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Muse Glimmer é a nova aposta da Meta na IA aberta e pode funcionar num único computador
A Meta está a reforçar a aposta em modelos de IA abertos e que possam funcionar diretamente nos computadores dos utilizadores. O lançamento do Muse Glimmer é acompanhado por um longo ensaio de Mark Zuckerberg, que defende uma abordagem mais aberta à IA e menos restrições nos EUA.
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Google Play Store testa função que expande resultados de busca automaticamente
Explore o novo recurso do Google Play Store que expande resultados de busca por padrão, melhorando a visualização de apps.
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Text Catalyst é um poderoso gerenciador da área de transferência para macOS
Gerenciadores da área de transferência estão entre alguns dos apps mais abundantes para macOS. Ainda assim, de vez em quando surgem ferramentas que conseguem se destacar em meio à multidão, como o Text Catalyst, da Sense Labs.
Lançado há poucas semanas, ele faz tudo o que um bom clipboard manager precisa fazer: oferece um histórico dos últimos itens que você copiou no seu Mac, permitindo que você os cole a qualquer momento. Ele também deixa você pesquisar por itens no seu histórico (incluindo texto em imagens), além de poder ser aberto facilmente com um atalho de teclado.

Os recursos, no entanto, não param por aí, com coisas bem legais como a Fila de Colagem (Paste Stack) jogando um pouquinho de tempero sobre a experiência. Com ele, você pode copiar vários itens de uma vez para depois colá-los em sequência em algum app qualquer da mesma forma como faria se estivesse colando apenas um item: usando apenas o atalho ⌘ command V.

O Text Catalyst, no entanto, oferece outras formas de copiar e colar itens, as quais podem substituir por completo os tradicionais ⌘ C e ⌘ V. É possível, por exemplo, configurá-lo para copiar um trecho de texto apenas ao selecioná-lo com cursor do mouse, bem como pressionar uma tecla modificadora da sua preferência duas vezes para abrir a Lista de Colagem (Paste List).

A interface principal do app também é bem completa e conta até mesmo com filtros que separam por aplicativo de origem os itens da sua área de transferência. Há, ainda, abas para texto simples, links, imagens, arquivos, cores, etc.
Assim como outras ferramentas do tipo, o Text Catalyst também traz um recurso de substituição de texto chamado Expansão de Texto (Text Expander). Com ele, você pode atrelar palavras, símbolos (como ⌘ e ⌥), emojis e até templates de emails a uma abreviação, que é substituída automaticamente pelo conteúdo desejado. Itens da sua Lista de Colagem também podem ser convertidos em trechos a serem inseridos no lugar de uma palavra ou sigla.

Programada em Swift para ser um app nativo, a ferramenta permite copiar até 48.000 itens, além de funcionar com o recurso Visualização Rápida (Quick Look) do macOS.
Sem assinaturas, o Text Catalyst sai por R$130 na Mac App Store, mas pode ser testado gratuitamente por sete dias.


OpenAI Models Go Rogue + Kimi K3 Freakout + A.I. Superforecasting
Could A.I. Do Your Job? We Put Agents to the Test.
Geekbench 7 Launches With Redesigned Multi-Core and GPU Benchmarks
There's a redesigned multi-core benchmark in Geekbench 7 that's meant to better represent how applications work in the real world. A workload only runs in multi-threaded mode if the task it models runs multi-threaded in real applications.
Primate Labs says users can expect a multi-core score that's a more relevant measure of how a device performs when doing actual work.
Along with updates to multi-core testing, a revamped GPU benchmark focuses on machine learning and content creation to reflect how GPUs are used today. The GPU benchmark has tests that track faces and apply real-time filter effects to video, upscale images with machine learning, and blur backgrounds in video conferencing streams. New GPU image editing and synthesis tests are available, like RAW image processing, LUT-based video color grading, path tracing, and fluid simulation.
Nvidia's CUDA is once again a supported API alongside OpenCL, Vulkan, and Metal.
The new version of Geekbench uses more challenging data sets to better reflect how people use their computers today. The File Compression and PDF Viewer workloads have more variation, and developer and image processing tests have more assets and different image formats.
Geekbench 7 adds media workloads for testing audio and video encoding, decoding, and processing. The Whisper speech recognition, AV1, and Opus tests mimic video conferencing, screen sharing, and content consumption workloads.
There's also a Game Physics workload that uses the Jolt Physics engine used by popular video games. Primate Labs added an expanded Photo Editor test with a richer set of real-world edits, and the Photo Library workload supports importing and processing image formats like JPEG XL and DNG.
Geekbench 7 is available for iOS, macOS, and other platforms. The app remains free for personal use, and the Pro version is 20 percent off the regular $99 price through August 6.
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Geekbench 7 chega com benchmark de GPU e testes multi-core reformulados
A Primate Labs anunciou hoje o Geekbench 7, a geração mais recente de sua popular ferramenta de benchmark, que traz conjuntos de dados maiores e mais exigentes para o processamento de GPUs 1Graphics processing units, ou unidade de processamento gráfico., testes multi-core reformulados, entre outras novidades.
A Primate Labs afirma que o benchmark de GPU reformulado concentra-se em aprendizado de máquina e criação de conteúdo para refletir a forma como as GPUs são utilizadas atualmente. Ele inclui agora testes que rastreiam rostos e aplicam efeitos de filtro em tempo real a vídeos, realizam upscaling de imagens com aprendizado de máquina e desfocam fundos em transmissões de videoconferência.
Já os benchmarks multi-core foram projetados para refletir melhor o comportamento real dos softwares, visto que as novas cargas de trabalho só utilizam múltiplas threads quando as tarefas simuladas exigem.

