Poucas horas antes do anúncio oficial do gameplay de GTA 6 nesta quinta-feira (27), o hacker (ou grupo) que ficou conhecido como CyberLeek — responsável por vazar cerca de 15 conteúdos do jogo sob a justificativa de um suposto ativismo contra a decisão da Rockstar de lançar o título apenas em mídia digital — sacou o equivalente a R$ 1,5 milhão do esquema de criptomoeda que montou em torno dos próprios vazamentos.
O momento escolhido não foi coincidência e aconteceu minutos antes da estreia de "GTA 6: Um Olhar Estendido" na Netflix, o primeiro material oficial de gameplay divulgado pela Rockstar desde o anúncio do jogo. Com o aparente golpe consumado, a novela dos vazamentos parece ter chegado ao fim e ao seu verdadeiro objetivo.
Foi justamente o comportamento dessa comunidade que permitiu identificar o golpe. Em uma análise detalhada compartilhada no GTAForums, o usuário Vice Cit rastreou a movimentação das carteiras ligadas ao token e apontou que o hacker distribuiu o equivalente a US$ 268 mil (mais de R$ 1,4 milhão, na cotação atual) em quatro transações distintas, feitas instantes antes da revelação oficial da Rockstar.
O valor foi pulverizado em pelo menos três carteiras digitais diferentes, numa tentativa de dificultar o rastreamento, com parte dos recursos passando pelas exchanges KuCoin e CCE.Cash e outra fração ainda parada em endereços sem movimentação.
O levantamento também sugere que pelo menos duas pessoas podem estar por trás da identidade de CyberLeek, cada uma utilizando métodos distintos para sacar os fundos — o que reforça a tese de uma operação coordenada e não de um ativista solitário agindo por impulso. Até o momento, a identidade dos responsáveis segue desconhecida.
Sinais que já apontavam para a fraude
Quem acompanhou o caso de perto já vinha notando os indícios de monetização por trás do discurso de protesto.
CyberLeek chegou a distribuir supostas builds do jogo para PC — que, na prática, eram malwares disfarçados, incluindo um arquivo de mais de 113 GB batizado com o nome do suposto vazamento e recheado de código malicioso capaz de desativar antivírus e comprometer o sistema de quem tentasse rodá-lo.
O hacker também condicionou a liberação de novos clipes — como o do clube de striptease do jogo — a metas de valorização da própria memecoin, e chegou a cobrar adiantado US$ 160 mil de interessados em negociar espaços publicitários dentro dos vídeos vazados.
A desculpa dada pelo grupo pregava o fim das pré-vendas digitais, a proibição de DLCs com conteúdo já presente nos arquivos do jogo base e a criação de modos offline obrigatórios — pautas que ressoaram com uma parcela frustrada da comunidade gamer e ajudaram a construir a legitimidade necessária para sustentar o esquema.
Nenhuma dessas reivindicações, porém, impediu que o token criado em cima da polêmica movimentasse dezenas de milhões de dólares em volume de negociação ao longo das últimas semanas.
Preço pago pela comunidade
Com o saque, o golpe de GTA 6 se completou: a memecoin desvalorizou cerca de 75% em questão de horas, deixando quem apostou no projeto a ver navios. É o desfecho mais comum entre memecoins ligadas a eventos virais — ativos sem qualquer utilidade real, cujo valor depende inteiramente da atenção nas redes sociais e que costumam desabar assim que o interesse do público esfria ou os criadores decidem embolsar os ganhos.
Segundo a análise de Vice Cit, o próprio CyberLeek parece ter percebido essa curva de interesse encolhendo nas 24 horas anteriores ao "Olhar Estendido" da Netflix, o que teria motivado a decisão de sacar o dinheiro enquanto a moeda ainda mantinha alguma liquidez e antes que a atenção do público migrasse de vez para o material oficial da Rockstar.
Vazamentos de GTA 6 vão continuar?
Com o esquema de criptomoeda encerrado e os responsáveis fora do radar, resta saber se ainda veremos algum vazamento de GTA 6 até a estreia do jogo, marcada para 19 de novembro. A resposta para "o que aconteceu com o hacker de GTA 6" é que, ao menos por enquanto, ele sumiu com o dinheiro assim que o produto que sustentava sua audiência — os vazamentos — deixou de ser a única fonte de imagens do jogo disponível ao público.
Independentemente de novos capítulos surgirem, o esquema construído por CyberLeek já rendeu um estudo de caso e tanto sobre como transformar vazamentos em ativo financeiro: manifesto de protesto para gerar legitimidade, conteúdo vazado como isca de engajamento, memecoin como mecanismo de monetização e, no fim, a saída silenciosa assim que a demanda começa a cair.
Um roteiro digno de Grand Theft Auto, só que, desta vez, o crime não teve nada a ver com um jogo.
A Rockstar apresentou nesta quinta-feira (27) o primeiro gameplay completo de GTA 6. Com cerca de 27 minutos, o vídeo traz não só diversas mecânicas e sistemas que vão compor o jogo, como também confirma que o título terá uma pegada muito mais realista do que a vista em Grand Theft Auto 5.
Entre as principais novidades de GTA 6 reveladas no material, os jogadores terão de se preocupar em abastecer os carros, malhar para manter os personagens em forma, comer e beber para preservar a saúde dos protagonistas e, o que mais chamou atenção, vão encontrar bem mais dificuldade para roubar carros do que estávamos acostumados na franquia.
Roubar carros em GTA 6 não será mais só quebrar o vidro
Até então, arrombar um veículo estacionado nas ruas envolvia basicamente quebrar os vidros dele, entrar e sair dirigindo. Em GTA 6, entretanto, roubar um carro vai depender diretamente do tipo de veículo escolhido pelo jogador.
Por isso, para quem prefere uma abordagem mais discreta, a Rockstar incluiu a possibilidade de usar uma gazua (o famoso slim jim, usado por serviços de chaveiro para destravar portas sem quebrar vidro) para abrir a porta sem ser notado. Esse processo envolve um pequeno minigame com o analógico do controle, e, uma vez destravado o carro, ainda é preciso fazer a ligação direta (o clássico hotwire) para ligá-lo.
Já no caso de carros atuais e modelos elétricos — repletos de eletrônica e travas de segurança —, esse trabalho exige mais preparo e passa pelo chamado relay attack, um dispositivo que clona o sinal da chave eletrônica à distância, imitando o comportamento do fob original e permitindo destravar o veículo sem disparar o alarme, replicando na ficção um golpe que já é realidade nas ruas.
A profundidade do sistema não para no ato de arrombar o carro. Alguns veículos vão contar com alarmes e rastreadores próprios, o que aumenta a complexidade de um roubo bem-sucedido, e carros roubados poderão inclusive ser revendidos dentro do jogo, com o estado de conservação do automóvel influenciando diretamente o valor pago por ele.
Dirigir carros em GTA 6 será experiência bem diferente
Dirigir os carros em GTA 6 também promete ser uma experiência bem distinta do que nos acostumamos em GTA 5 nos últimos 13 anos. A Rockstar confirmou que a dirigibilidade dos automóveis está muito mais realista do que antes, com veículos mais pesados e presos ao chão — um contraste direto com a sensação mais arcade da geração anterior.
