Ahead of Apple's annual iPhone event at 10 a.m. Pacific Time today, Bloomberg's Mark Gurman has leaked all of the color options for the iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max, and the first-ever foldable iPhone named the iPhone Duo.
iPhone 18 Pro and iPhone 18 Pro Max color options:
Black
Light Blue
Burgundy
Silver
Burgundy has also been described as Dark Red or Dark Cherry.
Apple planned to introduce high-end in-ear AirPods with built-in cameras for analyzing the surrounding environment at today's event, but the launch has been pushed to next year, Bloomberg's Mark Gurman reports.
In early August, Gurman said the earbuds were progressing well enough to potentially ship before the end of the year. By mid-August, though, he reported that Apple had pulled the model from its 2026 road map, pushing the camera AirPods to a 2027 launch alongside the 20th-anniversary iPhone instead. Today's event will still include new AirPods 5 models.
Apple's foldable iPhone Duo will come with Apple Pencil support, reports Bloomberg's Mark Gurman. Gurman previously claimed that Apple had prototyped a dedicated Apple Pencil for its foldable iPhone that was "stubbier than the versions for iPads" and "designed to magnetically attach and charge on the side of the device," but he said it was unlikely that the accessory would be released.
Gurman's latest report mentions only "support for the Apple Pencil stylus" for the iPhone Duo, so it seems that the company has settled on a different approach.
Apple will increase the price of its high-end iPhones by just $100 per model upon the announcement of the iPhone 18 Pro and iPhone 18 Pro Max, Bloomberg's Mark Gurman reports, which is a smaller bump than many had been bracing for ahead of today's event.
In June, Apple hiked the cost of all of its Macs, iPads, and home products in response to the global memory shortage, but chose to keep iPhone pricing intact at the time. That is widely expected to change today, with the iPhone 18 Pro and iPhone 18 Pro Max expected to come in at a higher price than their predecessors.
Gurman's $100 figure comes in well below some of the more dire predictions floated over the summer. Analytics firm IDC had suggested increases of up to $200 for the Pro models, while GF Securities analyst Jeff Pu warned costs for the A20 Pro chip, RAM, and storage could push prices as much as $300 higher. TrendForce, citing memory chip costs that have risen nearly 400% year-on-year, had also modeled a $150 to $200 jump. Apple appears to be absorbing more of that cost itself rather than passing all of it on to buyers.
Earlier this year, Apple took steps to soften the blow of rising prices by launching the Apple Upgrade program in the U.S. The Klarna-backed leasing plan allows customers to pay a monthly fee in perpetuity and swap their device out annually for the newest version. Wireless carriers could also help to ease iPhone "sticker shock" by offering aggressive installment plans and trade-in incentives, Gurman added.
The Apple Watch Ultra 4 will feature improved battery life over the Ultra 3, according to Bloomberg's Mark Gurman.
Apple has highlighted a battery boost with each new Ultra model. Last year, the Ultra 3 was rated for up to 42 hours of normal use, up from 36 hours on the Ultra 2.
Faltando poucas horas para o evento “Surprise and shine” da Apple, uma nova leva de rumores trouxe detalhes que praticamente fecham o quadro do que a empresa deverá anunciar hoje.
As informações, divulgadas por Mark Gurman (da Bloomberg), indicam o possível nome oficial do iPhone dobrável, sua faixa de preços e uma série de especificações técnicas — além de novidades para Apple Watch e AirPods.
“iPhone Duo”: nome, preço e especificações
Depois de meses sendo tratado internamente como “iPhone Ultra”, o primeiro iPhone dobrável da Apple deverá chegar ao mercado como “iPhone Duo” — um nome que reforça a característica central do aparelho, que terá duas telas (uma externa e uma interna, ao abrir).
Segundo o relato, o preço de entrada será de US$2.000 para a versão com 256GB de armazenamento. As versões de maior capacidade — que deverão chegar a 2TB — podem levar o preço a algo próximo de US$3.000. A Apple estaria absorvendo parte do aumento de custos causado pela recente crise de memória (RAM 1Random access memory, ou memória de acesso aleatório./NAND) para conseguir manter o valor de entrada nessa casa, repassando o excedente apenas para quem optar por mais armazenamento.
Cores branco e azul-escuro (aparentemente sem opção em preto).
