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Firefox 153 transforma contêineres em recurso nativo do navegador

O Mozilla Firefox foi atualizado hoje para a versão 153, tanto no macOS quanto no iOS/iPadOS. Entre as várias novidades introduzidas pelo update, estão os Contêineres (Containers), que permitem separar as diferentes partes da sua vida online na mesma janela do navegador.

Assim como a extensão Multi-Account Containers, o novo recurso torna possível logar em diferentes contas sem precisar abrir uma outra instância do Firefox. Ao recorrer aos Contêineres (que ainda estão em preview, diga-se), você também mantém os seus cookies e dados de anúncios direcionados isolados em ambientes distintos.

Segundo a Mozilla, ao tornar um recurso desse tipo em uma ferramenta nativa do navegador, a versão 153 livra usuários de ter que procurar por um add-on, além de facilitar a abertura, a criação e o gerenciamento de contêineres de páginas que você já costuma acessar. Usuários de longa data do Multi-Account Containers, no entanto, não serão deixados de lado, uma vez que a nova solução mantém “a funcionalidade, a flexibilidade e a identidade visual” da extensão.

Nesse preview, já é possível abrir páginas em contêineres específicos, customizá-los com nomes, cores e ícones da sua escolha e gerenciá-los diretamente do menu “Configurações”. Para abrir uma aba contêiner, basta clicar com o botão direito do mouse ou tocar e segurar no botão de nova aba (+) e selecionar a opção correspondente.

Outras novidades

Agora, é possível compartilhar qualquer página com um código QR ao clicar com o botão direito do mouse em uma aba e ir em Compartilhar » Gerar código QR.

Código QR do Firefox para o compartilhamento de uma página composto por pontos pretos com o logo do navegador (um globo envolto por uma raposa avermelhada). Logo abaixo, há botões para salvar ou copiar o código.
Divulgação/Mozilla

Também passou a ser possível juntar múltiplos PDFs em um único documento ao arrastar um arquivo do tipo para a barra lateral de PDF, bem como adicionar imagens como novas páginas de um documento usando o editor de PDF nativo do Firefox.

Ademais, digitar “pick color”, “color picker” ou “eyedropper” na barra de endereço agora faz com que o seletor de cores nativo do Firefox, o Pick a color, seja ativado. Na mesma toada, o Firefox passou a permitir que usuários digitem “labs” ou “experiment” na barra de endereço para acessar a ação rápida “Open Firefox Labs” facilmente.

Usuários de Mac, por sua vez, notarão que o atalho de teclado fn (tecla representada por um globo) F agora é suportado pelo Firefox, permitindo entrar rapidamente no modo de tela cheia do macOS.

O ícone de acesso à localização do usuário agora fica destacado em vermelho sempre que um site obtém acesso às suas coordenadas, além de ficar visível em páginas de resultados de busca (antes ele era ocultado).

Ícone de acesso à localização do Firefox 153, destacado em vermelho no canto esquerdo da barra de endereço.
Divulgação/Mozilla

Por fim, o assistente Smart Window (ainda em beta) agora permite selecionar diferentes modelos de inteligência artificial (IA) diretamente da sua interface, e a Nova aba (New Tab) do recurso ganhou uma barra de endereço mais familiar para acessar sites ou pesquisar na web.

Seletor de modelos de IA (em formato de lista) do assistente Smart Window no Firefox 153, posicionado no canto inferior direito da barra de endereço.
Divulgação/Mozilla

O Firefox 153 já está disponível para download tanto no desktop quanto em dispositivos móveis. Em ambos os casos, o update também introduz uma série de correções de bugs e melhorias de desempenho, as quais podem ser conferidas aqui e na página do browser na App Store.

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iPhone 17 Pro Max (512GB) entra em oferta e sai por R$9.752,31 à vista!

O iPhone 17 Pro Max é o smartphone mais avançado da Apple! Na sua lista de especificações técnicas, podemos destacar a tela Super Retina XDR de 6,9 polegadas, o conjunto de três câmeras (com um sistema Fusion de 48 megapixels nas três lentes) e o processador A19 Pro, além da presença do Controle da Câmera (Camera Control) e do botão de Ação (Action Button).