A empresa também confirmou que não será mais possível desvirar carros capotados simplesmente virando o veículo de volta à posição normal, como acontecia antes: agora, capotar tem consequências reais e mais duradouras dentro da simulação.
Essa camada a mais de realismo se estende aos danos. Um motor avariado passa a prejudicar diretamente a dirigibilidade do carro, enquanto a deformação da lataria em colisões foi ampliada e passou a ser processual, reagindo de forma diferente a cada impacto.
Modificações mecânicas também vão além da estética: elas poderão melhorar características como tração, desempenho off-road ou aptidão para corridas de rua, alterando o comportamento do veículo conforme o terreno de Leonida.
Para dar conta desse nível de detalhe, a Rockstar recorreu a especialistas com experiência real em automobilismo — alguns dos profissionais responsáveis pela dirigibilidade dos carros do jogo são, literalmente, pilotos de corrida.
Equilíbrio entre GTA 5 e Red Dead Redemption 2
À medida que os detalhes vão surgindo, fica cada vez mais claro que a Rockstar Games se voltou muito mais para a simulação e o realismo, deixando um pouco de lado os exageros e a experiência arcade do título anterior da franquia.
A própria companhia confirmou que GTA 6 é fortemente inspirado em Red Dead Redemption 2 nesse aspecto, mas que seu nível de realismo fica entre GTA 5 e RDR2 — ou seja, não exagera para nenhum dos dois lados. Apesar disso, a equipe fez questão de reforçar que o objetivo não é transformar o jogo em um simulador engessado: a ideia é que o jogador continue tendo liberdade para agir da forma que quiser, só que agora dentro de um mundo que reage com mais peso e consequência a cada decisão.
Teremos a noção exata de como tudo isso se traduz em cerca de 80 horas de jogo quando Grand Theft Auto 6 for lançado em 19 de novembro de 2026, exclusivamente para PlayStation 5 e Xbox Series X e S. Até lá, cada novo vídeo, entrevista e detalhe divulgado pela Rockstar deve continuar redesenhando as expectativas em torno do que promete ser o lançamento mais ambicioso da franquia.
A Itália pode começar a multar pedestres que atravessarem a rua enquanto usam o celular. A proposta faz parte do texto-base do novo Código de Trânsito do país e prevê uma penalidade de 75 euros, valor equivalente a cerca de R$ 450 na cotação atual.
De acordo com informações do jornal italiano Il Messaggero, a regra mira situações em que a pessoa atravessa a via ou caminha pela pista enquanto utiliza não só smartphones, como também tablets e câmeras fotográficas. O uso continuaria permitido nas calçadas, enquanto exceções durante a travessia ficariam restritas a casos considerados de urgência.
O projeto também estabelece que pedestres poderão falar ao telefone ou ouvir conteúdos por viva-voz e fones de ouvido. Para isso, os acessórios não poderão comprometer a capacidade de perceber os sons do ambiente ao redor.
Vale destacar que o texto analisado atualmente é apenas uma minuta inicial, que receberá pareceres de associações do setor de transporte até 13 de setembro antes de uma versão definitiva ser elaborada pelo Ministério dos Transportes, com aprovação prevista para até 14 de outubro.
Pedestre terá que parar antes de atravessar
O novo Código de Trânsito italiano também pretende endurecer outras regras relacionadas ao comportamento de quem circula a pé. Antes de iniciar uma travessia, o pedestre deverá parar e verificar se os motoristas que se aproximam perceberam sua presença e realmente pretendem dar a preferência.
Durante a travessia, a proposta exige ainda que a pessoa mantenha um comportamento previsível. Mudanças bruscas de direção, movimentos repentinos e outras atitudes que possam surpreender os motoristas poderão ser proibidas, salvo em situações de perigo ou necessidade, com multa também prevista em 75 euros.
Essas mudanças seguem uma orientação já consolidada pela Corte de Cassação da Itália, instância máxima da Justiça comum do país. Em casos de atropelamento, a responsabilidade do motorista pode ser afastada quando ficar comprovado que ele não tinha condições de perceber o pedestre ou prever seus movimentos devido a um comportamento anormal e imprevisível.
A proposta busca ampliar a responsabilidade pela segurança no trânsito para todos os usuários das vias, e não apenas para quem está ao volante. Para os pedestres, usar o smartphone durante a travessia deixaria de ser apenas uma questão de prudência e poderiam resultar em multas.
A Google anunciou, nesta quinta-feira (27), o Fitbit Air Special Edition Pokémon Sleep. A nova versão da smartband sem tela da marca faz parte das comemorações pelos 30 anos da franquia em 2026, tem integração com o jogo e traz uma pulseira azul personalizada com o Pikachu.
A edição especial mantém a proposta do Fitbit Air tradicional, lançado como um wearable discreto para ser usado durante todo o dia. O acessório não tem display e concentra a experiência no aplicativo Google Health, além de contar com bateria suficiente para até uma semana de uso com uma carga completa.
Visualmente, o novo modelo aposta na cor azul Sleepy Blue e traz uma etiqueta personalizada na pulseira com uma ilustração do Pikachu dormindo. Segundo a Google, o acessório possui ajuste preciso e foi desenvolvido para permanecer leve e confortável no pulso durante o sono.
Horas de sono = progresso no Pokémon Sleep
Durante a noite, os algoritmos do Google Health acompanham a duração do descanso e identificam estágios de sono leve e profundo. Já o Google Health Coach fica responsável por analisar os dados registrados ao longo do tempo para oferecer informações e recomendações personalizadas sobre os hábitos do usuário.
Quando a smartband é conectada ao Pokémon Sleep, esses registros são compartilhados por meio do Health Connect no Android ou do Apple Health no iOS. O sistema considera tanto o sono noturno quanto cochilos realizados durante o dia e sincroniza automaticamente os dados com o jogo.
Na prática, a duração do sono ajuda a definir a pontuação usada pelo aplicativo. O chamado Sleep Score é combinado à força do Snorlax para calcular o Drowsy Power, valor que influencia a quantidade de Pokémon encontrados após o usuário acordar e aumenta as chances de descobrir estilos de sono mais raros.
A configuração exige conectar o Google Health ao Health Connect ou Apple Health e, depois, autorizar o vínculo com o Pokémon Sleep. Após esse processo inicial, basta dormir com a pulseira para que a duração e os estágios do sono sejam registrados e enviados automaticamente ao jogo pela manhã.
Apesar da temática comemorativa, a integração com o jogo não fica restrita à edição especial da pulseira. Isso porque a experiência com Pokémon Sleep também funciona com outros dispositivos Fitbit e Google Pixel compatíveis.
Nova smartband do Pikachu estreia em setembro
O Fitbit Air Special Edition Pokémon Sleep ainda inclui três meses de Google Health Premium, serviço que libera recursos adicionais e orientações mais aprofundadas sobre saúde e descanso.
A edição especial entrou em pré-venda em 27 de agosto e começa a ser enviada em 15 de setembro. O produto será vendido apenas nos Estados Unidos e no Japão, com valores iniciais de US$ 129,99 (cerca de R$ 675 na cotação atual) e 19.800 ienes (aproximadamente R$ 644), respectivamente.
