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Wall St. Wants Another Half-Trillion Dollars for the A.I. Boom
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- The CIA on Germany’s Finance Minister, Instagram on Child Benefits: Who AI Actually Cites
The CIA on Germany’s Finance Minister, Instagram on Child Benefits: Who AI Actually Cites
Google Is Ending Target Overperformance – What to Fix Before August 17
Google Smart Bidding changes August 17. Learn which Target CPA and Target ROAS campaigns to audit and what to update before the deadline.
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Satechi lança novo carregador ChargeView, com 240W e seis portas
A Satechi revelou ontem uma nova versão do seu carregador de mesa ChargeView, agora com seis portas USB-C e uma potência total de 240W. Ele conta com uma tela LCD 1Liquid crystal display, ou display de cristal líquido. semelhante à do primeiro modelo da linha (lançado em abril), capaz de exibir a potência liberada em cada uma das portas em utilização, além de contar com a tecnologia GaN 2Gallium nitride, ou nitreto de gálio..
As portas C1 e C2 contam com suporte a uma potência de 140W cada com a tecnologia USB Power Delivery (PD) 3.2, que conta com o Extended Power Range (EPR) e Adjustable Voltage Supply (AVS) para carregamento via USB-C (o protocolo de carregamento rápido do iPhone 17).
As portas C3 e C4 fornecem 100W de potência cada, enquanto a C5 e a C6 estão limitadas a 30W de carregamento cada. Além disso, essas quatro últimas fazem uso da tecnologia USB PD 3.0 com suporte ao Programmable Power Supply (PPS).
Link na bio.
Em matéria de acabamento, ele possui uma parte em metal fosco e uma cobertura brilhante para a tela. Sua cor, Space Black, foi pensada para combinar com o ecossistema de computadores da Apple, com destaque para o MacBook Pro e o Studio Display. O carregador é acompanhado ainda de um suporte, o qual permite que ele seja utilizado tanto na horizontal quanto na vertical em sua mesa de trabalho.
O ChargeView 240W Desktop Charger está disponível na loja oficial da Satechi e na Amazon dos Estados Unidos por US$150.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Notas de rodapé
- 1Liquid crystal display, ou display de cristal líquido.
- 2Gallium nitride, ou nitreto de gálio.


- La Brujula Verde - English
- An altar with pyramidal copper bells found in Bolivia reveals the power of sacred sounds in the Inca Empire
An altar with pyramidal copper bells found in Bolivia reveals the power of sacred sounds in the Inca Empire

Bola de praia e trackpad travado no Mac? Veja como resolver
Se você usa um Mac com o macOS Tahoe 26.5 ou versões posteriores, é possível que esteja enfrentando problemas de congelamento no trackpad do seu notebook, com o surgimento da famosa bola de praia (que indica um travamento) na máquina.
Graças a uma dica supersimples, é possível resolver esse problema no seu computador usando o Finder.
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Veja como! 👨💻
- Abra o Finder.
- Na barra de menus, vá em Ir » Ir para Pasta… ou use o atalho ⇧ shift ⌘ command G.
- Cole o seguinte caminho:
~/Library/Metadata/CoreSpotlighte pressione return.

- Selecione todos os arquivos contidos com o mouse ou use o atalho ⌘ A.
- Clique com o botão direito do mouse e vá até “Mover para o Lixo”.
- Em seguida, abra o Lixo do Mac e escolha “Esvaziar”.
via Macworld


Por que os ícones do Dock do Mac pulam?
Para acessar os seus aplicativos prediletos do Mac com uma maior rapidez, é possível adicionar os ícones ao Dock — acessível por padrão na parte inferior da tela (mas que também pode ser colocado em uma das laterais, se você assim preferir).
Mas você já se perguntou por que esses ícones, em certos momentos, começam a pular?
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Isso pode ser causado por diversos motivos, como veremos a seguir! 👨💻
- O aplicativo foi aberto;
- O app foi recentemente atualizado na Mac App Store;
- Ele travou;
- É necessária uma ação para que o app funcione;
- O app terminou de carregar;
- É necessário salvar algo no app antes de fechá-lo (como um documento do Pages, por exemplo).
Se quiser, é possível desativar facilmente esse efeito ao abrir os apps.
Para isso, abra os Ajustes do Sistema (System Settings) e clique em “Mesa e Dock”, na barra lateral.

