Semanalmente, destacamos aqui os cinco artigos mais lidos no MacMagazine — caso você tenha perdido algum ou queira reler a matéria (e/ou seus comentários).
Para quem possui surdez ou alguma dificuldade de audição, é possível habilitar a exibição das legendas do Gemini Live enquanto estiver usando-o no seu Mac. Veja como! 👨💻
Com o app aberto, acesse as configurações do navegador. É possível fazer isso indo até Chrome » Ajustes…, na barra de menus, usando o atalho de teclado ⌘ command, ou clicando no botão com três pontinhos (no canto superior direito).
Selecione “Inovações de IA” (na barra lateral esquerda) e entre em “Gemini no Chrome”.
Por fim, marque a chave ao lado de “Legenda descritiva”.
Na prática, você poderá conferir as legendas nas conversas do Gemini Live, como no exemplo abaixo:
Com a disponibilização do Gemini no Google Chrome para Macs, ficou muito fácil consultar o serviço de inteligência artificial da empresa para alguma atividade que precisa fazer.
Por padrão, o painel lateral do Gemini fica localizado na parte direita da tela do seu computador. Mas, se preferir, é possível que ele seja mostrado no lado esquerdo.
Com a liberação do Google Gemini no navegador Chrome para macOS, tornou-se possível utilizar a inteligência artificial da empresa de uma maneira rápida, sem precisar abrir um aplicativo separado, por exemplo.
Uma das maneiras de sair ou voltar a navegar pelo Gemini no Chrome é por meio de um atalho de teclado. Apesar de já vir com um pré-configurado, você pode alterá-lo.
Abra as configurações do Chrome, indo até Chrome » Ajustes…, na barra de menus, usando o atalho ⌘ command, ou clicando nos três pontinhos, no canto superior direito.
Selecione “Inovações de IA” e entre em “Gemini no Chrome”. Clique no lápis ao lado de “Atalho para navegação” e utilize o teclado para adicionar o novo atalho preferido.
Semanalmente, nosso moderador Marcelo Melo seleciona cinco tópicos que estão em discussão no MM Fórum para serem destacados por aqui.
Os tópicos são escolhidos de acordo com o nosso bom senso, considerando o número de respostas, a atualidade do assunto e/ou a utilidade para o público em geral.
Há dois meses, falamos aqui sobre o RetinaDesk, um site muito bacana que ajuda você a escolher o melhor monitor externo para o seu Mac, levando em conta todas as especificidades dos computadores da Apple.
Pois bem, recentemente, a ferramenta ficou ainda mais completa com a adição de uma página que ajuda você a descobrir, de maneira extremamente intuitiva, a quantidade máxima de displays externos suportados pela sua máquina.
O banco de dados da ferramenta cobre todos os Macs com Apple Silicon lançados até hoje, bem como suas respectivas variantes — detalhe que joga o total de computadores listados pelo RetinaDesk para nada menos que 53.
Encontrar essa página é fácil: basta acessar o site do RetinaDesk, clicar na aba “Tools” na parte de cima da tela e, depois, selecionar a opção “Mac External Display Support by Chip” — ou simplesmente acessar esse link. Feito isso, é só selecionar o modelo do seu Mac na seção “Which Mac is it?” e, em seguida, sua respectiva variante — indicada pelo chip e o ano de lançamento (e, às vezes, o número de portas do computador) — em “Step 2”.
Captura de tela/RetinaDesk
Uma vez que você indicar o modelo do seu Mac, o número máximo de monitores externos ao qual ele pode ser conectado deverá aparecer à direita da tela, junto de uma ilustração do seu “setup máximo” — ou seja, com o maior número de monitores possível.
A nova página, no entanto, não para por aí, já que ela também conta com outra seção a qual ajuda você a montar setups com diferentes combinações de monitores, os quais podem ter resoluções e taxas de atualização distintas — sempre levando em conta, é claro, as limitações do seu computador. Ela também é uma boa forma de descobrir se o seu Mac suporta uma resolução ou uma taxa de atualização (ou uma combinação dessas duas coisas) específica.
