Um AirTag usado para rastrear uma cadela ajudou a encontrar um casal de idosos que foi evacuado da casa de repouso onde residiam após um incêndio florestal atingir o espaço, localizado em British Columbia (no Canadá).
Conforme relatado ao Globalnews.ca, as duas filhas do casal ficaram desesperadas quando viram as notícias envolvendo os incêndios na cidade de Summerland — que foi completamente evacuada —, uma vez que moram bem longe do local onde os pais residem.
Foi aí que uma delas lembrou que a cadela do casal tinha um AirTag em sua coleira e começou a observar a localização apontada pelo rastreador, que apontou para um famoso centro de convenções e comércio na província.
Embora concluísse que eles estavam seguros, a mulher começou a se preocupar com a medicação do pai e com a perda de memória da mãe, e decidiu fazer um apelo para encontrá-los em uma comunidade do Facebook.
Após a publicação, várias pessoas começaram a ligá-la afirmando terem visto seus pais e que eles estavam bem. “Eles são adoráveis, eles estavam cumprimentando a todos”, diziam algumas das pessoas que ligavam.
Uma mulher, então, encontrou os pais de Helen Gonzalez e ligou para ela. A mulher ajudou a conseguir uma cama confortável e alimento para eles, além de ter permitido que a filha falasse com os pais pelo telefone.
Além do AirTag, a linha de apoio criada para famílias entrarem em contato com seus entes queridos foi essencial para o reencontro e para o final feliz dessa história.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Tesla is suing the Canadian province of Manitoba for cutting the automaker out of its electric vehicle rebate program, and the fight has now reached a courtroom.
The province is asking Manitoba’s Court of King’s Bench to throw out the challenge. Tesla says the ban has already cost its Canadian customers at least $560,000 in lost rebates.
De todos os possíveis testes de resistência em que o iPhone 17 Pro já se saiu bem, esse foi muito possivelmente um dos mais inusitados: o aparelho foi recuperado sem danos aparentes após cair de um pequeno avião a aproximadamente 1,1km de altitude (cerca de 3,6 mil pés).
O feito foi da artista canadense Heather Cline, que reside na província de Saskatchewan e costuma fazer voos em um avião monomotor junto com seu marido para capturar fotos e vídeos que servem de referência para suas pinturas aéreas.
Durante um desses voos, 30 minutos após realizar a decolagem, uma corrente de ar derrubou o seu iPhone do suporte, enquanto a pequena aeronave voava a mais de 100km/h.
À CBC, Cline declarou que havia adquirido o aparelho no mês anterior:
Foi um grande investimento. […] Eu literalmente não acreditei de início, que eu tinha feito aquilo, e então ele só me olhou e disse: “Eu te disse para não deixar o telefone cair.” […] Eu estava simplesmente arrasada. Pensava, “Será que existe seguro para quem deixa o seu celular cair de um avião?”, tipo, o que você escreveria no pedido de indenização? “Eu sou uma idiota?”
Embora o casal considerasse o aparelho perdido, eles perceberam que ele ainda era localizável pelo app Buscar (Find My), e então decidiram procurá-lo, encontrando-o em meio a uma plantação de canola com a tela virada para cima, sem danos aparentes!
iPhone 17 Pro Max
Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Anyone who has used the Internet in recent years is probably used to encountering telltale signs of LLM prompting that lazy users sometimes forget to remove from their AI-generated pabulum. But a Canadian legislator took that idea to an embarrassing new level this week, reading an apparent LLM prompt instruction into the record during a floor speech.
Bill Oliver, a Progressive Conservative Party member of the legislative assembly of New Brunswick, noted in a speech last month that "One of the dangers associated with creating advocacy offices is that citizens often develop expectations that exceed the powers actually granted to those offices." He then went on to say out loud that "here’s a more natural, flowing version of that section that reads like a legislative speech rather than a series of short points," a line with all the hallmarks of an LLM presenting an alternative style option in response to a prompt.
The odd reading went more or less unnoticed at the time, but video of the remarks started spreading around social media networks like Reddit and Threads earlier this week. In Canada, the snafu is now getting mainstream attention from the likes of the Canadian Broadcasting Corporation and The Toronto Star, the latter of which called it a sign of "a growing divide in our society: between the elites, who are only too happy to delegate their duties to the Borg; and the masses, who find this objectionable."
GM thinks its newest Starlight L PHEV SUV could be China’s best value hybrid, offering 260 km (~160 miles) of all-electric range, spacious six-passenger seating, and a modern technology package at an affordable price. And it’s exactly the kind of vehicle that the company could try to rebadge for North America
As smoke from hundreds of burning wildfires spread across Canada and the United States, the first three operational satellites in the Google-backed FireSat program successfully launched into orbit. The satellites will begin providing wildfire detection capable of spotting even small fires in the United States, Australia, and Europe before the end of the year.
