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Quando o novo Steam Controller será entregue? Valve atualiza prazos de envio

A Valve anunciou que novas reservas do Steam Controller serão entregues somente em 2027, conforme comunicado desta quinta-feira (18). A empresa está gerenciando as expectativas dos jogadores, visto que a demanda atual supera a oferta do periférico.

A partir de agora, a página do Steam Controller exibirá uma estimativa para o recebimento do periférico. Será exibida uma das três mensagens:

  • Até setembro de 2026;
  • Até dezembro de 2026;
  • Em 2027 (uma estimativa mais precisa será informada no futuro).

“Não temos planos de parar de fabricar o Steam Controller”, escreveu a Valve. “Ao analisarmos a demanda atual em comparação com a quantidade que sabemos que podemos produzir até o final do ano, gostaríamos de gerenciar ao máximo as expectativas relativas a quando cada comprador pode esperar receber o seu pedido.”

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A pré-venda do Steam Controller começou no mês passado, mas não durou muito. Levou cerca de meia hora para o periférico se esgotar e ser revendido em marketplaces como o eBay pelo triplo do preço.

Para driblar cambistas e evitar que um único usuário compre várias unidades do controle, a Valve criou uma lista de espera. “Quando repusermos o estoque, os e-mails de pedido serão enviados na mesma ordem em que as reservas foram feitas”, comunicou a empresa.

O sistema de reservas possibilitou “reduzir as dores de cabeça dos usuários (ou assim esperamos)” e ajudou a empresa a planejar e tentar entregar o máximo de pedidos possível.

Steam Machine chega em breve?

Além do Steam Controller, a Valve também espera lançar suas outras duas peças de hardware: o PC compacto Steam Machine e o dispositivo de realidade virtual, o Steam Frame. De acordo com um vazamento no Geekbench, é possível que vejamos o Steam Machine muito em breve.

Leia a matéria no Canaltech.

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Over ten workdays, researchers sent employees on 15-minute lunchtime walks through a park, and afternoons changed — sharper concentration, less fatigue, with much of the lift carried by how genuinely people enjoyed the walk.

Most lunch breaks are not really breaks. A sandwich at the desk, the screen never quite off, an eye on the next message. The afternoon arrives already flat, and you spend it pushing a boulder that did not feel this heavy at ten in the morning. I suspect a lot of us know that particular afternoon flatness without ever connecting it to how we spent the forty minutes before it.

A small Finnish study made me think about that connection more carefully.

I am not a psychologist or any kind of clinician, so take this as one curious reader’s reading of one piece of research, not advice about what your body or your workday should do. What follows is a single intervention study with a modest number of people, and the findings are from a particular group, not settled laws about everyone.

What the study actually did

Organizational psychologist Marjaana Sianoja and colleagues asked Finnish knowledge workers to do something simple during their lunch breaks. One group took a slow 15-minute park walk; a comparison group did 15 minutes of relaxation exercises. They kept it up for 10 consecutive working days, and reported on their afternoon concentration, strain, and fatigue along the way. The park walk group had 51 people, the relaxation group 46.

The headline finding is the kind you might expect. The authors reported that “park walks at lunchtime were related to better concentration and less fatigue in the afternoon through enjoyment.” Fifteen minutes among trees, and the afternoon went a little better.

The part that surprised me

The interesting word in that finding is the last one. Through enjoyment.

That reorders things in my head. We tend to treat the activity as the active ingredient, as if a walk is a pill you swallow whether or not you taste it. The study suggests the enjoyment is doing a lot of the quiet work, and the walk is mostly a reliable way to produce some.

A separate line of research points the same direction. In an experience-sampling study, John Trougakos and colleagues found that the restorative value of a lunch break depends heavily on how freely it was chosen.

Why the distinction matters to me

This is where it stops being abstract. My weekday afternoons run from two different cafés, with a walk between blocks. When a sub-task is done, I pack up and move to the second café, and the walk in between is the seam. I did not start doing this for any measured productivity reason. I do it because moving lets the last task drain out of my head before the next one starts, and switching the room seems to switch something in me too.

What I notice is that I look forward to that walk. It is not a chore I have inserted to be virtuous. If someone scheduled it for me, made it mandatory, told me to log it, I think it would quietly stop working. The mechanism in the study and the reason my own version holds up seem to be the same one: the walk is the vehicle, the wanting-to-do-it is the engine.

The honest limits, and what I take from it

It is worth keeping the size of all this in proportion. Research from the same program found that lunch break activities did increase restoration and reduce fatigue, but the authors were candid that the effects seem weak, short-lived, and dependent on the season. Fifteen minutes in a park is probably not going to fix a job that grinds you down, and it was never going to.

What I take from it is smaller and more usable than a fix. Protect the break, and make it one you genuinely want. For me the strongest version of this has nothing to do with work at all: when I am home in Ireland, I walk alone with no music or podcast, and it is the closest thing I have to a practice. I tried meditation and it never stuck. The quiet walk, and solo golf, are my equivalent, and I think the reason they last is the same reason the study points at. I am not enduring them. I like them.

A break taken and a break enjoyed are not the same break. You can do all fifteen minutes, hit every step, and come back no lighter than you left. The walk gets the credit, but perhaps the enjoyment is what is actually carrying the load.

If  flat afternoons are part of something heavier than a dull lunch break, the kind of fatigue that does not lift, a good counsellor or therapist is worth more than any walk or any artic

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IA bloqueada pelos EUA por medo de espionagem da China deve voltar em dias

Os modelos Claude Fable 5 e Mythos 5, da Anthropic, devem ser liberados para uso nos próximos dias, segundo um executivo da empresa. O acesso às duas IAs foi suspenso após uma decisão do governo dos Estados Unidos, alegando proteger a segurança nacional de possível espionagem.