O lançamento nas lojas está previsto para “o mais cedo possível em outubro“, segundo o termo usado no relato, sugerindo que o dispositivo poderá chegar depois dos “iPhones 18 Pro/18 Pro Max”.
“iPhones 18 Pro e 18 Pro Max”
Do lado dos modelos tradicionais, o desenho deverá permanecer praticamente idêntico ao da geração anterior — a principal mudança visual ficará por conta da nova cor estilo cereja, substituindo o laranja da linha atual.
As atualizações mais relevantes ficarão por conta de:
Ilha Dinâmica (Dynamic Island) menor e aprimorada, agora com suporte a três Atividades ao Vivo (Live Activities) simultâneas (contra duas atualmente);
Great reporting from @markgurman. The new Dynamic Island with 3 items is already supported in iOS 27. Here’s what it looks like.
Ótima reportagem de @markgurman. A nova Dynamic Island com 3 itens já é suportada no iOS 27. Aqui está como ela fica. O código requer uma região de sensor com menos de 100 pontos de layout de largura, ou abaixo de 16,57mm para esse novo modo. O iPhone 17 Pro tinha 20,76mm.
Novo sistema de câmeras, com o modelo Pro Max ganhando abertura variável para maior controle de profundidade de campo e melhor desempenho em pouca luz;
Chip “A20 Pro”;
Câmara de vapor redesenhada para dissipação de calor;
Cores preta, azul clara, prateada e cereja.
Quanto aos preços, o aumento deverá ficar limitado a US$100 por modelo — bem abaixo do que analistas vinham projetando (entre US$200 e US$300), embora o valor final possa variar mais em mercados fora dos Estados Unidos, dependendo da cotação local.
Apple Watches
Os novos relógios não deverão trazer mudanças radicais de design, mas há novidades importantes: o “Apple Watch Series 12” deverá recuperar a opção de caixa em cerâmica, enquanto o “Ultra 4” provavelmente ganhará melhorias de autonomia de bateria.
O destaque, porém, é um recurso batizado de “Recaps”, ligado à Siri e a um novo app “Readiness” (variante do Sinais Vitais). A função usaria os sensores do relógio — e, segundo os rumores, também trechos de conversas captadas ao longo do dia — para gerar um resumo das atividades do usuário. A Apple garantiria que nenhum áudio é armazenado nem transcrito; os dados seriam processados e descartados na hora, exigindo hardware específico de processamento seguro de áudio, presente apenas nos modelos novos. O recurso poderá ficar ativo o dia todo, ser acionado sob demanda ou vinculado a locais específicos.
“AirPods 5”
Por fim, a linha de earbuds também deverá ganhar uma atualização mais discreta, com os “AirPods 5” trazendo cancelamento de ruído ativo bastante aprimorado. Como na geração anterior, deverão continuar existindo duas versões — uma com estojo de recarga sem fio e outra sem esse recurso.
O evento “Surprise and shine” começará às 14h (horário de Brasília) e deverá confirmar — ou desmentir — boa parte dessas informações de última hora.
Atualização 09/09/2026 às 10:09
Em um estilo já diferente do de Tim Cook, o novo CEO 2Chief executive officer, ou diretor executivo.John Ternus acaba de publicar um teaser no X:
Pelo pouco que dá para ver no vídeo, podemos interpretar a luz com uma alusão à abertura variável da câmera do “iPhone 18 Pro Max”, e na parte inferior dá para ver um pouquinho da nova cor cereja.
Notas de rodapé
1
Random access memory, ou memória de acesso aleatório.
Gurman says that the 20th-anniversary iPhone will make heavy use of glass, with the front and rear wrapping around the edges to sandwich a thin metal band.
The company expects to launch iPhone Pro models next year that will make use of a new glassy look, according to the people, who asked not to be identified because the work is confidential. Glass is used on the front and back of the phones — known internally as V73 and V74 — and the material will curve into the sides of the devices, with a metal band in the middle.
Gurman does mention a "more aspirational version" that "used even more glass," but says that design "was scrapped early on" in the development cycle.
It's possible that this more ambitious design is the one Lee was referring to in today's report, but Gurman implies that it was discarded some time ago, rather than being a more recent development as Lee had suggested.
Lee's report also appeared to suggest that the all-glass design would have been for an all-new model, saying the Jefferies analysts believed Apple's plan was to "extend the all-glass features to future iPhone Pro and Pro Max models," but we have not heard anything about such a potential additional model in quite some time. All recent rumors have been pointing toward the glass-heavy design already being for the Pro and Pro Max models in next year's lineup.
