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Review: usando o app Notability no iPad com o Apple Pencil

9 August 2026 at 14:30

Existem diversos aplicativos de notas, dos mais variados estilos e para todos os gostos: desde aqueles baseados em bancos de dados ou mapas mentais, até simples processadores de texto. Entre eles, há os apps de notas livres, que procuram simular um caderno ou fichário não só para tornar a interface familiar, como também para alcançar usuários que desejam usufruir de uma ferramenta de escrita à mão.

Esse é o caso de um dos apps mais populares nesse meio: o Notability, sobre o qual trataremos neste artigo. Mais especificamente, exporei minhas experiências utilizando-o com o Apple Pencil (de primeira geração) e um iPad (9ª geração).

Interface e personalização

Um dos aspectos que mais me agradou no aplicativo foi sua interface simples e intuitiva. Ele oferece diversos temas e combinações de cores que agradarão aos cromófilos, mas gostei bastante do visual padrão/básico, tanto no modo claro quanto no escuro.

A página inicial é bem organizada e, após a versão 16, ficou ainda melhor. Antes, a organização era feita por Subjetos (uma tradução bastante infeliz para Subjects) e Divisores. Agora, tudo foi simplificado para pastas e subpastas. A funcionalidade continua exatamente a mesma, mas a nova organização é muito mais intuitiva e fácil de compreender. Além disso, cada pasta recebe uma cor diferente, o que deixa tudo mais organizado e agradável visualmente.

Na barra lateral esquerda ficam as configurações, a busca, todas as suas notas e a Galeria, onde é possível encontrar templates disponibilizados tanto pela comunidade quanto pela própria equipe do Notability.

Na seção Notas, todas ficam reunidas e podem ser filtradas por Recentes, Favoritos e Não arquivados. Tanto ali quanto dentro das pastas, é possível ordenar as notas por data de modificação, data de criação ou nome. Apenas senti falta da possibilidade de reorganizá-las manualmente.

Partindo para o que realmente importa: a nota. Nela, a personalização é ainda maior. Ao criar uma nova nota, você pode começar com a folha em branco ou optar por diferentes cores e layouts. O app sugere alguns: linha, grelha e ponto (isto é, pautado, quadriculado ou pontilhado), mas também é possível escolher alguns dos modelos disponíveis na Galeria ou enviar o seu próprio em Meus Modelos » Importar.

O aplicativo ainda permite definir um modelo padrão para todas as novas notas. Como essa opção não é muito fácil de encontrar, seguem as instruções: na página inicial, vá em configurações (engrenagem no topo) e depois em Editor de Notas » Modelo. Escolha então uma das opções do app — ou crie o seu próprio em Meus Modelos.

O único detalhe é que não existe uma opção para transformar uma nota já existente em modelo. Se quiser, será preciso exportá-la e importá-la como PDF ou imagem — um processo que poderia ser muito mais simples se tivesse uma opção como “Adicionar aos Modelos” (sigo esperançosa de que a equipe implemente isso a qualquer momento).

A barra de ferramentas — que, inicialmente, aparece no topo da nota — também é bastante personalizável. Os itens nela podem ser reorganizados, duplicados ou ocultados, e a própria barra pode ser movida para qualquer canto da tela: esquerda, direita ou parte inferior. Dependendo da forma como você segura o iPad ou escreve, basta arrastá-la para que ela deixe de atrapalhar a visualização da página.

Por fim, há uma pequena barra discreta com comandos para desfazer, refazer e compartilhar, além de acesso às configurações, à visualização das páginas e ao recurso Learn, sobre o qual falarei mais adiante.

No dia a dia, a simplicidade da interface ajuda a manter o foco no conteúdo, sem distrações. Ao mesmo tempo, usuários novos talvez levem algum tempo para descobrir alguns recursos mais avançados, já que certas opções ficam escondidas em menus pouco intuitivos.

Principais recursos

Para quem não é fã do modelo de assinaturas, é fácil torcer o nariz inicialmente. No entanto, desde que comecei a usá-lo, em 2023, o aplicativo evoluiu bastante.

Além de aprimorar ferramentas já existentes, a equipe passou a lançar atualizações frequentes — principalmente na área de inteligência artificial, sinal de que os desenvolvedores se esforçam para entregar uma experiência cada vez melhor. Antes de falar da IA, porém, vale conhecer os recursos que fazem parte da experiência básica.

Ferramentas fundamentais

No básico, o Notability faz muito bem o que se propõe. A escrita é feita por meio de três ferramentas principais: lápis, caneta e marcador. Todas permitem modificar cor e espessura, enquanto as duas últimas também oferecem estilos como linha contínua, tracejada ou pontilhada, além de diferenciação de pressão.

A princípio, o app sugere algumas cores, mas é possível escolher qualquer uma no seletor de cor (com suporte a códigos hexadecimais) e salvá-la para que permaneça na sua paleta.

Naturalmente, você também encontra uma borracha, que pode apagar apenas uma área específica ou remover automaticamente um traço inteiro.

Além da escrita manual, o Notability permite inserir textos digitados em qualquer ponto da página, com opções básicas de formatação, como títulos, negrito, itálico, hiperlinks e listas.

Nos meus testes, copiar e colar textos funcionou bem na maior parte do tempo. Encontrei apenas um comportamento curioso ao importar conteúdos do Canva: a ordem dos elementos foi alterada, o título acabou sendo enviado para o final do texto e as listas perderam seus marcadores; fora isso, funcionou corretamente.

Entre todos os recursos tradicionais do aplicativo, talvez o Zoom seja um dos mais engenhosos. Ao ativá-lo, uma pequena janela delimita a região da página em que você está escrevendo, enquanto uma área ampliada aparece na parte inferior da tela. Isso permite escrever em tamanho reduzido sem perder precisão nem precisar aumentar constantemente o zoom da página.

