It likely won't take you long to reach the ending of Neagley on Prime Video — all eight episodes have been released on the streamer — and when you do, it's nothing short of dramatic.
In a nutshell, the Reacher spinoff is following two story strands simultaneously: the death of a young man that's linked to the Echo Canyon Farm cult, and the reasoning behind why Neagley (Maria Sten) has a lifelong fear of being touched and touching others.
We learn that the cult has a secret facility that is being used to test an illegal drug, called Tranqlara, on human subjects, which is all being funded by a Swedish billionaire known as Rawlings. Neagley and her team try to simultaneously avenge her friend's death in episode 1 and save the innocent followers from the effects of Tranqlara, though they're not overly successful.
What it does lead to, however, is the group blowing up the Echo Canyon Farm facility after the death of leader Lawrence (Damon Herriman), walking in the other direction as if they're in the iconic Reservoir Dogs scene.
It's my favorite moment in the entire series (it looks and feels so effortlessly cool), but according to Sten, none of it was filmed in the way that I thought it would be.
'It wasn't as impressive as what you see'
"I thought it was cool, but I could spoil things and say that there was no such explosion behind us as we walk away," Sten tells me. "There was actually a wind turbine. But we played the music that was going to be played and definitely got in the vibe.
Greyston Holt, who plays detective newcomer Hudson Riley, adds, "We knew what it would be. But in the moment, it certainly didn't look as impressive as what you see on screen."
For the first time in what feels like forever, I've been fooled by CGI. If you were to ask me whether the season finale explosion scene was real or digitally generated, I'd have firmly been in the former camp.
However, that doesn't mean everything we see in Neagley was CGI generated. "In the first episode there's a big truck that blows up, and that was a practical explosion. It's a matter of whether we can blow up the set of not," Sten laughs. "It's not always possible, but we always vouch for it."
If Neagley season 2 does get confirmed (come on, Amazon), I'm hoping for even bigger and better actions sequences. Sure, discovering more about Neagley's backstory has been incredibly satisfying, but clearly, nothing truly beats blowing stuff up.
Auf YouTube findest du die angesagtesten Videos und Tracks. Außerdem kannst du eigene Inhalte hochladen und mit Freunden oder gleich der ganzen Welt teilen.
Gravamos um novo vídeo detalhando o que mudou e, principalmente, testando os novos recursos baseados em inteligência artificial que a marca incorporou ao relógio, entre eles:
Mostradores gerados por IA, permitindo criar watchfaces personalizadas diretamente a partir de comandos;
Assistente de IA integrado, para tirar dúvidas e receber respostas sem precisar do smartphone por perto;
Tradução por IA, com suporte a conversas em outros idiomas direto do pulso;
e outras funções inteligentes que prometem deixar a experiência de uso mais completa.
No vídeo, mostramos como cada um desses recursos funciona na prática, se realmente agrega valor ao dia a dia e como o Solar Ultra se compara à versão original que já havíamos testado.
Vale a pena conferir para quem já tinha curiosidade sobre o modelo anterior ou está em dúvida entre um smartwatch bem mais em conta e um Apple Watch.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: Este é um artigo fruto de um acordo comercial com um anunciante, que não influenciou a nossa opinião. O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos comprando pelos nossos links de afiliado.
Et si notre compréhension des objets les plus violents de l’Univers venait de faire un pas de géant ? En mobilisant des instruments et une intelligence artificielle de pointe pour étudier un monstre cosmique pendant près de 30 ans, des astrophysiciens sont tombés sur une anomalie totalement...
Em tempos de anúncios de novas gerações dos iPhones, muitas pessoas fazem um balanço sobre o estado atual do seu próprio aparelho, avaliando se não é a hora de trocar de celular.
A crise de memória e os iminentes aumentos que decorrem dela são, no entanto, impeditivos razoáveis (desconsiderando a ausência de um “iPhone 18” no evento) para adquirir um modelo de última geração.
As duas alternativas restantes, portanto, envolvem pesquisar boas promoções ou restaurar o seu iPhone. A segunda opção foi a escolha de um inscrito do canal DirectorFeng, que enviou o seu iPhone 13 mini ao YouTuber, rendendo este vídeo em ASMR que detalha todo esse processo:
A restauração incluiu a substituição da bateria (que se encontrava com uma saúde de 77%, degradação suficiente para a Apple recomendar a troca) e a atualização do armazenamento interno (que foi dobrado, saltando de 256GB para 512GB).