Em seguida, desmarque a opção “Animar abertura de aplicativos”.
via BGR


Gemini bate 1 bilhão de usuários; base ativa no iOS passa de 100 milhões
O Gemini, do Google, ultrapassou oficialmente a marca de 1 bilhão de usuários mensais ativos — tornando-se, segundo a própria gigante de Mountain View, o produto de crescimento mais rápido na história da empresa.
Para colocar esse marco em perspectiva, o Gmail levou cerca de 12 anos para conquistar uma base de usuários desse tamanho. Isso também coloca o Gemini no mesmo patamar do ChatGPT (da OpenAI), que atingiu essa marca no início de junho.
O CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. do Google, Sundar Pichai, utilizou o X para destacar esse marco.
1B+ people are now using @Geminiapp every month to spark new ideas and get things done. It’s our fastest growing product ever, and our 14th to hit the 1B-user mark.
— Sundar Pichai (@sundarpichai) August 11, 2026
Kudos to @JoshWoodward & the entire Gemini team, and thank you to everyone who has been on this journey with us -… pic.twitter.com/sSWrULX4Qn
Parabéns ao @JoshWoodward e a toda a equipe do Gemini, e obrigado a todos que têm feito parte dessa jornada conosco — vem muito mais por aí!
Além do número de usuários, o Google divulgou detalhes sobre como as pessoas interagem com o chatbot no dia a dia. Entre eles, a empresa aponta que os usuários dos dispositivos da Apple estão adotando a ferramenta em grande escala, com mais de 100 milhões de usuários ativos no iOS. Além disso, usuários avançados do macOS acionam o Gemini cerca de duas vezes mais frequentemente do que em outras plataformas.
Eles apontam ainda que interação por voz tornou-se a forma preferida de usar o aplicativo, com 63% dos usuários optando por falar em vez de digitar. Ademais, uma em cada cinco sessões do Gemini Live vai além do áudio simples, envolvendo o compartilhamento de imagens da câmera/tela em tempo real.
Estudantes representam outro grupo importante de usuários: 38% das solicitações acadêmicas incluem o envio de arquivos de tarefas, anotações ou PDFs. A geração de imagens também gera um tráfego enorme, sendo responsável pela criação de mais de 150 milhões de imagens diariamente.
Notas de rodapé
- 1Chief executive officer, ou diretor executivo.


SpaceXAI lança Grok Bot, app de IA agêntica, para Mac e iPhone
A SpaceXAI liberou hoje, ainda em fase beta, um novo aplicativo de inteligência artificial (IA) agêntica para Mac e iPhone chamado Grok Bot.
Nascido como uma ferramenta interna, ele permite que usuários criem “colegas de trabalho de IA”, os quais contam com seus próprios computadores e são capazes realizar uma série de tarefas de ponta a ponta, além de acessar as ferramentas (apps, emails, etc.) que você já utiliza.
Introducing Grok Bot, now in early beta.
— Grok Bot (@bot) August 11, 2026
Bots are AI teammates that do real work for you. They sign in to your tools, use them just like you do, and come back with finished work. pic.twitter.com/uyfA97yo98
Bots são colegas de IA que realizam tarefas reais para você. Eles acessam suas ferramentas, as utilizam como você e retornam com o trabalho concluído.
A ideia, segundo a SpaceXAI, é que o usuário converse com esses “colegas” como se eles fossem pessoas reais, seja por mensagem de texto ou por voz.
“Usuários com acesso antecipado dizem que o Grok Bot parece menos com dar instruções a um agente e mais com delegar tarefas a um colega de equipe altamente capacitado”, comentou a empresa.

Assim que a IA recebe uma tarefa, ela toma conta de tudo automaticamente, de modo que o usuário só precisa intervir caso uma ação requeira a sua autorização. Ela também pode se lembrar de conversas passadas, enviar mensagens para outros bots e ser adicionada a grupos.
Na SpaceXAI, é comum que várias equipes executem bots em paralelo, com uma delas gerenciando as demais. Um chefe de gabinete supervisiona tudo, com um especialista para cada área: gerenciamento de emails, despesas, recrutamento, correção de bugs ou operações. Em vez de gerenciar vários agentes, o Grok Bot oferece uma pequena equipe que pode trabalhar em paralelo, eliminando a necessidade de você ser o intermediário.
A SpaceXAI disse ainda que esses bots conseguem aprender com seus hábitos, o que significa que seu desempenho nas tarefas melhorará com o tempo. Isso também fará com que eles fiquem mais proativos com o passar dos dias, assumindo tarefas antes mesmo de você precisar falar com eles.
Por enquanto, o Grok Bot está disponível para Mac, iPhone, Windows e Linux, para assinantes do SuperGrok Heavy, Cursor Ultra e Cursor Teams Premium — mas a empresa do bilionário Elon Musk pretende lançar uma versão para Android em breve.