De acordo com o jornal sul-coreano Korea JoongAng Daily, a informação foi confirmada pelo Diretor Administrativo Internacional da Anthropic, Chris Ciauri, em entrevista coletiva na cidade de Seul, na Coreia do Sul.

“Estamos confiantes que os modelos serão disponibilizados novamente nos próximos dias”, afirmou Ciauri, sem mencionar uma data específica.

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Por que os modelos da Anthropic foram bloqueados?

O governo dos Estados Unidos emitiu uma diretiva de controle de exportação sobre os modelos Fable 5 e Mythos 5 da Anthropic e citou a segurança nacional como um dos motivos por trás da decisão. Como consequência, a empresa precisou suspender o acesso a ambos os LLMs pelos seus respectivos clientes dentro e fora dos EUA.

De acordo com o site Wired, a medida teria sido impulsionada por suspeita de espionagem da China: uma das empresas com acesso aos modelos, a sul-coreana SK Telecom, teria vínculo com o governo chinês. A empresa negou as acusações.

Além disso, a diretiva entendeu que o modelo Fable 5 poderia ser usado para um jailbreak, ou seja, uma forma de desobedecer regras de segurança aplicadas para a IA.

A Anthropic seguiu a ordem do governo dos EUA, mas discordou da ideia de suspender um modelo por conta de um jailbreak em potencial. "Caso esse padrão fosse aplicado em toda a indústria, acreditamos que isso paralisaria todas as novas implementações de modelos para todos os fornecedores de modelos de vanguarda", destacou a companhia em nota.

Modelos do Claude foram suspensos pelo governo dos EUA (Imagem: Viviane França/Canaltech/Editada por IA/Gemini)

O que os modelos têm de diferente?

Claude Fable 5 e Mythos 5 são dois modelos de IA avançados da Anthropic, capazes de desempenhar tarefas muito complexas e contínuas. Há uma evolução nas habilidades de engenharia e programação, por exemplo, o que permitiria atender a prompts desafiadores do começo ao fim.

Ambos são considerados o “estado da arte” entre os lançamentos da Anthropic, mas possuem diferenças entre si. O Fable 5 foi originalmente destinado ao público geral, enquanto o Mythos 5 tem menos travas de segurança e só pode ser usado por empresas inscritas no Projeto Glasswing.

Leia a matéria no Canaltech.

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7 fatos para lembrar antes da 3ª temporada de A Casa do Dragão

A terceira temporada de A Casa do Dragão dará seu ponto de partida em mais casos de família ainda no mês de junho. Prometendo um capítulo grandioso, o novo ano tem a missão de dar continuidade à Dança do Dragão, a guerra civil que atormentou e quase destruiu a Casa Targaryen. Por isso, é fundamental lembrar do que veio antes para acompanhar o que vem por aí.

Inspirada no livro Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, A Casa do Dragão vem mantendo a franquia viva na televisão desde o polêmico fim de Game of Thrones. O spin-off se passa cerca de 200 anos antes da história original e narra os eventos destrutivos que resultaram em conflitos intensos entre os integrantes da família Targaryen para ver quem assumiria o Trono de Ferro.

Ao longo de duas temporadas, o programa foi preparando o terreno para se aprofundar de vez nas batalhas sangrentas e na politicagem que devastou a Casa, algo que deve se intensificar ainda mais na terceira temporada.

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Em vista disso, caso você precise refrescar a memória para se preparar para os vindouros conflitos, o Canaltech preparou um guia completo com 7 fatos que você tem que lembrar antes da estreia do novo capítulo de A Casa do Dragão.

A luta pelo Trono de Ferro

Antes de nos aprofundarmos em detalhes, vale recapitular o ponto central para o início da Dança dos Dragões: a morte do Rei Viserys I Targaryen. Na série, a guerra começa por causa de um mal-entendido quando Alicent Hightower ouve o marido repetindo o nome “Aegon” várias vezes em seu leito de morte.

Acreditando que esse seria um sinal de que o primogênito deles, Aegon II Targaryen, teria sido abençoado pelo Rei como herdeiro legítimo do Trono de Ferro, Alicent se une aos seus apoiadores para colocar o filho no comando do governo.

Mas há um porém: pela ordem de sucessão, Rhaenyra Targaryen seria a verdadeira responsável por assumir o Trono, porque ela é a primogênita de Viserys I. Em vida, Viserys até chegou a declarar que a filha seria sua sucessora, um desejo que foi ignorado depois da interpretação equivocada de Alicent (o Aegon mencionado por Viserys era, na verdade, Aegon, o Conquistador).

Terceira temporada vai mostrar desdobramentos da Dança dos Dragões após Aegon II assumir o Trono de Ferro (Imagem: Divulgação/HBO).

Pretos vs. Verdes

Mais um elemento que você precisa lembrar (e que esteve presente em boa parte da trama da segunda temporada de A Casa do Dragão) é que, após Aegon II assumir o Trono de Ferro de maneira conspiratória, os Targaryen se dividem entre Pretos e Verdes.

Basicamente, os Pretos são aqueles que estão do lado de Rhaenyra, herdeira nomeada diretamente por Viserys I; e os Verdes são os apoiadores de Alicent e do governo de Aegon II. Os dois grupos polarizaram a Casa de tal modo que isso resultou na guerra civil pelo Trono com direito a mortes emblemáticas e muitos dragões cuspindo fogo.

Disputa entre Pretos e Verdes se intensifica ao longo da Dança dos Dragões (Imagem: Divulgação/HBO).

As Sementes de Dragão

Outra coisa que você precisa ter em mente tem relação com as Sementes de Dragão. Diante de constantes ameaças dos Verdes, Rhaenyra decide dobrar a aposta ao ir atrás dos filhos bastardos da Casa Targaryen que poderiam se tornar cavaleiros de dragão. 

