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Lightroom Classic 15.5
Adobe Combines Photoshop, Premiere, And More In New ChatGPT Plugin
Adobe is making it much easier for creators to build things by putting its best software straight into ChatGPT. The company just released a massive new plugin that combines over 70 features from popular apps like Photoshop, Premiere, Firefly, and Acrobat into one single spot. With this new setup, you can ask the chatbot to […]
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Adobe anuncia plugin com mais de 70 recursos para o ChatGPT
A Adobe anunciou hoje o lançamento de um plugin unificado para o ChatGPT, reunindo mais de 70 ferramentas criativas da seu suíte diretamente na interface do chatbot por inteligência artificial (IA) da OpenAI.
O plugin conta com ferramentas de aplicativos da Adobe que já possuíam integração com o ChatGPT, além de novos recursos do Adobe Express, Photoshop, Firefly, Premiere, Acrobat, Lightroom, Illustrator, InDesign e Adobe Stock, permitindo que os usuários possam criar peças publicitárias ou adaptar um vídeo para diferentes redes sociais sem precisar alternar entre aplicativos.
A novidade faz parte da estratégia da Adobe de expandir a compatibilidade dos seus recursos com as ferramentas de IA generativa; em junho, a empresa já havia mencionado que levaria esses recursos inclusive para rivais do ChatGPT, como o Claude. No Copilot, no Gemini e no Slack eles chegarão “em breve”, segundo a empresa.
Big news: a new Adobe plugin is now available in @OpenAI's @ChatGPT! 70+ tools, including @Photoshop, @AdobeFirefly, @Lightroom, and @Acrobat, all in one chat.
— Adobe (@Adobe) August 6, 2026
Mock up your photos. Repurpose a video for any platform. Turn a template into a polished PDF. Learn more:… pic.twitter.com/I1qrBctKyr
Crie mockups com suas fotos. Adapte vídeos para qualquer plataforma. Transforme um modelo em um PDF com acabamento profissional. Saiba mais: adobe.ly/3TDrxff
Ainda conforme a desenvolvedora, a novidade foi pensada para “facilitar e agilizar a transformação de ideias em conteúdo de alta qualidade dentro do ChatGPT”, mas a empresa destaca que, para necessidades criativas “mais profundas”, os seus aplicativos nativos seguem sendo a primeira opção.
Questionada pela AI Magazine se o uso dos recursos incorporados ao ChatGPT poderia rivalizar com o uso dos aplicativos nativos, a líder de produtos de IA agêntica da Adobe, Deepti Pradeep, respondeu o seguinte:
Dentro do ChatGPT, a experiência é transformadora: em vez de escolher plugins da Adobe separadamente, os usuários podem experimentar uma única experiência da Adobe que traz o Photoshop, Acrobat, Express e mais juntos.
Nós acreditamos que a consolidação adiciona mais valor aos usuários do ChatGPT. Fora dele, nossos aplicativos nativos permanecem essenciais para um controle mais profundo, preciso e avançado dos fluxos de trabalho.
Para iniciar, é possível utilizar algumas funcionalidades do plugin como convidado, embora a Adobe recomende fazer login com a sua conta para “desbloquear recursos adicionais”.
O plugin da Adobe já está disponível tanto no app quanto na versão web do ChatGPT.


Adobe Lightroom ganha nova ferramenta que expande contexto em fotos
Após ganhar, no mês passado, um recurso para transformar imagens em vídeos curtos, o Lightroom, editor de fotos da Adobe, recebeu uma nova ferramenta alimentada por inteligência artificial que permite ampliar o contexto em imagens.
Chamada Gen Expand, a novidade permite dar profundidade às fotos mais facilmente, com apenas um clique. Ela também permite redimensionar imagens para diferentes formatos (sites, redes sociais, apresentações, vídeos, entre outros).

Segundo Vivian Kuppermann, gerente sênior de Marketing da Adobe Brasil, o Gen Expand “se insere em uma dinâmica global da Adobe para dar cada vez mais voz ao público, democratizando ferramentas complexas e adicionando uma nova camada de sofisticação ao processo de criação, valorizando ainda mais o olhar de cada usuário”.
A nova ferramenta já está disponível para assinantes do Lightroom na versão desktop.