Brechas no Zoom permitiam controle de dispositivos durante videochamadas
Pesquisadores da A Security revelaram vulnerabilidades na plataforma de videoconferência Zoom que poderiam ter sido exploradas para assumir o controle dos dispositivos dos usuários — em um ataque denominado “Zoomsday”.
Qualquer pessoa em uma chamada que envolvesse compartilhamento de tela — fosse participante ou anfitrião — estaria vulnerável a um ataque executável sem qualquer indicação ou interação por parte da vítima.
Os especialistas afirmam que a falha foi descoberta no início de junho, utilizando modelos de IA disponíveis publicamente, e que foram necessários menos de 20 comandos para identificar as vulnerabilidades e criar um ataque funcional.
O que nos interessa — e o que consideramos perigoso — é a democratização dessas capacidades; a barreira de entrada está caindo rapidamente. Antigamente, seria necessária uma equipe de cinco pessoas trabalhando talvez seis meses, com muitos ajustes e iterações, para descobrir isso. Agora, é possível obter os mesmos resultados com menos de 20 comandos. Além disso, o Zoom é um alvo importante porque as pessoas confiam na plataforma ao utilizá-la; elas não a veem como uma ameaça.
—Omer Gull, cofundador da A Security.
Ainda segundo os pesquisadores, as vulnerabilidades estavam localizadas especificamente no protocolo usado para permitir anotações em tempo real durante o compartilhamento de tela.
De acordo com informações do WIRED, o Zoom emitiu um comunicado de segurança nesta semana detalhando as correções das brechas, as quais afetavam dispositivos com todos os sistemas operacionais suportados pela plataforma — Windows, macOS, Linux, iOS e Android.


- Latest from Windows Central
- My biggest Steam Deck regret was losing native PC Game Pass, but an open-source project called Xodus might finally undo that mistake
My biggest Steam Deck regret was losing native PC Game Pass, but an open-source project called Xodus might finally undo that mistake
I've spent a lot of time this summer gaming on my Steam Deck. It's hot outside, it's hot inside, and my desktop gaming PC simply creates too much heat.
The only major problem I have with my Steam Deck is that it doesn't play nicely with PC Game Pass, to which I'm a subscriber. Yeah, I could stream games to my handheld, but there's now a better solution in the works.
I'm talking about Xodus, an open-source project that's attempting to build a bridge between PC Game Pass and Linux systems, including the Steam Deck. The project is also attempting to iron out similar issues on macOS. No Windows install needed.
Xodus comes from the developers behind the Heroic Games Launcher, a separate open-source app that brings Epic, GOG, and Amazon Prime titles to Steam Deck (it also works on Windows, macOS, and other Linux systems).
The developers are undoubtedly up against a grind with this project. Xbox PC games that come from the Xbox app rely primarily on a Microsoft Game Development Kit (GDK) runtime, which is a far cry from DirectX and Win32 layers that Valve's Proton already handles quite well.
This Microsoft GDK is really what has kept PC Game Pass from running directly on the Steam Deck (and macOS) for so long.
Is Xodus ready for public release?
According to updates shared on the Xodus GitHub page, the developers have cracked Xbox authorization, license checks, and MSIXVC package (the containers that PC games come in) download and decryption.
In a Reddit post, a Xodus developer noted that the team's main focus is now getting the Software Development Kit (SDK) for each title to run through Wine. It appears that Xodus has its own Wine and Proton forks for this purpose, as well as an open-source version of the xgameruntime.dll file that Game Pass games depend on.
Xodus likely won't support all Game Pass games when it launches, either. Older games that eschew GDK and MSIXVC for UWP will likely come later, if at all.
Why I'm so excited to try out Xodus on my Steam Deck
As mentioned, the biggest drawback to my Steam Deck, aside from its growing age, is its lack of native PC Game Pass support.
Sure, I could upgrade to a newer handheld that natively runs Windows, but it looks like I might not need to quite yet. That's especially exciting considering just how expensive gaming handhelds have become of late.
Then there's the Steam Machine, another Valve device running the Linux-based SteamOS. A whole bunch of gamers recently got their hands on the Steam Machine when it launched in June, and making PC Game Pass an option can only benefit Microsoft.
Here's the rub: Xodus has no affiliation with Microsoft. It's an unofficial community project created by independent developers. Does that mean Microsoft will have a problem with it? Not likely, but you never can tell.
Xodus still doesn't have an official release date, but it's something I'll be keeping my eyes on as it progresses. If you're a Linux gamer who wishes they could use PC Game Pass natively, you'll definitely want to keep watch as well.
What do you think about Xodus as a bridge between Steam Deck/Machine and PC Game Pass? Is it something you'd use regularly? Do you already have an alternative method that works better for you? Let me know in the comments section below!

