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Opting Into Training Siri AI and Apple Foundation Models

15 September 2026 at 21:55

Amber Neely:

A new section in the iOS 27 privacy policy shows that Apple has reversed its stance on using customers’ data to train its AI models. Previously, the company assured customers that it had no need for customer data, and would figure out how to make Siri AI work well without it.

Apple maintains that it “takes steps to ensure that personal data is not stored or used by Apple.” But as Heise points out, and Apple has said in the terms of service for a few years now, the audio material may be listened to by Apple employees after anonymization.

[…]

It also admits that data collected may be reviewed by “review personnel.” It is unclear if “review personnel” are Apple employees or a third-party company contracted to read conversation transcripts, as it has historically been.

Chance Miller:

Starting today, when a user enables Siri AI, they will see a setup screen asking whether they want to opt in to “improve Siri and Apple Intelligence,” with two options: “Share Audio and Text” or “Not Now.”

[…]

What’s important to note here is that nothing is changing about the type of data Apple collects if you opt in to this setting. What’s changing is that Apple will now use the data to train and refine its Foundation Models, as well as Siri and Dictation like before.

nunez:

iOS 26 had a toggle you could select to disable all Apple Intelligence features.

That toggle was removed for iOS 27. Every AI feature has to be turned off individually.

Previously:

Claude Cowork vs ChatGPT Work: Which AI Can Actually Do Your Work?

15 September 2026 at 17:00
Claude Cowork and ChatGPT Work are competing to become the workplace AI agent. Here’s how their files, browser, desktop, and automation capabilities compare.

Rocket Lab is seeing red about NASA's decision on a Mars spacecraft

14 September 2026 at 22:32

In theory, developing a spacecraft that will fly to Mars, insert itself into orbit around the red planet, and relay transmissions back and forth to large satellite dishes on Earth is a relatively straightforward proposition.

NASA's procurement of a "Mars Telecommunications Network" spacecraft, however, has turned out to be one of the most engrossing dramas of the year for the US space agency.

The agency finally reached a decision earlier this month, selecting Blue Origin to develop, launch, and operate a $700 million spacecraft at Mars. However, the main competitor for the award, Rocket Lab, was not happy—at all. On Friday, the company filed a protest of NASA's decision with the US Government Accountability Office.

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© Blue Origin

Rocket Lab is seeing red about NASA's decision on a Mars spacecraft

14 September 2026 at 22:32

In theory, developing a spacecraft that will fly to Mars, insert itself into orbit around the red planet, and relay transmissions back and forth to large satellite dishes on Earth is a relatively straightforward proposition.

NASA's procurement of a "Mars Telecommunications Network" spacecraft, however, has turned out to be one of the most engrossing dramas of the year for the US space agency.

The agency finally reached a decision earlier this month, selecting Blue Origin to develop, launch, and operate a $700 million spacecraft at Mars. However, the main competitor for the award, Rocket Lab, was not happy—at all. On Friday, the company filed a protest of NASA's decision with the US Government Accountability Office.

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© Blue Origin

OpenAI anuncia novidades para o ChatGPT Voice, Work, Codex e a Biblioteca

11 September 2026 at 01:23

A OpenAI anunciou recentemente uma série de novidades para o ChatGPT, incluindo uma atualização muito bem-vinda para usuários do ChatGPT Voice.

Agora, o assistente pode usar os modelos GPT-5.6 ou GPT-6 Astra quando precisa pesquisar ou raciocinar sobre questões mais difíceis — e o usuário pode escolher qual usar com um seletor.

Além disso, a empresa também simplificou os limites de uso diários do GPT-Live:

  • Go: até 3 horas com o GPT-Live-1 mini, substituindo o acesso ao GPT-Live-1;
  • Plus: até 3 horas com o GPT-Live-1;
  • Pro (US$100/mês): até 15 horas com o GPT-Live-1;
  • Pro (US$200/mês): uso ilimitado do GPT-Live-1;
  • Plus e Pro: não mudam mais para o GPT-Live mini depois de atingir o limite de uso do Voice.

Com essas mudanças, os planos Plus e Pro não mudam mais para o GPT-Live-1 mini depois de atingir o limite de uso do Voice. Além disso, os níveis separados de inteligência do Voice (Instant, Medium e High) foram descontinuados.

