A ANACOM afirma que as plataformas da Meta foram responsáveis por mais de 50% das reclamações sobre serviços digitais recebidas durante o segundo trimestre do ano. Entre as plataformas que geram mais queixas em Portugal incluem-se ainda as da Google e a rede social X.
Meta took days to remove ads containing AI-generated child sexual abuse material (CSAM) on Facebook and Instagram. Some ads featured photos of real kids, including a press photo of a young member of a European royal family and images swiped from a popular Instagram profile of a preteen girl deemed an influencer.
In an investigation published Tuesday, the Tech Transparency Project (TTP) reported that Meta failed to detect 332 ads containing CSAM this year. The “vast majority” of ads promoted AI apps made in China, while many ads promoted so-called “nudify” apps that make it easy for bad actors to use AI and digitally alter images of children.
TTP matched “multiple CSAM ads to photos of real children that appeared online.” These ads seem to violate federal child pornography laws, since the Justice Department has clarified that AI CSAM is just as harmful as CSAM. The young royal’s image was “animated into a video of her performing a graphic sex act,” TTP found. Other ads animated a photo of a 14-year-old Instagram influencer “showing off her new sports club uniform” into “a video of her performing oral sex.” A third “preteen” victim “posing in a pink athletic outfit with pigtails” in a series of stock photos was morphed into a video where she looks frightened as she’s molested by an adult male, TTP reported.
Even if the legislation passes, tech companies may still find ways to frustrate its intent and keep Australians hooked on their feed
Social media could become a “choose your own adventure” between the doom-scrolling status quo, or just the feed of the friends you want to see, if the government’s planned digital duty of care legislation passes, and the tech companies don’t muck around on compliance.
Instagram and Facebook’s parent company agreed to sweeping alterations and a payment of up to $18bn to settle a landmark trial
Meta’s agreement to change how teenagers use its social networks marks a major turning point for the US tech giant, setting a precedent that could significantly reshape how other social media operates in the coming years.
Meta agreed to substantial alterations to Instagram and Facebook on Wednesday as part of a settlement to end a landmark lawsuit. Dozens of US states had accused it of addicting and harming children with dangerous products. The company also agreed to pay up to a combined $18bn over a decade to several US states and territories involved in the suit.
Also: OpenAI CEO Sam Altman expressed his surprising sympathy over the construction of datacenters across the country
Hello, and welcome to TechScape. I’m Blake Montgomery, US tech editor at the Guardian, writing to you from a sunny park in New York City, which was supposed to endure rain all weekend but in fact delivered the best weather of the year.
The integration of Apple Maps in Ford’s future electric vehicle platform generates discussions of the auto industry picking and choosing technology. The MacVoices Live! panel also examines security risks involving Claude Cowork and exposed shared chats, OpenAI’s dispute with Hugging Face, and the hazards of autonomous AI tools. If that wasn’t enough, selfie-based account recovery puts a new spin on the facial recognition.The panel includes: Chuck Joiner, Web Bixby, Eric Bolden, Marty Jencius, David Ginsburg, Brian Flanigan-Arthurs, Jim Rea, Jeff Gamet, and Mark Fuccio.
Do smart glasses need video recording to be relevant? The MacVoices Live! panel debate the importance of privacy, accessibility, navigation, object recognition, captions, and visual assistance as measures of usefulness. They examine the stigma created by existing smart glasses, the difference between processing and storing images and the public expectations around recording, detection apps, and […]
Já está disponível em pré-venda no Brasil o livro “A Apple na China”, tradução oficial de“Apple in China”, obra lançada no ano passado pelo especialista Patrick McGee que retrata as transformações no mercado chinês resultantes dos investimentos da Maçã.
“Como uma parceria criada para aumentar a eficiência e reduzir custos ajudou a transformar a economia global e a indústria de tecnologia?” é o questionamento que move o título, que foi lançado no Brasil pela editora Livros de Valor.
No livro, McGee revela os bastidores da relação entre a Apple e a China, com base em uma pesquisa aprofundada de mercado que incluiu “centenas de entrevistas, documentos confidenciais e relatos inéditos”.
Esse embasamento ajudou o autor a falar com propriedade sobre as concessões, disputas e decisões que possibilitaram a colaboração entre ambas e, principalmente, discorrer sobre as suas consequências econômicas — e até geopolíticas.