O bacana é que o recurso acompanha automaticamente a escrita. Conforme você avança, a janela também avança; ao chegar ao final da linha, ela passa para a seguinte sem que seja necessário mover a página manualmente. Para quem precisa de agilidade nas anotações (como em uma aula, por exemplo), isso torna a escrita surpreendentemente fluida.

Além dessas funções, o aplicativo oferece régua, ponteiro laser, fita adesiva, multimídia e gravação de áudio.

A régua funciona exatamente como esperado: basta posicioná-la sobre a página e desenhar próximo dela para que o traço seja automaticamente alinhado. Vale chamar atenção para apenas um detalhe importante: ela serve para criar linhas e formas retas, não como apoio para melhorar a caligrafia.

Já o ponteiro laser foi pensado para apresentações. É possível escolher diferentes cores e decidir se o ponteiro deixa ou não um rastro durante o movimento.

A fita adesiva é outro recurso simples, mas extremamente útil. Ela funciona como um marca-texto que esconde o conteúdo abaixo dele até ser tocado. Na prática, isso pode ser interessante para estudantes testarem seus conhecimentos: ao esconder informações, podem forçar o cérebro a lembrar o que está embaixo da fita e depois verificar se acertaram.

Na ferramenta Multimídia, o Notability permite inserir fotos na hora, imagens da galeria, GIFs, adesivos personalizados (que você pode criar e salvar, ou escolher em uma vasta galeria) e notas adesivas (Post-its). Gostei especialmente da implementação do último: quando você escreve sobre eles, o texto passa a fazer parte da nota adesiva, permitindo redimensioná-la ou movê-la sem deformar o conteúdo.

Embora o aplicativo aceite GIFs animados, ainda não é possível inserir vídeos diretamente nas notas. Como alternativa, ao adicionar uma URL, o Notability oferece o recurso “Criar recorte da Web” (“web clip”), que cria rapidamente uma captura da página vinculada. Assim, uma miniatura da página é adicionada como referência dentro da nota.

Por fim, uma funcionalidade bastante prática é a possibilidade de duplicar (ou remover) ferramentas. Em vez de trocar de cor ou espessura sempre que precisar, manter várias canetas já configuradas na barra de ferramentas traz mais praticidade, então você apenas alterna com um toque. Toda essa barra também pode ser reorganizada conforme sua preferência, escondendo recursos que você utiliza menos.

Gravação e recursos de IA

Desde que comecei a usar o Notability, nenhum aspecto evoluiu tanto quanto seus recursos de inteligência artificial. A gravação de áudio, que já era uma ferramenta excelente, se tornou um conjunto bastante completo de funcionalidades graças à IA.

Inicialmente, o recurso captava o áudio juntamente com a sua escrita. Depois, ao reproduzir a gravação, os manuscritos vão “ganhando cor” conforme aquele trecho do áudio é reproduzido. Na prática, isso facilita muito revisões de aulas ou reuniões, porque fica fácil localizar exatamente o contexto em que determinada anotação foi feita.

Depois, o recurso passou a oferecer também transcrição automática dos áudios. Nos meus testes, ela funcionou bem na maior parte do tempo, embora ainda apresente algumas dificuldades com nomes próprios ou trechos extraídos de vídeos e outras fontes externas.

Com a chegada do Notability Learn, conjunto de recursos de IA do app, as gravações foram levadas a um outro nível. No plano Pro, a transcrição pode acontecer em tempo real (Live Transcript), o que funcionou bem até com mais de um idioma sendo falado. Curiosamente, quando a gravação termina, o aplicativo escolhe apenas um idioma principal para gerar a transcrição final, ignorando os demais. É um detalhe pequeno, mas que pode fazer diferença para quem participa de reuniões ou aulas bilíngues.

Mas a IA vai muito além da transcrição. Com o Learn, o app analisa o conteúdo completo da nota (incluindo áudio, escrita à mão, textos digitados e PDFs importados) para gerar automaticamente resumos, flashcards, questionários, exercícios de preencher lacunas e atividades de associação (Mix & Match). Para quem estuda, isso é extremamente prático; mesmo que dê para fazer algo similar utilizando um chatbot de IA externo, estar tudo integrado nele é um grande diferencial.

Outro recurso interessante são as Smart Notes. Diferentemente dos resumos tradicionais, que são gerados depois da gravação, elas podem ser produzidas em tempo real a partir da transcrição, organizando automaticamente os principais tópicos da conversa. Gostei também da possibilidade de escolher em qual idioma essas notas serão exibidas — algo que pode ser bastante útil para quem estuda outras línguas.

O pacote inclui ainda o recurso Chat with your note (Converse com sua nota), que permite fazer perguntas sobre qualquer conteúdo presente naquela nota. A IA responde utilizando apenas as informações contidas ali, sem recorrer à internet ou a fontes externas.

Nos meus testes, o recurso funcionou muito bem para revisar conteúdos, embora ainda tenha algumas limitações importantes: o histórico das conversas não é sincronizado entre dispositivos e cada conversa fica restrita a uma única nota.

Outro recurso bastante útil são os Action Items. A IA consegue identificar tarefas automaticamente tanto a partir das gravações quanto do conteúdo escrito na nota, reunindo tudo em uma lista organizada. Testei o recurso em português e em inglês, e ele funcionou bem em ambos os idiomas.

Minha principal crítica ao conjunto de ferramentas de IA é a falta de edição. Se a transcrição estiver errada ou se um item de ação não fizer sentido, não há como corrigir. O mesmo vale para resumos, flashcards e questionários gerados automaticamente. Atualmente, a única alternativa é copiar o conteúdo para dentro da nota e editá-lo manualmente.