Se você está atrás desse modelo, hoje a Amazon está com uma promoção excelente! Trata-se da versão de 512GB, na cor laranja-cósmico. Ele está saindo por R$10.835,91 em até 12x no cartão de crédito.

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Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo aqui no Brasil é de R$13.999 nessa mesma modalidade de pagamento, estamos diante de um desconto de 23%.

Já para quem preferir pagar à vista (também no cartão de crédito), o preço fica ainda melhor: ele cai para R$9.752,31 — um desconto também de 23% em relação ao valor da Apple na mesma modalidade de pagamento, de R$12.599,10.

Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.

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NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

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“iPhone 20 Pro Max” poderá chegar com tela de quase 7 polegadas

Fontes da cadeia de suprimentos dão conta de que a Apple estaria avaliando a utilização de uma tela maior para o iPhone — de quase 7 polegadas, mais especificamente — em um futuro próximo.

A informação veio do leaker Digital Chat Station, o qual comentou na rede social chinesa Weibo que o tamanho físico do novo painel seria de exatas 6,96 polegadas. Ele especula que essa ampliação deverá acontecer no “iPhone 20 Pro Max”, a versão maior da edição comemorativa de 20 anos da linha, marcada para chegar em 2027, sucedendo o “iPhone 18 Pro Max”.

Caso o rumor se confirme, esse se tornará o maior painel já utilizado em um iPhone (embora a diferença em relação às 6,86″ do iPhone 17 Pro Max seja pequena), número suficiente para que o arredondamento das campanhas publicitárias da Apple dê conta de uma tela de 7″. 

A proposta dos modelos comemorativos de 20 anos, conforme especulam vários insiders, é de uma tela sem intervenções, com bordas curvas. Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, esses novos iPhones deverão contar com um chip “A21” de 2 nanômetros, que poderá estar presente ainda na segunda geração do iPhone dobrável. Resta a dúvida se a Apple pulará a linha “iPhone 19” e seguirá direto com o “20” (ou “XX”), como fez com os iPhones 8/8 Plus e o iPhone X, em 2017.

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
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iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.777,77
R$ 11.499,00

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via MacRumors

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★ Ferramentas no navegador ou aplicativos: qual é a melhor opção para acessar conteúdo offline?

Grande parte dos vídeos que consumimos hoje vai muito além do entretenimento. Tutoriais técnicos, palestras públicas, demonstrações de produtos, treinamentos corporativos, webinars, apresentações de eventos e materiais educativos fazem parte da rotina de estudantes, profissionais e empreendedores.

Em muitos momentos, ter acesso a esse conteúdo mesmo sem conexão com a internet pode fazer toda a diferença. Mas surge uma dúvida comum: vale mais a pena utilizar uma ferramenta que funciona diretamente no navegador ou um aplicativo dedicado?

A resposta depende principalmente da forma como cada pessoa utiliza seus dispositivos e organiza seu fluxo de trabalho.

Quando uma ferramenta baseada no navegador faz mais sentido

As soluções que funcionam diretamente no navegador conquistaram muitos usuários por eliminarem uma etapa importante: a instalação.

Em poucos segundos, é possível abrir a ferramenta, utilizar seus recursos e continuar trabalhando, independentemente do computador ou do dispositivo utilizado.

Essa praticidade costuma ser especialmente útil para quem precisa acessar conteúdos em diferentes dispositivos sem depender da instalação de programas.

  • Acompanhar palestras e conferências online;
  • Consultar tutoriais técnicos durante o trabalho;
  • Revisar treinamentos profissionais;
  • Utilizar computadores compartilhados;
  • Alternar frequentemente entre computador, tablet e smartphone.

Nesses casos, um baixador de vídeos do YouTube baseado no navegador permite abrir a ferramenta rapidamente e acessar conteúdos públicos de forma simples, independentemente do sistema operacional utilizado.

VidsSave.com

Outro benefício importante é a compatibilidade. Como o acesso acontece pelo navegador, a experiência permanece semelhante em diferentes sistemas operacionais, facilitando o uso em qualquer dispositivo.

Quando um aplicativo pode ser a melhor escolha

Embora as ferramentas baseadas no navegador sejam extremamente práticas, existem situações em que um aplicativo dedicado oferece uma experiência diferente.

