Há dois meses, falamos aqui sobre o RetinaDesk, um site muito bacana que ajuda você a escolher o melhor monitor externo para o seu Mac, levando em conta todas as especificidades dos computadores da Apple.
Pois bem, recentemente, a ferramenta ficou ainda mais completa com a adição de uma página que ajuda você a descobrir, de maneira extremamente intuitiva, a quantidade máxima de displays externos suportados pela sua máquina.
O banco de dados da ferramenta cobre todos os Macs com Apple Silicon lançados até hoje, bem como suas respectivas variantes — detalhe que joga o total de computadores listados pelo RetinaDesk para nada menos que 53.
Encontrar essa página é fácil: basta acessar o site do RetinaDesk, clicar na aba “Tools” na parte de cima da tela e, depois, selecionar a opção “Mac External Display Support by Chip” — ou simplesmente acessar esse link. Feito isso, é só selecionar o modelo do seu Mac na seção “Which Mac is it?” e, em seguida, sua respectiva variante — indicada pelo chip e o ano de lançamento (e, às vezes, o número de portas do computador) — em “Step 2”.
Captura de tela/RetinaDesk
Uma vez que você indicar o modelo do seu Mac, o número máximo de monitores externos ao qual ele pode ser conectado deverá aparecer à direita da tela, junto de uma ilustração do seu “setup máximo” — ou seja, com o maior número de monitores possível.
A nova página, no entanto, não para por aí, já que ela também conta com outra seção a qual ajuda você a montar setups com diferentes combinações de monitores, os quais podem ter resoluções e taxas de atualização distintas — sempre levando em conta, é claro, as limitações do seu computador. Ela também é uma boa forma de descobrir se o seu Mac suporta uma resolução ou uma taxa de atualização (ou uma combinação dessas duas coisas) específica.
Captura de tela/RetinaDesk
A seção “What each built-in port can drive”, por sua vez, exibe com quais resoluções/taxas de atualização cada porta do seu computador é compatível, além de revelar a sua versão (se é Thunderbolt 4 ou 5, por exemplo). Logo abaixo, temos a seção “How you can arrange the displays” que, como seu nome indica, mostra todas as combinações possíveis de monitores para a sua máquina.
Por fim, a ferramenta também deixa você comparar um Mac qualquer com outro modelo da sua escolha, checar se sua máquina precisa estar no modo clamshell para suportar um setup específico e aprender sobre soluções alternativas e suas respectivas concessões.
Captura de tela/RetinaDesk
Assim como o resto das ferramentas do RetinaDesk, essa nova página é totalmente gratuita, com o único “porém” sendo o fato de que ela não está disponível em português — problema que, é claro, pode ser facilmente remediado com a ajuda das ferramentas de tradução dos navegadores atuais.
Com inúmeros modelos e variações de Macs já fabricados, a Apple consegue abranger diferentes públicos-alvo. Desta forma, seja você uma pessoa que usa computador apenas para navegar na web ou um profissional que precisa de máquinas parrudas para dar conta do recado, pode usufruir de notebooks ou desktops da empresa.
Para ter certeza de qual modelo de computador da Apple você tem no momento, é possível conferir exatamente essa informação pelo sistema.
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5, M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB Adaptador de energia: USB-C de 70W ou 96W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
O macOS é o sistema operacional que equipa os computadores da Apple, os Macs.
Para receber os novos recursos e estar sempre protegido contra ataques ou brechas de segurança, é recomendável manter o seu dispositivo atualizado para a última versão disponível.
Veja como conferir qual versão do sistema seu Mac está usando! 👨💻
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5, M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB Adaptador de energia: USB-C de 70W ou 96W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
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Último Mac a trocar os chips PowerPC pelos processadores da Intel (transição que havia sido iniciada em 2005), ele chegou com o dobro de performance do Power Mac G5, seu antecessor direto — e de quem herdou a primeira iteração do design de “ralador de queijo”, que com certeza marcou época.