Até o momento, não há previsão de lançamento oficial do Fitbit Air Special Edition Pokémon Sleep no Brasil.
Um dia depois de anunciar o lançamento do Galaxy S26 FE, a Samsung confirmou quando o novo celular chegará ao Brasil. O aparelho será apresentado ao mercado nacional no dia 16 de setembro, em um evento a ser realizado em São Paulo, poucas semanas após sua estreia internacional.
A apresentação deve revelar detalhes como preço e início das vendas no país, além de confirmar se os usuários brasileiros poderão adquirir o aparelho nas mesmas cores em que ele foi lançado internacionalmente: Blueberry, Graphite e Pistachio.
Vale destacar que o dispositivo de entrada da família Galaxy S26 vai começar a ser comercializado em mercados selecionados somente a partir do dia 4 de setembro, uma semana após o seu anúncio oficial. Então pode ser que o mesmo aconteça por aqui, com o aparelho chegando às prateleiras das lojas na semana seguinte ao lançamento.
Tela de 6,7 polegadas, chip Exynos e três câmeras traseiras
O Galaxy S26 FE conta com uma tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de até 120 Hz. De acordo com a Samsung, o painel alcança brilho máximo de 1.900 nits.
No campo do desempenho, o aparelho utiliza o processador Exynos 2500, fabricado em processo de 3 nm, acompanhado por 8 GB de memória RAM. As opções de armazenamento apresentadas internacionalmente são de 128 GB, 256 GB e 512 GB.
O conjunto fotográfico traseiro é formado por uma câmera principal de 50 MP com estabilização óptica de imagem (OIS), uma ultrawide de 12 MP e uma telefoto de 8 MP. Esta última oferece zoom óptico de 3x e zoom digital de até 30x, enquanto a câmera frontal tem 12 MP.
A Samsung também adicionou recursos de inteligência artificial (IA) voltados para fotos e vídeos. Entre eles estão o My FanCam, que acompanha uma pessoa durante a gravação, e ferramentas de edição por comandos em linguagem natural no Photo Assist.
Bateria promete até 29 horas de vídeo
O Galaxy S26 FE é equipado com uma bateria de 4.900 mAh, com autonomia estimada pela fabricante em até 29 horas de reprodução de vídeo. O carregamento com fio chega a 45 W e pode levar a bateria a aproximadamente 69% em cerca de 30 minutos.
Também há suporte a carregamento sem fio de 15 W e ao Wireless PowerShare, que permite compartilhar energia com outros dispositivos compatíveis.
Outro destaque fica por conta do software, visto que o modelo é o primeiro integrante da família Galaxy S26 a sair de fábrica com Android 17 e One UI 9. A nova interface amplia os recursos do Galaxy AI e traz atualizações para funções como Now Brief, Now Nudge e Circle to Search.
A Samsung promete ainda sete gerações de atualizações do sistema operacional e sete anos de pacotes de segurança para o Galaxy S26 FE. Os preços e as configurações que serão vendidas no Brasil devem ser detalhados no evento marcado para 16 de setembro.
A Plaud lançou, nesta quinta-feira (27), o Plaud One Explorer Edition, um novo fone de ouvido que promete “prestar atenção” nas conversas para o usuário. O dispositivo usa inteligência artificial (IA) para gravar reuniões online e conversas presenciais, além de transcrever o conteúdo e transformar o que foi discutido em documentos.
A proposta vai além de funcionar como um simples gravador com IA. Segundo a fabricante, o Plaud One consegue identificar o contexto e a intenção das conversas para alimentar o Plaud Agent, agente de IA desenvolvido para executar ações em outros serviços usados pelo usuário.
O fone pode registrar tanto conversas presenciais quanto ligações, reuniões online e ideias faladas durante o dia. Ele também conta com eSIM integrado e conexão 4G, o que permite enviar os registros para transcrição e resumo sem depender constantemente de um celular conectado.
A página oficial do fone informa que as gravações são automaticamente transcritas e resumidas, enquanto o aparelho pode captar conversas presenciais a uma distância de até 5 metros.
“Os agentes de IA se tornam realmente úteis quando entendem o contexto em que a intenção humana é formada. Esse contexto está nas conversas. O Plaud One aproxima os agentes do trabalho realizado pelas pessoas no mundo real, enquanto o Plaud Intelligence fornece o contexto e os recursos necessários para agir”, destacou em comunicado Nathan Xu, CEO e cofundador da Plaud.
Fone usa conversas para executar tarefas
É nesse ponto que o Plaud One tenta se diferenciar de outros dispositivos focados apenas em anotações. O Plaud Intelligence mantém o contexto das conversas anteriores e permite que o Plaud Agent use essas informações para preparar acompanhamentos de reuniões, gerar relatórios e realizar outras ações.
O sistema pode se conectar a plataformas como Gmail, Google Calendar, Notion e Slack, a fim de evitar que determinadas tarefas precisem ser realizadas manualmente em cada aplicativo. Entre os exemplos dados pela fabricante estão redigir um e-mail depois de uma reunião e preparar um resumo sobre uma conversa anterior.
Também é possível interagir diretamente com o assistente pelo próprio dispositivo. O usuário pode manter pressionado um botão ou usar o comando “Hey Plaud” para acionar o agente, enquanto as respostas podem ser reproduzidas pelos fones ou pelo alto-falante presente no estojo.
Especificações de áudio do Plaud One
Apesar do foco em recursos de IA, o Plaud One também oferece funcionalidades encontradas em fones tradicionais voltados para a reprodução de músicas. O modelo traz cancelamento ativo de ruído (ANC) adaptativo e um modo de transparência para permitir a entrada dos sons do ambiente.
Em relação à bateria, os fones oferecem até 6 horas de reprodução de áudio com o ANC desligado ou 4,5 horas com o recurso ativado. A autonomia total pode chegar a 36 horas com o auxílio do estojo de carregamento, enquanto a gravação contínua pelos próprios fones é limitada a até 6 horas, chegando a 25 horas com o estojo.
Outras especificações do Plaud One são:
carregamento rápido que oferece até 2 horas de uso após 10 minutos de recarga;
suporte aos formatos de áudio SBC e LDAC;
resposta de frequência de 20 Hz a 20 kHz;
modos de equalização Equilibrado, Reforço de Graves e Vocal;
carregamento por USB-C.
Quanto custa o Plaud One?
O Plaud One Explorer Edition entrou em pré-venda por US$ 249,99(cerca de R$ 1.290 na cotação atual). A edição inclui ainda US$ 200 em créditos para utilizar futuros recursos do Plaud Intelligence, enquanto os primeiros envios estão previstos para o quarto trimestre de 2026.
O grande dia chegou: nesta quinta-feira (27), a Rockstar finalmente liberou o tão aguardado Olhar Estendido de GTA 6 na Netflix. Totalmente focado na dinâmica de "Bonnie e Clyde" de Jason e Lucia, o vídeo de quase 27 minutos usou o relacionamento do casal como fio condutor para detalhar não só o enredo, mas também apresentar o gameplay e diversas mecânicas de um dos jogos mais aguardados de todos os tempos.
As novidades incluem não só sistemas complexos, como a nova inteligência policial e mais dificuldade para roubar e dirigir automóveis, como também interações e atividades "mundanas" que vão contribuir para a imersão completa na história que será contada em Vice City neste novo capítulo do jogo.