O ponto por trás dessa missão é aumentar a quantidade de cavaleiros para combater os Verdes com mais chances de vitória. A grande questão por trás desse objetivo, no entanto, é encontrar apenas indivíduos que possuem sangue valiriano e que nasceram de uniões ilegítimas com integrantes das Casas Targaryen e Velaryon, o que rende algumas adições no grupo. 

Rhaenyra vai atrás das Sementes do Dragão para aumentar seu arsenal (Imagem: Divulgação/HBO).

Aegon II em fuga 

Provando que nem mesmo os aliados podem ser confiáveis, a reta final da segunda temporada de A Casa do Dragão mostra Aegon II em péssimas condições de saúde após ser traído pelo próprio irmão, Aemond Targaryen, durante a Batalha de Pouso das Gralhas. O conflito termina com Aegon II com queimaduras severas e os ossos quebrados, quase à beira da morte.

Diante desse cenário e com medo de ser morto pelas forças de Rhaenyra, Aegon II foge de Porto Real com a ajuda de Larys Strong, deixando o Trono de Ferro vazio. É aí que Aemond entra em ação, assumindo controle da situação como uma espécie de protetor, uma decisão que resultará em repercussões explosivas no futuro da trama.

Após quase ser queimado vivo, Aegon II está em fuga (Imagem: Divulgação/HBO).

Aliança entre Rhaenyra e Alicent

Após anos de uma relação estremecida e agora em lados opostos da guerra, Rhaenyra e Alicent tiveram um breve momento de trégua na segunda temporada da série para firmar uma aliança perigosa.

O acordo se forma graças à tirania de Aemond, que obriga Alicent a ir até a rival para propor um cessar-fogo, oferecendo uma maneira de abrir os portões da Fortaleza Vermelha para que Rhaenyra tome controle de Porto Real. A proposta, porém, vai gerar desdobramentos complicados no futuro, algo que deve aparecer na nova temporada.

Alicent oferece abertura da Fortaleza Vermelha para Rhaenyra como trégua (Imagem: Divulgação/HBO).

As visões de Daemon Targaryen

Um dos pontos mais polêmicos da segunda temporada de A Casa do Dragão tem relação com as visões de Daemon Targaryen durante sua estadia em Harrenhal, onde ele consegue ter vislumbres de momentos marcantes do futuro de Westeros, como a ameaça do Rei da Noite e a ascensão de Daenerys.

O que vale lembrar para o próximo ano da série é que, durante as visões, ele enxerga a própria morte, momento marcante do livro de George R.R. Martin que deve acontecer até o final do programa. Ele também aceita naquele momento que Rhaenyra é a verdadeira herdeira do Trono, finalmente se movendo para ajudar a fortalecer o exército dela.

As visões de Daemon revelam acontecimentos importantes de seu futuro e de Westeros (Imagem: Divulgação/HBO).

Daeron Targaryen vem aí?

Apenas citado na série, Daeron Targaryen, filho mais novo de Viserys I e Alicent, é uma promessa para o terceiro ano, principalmente por causa de sua participação em conflitos decisivos da Dança dos Dragões, como a Batalha do Vinhomel.

Por enquanto, não há muitas informações sobre como será a participação do jovem Targaryen na terceira temporada (e se ela realmente vai acontecer), mas vale mencioná-lo para você ter em mente a importância do personagem para o futuro do conflito entre os integrantes da Casa.

Agora que você já relembrou os principais acontecimentos da série derivada até o momento, veja 7 diferenças entre Casa do Dragão e Game of Thrones.

Leia a matéria no Canaltech.

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Chevrolet Sonic mal chegou e já tem preços no chão; confira as condições

Principal aposta da GM para disputar espaço no segmento dos SUVs compactos, o Chevrolet Sonic registrou números impressionantes na pré-venda e, no que depender da estratégia da marca, continuará “bombando” em junho.

A montadora norte-americana está com condições especiais até o fim do mês, com descontos que beiram R$ 20 mil tanto na versão de entrada, Premier, quanto na topo de linha, RS. Os preços “no chão”, porém, não são para todo mundo.

De acordo com o site Mundo do Automóvel para PcD, apenas consumidores que atendem às exigências para garantir a compra de carros com desconto poderão levar o Chevrolet Sonic para casa com as vantagens anunciadas.

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Como é o novo Chevrolet Sonic?

O Chevrolet Sonic 2027 chegou em duas versões: Premier e RS. Ambas utilizam o motor 1.0 turbo flex de três cilindros, com 115 cv e 18,9 kgfm de torque, aliado ao câmbio automático de seis marchas. Nos testes de consumo, o SUV mostrou eficiência superior ao Tracker, alcançando 12 km/l na cidade e 14,8 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, os números ficam em 8,4 km/l e 10,4 km/l.

Novo Sonic tem ótimos atributos para vender bem no Brasil (Imagem: Divulgação/Chevrolet)

O conjunto mecânico dá ao SUV compacto um 0 a 100 km/h na casa de 10 segundos. A correia dentada banhada a óleo, motivo de preocupação dos clientes, foi mantida, mas com garantia da GM de que ela não dará problemas.

Vale a pena comprar o novo Chevrolet Sonic?

Se você quer saber o que o novo Chevrolet Sonic tem de melhor para depois decidir se vale a pena ou não comprar o SUV que está com os preços "no chão", preste atenção nos principais features do modelo da GM:

Chevrolet Sonic 2027
Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)
Chevrolet Sonic 2027
Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)
Chevrolet Sonic 2027
Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)
Chevrolet Sonic 2027
Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)
Chevrolet Sonic 2027
Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)
Chevrolet Sonic 2027
Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)
Chevrolet Sonic 2027
Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)
  • Design moderno
  • Acabamento interno acima da média
  • Consumo superior ao do Tracker
  • Excelente isolamento acústico
  • Acerto de suspensão equilibrado entre conforto e estabilidade

Quanto custa o Chevrolet Sonic com os preços “no chão”?