Considerando que a memória NAND é soldada diretamente no iPhone, essa certamente foi uma das partes mais desafiadoras da restauração, junto com a organização na hora da desmontagem (que faz uso de uma série de ferramentas específicas para esse tipo de procedimento), a transferência de dados e a gravação de parâmetros no novo armazenamento do iPhone.
Pelo vídeo, o processo parece mais fácil do que ele realmente é, já que uma restauração como essa exige alguma familiaridade — inclusive com solda. A troca da bateria, entretanto, é um processo menos sofisticado, mas ainda demanda alguma atenção, e pode ser feito em todo caso com uma assistência da sua confiança.
Recentemente, fizemos a troca de bateria de um iPhone 15 Pro Max que apresentava um nível de degradação semelhante, tudo utilizando o kit de bateria da iFixit. Vale a pena conferir!
E você, é do time que arriscaria uma restauração dessas, ou normalmente opta por adquirir um iPhone novo?
Amazon is expanding shopping integrations across Prime Video, letting viewers discover products tied to thousands of shows, movies, and live sports through X-Ray, its shopping app, and a new Lens-powered “Shop the Scene” feature.
Não foram somente as baterias que aumentaram nos iPhones 18 Pro/18 Pro Max: a Apple também expandiu a velocidade de carregamento dos novos modelos, que agora podem ser recarregados a uma potência de até 60W a partir da entrada USB-C.
Graças a essa melhoria, os novos dispositivos podem ser recarregados do 0 até 50% em apenas 15 minutos (cerca de 33% mais rápido em relação aos 20 minutos necessários na geração anterior), enquanto 5 minutos são suficientes para fornecer até 6 horas de reprodução de vídeo.
Na hora de adquirir carregadores de terceiros, vale checar se os requisitos batem com os exigidos pela Apple para obter esse tempo de recarga nos iPhones 18 Pro — entre eles, é necessário um adaptador de energia de 60W com USB-C Power Delivery 3.1 e que seja compatível com fornecimento de tensão ajustável.
Nesse caso, mesmo o carregador de um MacBook, com maior potência — como um modelo de 96W ou 140W — não ajudariam a obter a velocidade máxima de recarga devido a ausência do suporte às tecnologias supracitadas. Portanto, um carregador com mais potência não garante, por si só, o carregamento mais rápido.
Já para carregamento sem fio, para recarregar do 0 até 50% em 30 minutos, basta utilizar o Carregador MagSafe com um adaptador de energia de 35W — ou outro modelo que forneça essa mesma potência.
Já imaginou assistir a uma cena de filme em que um rosto muda completamente e, pouco depois, ver algo parecido viralizar nas redes sociais? O que antes parecia reservado ao cinema hoje está ao alcance de qualquer pessoa.
Com ferramentas de inteligência artificial, trocar rostos deixou de ser uma tarefa complexa de edição. Em poucos passos, uma foto comum pode ganhar um novo contexto, permitindo transformar ideias criativas em imagens e vídeos compartilháveis.
Como o face swap com IA está mudando a edição de fotos e vídeos
Durante muito tempo, fazer uma troca de rosto convincente exigia softwares de edição, conhecimento técnico e bastante trabalho manual. Era necessário recortar imagens, ajustar proporções, combinar cores e corrigir imperfeições para obter um resultado natural.
Com a IA, boa parte dessas etapas pode ser automatizada. Os modelos conseguem identificar rostos, analisar características visuais e adaptar uma face à posição, iluminação e expressão da imagem original.
Essa evolução também mudou a produção de conteúdo. Uma ferramenta de troca de rostos como o VidMage permite experimentar diferentes ideias sem passar horas em um editor tradicional, tornando o face swap mais acessível para criadores e usuários comuns.
O que é possível criar com face swap hoje
O face swap atual vai muito além de simplesmente colocar um rosto em outra fotografia. A combinação entre IA e edição visual permite explorar diferentes estilos, personagens e situações, seja para entretenimento, redes sociais ou expressão criativa.
Algumas possibilidades incluem:
Estilos criativos
Uma selfie pode ganhar uma nova identidade visual ao ser inserida em uma pintura clássica, uma cena de ficção científica, um universo de fantasia ou uma temática sazonal. É uma forma simples de experimentar diferentes estilos sem precisar criar a imagem do zero.
Memes para redes sociais
O face swap também pode transformar modelos conhecidos de memes em conteúdos personalizados. Colocar o próprio rosto em uma situação divertida pode gerar imagens rápidas para compartilhar com amigos e seguidores.
