Hongos que devoran rocas prosperan en las profundidades de la Tierra







It takes a lot to get your typical white-bread American riled up enough that they’re willing to go to jail. Getting arrested is a massive pain, bringing court dates, fines, and a record that can shadow your job and housing prospects for the rest of your life.
For most folks, just the threat of jail time is enough to keep them on their best behavior. Yet in 2026, data centers have become one of the rare issues pushing more and more of Americans to risk it anyway.
So far in the US, Futurism has counted at least 37 arrests stemming from protests related to data centers this year. There were an additional 12 cases where police intervened to prevent protestors or speakers from confronting civic leaders, though in reality that number is likely much higher, as these cases aren’t as likely to make the news.
Unlike in other moments of political unrest in recent memory, it’s hard to pigeonhole these anti-data center activists demographically. They range from landowning farmers to physics teachers, zoomers to boomers, rural townspeople to suburban parents.
Despite their differences, the arrestees all have one thing in common: they each felt the actions of democratically elected officials are failing to reflect the wishes of their constituents, instead deferring to massive tech corporations.
Take the case of 42-year old Pablo Payan, a maintenance manager from Indiana. During a public meeting in May held to discuss plans to erect a massive Amazon data center in the city of Hobart, Payan refused to identify himself for the record before speaking, resulting in an attempted removal by police.
As officers were escorting him out, Payan says he asked why he was being removed, which prompted officers to place him under arrest for criminal trespass and disorderly conduct.
“In my opinion, I was kicked out to prove a point that the law is on their side and if people continue to try and express themselves and speak, they will also be intimidated or arrested by law enforcement,” Payan told Fox32 after the fact. “So I think it was a flex of power.”
Far from the “anti-tech extremism” that law enforcement agencies and the Trump administration have warned about, these demonstrations are overwhelmingly peaceful, escalating into physical confrontations only when police lay hands on a person to remove them. Many of the charges come when anti-data center activists break petty clerical rules, like going slightly over the allotted time for a public comment.
Lux Claridge, a physics teacher from Emporia, Kansas, is an exemplar of the absurd ways civic leaders can weaponize police to stifle dissent. At a public meeting earlier this month, Claridge was arrested after clapping in support of another community member speaking out against a proposed 1,000 acre data center campus — running afoul of a commissioner’s rule against “snapping” and “clapping.”
“I am fully of the notion that clapping is a First Amendment right that I have,” Claridge said in an interview with 404 Media after the fact. “I can exercise that as long as I’m not disrupting, and I still argue that I was not disrupting at all.”
“I have a right to clap,” Claridge continued, “and if you want me out, you’re going to have to drag me out.”
More on protests: Furious Protestor Tears AI-Generated Art Off Wall of Exhibit, Chews It Up Into Tiny Shreds Using His Teeth
The post The Number of Regular People Being Arrested for Protesting Data Centers Is Astounding appeared first on Futurism.


Autistic children showed earlier and less age-related refinement in the brain signals involved in processing faces. A child looks at a face, and within milliseconds the brain begins sorting its features, expression, and identity. Researchers have now traced that process across the entire scalp in one of the most comprehensive studies of face perception in [...] Quem busca por um monitor com a resolução 2560x1440, também conhecida como QuadHD, quer maior fidelidade gráfica em relação ao Full HD. Essa quantidade de pixels na tela tem sido a configuração intermediária para os PC gamers, proporcionando ótima qualidade gráfica, especialmente em uma tela de 27 polegadas, pela densidade de pixels, como também altas taxas de FPS, algo que não é tão simples em 4K.
Enquanto o 1080p costuma sobrecarregar a CPU, em QHD a placa de vídeo passa a ser o componente mais exigido, embora ainda exista um certo equilíbrio com o processador.
Para ajudar você a estressar o seu hardware e verificar a estabilidade do sistema, selecionamos os 5 melhores jogos para testar o seu PC gamer em QHD.
Mesmo anos após o seu lançamento original, Cyberpunk 2077 ainda é um dos principais benchmarks para qualquer nível de PC. Na resolução QHD, a densidade visual de Night City ganha mais nitidez comparada com 1080p, mas cobra o seu preço.
O jogo é amplamente reconhecido por levar as tecnologias de Ray Tracing e Path Tracing ao limite, exigindo que a placa de vídeo processe reflexos em superfícies molhadas, iluminação global e sombras de alto nível em tempo real, empurrando o uso da GPU frequentemente para os 100%.