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Usuários de iPhones gastam mais que os de Android com microdramas, revela pesquisa
Uma pesquisa da Omdia revelou que donos de iPhones costumam gastar mais por aplicativos de microdramas (as novelas verticais) que donos de smartphones com Android — inclusive em países como o Brasil.
Por aqui, 48% dos usuários do iPhone pagam por esse tipo de conteúdo, contra 39% do Android. Na Alemanha, as porcentagens são de 49% contra 44%, enquanto na Coreia do Sul elas são de 59% contra 45%.
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Nos Estados Unidos, a situação é um pouco mais equilibrada. Por lá, 69% dos usuários do iPhone disseram pagar por conteúdos, enquanto no Android o número caiu apenas um ponto percentual, mais especificamente para 68%.
O relatório também concluiu que usuários do iPhone gastam aproximadamente US$14 por semana nesses apps, enquanto no caso de donos de smartphones com Android o gasto é de cerca de US$10 por semana.

A Omdia destaca que esse resultado vai de encontro a suposições que geralmente relacionam o consumo de novelas verticais a um público com menos poder aquisitivo, que geralmente é mais associado ao Android.
No entanto, é importante ressaltar que ela leva em consideração não apenas o consumo, e sim a compra de conteúdos — que costuma ser mais frequente no iOS em praticamente qualquer tipo de aplicativo.


