Os resultados dos alunos portugueses no PISA voltaram a cair, com a leitura e a matemática a registarem os valores mais baixos das últimas décadas. Num contexto em que os jovens passam cada vez mais tempo em frente aos ecrãs, especialistas apontam possíveis impactos na concentração, nos hábitos de leitura e no desempenho escolar.
Na medicina, a computação espacial e os headsets de realidade aumentada/virtual — incluindo o Apple Vision Pro — têm sido aplicados em uma gama crescente de ambientes clínicos e cirúrgicos.
Inclusive, um novo estudo divulgado pelo Asymco, realizado por pesquisadores do Shiley Eye Institute (vinculado à Universidade da Califórnia em San Diego), está entre os primeiros a avaliar o uso do Apple Vision Pro como a tela principal de visualização intraoperatória para cirurgia lacrimal endoscópica.
Entre os achados do estudo, o uso do Vision Pro foi associado a tempos operatórios mais curtos e a uma menor carga de trabalho relatada pelo cirurgião — ocupando, ao mesmo tempo, um espaço mínimo. Por ser uma das primeiras avaliações do dispositivo para a cirurgia em questão, esses resultados sugerem vantagens ergonômicas e de fluxo de trabalho, mas requerem confirmação em estudos maiores e controlados.
Por outro lado, o Vision Pro é criticado por dois aspectos: ser grande/pesado demais e ser muito caro. Segundo o estudo, mesmo para um hospital, o custo do Vision Pro não é “insignificante” — ainda assim, ele levou em conta o que o dispositivo é capaz de fazer e, sob essa ótica, aponta-se que o headset representa um excelente custo-benefício.
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