Novidades para o ChatGPT Work e Codex

A OpenAI anunciou também que a Deep Research está agora disponível no ChatGPT Work e no Codex para os planos Plus, Pro, Business, Enterprise e Edu. Basta ao usuário digitar @Deep Research ou pedir explicitamente para usá-la no comando.

Outra novidade chegando aos dois recursos é o plugin Data, que ajuda a analisar dados de negócios conectados. É possível fazer uma pergunta sobre um negócio, investigar mudanças ou até mesmo criar um dashboard interativo sobre o conteúdo analisado.

Now everyone can put data to work.

We’re introducing a new Data agent in ChatGPT Work so you can turn your company’s data into answers, interactive dashboards, and action—just by asking.

Just add the Data Plugin in ChatGPT Work, connect to the data sources and context you… pic.twitter.com/R7N3I2NFCN

— ChatGPT (@ChatGPT) September 10, 2026

Biblioteca

Agora também é possível compartilhar arquivos e pastas no ChatGPT pela Biblioteca. É possível compartilhar com pessoas específicas ou com integrantes do workspace, com opções de gerenciamento de acesso e uma visualização dos conteúdos compartilhados.

Por fim, a Biblioteca também suporta agora o Box, o Dropbox e o SharePoint, que se juntam ao Google Drive para permitir que o usuário pesquise com facilidade por arquivos e pastas disponíveis nessas plataformas e os usem como contexto em conversas.

OpenAI anuncia ChatGPT Images 2.5 com geração até 50% mais rápida, novo recurso de desenho e mais

8 September 2026 at 21:13

A OpenAI acaba de anunciar o ChatGPT Images 2.5, pouco mais de quatro meses após a última versão do seu modelo de geração de imagens avançado.

Enquanto Images 2 foi um update mais corpulento, o Images 2.5 chega com novidades incrementais (detalhes mais nítidos, geração de imagens até 50% mais rápida, edição mais precisa e ferramentas de criação/compartilhamento avançadas).

ChatGPT Images 2.5—faster, sharper, smarter, with better tools for creating whatever you can dream of.

– Faster image generation to keep your ideas flowing

– Improved fidelity for more natural, recognizable images

– Consistent details across multiple edits

– Comment-based… pic.twitter.com/SjHITKJUSV

— OpenAI (@OpenAI) September 8, 2026

Em seu post de anúncio, a OpenAI explicou que o novo modelo produz “luz mais natural” e “texturas mais ricas”, além de seguir instruções de edição mais fielmente ao longo de várias tentativas. Ele também estaria melhor na hora de preservar o assunto principal de uma imagem de referência.

Além dessas melhorias, também foi introduzido o recurso “Sketch”, que permite ao usuário desenhar uma imagem de referência diretamente no ChatGPT, bem como predefinições (templates) de formatos populares de imagens, compartilhamento de prompts e mais.

Some ideas are easier to draw than describe.

Use Sketch to draw right in ChatGPT and show it exactly what you have in mind.

Just type “@ Sketch” in ChatGPT. pic.twitter.com/gx6fw0xy3K

— OpenAI (@OpenAI) September 8, 2026

Por fim, a OpenAI anunciou duas versões do Images 2.5 voltada a desenvolvedores: o GPT-Image-2.5 Flare e o GPT-Image-2.5 Sunburst, os quais estarão disponíveis por meio da API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. do ChatGPT (com o Flare como opção padrão). Enquanto o primeiro traz uma oferta de recursos mais comum, o segundo é voltado para “workflows visuais premium” que demandam um maior nível de controle.

Use-o [GPT-Image-2.5 Sunburst] para fluxos de trabalho criativos e de edição, como campanhas publicitárias prontas para produção ou imagens de produtos com acabamento profissional.

O Images 2.5 já foi liberado para usuários de todos os planos do ChatGPT, do ChatGPT Work e do Codex em todas as plataformas suportadas.

via 9to5Mac

Notas de rodapé

  • 1
    Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.

NordVPN Premium à 4,49 €/mois : pourquoi choisir la formule avec mots de passe et cloud

8 September 2026 at 09:01
Le forfait NordVPN Premium n’a pas le même rôle que l’offre Basique. C’est justement ce qui le rend intéressant. Pour la rentrée, l’enjeu n’est pas seulement de sécuriser une connexion Wi-Fi dans un train, un hôtel ou un espace de coworking. Il s’agit aussi de reprendre la main sur ses mots de...