As condições especiais válidas para junho anunciadas pela GM na linha Sonic tornaram a versão de entrada do SUV compacto bem atraente para quem ainda está indeciso sobre qual carro comprar. O desconto de R$ 19.103,00 gerado pela isenção de impostos reduziu o preço de R$ 134.990,00 para R$ 115.887,00 em venda direta para PcDs.

Chevrolet Sonic está com preços "no chão" em junho, mas só para clientes PcD (Imagem: Divulgação/Chevrolet)

A versão RS, mais completa e com visual esportivo, ficou R$ 19.791,00 mais barata, passando de R$ 141.940,00 para R$ 122.149,00, também na modalidade PcD. Vale lembrar, porém, que a oferta que jogou os preços do Chevrolet Sonic “no chão” podem terminar sem aviso prévio e, por isso, sempre é bom conferir se elas seguem válidas antes de ir à loja.

Por falar no Sonic, a Chevrolet chegou a receber algumas críticas pelo fato de o SUV compartilhar um componente bastante problemático da linha Onix, mas a GM tranquilizou os clientes ao usar um "truque" para minimizar polêmica da correia banhada a óleo; confira o que a marca fez.

Leia a matéria no Canaltech.

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Governo vai cobrar imposto de influenciador que divulgar bet ilegal

O governo federal anunciou nesta sexta-feira (19) um conjunto de medidas regulatórias para combater o mercado de apostas online ilegais no Brasil. A partir de agora, pessoas físicas e jurídicas que realizarem a publicidade de plataformas de apostas não autorizadas responderão solidariamente pelos tributos federais devidos por essas empresas.

A punição administrativa e tributária visa asfixiar a viabilidade financeira das marcas que operam à revelia da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA). De acordo com a Receita Federal, a cobrança incluirá o Imposto de Renda e as contribuições do PIS/Cofins sobre a atividade irregular.

O secretário do órgão, Robinson Barreirinhas, sinalizou que a fiscalização atuará diretamente sobre os ganhos de influenciadores digitais que promovem marcas sediadas no exterior. Caso haja insistência na divulgação após as sanções administrativas da SPA, os influenciadores terão de arcar com as obrigações fiscais que a empresa estrangeira deixou de recolher no país.

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Fintechs e bancos compartilham responsabilidade financeira

A nova regulamentação estabelece procedimentos rígidos para as instituições financeiras, plataformas de pagamento e fintechs. Se uma instituição continuar processando transações destinadas a plataformas ilegais após receber uma notificação formal e específica da SPA, ela será responsabilizada tributariamente de forma solidária.

Nesses casos, a Receita Federal cobrará da instituição parceira os seguintes valores:

  • O Imposto de Renda não pago pela banca de apostas;
  • As contribuições de PIS/Cofins incidentes sobre a movimentação;
  • A destinação financeira obrigatória devida ao Ministério da Saúde.

A equipe econômica justificou a medida afirmando que a manutenção do fluxo financeiro por meio dessas intermediárias é o mecanismo que viabiliza a permanência das operações criminosas no território nacional.

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É estimado que mais de 25 milhões de brasileiros apostam em plataformas ilegais (Imagem: Reprodução/Bruno Peres/Agência Brasil)

Bloqueio preventivo e combate ao crime organizado

Além do cerco tributário, um decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou o bloqueio administrativo e preventivo de recursos de plataformas irregulares. A Secretaria de Prêmios e Apostas notificará diretamente as instituições bancárias para congelar as contas ligadas a atividades consideradas irresponsáveis pelo Ministério da Fazenda.

Após a conclusão de um processo administrativo que garanta o direito de defesa, a Advocacia-Geral da União (AGU) acionará o Judiciário para transferir em definitivo esses valores ao Fundo Nacional de Segurança Pública.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública estima que 25,2 milhões de brasileiros utilizem plataformas clandestinas. Esse volume representa um mercado paralelo estimado entre 41% e 51% do tamanho das plataformas que operam na legalidade. O ministro Wellington César Lima e Silva ressaltou que o crime organizado tem forte estímulo para migrar para este setor devido à facilidade de movimentação financeira.

Até o momento, o governo federal bloqueou mais de 40 mil sites e aplicativos ilegais com o auxílio da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Leia a matéria no Canaltech.

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New container-launched European missile promises strikes beyond 1,243 miles

Europe’s defense industry is accelerating the development of a new long-range cruise missile capable of striking targets more than 2,000 kilometers (1,243 miles) away. At Eurosatory 2026 in Paris, the joint venture Rheinmetall Destinus Strike Systems announced plans to fast-track the introduction of the Ruta Block 3 missile while beginning production of two shorter-range systems, Kryla and Ruta Block 2.

The companies say the Ruta Block 3 is designed for strategic deep-strike missions against high-value and hardened targets. The missile will carry a warhead of up to 250 kilograms (551 pounds) and be launched from standard shipping containers, allowing deployment from land vehicles and maritime platforms. According to the joint venture, the system can be made ready to fire in about two minutes.

The program is being developed with NATO qualification in mind, a step that would make the missile available to NATO and European Union member states. The announcement comes as European countries continue to expand domestic defense manufacturing capabilities and reduce reliance on non-European suppliers.

The missile family is being developed through a partnership that combines Destinus’ missile technologies with Rheinmetall’s manufacturing and defense production expertise. The companies have already signed a term sheet and say a final shareholders’ agreement is close to completion.

Container launch, rapid strike

Ruta Block 3 is the most advanced missile in the joint venture’s roadmap, but production will begin with two existing systems. The first is Kryla, a compact cruise missile carrying a 50-kilogram warhead designed for saturation attacks. The missile can be launched from containers, giving existing artillery units access to cruise missile capabilities.