Como ele já havia relatado anteriormente, a ideia da Apple é lançar os modelos Pro do ano que vem (chamados internamente de V73 e V74) com um design majoritariamente de vidro — material que estará tanto na parte frontal quanto na traseira, bem como na lateral, que será curva.
Essa lateral deverá contar com uma faixa metálica adicional para lhe dar suporte — uma adição que teria ocorrido no meio do projeto, depois que a Apple passou a enfrentar problemas na tentativa de conectar os dois painéis de vidro sem qualquer material intermediário.
Em resumo, o roteiro de produtos planejados pela Apple não teria mudado — os iPhones de vidro já estariam em fase avançada de testes e praticamente finalizados — e fontes na empresa afirmaram que ela espera “causar impacto” com a mudança no ano que vem.
Antes desse lançamento, no entanto, a Apple deverá lançar neste ano o primeiro iPhone dobrável (junto aos novos modelos Pro, com visual semelhante aos da geração atual), bem como o “iPhone 18”, o “iPhone Air 2” e o “iPhone 18e” — estes, porém, apenas no início do ano que vem.
iPhone 17 Pro Max
Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
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De acordo com o jornalista da Bloomberg, Mark Gurman, a Apple teria cogitado (e posteriormente descartado) um recurso bastante interessante para o Apple Upgrade: a transferência dos dados do iCloud do usuário para o novo aparelho antes mesmo de ele ser enviado para o assinante.
Revelada na última edição da sua newsletter “Power On”, a ideia — descrita como um recurso premium — seria especialmente bem-vinda para as trocas anuais de iPhones realizadas durante o período do serviço adquirido, livrando o usuário de ter que configurar seu aparelho ao ligá-lo pela primeira vez.
The Apple Upgrade feature that never made it past the drawing board: a so-called white-glove component, where your new device each year would arrive at home ready to go, preloaded with all of your data via your iCloud backup. Here’s what happened. https://t.co/PZ4r8jEgvG
O recurso de atualização da Apple que nunca saiu do papel: um componente supostamente premium, em que seu novo dispositivo chegaria à sua casa a cada ano, pronto para uso, com todos os seus dados pré-carregados por meio do backup do iCloud. Veja o que aconteceu.
Essa ideia, no entanto, esbarrou em um obstáculo importantíssimo: a privacidade do usuário, já que dados do iCloud só poderiam ser acessados pela Apple nos casos em que a Proteção Avançada de Dados (Advanced Data Protection) com criptografia de ponta a ponta não foi ativada. Isso, é claro, não inclui o Reino Unido, onde o recurso não pode ser mais acessado.
Como lembrou o 9to5Mac, o acesso remoto às definições de sistema de um iPhone obtido por meio do Apple Upgrade poderia ser associado ao Presto, um sistema proprietário de gerenciamento de atualizações baseado em hardware (empurrado especificamente por um Mac mini com um sistema customizado) para realizar o update de iPhones lacrados.
Anunciado no mês passado, o Apple Upgrade oferece o leasing de Apple Watches, iPhones, iPads e Macs para clientes dos Estados Unidos, com planos de até 36 meses dependendo do dispositivo escolhido.
De acordo com Mark Gurman, a Apple já planeja pelo menos três gerações para os seus iPhones dobráveis, estreando a sua resposta ao segmento com o anúncio do “iPhone Ultra”, previsto para ocorrer no mês que vem.
Um diferencial para as próximas gerações dos celulares dobráveis da Apple já colocado em pauta pelo jornalista da Bloomberg na edição mais recente da sua newsletter “Power On” é o aumento no tamanho das telas — tanto a interna quanto a externa, que deverão contar inicialmente com dimensões de 7,8 e 5,5 polegadas, respectivamente, segundo os rumores —, embora não tenha ficado claro se as mudanças ocorrerão na segunda ou na terceira versão do “Ultra”.
Imagem: fpt.
Cotado para ser lançado ainda este ano, o aparelho que marcará a estreia da Apple no mercado dos smartphones dobráveis e deverá contar com o chip “A20 Pro”, o modem “C2”, a volta do Touch ID (que deverá ser posicionado na lateral do aparelho, no botão liga/desliga) e um preço inicial cujas especulações flutuam entre US$2.000 e US$2.500.