Captura de tela/RetinaDesk
A seção “What each built-in port can drive”, por sua vez, exibe com quais resoluções/taxas de atualização cada porta do seu computador é compatível, além de revelar a sua versão (se é Thunderbolt 4 ou 5, por exemplo). Logo abaixo, temos a seção “How you can arrange the displays” que, como seu nome indica, mostra todas as combinações possíveis de monitores para a sua máquina.
Por fim, a ferramenta também deixa você comparar um Mac qualquer com outro modelo da sua escolha, checar se sua máquina precisa estar no modo clamshell para suportar um setup específico e aprender sobre soluções alternativas e suas respectivas concessões.
Captura de tela/RetinaDesk
Assim como o resto das ferramentas do RetinaDesk, essa nova página é totalmente gratuita, com o único “porém” sendo o fato de que ela não está disponível em português — problema que, é claro, pode ser facilmente remediado com a ajuda das ferramentas de tradução dos navegadores atuais.
Rivalizando com iniciativas como o app Granola ou o assistente Notetaker do Wispr Flow, o recurso era anteriormente restrito aos encontros virtuais ocorridos dentro da plataforma do Google.
Divulgação/Google
Ele permite que o Gemini transcreva conversas e crie resumos da reunião salvos em um documento do Google, criando ainda um relatório encaminhado ao email do usuário com detalhes dos assuntos tratados e uma lista de tarefas da reunião. O Anota pra Mim é compatível tanto com as versões web quanto com o app do Google Meet.
Divulgação/Google
De acordo com o Google, a distribuição ampliada começou hoje para a versão web e iniciará no dia 31 de agosto para o app no iOS. A ferramenta está disponível para os assinantes dos planos AI Pro (além do AI Pro for Education) e Ultra — no caso dos consumidores finais — e nos planos padrão e Plus das soluções Business e Enterprise do Google Workspace.
O WhatsApp está desenvolvendo uma opção para customizar a barra padrão de reações com emojis, permitindo que os usuários substituam qualquer uma das seis opções predefinidas pelo emoji de sua preferência. No entanto, esse recurso deverá fazer parte de um novo conjunto de funcionalidades para assinantes do WhatsApp Plus, conforme informações do WABetaInfo.
Os usuários poderão substituir qualquer emoji por outro do teclado e fazer quantas alterações quiserem — bem como restaurar a barra de reações padrão a qualquer momento. A imagem abaixo mostra uma tela de “reações padrão” com o conjunto predefinido de emojis, à esquerda, e uma versão personalizada, à direita.
Atualmente, o conjunto padrão inclui os seguintes emojis: polegar para cima (👍), coração vermelho (❤️), rosto chorando de rir (😂), rosto surpreso (😮), rosto chorando (😢) e mãos juntas (🙏). Esses emojis são os mesmos para todos os usuários, independentemente de suas preferências; para reagir a uma mensagem com um emoji diferente, é preciso tocar no botão “+”, de modo a abrir o teclado completo de emojis.
A opção para customizar a barra padrão de reações com emojis está em desenvolvimento para iOS e ainda não foi liberada nem mesmo para os testadores da versão beta.
A OpenAI está lançando um novo recurso opcional para o ChatGPT no macOS que pode monitorar suas atividades diárias no computador — abrangendo aplicativos e sites — e transformá-las em memórias e em uma linha do tempo.
Chamado Computer History, o recurso está disponível inicialmente para usuários dos planos Pro, Business e Enterprise. Para usá-lo, é necessário ativá-lo em Configurações » Integrações no aplicativo do ChatGPT para macOS.
ChatGPT can now remember your activity across the apps and websites on your computer.
With Computer History in the desktop app, future interactions feel more personalized and require less explanation. pic.twitter.com/WHZPxPp31R
O ChatGPT agora pode lembrar-se da sua atividade em aplicativos e sites no seu computador.
Com o Computer History no aplicativo para desktop, as interações futuras parecem mais personalizadas e exigem menos explicações.
Segundo a OpenAI, isso permitirá que o ChatGPT localize arquivos, documentos e conversas relevantes para a sua consulta — independentemente de estarem no Google Docs, no Slack ou em uma aba aberta do navegador — sem que você precise reexplicar todo o contexto da sua solicitação.