MacBook Neo vence Dell XPS 13 em desempenho e bateria, mas perde em tela e design
Em mais um dos seus comparativos, o canal do YouTube PhoneBuff colocou o MacBook Neo para disputar com o Dell XPS 13, ambos vendidos lá fora pelos mesmos US$700 (após o reajuste recente de Macs) com 8GB de memória — com diferença no armazenamento, 512GB contra os 256GB iniciais no caso da Apple.
Embora o XPS 13 tenha se mostrado um tanto competitivo em diversos cenários, o Neo se mostrou equivalente ou superior na maioria dos critérios estabelecidos no comparativo.
Quanto ao som dos dois, o computador da Apple, mesmo com metade da quantidade de alto-falantes, apresentou um resultado mais consistente em termos de qualidade — embora o XPS 13 tenha apresentado um volume maior.
Em se tratando da tela, tivemos a primeira grande derrota da Maçã: embora o MacBook Neo apresente maior visibilidade em ambientes com alta exposição à luz, o Dell XPS 13 venceu no conjunto geral ao contar com suporte ao toque, uma taxa de atualização de 120Hz e suporte ao padrão de gama de cores DCI-P3.
Sobre a bateria, embora perca em tempo de carregamento, o MacBook Neo compensa a desvantagem de capacidade física (36,5Wh frente aos 52Wh do XPS 13) com eficiência energética, até mesmo considerando a diferença entre a arquitetura x86 do Intel Core 5 320 e a arquitetura ARM64 presente no chip A18 Pro.
Falando em seus chips, aliás, o desempenho é outro ponto para a Apple: o computador da Dell vence em tempo de inicialização e nos testes de navegador por uma margem pequena (19 contra os 21 segundos do Neo), mas perde para o MacBook na descompactação de um arquivo de 6GB, sendo cerca de três vezes mais lenta na máquina com Windows, e também na abertura de um documento de 500 páginas no Word, com uma diferença de 5 segundos (12 no XPS e 7 no caso do Neo). A Maçã também levou a melhor com os programas da Adobe, concluindo mais rapidamente as alterações em projetos do Photoshop e do Premiere. Em jogos, foi o único momento em que o empate foi ruim o suficiente para ambos; títulos como Cyberpunk 2077 passaram com muita dificuldade da casa dos 30 quadros por segundo.
Câmera foi outro ponto positivo para o MacBook Neo, que apresentou imagens com mais nitidez e um microfone com uma filtragem de voz mais suave que sua contrapartida no universo Windows.
Já tratando de design, na avaliação do canal a vantagem é do Dell XPS 13 por sua leveza, bordas mais finas e a presença de retroiluminação no teclado (embora ele destaque positivamente o trackpad do MacBook) — ausência um tanto criticada por diversos entusiastas de tecnologia.
Em conclusão, ambas as máquinas possuem seus próprios pontos positivos — ou seja, não houve uma vitória clara para uma ou outra.
MacBook Neo
Cores: prateado, blush, amarelo-cítrico ou índigo
Armazenamento: 256GB ou 512GB (com Touch ID)
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Acorn 8.6
- A new brushing engine that has been rewritten using Metal shaders. It includes an option for “velocity thinning”, where the faster you draw your brush strokes, the thinner the lines.
- A new
acornshell tool that you can use to send JavaScript to Acorn, as well as start an MCP server. So if you’ve got a favorite LLM you like to use, you can now use it to drive Acorn. The JavaScript section of the release notes are a good read if you’re interested in that. In addition:
- The JS API has also been updated with examples for most calls.
- The shell tool has a
-jsioargument which lets you do things like:echo "acorn.takeLayeredScreenshot();" | acorn -jsio- Big ML models (used for Select Subject and Super Resolution Scaling) are now downloaded on demand. If AI isn’t your thing, they won’t take up any space on your Mac.
I feel lucky that Acorn is enough for me.
Very few software companies outside of Microsoft have the kind of leverage over entire industries. Premiere, Photoshop, Illustrator, InDesign, Lightroom and After Effects are all load bearing to some extent within their respective fields despite the fact that many people I know loathe using them.