The launch of the microsatellites aboard a SpaceX Falcon 9 rocket from Vandenberg Space Force Base in California on July 7, 2026 marks a transition to “initial operational capability” for the FireSat constellation managed by the nonprofit Earth Fire Alliance. After a three-month testing period, the three satellites will begin actively providing data to fire agencies while covering every fire-prone region on Earth at least twice per day.
FireSat represents the first satellite constellation purpose-built for detecting wildfires, including spotting smaller fires that other satellites may miss. The satellites were designed by California-based satellite manufacturer Muon Space and have received over $15 million from Google to support initial deployment. Other notable financial supporters include the Bezos Earth Fund that committed $26 million.
As smoke from hundreds of burning wildfires spread across Canada and the United States, the first three operational satellites in the Google-backed FireSat program successfully launched into orbit. The satellites will begin providing wildfire detection capable of spotting even small fires in the United States, Australia, and Europe before the end of the year.
The launch of the microsatellites aboard a SpaceX Falcon 9 rocket from Vandenberg Space Force Base in California on July 7, 2026 marks a transition to “initial operational capability” for the FireSat constellation managed by the nonprofit Earth Fire Alliance. After a three-month testing period, the three satellites will begin actively providing data to fire agencies while covering every fire-prone region on Earth at least twice per day.
FireSat represents the first satellite constellation purpose-built for detecting wildfires, including spotting smaller fires that other satellites may miss. The satellites were designed by California-based satellite manufacturer Muon Space and have received over $15 million from Google to support initial deployment. Other notable financial supporters include the Bezos Earth Fund that committed $26 million.
“O armazenamento do iCloud está quase cheio”. Se você usa iPhone, aposto que leu essa frase nesta semana. Talvez hoje. Ela aparece nos Ajustes, aparece por notificação, aparece quando o backup falha de madrugada… e não desiste nunca. Não é um bug. É, possivelmente, o vendedor mais eficiente que a Apple já contratou.
Nas últimas semanas, escrevi aqui duas matérias medindo produtos da Apple numa moeda que todo mundo entende na pele: horas de trabalho. Vimos quanto custa um Mac depois dos aumentos e quanto custou cada geração de iPhone desde 2007. Mas hardware você paga uma vez e o assunto morre; assinatura, não. Assinatura é um pedágio silencioso: poucos reais por mês, para sempre. E ninguém de fato se dá ao trabalho de fazer essa conta — então eu resolvi fazer.
Os mesmos 5GB desde 2011
Antes dos números, um pouco de contexto. Quando o iCloud nasceu, em outubro de 2011, a Apple deu 5GB gratuitos para cada conta. Era a época do iPhone 4s, de câmera de 8 megapixels e fotos de uns 2,5MB cada. Dava para viver um bom tempo dentro daquele limite.
Quase 15 anos depois, os 5GB continuam exatamente os mesmos. Só que o mundo ao redor deles mudou de tamanho: o iPhone 17 tira fotos de 48MP, grava 4K a 60 quadros — cerca de 400MB por minuto — e sai de fábrica com 256GB. Ou seja, a Apple vende um aparelho com 256GB e dá uma nuvem que corresponde a 2% disso. Um backup básico, sozinho, já não cabe. A caixa ficou pequena de propósito ou só ficou pequena? Guarde essa pergunta.
Quem não aguenta o aviso assina o iCloud+. No Brasil, depois do reajuste de até 33% em 2025, as mensalidades saem por R$5,90 (50GB), R$19,90 (200GB), R$66,90 (2TB) e vão até R$399,90 (12TB).
A conta em horas, plano a plano
A régua é a mesma das matérias anteriores: salário mínimo por hora no Brasil (R$8,50), nos Estados Unidos (piso federal de US$7,25), no Canadá (C$17,60, em Ontário) e em Portugal (5,31€). Cada célula mostra quanto tempo de trabalho um mês de assinatura consome.
Plano
Brasil
EUA
Canadá
Portugal
iCloud+ de 50GB
42min
8min
4min
11min
iCloud+ de 200GB
2h20min
25min
14min
34min
iCloud+ de 2TB
7h52min
1h23min
44min
1h53min
iCloud+ de 12TB
47h
8h16min
4h33min
11h18min
Preços oficiais da Apple em julho de 2026, sempre no plano mensal.