MacVoices #26245: MacVoices Update 2026-08

By: Chuck
1 September 2026 at 02:27
In the August 2026 MacVoices Update, Chuck outlines how a little time off slowed down some projects, reviews new episode artwork designed to better communicate each show’s subject, discusses why feedback is so important to what you hear and see, and delivers the Support Report form the month.  http://traffic.libsyn.com/maclevelten/MV26245.mp3 Show Notes: Support: Become a MacVoices […]

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Anthropic Introduces an In-App Browser for Claude Cowork

27 August 2026 at 15:18

Hot on the heels of OpenAI’s addition of a cloud-based browser to ChatGPT Work, Anthropic has added an in-app browser to Claude Cowork in its desktop app. What’s interesting about the two browser implementations is that while both ChatGPT Work and Claude Cowork are meant to be used for general knowledge work, Claude Cowork’s browser is something of a hybrid that mixes aspects of OpenAI’s Codex built-in browser with its ChatGPT Work cloud-based browser.

First of all, I do not yet have access to Claude’s in-app browser, so the following is based solely on Anthropic’s announcement and other documentation. Still, the differences are worth understanding since the tools are aimed at different workflows.

Like Codex’s in-app browser, Claude Cowork’s in-app browser is built into the desktop app itself. That ties Claude’s browser to the instance of its app running on your Mac. Turn your Mac off or close the Claude app, and the browser becomes unavailable. Leave the Claude app running, and you’ll be able to control the browser session remotely through the Claude mobile app or the web.

From there, however, the browsers diverge. As you’d expect, the Codex implementation is developer-oriented, with tools to build, inspect, and annotate web pages along with access to a terminal, repos, and diffs. In contrast, Claude Cowork’s in-app browser opens automatically as needed for general-purpose web tasks instead of development tasks.

Also, while both ChatGPT Work’s and Claude Cowork’s browser implementations benefit from being isolated from your other day-to-day browser use outside those apps, their handling of login credentials is a little different. As I wrote in greater detail yesterday, ChatGPT separates the login process from the model’s activity and evaluates the login page for things like phishing schemes. Claude Cowork’s in-app browser offers two ways to log in: manually, or by importing cookies from logged-in sessions in another browser. Currently, Claude supports cookie imports on the Mac from Chrome, Edge, and Firefox, but not Safari. In addition to the security benefits that come with a browser that runs isolated from your everyday browser, Claude also requests permission before acting on a site for the first time, blocks high-risk sites, checks actions against the your requests, and uses the same prompt injection protections as its Chrome extension.

My first-run experience with ChatGPT Work’s cloud browser was a mixed bag but showed promise. Although I haven’t tried Claude Cowork’s browser yet, I’m glad to see Anthropic moving in the same direction as OpenAI here. Isolating agent browsing by bringing the browser into Claude and ChatGPT doesn’t solve every security issue, but it’s a good starting point. I expect we’ll see both Anthropic and OpenAI iterate quickly on this theme in the coming months.

Framework responds to complaints that BIOS update bricks Ryzen 7040 laptops

19 August 2026 at 21:21

A BIOS update for the Framework Laptop 13 with AMD Ryzen 7040-series processors is bricking the systems, multiple users have reported online.

Framework started shipping pre-built Ryzen 7040-based Framework Laptop 13 computers and compatible motherboards in 2023. In June 2026, Framework released BIOS 3.20 for the devices. The update adds mainboard support for features, including a haptic touchpad and new speakers, for the higher-end Framework Laptop 13 Pro and fixes issues, including one “where the Battery Extender status was reported incorrectly following a reboot, hibernation, or shutdown after the timer had expired," per a post on Framework’s forum from an employee.

Some users say that they installed the update successfully.

