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Bottles avança suporte a apps Windows em Linux ARM64 com Soda 11.0-10

Bottles ARM64 amplia compatibilidade para rodar apps Windows em Linux ARM64, trazendo mais possibilidades para dispositivos ARM.

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MacBook Neo vence Dell XPS 13 em desempenho e bateria, mas perde em tela e design

Em mais um dos seus comparativos, o canal do YouTube PhoneBuff colocou o MacBook Neo para disputar com o Dell XPS 13, ambos vendidos lá fora pelos mesmos US$700 (após o reajuste recente de Macs) com 8GB de memória — com diferença no armazenamento, 512GB contra os 256GB iniciais no caso da Apple.

Embora o XPS 13 tenha se mostrado um tanto competitivo em diversos cenários, o Neo se mostrou equivalente ou superior na maioria dos critérios estabelecidos no comparativo.

Quanto ao som dos dois, o computador da Apple, mesmo com metade da quantidade de alto-falantes, apresentou um resultado mais consistente em termos de qualidade — embora o XPS 13 tenha apresentado um volume maior.

Em se tratando da tela, tivemos a primeira grande derrota da Maçã: embora o MacBook Neo apresente maior visibilidade em ambientes com alta exposição à luz, o Dell XPS 13 venceu no conjunto geral ao contar com suporte ao toque, uma taxa de atualização de 120Hz e suporte ao padrão de gama de cores DCI-P3.

Sobre a bateria, embora perca em tempo de carregamento, o MacBook Neo compensa a desvantagem de capacidade física (36,5Wh frente aos 52Wh do XPS 13) com eficiência energética, até mesmo considerando a diferença entre a arquitetura x86 do Intel Core 5 320 e a arquitetura ARM64 presente no chip A18 Pro.

Falando em seus chips, aliás, o desempenho é outro ponto para a Apple: o computador da Dell vence em tempo de inicialização e nos testes de navegador por uma margem pequena (19 contra os 21 segundos do Neo), mas perde para o MacBook na descompactação de um arquivo de 6GB, sendo cerca de três vezes mais lenta na máquina com Windows, e também na abertura de um documento de 500 páginas no Word, com uma diferença de 5 segundos (12 no XPS e 7 no caso do Neo). A Maçã também levou a melhor com os programas da Adobe, concluindo mais rapidamente as alterações em projetos do Photoshop e do Premiere. Em jogos, foi o único momento em que o empate foi ruim o suficiente para ambos; títulos como Cyberpunk 2077 passaram com muita dificuldade da casa dos 30 quadros por segundo.

Câmera foi outro ponto positivo para o MacBook Neo, que apresentou imagens com mais nitidez e um microfone com uma filtragem de voz mais suave que sua contrapartida no universo Windows.

Já tratando de design, na avaliação do canal a vantagem é do Dell XPS 13 por sua leveza, bordas mais finas e a presença de retroiluminação no teclado (embora ele destaque positivamente o trackpad do MacBook) — ausência um tanto criticada por diversos entusiastas de tecnologia.

Em conclusão, ambas as máquinas possuem seus próprios pontos positivos — ou seja, não houve uma vitória clara para uma ou outra.

MacBook Neo

Cores: prateado, blush, amarelo-cítrico ou índigo
Armazenamento: 256GB ou 512GB (com Touch ID)
R$ 6.999,00

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CrossOver 27 ganha versão de teste com suporte a chips Apple Silicon

A CodeWeavers, empresa responsável pelo CrossOver (ferramenta que permite instalar aplicativos para Windows no macOS), disponibilizou hoje a primeira versão (ainda em fase de teste) do CrossOver 27, que conta com suporte nativo ao Apple Silicon.

Até então, a ferramenta dependia do Rosetta 2 (a camada de tradução da Apple que será descontinuada em 2027 com o macOS 28), marcando um dos últimos passos na transição do x86 (dos chips Intel) para a arquitetura ARM 1Advanced RISC Machine. (dos chips Apple Silicon) no ecossistema da Apple — vale lembrar que o macOS Golden Gate 27 já não contará com suporte aos processadores da Intel.