À primeira vista, parece barato — e é justamente assim que uma assinatura funciona. O plano de 50GB custa 42 minutos de trabalho por mês. Quem reclamaria? Mas suba na tabela: o plano de 2TB, o mais comum para quem tem família ou anos de fotos acumuladas, consome quase um dia inteiro de trabalho por mês de um brasileiro de salário mínimo. O mesmo plano custa 44 minutos para um canadense. E o de 12TB beira o surreal: 47 horas mensais — mais de uma semana de expediente, todo mês, só para guardar arquivos.
Vale a comparação com o hardware: nas matérias anteriores, o brasileiro trabalhava de 8 a 12 vezes mais que o americano pelo mesmo iPhone ou iPad. Nos serviços, a distância é menor — cerca de 6 vezes no plano de 2TB —, mas segue aí, firme e forte. Contra o Canadá, a proporção volta às mesmas 10 vezes de sempre. E Portugal repete o papel de meio-termo que já apareceu na conta do hardware: 1h53min pelos mesmos 2TB, 4x menos esforço que o brasileiro — confortável perto de nós, longe do sossego canadense.
O pedágio que nunca acaba
Agora, o detalhe que muda tudo: essa conta não fecha nunca. O iPad de 706 horas dói uma vez; o iCloud cobra todo mês, até o fim dos tempos — ou das suas fotos, o que vier primeiro.
Um ano de iCloud+ de 2TB custa R$802,80 — 94 horas de trabalho, meio mês de expediente por ano. Em 10 anos, são mais de 900 horas: território de iPhone 17, que calculei em 1.006 horas na matéria anterior. Ou seja, guardar as fotos por uma década custa quase o mesmo esforço que comprar o telefone que as tirou.
E tem o degrau seguinte, claro. O Apple One Individual (R$42,90) leva 5 horas mensais de trabalho; o Premium (R$99,90), quase 12 horas — cerca de 140 horas por ano, ¾ de um mês de trabalho anual em assinatura. No fim das contas, o brasileiro de salário mínimo que assina o pacote completo da Apple dedica praticamente um mês do ano só para manter os serviços da Maçã rodando.
Por que a caixa não cresce
Aqui entra o olhar de produto, área em que trabalho há mais de 20 anos. Aquele aviso de armazenamento não é um acidente de percurso: é um funil de conversão dos bons! Ele aparece no momento de maior dor (backup falhou, foto não salvou), oferece a solução a um toque de distância e custa “só” R$5,90. Nenhum vendedor de loja chega perto dessa taxa de conversão.
E o incentivo para manter os 5GB congelados é gigante. Os serviços renderam à Apple US$109,2 bilhões no ano fiscal de 2025, com margem bruta de 75% — o dobro da margem do hardware. Cada pessoa que cede ao aviso vira receita recorrente, previsível e baratíssima de servir. Se os 5GB gratuitos virassem 50GB amanhã, quantos milhões de assinaturas de entrada evaporariam? A Apple sabe a resposta melhor do que ninguém. Tanto que Google (15GB) e Microsoft (5GB, mas com Office no pacote) jogam jogos parecidos — a Apple só joga com a caixa mais apertada do mercado.
Sejamos justos num ponto: nuvem custa dinheiro de verdade (data center, energia, redundância) e o iCloud+ entrega junto recursos como o Retransmissão Privada (Private Relay) e o Ocultar Meu E-mail (Hide My Email). Não é um produto ruim; eu mesmo assino e não pretendo cancelar. O problema não é o plano pago existir, é a versão gratuita ter sido desenhada para não ser suficiente — em 2011, ela era.
No fim, é uma escolha de modelo de negócio — e das mais bem executadas. Só acho saudável que a gente a chame pelo nome. Quando o aviso aparecer de novo aí no seu iPhone — e ele vai aparecer —, lembre que aqueles 42 minutos de trabalho por mês não foram um acaso: foram desenhados, testados e otimizados para esse exato momento. A Apple não vende mais só o telefone. Vende o lugar onde a sua vida digital mora — e cobra o aluguel em dia.
As smoke from hundreds of burning wildfires spread across Canada and the United States, the first three operational satellites in the Google-backed FireSat program successfully launched into orbit. The satellites will begin providing wildfire detection capable of spotting even small fires in the United States, Australia, and Europe before the end of the year.
The launch of the microsatellites aboard a SpaceX Falcon 9 rocket from Vandenberg Space Force Base in California on July 7, 2026 marks a transition to “initial operational capability” for the FireSat constellation managed by the nonprofit Earth Fire Alliance. After a three-month testing period, the three satellites will begin actively providing data to fire agencies while covering every fire-prone region on Earth at least twice per day.