The second system, Ruta Block 2, carries a 551-pound warhead and is intended for attacks on hardened and high-value targets. Like Ruta Block 3, it launches from standard containers rather than dedicated missile launchers.

“Together we are advancing NATO qualification on an accelerated path, embedded in existing programmes for European defense ministries. This allows us to rapidly provide European armed forces with a ready-to-deploy, certified and fully European effector,” says Roman Köhne, Head of Division Weapon and Ammunition, Rheinmetall.

European supply chain focus

The joint venture says all three missiles will be produced through a fully European supply chain. To support that goal, Rheinmetall Destinus Strike Systems plans to establish a facility in Germany for final assembly, integration, and testing. Initial delivery readiness is targeted for 2026.

The companies also emphasize the flexibility offered by containerized launch systems, which can be transported through existing logistics networks and deployed across a wide range of platforms.

“We are firmly committed to launch from standard sea containers. This gives our customers maximum flexibility: our systems can be deployed across virtually any land and sea platform and through existing logistics chains – concealed and brought to firing readiness in the shortest time,” says Mikhail Kokorich, Founder and CEO of Destinus.

Under the partnership, Destinus will provide the missiles’ core technology while Rheinmetall will supply warheads and booster rocket motors, creating what the companies describe as a fully European deep-strike missile portfolio.

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Quais celulares receberão o Android 17? Veja se o seu está na lista

O Android 17 é a nova versão do sistema operacional do Google com mais recursos de personalização, IA e ferramentas de segurança. A atualização foi lançada em junho deste ano pelo Google na linha Pixel. 

Por padrão, o novo Android chega primeiro aos celulares do Google e depois desembarca nas demais fabricantes. O ciclo de atualização depende de cada marca, então não significa que celulares lançados no mesmo ano receberão o update.

O Canaltech traz uma previsão dos aparelhos que podem ser compatíveis nas seguintes marcas:

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Quais celulares devem receber o Android 17?

Vale reforçar que a lista é apenas especulativa, feita com base nos aparelhos disponíveis no mercado e no ciclo de atualizações usado por cada fabricante. O Android 17 foi lançado pelo Google, mas as respectivas marcas ainda não publicaram uma relação completa de aparelhos compatíveis.

Samsung

A Samsung já liberou uma grande atualização neste ano com a One UI 8.5, mas já prepara a One UI 9 para receber o Android 17. O lançamento pode acontecer com o anúncio de uma nova linha de dobráveis da marca:

Os possíveis modelos compatíveis são:

Galaxy S26 deve ser um dos primeiros celulares da Samsung a receber o Android 17 na One UI 9 (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Motorola

A Motorola tem ciclos bem variados de atualizações entre seus aparelhos, mas estabeleceu mais anos de Android garantidos nos modelos mais recentes. A lista com os celulares que podem ganhar o update tem:

Xiaomi

O HyperOS é a interface internacional dos celulares da Xiaomi com base no Android. A marca chinesa deve atualizar estes modelos:

Motorola promete sete anos de atualização para o Signature, lançado neste ano (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Google

Toda nova versão do Android chega primeiro aos dispositivos da linha Google Pixel e depois recebem as interfaces personalizadas de cada fabricante. Os celulares não são vendidos no Brasil, mas ficam em destaque por receber as versões Beta:

Realme

A Realme também opera com um ciclo variado de atualizações garantidas para os celulares. A lista deve incluir estas opções:

JOVI

A JOVI desembarcou no Brasil no ano passado, então os modelos vendidos por aqui muito provavelmente serão atualizados. São eles:

  • JOVI V70 5G
  • JOVI V50 5G
  • JOVI V50 Lite 5G
  • JOVI Y31
  • JOVI Y29
  • JOVI Y29s
  • JOVI Y21
  • JOVI Y19
  • JOVI T1

Novidades do Android 17

A atualização tem os seguintes destaques:

Android 17 permite abrir apps em bolha flutuante (Imagem: Divulgação/Google)

De olho na IA, o Google anunciou a Inteligência Gemini, que permite automatizar tarefas com agentes em segundo plano no sistema. A novidade, entretanto, chegará apenas a aparelhos de topo de linha.

Leia a matéria no Canaltech.

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QUANTO VALIA a TAÇA de OURO ROUBADA?

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A primeira taça da Copa do Mundo não está em museu. Não está em um cofre. E nem mesmo a FIFA sabe exatamente onde ela foi parar.

Neste vídeo, o Iberê conta a história de um dos maiores mistérios do futebol: o desaparecimento da lendária Taça Jules Rimet, conquistada definitivamente pelo Brasil após o tricampeonato de 1970.

Mas a curiosidade vai além da investigação. Afinal, quanto valeria hoje o ouro presente em um dos objetos mais importantes da história do esporte? E será que o valor financeiro chega perto da importância histórica desse troféu?

#Copa #Taça #Futebol #Seleção #Mistério

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CRÉDITOS

Direção Geral e Apresentação
IBERÊ THENÓRIO

Direção de Estratégia e Marca
RUBENS ISHARA

Direção de Conteúdo Educacional
FERNANDO SOUZA

Direção de Produção
TIAGO CÉSAR SILVA

Direção Financeira
KATIA HATSUMI

Roteiro
BEATRIZ HERMINIO

Conteúdo
FERNANDA T. WAIMBERG
ALISON SOUSA (Estágio)
DANIEL R. UNZELTE (Estágio)
JULIA MARTINATO (Estágio)

Produção
DANIEL PEDROSO
LUCAS VALLADO

Fotografia
JANSEN BISPO

Edição e Finalização
GUSTAVO GIROTTO
NILTON SILVA (Estágio)

Arte
ANDRESSA GONÇALVES

Mídias Digitais
ALEX TERUEL (Estágio)

Distribuição
RODOLFO VIANNA

Comercial
NAYARA CRISTINA FERREIRA

Infraestrutura e Serviços
MARIA OLIVEIRA

Copyright© Manual do Mundo®. Todos os direitos reservados.
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'This is not like life that we’ve experienced' 'Star City' cast on struggling to relate to the brutality of Soviet existence in Apple TV's For All Mankind' spin-off

Apple TV’s "For All Mankind" spinoff series, "Star City," places viewers directly behind the scenes of the hush-hush Soviet space program community in the late ‘60s and early ‘70s to witness all the harrowing missions, love triangles, espionage, sabotage, interrogation, and torture of those turbulent times. And believe us, there’s more than a little truth behind this alternative-history re-enactment.