A Primate Labs adicionou ainda um teste expandido de edição de fotos, com um conjunto mais abrangente de edições. Ademais, a carga de trabalho de biblioteca de fotos oferece suporte à importação e ao processamento de formatos de imagem como JPEG XL e DNG. Além disso, os novos testes de áudio e vídeo agora incluem suporte a AV1 e Opus, além de simular cargas de trabalho de streaming e consumo de conteúdo.
No mais, ele tem a mesma aparência do Geekbench 6 — e a licença Pro continua custando US$100 (com desconto para US$80 até 6 de agosto). A versão Pro permite realizar benchmarks offline — sem envio de dados para o Geekbench Browser — e abrange todas as plataformas desktop compatíveis (macOS, Windows e Linux).
É possível baixar gratuitamente o Geekbench 7 para macOS e outros sistemas operacionais nessa página. A versão para iOS/iPadOS ainda não foi atualizada na App Store.
Notas de rodapé
- 1Graphics processing units, ou unidade de processamento gráfico.


Firefox 153 transforma contêineres em recurso nativo do navegador
O Mozilla Firefox foi atualizado hoje para a versão 153, tanto no macOS quanto no iOS/iPadOS. Entre as várias novidades introduzidas pelo update, estão os Contêineres (Containers), que permitem separar as diferentes partes da sua vida online na mesma janela do navegador.
Assim como a extensão Multi-Account Containers, o novo recurso torna possível logar em diferentes contas sem precisar abrir uma outra instância do Firefox. Ao recorrer aos Contêineres (que ainda estão em preview, diga-se), você também mantém os seus cookies e dados de anúncios direcionados isolados em ambientes distintos.
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Segundo a Mozilla, ao tornar um recurso desse tipo em uma ferramenta nativa do navegador, a versão 153 livra usuários de ter que procurar por um add-on, além de facilitar a abertura, a criação e o gerenciamento de contêineres de páginas que você já costuma acessar. Usuários de longa data do Multi-Account Containers, no entanto, não serão deixados de lado, uma vez que a nova solução mantém “a funcionalidade, a flexibilidade e a identidade visual” da extensão.
Nesse preview, já é possível abrir páginas em contêineres específicos, customizá-los com nomes, cores e ícones da sua escolha e gerenciá-los diretamente do menu “Configurações”. Para abrir uma aba contêiner, basta clicar com o botão direito do mouse ou tocar e segurar no botão de nova aba (+) e selecionar a opção correspondente.
Outras novidades
Agora, é possível compartilhar qualquer página com um código QR ao clicar com o botão direito do mouse em uma aba e ir em Compartilhar » Gerar código QR.