A seguir, veja 10 detalhes que provavelmente você não percebeu no Olhar Estendido de GTA 6 — e o que cada uma dessas mecânicas pode significar na prática quando o jogo chegar às mãos dos jogadores.
1. Novo sistema de honra (e não é só cosmético)
Logo nos primeiros minutos do vídeo, um ícone com um anjo aparece na tela no momento em que Jason para para acariciar um cachorro pelas ruas de Vice City. É a primeira pista de que a Rockstar trouxe para GTA 6 um sistema de moralidade nos moldes do que já havia visto em Red Dead Redemption 2, rastreando tanto pequenos gestos de bondade quanto atos de violência gratuita ao longo da campanha.
Mais do que um contador estético, a companhia sinalizou que esse sistema deve ter peso real na narrativa. Segundo a própria Rockstar, em entrevista concedida à revista Dazed nesta semana, as escolhas do jogador terão consequências que vão muito além do que qualquer sistema de honra anterior da franquia já ofereceu — um recado direto de que o comportamento de Jason e Lucia deve reverberar em como NPCs, policiais e até o rumo da história reagem a cada decisão.
Vale reforçar que os detalhes técnicos de como esse sistema vai calcular ou exibir essa "reputação" ainda não foram revelados. O que já dá para especular é que ele deve dialogar diretamente com os outros pontos desta lista — como o novo perfil criminal e a inteligência policial —, criando um mundo em que Vice City parece de fato prestar atenção nas atitudes do jogador e não apenas reagir a alarmes de crime disparados por scripts.
2. Sistema de relacionamento entre Jason e Lucia
Pela primeira vez na história da franquia, GTA 6 coloca um casal como protagonista jogável, e isso não é só um detalhe de roteiro. Ao longo do Olhar Estendido, vemos Jason e Lucia se revezando ao volante durante uma perseguição policial, trocando de papel em segundos: em um momento, Jason atira pela janela traseira do carro; no seguinte, a câmera já está com Lucia, que assume a direção. É uma evolução clara da troca de personagens vista em GTA 5, só que muito mais fluida e contextual.
Só que a relação vai além da tela de ação. Em uma cena de preparação para um jantar, Lucia pergunta a Jason qual vestido usar, e o jogador pode responder para ela se apressar — pequenos momentos de intimidade que mostram como o game quer construir a cumplicidade do casal também fora das missões. Segundo a Rockstar, essa dinâmica de "Bonnie e Clyde" foi pensada para permitir que o jogador escolha viver a história como dupla ou seguir sozinho parte do caminho, com Lucia sendo descrita internamente como a primeira protagonista feminina plenamente desenvolvida de um GTA principal.
A expectativa é que essa camada de relacionamento se conecte diretamente ao sistema de honra citado no item anterior: como o casal reage um ao outro diante de escolhas moralmente questionáveis pode ser um dos fatores que vão dar peso extra às decisões do jogador ao longo da campanha.
3. Retorno do nível de procurado de 6 estrelas
Um dos detalhes mais comemorados pelos fãs de longa data foi a confirmação, direto no vídeo da Netflix, de que o nível de procurado de GTA 6 volta a ter seis estrelas — um degrau a mais do que o teto de cinco estrelas usado desde GTA 5. A mecânica de seis estrelas existia nos títulos da era 3D da franquia (de GTA 3 a San Andreas, passando por GTA 4) e havia sido retirada na geração atual.
Historicamente, alcançar o nível máximo de procurado nos jogos antigos significava a entrada de forças militares na perseguição, com tanques e resposta armada pesada substituindo os simples carros de polícia. A Rockstar não detalhou o que vai acontecer especificamente com a sexta estrela de GTA 6, mas o simples retorno do número já é um indício de que a companhia quer elevar a tensão nos momentos de maior caos do jogo.
Do ponto de vista de design, faz sentido: com um mundo mais denso e sistemas de identificação mais sofisticados (que veremos no próximo item), simplesmente reaproveitar o teto de cinco estrelas de GTA 5 não daria conta de representar a escalada de uma perseguição em Vice City. O sexto grau ressurge para dar finais mais dramáticos a esse novo ecossistema de fuga e captura.
4. Perfil criminal: a polícia agora "lembra" de você
Um dos avanços mais interessantes mostrados no vídeo é a exibição de três ícones distintos logo abaixo da barra de procurado: um cabide de roupa, um rosto e um veículo. A leitura mais consistente entre quem acompanhou o evento é que cada um deles representa uma peça de identificação separada que a polícia pode reunir sobre o jogador — a roupa que está vestindo, o rosto exposto e o carro em que está fugindo.
Isso sugere uma mudança e tanto na forma de escapar da lei em GTA 6. Em vez de simplesmente sumir do campo de visão da polícia até a estrela cair, o jogador pode ter que trocar de roupa, abandonar o veículo reconhecido ou cobrir o rosto para "apagar" pistas específicas que os policiais têm sobre sua identidade. A Rockstar já vinha comentando que a identidade do personagem se torna cada vez mais notória se ele não trocar de visual com frequência, o que reforça essa leitura.
Esse sistema de perfil criminal conversa diretamente com a nova inteligência policial (próximo tópico) e com os disfarces disponíveis no jogo. Juntos, eles formam um tripé que substitui o antigo modelo de "onisciência policial" — em que os guardas praticamente sabiam sua localização exata assim que um crime era cometido — por algo mais parecido com uma investigação real, baseada em evidências visuais coletadas por testemunhas e câmeras.
5. Inteligência policial mais realista
Ligado diretamente ao ponto anterior, o Olhar Estendido também deu pistas de que a polícia de GTA 6 vai operar de um jeito mais crível do que em qualquer game anterior da série. Um dos indícios mais discutidos por quem acompanhou o evento é que os policiais não parecem mais identificar o jogador automaticamente fora do campo de visão — eles precisam efetivamente ver Jason ou Lucia, ou reconhecer uma das peças que falamos no item anterior.
Outro detalhe que chamou atenção é que a polícia de Vice City parece existir no mundo mesmo antes de qualquer crime ser cometido pelo jogador: viaturas fazem barreiras de fiscalização de velocidade e patrulham normalmente, o que dá a sensação de uma cidade viva, com forças de segurança cumprindo sua rotina e não apenas "esperando" para reagir ao jogador.
Essas mudanças apontam para uma experiência de fuga mais tática. Se antes bastava sumir de vista e esperar o medidor de estrelas baixar, agora parece que quanto mais pistas concretas (rosto, roupa, veículo) a polícia acumular sobre você, mais difícil será de se livrar da abordagem — o que torna decisões como usar um disfarce ou trocar de carro no meio de uma fuga muito mais relevantes do que eram antes.
6. Roubar carros ficou mais difícil
Outra mudança que salta aos olhos de quem já jogou os GTAs anteriores é a forma como Jason e Lucia agora abordam um veículo alheio. Em vez da clássica opção de arrombar a porta e sair cantando pneu, o game passa a oferecer caminhos alternativos e mais discretos para furtar um carro — incluindo usar uma ferramenta fina para destravar a porta sem quebrar o vidro, evitando o alarde imediato de um roubo à vista de todos.