Priya Kansara (who also voiced Ryan Gosling's AI spaceship in "Project Hail Mary") portrays Lakshmi Chadha in the absorbing new series. A gifted Indian aerospace scientist, Chadma, is recruited to Star City for a special, under-the-radar project by Rhys Ifans’ Chief Designer for the risky Venera-7 mission to Venus.

Josef Davies plays a younger version of Sergei Nikulov, a rocket engineer working at Soviet Ground Control, a character previously portrayed by Piotr Adamczyk in "For All Mankind." In that series, Nikulov becomes the director of Roscosmos and develops a relationship with Margo Madison (Wrenn Schmidt) during the Apollo-Soyuz program that leads to costly secrets shared and a very bad outcome.

Both Kansara and Davies both play pivotal roles in the show’s experimental Venera-7 deep space expedition and we spoke to them about crafting their roles. "I was very excited to play a much-loved character which people already know," Davies tells Space.

"But also to dive into it because this show has its own completely different identity. To be able to play that character that feels familiar but tells a lot more of the story to people who are interested in him and the world he came from.

"The whole experience has been incredible and something I hope continues for a very long time. I loved it deeply. Finding every moment of that character and really being able to have the reins to take control of it and play with it is my favorite part of the whole thing."

a spaceflight engineer in a control room

Josef Davies as a younger version of Sergei Nikulov in" Star City" (Image credit: Apple TV)

Kansara considered it a supreme privilege to play Lakshmi and to conjure up the character’s confident demeanor and innate determinism.

"She never questions her own ability even if the situation is not what was expected or somebody else doesn't believe in her," she reveals. "She really believes in herself. And when presented with a challenge she takes it head on even if it's terrifying."

"I really respect that strength that she has," continues Kansara. "It was so much fun to play and to explore that journey with her. The circumstances are so intense. Just some of the scenarios that are thrown at you, you’re like, 'I don’t have a relatable thing. This is not like life that we’ve experienced.' But it was fun to play with that as well."

Both Davies and Kansara had specific costumes touches that allowed them to create layered performances in their "Star City" episodes.

"The watch was a big one for me because it felt like it was mechanical," Davies mentions. "Everything was about precision and timing and all that. So that helped and it felt like an anchoring. Also my tie. I always liked for it to be a little bit too tight so I could feel it. That helped me get into that space. Honestly the whole thing was an amazing six months."

a young woman in a patterned dress on a lawn

Priya Kansara portrays engineer Lakshmi Chadha in "Star City" (Image credit: Apple TV)

To stand out amid the drab colorless environment of Star City, costumers thankfully brightened things up for Lakshmi’s wardrobe.

"Lakshmi naturally had a little bit more color in her clothing because we wanted her to feel and look like an outsider," Kansara adds. "That was really important in terms of me walking into these bleak spaces. That physical reminder of me being someone who’s from the outside. The other thing was the Sindoor that I wear on my head, which is the red powder that symbolizes a married woman for Hindu and South Asian women. I wanted a piece of her that she can’t let go of. That’s hugely important. To put that on every day was a real grounding for me.

"We laughed a lot on set, we had so much fun filming together. It was amazing."

"Star City" season 1 is streaming now exclusively on Apple TV.

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An exoplanet with a daytime temperature hot enough to vaporize iron has methane on its nightside because of an atmospheric circulation that should not be able to exist at that heat

A team led by Thomas Evans-Soma of the Max Planck Institute for Astronomy in Heidelberg has published observations of the exoplanet WASP-121b that complicate the existing picture of how chemistry moves through an ultra-hot atmosphere. Using the James Webb Space Telescope’s Near-Infrared Spectrograph to watch the planet through a complete orbit of its host star, the team detected methane in abundance on the planet’s nightside. On the dayside, temperatures reach approximately 3,000°C, well above the point at which iron vaporises. Methane, a molecule that decomposes far below that threshold, should not survive the heat. The paper was published in Nature Astronomy in June 2025.

The detection itself is the straightforward part. The explanation is not.

What the JWST data showed

WASP-121b is a tidally locked gas giant orbiting its star in about 30 hours, close enough that one face is always turned toward the heat. The dayside atmosphere, at roughly 3,000°C, is hot enough to break apart most molecules and sustain metals in vapour form. Water, carbon monoxide, and silicon monoxide were all detected there, the last of these making WASP-121b the first planet in which silicon monoxide has been identified in any atmosphere.

The nightside, while still extreme by any ordinary measure, sits at considerably lower temperatures. It was there that the team found methane in concentrations high enough to register clearly in the spectroscopic data. Methane typically breaks apart under heat well below what the dayside experiences. Even on the nightside, the temperatures are sufficiently elevated that methane’s persistence requires an active replenishment mechanism. Without one, the molecule would deplete faster than the atmosphere could sustain it.

The circulation the models did not predict

The explanation Evans-Soma’s team proposes is vertical atmospheric circulation: strong upward winds lifting methane-rich gas from deeper, cooler layers of the nightside atmosphere to replace what is continuously being destroyed at higher altitudes. Deeper in the nightside atmosphere, where temperatures are lower and the planet’s carbon-to-oxygen ratio works in methane’s favour, the molecule forms readily. The proposed circulation carries it upward fast enough to maintain the observed concentration.