Usuários que acessam frequentemente os mesmos materiais, organizam conteúdos por categorias ou preferem manter tudo disponível em um único ambiente costumam valorizar recursos adicionais de organização e gerenciamento.

Nesse contexto, soluções como a Muka representam uma alternativa interessante para quem prefere utilizar um aplicativo em vez do navegador. Dependendo da rotina de cada pessoa, esse tipo de abordagem pode tornar o acesso aos conteúdos mais conveniente.

Além disso, aplicativos costumam facilitar a organização de arquivos locais e oferecer acesso rápido aos materiais utilizados com maior frequência.

Não existe uma solução única

Na prática, o navegador e o aplicativo resolvem necessidades diferentes.

Imagine alguns exemplos:

  • Um estudante universitário utiliza o computador da biblioteca para revisar uma palestra antes de uma prova.
  • Um empresário salva uma apresentação sobre marketing digital para consultar durante uma viagem.
  • Um técnico acompanha demonstrações de equipamentos enquanto trabalha em locais onde a conexão nem sempre é estável.
  • Outro profissional prefere manter seus materiais organizados em um aplicativo para encontrá-los rapidamente sempre que necessário.

Todos possuem objetivos semelhantes, mas desenvolvem hábitos diferentes para acessar seus conteúdos de referência.

O fator mais importante é a praticidade

Ao escolher uma solução, muitas pessoas concentram a atenção apenas nas funcionalidades. Entretanto, a facilidade de acesso costuma ser igualmente importante.

Se o objetivo é consultar rapidamente um material de referência, quanto menos etapas existirem entre o usuário e o conteúdo, melhor será a experiência.

Por isso, ferramentas baseadas no navegador continuam sendo uma excelente opção para quem valoriza simplicidade e acesso imediato, enquanto aplicativos podem oferecer uma experiência mais organizada para quem consulta os mesmos conteúdos com frequência.

Conclusão

O crescimento dos conteúdos digitais mudou a forma como aprendemos, trabalhamos e compartilhamos conhecimento. Palestras, treinamentos, demonstrações técnicas, apresentações profissionais e outros materiais de referência tornaram-se recursos importantes para milhões de pessoas.

Escolher entre uma ferramenta baseada no navegador ou um aplicativo dedicado não significa decidir qual tecnologia é superior, mas identificar qual delas se adapta melhor ao seu dia a dia.

Quando a solução acompanha a maneira como utilizamos nossos dispositivos, acessar conteúdos importantes offline torna-se um processo mais simples, eficiente e conveniente.

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U.S. Producer Price Index (PPI) drops in June, signaling easing inflation pressures

U.S. Producer Price Index (PPI) drops in June, signaling easing inflation pressures

The U.S. Bureau of Labor Statistics (BLS) released its Producer Price Index (PPI) data for June 2026 today, showing a 0.3% decline in the index for final demand on a seasonally adjusted basis. This marks a reversal from the 0.6% rise in May and the stronger 1.1% increase in April. U.S. inflation is coming down.

On a year-over-year basis, producer prices rose 5.5% through June, down from the recent peak of 6.5% in May. This moderation comes amid cooling energy prices and could provide some relief to businesses and consumers facing persistent inflationary pressures.

Key Breakdowns from the June Report

• Goods prices led the decline, falling 1.4% in June — the largest drop since July 2022. Energy prices plunged 6.4%, with gasoline down 12.0%, diesel fuel, jet fuel, and crude petroleum also posting notable decreases.

• Food prices for final demand edged down 0.6%.

• Goods less foods and energy (a core measure) actually rose modestly by 0.2%.

• Services prices increased 0.2%, supported by gains in trade services margins (up 0.4%), including a sharp 13.0% jump in fuels and lubricants retailing. Transportation and warehousing services dipped slightly by 0.1%.

The index for final demand less foods, energy, and trade services — often watched as a core gauge — rose just 0.1% in June after a stronger 0.8% gain in May. Year-over-year, this core measure increased 5.1%.

What’s Driving the Decline?

The drop aligns with falling global oil prices in recent weeks, which have rippled through the supply chain. Energy categories, which had fueled earlier PPI gains (notably from Middle East tensions boosting costs earlier in the year), reversed course. This pullback in wholesale prices could eventually feed into lower consumer prices in the coming months, though services inflation remains sticky.