Na avaliação de Gurman, o dobrável marcará a primeira mudança de design revolucionária dos iPhones, que passou por pequenas mudanças visuais ao longo dos anos, mas manteve essencialmente o mesmo formato desde 2007.
Em sua tradicional newsletter “Power On”, o jornalista Mark Gurman (da Bloomberg) tratou dos planos da Maçã para futuro do Apple Watch. A linha poderá passar por reformulações em seu formato, expandindo a variedade de modelos ofertados — mas essa mudança não estaria no horizonte de curto prazo.
Ainda que o bem-estar seja um pilar basilar do segmento de vestíveis (tanto por parte da Apple quanto na concorrência), a equipe de design industrial da empresa trabalha em novos produtos que funcionem como a resposta da Maçã à expansão da gama de dispositivos vestíveis disponíveis no mercado, sejam os anéis inteligentes ou as pulseiras sem tela.
Gurman salientou, no entanto, que essas mudanças poderão “levar tempo” para chegar ao consumidor final, e que atualizações modestas deverão definir o tom da linha durante pelo menos os próximos dois anos; ele reiterou ainda que a Apple planeja reintroduzir o acabamento em cerâmica — ou agora em setembro, com o “Apple Watch Series 12” e o “Ultra 4”, ou com os modelos que deverão ser apresentados no ano que vem —, além de apresentar melhorias significativas de performance.
Quem lidera a frente de ampliação dos vestíveis da Apple é Eddy Cue, que assumiu o comando do setor de saúde no ano passado. O executivo parece estar atento às iniciativas de empresas como a WHOOP ou a Oura, que redefiniram a relação dos wearables com a integração de recursos de inteligência artificial (IA) — o que, dada a expansão da IA no ecossistema da Maçã, poderá ser um caminho para os diferenciais em termos de software.
Os planos para o futuro, de acordo com o jornalista, envolvem variações de wearables sem telas, que deverão ser ainda mais acessíveis do que o Apple Watch SE, além de variantes que extrapolam a linha Ultra e Hermès. Gurman mencionou que, embora acredite que a hipótese nunca se transformará em um lançamento real, a Apple cogitou ainda a implementação de telas redondas.
Ao fazer um breve passeio pela trajetória do Apple Watch, ele destacou que as suas evoluções, assim como as do iPhone, partiram (e seguem partindo) de mudanças incrementais, sem romper com o formato do relógio apresentado por Tim Cook em 2014. Ao traçar um paralelo com a trajetória dos iPhones, a ampliação dos formatos do Apple Watch lembra a expectativa de que o “iPhone Ultra” redefina o paradigma de formato dos celulares da Maçã.
Apple Watch Ultra 3
Cores: natural ou preto Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
Material: alumínio ou titânio Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia Tamanho: 42mm ou 46mm Conectividade: GPS ou GPS + Cellular Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
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Apple is already making plans for its third-generation foldable iPhone, with launch expected as early as 2028, according to Bloomberg's Mark Gurman.
Writing in his latest "Power On" newsletter, Gurman said the first foldable iPhone is about to get what he called the device's first "truly revolutionary design change" this year, and that Apple already has a roadmap extending two generations beyond it. A second-generation model is planned for 2027, Gurman says, with a third version following as early as 2028.
The third-generation foldable will apparently feature slightly larger displays on both the inside and the outside compared to its predecessors, though he did not provide specific screen sizes. The first foldable iPhone is expected to launch with a 7.8-inch inner display and a 5.5-inch cover display, so any increase would build on those dimensions. This is the first report to lay out plans for a third-generation model, extending Apple's foldable roadmap a year beyond where it previously stood.
The first foldable iPhone is expected to arrive this year with an ultra-thin design, Touch ID instead of Face ID, the A20 chip, C2 modem, and the moniker "iPhone Ultra," at a price around or above $2,000. The second-generation foldable, meanwhile, is reported to have already received the go-ahead for development, according to the Weibo leaker known as "Digital Chat Station," who said the "iPhone Ultra 2" project has been formally approved and will likely reuse the first-generation model's display. That model is expected to launch in fall 2027 alongside the 20th-anniversary iPhone.
Apple is re-evaluating the Apple Watch lineup and considering a host of radical new designs, according to Bloomberg's Mark Gurman.