The problem is that this kind of vigorous vertical mixing was not predicted by existing atmospheric models for planets in this temperature range. The standard picture of ultra-hot Jupiter dynamics has tended to emphasise horizontal circulation, with hot gas flowing from the dayside to the nightside at high altitudes and cooler gas returning at lower levels. Strong vertical mixing on top of that, specifically on the nightside, was not part of the expected behaviour.

The authors are careful to frame this as a proposal. The methane detection is robust; the vertical circulation as its cause is the team’s interpretation, and the models will need to be tested against the new data before the picture can be called settled. In the authors’ framing, the finding indicates that existing dynamical models will likely need to be adapted to account for the degree of vertical mixing the nightside data appears to require.

What the silicon monoxide finding adds

The detection of silicon monoxide on the dayside is a separate result worth noting in its own right. Silicon monoxide has not previously been identified in any planetary atmosphere, exoplanet or otherwise. Its presence at the temperatures and pressures of WASP-121b’s dayside is consistent with the conditions that would vaporise silicate minerals from deeper layers and carry the products to detectable altitudes.

This is the kind of detail that matters when building out a coherent picture of how ultra-hot gas giants differ chemically from anything in our solar system. The JWST’s NIRSpec instrument has now made it possible to run a reasonably complete inventory of the major carbon, oxygen, and silicon compounds across a planet’s full orbital phase, which is what Evans-Soma and Gapp did here. The dayside and nightside of WASP-121b turn out to carry chemistries that are not just different in degree but qualitatively distinct from each other.

What this means for the models

Ultra-hot Jupiter dynamics are a young field, and the models built so far have been calibrated against a limited set of observations. WASP-121b is one of the most intensively studied exoplanets in this class, partly because its tight orbit and high temperature make its atmosphere accessible to spectroscopic observation from a range of instruments over many years.

The challenge the new paper poses is specific: how does an atmosphere this hot maintain the chemical gradients the data shows, and what is driving the vertical circulation that appears necessary to explain the nightside methane? Those questions will determine what adjustments atmospheric modellers need to make, and whether the circulation observed here is particular to WASP-121b’s conditions or something common across the ultra-hot Jupiter population. The paper does not resolve that question. It opens it.

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Pix por aproximação não tem mais limite diário de R$ 500; entenda

O Banco Central (BC) eliminou o limite diário de R$ 500 para transações feitas pelo Pix por aproximação. A mudança foi publicada em instrução normativa no Diário Oficial da União na quarta-feira (17) e entra em vigor em 1º de outubro de 2026. Com a nova regra, os usuários poderão solicitar o aumento ou a redução do valor máximo permitido nessa modalidade.

O teto de R$ 500 foi estabelecido por uma instrução anterior, de agosto de 2024, que criou a modalidade antes mesmo de ela ser lançada ao público. Agora, essa restrição foi removida dos artigos originais.

Como funciona o Pix por aproximação

Disponível desde fevereiro de 2025, o Pix por aproximação permite pagar contas apenas aproximando o celular ou o smartwatch da maquininha do estabelecimento, da mesma forma que funciona o pagamento por cartão de crédito ou débito com NFC. A diferença é que, em vez de debitar de um cartão, o valor sai diretamente da conta vinculada via Pix.

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Para usar o recurso, é necessário vincular a conta bancária a uma carteira digital com suporte à modalidade. Esse processo é feito uma única vez: ao acessar a carteira, o usuário seleciona a vinculação da conta, é redirecionado ao aplicativo do banco para confirmar a autorização e o Pix por aproximação fica disponível.

Na hora do pagamento, basta informar ao atendente que vai pagar por Pix, aproximar o celular da máquina e confirmar a transação depois de revisar os dados.

pix aproximação
O Pix por aproximação ainda é uma das modalidades menos usadas do Pix (Imagem: Danilo Berti/Canaltech)

Disponível no Android, mas não no iPhone

Atualmente, o recurso funciona no Google Pay e na Samsung Wallet, em dispositivos Android com tecnologia NFC.

Os iPhones ficam de fora porqueaApple ainda não permite que aplicativos de carteiras digitais operem como Iniciadores de Transação de Pagamento (ITPs), exigência técnica do BC para que a modalidade funcione.

O Pix em geral segue como um dos meios de pagamento mais usados no país. Segundo dados do BC, a plataforma já registrou mais de 181,6 bilhões de operações desde sua criação, sendo utilizada por 76,4% da população brasileira.

Modalidade ainda não decolou

Apesar de completar mais de um ano de existência, o Pix por aproximação ainda tem baixa adesão.

Em janeiro de 2026, foram registradas 1,05 milhão de transações nessa modalidade, enquanto o Pix por QR Code atingiu 2,7 bilhões de operações no mesmo período, segundo dados do BC. O Canaltech analisou os motivos dessa disparidade e as perspectivas para o serviço neste texto.

Leia a matéria no Canaltech.

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Queima de estoque: Radeon RX 9070 Steel Legend por apenas R$ 3.899,99 no PIX!

Quem monta ou atualiza o PC gamer sabe a dificuldade: encontrar uma placa de vídeo que aguente jogos pesados em resolução 2K com centenas de FPS e que ainda combine com aquele setup branco impecável costuma custar uma fortuna. Mas a Terabyte simplesmente derreteu o preço de um dos modelos mais desejados do momento.

Se você quer rodar tudo com qualidade máxima ou trabalha com renderização pesada e modelagem 3D, essa é a oportunidade perfeita. O estoque está no fim e as poucas unidades restantes vão esgotar rapidamente.