Para os interessados, o livro já pode ser adquirido na Amazon — por R$75 ou R$52 em suas versões física e digital, respectivamente. Ele será lançado oficialmente no dia 26 de agosto.
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Um AirTag usado para rastrear uma cadela ajudou a encontrar um casal de idosos que foi evacuado da casa de repouso onde residiam após um incêndio florestal atingir o espaço, localizado em British Columbia (no Canadá).
Conforme relatado ao Globalnews.ca, as duas filhas do casal ficaram desesperadas quando viram as notícias envolvendo os incêndios na cidade de Summerland — que foi completamente evacuada —, uma vez que moram bem longe do local onde os pais residem.
Foi aí que uma delas lembrou que a cadela do casal tinha um AirTag em sua coleira e começou a observar a localização apontada pelo rastreador, que apontou para um famoso centro de convenções e comércio na província.
Embora concluísse que eles estavam seguros, a mulher começou a se preocupar com a medicação do pai e com a perda de memória da mãe, e decidiu fazer um apelo para encontrá-los em uma comunidade do Facebook.
Após a publicação, várias pessoas começaram a ligá-la afirmando terem visto seus pais e que eles estavam bem. “Eles são adoráveis, eles estavam cumprimentando a todos”, diziam algumas das pessoas que ligavam.
Uma mulher, então, encontrou os pais de Helen Gonzalez e ligou para ela. A mulher ajudou a conseguir uma cama confortável e alimento para eles, além de ter permitido que a filha falasse com os pais pelo telefone.
Além do AirTag, a linha de apoio criada para famílias entrarem em contato com seus entes queridos foi essencial para o reencontro e para o final feliz dessa história.
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Meta has released Muse Glimmer, a slimmed-down open-weight AI model designed to run locally on a single GPU for agent tasks such as scheduling, file management, coding, and tool use. The release is based on Meta's closed Muse Spark 1.2 model and appears to be aimed at attracting developers who want capable AI agents without relying entirely on cloud-hosted services. Engadget reports: Facebook said that it's making the "weights" that AI systems use to choose responses available to everyone on Hugging Face along with developer documentation. The download is available for free, and users can run the model on their own PCs. The company noted that optimized integrations will land on llama.cpp and other sites, "so you can go from download to working agent in minutes."
The model is powerful for its size, according to Meta, with the "strong success rates" on benchmarks like DeepSearch QA, MCP-Atlas and SWE-Bench (which evaluates its ability write and debug code). It also supports reliable tool use, multi-step reasoning, failure recovery, multimodal input and scaffold compatibility for work with OpenClaw and other agent orchestrators. It was trained on data from over 100 languages, the company added. "Rather than centralizing superintelligence, we should distribute it widely and give every person the ability to direct it," CEO Mark Zuckerberg said in an essay accompanying Muse Glimmer's release. "This has the potential to begin a new era of personal empowerment where individuals can use this powerful new capability to reach their full potential, pursue their interests, and improve their lives and the world more than ever before."
Com inúmeros modelos e variações de Macs já fabricados, a Apple consegue abranger diferentes públicos-alvo. Desta forma, seja você uma pessoa que usa computador apenas para navegar na web ou um profissional que precisa de máquinas parrudas para dar conta do recado, pode usufruir de notebooks ou desktops da empresa.
Para ter certeza de qual modelo de computador da Apple você tem no momento, é possível conferir exatamente essa informação pelo sistema.
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5, M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB Adaptador de energia: USB-C de 70W ou 96W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
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A causa della crisi delle memorie, il prezzo dei portatili è aumentato notevolmente. Per un nuovo notebook da meno di 600 euro è possibile puntare sul Lenovo IdeaPad Slim 3 con Snapdragon X e 16 GB di memoria RAM.
Sfruttando la promo in corso su Amazon, infatti, il modello in questione è ora disponibile in sconto a 569 euro, con anche la possibilità di pagare in 12 rate mensili, per gli utenti abilitati ai pagamenti rateali.
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O macOS é o sistema operacional que equipa os computadores da Apple, os Macs.
Para receber os novos recursos e estar sempre protegido contra ataques ou brechas de segurança, é recomendável manter o seu dispositivo atualizado para a última versão disponível.
Veja como conferir qual versão do sistema seu Mac está usando! 👨💻
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5, M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB Adaptador de energia: USB-C de 70W ou 96W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
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O MacBook Air foi atualizado neste ano com o chip M5 e é o notebook ideal para quem quer um Mac portátil capaz de lidar com a grande maioria das tarefas diárias. Além disso, ele traz um visual moderno, com uma tela Liquid Retina e o conector MagSafe 3.