Com um preço inicial de US$2.500 (ou US$4.140, levando em conta a inflação até os dias de hoje), ele era parrudíssimo — tanto em termos de performance bruta quanto de conectividade. Extremamente “upgradeável”, ele vinha com dois processadores Intel Xeon de dois núcleos (2,0GHz, 2,66GHz ou 3,0GHz, dependendo da versão escolhida), bem como com a placa gráfica GeForce 7300 GT, da NVIDIA — componente que podia ser trocado por uma Quadro FX 4500 (também da NVIDIA) ou uma ATI Radeon X1900 XT (da AMD).
Contando com quatro espaços para unidades Serial ATA (dois a mais que o Power Mac G5), o Mac Pro de primeira geração também permita a instalação de até quatro GPUs 1Graphics processing units, ou unidades de processamento gráfico. via PCIe, além suportar até 32GB de RAM 2Random access memory, ou memória de acesso aleatório. — por padrão, ele vinha com “apenas” 1GB. O desktop também era equipado com 5 portas USB 2.0 e 4 FireWire 800, padrão ainda muito popular na época.
O queridinho de profissionais criativos, o Mac Pro parecia ser feito sob medida (ou vice-versa) para softwares como o Final Cut Pro, além de vir de fábrica com o clássico Mac OS X Tiger, lançado mais cedo naquele ano. Nem tudo eram flores, no entanto, já que alguns apps, como os da popular Adobe Creative Suite, ainda precisavam da camada de tradução Rosetta para rodar adequadamente em Macs com processadores x86, o que resultava em gargalos de performance — problema que foi solucionado com o passar dos meses.
Desde então, o Mac Pro original foi atualizado algumas vezes; o primeiro upgrade veio já em abril 2007, seguido por outro em janeiro de 2008. No início de 2009, o computador ganhou os processadores Intel Xeon 5500 e, um ano depois, passou a suportar até 64GB de memória e até 8TB de armazenamento — além de ter adotado os processadores da linha Intel Xeon 5600, é claro. A última dança desse primeiro design do desktop veio em 2012, com dois processadores Intel Xeon Westmere-EP de seis núcleos (2,4GHz).
O primeiro tropeço
O ano de 2013 foi difícil para o Mac Pro, que recebeu um novo design tão compacto quanto polêmico. Cilíndrica, a nova geração do Mac Pro instigou comparações com latas de lixo, principalmente por conta da abertura para ventilação na parte de cima do computador.
Divulgação/Apple
Por falar em ventilação, é nessa área onde reside a maior fraqueza desse novo modelo: o sistema de resfriamento, construído em volta de um “núcleo térmico unificado” central que, embora fosse, sim, um conceito muito interessante, não era o suficiente para resfriar o seu processador Intel Xeon e as duas GPUs AMD FirePro.
O novo design também fez a Apple abrir mão de duas outras características importantíssimas do Mac Pro: a vasta seleção de portas e a possibilidade de trocar praticamente todos os principais componentes do computador. Caso o usuário quisesse realizar algum upgrade, ele era obrigado a fazer isso por meio de uma das suas portas Thunderbolt 2, o que estava longe de ser o ideal.
Foto: iFixit
A má recepção fez o Mac Pro “lata de lixo” cair no ostracismo e ficar sem receber novas atualizações por nada menos que seis anos — um contraste e tanto em relação ao modelo anterior. A situação chegou até mesmo ao ponto de a própria Apple admitir, em 2017, que errou a mão na hora de projetar a mais nova versão do seu desktop profissional — atitude que foi seguida pelo lançamento do iMac Pro, que serviu como uma espécie de “tapa buraco” até o lançamento do último grande redesign do Mac Pro.
Um breve renascimento
Em 2019, a Apple colocou ordem na casa ao lançar um novo Mac Pro muito mais parecido com o modelo original do que com o computador que o precedeu — ou seja, com um formato de torre tradicional.
Apostando mais uma vez no alumínio como seu material principal, o desktop passou a contar com furos para ventilação que, mais uma vez, provocaram comparações com raladores de queijo. Dentro, foram adicionada três ventoinhas bem parrudas, as quais davam conta de resfriar todos os componentes do computador, já que eles não contavam com coolers individuais.