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Como é a Radeon RX 9070 Steel Legend?

O grande destaque desse modelo começa pelos impressionantes 16GB de memória GDDR6, que dão total folga para você abrir texturas no ultra e renderizar projetos em 3D complexos sem engasgos ou travamentos. Essa especificação garante que você fique livre da preocupação de faltar memória no meio da gameplay de jogos de última geração.

Outro ponto forte é o suporte nativo a tecnologias de ponta como Ray Tracing e FSR. Quem já comprou o produto garante que a performance supera expectativas, alcançando alto desempenho mesmo com os efeitos de luz mais avançados ativados. Caso note algum detalhe inicial de ghosting, compradores indicam que basta um ajuste rápido no painel do software Adrenaline da AMD para que a imagem fique perfeita, nítida e extremamente fluida.

Além do poder bruto para dar conta de monitores ultrawide, ela foi feita sob medida para quem busca estética premium. Com um visual totalmente branco e iluminação RGB personalizável, ela é a escolha ideal para fechar o visual do seu gabinete. As ventoinhas são projetadas para entregar refrigeração eficiente para manter a estabilidade. Por ser uma placa potente sob carga máxima, alguns usuários notam o zumbido acústico normal dos componentes elétricos (coil whine), algo comum que não atrapalha em nada o uso diário ou a jogabilidade.

Vale a pena comprar a Radeon RX 9070 Steel Legend?

Com certeza vale a pena aproveitar essa promoção. Encontrar uma placa desse nível, com acabamento premium na cor branca e 16GB de memória saindo de R$ 10.799,90 por apenas R$ 3.899,99 via PIX é uma oportunidade raríssima no mercado de hardware.

Quem comprou destaca o custo-benefício imbatível da placa, elogiando sua capacidade de entregar tudo o que promete tanto para uso profissional quanto para jogos pesados. É o investimento ideal para resolver seus problemas de desempenho de uma vez por todas. Não espere o preço voltar ao normal.

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Leia a matéria no Canaltech.

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Death and exile: A war plagues Indigenous Jiw and Nukak in the Colombian Amazon

Since the end of May, rural areas of San José del Guaviare, the capital city of the Guaviare department in the Colombian Amazon, have once again been turned into a war zone. A series of clashes between dissident cells of the Revolutionary Armed Forces of Colombia (FARC), demobilized in 2016, and commanded by Alexander Díaz Mendoza, alias “Calarcá,” and Néstor Gregorio Vera Fernández, alias “‘Iván Mordisco,” has resulted in the deaths of at least 48 people. The warfare between the two armed groups concentrates on a strategic area for illicit economies on the Guaviare River, a tributary of the Orinoco River. The rural community of Cumare, as well as the Nukak and Jiw Indigenous people of the Barranco Colorado Reserve (an ancestral territory in San José del Guaviare), started hearing gunshots and rushed to hide. Since that frightening day, May 26, they have avoided leaving their homes. “People are on maximum alert; no one moves because they fear being caught in the middle of the confrontation,” said a resident of Charras, another rural area of San José del Guaviare, who requested anonymity for safety reasons. “We knew something like this could happen. A bomb fell in the middle of a sports field here in the Siberia rural district,” said a woman who has witnessed the clashes since their very beginning; she also requested anonymity. Colombian Defense Minister Pedro Sánchez stated, “The criminal structures of alias ‘Mordisco’ and ‘Calarcá’ fought in the Barranco Colorado sector, jurisdiction of San José del Guaviare,…This article was originally published on Mongabay

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Epic Games Store prepara novo launcher e promete resolver maior problema da loja

A Epic Games luta contra ela mesmo para entregar um launcher a altura do rival Steam. Porém a dona do Fortnite trabalha na versão 2.0, é o que aponta um vazamento. O novo launcher promete ser até 6,5x mais rápido, terá toda a interface reformulada, navegação melhorada, entre outras mudanças. Algumas melhorias já começam a chegar ainda em 2026.

Segundo uma apresentação vazada (que pode ser revelada oficialmente depois), a nova fase do launcher da Epic Games começa com o lançamento do beta privado, que trará a possibilidade de se registrar previamente para jogos gratuitos, reformulação da loja com navegação melhorada, melhorias no gerenciamento da biblioteca, entre outras mudanças.

Mudanças básicas vem com a versão 2.0 do launcher

Algumas coisas básicas como review escrito dos jogadores, perfis de jogadores, busca por jogos melhorados e ajustes gerais à loja e launcher em si vem depois, com o lançamento da versão pública do Epic Games Store 2.0. A apresentação sinaliza que o maior foco está em refazer o design da loja, com páginas de descoberta de jogos de forma personalizada, página de jogos mais dinâmicas, com seções de comunidade, história e mais.

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Epic Games Store roadmap for 2026 and more screenshots of launcher rebuild
by u/ImAnthlon in EpicGamesPC

Em relação às atualizações de jogos, a Epic promete que seu novo launcher terá as notas de patches bem visível para que o jogador não precise sair da página do jogo, algo que nem o Steam faz. No caso do launcher da Valve, é preciso ir atrás de um link específico para ter acesso às notas de atualizações do game.

A Epic também tocou no assunto de performance, um dos mais importantes considerando o estado atual de seu launcher, que é consideravelmente mais lento que o Steam. A dona do Fortnite promete velocidade 5x maior na hora de abrir o aplicativo pela primeira vez, e 6,5x mais rápido na hora de abrir a loja minimizada na barra de tarefas.

A publicação no Reddit mostra algumas imagens com as mudanças, nos dando uma ideia do que esperar para a versão 2.0 do launcher da Epic. O fato é que a empresa tem tido muito trabalho para tornar sua plataforma mais interessante, principalmente diante do Steam, e já reconheceu que seu launcher é "péssimo".

Leia a matéria no Canaltech.

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