Isso também será útil para aqueles momentos em que você sabe que leu algo, mas não faz ideia de onde. Naturalmente, a novidade requer que o recurso de Memórias também esteja ativado.
A OpenAI aponta que os usuários terão controle total sobre quais aplicativos e sites o recurso poderá acessar. No macOS, haverá uma nova opção na barra de menus para remover qualquer aplicativo do recurso, além de uma nova configuração no aplicativo do ChatGPT para desktop que permite excluir aplicativos e sites específicos.
Todos esses dados são armazenados localmente; assim, você pode visualizar o que o sistema captura e excluir itens caso não queira que façam parte da linha do tempo. Ademais, o recurso vem desativado por padrão, e você também pode pausá-lo a qualquer momento pela barra de menus.
Como dito, o Computer History está sendo disponibilizado para todos os usuários dos planos Pro, Business e Enterprise — exceto em regiões como o Espaço Econômico Europeu (EEE), o Reino Unido e a Suíça, onde a função será disponibilizada “nas próximas semanas”.
Outras novidades
O ChatGPT também ganhou, recentemente, um punhado de outras novidades que tornam mais fácil incluir documentos e arquivos salvos nas suas conversas, bem como encontrar o que você precisa e retomar de onde parou.
Na web, o texto copiado do Google Docs ou de outra conversa do ChatGPT preserva títulos, negrito, links e listas, tanto durante a escrita quanto após o envio da mensagem.
Adicione arquivos salvos sem precisar carregá-los novamente graças à opção “Adicionar da biblioteca”.
Selecione vários itens da Biblioteca de uma só vez, arrastando o cursor sobre vários arquivos ou pastas para selecioná-los em conjunto.
A busca agora inclui pastas e localiza títulos de conversas. Na web, você também pode pesquisar dentro da Biblioteca para encontrar seus arquivos salvos.
No iOS/Android, o ChatGPT consegue identificar quando uma conversa por voz em segundo plano parece inativa, bem como verificar se você ainda está presente e encerrar a sessão caso não haja resposta.
Se o ditado falhar devido a problemas de conexão ou tempo limite, o ChatGPT tenta novamente de forma automática uma vez, permitindo que você conclua a gravação sem precisar recomeçar.
Ao retornar a uma conversa, as respostas já finalizadas aparecem imediatamente, sem aquela reprodução lenta que dava a impressão de que ainda estavam sendo geradas.
Por fim, usuários com o plugin do Google Drive conectado podem agora visualizar e navegar pelos seus arquivos e pastas diretamente na Biblioteca. Seu conteúdo permanece no Drive e, caso você conceda autorização, o ChatGPT pode alterar o arquivo de origem diretamente. O recurso está sendo disponibilizado para usuários dos planos Plus, Pro, Enterprise, Edu, Healthcare e Business na versão web, tanto no modo Chat quanto no modo Work. O suporte para dispositivos móveis chegará em breve.
Ian Clarke (aka ancient Slashdot reader Sanity), designer of the peer-to-peer communication platform Freenet, is back with an update on the project's progress following the launch of its P2P network in March. He writes: Earlier this year, Slashdot covered the launch of the completely redesigned Freenet. I recently gave a talk about what we've been building since then. Unlike traditional web applications, apps on Freenet have no central server or database; instead application state is distributed across the network. These now include decentralized group chat, publishing, search, and fully decentralized Git hosting. The talk also gets into some of Freenet's internals, including how we use machine learning for network routing.
Brad Lightcap, a longtime leader, said he was starting a new venture. His exit from the artificial intelligence company is the latest in a series there.
A alternativa permite, por exemplo, checar os status de um determinado contato, ou habilitar que ele veja determinadas informações do seu perfil (como o seu ícone ou o campo de recado) caso a visibilidade esteja restrita à sua lista de contatos — coisas que só eram possíveis antes ao salvar seu número de telefone.
WhatsApp launches a username field for new contacts, compatible with Status Sharing!
On Android and iOS, WhatsApp has introduced a new field for the contact creation screen that lets users save a contact's username alongside their name.https://t.co/5hSI6SUrs0pic.twitter.com/InGkJzgI7W
O WhatsApp lançou um campo de nome de usuário para novos contatos, compatível com o Compartilhamento de Status.