In today's edition of his "Power On" newsletter, Gurman compared plans for the Apple Watch's evolution to the "revolutionary design change" that the foldable iPhone represents. It will be "something that transforms the product for a new era." Apple's industrial design team has reportedly been "exploring a broader rethink of its smartwatches" for some time, with several directions under evaluation.
The company is apparently taking the resurgence of fitness bands without screens and smart rings seriously. As a result, the company is considering new Apple Watch-style devices with no display, as well as new Apple Watches with different types of screen and various new sizes.
Apple has also contemplated giving the Apple Watch a round display, but Gurman cautioned that such a device is unlikely to be released. The company has also considered introducing new premium variants designed to sit above the Ultra and Hermès models, alongside even more affordable options in addition to the Apple Watch SE.
The company has not yet settled on a direction for the product line, but it is said to be "determined to reinvent the lineup in response to growing competition." It also plans to make its wearables more AI-focused, with ambitious long-term plans to revamp the Health app.
Gurman believes that the Apple Watch revamp "could be as significant as the iPhone's transformation from a slab design into a foldable device." Apple purportedly hopes to reinvigorate its Wearables, Home and Accessories segment, which has struggled to generate growth over recent years.
Como sabemos, o então vice-presidente sênior de engenharia de hardware da Apple, John Ternus, assumirá o cargo de CEO1Chief executive officer, ou diretor executivo. no dia 1º de setembro — e ele trará de volta para a empresa uma antiga colega.
De acordo com o jornalista Mark Gurman (da Bloomberg), a Apple recontratará Laura Legros, que atuou como vice-presidente de engenharia de hardware até se aposentar em 2022. Ainda segundo as informações, Legros assumirá o cargo de vice-presidente e trabalhará de forma integrada em diferentes áreas da empresa.
Naturalmente, a recontratação da executiva é um caso raro na Apple, principalmente considerando que Legros já havia se aposentado. Durante sua carreira, ela ajudou a gerenciar a entrega de produtos, os cronogramas de desenvolvimento e a coordenação entre as equipes de engenharia.
Além de nomear Legros para sua nova equipe, Ternus também busca promover mudanças na equipe de design da Apple, segundo Gurman. Além disso, alguns outros executivos da empresa estão se aproximando da idade de aposentadoria e já confirmaram suas saídas nos próximos anos.
De acordo com Mark Gurman, jornalista da Bloomberg, a Apple pretende transformar seus futuros óculos e headsets em dispositivos voltados à saúde.
Na edição mais recente da newsletter “Power On”, ele ressaltou que a ideia já havia sido levantada durante o desenvolvimento do Apple Vision Pro, que contaria com uma versão do Apple Fitness+ com execução local — permitindo que o dispositivo auxiliasse os usuários no acompanhamento dos seus treinos e na análise dos movimentos —, mas o recurso foi descartado.
A ideia, no entanto, parece viva para novos dispositivos, como os rumorados óculos inteligentes da Apple. O que ressalta essa especulação é a descrição de uma vaga para uma liderança estratégica de design de produto.
Com vinculação ao Vision Products Group, a demanda envolve “definir o futuro das experiências de saúde, bem-estar e condicionamento físico nos produtos de computação espacial”, transformando “oportunidades ambíguas na interseção entre computação espacial, vestíveis, saúde do consumidor e comportamento humano”.
Caso esse direcionamento se concretize a partir da estreia da Apple no segmento dos óculos inteligentes, essa abordagem — somada à integração com o seu ecossistema — pode se tornar a sua marca registrada em relação a competidores estabelecidos desse mercado, como a Meta.
Novos AirPods ainda em 2026?
Questionado sobre o futuro dos AirPods, Gurman rememorou que, embora a primeira versão dos AirPods com câmeras integradas a recursos de inteligência artificial (IA) — de codinome B798 — tenha sido adiada para 2027, uma segunda versão encontrada no código do iOS 27, sob o codinome B790, pode sugerir que a estreia dessa reformulação dos fones ocorrerá ainda em 2026.
Imagem: ChatGPT
O jornalista mencionou, ainda, que a última variante estaria no cronograma interno da Apple com previsão de lançamento já para este ano.