Por fim, vale mencionar que as gravações podem ser exportadas tanto junto com a nota (em PDF, incluindo os arquivos de áudio) quanto separadamente, no formato M4A.

Menções honrosas (e muito boas)

Há recursos do Notability que raramente aparecem nos reviews, mas que, no dia a dia, acabaram fazendo uma diferença enorme para mim! O primeiro deles foi uma surpresa bastante agradável: a barra lateral “escondida”.

Enquanto você está em uma nota, um gesto simples de arrastar do canto esquerdo para o centro revela uma barra lateral com toda a sua biblioteca de notas — você navega entre elas sem sair da página atual. Mais interessante ainda é que, ao arrastar uma dessas notas para a área principal, o Notability abre automaticamente uma visualização em tela dividida (split view) dentro do próprio aplicativo, sem depender do multitarefa do iPadOS. Isso facilita bastante consultar uma anotação enquanto escreve em outra ou copiar informações entre documentos.

Outro recurso que merece destaque é a busca inteligente. Ela localiza textos digitados, manuscritos e até conteúdo presente em PDFs importados. Os resultados aparecem organizados por nota e, ao abrir qualquer um deles, o aplicativo já destaca automaticamente o trecho encontrado. Mesmo com uma biblioteca grande de documentos, a busca permaneceu rápida durante meus testes.

Para quem deseja utilizar o Notability no iPad como ferramenta de estudos, duas novidades recentes também são maravilhosas. A primeira é o suporte aos sumários de PDFs. Sempre que um documento possui um índice incorporado, o aplicativo passa a exibi-lo automaticamente, facilitando bastante a navegação por materiais mais longos.

A segunda são as Sessões de Estudo, um temporizador inspirado na técnica Pomodoro integrado diretamente ao aplicativo. É um recurso simples, mas que gostei muito de ver incorporado ao fluxo de estudos, já que evita a necessidade de recorrer a aplicativos externos para controlar o tempo de foco.

Por fim, dois pequenos detalhes que talvez passem despercebidos, mas fazem diferença depois de algum tempo de uso. O primeiro é o gesto de desfazer e refazer utilizando dois e três dedos, respectivamente — algo familiar para quem usa aplicativos como o Procreate e do qual sempre sinto falta quando uso o Pencil com o Notas (Notes).

O segundo é a possibilidade de ocultar completamente a barra de status do iPad, removendo relógio, bateria e outros indicadores da tela. Pode parecer um detalhe bobo, mas ajuda a criar uma sensação maior de imersão durante a escrita (e eliminar distrações).

Apple Pencil: experiência real

Utilizei o Notability com um Apple Pencil de primeira geração em um iPad de 9ª geração, então toda a minha experiência parte dessa combinação. Porém, se você tiver um dos modelos mais recentes, como o Pencil de segunda geração ou o modelo Pro, certamente aproveitará ainda mais o app com recursos como o toque duplo, o gesto de apertar, feedback tátil e o Cursor (hover), todos compatíveis com o app. Infelizmente, não tive como testá-los.

No que eu pude testar, o desempenho foi excelente com o lápis da Apple. A resposta é fluida e precisa, com latência baixa o suficiente para a escrita parecer natural. A rejeição de palma funciona muito bem, possibilitando apoiar a mão na tela tranquilamente sem se preocupar com toques acidentais ou interrupções durante a escrita.

A sensibilidade à pressão também merece elogios. Além de funcionar com o modo caneta e marcador, no modo lápis o app reconhece a inclinação do Apple Pencil, simulando o efeito esfumaçado e produzindo sombreados com pressões variadas.

Com isso, mesmo que o foco do aplicativo não seja ilustrações, ele atende muito bem quem precisa fazer pequenos desenhos para complementar as anotações.

“Pencil sobre tela”, uma contribuição do meu marido

Outro recurso bacana é a conversão de escrita à mão. Por padrão, o aplicativo utiliza o idioma definido no dispositivo para reconhecer o texto, mas permite baixar pacotes de outros idiomas e escolhê-los manualmente durante a conversão — o que abre possibilidades interessantes para quem estuda línguas.

Gostei especialmente da forma como o processo foi implementado: antes de substituir a escrita manuscrita, o Notability mostra uma prévia com o texto reconhecido, permitindo revisar o resultado antes de confirmar a alteração. Testei convertendo textos em coreano e reconheceu bem. A única questão que encontrei foi o tamanho da fonte gerada; o app não preservou a escala original e a conversão ficou com um texto pequeno demais, mas é possível aumentar o tamanho depois, se você quiser.

Com as fórmulas matemáticas, o desempenho permaneceu o mesmo, bastante satisfatório. Pode ser uma verdadeira mão na roda para estudantes de exatas.

As funções e recursos do app são notáveis por si só (tanto que a empresa está disponibilizando vários desses gratuitamente na web). Entretanto, não há dúvidas de que a maior parte da experiência positiva vem do uso juntamente com o iPad e um lápis (ou caneta), seja o da Apple ou qualquer outra disponível no mercado.

Importação, exportação e compartilhamento

Embora o Notability seja voltado principalmente para anotações manuscritas, ele também faz um bom trabalho na importação e exportação de arquivos, oferecendo compatibilidade com diversos formatos.

Existem várias maneiras de importar documentos. É possível utilizar o menu de compartilhamento do iPadOS, arrastar arquivos diretamente para o aplicativo ou, em sua tela inicial, pressionar e segurar o botão “+ Nova” para acessar a opção de importação e escolher a origem do arquivo.