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© Andrew Cunningham

MacVoices #26152: Live! – Apple Vision Pro Backlash, Bartender is Back, and Apple Productivity App Changes

By: Chuck
25 May 2026 at 18:42
The MacVoices Live! panel examines backlash around Apple rumor reporting, especially Vision Pro speculation and the impact of click-driven headlines on developers and readers. Chuck Joiner, David Ginsburg, Marty Jencius, Eric Bolden, Brian Flanigan-Arthurs, Jeff Gamet and Mark Fuccio then turn to Bartender’s return after past trust concerns, alternatives for menu bar management, and whether […]

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Surfshark One+ dépasse le simple VPN, mais le surcoût se discute

21 August 2026 at 07:30
Surfshark One+ réunit VPN, antivirus, blocage des publicités et surveillance des données personnelles dans une formule pensée pour renforcer simplement la sécurité numérique sur plusieurs appareils.

NordVPN garde une offre plus sobre pour ceux qui veulent l’essentiel

7 August 2026 at 16:30
NordVPN Standard est proposé dès 3,49 €/mois avec une connexion chiffrée, des serveurs rapides et les fonctions VPN essentielles, sans inclure les options supplémentaires des packs complets.

Uso do iCloud por ex-funcionários da Apple pode ter favorecido vazamentos de arquivos confidenciais

3 August 2026 at 23:10

Uma nova reportagem do The Information aponta para a existência de um problema estrutural na forma como a Apple gerenciava arquivos de trabalho de seus funcionários — algo que teoricamente permitiu que quem não fazia mais parte do time de colaboradores da empresa continuasse tendo acesso a documentos importantes e confidenciais.

Ex-funcionários da empresa afirmaram ao site que, no tempo em que estiveram em seus cargos, a Maçã incentivava o uso de suas Contas Apple pessoais para armazenar arquivos de trabalho. Para tal, a empresa adicionava 2TB de armazenamento a essas contas e elas passavam a contar com uma pasta denominada “Apple Work”, onde tais arquivos deveriam ser armazenados.

Essa abordagem existe para contornar uma limitação presente nos iPhones: a impossibilidade de usar duas contas primárias da Apple no mesmo dispositivo. Desta forma, vincular a pasta de trabalho à conta pessoal dos funcionários é uma maneira de evitar que eles tenham que usar um segundo iPhone apenas para assuntos corporativos — uma questão de comodidade.

Adição de armazenamento

Quando o funcionário deixa a empresa, a Maçã remove o armazenamento adicional concedido e o acesso à pasta “Apple Work” — o que, na prática, impede que a maioria dos arquivos de trabalho continuem sendo sincronizados com os ex-trabalhadores. Isso, em teoria, já que nem todos os arquivos eram compartilhados diretamente para essa pasta confidencial.

Dados pessoais do iCloud

Os funcionários relatam que, às vezes, documentos do Pages, do Keynote e outros arquivos poderiam ser compartilhados por colegas diretamente para as suas pastas pessoais do iCloud — o que faz com que eles permaneçam disponíveis (e com sincronização ativada) mesmo após deixarem a empresa — sem que eles façam nenhum esforço ativo para mantê-los.

Nada a ver com caso contra a OpenAI, diz Apple

Esse relato vem à tona em meio ao andamento do processo judicial que a Maçã abriu contra a OpenAI, acusando-a de obter, a partir de ex-funcionários, segredos confidenciais envolvendo seus projetos de hardware — o que pode dar a entender que alguns desses segredos poderiam ter sido obtidos sem uma atuação mais ativa dos acusados.

A Apple disse ao The Information que o processo não diz respeito a documentos compartilhados ou armazenados no iCloud e que não persegue ex-funcionários apenas porque arquivos confidenciais foram mantidos acidentalmente em suas contas pessoais — o que dá crédito à informação publicada pelo site, mesmo que não haja relação com o caso.

Por falar em Apple vs. OpenAI…

Por falar no imbróglio com a dona do ChatGPT, o 9to5Mac noticiou recentemente que a Apple rejeitou a atribuição do julgamento à juíza magistrada Virginia K. De Marchi — o que resultou numa redistribuição do caso para o juiz distrital Edward Davila. O juiz Nathanael Cousins, por sua vez, ficará responsável pela fase de produção de provas antes do julgamento.

Com as mudanças, a audiência inicial do processo, que estava marcada para 13 de outubro, foi cancelada e provavelmente acontecerá em outra data — embora os prazos para as partes conversarem sobre uma possível conciliação e planejamento de provas (até 22 de setembro) e para as chamadas initial disclosures (até 6 de outubro) estejam mantidos.

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