FireSat represents the first satellite constellation purpose-built for detecting wildfires, including spotting smaller fires that other satellites may miss. The satellites were designed by California-based satellite manufacturer Muon Space and have received over $15 million from Google to support initial deployment. Other notable financial supporters include the Bezos Earth Fund that committed $26 million.
Imagens de satélite do programa Copernicus revelam a dimensão das plumas de fumo provocadas pelos incêndios florestais no Canadá, que estão a afetar a qualidade do ar na costa leste dos Estados Unidos e a levantar preocupações antes da final do Mundial de Futebol.
A new genus and species of lambeosaurine hadrosaurid dinosaur has been identified in southern Alberta, Canada, dating back 77 million years to the Campanian age of the Cretaceous period.
Port expansion and protections for whales part of BC and Alberta plan to expand country’s presence overseas
The governments of Canada and the province of Alberta will move forward on a major new oil pipeline after the pair announced a plan to ease concerns of British Columbia and First Nations on the Pacific coast.
Canada’s prime minister, Mark Carney, shuttled between British Columbia and Alberta on Thursday to announce more than C$150bn in new investments in both provinces, part of a broader project of reducing trade with the United States and expanding his country’s presence in overseas markets.
Canada : L’eau du lac Peyto s’étire en une étendue turquoise, éclatante comme un joyau niché au creux des Rocheuses. Tout autour, les forêts sombres montent la garde, dressant leur ombre sur les rives tandis que les glaciers lointains déposent sur la surface leurs éclats de lumière cristalline....
An anonymous reader quotes a report from Wired: A report from Canada's Transportation Safety Board has highlighted regulatory failures that allowed OceanGate's unregistered, unflagged, and uncertified Titan submersible to operate out St. John's, Newfoundland, for years before it imploded on a tourist trip to the wreck of the Titanic in 2023. "When it came to the Titan, critical information existed across multiple federal government organizations, but no one was responsible for connecting the dots," says TBS chair Yoan Marier in a statement. "Without a complete picture of the operation, the Titan continued to operate in Canada without regulatory oversight." [...] As OceanGate continued to operate from St. John's in 2021 and 2022, the Titan made successful dives to the Titanic and several sites within Canadian waters. The company eventually interacted with a total of 10 Canadian federal agencies, including Parks Canada, the Department of National Defense, and the Royal Canadian Mounted Police. But the company's operations were never directly reported to the team responsible for marine safety. "In terms of the actual people that were responsible for marine oversight, their focus was on the Canadian support vessel," says TSB investigator Jason Melvin.
While TSB investigators did not have access to the wreckage of the Titan itself, which remains with the US Coast Guard, they did analyze portions of the carbon fiber left over from its manufacture. They calculated that a hull made to OceanGate's exact specifications might have been able to make hundreds of millions of dives to Titanic depths before failing. However, the composite samples as built had porosity and waviness between layers and were ground down in a way that might have introduced defects. When the TSB tested the compressive strength of the carbon fiber, it indicated the material could fail in as few as 30 deep dives. [...] The TSB is recommending increased oversight of the riskiest vessels and improvements in information sharing between departments, and is requiring that all human-occupied submersibles be subject to international construction and safety standards.
A fleet of electric Peterbilt 579EV Class 8 trucks is being put to work on container-hauling routes at the Port of Vancouver as part of a new, data-sharing pilot program designed to measure real-world benefits of electric drayage trucks on first-mile delivery routes.
Des terriers restés prisonniers du pergélisol pendant des centaines de milliers d’années ont livré un témoignage exceptionnel sur les écosystèmes de l’ère glaciaire. Grâce à l’ADN préservé dans des excréments fossilisés d’écureuils terrestres, des chercheurs ont reconstitué une partie de leur...
La Coupe du monde 2026 ne se jouera pas seulement sur les stades. Entre affirmation de la puissance américaine, tensions migratoires et rivalités diplomatiques, le tournoi s'annonce comme un révélateur des fractures et des rapports de force qui traversent le monde contemporain. La Coupe du monde...
BYD is preparing to bring its megawatt “Flash Charging” network, which can add about 250 miles (400 km) of range in 5 minutes, to Canada – the first confirmed deployment in North America.
The plan was revealed through a new BYD job posting in Toronto for a manager tasked with executing “BYD’s flash charging network expansion strategy and business growth across Canada.”
Desde bolas com sensor de alta precisão a avatares 3D foto realistas gerados por inteligência artificial, conheça as inovações tecnológicas do Mundial de Futebol FIFA 2026, e como é que a tecnologia promete redesenhar o maior evento desportivo da história.