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Lewis Pullman entra para o elenco de “Guilty Creatures”, série do Apple TV

20 July 2026 at 18:42

Anunciada no último dia 6/7 pelo Apple TV, a série “Guilty Creatures” — que terá Julia Garner como protagonista — teve mais um nome anunciado para o seu elenco: o ator americano Lewis Pullman.

O próprio perfil oficial do serviço de streaming anunciou o novo integrante da série, que é uma adaptação do livro “Guilty Creatures: Sex, God, and Murder in Tallahassee, Florida”, de Mikita Brottman.

Lewis Pullman joins Julia Garner in #GuiltyCreatures, the true crime thriller adapted from Mikita Brottman's book coming to Apple TV. pic.twitter.com/YE73edpQPM

— Apple TV (@AppleTV) July 20, 2026

A história acompanha um romance sucedido por um assassinato envolvendo “dois amantes jovens, adultos, mas tementes a Deus” e uma investigação que tentará desvendar o custo emocional de se viver como assassinos por 18 anos.

Essa fascinante narrativa de crimes reais, ambientada em um pano de fundo de sexo e assassinato no Panhandle da Flórida, promete se tornar um clássico instantâneo.

De acordo com a Apple, “Guilty Creatures” será produzida pelo Tomorrow Studios (parceira do ITV Studios) como fruto de um acordo com a Alma Margo e a Fortunate Jack Productions.

Enquanto Craig Gillespie será o diretor, Stuart Zicherman será showrunner e também atuará como produtor executivo ao lado de Garner, Brottman, Marty Adelstein, Becky Clements, Alissa Bachner e Annie Marter.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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Apple teria descartado dois modelos do Mac Pro, incluindo um com chip Intel

20 July 2026 at 15:14

Na edição mais recente da sua newsletter “Power On”, o jornalista da Bloomberg Mark Gurman comentou sobre os planos da Apple envolvendo o Mac Pro antes de anunciar a sua descontinuação no início do ano — incluindo dois modelos descartados e variantes ainda mais poderosas dos chips Apple Silicon do que as da linha Ultra — e a implementação da inteligência artificial (IA) no atendimento do Genius Bar.

Segundo o Gurman, a Apple desenvolveu pelo menos dois modelos do Mac Pro que nunca viram a luz do dia: um com processador da Intel — mesmo depois do lançamento da linha M1, curiosamente —, de codinome J170, para atender casos específicos; e outro equipado com o M3 Ultra, chamado internamente de J190 e previsto para ser lançado junto da última leva do Mac Studio, que chegou ao mercado no começo do ano passado. 

Um caminho possível para a linha seria um suposto chip superior aos do sufixo Ultra; citado pelo jornalista como a variante “Extreme”, ele teria como objetivo oferecer o dobro de núcleos de CPU 1Central processing unit, ou unidade central de processamento. e GPU 2Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico. em relação aos do Ultra, e o desenvolvimento do projeto chegou até o M3 antes de ser encerrado devido à preocupação com custos e demanda.

Genius Bar com IA?

Na mesma edição, o jornalista comentou que a Apple passou a testar a implementação de um sistema que utiliza IA para registrar conversas entre clientes e funcionários do Genius Bar.

Divulgação/Apple

Intitulado Live Notes, o recurso opcional testado em algumas Apple Stores permitiria que os funcionários do Genius Bar registrassem transcrições dos seus atendimentos com uma ferramenta capaz ainda de resumir as interações com os clientes. Ambas as partes deverão consentir com a gravação e o resultado final é passível de ajustes, sendo adicionado ao iPad do funcionário como parte do registro do atendimento ou reparo.

Ainda assim, o teste gerou preocupações entre os empregados, os quais temem que esses registros poderão ser usados para metrificar avaliações de desempenho e o trabalho dos colegas. A Apple teria descartado essa possibilidade, afirmando que as gravações não serão armazenadas e que nem mesmo os gerentes possuirão acesso às transcrições.

Notas de rodapé

  • 1
    Central processing unit, ou unidade central de processamento.
  • 2
    Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico.

Apple evitou citar Jony Ive em processo contra a OpenAI

20 July 2026 at 13:36

Desde que a Apple levou a OpenAI aos tribunais por uma suposta violação de segredos industriais e propriedade intelectual, a ausência do nome de Jony Ive no processo tem sido motivo de especulações, considerando que o ex-executivo da Maçã e braço direito de Steve Jobs é uma peça relevante para o desenvolvimento de hardwares da dona do ChatGPT.