No entanto, engana-se quem pensa que o título da CD Projekt Red castiga apenas o chip gráfico. Devido à sua natureza de mundo aberto massivo, com inteligência artificial complexa para pedestres, tráfego intenso de veículos e transições dinâmicas de cenários, Cyberpunk 2077 também exige um processamento massivo por parte da CPU.
Testar sua máquina em 1440p permite avaliar perfeitamente o equilíbrio do desempenho do conjunto, garantindo que o processador consiga empurrar a GPU de forma fluida sem causar engasgos ou gargalos em áreas de aglomeração urbana.
Crimson Desert é exigente, mas bem otimizado. O game estabeleceu um novo patamar para os visuais de mundos abertos na atualidade, principalmente quando falamos de natureza. Rodar este título na resolução QHD revela a riqueza de detalhes do continente de Pywel, destacando uma física avançada de deformação do terreno, tecidos realistas e uma vegetação extremamente densa que reage dinamicamente ao vento e às ações dos personagens, como The Witcher 3 já fazia há uma década.
A imensidão dos cenários cria um ambiente de estresse constante sobre a largura de banda da memória RAM e a velocidade de leitura do SSD NVMe, eliminando qualquer margem para travamentos. Além disso, as transições fluidas entre a exploração de planícies e as cutscenes exigem que a placa de vídeo processe efeitos climáticos pesados em tempo real.
Forza Horizon 6 eleva a barra visual ao integrar o Ray Tracing diretamente durante a jogabilidade em mundo aberto, e não apenas no modo de visualização de garagem. Em 1440p, a combinação de alta velocidade com reflexos gerados por traçado de raios nas carrocerias dos carros e poças d'água cria uma experiência que impressiona. O hardware é desafiado a processar cenários vastos e detalhados que passam pela tela a mais de 300 km/h, exigindo renderização veloz sem margem para atrasos.
Esse dinamismo faz o jogo de corrida da Playground Games um excelente termômetro para verificar a estabilidade de quadros por segundo e o tempo de resposta (frametime) do seu sistema. Como as corridas envolvem múltiplos competidores e efeitos de iluminação em constante mudança sob diferentes condições climáticas, o jogo coloca à prova a eficiência da arquitetura da sua placa de vídeo em lidar com Ray Tracing em alta resolução sem depender exclusivamente de técnicas de upscaling. Uma performance fluida aqui indica um sistema perfeitamente calibrado para jogos de alta taxa de atualização em 1440p.
O grande destaque técnico de Pragmata está no uso intensivo de Path Tracing, principalmente em reflexos nas inúmeras superfícies reflexivas dos ambientes da estação espacial do game. Em QHD, isso resulta em ambientes ainda mais detalhados, mas com um preço altíssimo.
A aplicação do Path Tracing torna Pragmata um verdadeiro triturador de placas de vídeo em 1440p, sendo o teste pesadíssimo para os núcleos de aceleração de Ray Tracing da sua GPU, seja uma GeForce ou Radeon. O nível de estresse gráfico gerado por essa tecnologia obriga o uso de reconstrução de raios e exige bastante da memória de vídeo.
A chegada de Spider-Man 2 aos PCs trouxe uma Nova York virtual com um nível de complexidade e fidelidade geométrica sem precedentes. Rodando em 1440p, os reflexos por Ray Tracing nas janelas de vidro dos arranha-céus e a iluminação global que interage com o balanço do "Miranha" transformam o visual do jogo em um espetáculo à parte. O título exige muito poder de processamento bruto da placa de vídeo para calcular a oclusão de ambiente e as sombras detalhadas de uma metrópole densamente povoada, algo que também pesa bastante na CPU.
Além do poder gráfico, a locomoção em alta velocidade pelos cenários através das teias ou das asas de teia impõe um desafio considerável ao armazenamento da máquina. O jogo usa ao máximo as tecnologias de streaming de assets direto do SSD, exigindo que o processador trabalhe em perfeita harmonia para descompactar dados em tempo real e evitar quedas brutas de performance.
Manter a estabilidade em Spider-Man 2 em 1440p com Ray Tracing ativado comprova que o seu PC possui um ótimo equilíbrio entre largura de banda, armazenamento e processamento gráfico.
