. During this period, fecal progesterone metabolite levels stay low, indicating sustained ovarian quiescence alongside elevated prolactin.

The study also addresses a longstanding paradox: transferring soiled bedding and urine from parent colonies fails to maintain suppression in isolated individuals. The authors propose that IPM’s chemistry helps explain this discrepancy. As a long-chain fatty acid ester with low volatility, IPM may persist within the colony environment but fail to travel effectively over distance or survive transfer pathways that preferentially carry other chemicals.

Comparative work extends beyond naked mole-rats. IPM is detected in breeding females of four additional Fukomys species. Although reproductive suppression mechanisms may differ across species, the presence of a similar queen-linked odorant suggests convergent chemical strategies for managing reproductive skew in eusocial mammals.

Overall, the research reframes reproduction control as a chemosensory-to-endocrine pathway: IPM activates olfactory–hypothalamic signalling, elevating prolactin and inhibiting GnRH release. This “social hormone” model offers a new principle for social evolution—chemical cues can synchronize behaviour and physiology at the scale of an entire mammal colony.

Subject of Research: Reproductive suppression and social hierarchy in eusocial mammals (naked mole-rats and related Fukomys species)

Article Title: A queen odour mediates reproductive suppression in a eusocial mammal

Article References:

Khallaf, M.A., Hart, D.W., Luo, W. et al. A queen odour mediates reproductive suppression in a eusocial mammal.
Nature (2026). https://doi.org/10.1038/s41586-026-10772-5

Image Credits: AI Generated

DOI: https://doi.org/10.1038/s41586-026-10772-5

Keywords: IPM; queen odour; reproductive suppression; prolactin; GnRH; olfaction; eusociality; functional ultrasound imaging; Fukomys

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Lamborghini says EV tech ‘not mature enough,’ pushes first EV past 2030

Lamborghini has doubled down on backing away from electric vehicles. A second executive now confirms the Lanzador will launch as a plug-in hybrid rather than an EV, and that the brand’s first fully electric car won’t arrive until after 2030.

The reason, according to the company, is that its customers “were not willing to buy an electric car” and that the “technology is not mature enough.”

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Fidelização a terminar? Saiba o que pode (e deve) fazer antes de renovar o contrato com o seu operador

A ANACOM lembra os direitos dos consumidores quando o período de fidelização chega ao fim. Saiba o que acontece ao seu contrato, o que o operador é obrigado a comunicar e como cancelar sem pagar penalizações.

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Bird Rise substitui os alarmes tradicionais por sons de pássaros para manhãs mais tranquilas

A Bird Rise quer ajudar a transformar a rotina matinal numa experiência mais calma, com gravações reais de pássaros de diversas espécies e de diferentes partes do mundo.

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Conheça a app portuguesa que quer ser o mapa vivo da cidade, graças à IA e à ajuda de quem vive nela

Fundada por João Matos Albino e João Graça, a Soko é uma plataforma que combina IA e a comunidade local para agregar eventos dispersos pela internet, redes sociais e pelas ruas. Lisboa é apenas o começo.

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Os ecrãs não são todos iguais. Sabe o que são gamas de cor e quais as diferenças entre sRGB, Adobe RGB e DCI-P3?

Em ecrãs de smartphones, monitores ou televisores, as gamas referem-se à capacidade de reproduzir cores. Quanto mais ampla essa gama, mais vivas e precisas, um indicador que se torna essencial para trabalhos profissionais ou consumo de multimédia.

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“Temos a solução para as empresas criarem as infraestruturas para a nova onda de Inteligência Artificial”

Nate Snow, diretor da unidade de negócio da Asus, diz que empresas procuram cada vez mais soluções combinadas entre hardware e software que permitam implementar inteligência artificial de forma prática e segura, reduzindo custos de utilização de tokens e com facilidade para escalar o negócio.

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