No ano passado, a startup de Ive, a io Products, foi adquirida pela OpenAI por US$6,5 bilhões. Desde então, o estúdio de design independente LoveFrom (também comandado pelo ex-Apple) passou a ser o espaço da gigante de inteligência artificial (IA) para a supervisão do design da sua linha de hardware. Nesse processo, mais de 400 funcionários trocaram a Maçã pela empresa de Sam Altman — entre eles, Tang Tan e Chang Liu, acusados de instruírem a revelação de protótipos da Maçã para quem estivesse em entrevista com a empresa de IA.

Para Mark Gurman, jornalista da Bloomberg, existem duas explicações lógicas para Ive ter ficado de fora das acusações: a ausência de provas que comprovem seu vínculo com o esquema e a sua relação de proximidade com a viúva de Jobs, Laurene Powell Jobs.

Jony Ive, Sam Altman e Laurene Powell Jobs

Próxima de Tim Cook e de outros executivos da empresa — além de manter uma relação de longa data com Ive —, ela continua circulando com naturalidade entre ambos os lados, tendo inclusive participado da última WWDC como convidada.

Laurene também é uma das principais investidoras dos projetos de Ive e esteve ao lado dele e de Altman quando os dois revelaram que o primeiro dispositivo de IA da OpenAI já estava em desenvolvimento. Para Gurman, esse conjunto de relações pode ter contribuído para evitar que o nome do ex-chefe de design da Apple fosse envolvido diretamente na disputa judicial, especialmente na ausência de evidências que o ligassem ao suposto vazamento de informações.

Apple’s lawsuit against OpenAI could derail the AI giant’s hardware ambitions to challenge the iPhone

13 July 2026 at 14:13
Jony Ive
Jony Ive

According to Bloomberg News‘ Mark Gurman, Apple’s aggressive lawsuit accusing OpenAI of systematically stealing its intellectual property poses a significant threat to the AI company’s efforts to develop consumer hardware devices that could rival the iPhone — potentially disrupting those plans long before any courtroom resolution.

The Core Allegations

Apple filed the blockbuster suit last week, claiming OpenAI orchestrated a coordinated effort to misappropriate trade secrets. Key details include:

• OpenAI allegedly encouraged former and prospective Apple employees to bring unreleased product information, prototypes, CAD designs, and supplier details to interviews and new roles.

• OpenAI instructed hires on evading Apple’s security protocols, reportedly using a checklist tied to its former iPhone design leadership.

• Specific individuals named include OpenAI’s Chief Hardware Officer Tang Tan (a 24-year Apple veteran who led iPhone and Apple Watch design) and engineer Chang Liu, who allegedly retained access to Apple systems post-departure to download confidential files on unreleased products.

Apple claims it has uncovered a “pattern of theft” involving more than 400 former employees now at OpenAI. The suit also implicates io Products (Jony Ive’s hardware startup, acquired by OpenAI for $6.5 billion), describing OpenAI’s emerging hardware efforts as “rotten to its core” due to reliance on misappropriated secrets.

Why This Matters for OpenAI’s iPhone Rival Plans

OpenAI has been aggressively building a hardware division to create AI-powered consumer devices — potentially including a smartphone or agent-based hardware that could bypass traditional app ecosystems and compete directly with Apple’s ecosystem dominance. This push gained momentum with the io Products acquisition and talent poaching from Cupertino.

Gurman’s reporting highlights how the lawsuit creates immediate headwinds:

• Talent and Reputation Risks: Even without a final verdict, the public accusations could slow recruiting, damage partnerships, and invite scrutiny from suppliers wary of legal entanglement.

• Injunctive Relief: Apple is seeking court orders to bar OpenAI from using the alleged secrets, return materials, and preserve evidence—moves that could force redesigns or delays in OpenAI’s device timeline.

• Broader Competitive Tension: The clash comes amid a strained partnership (Apple integrates ChatGPT into Siri and Apple Intelligence), with both sides eyeing greater independence in AI hardware. OpenAI’s ambitions to reduce reliance on the iPhone now face a major legal and PR obstacle.

OpenAI’s Response and Context

OpenAI has denied the claims, stating it has “no interest in other companies’ trade secrets” and remains focused on innovative technology.

The suit escalates existing frictions, including reports of OpenAI previously considering legal action against Apple over their integration deal.
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MacDailyNews Take: OpenAI has always been skeevy, from eschewing its open source roots to Sam Altman to desperately overpaying for a washed Jony Ive. Just plain skeevy.

If ever a Skynet would arise, we expect it would spring from the diseased loins of OpenAI.

This isn’t just a legal spat, it’s a flashpoint in the intensifying battle for the future of AI devices. Apple is fiercely protecting the decades of innovation behind its hardware supremacy, while OpenAI bets big on disrupting it with AI-first experiences. As Gurman notes, the disruption to OpenAI’s plans could be swift and substantial, regardless of how the case ultimately resolves in court.


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