Implications for the Federal Reserve and Markets

This softer-than-expected PPI reading arrives on the same day as other inflation data and comes as the Fed monitors progress toward its 2% target. While headline producer inflation has cooled from its recent highs, the year-over-year figure remains elevated compared to pre-pandemic norms. Policymakers will likely view the energy-driven decline positively, but persistent services and core pressures suggest caution on rate cuts.

For businesses, lower input costs (especially energy) could help margins. Consumers may see relief at the pump and eventually in goods prices, though everyday services like healthcare, housing-related costs, and certain retail margins continue to trend upward.

Looking Ahead

The June PPI data suggests inflation is not accelerating, but the path to sustainably lower levels remains uneven. Markets will now turn to upcoming CPI releases and other indicators for a fuller picture. Keep an eye on energy markets — any rebound in oil prices could quickly reverse these gains.

Combined with yesterday’s CPI data decline (see below), the PPI data supports a story of disinflation under the Trump administration. This is likely helpful to Republicans heading into the midterm elections, as voters generally reward perceived economic competence.

U.S. CPI data (July 14, 2026) showed a notable decline:

• Monthly change: -0.4% (biggest monthly drop since April 2020)
• Annual inflation rate: 3.5% (down from 4.2% in May)
• Core CPI (excluding food & energy): Unchanged (0.0%) in June, down from +0.2% in May
• Core annual rate: 2.6% (down from 2.9% in May)

This is net positive for Apple’s long-term outlook. Tech giants like Apple tend to be among the biggest winners when inflation cools enough for the Fed to cut rates without triggering a recession. Wall Street will likely view this data favorably for growth stocks like AAPL.

MacDailyNews Note: Data sourced from the U.S. Bureau of Labor Statistics Producer Price Indexes release for June 2026. All figures are seasonally adjusted unless noted.


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Apple skips M6 Pro/Max, fast-tracks AI-focused M7 chips; Touchscreen MacBook Pro looms

chips

According to Bloomberg News‘ Mark Gurman in his most recent Power On newsletter, Apple is making one of the biggest changes yet to its Apple Silicon roadmap for Macs. The company is prioritizing on-device AI performance and graphics capabilities over its traditional generational cadence, leading to a skipped generation of high-end chips and a faster push toward the M7 family.

Apple’s New Chip Roadmap: M6 (Base Only), Then Straight to M7

Apple plans to release a base M6 chip as early as late 2026 for entry-level Macs. This includes testing in a refreshed 14-inch MacBook Pro (internally codenamed J804). Key improvements expected in the M6 include:

• Memory bandwidth rising to around 200 GB/s (up from 153 GB/s on the M5)

• Enhanced GPU performance with up to 12 cores

• A stronger neural engine for better AI workloads

In a notable departure from past strategy, Apple will skip M6 Pro, M6 Max, and M6 Ultra variants entirely. This marks the first time the company has bypassed higher-end versions of a new chip generation.

Instead, Apple is fast-tracking the M7 series to deliver major advancements in on-device AI processing and graphics performance sooner. According to Gurman’s reporting:

• Base M7 — Expected in the first half of 2027

• M7 Pro and M7 Max — Targeted for late 2027

• M7 Ultra — Slated for 2028 (with support for up to 1.5 TB of memory in high-end configurations)

The M7 lineup (with codenames like Delos for the base and Andros for the higher variants) represents Apple’s effort to meet surging demand for AI features and more graphics-intensive software by accelerating technologies originally planned for later generations.

Gurman also notes that M8 chips are already in active development, with high-end variants expected around 2028 on an advanced manufacturing process.

First-Ever Touch MacBook Pro Coming Soon

Gurman’s newsletter also covers Apple’s long-rumored touchscreen MacBook Pro models (14-inch and 16-inch, codenamed K114 and K116). These represent the biggest hardware overhaul of the high-end MacBook Pro lineup since the transition away from Intel chips.