Personagens fictícios
Outra possibilidade é assumir o papel de personagens fictícios, como cavaleiros, exploradores espaciais ou heróis de histórias em quadrinhos. Esse tipo de edição pode ser útil para narrativas visuais, fantasias e avatares.
Correção e edição de fotos
Nem todo uso precisa ser apenas criativo. O face swap pode ajudar a corrigir uma expressão, substituir uma foto em que alguém piscou ou combinar diferentes registros para obter uma imagem mais interessante, sem exigir experiência em edição.
Da criação ao resultado: como escolher um software de face swap
Com tantas ferramentas disponíveis, vale observar mais do que apenas a qualidade do efeito. Uma boa solução deve equilibrar facilidade de uso, controle criativo e segurança, especialmente para quem pretende trabalhar regularmente com fotos e vídeos.
Ao escolher um software, vale considerar:
Facilidade de uso: uma interface simples permite criar resultados sem conhecimentos avançados de edição.
Qualidade do resultado: rostos, expressões e proporções devem ser integrados de maneira natural.
Variedade de recursos: suporte a diferentes formatos e possibilidades de edição amplia os usos da ferramenta.
Privacidade: é importante entender como as imagens enviadas são processadas e armazenadas.
Compatibilidade: ferramentas disponíveis tanto online quanto em desktop oferecem mais flexibilidade para diferentes fluxos de trabalho.
Nesse sentido, o VidMage para troca de rostos no Mac é uma opção voltada para usuários que preferem realizar esse tipo de edição diretamente no computador. Ter uma versão para desktop também pode ser interessante para quem trabalha com um volume maior de imagens e busca mais praticidade no processo.
Privacidade, segurança e controle sobre suas imagens
As imagens devem ser usadas apenas com a autorização das pessoas retratadas. O face swap não deve ser usado para enganar, prejudicar ou constranger terceiros. Também é importante respeitar os direitos de imagem e evitar conteúdos que possam causar confusão sobre a identidade de alguém.
A privacidade é outro ponto importante. Segundo a política do VidMage, fotos, vídeos e informações de características faciais usados no processamento não são armazenados nem compartilhados com terceiros. Os arquivos enviados para os serviços online são excluídos automaticamente dos servidores em até duas horas.
Além disso, o VidMage informa que os dados dos usuários, incluindo fotos e vídeos enviados, não são utilizados para treinar modelos de IA. Nos aplicativos para desktop, os arquivos permanecem armazenados localmente no dispositivo, oferecendo ao usuário maior controle sobre seus próprios dados.
O futuro do face swap na criação de conteúdo
O face swap com IA está tornando a edição visual mais rápida e acessível. O que antes dependia de ferramentas complexas agora pode ser explorado por qualquer pessoa interessada em experimentar novas ideias com fotos e vídeos.
À medida que os modelos de IA evoluem, a tecnologia tende a oferecer resultados mais naturais e maior controle sobre as criações. O desafio será encontrar o equilíbrio entre liberdade criativa, qualidade e uso responsável, para que o face swap continue sendo uma ferramenta de expressão e não apenas um efeito visual.
In 1983 Benjamin Libet found that brain activity predicts your movements before you are aware of deciding to move. The result has been reproduced many times, and it has been used ever since to argue that free will is an illusion. Three new papers say the measurements were fine but the interpretation was not. Let's take a look.
O doc se concentra em uma expedição de 2021, quando Ali e Sajid Sadpara (pai e filho) e John Snorri Sigurjónsson partiram na missão de serem os primeiros a alcançar o cume do K2 no inverno, quando as condições da montanha são mais cruéis.
Segundo a Apple, o documentário revelará uma história “surpreendente e multifacetada” nas alturas geladas e no clima imprevisível do K2 — tudo em um ambiente que requer estratégia e determinação, em circunstâncias de vida ou morte.
Com edição de Joe Carey, direção de fotografia de Will Pugh e trilha sonora composta por Tom Hodge, o longa será disponibilizado no catálogo do Apple TV em 2 de outubro.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$34,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
A Uber anunciou hoje no Brasil o lançamento de um recurso que dará a pais e responsáveis a possibilidade de monitorar por vídeo as corridas solicitadas por adolescentes, segundo informações do Tecnoblog.
Disponível nos Estados Unidos desde o mês passado, a novidade será disponibilizada gradualmente na modalidade Uber conta Teens, que é feita para usuários entre 12 e 17 anos de idade.
Assim que a corrida for solicitada, pais e responsáveis serão notificados sobre a possibilidade de acompanhar uma transmissão ao vivo, que é encerrada automaticamente ao final do trajeto. As imagens capturadas também ficarão disponíveis na forma de uma gravação criptografada.