Essa lista poderia ser ainda maior com jogos como Horizon Forbidden West, Resident Evil Requiem, Alan Wake 2, Red Dead Redemption 2, entre outros, mas são estes os melhores jogos para testar o PC gamer em QHD que o Canaltech escolheu:
{{WHATSAPP_CHANNEL}}
Arts Council England is facing a backlash for splurging millions of taxpayers' pounds on projects like queer cabaret, gender-diverse kids' shows and identity workshops while traditional museums are closing their doors.
The post Arts Council Blasted for Funding ‘Woke’ Projects While Traditional Museums Close appeared first on The Daily Sceptic.
O retorno da mídia física e da tecnologia analógica trouxe uma grande dúvida para quem deseja entrar no mundo dos LPs: a famosa "vitrola" de maleta é uma boa opção ou pode estragar o disco de vinil? Essa discussão ganha ainda mais espaço porque muitas pessoas já adquiriram equipamentos de áudio desse tipo.
Esses toca-discos geralmente são vendidos em diferentes cores e formatos, quase sempre com design retrô, e dominaram as redes sociais nos últimos anos. Boa parte desse sucesso se deve aos preços atrativos, que normalmente variam entre R$ 500 e R$ 600.
Ou seja, muitas pessoas enxergam nesses dispositivos uma porta de entrada acessível para começar a ouvir discos de vinil sem gastar muito. Mas, por trás do charme vintage, existe uma mecânica mais modesta que levanta debates técnicos sobre esse tipo de equipamento.
:quality(85)/aaf0dfdb-0dd7-4877-bfc0-e344fb60a728.jpg)
Quando analisamos os toca-discos instalados nessas maletas, a principal questão gira em torno da qualidade das peças que compõem o sistema de reprodução. Esses equipamentos costumam vir equipados com alto-falantes embutidos de pouca definição, além de cápsulas de cerâmica e agulhas de baixa qualidade.
Outro ponto é que a estrutura do braço não possui um contrapeso ajustável na base, o que impede o controle preciso da força aplicada pela agulha sobre o disco. João Augusto, consultor da Polysom, a maior fábrica de discos de vinil da América Latina, explica que a principal limitação dessas "vitrolas" está justamente na simplicidade do conjunto mecânico.
"Esses toca-discos não estragam o vinil, mas não conseguem reproduzi-lo da forma ideal por faltar a robustez necessária. Eles foram desenvolvidos originalmente para tocar compactos de 7 polegadas, que são mais leves e exigem menos do motor. Com os LPs, a história é outra, porque são mais pesados e precisam de um motor mais potente para manter a rotação saudável", destaca o especialista.
:quality(85)/88aad57a-656a-4345-b302-1481c772f2f4.jpg)
Uma das maiores frustrações de quem compra uma vitrola portátil é colocar um disco novo, especialmente modelos de 180 gramas, e perceber que a agulha começa a "pular" durante a reprodução das músicas. A primeira reação do usuário pode ser achar que o disco veio com defeito, mas o problema costuma estar no próprio aparelho.
João explica que isso acontece porque o conjunto mecânico desses toca-discos é bastante simples e não foi projetado para reproduzir LPs mais pesados.
Em comparação com toca-discos mais robustos, os modelos instalados nas maletas costumam ter um braço mais curto, não contam com contrapeso ajustável nem com recursos como o anti-skating, sistema que ajuda a manter a agulha corretamente posicionada no sulco do disco durante a reprodução.
Na prática, todas essas limitações dificultam uma leitura estável do sulco e favorecem pulos e distorções, principalmente nas últimas músicas de cada lado do disco, quando a agulha já está mais próxima do centro do LP.
:quality(85)/8810e11e-b6d4-419d-9390-a9de89918887.jpg)
João Augusto afirma que um disco de vinil não será arruinado por ser reproduzido em uma vitrola de maleta. Ainda assim, o especialista destaca que existem riscos associados a algumas práticas dos usuários.
Uma delas é continuar utilizando o toca-discos quando a agulha já está desgastada ou esgarçada. Outro alerta é em relação à famosa "gambiarra da moeda", em que muitos usuários colocam uma moeda sobre a cápsula para aumentar o peso do braço e evitar que o disco pule.
Essa adição de peso para compensar a fragilidade do equipamento é justamente o que pode maltratar e desgastar o PVC do disco.
Diante disso, o consultor da Polysom afirma que a recomendação para quem pretende investir no hobby e aproveitar todo o potencial da mídia física é priorizar aparelhos mais robustos, e não escolher um modelo apenas pela aparência.