Esse tipo de escolha se soma a outros métodos que já haviam aparecido em materiais anteriores sobre o jogo, como a possibilidade de clonar a chave de um veículo em vez de simplesmente arrombá-lo à força — uma opção que, segundo relatos de quem teve contato com versões anteriores do material, tende a evitar que o crime seja reportado de imediato pelos NPCs ao redor.
A ideia é transformar o roubo de carros em uma decisão estratégica: quebrar o vidro é mais rápido, mas gera barulho e atenção; já as abordagens mais discretas pedem paciência, mas preservam o jogador do primeiro contato com a polícia. É um ajuste que reflete bem a filosofia geral do jogo de tornar cada ação corriqueira um pouco mais deliberada.
7. Disfarces à escolha do jogador
Diretamente conectado ao novo perfil criminal, o Olhar Estendido também confirmou que Jason e Lucia podem optar por cobrir o rosto — com uma bandana, por exemplo — durante ações mais arriscadas, como assaltos a lojas de conveniência. A escolha de usar ou não esse tipo de disfarce terá impacto direto em quão rapidamente a polícia consegue reconhecer o jogador depois de um crime.
O próprio vídeo mostra uma cena de assalto a uma loja de conveniência mais elaborada do que qualquer coisa vista em GTA 5: o dono do estabelecimento reage e chega a revidar, tornando até um crime simples menos previsível. Nesse contexto, a escolha de estar ou não com o rosto coberto deixa de ser só estética e passa a ser parte da estratégia para reduzir o risco de ficar "marcado" pelo sistema de perfil criminal que já falamos.
A expectativa é que essa camada de customização visual — trocar de roupa, usar acessórios, cobrir o rosto — funcione como uma ferramenta ativa de jogabilidade e não apenas como personalização cosmética. Ou seja: a forma como Jason e Lucia se vestem para um assalto pode literalmente determinar quanto tempo eles conseguem ficar "invisíveis" para a lei depois do golpe.
8. Direção mais realista, puxando para a simulação
Um dos aspectos mais comentados por quem assistiu ao vídeo foi a nova física de direção dos veículos. A sensação geral é de um comportamento mais físico e menos arcade do que o de GTA 5 — com suspensão, aceleração e frenagem reagindo de um jeito que lembra mais a pegada de GTA 4 do que a condução mais "flutuante" da geração atual.
Essa mudança não é acidental. De acordo com o material divulgado pela Rockstar, a equipe responsável pela física de veículos do jogo mais do que dobrou de tamanho desde Red Dead Redemption 2 e passou a contar até com ex-pilotos de corrida entre seus integrantes — o que ajuda a explicar cenas como a de uma corrida em um circuito fechado, em estilo bem próximo ao de jogos de rali, mostrada durante o Olhar Estendido.
Essa aposta em realismo tende a dividir opiniões, como já aconteceu quando a Rockstar fez movimento parecido para contar a história de Niko Bellic: parte dos jogadores vai elogiar a profundidade extra na condução, enquanto outra parte, mais acostumada à acessibilidade de GTA 5, pode sentir estranheza no início. De qualquer forma, é um indício de que perseguições policiais e fugas de carro devem exigir mais habilidade — e menos apelo à força bruta do acelerador — do que em qualquer GTA desde a geração PS2/Xbox original.
9. Novo sistema de diálogo, no molde de Red Dead Redemption 2
Outro ponto que chamou atenção foi a forma como Jason e Lucia interagem com os NPCs pelas ruas de Vice City. Ao segurar um gatilho específico, o jogador pode escolher entre diferentes opções de interação — como cumprimentar ou provocar quem cruza seu caminho —, em um sistema muito parecido com o que a Rockstar já havia implementado em Red Dead Redemption 2.
Essa mecânica pode parecer um detalhe pequeno diante de tantos sistemas mais complexos, mas ela tem um papel importante na construção da sensação de "mundo vivo" que a Rockstar está tentando entregar. Cada interação de diálogo contribui para a percepção de que Vice City é habitada por gente que reage de verdade à presença do jogador — e não apenas cenário decorativo esperando para ser atropelado.
Esse sistema também deve se conectar ao novo sistema de honra citado no primeiro item desta lista: é bem provável que a forma como o jogador escolhe interagir com os NPCs — sendo gentil ou hostil nas opções de diálogo — tenha algum peso na forma como o "karma" do casal evolui ao longo da campanha, ainda que a Rockstar não tenha detalhado essa conexão.
10. Uma avalanche de atividades para viver em Vice City
Por fim, talvez o ponto que melhor resuma a ambição de imersão da Rockstar para GTA 6 seja a quantidade de atividades "do dia a dia" mostradas ao longo do Olhar Estendido. Além de acariciar cães pelas ruas, o vídeo mostrou Jason e Lucia andando de jet ski, praticando mergulho, remando em canoa, disputando partidas de bilhar, correndo em circuitos fechados de carro e até puxando ferro na academia — atividade que, segundo a Rockstar, tem impacto visível no físico dos personagens ao longo do tempo, tal qual nos acostumamos a ver em GTA San Andreas.
A lista de pequenas interações "mundanas" também impressiona: é possível abrir a geladeira para escolher o que comer ou beber, assistir TV e trocar de canal, e até navegar pelo feed de redes sociais direto do celular do personagem enquanto está no banco do carona — um detalhe que reforça a ambientação em uma Vice City de 2026, conectada e digitalizada.
Tomadas em conjunto, essas atividades não têm o peso narrativo de sistemas como o de honra ou o perfil criminal, mas cumprem uma função igualmente importante: dar ao jogador motivos para simplesmente existir dentro de Leonida, sem uma missão ativa na tela. É esse tipo de camada que costuma transformar um mapa bonito em um lugar que os jogadores realmente querem habitar por centenas de horas — e que deve pesar bastante na retenção de GTA 6 nos meses seguintes ao lançamento.
O que vem pela frente
Passado o alarde inicial do Olhar Estendido, fica claro que a Rockstar não usou esses 27 minutos apenas para mostrar gráficos bonitos ou cenas de ação isoladas — a empresa aproveitou a vitrine para deixar claro que está reconstruindo, sistema por sistema, a forma como o jogador se relaciona com Vice City. Entre honra, perfil criminal, inteligência policial e uma direção mais exigente, o recado é de que GTA 6 quer ser jogado com mais cautela e mais intenção do que qualquer título anterior da franquia.
E por mais generoso que tenha sido, o Olhar Estendido de GTA 6 ainda representa só uma fração do que a Rockstar tem guardado. Com a expectativa do mercado nas alturas e a concorrência observando de perto cada detalhe revelado, é bem provável que a companhia siga soltando novas informações — oficiais ou não — nas próximas semanas, elevando ainda mais a régua do que os jogadores devem esperar.
Por enquanto, resta contar os dias: Grand Theft Auto 6 chega em 19 de novembro de 2026, exclusivamente para PS5 e Xbox Series X/S. E prepare-se: o jogo pode levar até 80 horas para ser concluído.