Se você está de olho nesse notebook, estamos trazendo hoje duas ofertas muito boas no KaBuM! — atrativas principalmente levando em conta os recentes aumentos de preços na linha de computadores da Maçã.
Modelo de 13 polegadas
O modelo de 13″, na cor prateada, traz 16GB de memória unificada, 1TB de SSD1Solid-state drive, ou unidade de estado sólido. e chip M5 com uma GPU 2Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico. de 10 núcleos.
MacBook Air de 13” (M5 com GPU de 10 núcleos, 16GB de memória e 1TB de SSD)
Parcelado: de R$19.599,00 por R$12.902,10 em até 10x À vista no Pix: de R$17.639,10 por R$12.257,00
Ele está saindo por R$12.902,10, valor que pode ser parcelado em até 10 vezes no cartão de crédito. Se levarmos em conta que o preço tabelado desse mesmo computador é de R$19.599, estamos diante de um desconto de 34%.
Para quem preferir pagar à vista no Pix, o preço cai para R$12.257,00, o que representa um desconto de 31% se compararmos com o valor à vista praticado pela Apple, de R$17.639,10.
Para pagamentos à vista no Pix, o preço fica melhor: cai para R$13.667,99. Como o valor à vista praticado pela Maçã no país é de R$19.439,10, estamos diante de um desconto de 30%.
Para aproveitar ambas as ofertas, aplique o cupom 8DO8 no carrinho.
Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.
Não perca! 💻
Fique sempre por dentro das ofertas!
Se você não é louco, é claro que gosta de economizar. E, para isso, o MacMagazine tem diversas opções para ajudar você a conseguir comprar o seu produto Apple pagando menos!
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Notas de rodapé
1
Solid-state drive, ou unidade de estado sólido.
2
Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico.
Ruling comes as part of second phase of landmark trial that found social media company enabled harm against users
A New Mexico court has ordered Meta, the parent company of Facebook, to pay $567m into a fund aimed at redressing adverse mental health impacts from the social media giant’s platforms.
The Thursday ruling comes as a part of the second phase of a landmark trial the social media giant lost in March. At the time, a jury found that the company knowingly harmed children’s mental health and concealed what it knew about child sexual exploitation on its platforms, and imposed the maximum penalty: a $375m fine.
Sometimes you have to fight fire with fire. But when it comes to AI slop and hateful content threatening the safety and value of social media platforms, adding more fire—in this case, more AI—can make the problem worse.
At its best, social media can be a haven for people who want to share their experiences and knowledge. It gets closest to this ideal when users contribute authentic, valuable content, whether that’s a uniquely thoughtful blog post or a helpful video on how to build a PC. Relying primarily on AI tools to preserve that authenticity misses what makes social media worthwhile in the first place: the people behind it.
Erroneous erasures
In April, a Slack channel for moderators of the r/AskHistorians Reddit community was usually busy. The channel, which automatically receives links to modmail messages, was flooded with alerts after dozens of comments and posts dating back 10 years were automatically removed from the subreddit.
Apple briefly removed Telegram from the App Store on Monday night after a review found content that violated its guidelines against child sexual abuse material (CSAM), but restored the app a short while later, according to Reuters.
It seems like this was a symbolic gesture. Removing the app didn’t affect any of the customers who had already downloaded it. Probably none of them saw the image. And restoring the app doesn’t mean that it’s completely free from CSAM—probably none of the major platforms is. It just means that Telegram did the obvious thing after the violation was reported, which presumably they would have done, anyway.
And before even contacting the developer? Telegram banning the account is what actually prevented users from potentially seeing the CSAM. Apple’s action seems like either a mistake or trying to send them a message.
I would note, by the way, that the Telegram app was apparently never removed from the Mac App Store. Which goes to show how little Apple cares about the Mac App Store.
Because Telegram quickly removes illegal content from public groups using all kinds of moderation tools, the attacker had to resort to a technical trick. He inserted AI-modified illegal content by editing an old message in an active group chat. As a result the content was effectively hidden from the group’s members, preventing them from seeing/reporting it.
The attacker was a takedown extortionist: someone who demands ransom from group owners in exchange for not targeting their communities. These extortionists use automated accounts to plant illegal content in public groups and then report it directly to Apple, attempting to trigger the removal of legitimate communities whose owners refused to pay them.