Também passou a ser possível juntar múltiplos PDFs em um único documento ao arrastar um arquivo do tipo para a barra lateral de PDF, bem como adicionar imagens como novas páginas de um documento usando o editor de PDF nativo do Firefox.
Ademais, digitar “pick color”, “color picker” ou “eyedropper” na barra de endereço agora faz com que o seletor de cores nativo do Firefox, o Pick a color, seja ativado. Na mesma toada, o Firefox passou a permitir que usuários digitem “labs” ou “experiment” na barra de endereço para acessar a ação rápida “Open Firefox Labs” facilmente.
Usuários de Mac, por sua vez, notarão que o atalho de teclado fn (tecla representada por um globo) F agora é suportado pelo Firefox, permitindo entrar rapidamente no modo de tela cheia do macOS.
O ícone de acesso à localização do usuário agora fica destacado em vermelho sempre que um site obtém acesso às suas coordenadas, além de ficar visível em páginas de resultados de busca (antes ele era ocultado).

Por fim, o assistente Smart Window (ainda em beta) agora permite selecionar diferentes modelos de inteligência artificial (IA) diretamente da sua interface, e a Nova aba (New Tab) do recurso ganhou uma barra de endereço mais familiar para acessar sites ou pesquisar na web.

O Firefox 153 já está disponível para download tanto no desktop quanto em dispositivos móveis. Em ambos os casos, o update também introduz uma série de correções de bugs e melhorias de desempenho, as quais podem ser conferidas aqui e na página do browser na App Store.


Wet Harzburgite and Dry Basalt Slabs Maintain Ongoing Seismic Stagnation
A new study in Nature Communications reports that subducting slabs can become effectively “stalled” for long periods—not simply due to mantle temperature or plate motion, but because distinct rock assemblages within the downgoing plate alter how the slab interacts with the surrounding mantle. Using geophysical constraints combined with thermodynamic modeling, the researchers argue that slab dynamics depend on whether the slab interior is dominated by hydrated ultramafic lithologies or by comparatively dry basaltic components.
The central finding is that wet harzburgite—an olivine-rich, ultramafic rock—can sustain slab stagnation by promoting hydration-related weakening processes and controlling the timing and location of mineral transformation. In parallel, the team shows that dry basaltic slab assemblages can also contribute to stagnation, but through a different pathway: by limiting certain water-driven reactions while still maintaining a mechanically coherent, slow-moving interface at depth.
According to the authors, the fate of volatiles is the key variable. As the slab descends, pressure and temperature drive phase changes and dehydration reactions. These reactions can either increase or decrease the effective viscosity and friction along plate boundaries, shifting the balance between slab pull and mantle resistance. Where hydration is sustained, water remains available to weaken lithospheric portions that would otherwise become too rigid to decouple.
In the wet harzburgite scenario, dehydration and metamorphic reactions are predicted to sustain zones of reduced strength within the slab, preventing it from sinking efficiently into the lower mantle. This creates a feedback loop: slower descent limits thermal loss, which in turn preserves conditions that keep the weakening processes active.
In the dry basaltic scenario, the model emphasizes that even without abundant water, basaltic mineralogy can maintain mechanical coupling over a broader depth range. The study suggests that dry assemblages may delay the development of decoupling horizons, thereby prolonging stagnation until the slab eventually transitions to a different rheological regime.
The researchers also connect their results to the observed diversity of subduction-zone behavior, where some slabs advance smoothly while others appear to linger at mantle depths. By treating rock composition explicitly rather than assuming uniform slab properties, the work offers a framework for interpreting why similar plate boundary geometries can yield markedly different slab lifetimes.
Crucially, the analysis links mineral stability, dehydration partitioning, and viscosity contrasts into a single physical narrative. This moves slab “stalling” away from a purely geometric explanation and toward a lithology-driven process that can be tested against seismic signatures.
The findings will likely influence how future models incorporate water budgets and rock types in subduction simulations. If validated by geophysical observations, the wet-versus-dry assemblage distinction could become a practical lever for predicting which slabs will stagnate and for how long.
In short, the study portrays slab stagnation as a sustained state maintained by the contrasting rheological effects of hydrated harzburgite and comparatively dry basaltic materials, reshaping our understanding of how deep Earth water and rock chemistry govern plate evolution.
Subject of Research: Subduction zone dynamics and slab stagnation mechanisms
Article Title: Slab stagnation sustained by wet harzburgite and dry basaltic slab assemblages.
Article References: Shi, D., Shen, Y., Zhao, R. et al. Nature Communications (2026). https://doi.org/10.1038/s41467-026-75639-9
Image Credits: AI Generated
DOI: 10.1038/s41467-026-75639-9
Keywords: slab stagnation; subduction; wet harzburgite; dry basaltic assemblage; dehydration; mantle rheology; volatiles; mineral transformations