Uma nova pesquisa aponta que o iPhone 17 foi o smartphone mais vendido do mundo no segundo trimestre de 2026, mas a Apple viu a Samsung avançar entre os modelos mais caros. Isso porque o Galaxy S26 Ultra terminou o período como o Android mais vendido globalmente, alcançando um feito inédito para um dispositivo ultrapremium com o sistema do Google.
Essas informações foram divulgadas pelo levantamento Global Handset Model Sales Tracker, da Counterpoint Research. Os dados revelam que o iPhone 17 respondeu sozinho por 6% das vendas globais de smartphones em unidades entre abril e junho, seguido pelo iPhone 17 Pro Max e pelo iPhone 17 Pro.
Apple e Samsung colocaram cinco aparelhos cada entre os dez mais vendidos do trimestre. Juntos, os modelos presentes no Top 10 representaram 26% das vendas globais, maior participação já registrada para um trimestre de junho e avanço de 2 pontos percentuais em comparação com o mesmo período de 2025.
O relatório destaca que esse resultado veio mesmo com uma retração de 11% no mercado global de smartphones. Segundo a Counterpoint, as fabricantes passaram a concentrar mais esforços em aparelhos premium e modelos responsáveis por grandes volumes de vendas em meio à escassez global de memória RAM.
Galaxy S26 Ultra alcança feito inédito entre Androids
O principal destaque da Samsung aparece na quarta posição do ranking da Counterpoint, ocupada pelo Galaxy S26 Ultra. O aparelho também subiu cinco posições em relação ao desempenho alcançado pelo seu antecessor, o Galaxy S25 Ultra, em 2025.
“O Galaxy S26 Ultra superou seu antecessor e representou mais da metade das vendas da série”, ressaltou Harshit Rastogi, analista sênior da Counterpoint. Segundo ele, a tela com recurso de privacidade e as funções aprimoradas de IA também ajudaram a diferenciar o smartphone dos concorrentes.
O especialista aponta ainda que o lançamento mais tardio da linha S26 concentrou uma parcela maior das vendas no segundo trimestre. A Samsung também aumentou seu foco nos smartphones topo de linha, ampliando promoções e direcionando recursos para esses aparelhos.
Merece destaque também a presença dos smartphones da linha Galaxy A entre os aparelhos mais populares. Ampla disponibilidade, bom custo-benefício e preços mais acessíveis ajudam esses dispositivos no ranking, enquanto todos os modelos da família presentes no Top 10 oferecem seis anos ou mais de suporte de software.
iPhone 17 mantém vantagem da Apple no ranking
Mas, mesmo com o avanço da Samsung, a Apple continua ocupando as três primeiras posições da lista. As vendas de iPhones cresceram 5% na comparação com o segundo trimestre de 2025, apesar da queda do mercado global, avanço impulsionado principalmente pela família iPhone 17.
“As vendas de iPhone avançaram na Índia, Japão, Oriente Médio e África, e quase dobraram na Coreia do Sul no segundo trimestre de 2026”, afirmou Karn Chauhan, analista sênior da Counterpoint.
Segundo Chauhan, o crescimento da família iPhone 17 se deu muito em função da consolidação do iPhone 17 padrão no topo do ranking, que foi favorecida principalmente pelas melhorias que ajudaram a reduzir a distância em relação às versões Pro.
Já os modelos 17 Pro e Pro Max se beneficiaram da maior procura por aparelhos premium, além de programas de troca, promoções e opções de financiamento.
Quando analisada a presença do iPhone 17e na lista, vale destacar a estratégia da Apple de adicionar MagSafe e maior armazenamento interno mantendo o mesmo preço da geração anterior. O modelo permanece popular principalmente nos Estados Unidos e no Japão, onde também é beneficiado por promoções oferecidas pelas operadoras.
E se você está em busca de um novo topo de linha para chamar de seu, vale conferir qual é o melhor celular do segmento, de acordo com especialistas do Canaltech.
A Soundcore, marca da Anker, lançou o Nebula X1S, novo projetor 4K que aposta em alto brilho para levar sessões de cinema até mesmo para ambientes externos durante o dia. Um dos destaques do modelo é o fato de ele contar com Google TV, o que permite acessar serviços de streaming sem depender de dispositivos externos.
O sistema oferece acesso a mais de 10 mil aplicativos, incluindo o app da Netflix com reprodução em 4K e Dolby Vision. Dessa forma, o usuário pode assistir a conteúdos diretamente pelo projetor sem a necessidade de conectar acessórios como Chromecast ou Fire TV Stick.
Já para permitir o uso em ambientes com alta luminosidade, o projetor alcança brilho máximo de 6.000 ANSI lúmens. Essa medida é atingida graças ao Conference Mode, desenvolvido para apresentações e locais bastante iluminados.
Enquanto isso, o modo padrão Nebula Master opera com 3.000 lúmens e nível de ruído de 28 dB. A fabricante também oferece um modo Vivid, que prioriza a reprodução de cores e cobre 106% do padrão Rec.2020, usado como referência para uma reprodução de cores mais ampla e precisa.
O Nebula X1S conta ainda com certificação ISF e suporte ao Dolby Vision. Outro destaque fica por conta de uma íris dinâmica de seis lâminas que trabalha em conjunto com os algoritmos da marca e entrega contraste nativo de 5.000:1 e contraste dinâmico de até 56.000:1.
Projetor ajusta a imagem automaticamente
O sistema óptico utiliza uma lente formada por 14 elementos totalmente de vidro e traz zoom óptico de 1,67x, o que permite alterar o tamanho da imagem sem mover o projetor. Segundo a Soundcore, a projeção pode alcançar até 300 polegadas.
Para facilitar a instalação em diferentes ambientes, o X1S conta com o recurso AI Spatial Adaptation, que analisa a superfície de projeção e ajusta automaticamente fatores como posição, tamanho e nitidez. Já o Spatial Recall pode ser usado para salvar as configurações utilizadas em cada cômodo e recuperá-las quando o aparelho voltar ao mesmo local.
O som fica por conta de um sistema integrado de 40 W com Dolby Audio, capaz de alcançar graves de 55 Hz e volume de até 87 dB. O projetor também pode trabalhar com caixas externas opcionais vendidas pela fabricante para deixar a experiência de áudio mais imersiva.
Apesar da proposta de uso em áreas externas, o aparelho não possui bateria integrada e precisa permanecer conectado a uma fonte de energia durante o funcionamento.
O Nebula X1S está à venda no site oficial da Soundcore nos Estados Unidos por US$ 3.299 (cerca de R$ 17 mil na cotação atual), e a marca oferece um desconto de US$ 800 sobre o preço sugerido durante o período de lançamento.
A Xiaomi apresentou, nesta quinta-feira (27), as versões globais dos aparelhos da família Redmi Note 17. A nova linha de dispositivos da fabricante chinesa chega ao mercado liderada pelo Redmi Note 17 Pro Max 5G, smartphone que conta com uma bateria que promete autonomia suficiente para até dois dias de uso.
Além do Pro Max, a nova geração inclui o Redmi Note 17 Pro 5G, Redmi Note 17 5G e Redmi Note 17. Os aparelhos ampliam principalmente a capacidade das baterias e saem da caixa com Android 16 e a interface HyperOS 3.