Divulgação/Apple
Equipado com um processador Intel Xeon de até 28 núcleos, ele suportava até 1,5TB de memória — número surpreendente até para os dias de hoje. Contando com nada menos que oito slots PCIe, ele podia ser configurado com as GPUs Radeon Pro 580X ou Radeon Pro Vega II, da AMD, bem como com a novíssima placa aceleradora Apple Afterburner, para a edição de vídeos.
O otimismo introduzido por esse novo design, porém, foi logo suplantado pela introdução, apenas um ano depois, dos chips da família Apple Silicon, bem mais rápidos e eficientes que os da Intel e que passariam a substituir os processadores da fabricante estadunidense nos Macs. Em outras palavras, isso fez com que muita gente pensasse duas vezes antes de adquirir um Mac Pro — afinal, uma versão bem mais poderosa com um chip ARM3Advanced RISC Machine. provavelmente já estava nos planos da Apple.
Isso, no entanto, só foi acontecer em 2023 — e de um jeito um tanto… agridoce. Embora a adoção do chip M2 Ultra tenha sido bem-vinda, o computador perdeu muitas das características que o faziam ser uma boa opção para usuários profissionais, como a possibilidade de fazer upgrades nas suas peças — uma consequência da natureza centralizada dos SoCs 4System on a chip, ou sistema em um chip. da Apple.
Além disso, a essa altura do campeonato, o Mac Studio (outro computador voltado a profissionais) já estava no mercado há cerca de um ano e oferecia a mesma performance de ponta que muitos esperavam do Mac Pro, além de ser bem mais compacto e, principalmente, “acessível” (a partir de US$7.000vs. a partir de US$2.000).
Embora rumores de uma atualização tenham circulado nos últimos anos, tudo isso levou a Apple a finalmente aposentar o Mac Pro em março de 2026, pouco meses antes do seu aniversário de 20 anos. No momento, os esforços da Apple parecem estar completamente voltados ao Mac Studio, que tomou o posto de “computador para profissionais” da Maçã.
Apple announced the original Mac Pro 20 years ago today, with the anniversary landing five months after the company discontinued the machine for good.
On August 7, 2006, Apple unveiled the first Mac Pro, powered by two dual-core 64-bit Xeon processors that Apple said made it up to twice as fast as the Power Mac G5 it replaced. It was the last Mac to complete Apple's transition from PowerPC to Intel chips, and it launched with PCI Express expansion slots and a $2,499 starting price.
The Mac Pro quickly became the machine of choice for video editors, audio engineers, and other creative professionals, particularly those running Final Cut Studio, the editing suite Apple positioned squarely at the same audience. Its four internal drive bays, tool-free case, and PCIe expansion slots made it easy to configure for demanding workloads, and Apple kept the pace of updates brisk in its early years, adding an eight-core configuration in April 2007 and following with a refreshed base model in January 2008. That steady cadence of upgrades continued through 2012, a sharp contrast to the long droughts that would define the machine's later years.
The Mac Pro remained as Apple's professional flagship for almost the next two decades since its launch. That positioning kept the machine niche, and Apple's attention to it was inconsistent.
The clearest example came in 2013, when Apple replaced the classic tower with a radically redesigned cylindrical model nicknamed the "trash can" Mac Pro, built around a single central "unified thermal core." The trash can went unrefreshed for six years, a lifetime in computing terms, before Apple apologized to its pro user base and essentially admitted the design was a mistake.
In a 2017 interview, Craig Federighi said Apple had "designed ourselves into a bit of a thermal corner," having built the machine around GPU workloads that never materialized as broadly as the company expected. A more conventional tower, with eight PCIe slots, arrived in 2019.
Even after that redesign, the Mac Pro's position kept eroding. The Mac Studio delivered nearly identical performance in a smaller, far cheaper package. Once the Mac Pro moved to Apple silicon with the M2 Ultra chip in June 2023, add-in cards like the Afterburner lost support, leaving PCIe expansion as close to its only remaining edge over the Studio, a slim advantage for a machine that started at $6,999.