AirPods Max 2
Chip: H2 Cores: azul, roxo, meia-noite, estelar ou laranja
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Inicialmente, a limitação da disponibilidade era restrita ao Mac mini e ao Mac Studio, mas agora ela já afeta os notebooks mais populares da Maçã. Segundo as fontes de Gurman ligadas ao varejo, percebe-se uma maior dificuldade por parte da Apple em manter o estoque previsto, e também mais limitação no fornecimento de novas unidades.
Also in Power On: Major shortages hit the MacBook Air amid the memory and silicon crunch, with many new orders now not arriving until September. Apple appears to be prioritizing sales now of the entry level MacBook Pro. https://t.co/3aouZVsmsg
Também na “Power On”: grande escassez atinge o MacBook Air em meio à crise de memórias e silício, com muitos novos pedidos agora não chegando até setembro. A Apple parece estar priorizando agora as vendas do MacBook Pro de entrada.
A hipótese não parece difícil de atestar: para quem opta por adquirir os notebooks agora, seja em uma Apple Store física ou online, o prazo de entrega para novos modelos pode se estender até setembro em casos de personalização (cor, tela e memória) ou até o final de agosto para configurações básicas.
Ele afirmou que isso se deve em parte à priorização da aquisição de novas memórias para o MacBook Pro de entrada (modelo de 14 polegadas), que poderá ganhar em breve uma atualização com o chip “M6” durante o outono do hemisfério norte (nossa primavera — isto é, entre setembro e dezembro).
Por fim, o jornalista observou que, tanto em seus sites quanto nas lojas físicas, o MacBook Pro básico ganhou mais destaque do que os MacBooks Air, um feito possivelmente inédito. Em alguns casos, a Apple chega a incluir um aviso de que a linha Air está sujeita à disponibilidade de estoque.
MacBook Pro de 16″
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5, M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB Adaptador de energia: USB-C de 70W ou 96W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
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Citando pessoas familiarizadas com o cronograma de lançamentos da Maçã, ele explicou que a set-top box e o alto-falante inteligente deverão ser lançados durante o outono do hemisfério norte (nossa primavera, entre setembro e dezembro), enquanto o smart hub é previsto atualmente para algum momento entre outubro próximo e o início do ano que vem.
Rumorado há algum tempo, o smart hub deverá contar com uma tela de 7 polegadas e servir como peça central dessa nova investida da Apple no mercado de casa inteligente. Seu sistema operacional, por sua vez, será baseado no tvOS e apostará em uma interface que misturará elementos do iOS com características do watchOS, incluindo grades de ícones, widgets e apps.
Compatível com “chamadas de vídeo via FaceTime, monitoramento residencial e um sistema de interfone para residências que possuem vários dispositivos domésticos da Apple”, ele também será capaz de reproduzir mídia e contará com mostradores personalizáveis que lembram as watchfaces do watchOS. Além disso, é esperado que ele conte com um recurso de reconhecimento facial, permitindo-lhe distinguir os moradores de uma casa — algo que proporcionará experiências personalizadas.
Ainda segundo Gurman, há duas versões desse smart hub “no forno”. A primeira delas, de codinome J490, “posiciona a tela sobre uma base em formato de meia cúpula, semelhante a um HomePod mini cortado ao meio”; já a segunda, de codinome J491, foi projetada para ser afixada a uma parede com a ajuda de um sistema magnético. A ideia da Apple, que também está projetando uma interface “companheira” para o dispositivo no iPhone, é que o usuário tenha mais de um hub desse em sua casa.
A nova Apple TV (J265) e a próxima geração do HomePod mini (B525), por sua vez, não deverão introduzir mudanças significativas de design, mas contarão com chips mais velozes e suporte à Siri AI.
O jornalista, vale lembrar, também já apostou em uma câmera de segurança interna feita para competir com os dispositivos da linha Amazon Ring. Com o codinome J450, ela também chegou a ter seu lançamento especulado para este ano, mas não chegou a ganhar uma nova previsão nessa reportagem.
Para a estreia das telas OLED1Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico. e do suporte ao toque em computadores com o suposto “MacBook Ultra”, a Apple poderá recorrer exclusivamente à Samsung Display como fornecedora dos painéis.
A informação partiu do site sul-coreano The Elec, o qual afirmou que, segundo as suas fontes relacionadas à cadeia de suprimentos, cerca de 250 mil unidades de painéis OLED de 14 e 16 polegadas (8,6ª geração) da Samsung foram encomendadas, com previsão de produção em massa para o mês de agosto.