Key details:

• Expected launch window: Late 2026 or early 2027

• Initial models will use current-generation M5 Pro and M5 Max chips (aligning with the decision to skip high-end M6 variants)

• First MacBooks to feature OLED displays

• Adoption of an iPhone-style Dynamic Island interface (with a hole-punch camera cutout replacing the current notch)

• Touch support designed as a “bonus” feature rather than a primary input method — macOS updates will allow seamless switching between touch and traditional trackpad/keyboard use, with adaptive UI elements

Later follow-up models are expected to transition to the new M7 chips once available. The redesigned laptops are also described as potentially thinner and lighter, with reinforced components to handle touch input without screen bounce.

Why the Change? AI Is Reshaping Apple’s Priorities

Gurman explains that this unusual strategy shift allows Apple to focus engineering resources on the more significant architectural leap in the M7 generation. By skipping incremental high-end M6 chips, the company can deliver stronger on-device AI capabilities and graphics performance to its most powerful Macs faster.

This aligns with broader industry trends and Apple’s ongoing push into AI across its ecosystem (including new Apple Pencil models also mentioned in the newsletter).
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MacDailyNews Take: M6, we hardly knew ya!


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Apple TV climbs to fourth-largest SVOD platform in the U.S. with strongest annual growth

Apple TV

Apple TV has achieved a notable milestone in the fiercely competitive U.S. streaming market, rising to become the fourth-largest subscription video-on-demand (SVOD) platform according to the latest JustWatch Q2 2026 Market Shares report.

The data, based on more than 45 million streaming interactions tracked via the JustWatch app and website across more than 320 SVOD services, measures shifts in user interest and engagement (including searches, clicks, and watchlist additions) over the past three months.

Q2 2026 U.S. SVOD Market Shares (JustWatch)

• Netflix: 20%
• Amazon Prime Video: 15%
• Disney+: 13%
• Apple TV: 13%
• Hulu: 11%
• Max (formerly HBO Max): 10%
• Peacock Premium: 4%
• Paramount+: 3%
• PBS: 2%
• Starz: 1%
• Other services: 4%

Apple TV gained 1 percentage point in the quarter and an impressive 5 percentage points year-over-year — the strongest annual growth among major platforms. This surge allowed it to overtake Hulu and Max and secure sole possession of fourth place.

Netflix continues to lead, but saw some quarterly softening in prior periods before rebounding slightly. Prime Video remains a strong second despite flatter annual performance. Disney+ holds steady in third.

Subscriber Context and Apple’s Strategy

Apple does not publicly disclose exact subscriber numbers for Apple TV. Industry estimates place global paid subscribers around 45 million as of late 2025/early 2026 vs. Netflix (300M+ paid), Amazon Prime Video (200M+ global users), and Disney+ (131.6 million paid).

However, Apple TV punches above its weight in the U.S. thanks to deep integration with Apple’s hardware ecosystem. Promotional offers (such as three free months with new iPhone, iPad, Mac, or Apple TV purchases) and bundling through Apple One help drive adoption. The service maintains a premium, ad-free positioning while competitors have widely adopted ad-supported tiers.

High-quality originals continue to fuel momentum. Acclaimed titles like Severance, Shrinking, and others have driven record viewership in recent periods. Looking ahead, Apple’s multi-year exclusive U.S. rights to Formula 1 (starting in 2026) represent a significant expansion into live sports, potentially broadening its appeal.

Broader Streaming Landscape

The U.S. SVOD market remains dynamic. While scale leaders Netflix and Prime Video dominate overall, mid-tier services are closing gaps through content quality, user experience, and bundling. Many households now subscribe to multiple services (often 4–6 on average), increasing competition for attention and wallet share.

Apple TV’s strong engagement growth signals that a focused, high-production-value approach can resonate even without the massive libraries of its larger rivals.

MacDailyNews Take: Apple TV’s momentum is accelerating in a competitive market thanks to its focus on premium content; quality over quantity (even as the quantity continues to grow)!

Note on methodology: JustWatch’s figures reflect engagement and interest on its platform rather than total subscribers, paid viewing hours, or revenue. This can differ from other rankings (e.g., those from Parks Associates or analyst estimates focused on subscriber counts).


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Novo malware usa CAPTCHA falso para roubar senhas no macOS

Pesquisadores da Group-IB apontaram a existência de um novo malware para macOS chamado ClickLock Stealer, que usa uma falsa verificação da Cloudflare para enganar os usuários, roubando dados sensíveis.