O aplicativo aceita imagens, PDFs, apresentações do PowerPoint e Keynote, além de planilhas do Excel. No caso das apresentações e planilhas, o conteúdo é convertido automaticamente em PDF, e funciona como uma espécie de template, permitindo que você faça anotações diretamente sobre ele.

Com imagens, porém, a experiência é um pouco diferente. Quando importadas para servir como modelo de página, elas aparecem pequenas e posicionadas no canto superior esquerdo da nota. Para utilizá-las como fundo, é preciso ajustar manualmente o tamanho usando a opção “Ajustar à página”. Se a intenção for usá-las como plano de fundo da nota, vale usar a opção de bloquear elemento para evitar que ela seja movida acidentalmente durante a escrita.

Quando a imagem é inserida como um elemento dentro de uma nota já existente, o comportamento é melhor: ela pode ser posicionada livremente e redimensionada normalmente, como seria esperado.

Na exportação, o Notability oferece praticamente todas as opções que se espera de um aplicativo desse tipo. As notas podem ser exportadas no formato nativo do aplicativo (NTB), em PDF, PNG ou JPEG. Também é possível incluir as gravações de áudio durante a exportação, que são salvas em arquivos M4A.

Outro recurso proveitoso é o compartilhamento por meio de links públicos — traduzido de maneira esquisita pelo aplicativo como Hiperligação. Ao gerar esse link, qualquer pessoa pode visualizar a nota diretamente pelo navegador, sem precisar ter uma conta no Notability. Expandindo ainda mais esse recurso, o app recentemente também passou a oferecer edição colaborativa em tempo real, ótima notícia para quem gostaria de utilizá-lo em grupo.

Naturalmente, continuam disponíveis as opções tradicionais de compartilhamento do iPadOS, permitindo enviar notas por email ou salvá-las em serviços como iCloud, Google Drive, Dropbox e praticamente qualquer outro aplicativo compatível com a folha de compartilhamento do sistema.

Screenshot

Sincronização e backup

A sincronização entre dispositivos da Apple acontece por meio do iCloud, que é o método recomendado pelo próprio Notability para manter todas as notas atualizadas entre os aparelhos. Vale lembrar que, ao apagar uma nota pelo iCloud, ela também será removida do aplicativo e vice-versa. Por isso, o ideal é sempre gerenciar suas notas diretamente pelo app, para evitar excluir algo acidentalmente.

Falando em iCloud, uma vantagem pouco conhecida é o histórico de versões. Conforme você edita uma nota, versões são salvas periodicamente no iCloud e podem ser restauradas caso algo dê errado.

Para acessá-las, basta tocar nos três pontos para abrir as configurações, pressionar onde aparece o nome da nota e escolher “Histórico de Versões na iCloud”. Obviamente, para tal é preciso que a nota já esteja sincronizada e tenha pelo menos uma versão anterior já salva. Um detalhe importante é que a versão restaurada é salva como uma nota separada, não substituindo a versão mais recente.

Além da sincronização pelo iCloud, o Notability oferece um sistema independente de backup em serviços de terceiros como Google Drive, Dropbox, Box, OneDrive e servidores WebDAV. A diferença é que, enquanto o serviço da Apple mantém todas as alterações sincronizadas entre seus dispositivos, o backup serve apenas como uma cópia de segurança. Ou seja, apagar uma nota no aplicativo não remove automaticamente sua cópia armazenada no Google Drive, Dropbox ou outro serviço — e vice-versa.

Quanto ao formato do backup, também há certa flexibilidade. É possível salvar as notas no formato nativo do Notability, preservando todos os elementos editáveis, incluindo as gravações de áudio, ou optar por PDFs simples ou PDFs acompanhados dos arquivos de áudio em formato M4A, compactados em um arquivo ZIP.

Compatibilidade e preços

Embora o foco deste review tenha sido a experiência no iPad com o Apple Pencil, o Notability também está disponível para iOS, macOS e até visionOS. Há ainda uma versão web (ainda em beta), disponível em notability.com/app, que permite visualizar e editar notas, embora com algumas limitações.

O Notability é um aplicativo universal e pode ser baixado gratuitamente na App Store e na Mac App Store. Atualmente, ele oferece quatro planos:

  • Starter (gratuito): notas ilimitadas, acesso às ferramentas de edição, mas com um limite mensal de alterações (a empresa não divulga exatamente qual é esse limite). Após atingi-lo, ainda é possível visualizar as notas normalmente, e o contador é renovado no mês seguinte. Segundo a empresa, as edições na versão web permanecem ilimitadas.
  • Lite (R$30/mês ou R$40/ano): inclui edições ilimitadas, backup em serviços de terceiros e acesso a mais de 20 mil templates.
  • Plus (R$40/mês ou R$80/ano): adiciona recursos de IA, como resumos automáticos, até 400 questionários e flashcards por mês, gravação e transcrição de áudio, além da busca em anotações manuscritas.
  • Pro (R$100/mês ou R$500/ano): reúne todos os recursos anteriores, e inclui Smart Notes em tempo real, transcrições ilimitadas, geração ilimitada de flashcards e questionários, além do recurso de conversar com suas notas.

Vale a pena?

Mesmo sendo possível utilizar o Notability no iPhone ou navegador, ele brilha mesmo é no iPad, especialmente quando combinado com um Apple Pencil (ou qualquer outra ferramenta de escrita que preferir).

Ao longo dos últimos anos, foram poucas as limitações que encontrei usando o app. Em mais de uma ocasião, inclusive, quando voltava para revisar este próprio review — ele foi criado ao longo de muitos meses —, percebia que alguns dos pontos que eu havia criticado já tinham sido corrigidos. Essa evolução constante transmite a sensação de que vale a pena investir em um app cujos desenvolvedores estão atentos ao feedback dos usuários e buscam sempre lançar melhorias.