Divulgação/Uber
Há, no entanto, uma limitação importante: a disponibilidade da transmissão dependerá das condições técnicas do celular do motorista, o que dá a entender que o recurso não poderá ser ativado em certas situações mesmo que o usuário já o tenha configurado (outro requisito da novidade).
A Uber também aproveitou o anúncio para reforçar que as viagens solicitadas por adolescentes são oferecidas apenas para motoristas experientes, além de contar com todos os recursos disponíveis nas corridas para adultos (U-Áudio, U-Ajuda e U-Acompanha). Adolescentes do sexo feminino, inclusive, podem solicitar viagens apenas com motoristas mulheres (U-Mulheres) — algo já disponível para usuárias adultas.
As corridas para adolescentes passam a ficar disponíveis depois que o usuário configura um perfil familiar no app da Uber — algo que pode ser feito em Conta » Família.
The official trailer for Mike Flanagan's Prime Video adaptation of Carrie has been released
All eight episodes of the series are set to drop on October 7, 2026
Summer H. Howell stars in the titular role
The official trailer for Mike Flanagan's Prime Video adaptation of Carrie has been released, which you can catch up with in full below.
Following the same narrative as the Stephen King novel and subsequent 1976 horror movie starring Sissy Spacek, we can expect the new eight-episode series to "pull back the curtain on the urgent and arresting reinvention, bringing new depth and complexity to its beloved characters while exploring the forces that shape Carrie White (Summer H. Howell) as she navigates the cruelty and pressure of the modern world - building toward a single, shattering night.
"But how much do we really know about Carrie — or what happened in Chamberlain?"
Series regulars include Samantha Sloyan as Margaret White, Siena Agudong as Sue Snell, Alison Thornton as Chris Hargensen, Joel Oulette as Tommy Ross, Josie Totah as Tina, Arthur Conti as Billy, Thalia Dudek as Emaline, Amber Midthunder as Miss Desjardin, and Matthew Lillard as Principal Grayle.
Given that streamable titles such as Midnight Mass, The Haunting of Hill House and The Fall of the House of Usher are all already under Flanagan's belt, you might have expected the below trailer to feel a little more... spooky.
However, I think that there's a clever reason why it doesn't, and it's all thanks to Amazon.
Opinion: Prime Video's Carrie series looks frustratingly like yet another YA release
Even just within 2026 alone, Prime Video has an exceptional track record when it comes to creating popular young adult (YA) dramas. Shows like Off Campus, Every Year After and Sterling Point have helped to cement its status as the go-to streaming service for the genre.
As the saying goes, if it ain't broke, don't fix it. So if YA is a successful Amazon niche, why not make as much of its content fit the bill as possible? I watch the trailer above and don't see disturbing scares, but fairly run-of-the-mill teenage drama.
Of course, I'm getting ahead of myself here to a certain extent. Flanagan is seemingly allergic to creating bad (or bland) TV, and if a trailer is doing its job properly, what's waiting for us is hidden away rather than shown. It could be the case that the Carrie trailer is a total red herring for what's actually to come... and that idea is incredibly exciting.
I really hope I'm right — as brilliant as Prime Video's YA stories are, I don't want to see another in this instance. Bring on the pig's blood, that's all I'm saying.
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Le jeu vidéo pourrait bien devenir un terrain d’essai privilégié pour les agents d’IA. Des chercheurs britanniques ont justement imaginé un test qui les confronte à une partie de Civilization VI, où ils doivent planifier leurs actions sur plusieurs centaines de tours. Les résultats mettent en...
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O AirPlay é a maneira mais fácil de transmitir conteúdos de um iPhone, iPad ou Mac para smart TVs compatíveis ou Apple TVs — sejam eles vídeos ou músicas.
Indo mais além dos aplicativos nativos da Apple que permitem isso, há os apps de terceiros que também podem suportar a tecnologia. Um deles é o TikTok, rede social de vídeos curtos. A partir de qualquer post, basta alguns toques para transmitir os conteúdos da rede no aparelho compatível.
Antes de mais nada, certifique-se de que o TikTok possui acesso à rede local. Para isso, abra os Ajustes (Settings), toque em “Apps” e em “TikTok”. Depois, marque a chave ao lado de “Rede Local”.
Abra então o TikTok e localize a postagem que deseja enviar. Mantenha o dedo pressionado por alguns segundos em cima dela, role pela lista e toque em “Transmitir”.