Mirando usuários na Itália, nos Estados Unidos, na Jordânia e no Reino Unido, os criminosos iniciam o ataque simulando uma verificação de CAPTCHA da Cloudflare e, na sequência, convencem a vítima a copiar e colar um comando no Terminal do Mac.

Após a execução, o malware é instalado enquanto exibe uma falsa tela de progresso. Se o usuário optar por tentar interromper a instalação ou não seguir de alguma forma com o processo, ele fecha todos os aplicativos visíveis, deixando apenas uma janela para inserir a senha do macOS. O ciclo de insistência do software pode passar dos 3 dias (algo em torno de 83 horas, segundo o estudo).

Depois de instalado, o malware começa a coletar senhas de navegadores, extensões de carteiras de criptomoedas, arquivos de carteiras digitais, dados de gerenciadores de senhas e outras informações comprometedoras.

Segundo os especialistas, o ClickLock Stealer começou a ser distribuído em maio passado, passando despercebido por todos os mecanismos de pesquisa até recentemente. Ele foi identificado em 33 países, em sua maioria europeus, sem veiculação a algum grupo de crime cibernético, distribuído muito possivelmente por uma campanha de engenharia social do tipo ClickFix.

O estudo recomenda aos usuários que nunca colem comandos de websites no Terminal, independentemente de como a página se parece ou do que ela alega fazer, e a nunca entregar a sua senha a espaços extraoficiais (como comandos) — caso você perceba que a execução de outros aplicativos está sendo encerrada. Se você desconfiar que a sua máquina foi infectada com o malware, revogue as sessões dos seus navegadores e altere todas as credenciais potencialmente comprometidas.

via Macworld

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Apple e Google são pressionadas a banir apps que geram nudez com IA

A Apple e o Google foram intimados por um procurador de San Francisco a remover aplicativos que gerem imagens de nudez não consensuais.

As notificações extrajudiciais foram enviadas pelo procurador David Chiu, que exigiu a remoção de 13 aplicativos de troca de rostos (face swap) os quais permitem que usuários criem imagens de nudez sem o consentimento das pessoas envolvidas, com o auxílio da inteligência artificial (IA). Ele solicitou ainda o rompimento das relações comerciais com os desenvolvedores desses apps.

Chiu comentou o conflito com esse segmento de apps e a problemática da relação desses aplicativos com grandes empresas de tecnologia:

Gerar imagens íntimas não consensuais é ilegal, prejudicial e completamente inaceitável. […] Essas empresas têm a responsabilidade de garantir que os aplicativos em suas plataformas não facilitem abuso sexual. […] O fato de algumas das maiores e mais consolidadas empresas de tecnologia do mundo estarem facilitando isso precisa acabar.

Pesquisadores das universidades de Cornell e Georgetown descobriram que, de 155 apps de criação de deepfakes, 70% deles permitiam gerar conteúdos com nudez sem quaisquer restrições — demonstrando que mesmo os apps que não são promovidos como tal não impedem práticas criminosas. Uma investigação da Tech Transparency Project (TTP) revelou números parecidos.

A Apple possui um histórico delicado com o tema: embora esses estudos apontem leniência com a existência desse tipo de ferramenta na App Store, a Maçã possui um rastro de combate a esse tipo de prática — ainda que sob pressão governamental —, a exemplo da ameaça de remoção do X em meio à polêmica com a geração de imagens de nudez com o auxílio do Grok.

Ao longo dos últimos meses, a empresa foi criticada por autoridades como o governo do Reino Unido e o estado americano da Virgínia Ocidental para combater a proliferação de apps com conteúdo adulto em meio a crianças e adolescentes.

Representando o Google, Dan Jackson afirmou que centenas desses aplicativos foram excluídos da loja do Android:

O Google Play não permite aplicativos que contenham conteúdo sexual, e tomamos continuamente medidas proativas para detectar e remover apps com conteúdo prejudicial. […] Quando recebemos denúncias, investigamos e agimos rapidamente, o que, nesses casos, incluiu suspender centenas de aplicativos que violavam nossas políticas e restringir termos de busca relacionados, como “nudify”, em nossa loja.

A Apple, por sua vez, optou por não comentar o caso.

via WIRED

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