Seja para estudos, trabalho ou organização pessoal, o aplicativo com certeza pode atender aqueles que buscam um lar para suas notas, principalmente quem usa o tablet da Maçã como ferramenta de anotações manuscritas. A interface é agradável, a escrita é excelente, os recursos evoluem constantemente e as funcionalidades de IA, embora ainda possam amadurecer, já agregam bastante valor ao aplicativo.

Como existe um plano gratuito (e edições ilimitadas pela web), minha recomendação é simples: experimente. Depois de algum tempo de uso, fica muito mais fácil entender se os recursos adicionais justificam a assinatura para o seu fluxo de trabalho. Então, “se jogue” na versão gratuita e seja feliz; se utilizar com frequência e achar valor, com certeza não se arrependerá do investimento!

iPad Pro de 13″

Cores: preto-espacial ou prateado
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Vidro: convencional ou nano-texture
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 16.499,00

iPad Pro de 11″

Cores: preto-espacial ou prateado
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Vidro: convencional ou nano-texture
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 12.999,00

iPad Air de 13″

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB, 512GB ou 1TB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 7.896,54
R$ 9.999,00

iPad Air de 11″

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB, 512GB ou 1TB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 9.577,77

iPad mini

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 8.299,00

iPad (A16)

Cores: azul, rosa, amarelo ou prateado
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 3.798,00
R$ 4.499,00

Apple Pencil Pro

R$ 1.429,00

Apple Pencil (USB-C)

R$ 749,00
R$ 899,00

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Siri AI compatibility check: The iPhones, iPads, Macs and Watches that make the cut

6 August 2026 at 21:30
Apple's next generation of Apple Intelligence and Siri are truly helpful AI that’s centered around you and your needs. Integrated into your apps, grounded in your context, and private at every step; coming later this year.
Apple’s next generation of Apple Intelligence and Siri are truly helpful AI that’s centered around you and your needs. Integrated into your apps, grounded in your context, and private at every step; coming later this year.

Apple’s long-awaited overhaul of its voice assistant, now branded Siri AI, is set to arrive this fall alongside iOS 27, iPadOS 27, macOS updates, and related system software. The upgraded assistant promises deeper personal context awareness, on-screen understanding, more natural conversations, and the ability to take actions across apps. But there’s a clear hardware cutoff: only devices that already support Apple Intelligence will receive the full experience at launch.

iPhone Models That Make the Cut

Siri AI requires an A17 Pro chip or newer (with sufficient RAM for on-device processing). Supported iPhones include:

• iPhone 17 Pro and Pro Max
• iPhone Air
• iPhone 17 and 17e
• iPhone 16 Pro and Pro Max
• iPhone 16, 16 Plus, and 16e
• iPhone 15 Pro and Pro Max

Older models, including the standard iPhone 15 and anything earlier, will get the broader iOS 27 update (interface changes, security fixes, and non-AI features), but miss out on the new Siri capabilities.

A subset of these devices — primarily the iPhone 17 Pro, Pro Max, and iPhone Air — will also unlock Apple’s most powerful on-device AI model. That unlocks extras such as more expressive customizable voices, improved speech recognition, and higher-accuracy dictation.

iPads, Macs, Watches, and Vision Pro

Compatibility extends across the rest of the ecosystem with similar requirements:iPad: iPad Pro (M1 chip and later), iPad Air (M1 and later), and iPad mini with the A17 Pro chip.

• Mac: All models with Apple silicon (M1 and later), including the MacBook Neo with its A18 Pro chip.

• Apple Watch (must be paired with a nearby supported iPhone): Series 9 and later, Ultra 2 and later, and SE (3rd generation).

• Apple Vision Pro: All models.

The highest-tier on-device model is further restricted on tablets and computers to those with newer chips (M4 or later on iPad, M3 or later on Mac) plus at least 12 GB of unified memory.

Timeline and Limitations

Developer betas began around the June 2026 WWDC announcements, with a public beta expected in the following months and a stable consumer release targeted for fall 2026 (September timeframe). Siri AI will initially roll out in English (with Spanish support also noted in some documentation), and regional restrictions apply: it will not launch at the outset on iOS or iPadOS in the European Union due to regulatory considerations around the Digital Markets Act, though macOS and visionOS users in the EU will be able to access it. Availability in China is also delayed pending regulatory clearance.

Those without supported hardware will keep the classic Siri experience for now while still receiving the rest of the 2026 software updates. Apple continues to emphasize on-device processing and Private Cloud Compute for privacy, so the hardware bar reflects the computational demands of the more capable models.
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MacDailyNews Note: More info about Apple Intelligence and Siri here.


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How to Delete Stickers on iPhone Without Losing Favorites

6 August 2026 at 15:09

You can delete stickers on iPhone without removing your entire collection, but the correct procedure depends on whether you want to erase a custom sticker, remove a Genmoji, hide keyboard stickers, or detach a sticker from a conversation.

For custom photo stickers and Live Stickers, iOS provides an individual Remove command. This lets you clean the sticker drawer while leaving every other saved sticker untouched.

Apple does not provide a protected Favorites folder inside the system sticker drawer. The Frequently Used section is created automatically from your activity and should not be treated as a permanent collection. If you have stickers you cannot afford to lose, save recoverable copies before beginning the cleanup.

Save Your Favorite Stickers First

The safest backup is to send your favorite stickers to a conversation with yourself. The sent copies remain inside the conversation even if you later remove the reusable versions from your sticker collection.