No Android e no iOS, o WhatsApp introduziu um novo campo na tela de criação de contato que permite aos usuários salvar o nome de usuário do contato junto do seu nome.
O novo campo está disponível tanto no iOS quanto no Android na tela já conhecida do público para adicionar novos contatos (ela pode ser acessada tocando no botão “+”, na seção “Conversas”, e depois selecionando a opção “Novo contato”).
Embora ainda não haja uma previsão oficial quanto à disponibilidade geral da novidade, o campo já foi notado por algumas pessoas que instalaram a versão mais recente do WhatsApp na App Store e pelos usuários da versão beta (via TestFlight).
Saudações de boas-vindas em grupos chegando ao iOS
Já presente na versão beta para Android, o mensageiro da Meta está testando no iOS um recurso que permite aos administradores de um grupo enviar uma mensagem automatizada de saudação para cada novo membro que integra a conversa coletiva.
O WhatsApp identifica a mensagem com um balão que inclui o texto “saudação automática”, e ela não poderá ser vista pelo restante do grupo (embora o usuário possa interagir com o recado).
WhatsApp is testing greeting messages for group chats on iOS!
Mesmo que um grupo tenha vários administradores, haverá apenas uma mensagem de boas-vindas para todo o grupo. Todos os administradores compartilharão o mesmo texto e qualquer um deles poderá editá-lo.
Ainda em desenvolvimento, a ferramenta não foi sequer disponibilizada para testadores do app, embora tenha sido notada na versão 26.31.10.73 beta.
A Microsoft está testando uma novidade no seu navegador Edge que facilitará a vida de usuários da Apple: a possibilidade de se cadastrar e fazer login em um perfil do browser com uma Conta Apple.
Conforme observado pelo usuário @Leopeva64 no X, a novidade já está disponível nos canais Beta e Canary do Edge para desktop e pode ser ativada por meio dos recursos experimentais (flags) tanto no Mac quanto no Windows.
In Edge Canary for desktop there are a couple of new flags to enable support for signing in with an Apple account. Microsoft added support for Google accounts some time ago and has now added support for Apple accounts: https://t.co/34BBm0b3Wipic.twitter.com/BNMrpB8pkO
Mas o que isso significa, na prática? Que você pode pular algumas etapas no processo de criação de uma conta para usar no navegador caso ainda não tenha uma conta da Microsoft, usando o mesmo email e outros dados da Conta Apple.
O usuário também poderá fazer login com facilidade no navegador apenas clicando no botão para logar com a Apple — como já acontece com outras plataformas.
Essa é uma expansão de um movimento que começou há poucos meses, quando o mesmo usuário descobriu a possibilidade de se cadastrar e fazer login com o Google no mesmo canal de testes do Edge (agora já disponível).
A novidade chega para tornar o uso do navegador mais prático, eliminando a obrigatoriedade da criação de uma nova conta do zero para quem já é usuário dos serviços da Apple (ou do Google).
O Gemini, do Google, ultrapassou oficialmente a marca de 1 bilhão de usuários mensais ativos — tornando-se, segundo a própria gigante de Mountain View, o produto de crescimento mais rápido na história da empresa.
Para colocar esse marco em perspectiva, o Gmail levou cerca de 12 anos para conquistar uma base de usuários desse tamanho. Isso também coloca o Gemini no mesmo patamar do ChatGPT (da OpenAI), que atingiu essa marca no início de junho.
O CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. do Google, Sundar Pichai, utilizou o X para destacar esse marco.
1B+ people are now using @Geminiapp every month to spark new ideas and get things done. It’s our fastest growing product ever, and our 14th to hit the 1B-user mark.
Mais de 1 bilhão de pessoas já usam o @Geminiapp todos os meses para despertar novas ideias e realizar tarefas. É o nosso produto que mais cresce na história e o 14º a atingir a marca de 1 bilhão de usuários.
Parabéns ao @JoshWoodward e a toda a equipe do Gemini, e obrigado a todos que têm feito parte dessa jornada conosco — vem muito mais por aí!