“A orientação é optar por toca-discos mais completos. Não só pela saúde do disco, que sobreviverá, mas pela qualidade do que o usuário vai ouvir com um equipamento mais avançado”, destaca João.
Na prática, a avaliação do especialista mostra que, antes de comprometer a coleção de LPs, as vitrolas de maleta costumam limitar justamente aquilo que tornou o vinil tão popular novamente: o prazer de ouvir música com clareza, riqueza de detalhes e sem distorções.
E, se você já faz parte do time de colecionadores de discos, vale conhecer estes 9 apps para catalogar vinis e organizar sua coleção de LPs.
{{WHATSAPP_CHANNEL}}

The Samsung Galaxy Z Fold 8 is smaller, cheaper, and has fewer cameras than the Galaxy Z Fold 8 Ultra, but it may end up being the most popular Galaxy foldable to date.
Why? Because its 7.6-inch inner screen has a 4:3 aspect ratio, which is supposedly “the new standard for viewing content,” as Samsung told us in an interview — and if there’s one thing most of us can’t get enough of in 2026, it’s content.
The Galaxy Z Fold 8 Ultra, meanwhile, has an eight-inch inner screen with a 10:9 aspect ratio, which is great for spreadsheets and multitasking, but less brilliant for movies and YouTube videos.
Don’t believe me (or Samsung)? I compared the experience of streaming Netflix, watching YouTube, and scrolling through Instagram Reels on the Galaxy Z Fold 8 and Galaxy Z Fold 8 Ultra — in both portrait and landscape orientations, where possible — to help you visualize the aspect ratio differences between these two devices.
Check out the side-by-side comparisons for each platform below, and let me know in the comments section which phone you’d prefer to use for watching videos. I've also included a roundup of each model's respective size specs for added context.
Samsung Galaxy Z Fold 8 Ultra | Samsung Galaxy Z Fold 8 | |
|---|---|---|
Dimensions (unfolded): | 158.4 x 143.2 x 4.1mm | 161.4 x 123.9 x 4.5mm |
Dimensions (folded): | 158.4 x 72.8 x 8.9mm | 81.9 x 123.9 x 9.7mm |
Display (unfolded): | 8 inches, 10:9 | 7.6 inches, 4:3 |
Display (folded): | 6.5 inches, 21:9 | 5.5 inches. 16:10 |










For Netflix and YouTube, the Galaxy Z Fold 8 provides a cleaner viewing experience than the Galaxy Z Fold 8 Ultra in every orientation except 3:4. The black bars above and below the video are noticeably narrower than those on the Galaxy Z Fold 8 Ultra, and there's no awkward pillarboxing (i.e., bars on either side of the video) when using the Galaxy Z Fold 8 in 10:16 (you'll notice that content wraps around the phone's punch-hole camera, which doesn't happen on the Galaxy Z Fold 8 Ultra).
Of course, if you use the Galaxy Z Fold 8 in 3:4, the black bars are much bigger than those on the Galaxy Z Fold 8 Ultra, but Samsung itself admits that this orientation is “more natural for reading e-books or browsing the web,” which gives the smaller device another nice win over the pricier model.
The Instagram Reels-watching experience is pretty similar across both phones, but given the Galaxy Z Fold 8's lighter weight (201g vs 215g), I'd give it the edge here, too.
So there you have it: if watching videos and scrolling through social media is your priority, the Galaxy Z Fold 8 is a better buy than the Galaxy Z Fold 8 Ultra.
Of course, there is much more to both phones than their respective displays — the Galaxy Z Fold 8 Ultra has better cameras, for instance — so I wouldn't jump headfirst into buying one over the other until you've read our full Samsung Galaxy Z Fold 8 Ultra vs Galaxy Z Fold 8 comparison.
Side note: You're not able to watch videos in 16:10 (Z Fold 8) or 21:9 (Z Fold 8 Ultra) on Netflix, nor videos in 10:16 (Z Fold 8) or 9:21 (Z Fold 8 Ultra) on Instagram, hence why these options don't appear in the above comparison.
Por muito tempo houve discussões sobre como a NVIDIA "capava" as placas de vídeo mais antigas via driver. Independentemente da veracidade dessa discussão, vários anos se passaram e a maioria dessas GPUs já não rendem bem atualmente, seja pela falta de força, ou mesmo pela limitação de VRAM, mas algumas ainda resistem ao teste do tempo e têm bala na agulha hoje.