O desenvolvimento da nova versão foi iniciado em 2023, baseando-se nos avanços sucessivos do Wine, além de passar a integrar o FEX (emulador que executa aplicativos x86 e que, originalmente feito para a versão ARM64 do Linux, agora foi portado para o macOS).

Algumas limitações incluem a ausência de suporte ao D3DMetal, a camada de tradução da Apple do DirectX 11/12 para a API 2Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. Metal, a incompatibilidade com o inicializador de alguns jogos e a impossibilidade de migrar garrafas (bottles) para a arquitetura ARM.

Embora a empresa tenha confirmado o fim do suporte aos Macs Intel na nova versão do utilitário, o CrossOver 26 seguirá funcionando mesmo com o lançamento da nova versão.

A versão ARM64 do CrossOver 27 pode ser testada a partir do macOS 26.5; em versões anteriores do sistema, o CrossOver continua funcionando via Rosetta 2.

O CrossOver possui um teste gratuito de 14 dias para novos usuários e pode ser adquirido tanto por US$54 em sua versão com um ano de suporte quanto por US$494 com suporte vitalício.

via AppleInsider

Notas de rodapé

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    Advanced RISC Machine.
  • 2
    Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.

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Agora é possível rodar The Legend of Zelda: Ocarina of Time nativamente em iPhones/iPads

Um dos jogos mais cultuados de todos os tempos, The Legend of Zelda: Ocarina of Time — lançado originalmente em 1998 para o console Nintendo 64 —, agora pode ser jogado nativamente em iPhones e iPads.

Essa opção se tornou uma realidade graças ao projeto de código aberto HarkinianPad, do desenvolvedor Karis [@chrissotraidis]. Criado com a ajuda do Codex 5.6 Sol, ele é baseado em outro projeto que ganhou certa notoriedade há alguns anos: Ship of Harkinian — versão decompilada de Ocarina of Time capaz de rodar em dispositivos com macOS, Windows, Linux e Android — bem como os consoles Nintendo Switch e Nintendo Wii U.

Ocarina of Time, running natively on iOS and iPadOS for the first time.

Not an emulator. Ship of Harkinian has run on Windows, Linux, macOS, Switch, Wii U, and Android. Never iOS. Now it runs on iPad, with iPhone in the build too.

The game was decompiled to C and rebuilt as a… pic.twitter.com/7J62JwGRHq

— Kahris (@chrissotraidis) July 27, 2026

Segundo Karis, o jogo foi decompilado para a linguagem de programação C e, então, reconstruído como uma aplicação ARM64 (a arquitetura dos processadores da Apple) nativa. Ele também garante que nenhum elemento do hardware do Nintendo 64 é simulado pelo seu projeto, que renderiza o game via Metal — framework proprietário da Maçã.

Por se tratar de uma versão nativa, é possível colocar Ocarina of Time para rodar em widescreen, na resolução completa do iPhone/iPad e a 60 quadros por segundo. Para efeito de comparação, o console da Nintendo roda o game a 240p e com uma taxa de quadros de aproximadamente 20qps.

Configurar tudo no seu smartphone ou tablet, no entanto, não é exatamente simples, já que, para rodar, o HarkinianPad precisa, primeiro, ser assinado por uma Conta Apple ou por um time de desenvolvimento. A página do projeto no GitHub, no entanto, oferece um passo a passo (em inglês) bem completo com várias opções de instalação.

Você também vai precisar extrair a ROM 1Read-only memory, ou memória somente de leitura. de uma edição física do jogo para rodá-lo no seu dispositivo, já que o projeto não vem com uma cópia por questões legais.

Uma vez que tudo for configurado, no entanto, é possível aproveitar Ocarina of Time em sua completude, embora seja possível que você esbarre em alguns problemas de áudio dependendo do dispositivo escolhido. O HarkinianPad também conta com suporte a controles de videogame, teclados e mouses — além dos controles adaptados para a tela sensível ao toque.

Boa jogatina! 🎮

via Wccftech

Notas de rodapé

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    Read-only memory, ou memória somente de leitura.

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