Além do número de usuários, o Google divulgou detalhes sobre como as pessoas interagem com o chatbot no dia a dia. Entre eles, a empresa aponta que os usuários dos dispositivos da Apple estão adotando a ferramenta em grande escala, com mais de 100 milhões de usuários ativos no iOS. Além disso, usuários avançados do macOS acionam o Gemini cerca de duas vezes mais frequentemente do que em outras plataformas.
Eles apontam ainda que interação por voz tornou-se a forma preferida de usar o aplicativo, com 63% dos usuários optando por falar em vez de digitar. Ademais, uma em cada cinco sessões do Gemini Live vai além do áudio simples, envolvendo o compartilhamento de imagens da câmera/tela em tempo real.
Estudantes representam outro grupo importante de usuários: 38% das solicitações acadêmicas incluem o envio de arquivos de tarefas, anotações ou PDFs. A geração de imagens também gera um tráfego enorme, sendo responsável pela criação de mais de 150 milhões de imagens diariamente.
A SpaceXAIliberou hoje, ainda em fase beta, um novo aplicativo de inteligência artificial (IA) agêntica para Mac e iPhone chamado Grok Bot.
Nascido como uma ferramenta interna, ele permite que usuários criem “colegas de trabalho de IA”, os quais contam com seus próprios computadores e são capazes realizar uma série de tarefas de ponta a ponta, além de acessar as ferramentas (apps, emails, etc.) que você já utiliza.
Introducing Grok Bot, now in early beta.
Bots are AI teammates that do real work for you. They sign in to your tools, use them just like you do, and come back with finished work. pic.twitter.com/uyfA97yo98
Apresentamos o Grok Bot, agora em versão beta antecipada.
Bots são colegas de IA que realizam tarefas reais para você. Eles acessam suas ferramentas, as utilizam como você e retornam com o trabalho concluído.
A ideia, segundo a SpaceXAI, é que o usuário converse com esses “colegas” como se eles fossem pessoas reais, seja por mensagem de texto ou por voz.
“Usuários com acesso antecipado dizem que o Grok Bot parece menos com dar instruções a um agente e mais com delegar tarefas a um colega de equipe altamente capacitado”, comentou a empresa.
Divulgação/SpaceXAI
Assim que a IA recebe uma tarefa, ela toma conta de tudo automaticamente, de modo que o usuário só precisa intervir caso uma ação requeira a sua autorização. Ela também pode se lembrar de conversas passadas, enviar mensagens para outros bots e ser adicionada a grupos.
Na SpaceXAI, é comum que várias equipes executem bots em paralelo, com uma delas gerenciando as demais. Um chefe de gabinete supervisiona tudo, com um especialista para cada área: gerenciamento de emails, despesas, recrutamento, correção de bugs ou operações. Em vez de gerenciar vários agentes, o Grok Bot oferece uma pequena equipe que pode trabalhar em paralelo, eliminando a necessidade de você ser o intermediário.
A SpaceXAI disse ainda que esses bots conseguem aprender com seus hábitos, o que significa que seu desempenho nas tarefas melhorará com o tempo. Isso também fará com que eles fiquem mais proativos com o passar dos dias, assumindo tarefas antes mesmo de você precisar falar com eles.
Por enquanto, o Grok Bot está disponível para Mac, iPhone, Windows e Linux, para assinantes do SuperGrok Heavy, Cursor Ultra e Cursor Teams Premium — mas a empresa do bilionário Elon Musk pretende lançar uma versão para Android em breve.
Pesquisadores da A Securityrevelaram vulnerabilidades na plataforma de videoconferência Zoom que poderiam ter sido exploradas para assumir o controle dos dispositivos dos usuários — em um ataque denominado “Zoomsday”.
Qualquer pessoa em uma chamada que envolvesse compartilhamento de tela — fosse participante ou anfitrião — estaria vulnerável a um ataque executável sem qualquer indicação ou interação por parte da vítima.
Os especialistas afirmam que a falha foi descoberta no início de junho, utilizando modelos de IA disponíveis publicamente, e que foram necessários menos de 20 comandos para identificar as vulnerabilidades e criar um ataque funcional.