O anúncio da nova família de celulares também marca uma mudança na nomenclatura da Xiaomi, que salta da série Redmi Note 15 diretamente para a Note 17. Já o antigo modelo Pro+ dá lugar ao novo Pro Max, que concentra os recursos mais avançados da geração.
Redmi Note 17 Pro Max aposta em bateria gigante
O principal destaque dos novos aparelhos da Xiaomi é o Redmi Note 17 Pro Max 5G, equipado com bateria de 9.210 mAhou 10.000 mAh a depender do mercado, e que pode durar até dois dias longe da tomada. O celular também tem suporte a carregamento rápido de 100 W e carregamento reverso de 27 W para alimentar outros dispositivos.
A Xiaomi também utiliza uma bateria de silício-carbono, tecnologia que permite elevar a capacidade sem aumentar na mesma proporção as dimensões do componente. Segundo a fabricante, as baterias da nova geração ainda conseguem manter pelo menos 80% da capacidade original após 1.600 ciclos de recarga.
O celular conta com uma tela AMOLED de 6,83 polegadas com resolução 1,5K, taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 3.500 nits. O painel é protegido pelo Gorilla Glass Victus 2, enquanto o aparelho apresenta certificação IP68 contra água e poeira.
Já o desempenho fica por conta do Snapdragon 6 Gen 5, combinado com memória LPDDR5X e armazenamento UFS 4.0. O conjunto de câmeras é formado por um sensor principal de 50 MP com estabilização óptica (OIS), câmera ultrawide de 8 MP e câmera frontal de 32 MP.
Redmi Note 17 Pro mantém bateria acima de 8.000 mAh
A empresa também apresentou o Redmi Note 17 Pro 5G, que chega às lojas com bateria de 8.340 mAh e suporte a carregamento de 67 W. O aparelho mantém a tela AMOLED de 6,83 polegadas com taxa de 120 Hz, brilho máximo de 3.500 nits e proteção Gorilla Glass Victus 2.
O smartphone utiliza o processador Snapdragon 6s Gen 4 e também traz resistência IP68, conectividade 5G, NFC e áudio com Dolby Atmos. Recursos de inteligência artificial (IA), como Gemini e Circle to Search, também fazem parte do pacote de funcionalidades do dispositivo.
Na parte das câmeras, a Xiaomi manteve um sensor principal de 50 MP com OIS acompanhado por uma ultrawide de 8 MP. A principal diferença para o Pro Max no sistema fotográfico aparece na câmera frontal, que tem resolução de 16 MP.
Redmi Note 17 e 17 5G completam a família
A companhia lançou ainda o Redmi Note 17 convencional, que traz tela de 6,99 polegadas com resolução Full HD+, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 1.200 nits, além da proteção Gorilla Glass 7i. Seu desempenho fica a cargo da combinação entre o chip Snapdragon 6s Gen 2, memória LPDDR4X e armazenamento UFS 2.2.
Sua bateria tem capacidade de 7.700 mAh e suporta carregamento de 45 W. O aparelho ainda oferece câmera principal de 50 MP, frontal de 16 MP, certificação IP65 e entrada para cartão de memória.
Já o Redmi Note 17 5G aposta em bateria de 7.500 mAh com recarga de 45 W e tela de 6,9 polegadas com taxa de 120 Hz. A ficha inclui câmera principal de 50 MP, frontal de 8 MP, resistência IP54, NFC, entrada para fones de 3,5 mm e, como o nome indica, suporte às redes 5G.
Preços e disponibilidade
Os novos celulares da Xiaomi começam a ser vendidos no mercado europeu em setembro, com lançamento previsto em Portugal para 17 de setembro. O Redmi Note 17 Pro Max 5G custa a partir de 599,99 euros (cerca de R$ 3.592 na cotação atual), enquanto o Redmi Note 17 Pro 5G tem preço inicial de 479,99 euros (aproximadamente R$ 2.874).
Já o Redmi Note 17 5G parte de 349,99 euros (R$ 2.095), enquanto o Redmi Note 17 aparece como a opção mais acessível da família, com preço inicial de 299,99 euros (R$ 1.796). Os valores podem aumentar conforme a configuração de memória e armazenamento escolhida.
Até o momento, não há informações oficiais sobre lançamento ou preços da nova linha Redmi Note 17 no Brasil.
Um carregador portátil pegou fogo dentro de um trem da Linha 7-Rubi, em São Paulo, e deixou um passageiro com queimaduras. O incidente aconteceu por volta das 18h desta segunda-feira (24), quando o vagão chegava à estação Água Branca, localizada na Zona Oeste da capital paulista.
Um vídeo publicado pelo perfil SP Sobre Trilhos no Instagram mostra o momento em que passageiros tentam apagar as chamas dentro do vagão. Nas imagens, também é possível perceber uma pequena quantidade de fumaça saindo do powerbank enquanto uma das pessoas tenta conter o fogo com os pés.
O conteúdo divulgado na rede social também mostra um passageiro com a calça aparentemente danificada pelo fogo. Em contato com o Canaltech, a TIC Trens, concessionária responsável pela Linha 7-Rubi, confirmou que o dono do equipamento ficou ferido e recebeu atendimento de funcionários da empresa.
“Os Agentes de Atendimento e Segurança da TIC Trens prestaram imediatamente os primeiros socorros, e o passageiro foi encaminhado a um pronto-socorro da região para atendimento médico”, afirmou a companhia.
A empresa também ressaltou que a circulação dos trens não foi impactada pelo ocorrido. Com isso, a operação da Linha 7-Rubi, que liga a capital paulista à cidade de Jundiaí, seguiu normalmente.
Incidente com powerbank também em avião
Casos envolvendo powerbanks não se limitam ao transporte sobre trilhos, com diferentes registros de aparelhos apresentando problemas durante voos. Uma das ocorrências mais recentes aconteceu em junho deste ano, dentro de um avião da Tianjin Airlines.
Imagens compartilhadas nas redes sociais mostraram a tripulação lidando com o equipamento enquanto a fumaça se espalhava pela cabine. Também foram publicados registros de como ficou o assento onde o powerbank estava quando o problema começou.
A companhia aérea, inclusive, emitiu um alerta sobre o transporte de carregadores portáteis por passageiros e recomendou que os viajantes deem preferência a não levar equipamentos do tipo. Caso seja necessário transportá-los, a empresa orientou verificar se os dispositivos atendem aos requisitos de certificação aplicáveis.
A TCL anunciou, nesta terça-feira (25), o lançamento da T6C no Brasil, smart TV QLED 4K que aposta em inteligência artificial (IA) e recursos para games, incluindo taxa de até 120 Hz. Disponível em tamanhos de até 75 polegadas, o modelo chega ao mercado nacional com preços a partir de R$ 3.099.
Um dos principais destaques da televisão fica por conta do processador AiPQ, responsável por analisar as imagens reproduzidas e ajustar automaticamente diferentes parâmetros. O sistema utiliza IA para trabalhar aspectos como contraste, nitidez, HDR e movimento de acordo com o conteúdo exibido na tela.
A T6C utiliza painel QLED 4K com cobertura de até 93% do espaço de cores DCI-P3 e tecnologia HVA para ampliar o contraste e melhorar o controle da iluminação. O aparelho também conta com Dolby Vision, HDR10+ e sistema de áudio 2.0 compatível com Dolby Atmos, além da tecnologia de pontos quânticos, que permite reproduzir mais de 1 bilhão de tonalidades.