Apple discontinued the Mac Pro on March 26, 2026, pulling it from its website. The company said it has no plans to design a new version, and no future model is coming.
The announcement landed three months before Apple raised prices on 14 products, including Macs and iPads, to offset the rising cost of memory chips. The Mac Studio's M3 Ultra configuration jumped $1,300, from $3,999 to $5,299, while the entry-level MacBook Pro rose $300, from $1,699 to $1,999.
Apple CEO Tim Cooksaid that "price increases are unavoidable," adding that Apple had tried to shield customers from rising memory costs but "the situation has become unsustainable." Cook likened the shortage to "a hundred-year flood," saying he had "never seen anything like it in any area in over 40 years."
Applying that same roughly 33% jump seen on the M3 Ultra Mac Studio to the Mac Pro's $6,999 starting price would have pushed a base configuration above $9,300, with no extra RAM, storage, or GPU cores factored in, a price unlikely to move many units of a machine that was already selling in small numbers.
With the Mac Pro gone, the Mac Studio is now Apple's most powerful desktop, though it lacks the tower's internal PCIe expansion slots. Apple's next Mac Studio refresh is expected to bring the M5 Max and M5 Ultra chips to the machine.
Segundo o Gurman, a Apple desenvolveu pelo menos dois modelos do Mac Pro que nunca viram a luz do dia: um com processador da Intel — mesmo depois do lançamento da linha M1, curiosamente —, de codinome J170, para atender casos específicos; e outro equipado com o M3 Ultra, chamado internamente de J190 e previsto para ser lançado junto da última leva do Mac Studio, que chegou ao mercado no começo do ano passado.
Um caminho possível para a linha seria um suposto chip superior aos do sufixo Ultra; citado pelo jornalista como a variante “Extreme”, ele teria como objetivo oferecer o dobro de núcleos de CPU 1Central processing unit, ou unidade central de processamento. e GPU 2Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico. em relação aos do Ultra, e o desenvolvimento do projeto chegou até o M3 antes de ser encerrado devido à preocupação com custos e demanda.
Genius Bar com IA?
Na mesma edição, o jornalista comentou que a Apple passou a testar a implementação de um sistema que utiliza IA para registrar conversas entre clientes e funcionários do Genius Bar.
Divulgação/Apple
Intitulado Live Notes, o recurso opcional testado em algumas Apple Stores permitiria que os funcionários do Genius Bar registrassem transcrições dos seus atendimentos com uma ferramenta capaz ainda de resumir as interações com os clientes. Ambas as partes deverão consentir com a gravação e o resultado final é passível de ajustes, sendo adicionado ao iPad do funcionário como parte do registro do atendimento ou reparo.
Ainda assim, o teste gerou preocupações entre os empregados, os quais temem que esses registros poderão ser usados para metrificar avaliações de desempenho e o trabalho dos colegas. A Apple teria descartado essa possibilidade, afirmando que as gravações não serão armazenadas e que nem mesmo os gerentes possuirão acesso às transcrições.
Notas de rodapé
1
Central processing unit, ou unidade central de processamento.
2
Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico.
In his latest Power On newsletter, Bloomberg News’ Mark Gurman highlights two notable Apple developments: a new AI tool being tested in retail stores and previously undisclosed plans for the now-defunct Mac Pro.
AI Recording and Transcription for Genius Bar Appointments
Apple is piloting an AI-powered system called Live Notes at select retail stores. The tool allows Genius Bar employees to record conversations with customers using an iPad. AI then transcribes and summarizes the discussion, automatically adding it to the employee’s notes and the official repair session record.
Key details of the pilot include:
• Opt-in only — Both the employee and customer must agree before recording begins.
• Goal — Reduce manual note-taking so staff can focus more on customer service and problem-solving rather than typing during appointments.
• Integration — Transcripts feed directly into Apple’s internal Genius Bar system for better documentation and follow-up.