Adding Stickers:

Messages > New Message > Your Contact > Add > Stickers

Select each favorite sticker and send it as a separate message. You can also create a private conversation with a trusted contact, but messaging yourself keeps the backup separate from ordinary conversations.

If you accidentally delete one of these stickers from the drawer, return to the self-conversation and restore it.

Messages > Your Self-Conversation > Touch and Hold Sticker > Save to Stickers

For a sticker attached to the corner of a message bubble, open its details before saving it.

Messages > Your Self-Conversation > Touch and Hold Sticker > Sticker Details > Save

This procedure is especially useful for stickers received from other people. A photo sticker you created yourself can usually be recreated from the original image, but a saved sticker from another person may be difficult to replace if the original conversation is deleted.

An iPhone displays the Messages app in dark mode, showing the new message screen with Memoji and Live Stickers at the bottom. The Apple logo appears in the lower right corner of the image.
Image Credit: AppleMagazine

How to Delete Stickers on iPhone

The easiest way to remove an individual custom sticker is through the Messages app. You can open any existing conversation because you do not need to send a message.

Removing individual stickers:

Messages > Conversation > Add > Stickers > Live Stickers

The Live Stickers tab uses an icon resembling a sticker being peeled from a surface. It contains stickers created from your photos, animated Live Stickers, and compatible stickers saved from conversations.

Touch and hold the unwanted sticker until the contextual menu appears, then release your finger and select Remove. Do not drag the sticker toward the conversation because that action may attach it to a message instead of opening the menu.

Touch and Hold Sticker > Remove

Only the selected sticker is deleted. Other photo stickers, saved designs, and favorite items remain in the collection.

Some iOS versions also display a Rearrange command after you touch and hold a sticker. This mode allows you to move the stickers you use most often toward the beginning of the collection.

Messages > Conversation > Add > Stickers > Live Stickers > Touch and Hold > Rearrange

Drag the stickers you want to preserve toward the first positions. You may also see a removal control beside each sticker while rearranging. Use it carefully because iOS may remove the sticker immediately without presenting a second confirmation.

A selective cleanup is safer than trying to reset the complete keyboard or sticker database. Removing and reinstalling the Emoji keyboard is unnecessary and may alter frequently used emoji without providing better sticker controls.

Delete Stickers Through the Emoji Keyboard

The same sticker collection is accessible from the system keyboard in Messages, Notes, Mail, and other supported apps.

Using system keyboard in Messages:

Any Text Field > Emoji Keyboard > Stickers > Live Stickers

Touch and hold the sticker you want to erase, then tap Remove. If the menu does not appear, confirm that you are viewing the Live Stickers collection rather than Frequently Used.

Frequently Used combines recently selected emoji, Memoji, Genmoji, and stickers. Items shown there are shortcuts to content stored in another section. Opening the Live Stickers tab gives iOS the correct context for managing your custom collection.

If the keyboard is compressed or several categories are hidden, swipe across the sticker controls until the Live Stickers icon becomes visible. The exact position can change as Apple adjusts the keyboard, but the touch-and-hold removal gesture remains the same.

IPhone screen showing a chat with a sushi car image and various colorful custom stickers in a messaging app. The keyboard and iPhone sticker options are visible below the conversation.
Image Credit: Apple Inc.

Use Photos When the Sticker Menu Does Not Respond

You can also access the system sticker drawer through the Markup tools in Photos. This is useful when Messages tries to drag a sticker rather than displaying its menu.

Photos > Open Photo > Edit > Markup > Add > Add Sticker

Touch and hold the unwanted sticker, then tap Remove. You are managing the same synchronized collection, so a sticker deleted through Photos also disappears from Messages and the system keyboard.

Removing a sticker does not delete the source photograph. If you created the sticker by lifting a person, pet, or object from an image, the original photo remains in your library unless you delete it separately.

To recreate the sticker later, open the original image and lift its subject again.

Photos > Open Photo > Touch and Hold Subject > Add Sticker

You can then apply an effect such as Outline, Comic, Puffy, or Shiny. Live Photos can produce animated Live Stickers when the isolated subject contains usable motion.

Delete a Genmoji Without Removing Other Stickers

Genmoji created with Apple Intelligence are stored with the stickers accessible through the emoji keyboard. They can be removed individually without affecting your photo stickers or other generated designs.

Any Text Field > Emoji Keyboard > Stickers > Genmoji

Touch and hold the Genmoji you no longer want, then tap Remove. You can perform the same procedure from Messages.

Messages > Conversation > Add > Stickers > Genmoji > Touch and Hold > Remove

Removing one Genmoji does not disable Apple Intelligence or erase the other Genmoji you created. If you later want a similar design, open the Genmoji creator and enter the description again, although the generated image may not be identical.

An iPhone screen shows an emoji keyboard in dark mode, featuring options like “Rearrange,” “New Emoji,” “Share,” and “Delete.” Alongside various faces and animals, users can manage iPhone stickers or delete stickers, making it easy to personalize their messaging experience.
Image Credit: AppleMagazine

Be More Careful With Memoji Stickers

Memoji stickers operate differently because iOS automatically creates a complete sticker pack from each custom Memoji character. You cannot normally delete one expression while keeping the remaining expressions from the same character.

Deleting the underlying Memoji removes its generated sticker pack. Before selecting Delete, confirm that you do not want any of that character’s poses or expressions.

Any Text Field > Emoji Keyboard > Memoji > More > Delete

If you only want Memoji and other stickers to stop appearing in the keyboard, use the keyboard setting instead of deleting the character.

Settings > General > Keyboard > Stickers

Turning off Stickers hides sticker content from the emoji keyboard. It does not provide a selective cleanup and should not be used as a substitute for removing individual items. Your saved stickers remain available when the setting is enabled again.