AirTag em cadela ajuda a encontrar idosos após incêndio florestal no Canadá
Um AirTag usado para rastrear uma cadela ajudou a encontrar um casal de idosos que foi evacuado da casa de repouso onde residiam após um incêndio florestal atingir o espaço, localizado em British Columbia (no Canadá).
Conforme relatado ao Globalnews.ca, as duas filhas do casal ficaram desesperadas quando viram as notícias envolvendo os incêndios na cidade de Summerland — que foi completamente evacuada —, uma vez que moram bem longe do local onde os pais residem.
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Foi aí que uma delas lembrou que a cadela do casal tinha um AirTag em sua coleira e começou a observar a localização apontada pelo rastreador, que apontou para um famoso centro de convenções e comércio na província.
Embora concluísse que eles estavam seguros, a mulher começou a se preocupar com a medicação do pai e com a perda de memória da mãe, e decidiu fazer um apelo para encontrá-los em uma comunidade do Facebook.
Após a publicação, várias pessoas começaram a ligá-la afirmando terem visto seus pais e que eles estavam bem. “Eles são adoráveis, eles estavam cumprimentando a todos”, diziam algumas das pessoas que ligavam.
Uma mulher, então, encontrou os pais de Helen Gonzalez e ligou para ela. A mulher ajudou a conseguir uma cama confortável e alimento para eles, além de ter permitido que a filha falasse com os pais pelo telefone.
Além do AirTag, a linha de apoio criada para famílias entrarem em contato com seus entes queridos foi essencial para o reencontro e para o final feliz dessa história.
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Tree Shade Reveals Directional Clues
Cities may soon be able to identify their hottest walking routes with the same precision used to map traffic or public transport. HeiGIT, the Heidelberg Institute for Geoinformation Technology, has added a tree-shade indicator to its free Climate Action Navigator, a digital platform designed to help municipalities and civil society organizations understand how urban environments affect everyday life. The new tool provides a street-level view of where pedestrian paths are protected by tree canopies and where people are exposed to direct sunlight, offering planners a detailed basis for decisions about urban greening, heat adaptation and safer walking routes.
The need for such information is becoming increasingly urgent as cities experience more frequent and intense heat waves. A citywide estimate of tree cover can suggest that an urban area is relatively green while concealing major differences between neighborhoods. In one district, a large park or wooded hillside may raise the average, even though the streets used daily by residents remain almost entirely unshaded. The Climate Action Navigator is designed to reveal these local contrasts by measuring shade along pedestrian routes rather than relying only on broad land-cover statistics.
In Innsbruck, Austria, tree cover extends across approximately 30 percent of the city’s relevant areas, but the distribution is far from even. Much of the shaded pedestrian network lies outside the central urban area, while heavily used streets in the city center can remain exposed to full sun. This distinction matters because people experience heat at the scale of individual journeys: walking to school, commuting to work, visiting shops or reaching public transport. Two routes separated by only a few streets may therefore offer very different levels of thermal comfort and protection from solar radiation.
The indicator is also intended to connect physical infrastructure with human behavior and well-being. Shaded paths can make walking more attractive during hot weather, potentially influencing whether people choose to travel on foot, wait for public transport or avoid certain destinations altogether. Claudia Schmiedeberg of the GLEN Study said that understanding the social effects of climate change requires examining how local surroundings shape daily decisions over time. Combining the tree-shade data with longitudinal survey information could help researchers investigate whether residents in greener neighborhoods adapt differently to heat, and whether unequal access to shade contributes to wider social disparities.
Technically, the tool identifies pedestrian walkways that directly overlap with tree canopies at least two meters high. The height threshold is designed to distinguish trees capable of producing meaningful overhead shade from low shrubs, grass and ground vegetation. The analysis uses high-resolution global canopy datasets and applies the same processing method across different cities. This allows a small town, a regional center and a major capital to be compared using a consistent measure rather than relying on incompatible local mapping systems.
The calculation also models a high-noon scenario, when the sun is strongest and shadows are generally shortest. By estimating shade under these demanding conditions, the indicator focuses on a daily period when heat exposure may be especially severe. It measures the availability of shade at what the developers describe as the weakest point of the day, creating a conservative benchmark for planning. The result is not a complete simulation of human thermal comfort, which also depends on air temperature, humidity, wind, pavement materials and building geometry, but it provides a clear spatial signal of where tree canopy is present above pedestrian infrastructure.
Early comparisons show how sharply shade levels can differ between cities. In the historic city of Maribor, Slovenia, approximately 35 percent of the pedestrian network is covered by trees. In Tempe, Arizona, a university city located in a hot and generally arid region, the corresponding figure is just above 7 percent. Such numbers do not by themselves determine whether a city is comfortable or unsafe, but they provide a comparable starting point for identifying exposure. When combined with information about schools, care facilities, public transport stops or tourist destinations, the data can show which groups and routes may require priority attention.
Urban planners could use the indicator to decide where new trees would provide the greatest benefit, while also recognizing streets where existing canopy already supports walking during hot periods. Linking shade maps with school catchment areas, for example, could reveal whether children have protected routes to school or must travel through long stretches of direct sunlight. Tourism agencies and local authorities could also use the information to recommend cooler walking routes to major attractions. In this way, the platform is intended not only to document an environmental problem but also to support targeted interventions, from tree planting and maintenance to short-term route guidance.
Jim Walker of the Walk21 Foundation said the indicator offers comparable, street-by-street evidence that can help administrations prioritize infrastructure investment during the hottest months. Its developers argue that global canopy datasets make it possible to overcome the local data shortages that often prevent smaller municipalities from conducting detailed climate assessments. Dr. Kirsten von Elverfeldt, community engagement manager at HeiGIT, said the goal was to make granular diagnostic information freely available so that greening initiatives can be directed toward the places where they are most needed.
The Climate Action Navigator is open to the public, allowing users to explore how their municipality performs and compare different urban areas. The platform’s tree-shade indicator does not replace on-the-ground assessments, but it can help transform an abstract climate challenge into a visible pattern of shaded and exposed streets. As heat increasingly shapes how people move through cities, that ability to see the difference at walking level could make urban climate planning more precise, more equitable and more immediately actionable.
Subject of Research: Not applicable
Article Title: New Global Tool Maps Tree Shade Street by Street to Reveal Cities’ Heat Exposure
News Publication Date: August 11, 2026
Web References: Climate Action Navigator: https://heigit.org/ ; Tree shade indicator video: https://www.youtube.com/watch?v=vAQxEnAgM44 ; Innsbruck example: plugin/hiwalk?share-id=f50386c3-4ea6-45b8-946a-6fedfae38dc8 ; Maribor example: plugin/hiwalk?share-id=f675a5bd-f15f-429c-81f4-80cac6c7051a ; Tempe example: plugin/hiwalk?share-id=31880ebb-1c6d-40e1-89cf-ffac9bceb607
Image Credits: Climate Action Navigator
Keywords: urban heat, tree shade, climate adaptation, pedestrian routes, urban planning, tree canopy, heat exposure, Climate Action Navigator, HeiGIT, sustainable cities
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Spotify will soon label AI artists and remove their music from your recommendations. The change, which will start rolling out in mid-September, means you'll see an "AI Persona" badge on an artist's profile across the app if they do "not represent a real person."
The music streaming platform will allow artists to disclose that they're an AI persona starting today, but it won't rely solely on self-identification. Spotify says it will use human review and AI tools to determine whether someone's profile, including their name and image, "appears to represent photorealistic AI-generated identities." If Spotify determines that an artist's identity …