O que nos interessa — e o que consideramos perigoso — é a democratização dessas capacidades; a barreira de entrada está caindo rapidamente. Antigamente, seria necessária uma equipe de cinco pessoas trabalhando talvez seis meses, com muitos ajustes e iterações, para descobrir isso. Agora, é possível obter os mesmos resultados com menos de 20 comandos. Além disso, o Zoom é um alvo importante porque as pessoas confiam na plataforma ao utilizá-la; elas não a veem como uma ameaça.
—Omer Gull, cofundador da A Security.
Ainda segundo os pesquisadores, as vulnerabilidades estavam localizadas especificamente no protocolo usado para permitir anotações em tempo real durante o compartilhamento de tela.
De acordo com informações do WIRED, o Zoom emitiu um comunicado de segurança nesta semana detalhando as correções das brechas, as quais afetavam dispositivos com todos os sistemas operacionais suportados pela plataforma — Windows, macOS, Linux, iOS e Android.
Na semana passada, pesquisadores revelaram falhas de segurança nas configurações de proxy da Retransmissão Privada (Private Relay) do iCloud+, que também afetam navegadores baseados no WebKit que utilizam a API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. de proxy para privacidade, expondo o endereço IP dos assinantes do serviço. Pois bem, não demorou muito para que surgisse o primeiro processo relacionado ao caso.
A ação coletiva foi movida pelo escritório jurídico Clarkson, que você talvez lembre pelo envolvimento no processo sobre o adiamento dos recursos de inteligência artificial (IA) apresentados durante a WWDC24, o que resultou em um acordo o qual previu o pagamento de US$250 milhões a clientes em dezembro do ano passado.
Como sambemos, a Retransmissão Privada oferece proteção para ocultar o seu endereço IP e dificultar a ciência sobre os seus acessos na web por parte de provedores de internet e terceiros, direcionando o seu tráfego para duas camadas de proteção.
O novo caso menciona o problema na Retransmissão Privada que faz a sua barreira ser burlada nos iOS em qualquer site compatível com as Chaves-senha (Passkeys) — algo que acontece pois o dispositivo do usuário faz uma requisição web fora do próprio navegador sempre que o usuário faz login, ignorando o Private Relay — e acusa a Apple de publicidade enganosa, declarações falsas ou deturpadas e fraude.
[A Apple] sabia, ou deveria saber, que as declarações contestadas eram falsas, enganosas, fraudulentas e ilegais, no momento em que a ré fabricou, comercializou, anunciou, rotulou e vendeu as assinaturas [do iCloud+].
Convidada a comentar o caso pelo 9to5Mac, a Apple ainda não se pronunciou sobre o tema. Tim Giordano, um dos sócios do escritório, por outro lado, disse que a empresa traiu a confiança de usuários “expondo-os ao mesmo rastreamento, criação de perfis e segmentação sobre os quais a Apple os alertava”.
O texto completo da ação coletiva pode ser conferido nesse link [PDF].
Notas de rodapé
1
Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.
Uma pesquisa da Omdia revelou que donos de iPhones costumam gastar mais por aplicativos de microdramas (as novelas verticais) que donos de smartphones com Android — inclusive em países como o Brasil.
Por aqui, 48% dos usuários do iPhone pagam por esse tipo de conteúdo, contra 39% do Android. Na Alemanha, as porcentagens são de 49% contra 44%, enquanto na Coreia do Sul elas são de 59% contra 45%.
Nos Estados Unidos, a situação é um pouco mais equilibrada. Por lá, 69% dos usuários do iPhone disseram pagar por conteúdos, enquanto no Android o número caiu apenas um ponto percentual, mais especificamente para 68%.
O relatório também concluiu que usuários do iPhone gastam aproximadamente US$14 por semana nesses apps, enquanto no caso de donos de smartphones com Android o gasto é de cerca de US$10 por semana.
Divulgação/Omdia
A Omdia destaca que esse resultado vai de encontro a suposições que geralmente relacionam o consumo de novelas verticais a um público com menos poder aquisitivo, que geralmente é mais associado ao Android.
No entanto, é importante ressaltar que ela leva em consideração não apenas o consumo, e sim a compra de conteúdos — que costuma ser mais frequente no iOS em praticamente qualquer tipo de aplicativo.