Remove a Sticker From a Message Without Deleting It

A sticker attached to a message bubble is separate from the reusable copy stored in your collection. Deleting it from the conversation does not erase the sticker from your drawer.

Messages > Conversation > Touch and Hold Message Bubble > Sticker Details

Find the sticker you want to detach, swipe left across it, and tap Delete. This removes that placement from the conversation on your iPhone.

Use this procedure when a sticker covers text, was attached accidentally, or no longer belongs in the conversation. If you instead open the sticker drawer and select Remove, you erase the reusable sticker while leaving previously sent copies in their conversations.

Understand What Happens Through iCloud

Custom stickers sync through iCloud to supported Apple devices using the same Apple Account. Removing a sticker from the iPhone can therefore remove it from the sticker drawers on an iPad, Mac, or Apple Vision Pro.

There is no Recently Deleted album for the system sticker collection. Keep the original source photo or send valuable stickers to yourself before removing anything.

After a deletion, another Apple device may continue displaying the sticker briefly while synchronization completes. Closing and reopening the sticker drawer usually refreshes the collection. A favorite preserved in your self-conversation can be restored at any time through Touch and Hold Sticker > Save to Stickers.

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How to Remove Apple Intelligence Files From Your Mac

6 August 2026 at 11:21

Apple Intelligence files can occupy several gigabytes of Mac storage because locally downloaded models power text generation, summaries, image creation, Siri requests, and other on-device features. Removing these files can recover valuable space when Apple Intelligence is no longer needed.

Apple lists 7GB of available device storage among the requirements for Apple Intelligence, but the amount displayed on a Mac can be higher. Additional languages, image-generation resources, updated models, and temporary assets can increase the total over time.

The files are managed by macOS and do not appear as ordinary documents that can be moved to the Trash. Apple provides a supported removal method through System Settings: turning off Apple Intelligence causes macOS to remove the downloaded on-device models.

This also disables features that depend on Apple Intelligence. Writing Tools, summaries, Image Playground, Genmoji, intelligent Shortcuts actions, and Apple Intelligence functions inside Siri may become unavailable. Regular Mac applications and the rest of macOS continue working normally.

Check Apple Intelligence Files on Your Mac

Recording the available storage before removing the files makes it easier to confirm how much space macOS recovered afterward.

To see the current storage allocation:

Apple menu > System Settings > General > Storage

Allow the Storage page to finish calculating its categories. The process may take a moment when the Mac contains many applications, local files, connected volumes, or several user accounts.

Apple Intelligence may appear as a separate item within the macOS storage category. Depending on the installed macOS version, some related assets may instead be counted under macOS or System Data.

Note the amount of available storage displayed near the storage graph. Comparing the total free space before and after the procedure is usually more reliable than watching one category because macOS can reclassify system-managed files while deleting them.

To inspect the complete internal storage container:

Apple menu > System Settings > General > Storage > All Volumes

This view is useful when the internal drive contains several APFS volumes sharing the same physical storage. The available capacity belongs to the shared container rather than remaining permanently assigned to one volume.

The storage used by Apple Intelligence is different from the memory, or RAM, used while features are running. Closing applications may reduce RAM consumption, but it does not delete the models stored on the internal SSD.

Apple Intelligence files - A MacOS Storage window showing disk space usage by Applications, Documents, iCloud Drive offline, Mail, Music Creation, Photos, Trash, Other Users & Shared, macOS, and System Data on a blue gradient background with an Apple logo.
Image Credit: AppleMagazine

Remove Local Apple Intelligence Files

Apple Intelligence is available on compatible Macs with Apple silicon. Intel-based Macs do not support the complete Apple Intelligence system and should not contain the same downloadable model collection.

To turn off Apple Intelligence and request the removal of its on-device models:

Apple menu > System Settings > Apple Intelligence & Siri > Turn off Apple Intelligence > Turn Off Apple Intelligence

The second Turn Off Apple Intelligence command confirms the change. The exact appearance may vary between macOS versions, with the first control presented as either a switch or a button.

Apple says that turning off Apple Intelligence removes the on-device models. There is no separate model manager, Delete Models button, or supported Finder location from which users must remove the files manually.

Keep the Mac connected to power while macOS completes its background storage work. The Apple Intelligence setting changes immediately, but the Storage page may not display the recovered capacity at once.

macOS manages these models through its system asset service. The operating system must identify the associated packages, release them, and recalculate the storage categories. The process can therefore continue after the Apple Intelligence switch has already moved to the off position.

Turning off only individual features does not remove the complete model collection. Disabling notification summaries, Writing Tools, ChatGPT access, or Siri suggestions leaves Apple Intelligence itself active.

A Screen Time restriction also serves a different purpose. It can prevent access to image generation, Writing Tools, and other functions without turning off the underlying intelligence system. Use the Apple Intelligence control inside Apple Intelligence & Siri when the objective is recovering storage.

Confirm That the Space Was Recovered

After macOS has had time to process the removal, return to the Storage page.

To check the available capacity again:

Apple menu > System Settings > General > Storage

Wait for the storage graph and categories to finish updating. Compare the new amount of available space with the figure recorded before Apple Intelligence was turned off.

The Apple Intelligence entry may disappear completely, display a smaller amount, or become part of an adjusted macOS or System Data category. The increase in total available storage provides the better indication that the local models were removed.

If the figures have not changed, restart the Mac to refresh its system services and storage calculation.

To restart macOS:

Apple menu > Restart > Restart

Sign back in, allow the Mac to remain idle for a while, and open the Storage page again.

Apple menu > System Settings > General > Storage

Restarting does not delete the models by itself. Apple Intelligence must remain disabled while macOS completes the removal.