This initiative reflects Apple’s broader push to integrate AI across its ecosystem, including retail operations, to improve efficiency while maintaining a personal touch in customer interactions. Privacy safeguards via the opt-in requirement appear designed to address potential concerns.
Apple Once had Bigger Plans for the Mac Pro
Apple discontinued the Mac Pro earlier in 2026, but new reporting reveals the company once had far more ambitious plans for the high-end desktop. Gurman notes that Apple developed — but ultimately shelved — “M2 Extreme” and “M3 Extreme” chip variants specifically intended for the Mac Pro.
These ultra-powerful chips were part of an effort to deliver even greater performance for professional users who rely on the modular, expandable workstation. The decision not to release them contributed to the product’s eventual discontinuation, as Apple shifted focus amid changing market demands and the rise of more portable high-performance options like Mac Studio and MacBook Pro configurations.
The revelations underscore the evolving nature of Apple’s Mac lineup, where even flagship products like the Mac Pro face tough strategic trade-offs in an AI-driven computing era.
MacDailyNews Take: Not everything makes it to market. Conditions change. As always, retail and pro desktop innovations continue to shape the company’s customer and professional user experiences.
For the vast majority of professional users (video editors, photographers, 3D artists, developers, and those running AI/ML workloads) the Mac Studio is the superior choice overall. It delivers an excellent balance of performance, price, compact size, and modern features. The Mac Studio covers 90% (or more) of what the Mac Pro once offered, but at a fraction of the cost and with newer silicon, and the promise of regular updates. The discontinued Mac Pro was only preferable, or truly necessary, in the rare cases that demand heavy internal PCIe expansion that cannot be adequately handled externally via Thunderbolt; a very niche market. – MacDailyNews, March 27, 2026
Apple’s Mac Pro is a dead end. Mac Studio is the high-end Mac future now. Bring on the M5 Ultra Mac Studio and rename it “Mac Pro.” – MacDailyNews, November 17, 2025
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Doch zwischen der Einstellung im März 2026 und der Aktualisierung im März 2023 hegte Apple noch andere Pläne für seinen Profi-Mac, berichtet Bloomberg-Redakteur Mark Gurman.
Zum einen experimentierten Ingenieure in Cupertino mit einer weiteren Abwandlung der M3- und M4-Prozessoren. Die Idee war, die doppelte Anzahl an CPU- und der GPU-Kerne als bei M2 Ultra auf einen Chip zu bringen, dieser sollte M2 Extreme heißen. Schon damals wurden Konfigurationen mit gemeinsamem Arbeitsspeicher von 192 GB getestet. Maximal sollten in einem solchen Mac Pro 256 GB an RAM eingebaut werden, bislang ist eine solche Konfiguration nur mit einem Mac Studio mit M3 Ultra möglich.
Der eine zu teuer, der andere zu unattraktiv
Die Experimente mit solchen extrem aufgerüsteten Prozessoren sind im Laufe der vergangenen drei Jahre versandet, da die höchste Stufe des Apple Silicon recht teuer gekommen wäre. Ebenfalls war nicht klar, welche Zielgruppe sich für solche Macs interessieren würde.
Gleichzeitig mit den Experimenten an den M3 und M3 Extreme arbeitete Apple an einer neuen Version des Mac Pro mit Intel-Prozessor. Mark Gurman, der über solche Modelle erfahren haben soll, spezifiziert jedoch nicht, welche Generation der Intel-Chips Apple für seinen Tower angedacht hatte. Der Rechner war für eine bestimmte, wohl recht kleine Zielgruppe gedacht, die von der alten Plattform nicht umsteigen konnte oder wollte.
Warum sich Apple gegen einen Intel-Mac entschieden hat, geht aus Gurmans Artikel nicht hervor. Doch bereits im September 2026 kommt ein Betriebssystem, das ausschließlich mit Apple-Silicon-Macs kompatibel ist. Das Betriebssystem ist zudem kompakter geworden, da es auf Altlasten verzichten kann.