Vamos dar uma olhada em 5 placas de vídeo da NVIDIA que envelheceram bem, não se restringindo somente às antigas, já que nossa lista conta com GPUs relativamente modernas também.
Quando foi lançada em 2017, a GTX 1080 Ti já era um colosso em termos de desempenho. Anos depois, o modelo topo de linha da arquitetura Pascal continua surpreendendo. Embora em força bruta de processamento gráfico ela se aproxime de modelos de entrada atuais, como a RTX 3060 de 12 GB, seu grande trunfo continua sendo a memória: 11 GB GDDR5X.
Essa margem generosa de VRAM permite que a 1080 Ti continue rodando títulos modernos em 1080p e até 1440p sem sofrer com gargalos de textura ou stuttering que afetam até placas de 8 GB que vieram depois. Mesmo sem núcleos dedicados a Ray Tracing ou suporte nativo ao DLSS, a lendária GTX 1080 Ti se recusa a morrer.
A RTX 3050 enfrentou desconfiança em seu lançamento por ser uma GPU focada no segmento de entrada de sua geração. Contudo, o tempo provou o valor da versão de 8 GB de VRAM (diferente da variante posterior de 6 GB, que cortou especificações cruciais).
:quality(85)/5ee72e36-d6c3-4012-ad13-d2a4527c51fa.jpg)
Para quem busca estabilidade de desempenho em 1080p, os 8 GB de memória de vídeo oferecem o buffer necessário para segurar texturas no alto sem estourar o limite da placa. Somado a isso, a presença dos Tensor Cores dá acesso ao DLSS, garantindo uma sobrevida muito superior à de suas antecessoras diretas.
Lançada originalmente com 10 GB de VRAM, uma escolha bastante criticada para o segmento high-end, a RTX 3080 ganhou uma revisão posterior que foi bem recebida: a versão com 12 GB de VRAM e barramento levemente expandido (384-bit).
Essa versão corrigiu o único ponto fraco do modelo original. Com poder bruto de sobra para encarar jogos pesados em 1440p com taxa de quadros alta (e até arriscar o 4K em títulos mais leves), os 2 GB extras de VRAM deram à placa margem para durar por mais um tempo.
Pode parecer cedo para falar sobre o envelhecimento de uma placa da série RTX 40, mas a RTX 4090 já se consolidou como um marco divisor de águas. O salto de desempenho entregue pela arquitetura Ada Lovelace nesse topo de linha foi tão grande que a placa continua no topo da lista de performance por um longo período.
Com 24 GB de VRAM GDDR6X, poder computacional enorme e suporte completo às tecnologias de renderização neural da marca (incluindo avanços como DLSS 4 e o Frame Generation de última geração), a RTX 4090 é o tipo de GPU que continuará entregando desempenho de ponta em 4K por anos, ignorando os requisitos crescentes da indústria.
No topo da nossa lista está a placa que herdou o espírito da lendária GTX 1060, mas com uma vantagem crucial: a NVIDIA decidiu equipá-la com 12 GB de VRAM para responder ao mercado na época. Essa decisão aparentemente despretensiosa garantiu à RTX 3060 12 GB uma longevidade espetacular.
Enquanto modelos mais fortes da mesma geração (como a RTX 3060 Ti ou a RTX 3070) começaram a esbarrar em limites de memória em lançamentos recentes pesados, a RTX 3060 segue firme e forte (obviamente com menos poder de fogo). A combinação de um chip equilibrado, suporte ao DLSS e um buffer de memória de respeito faz dela a GPU intermediária que melhor envelheceu nos últimos anos. Esse pode até ser um dos motivos do retorno da RTX 3060 de 12 GB.
:quality(85)/f611454e-c1eb-4edc-acf7-384804d3c340.png)
Assim como na matéria sobre as GPUs da NVIDIA que envelheceram mal, o ponto aqui é o mesmo: VRAM é importantíssimo e pode ditar como uma placa envelhece. As placas de vídeo listadas aqui têm poder de fogo e memória suficientes para ir além do seu prazo de validade, sendo boas até hoje, anos depois de seus lançamentos.
{{WHATSAPP_CHANNEL}}

American heiress Jamey Carney was found dead in her Killarney home in July, after her teenage daughter discovered her body. Her Jordanian asylum seeker boyfriend is now the prime suspect.
The post American Heiress ‘Murdered by Asylum Seeker Boyfriend’ Who Fled Ireland on One-Way Ticket appeared first on The Daily Sceptic.