Emptying the Trash is not part of this procedure because macOS does not place Apple Intelligence models there. The Trash affects only files that a user or application has already marked for deletion.

A silver laptop with a black screen displaying an abstract, curved line pattern in dark gray tones on a white background—designed to be as sleek and portable as its lightweight MacBook weight suggests.
Image Credit: Apple Inc.

What to Do When the Files Remain

First, verify that the complete Apple Intelligence system is off rather than one related feature.

To confirm its status:

Apple menu > System Settings > Apple Intelligence & Siri > Apple Intelligence

The control should display Apple Intelligence as disabled. If macOS presents another confirmation request, complete it and leave the feature off.

Storage information can take time to settle because macOS also manages caches, local snapshots, temporary update packages, and purgeable files. These categories can change while the Mac is idle, making an immediate before-and-after comparison misleading.

Installing the latest stable macOS update can correct storage reporting or asset-management problems.

To check for an available update:

Apple menu > System Settings > General > Software Update

Save current work before installing an update. The Mac may need to restart, and the installation temporarily requires additional free storage.

Beta versions of macOS require extra caution. Development releases may download experimental models, retain previous model revisions, or temporarily change the Apple Intelligence controls. A procedure confirmed for the public version of macOS may not produce the same storage behavior in a beta.

Avoid following online instructions that require starting in macOS Recovery, disabling System Integrity Protection, mounting protected volumes, and deleting folders with names referring to MobileAsset or generative models.

System Integrity Protection prevents applications and administrator accounts from modifying protected parts of macOS. Disabling it weakens that protection and creates the possibility of deleting the wrong asset, leaving macOS with an incomplete model installation, or causing the system database to disagree with the files present on the drive.

A storage utility can help identify how much space system files occupy, but it should not require disabling macOS security to remove Apple Intelligence. If the documented switch leaves a large allocation after a restart and sufficient processing time, Apple Support can investigate the asset database without exposing the Mac to an unsupported system modification.

Turning Apple Intelligence on again reverses the storage saving.

To restore its features:

Apple menu > System Settings > Apple Intelligence & Siri > Turn On Apple Intelligence

The Mac will download the required local models again. Apple recommends leaving the device connected to Wi-Fi and power while the model download completes.

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How to use AI to extend your wallpaper on iPhone in iOS 27

5 August 2026 at 17:30

Wallpaper Extend feature on iPhone in iOS 27

Learn how to make a wide or short image fit as your iPhone wallpaper by having Apple Intelligence generate and extend the missing parts.

Apple’s camera-equipped AirPods could be just weeks away

3 August 2026 at 22:00

AirPods Pro 3 deliver unbelievable sound quality, the world’s best in-ear Active Noise Cancellation, an exceptional fit and stability, heart rate sensing during workouts, and extended battery life.

Imagine slipping in a pair of AirPods that don’t just play your music or take your calls, they help you see the world. Not by recording it, but by understanding it. According to the latest rumors from reliable sources, Apple may be ready to deliver exactly that sooner than many expected.

Reports indicate Apple has been internally testing two versions of camera-equipped AirPods. One carries the codename B798, which has been on the radar for some time. The other, B790, appears newer and is advancing more quickly. References to the B790 model have already shown up in iOS 27 beta code, a strong signal that development is well underway, Bloomberg News‘ Mark Gurman reports.

This timeline points to a possible launch as early as this year. Apple often pairs new AirPods with its September iPhone event. Last year’s AirPods Pro 3 debuted alongside the iPhone 17 on September 9. A similar window this fall, potentially with the iPhone 18, would fit the pattern. And, given how little of 2026 remains, “soon” is a realistic possibility.

Rumors also suggest these advanced models could arrive under a name like AirPods Pro Ultra, positioning them as a premium, AI-focused offering above the standard lineup. Importantly, Apple is expected to continue selling conventional AirPods for those who simply want excellent audio.

What the Cameras Are Actually For

Forget the idea of Google Glass-style recording or constant content capture. The cameras in these AirPods are not designed to take photos or videos. Instead, they would analyze the wearer’s surroundings to power an onboard AI assistant—think an enhanced, more context-aware Siri. This approach aims to create a true wearable AI companion rather than a surveillance or creator tool.

Privacy remains a key consideration. A small LED indicator would light up when the cameras are active, similar to the approach used in smart glasses, giving nearby people a clear visual cue. This design choice reflects broader industry caution: Apple has reportedly considered delaying its own smart glasses amid backlash over privacy issues and misuse of devices like Meta’s Ray-Ban glasses.

Why This Matters

If these rumors hold, camera-equipped AirPods would mark a significant step in Apple’s wearable strategy. They would extend the company’s AI ambitions beyond phones and computers into everyday, always-on, wearable accessories that can interpret the environment in real time. For users, that could mean more natural, hands-free assistance — whether identifying objects, providing contextual help, or enhancing accessibility features — without the bulk or social friction of glasses.

Of course, these remain unconfirmed reports based on internal testing and code references. Apple has not officially announced any such product. Still, the combination of dual prototypes, software breadcrumbs, and an accelerating development path for the newer model makes this one of the more concrete AirPods rumors in recent memory.

As we head toward the traditional September reveal window, the prospect of AirPods that can “see” enough to assist—without turning every wearer into a walking camera—feels both futuristic and characteristically Apple: ambitious, privacy-conscious, and focused on making technology disappear into daily life. Whether they arrive this fall or a bit later, the era of AI-powered earbuds appears to be approaching fast.
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MacDailyNews Take: We prefer the name “AirPods AI, but given the friction AI poses in some circle, “AirPods Ultra” may be the better marketing choice. Regardless, we’ll be first in line for these!


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