Via Nick Heer:
I have said it before and I will say it again: if I had known the path Adobe’s software would eventually go down, I might very well have picked a different career.
Previously:
Adobe Premiere ganha aplicativo nativo para o Apple Vision Pro
O aplicativo de edição de vídeos Adobe Premiere foi atualizado recentemente na App Store com suporte nativo ao Apple Vision Pro — o que significa que usuários não dependem mais de soluções como o Mac Virtual Display para usar o app no headset.
Em vídeo publicado pelo usuário Justin Ryan no X, é possível ver o aplicativo em ação. Ele conta com uma interface de edição completa — com direito a suporte a painéis flutuantes, clipes espaciais e controles de profundidade para textos.
Here’s a first look at Adobe Premiere running natively on Apple Vision Pro.
— Justin Ryan (@justinryanio) July 23, 2026
The visionOS app features a full spatial editing interface with floating panels, support for spatial clips, and depth controls for text. Available now on the App Store. pic.twitter.com/odQ74V6tJO
Cabe destacar que o aplicativo presente no Vision Pro é a mesma versão universal já disponível para iPhones e iPads — e não o Adobe Premiere Pro, que é o aplicativo clássico, mais completo e avançado, para desktops.
Isso significa também que é possível baixar o Adobe Premiere gratuitamente no headset. Dentro do app, é possível optar por um plano de assinatura para usar recursos adicionais.


Adobe explora mais recursos de IA em seu app de fotografia Project Indigo
A Adobe anunciou a adição de novos recursos temporários impulsionados por inteligência artificial (IA) ao Project Indigo, seu app de câmera exclusivo para iOS, com a ferramenta AI Playground.
Os quatro principais recursos de IA do Project Indigo incluem a manipulação de objetos (Object Editing, ou “edição de objeto”, em tradução direta), a estilização de uma foto em uma determinada técnica artística (Styles, ou “estilos”), o feedback por IA das suas fotos (Photo Guidance, ou “orientação fotográfica”) e a edição a partir de comandos de linguagem natural (Custom Edit, ou “edição customizável”).


De forma opcional, a Adobe afirmou ainda que o acesso ao AI Playground estará restrito a uma parcela dos usuários do Project Indigo, sem menção aos critérios exatos de disponibilização. O teste ocorrerá durante algumas semanas e a ideia é compreender o uso de IA no app, embora ela reitere seus pilares de privacidade:
Quem aceitar participar precisará concordar em compartilhar apenas as interações com os botões do recurso. A Adobe afirma que não acessará os comandos digitados, nem as imagens, não fará upload delas para seus servidores e não as utilizará para treinar modelos de IA. Como não há login, todos os dados coletados são anônimos. Quem preferir não participar pode recusar e continuar usando o aplicativo normalmente.
Recursos como a estilização de fotos ou a remoção de objetos farão uso do modelo Nano Banana, do Google, ou dos próprios modelos Firefly da Adobe, mas ela reitera que o leque de modelos poderá se expandir no futuro.
Por fim, a Adobe explicou ainda que os modelos atuais de geração de imagens produzem apenas resultados com alcance dinâmico padrão (SDR 1Standard dynamic range, ou faixa dinâmica padrão.) e, para preservar a aparência das fotos capturadas com HDR 2High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica. pelo Project Indigo, a empresa desenvolveu um modelo próprio de ML 3Machine learning, ou aprendizado de máquina. que converte automaticamente o resultado gerado pela IA para HDR, utilizando a foto original como referência, sem empregá-la para treinar modelos de IA.
via TechCrunch
Notas de rodapé
- 1Standard dynamic range, ou faixa dinâmica padrão.
- 2High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica.
- 3Machine learning, ou aprendizado de máquina.

Adobe adds its AI assistant to Premiere, Illustrator, and InDesign
Photoshop and Premiere now have AI assistants
Adobe's plan to stick AI assistants into all of its Creative Cloud suite is now fully underway, with new chatbots now rolling out to its biggest editing and design apps. As part of a public beta launching today, Photoshop, Premiere, Illustrator, InDesign, and Frame.io now each have a bespoke AI Assistant that can be used to organize your work and automate app-specific tasks.