“Hoje, a televisão ocupa um espaço cada vez mais importante na forma como as pessoas acessam entretenimento. Por isso, buscamos desenvolver tecnologias que reúnam qualidade de imagem, conectividade e recursos inteligentes para tornar esse momento mais simples e intuitivo, e todos esses atributos estão presentes na linha TCL T6C”, ressalta Rafael Amendola, gerente de Programa e Engenharia na TCL SEMP.
Recursos extras miram jogadores
Para os games, a TCL T6C traz o Game Accelerator, recurso que permite trabalhar com VRR (taxa de atualização variável) de até 120 Hz para tornar a reprodução de movimentos mais fluida. O painel possui frequência nativa de 60 Hz, enquanto os 120 Hz são alcançados por meio de software.
O pacote voltado aos jogos também inclui HDMI 2.1 e ALLM, funcionalidade que ativa automaticamente o modo de baixa latência quando um dispositivo compatível é conectado. A televisão ainda oferece o Game Bar, área onde o usuário pode acessar recursos como modo imagem, para selecionar opções como FPV e RPG, e Aiming Aid, que auxilia o gamer a mirar no alvo com maior precisão.
A fabricante também integrou ao televisor tecnologias voltadas ao conforto visual, com recursos para reduzir a emissão de luz azul e pequenas oscilações no brilho da tela. A T6C ainda ajusta a luminosidade para buscar uma visualização mais confortável ao longo do dia.
O aparelho chega às lojas rodando o Google TV, interface que reúne conteúdos de diferentes serviços de streaming e oferece recomendações personalizadas. O sistema também facilita a integração da televisão com outros dispositivos conectados da casa.
Preço e disponibilidade
A TCL T6C já está disponível no mercado brasileiro em versões de 55, 65 e 75 polegadas. Os preços partem de R$ 3.099, mas a marca ainda não detalhou os valores sugeridos para cada tamanho.
A Xiaomi pretende expandir seu ecossistema para cada vez mais lugares da casa, e agora resolveu atacar o tradicional chuveiro elétrico ao oferecer uma solução mais moderna. A fabricante lançou um novo aquecedor de passagem a gás da linha Mijia, que aposta em recursos inteligentes para facilitar o uso e a instalação do dispositivo
Batizado de Mijia Smart Gas Water Heater Pro 16L e anunciado na plataforma de financiamento coletivo Youpin, o aparelho conta com um sistema de dupla circulação e nível 1 de eficiência energética. O modelo combina aquecimento a gás, conectividade e soluções desenvolvidas para reduzir algumas das adaptações normalmente exigidas durante o processo de instalação.
Um dos principais diferenciais do aquecedor está no sistema criado para lidar com a água produzida pela condensação dos gases durante seu funcionamento. Em equipamentos convencionais desse tipo, o líquido precisa ser direcionado para um ralo ou tubulação específica, o que pode exigir novos furos e encanamentos.
O novo equipamento da Xiaomi, no entanto, dispensa esse caminho adicional ao tratar a água condensada dentro do próprio aparelho. A solução encontrada pela fabricante foi fazer com que o líquido passe por um sistema de neutralização e depois por uma centrífuga de alta velocidade, que o transforma em uma névoa expelida junto aos gases pelo duto de exaustão.
Aquecedor entrega até 16 litros por minuto
O novo aquecedor da Xiaomi tem capacidade para fornecer o equivalente a cerca de 16 litros de água quente por minuto e trabalha com potência de aquecimento de 27 kW. Uma bomba de pressão com motor DC inverter ainda oferece elevação de até 10 metros e permite o funcionamento em redes com pressão entre 0,02 MPa e 0,85 MPa.
O aparelho também conta com um sistema de controle desenvolvido para manter a temperatura da água estável mesmo quando diferentes pontos da casa são utilizados simultaneamente. Já a função de "água quente instantânea" reduz a espera e evita a necessidade de o usuário deixar a água fria correr antes de entrar no banho.
Outro recurso do modelo que merece destaque é um sistema de filtragem que utiliza elementos de estrôncio e zinco para tratar a água. Além disso, a Xiaomi afirma que quatro soluções de isolamento e redução de vibração ajudam a limitar o ruído durante a operação do aparelho a apenas 32 dB(A).
No que diz respeito à conectividade, o dispositivo também se integra ao ecossistema de casa inteligente da fabricante, oferecendo suporte a Wi-Fi, Bluetooth 5.0 e ao aplicativo Xiaomi Home para acesso às funções inteligentes.
Preço e disponibilidade
O Mijia Smart Gas Water Heater Pro está sendo vendido somente no mercado chinês pelo preço sugerido de 3.999 yuans (cerca de R$ 3.062 na cotação atual), podendo ser adquirido durante o período de lançamento por 3.499 yuans (aproximadamente R$ 2.679). Ainda não há informações sobre o lançamento do produto em outros mercados.
O Galaxy S27 Ultra pode ganhar uma tela capaz de “curar” pequenos riscos e arranhões sozinha. É o que indica um novo vazamento divulgado pelo leaker Schrödinger, apontando que a Samsung e a Corning trabalham em um revestimento autorregenerativo para a próxima geração do Gorilla Armor, vidro utilizado nos celulares mais avançados da fabricante sul-coreana.
De acordo com uma publicação feita no X (antigo Twitter), a tecnologia permitiria que a superfície do aparelho se recuperasse de determinados níveis de microarranhões provocados pelo uso cotidiano, em vez de apenas aumentar a resistência do vidro contra novos danos.
Vale destacar que, caso o rumor se confirme, isso não significaria que o Galaxy S27 Ultra conseguiria eliminar rachaduras ou riscos profundos. A proposta estaria concentrada em pequenas marcas superficiais que surgem com o tempo pelo contato com objetos, partículas e outras superfícies.
O vazamento não dá detalhes sobre como esse processo de autorreparação funcionaria ou quanto tempo o revestimento levaria para amenizar as marcas.
Samsung e Corning podem ampliar parceria
A possível tecnologia reforçaria uma parceria que já resultou em soluções exclusivas para os celulares Ultra da Samsung. Isso porque a Corning desenvolveu junto à fabricante sul-coreana o Gorilla Armor, com uma proposta que combina maior resistência com um tratamento capaz de reduzir reflexos na tela.
O Gorilla Armor 2 deu continuidade à estratégia com melhorias principalmente na durabilidade e na redução de reflexos do painel. Caso o novo revestimento autorregenerativo realmente seja adotado, a tecnologia também passaria a atuar sobre os sinais de desgaste acumulados durante o uso do smartphone.
Um recurso semelhante já havia aparecido anteriormente em rumores relacionados ao futuro iPhone dobrável da Apple, embora até agora não existam confirmações de que a empresa realmente pretende utilizar a tecnologia.
A possível chegada de uma tela capaz de reparar pequenos arranhões também pode dar continuidade à aposta da Samsung em novos recursos para os displays dos seus dispositivos. Uma das novidades mais recentes foi o Privacy Display, conhecido como recurso “anti-curioso” do Galaxy S26 Ultra.
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