[…]
Extortionists have found a way to manipulate Apple into overreacting. Apple removed Telegram from the App Store before contacting us. This creates a potential systemic risk for every mobile app that hosts user-generated content. If an app used by more than a billion people can be removed from the App Store without prior warning, any app can be.
During the time the app was unavailable, many speculated that the move was politically motivated, or perhaps in response to the recent discovery that Telegram has allegedly been using an obfuscated private UIKit API to animate its emoji picker.
It’s sad but kind of hilarious that both of these so disparate theories were considered possible. Durov really does have political enemies, and Apple really does seem to have it out for Telegram. But, also, using private API to animate emojis totally seems like something that Telegram would do and that Apple would overreact to.
Over the last nine months, Mark Zuckerberg’s Meta has run dozens of paid ads that include explicit AI-generated child sexual abuse material (CSAM) and images of minors alongside sexually suggestive statements, according to details of the ads shared with WIRED. The ads, which in some cases reached several thousand accounts, were targeted at people living in the United States, United Kingdom, and more than a dozen European countries.
This is much worse than what happened with Telegram, yet Apple didn’t overreact.
Você é daqueles que estão cansados de manter o Facebook instalado em seu dispositivo apenas para usar o Marketplace? Então trago boas notícias: a Metalançou um aplicativo independente para a plataforma, em comemoração aos seus dez anos.
O Seller, como o próprio nome já indica, é indicado para usuários que vendem com frequência no Facebook Marketplace. É um entendimento de que usar o app principal da plataforma para vendas pode não ser a melhor experiência para esses vendedores.
Divulgação/Meta
Como destaques, o Seller oferece ferramentas centralizadas como criação de anúncios impulsionada por inteligência artificial, uma caixa de entrada unificada para mensagens de compradores, gestão de estoque e dados de desempenho de venda.
Divulgação/Meta
Disponível, por ora, apenas para usuários dos Estados Unidos (e com 18 anos de idade ou mais), ele sincroniza automaticamente com a conta do Facebook caso ela esteja conectada ao dispositivo.
Selo de verificação
A Meta também está lançando o Facebook Verified, um selo de verificação gratuito que ajudará usuários a comprovar a autenticidade de seus perfis em locais como os grupos, o Marketplace e o Namoro (Dating).
Divulgação/Meta
Para garantir um selo, os usuários (que não podem ser páginas e perfis profissionais) deverão enviar um vídeo no formato de selfie, o qual a plataforma comparará com as fotos publicadas para atestar a autenticidade.
Divulgação/Meta
Divulgação/Meta
A novidade está sendo lançada gradualmente em mercados selecionados (com planos de expansão global), mas a empresa não especificou exatamente quais são eles. Ela é restrita a maiores de 18 anos.
Mais novidades
A Meta ainda anunciou que está implementando uma nova experiência imersiva em que o usuário visualiza um modo de vídeo em tela cheia assim que abre o Facebook — uma opção para quem consome muitos vídeos na plataforma.
Por fim, a empresa também destacou o recém-lançado app Forum e novos recursos da Meta AI — como a possibilidade de encontrar um date no Namoro usando IA, sugestões de preços no Marketplace e um assistente para criadores.
Meta today announced Facebook Verified, a free badge designed to confirm that a Facebook profile belongs to a real person rather than an AI-generated fake.
The feature uses a selfie-based verification process: users record a short video selfie, which Meta checks against their existing profile photos to confirm a match. Meta says the process is free and typically takes just a few minutes to complete, though accounts must meet the company's trust and safety standards to qualify.
Facebook Verified is limited to users 18 and older who are in good standing with Meta's Community Standards around fraud, scams, and deceptive practices, and who show no evidence of inauthentic behavior. The badge is not available for Pages or ProMode accounts, positioning it squarely as a personal-profile feature rather than one aimed at creators or businesses.
Once verified, the badge will appear on Marketplace, Dating, Groups, and Profile, with Meta planning to extend it to Feed posts over time. There is no subscription fee for the feature, and the badge carries across the platform once a user has completed the one-time verification process.
The launch is separate from Meta Verified, the company's existing paid subscription that bundles a verified badge with extras like impersonation protection and direct account support. Facebook Verified is free and narrower in scope, aimed specifically at signaling humanity rather than offering premium account features.
Facebook Verified is rolling out in phases, starting in select markets, with Meta planning to expand availability globally over time.