While the AI assistants are all powered by Adobe's "conversational creative agent," they work independently and operate "as a specialist" within each Creative Cloud app, according to Adobe's announcement. That means the Premiere AI assistant is fine-tuned for tasks like …
Adobe’s redesigned AI studio remembers what your creations look like
Adobe is introducing some new capabilities for its Firefly AI assistant, alongside a "reimagined" AI studio that lets you edit and generate new designs from a single interface. The new Firefly experience launching today in private beta is designed to give you "persistent context, reusable assets, and organized workflows" across your projects, according to Adobe, making it easier to go from ideation to production-ready designs without switching between apps.
This is the latest of several design overhauls to Adobe's all-in-one Firefly AI hub since it was first launched in September 2023. In addition to the UI updates, the new Firefly AI studi …
Adobe: New Firefly Graph can turn creative workflows into reusable assets
Adobe’s Firefly Graph is now available to Creative Cloud customers, offering a node-based workflow tool designed to help business create content at scale with generative AI (genAI).
With Firefly Graph, users can connect multiple tools in visual workflow, with each “node” performing a specific task before passing its output to the next node. This gives creative professionals more control over generated outputs, according to Adobe, and makes it easier to try out ideas by swapping, adjusting or adding components.
For example, a user could start with a text prompt box that connects to a node that generates an image using an AI model from Adobe or third-parties such as Google and OpenAI. Further along the chain, the user could add nodes to remove a background or upscale an image, for instance, before producing an image, video or other asset ready for use.
Changing one aspect, such as adding a reference image or adapting the text prompt, would change the final output.
It’s an approach similar to node-based workflow tools such as ComfyUI — a startup valued at $500 million which claims more than 4 million users. Others include Weavy, acquired by Figma last year for a reported $200 million.
With so many AI tools available to creative professionals, workflows can get complex and hard to replicate, said Elliot Sedegah, director for strategy and product marketing at Adobe. Firefly Graph provides access to more than 300 different node types, including images, video editing and AI generation tools across Adobe’s portfolio and third-party tools.
“Whether you’re working at a mom-and-pop shop or a larger enterprise, you’re looking for consistency and then bringing that into a workflow so that you’re not hopping in and out of different tools,” he said. “Putting all that together takes massive amount of time, and sometimes it’s very difficult to even know what you did.”
Once created, workflows can be shared across an organization as repeatable processes for other individuals or teams to use. “Think of that rock star creative that you have and the recipes they create: those are now canonized as workflows, as assets, that the rest of the organization can take and reuse over and over again,” said Sedegah.
In addition, while creative professionals are needed to created high quality assets, reusable workflows can be put into the hands of broader teams to create content for large audiences, said Sedegah.
Firefly Graph addresses a challenge that most large creative organizations face, said Lisa Gately, principal analyst at Forrester — namely that their best creative workflows “live inside the heads of a few experts.
“Teams can generate images and video with AI, but reproducing the exact sequences of creative decisions, model selections, edits, and refinements that lead to a high-quality result is difficult and inconsistent. Firefly Graph turns those workflows into reusable assets,” she said.
While other node-based workflows aim to address similar problems, Adobe’s pitch is that Firefly Graph provides customers with the benefit of integration into its product suite.
“Firefly is a full, broader AI creative studio, not just a node-based tool, so [Firefly Graph] is a part of a bigger picture,” said Sedegah. “The strength is having everything in one place with the tools that people know.”
“Where Adobe differentiates is in enterprise integration,” said Gately, with Adobe connecting Firefly Graph to a range of other Adobe tools. Those include Creative Cloud applications; Firefly Boards for ideation; and Firefly Creative Production.
“The workflow becomes part of a broader content supply chain instead of a standalone creation tool,” she said. ”Organizations committed to other tools are unlikely to migrate for a node-based canvas — making a change is about the broader content supply chain.”
Firefly Graph is available now to Adobe Creative Cloud for Enterprise subscribers. Creative Cloud for Enterprise is licensed by seat, requiring custom, volume-based enterprise agreements. Creative Cloud for Enterprise customers receive credits for Firefly Graph. Creative Cloud for teams customers can sign up for a public beta online. Creative Cloud pricing starts at $99.99 per license each month.
This article was updated on June 19 with pricing information from Adobe.