A Apple não teria cogitado a LG Display e tampouco a BOE para o desenvolvimento dessas telas, devido a questões de rendimento, tornando a Samsung a única fornecedora viável.
De acordo com uma série de leakers, analistas e jornalistas, especulava-se que o “MacBook Ultra” tivesse o seu lançamento entre o final deste ano e o início do ano que vem, mas devido à crise de memória é possível que ele de fato chegue às lojas somente em 2027.
Segundo o jornalista Mark Gurman (da Bloomberg), tal Mac deverá ser equipado com os chips M5 Pro e M5 Max, com o conjunto (design, construção e tela) posicionando-o acima dos MacBooks Pro.
MacBook Pro de 16″
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5, M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB Adaptador de energia: USB-C de 70W ou 96W
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
De acordo com informações da Bloomberg, a Apple lançará na próxima semana o “Apple Upgrade”, um serviço de assinatura que incluirá iPhones, iPads, Macs e até mesmo Apple Watches.
Desenvolvida em parceria com a empresa financeira Klarna Group Plc, a iniciativa será disponibilizada primeiro apenas nos Estados Unidos — tanto em lojas físicas da Maçã quanto na Apple Store Online.
Assim como outros programas do tipo, o “Apple Upgrade” permitirá que os usuários quitem o dispositivo antecipadamente durante o contrato, façam um upgrade para um modelo mais recente antes do fim da assinatura ou fiquem com o aparelho ao final do período de locação. Ainda segundo as informações, é possível que taxas adicionais sejam cobradas em casos específicos.
Mais precisamente, aluguéis de iPhones e Apple Watches terão uma duração de 24 meses, enquanto Macs e iPads poderão ser usados por 36 meses. Sujeito a uma análise de crédito antes da contratação do serviço, o usuário sempre poderá devolver o seu aparelho ao final do período de locação.
A Bloomberg disse ainda que o plano da Maçã é divulgar o “Apple Upgrade” como uma forma de realizar pagamentos menores do que os oferecidos por programas de financiamento tradicionais. Além disso, ela estaria se preparando para descontinuar o iPhone Upgrade Program e a modalidade de financiamento tradicional para abrir espaço para a nova oferta.
Ao contrário do iPhone Upgrade Program, no entanto, o “Apple Upgrade” não incluirá o AppleCare; dispositivos de entrada — como o Apple Watch SE 3, o iPad (A16 Bionic), o iPhone 16 e o MacBook Neo — não estarão disponíveis no novo programa; por fim, usuários corporativos e estudantes também ficarão de fora da brincadeira.
Rumorado há alguns anos — e supostamente cancelado internamente pela companhia no final de 2024 — o “Apple Upgrade” chegará pouco tempo depois de a Apple aumentar os preços de vários de seus produtos em decorrência da crise de DRAM 1Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório., provocada pela alta demanda por chips de memória no mercado de inteligência artificial.
Notas de rodapé
1
Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório.
Fontes da cadeia de suprimentos dão conta de que a Apple estaria avaliando a utilização de uma tela maior para o iPhone — de quase 7 polegadas, mais especificamente — em um futuro próximo.
A informação veio do leakerDigital Chat Station, o qual comentou na rede social chinesa Weibo que o tamanho físico do novo painel seria de exatas 6,96 polegadas. Ele especula que essa ampliação deverá acontecer no“iPhone 20 Pro Max”, a versão maior da edição comemorativa de 20 anos da linha, marcada para chegar em 2027, sucedendo o “iPhone 18 Pro Max”.
Caso o rumor se confirme, esse se tornará o maior painel já utilizado em um iPhone (embora a diferença em relação às 6,86″ do iPhone 17 Pro Max seja pequena), número suficiente para que o arredondamento das campanhas publicitárias da Apple dê conta de uma tela de 7″.
A proposta dos modelos comemorativos de 20 anos, conforme especulam vários insiders, é de uma tela sem intervenções, com bordas curvas. Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, esses novos iPhones deverão contar com um chip “A21” de 2 nanômetros, que poderá estar presente ainda na segunda geração do iPhone dobrável. Resta a dúvida se a Apple pulará a linha “iPhone 19” e seguirá direto com o “20” (ou “XX”), como fez com os iPhones 8/8 Plus e o iPhone X, em 2017.
iPhone 17 Pro Max
Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
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