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Gemini bate 1 bilhão de usuários; base ativa no iOS passa de 100 milhões

11 August 2026 at 23:01

O Gemini, do Google, ultrapassou oficialmente a marca de 1 bilhão de usuários mensais ativos — tornando-se, segundo a própria gigante de Mountain View, o produto de crescimento mais rápido na história da empresa.

Para colocar esse marco em perspectiva, o Gmail levou cerca de 12 anos para conquistar uma base de usuários desse tamanho. Isso também coloca o Gemini no mesmo patamar do ChatGPT (da OpenAI), que atingiu essa marca no início de junho.

O CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. do Google, Sundar Pichai, utilizou o X para destacar esse marco.

1B+ people are now using @Geminiapp every month to spark new ideas and get things done. It’s our fastest growing product ever, and our 14th to hit the 1B-user mark.

Kudos to @JoshWoodward & the entire Gemini team, and thank you to everyone who has been on this journey with us -… pic.twitter.com/sSWrULX4Qn

— Sundar Pichai (@sundarpichai) August 11, 2026
Mais de 1 bilhão de pessoas já usam o @Geminiapp todos os meses para despertar novas ideias e realizar tarefas. É o nosso produto que mais cresce na história e o 14º a atingir a marca de 1 bilhão de usuários.

Parabéns ao @JoshWoodward e a toda a equipe do Gemini, e obrigado a todos que têm feito parte dessa jornada conosco — vem muito mais por aí!

Além do número de usuários, o Google divulgou detalhes sobre como as pessoas interagem com o chatbot no dia a dia. Entre eles, a empresa aponta que os usuários dos dispositivos da Apple estão adotando a ferramenta em grande escala, com mais de 100 milhões de usuários ativos no iOS. Além disso, usuários avançados do macOS acionam o Gemini cerca de duas vezes mais frequentemente do que em outras plataformas.

Eles apontam ainda que interação por voz tornou-se a forma preferida de usar o aplicativo, com 63% dos usuários optando por falar em vez de digitar. Ademais, uma em cada cinco sessões do Gemini Live vai além do áudio simples, envolvendo o compartilhamento de imagens da câmera/tela em tempo real.

Estudantes representam outro grupo importante de usuários: 38% das solicitações acadêmicas incluem o envio de arquivos de tarefas, anotações ou PDFs. A geração de imagens também gera um tráfego enorme, sendo responsável pela criação de mais de 150 milhões de imagens diariamente.

Notas de rodapé

  • 1
    Chief executive officer, ou diretor executivo.

SpaceXAI lança Grok Bot, app de IA agêntica, para Mac e iPhone

11 August 2026 at 20:20

A SpaceXAI liberou hoje, ainda em fase beta, um novo aplicativo de inteligência artificial (IA) agêntica para Mac e iPhone chamado Grok Bot.

Nascido como uma ferramenta interna, ele permite que usuários criem “colegas de trabalho de IA”, os quais contam com seus próprios computadores e são capazes realizar uma série de tarefas de ponta a ponta, além de acessar as ferramentas (apps, emails, etc.) que você já utiliza.

Introducing Grok Bot, now in early beta.

Bots are AI teammates that do real work for you. They sign in to your tools, use them just like you do, and come back with finished work. pic.twitter.com/uyfA97yo98

— Grok Bot (@bot) August 11, 2026
Apresentamos o Grok Bot, agora em versão beta antecipada.

Bots são colegas de IA que realizam tarefas reais para você. Eles acessam suas ferramentas, as utilizam como você e retornam com o trabalho concluído.

A ideia, segundo a SpaceXAI, é que o usuário converse com esses “colegas” como se eles fossem pessoas reais, seja por mensagem de texto ou por voz.

“Usuários com acesso antecipado dizem que o Grok Bot parece menos com dar instruções a um agente e mais com delegar tarefas a um colega de equipe altamente capacitado”, comentou a empresa.

Grok Bot
Divulgação/SpaceXAI

Assim que a IA recebe uma tarefa, ela toma conta de tudo automaticamente, de modo que o usuário só precisa intervir caso uma ação requeira a sua autorização. Ela também pode se lembrar de conversas passadas, enviar mensagens para outros bots e ser adicionada a grupos.

Na SpaceXAI, é comum que várias equipes executem bots em paralelo, com uma delas gerenciando as demais. Um chefe de gabinete supervisiona tudo, com um especialista para cada área: gerenciamento de emails, despesas, recrutamento, correção de bugs ou operações. Em vez de gerenciar vários agentes, o Grok Bot oferece uma pequena equipe que pode trabalhar em paralelo, eliminando a necessidade de você ser o intermediário.

A SpaceXAI disse ainda que esses bots conseguem aprender com seus hábitos, o que significa que seu desempenho nas tarefas melhorará com o tempo. Isso também fará com que eles fiquem mais proativos com o passar dos dias, assumindo tarefas antes mesmo de você precisar falar com eles.

Por enquanto, o Grok Bot está disponível para Mac, iPhone, Windows e Linux, para assinantes do SuperGrok Heavy, Cursor Ultra e Cursor Teams Premium — mas a empresa do bilionário Elon Musk pretende lançar uma versão para Android em breve.

Arkansas researchers map genetic neighborhoods to identify disease-causing bacteria

11 August 2026 at 19:57

Scientists in Arkansas have developed a machine-learning approach that can identify potentially disease-causing strains of a poultry bacterium by analyzing not only which genes are present, but also how those genes are arranged across the genome. The method focuses on the “genetic neighborhoods” surrounding genes, offering a new way to distinguish harmful strains of Enterococcus cecorum from closely related strains that do not cause disease.

E. cecorum is commonly found in poultry environments, and many of its strains are harmless. However, pathogenic strains can cause arthritis, bone infections and lameness, creating serious animal-welfare problems and economic losses for poultry producers. Because pathogenic and nonpathogenic strains can share many of the same genes, identifying the genetic features associated with disease has been challenging.

The research team, led by Aranyak Goswami of the Arkansas Agricultural Experiment Station’s Center for Agricultural Data Analytics, examined the organization of genes within genomic islands. These are segments of DNA that bacteria often acquire from other microorganisms through horizontal gene transfer. Genomic islands can carry genes involved in antibiotic resistance, bacterial survival, movement of DNA and virulence, making them important regions for understanding how pathogens emerge.

Rather than treating the bacterial genome as a simple list of genetic components, the researchers analyzed it as a structured map. They investigated which genes occurred near one another, the order in which they appeared and the way groups of neighboring genes formed recurring units known as genomic-island cassettes. This architecture provided information that could be missed when genes are examined individually.

“The machine-learning model recognizes patterns in gene order much like it recognizes patterns in language,” Goswami said. In the same way that a language model can learn that certain words frequently appear together, the computational system learned that particular combinations and arrangements of bacterial genes were associated with pathogenic strains. The approach therefore captures relationships among genes rather than relying only on the presence or absence of individual DNA sequences.

For the proof-of-concept study, the researchers analyzed the genomes of 145 E. cecorum strains isolated from poultry. The dataset included 95 nonpathogenic strains and 50 pathogenic strains capable of causing illness. The analysis found that disease-associated strains were more likely to contain genomic islands enriched in genes linked to antimicrobial resistance and the transfer of genetic material between bacteria.

Those findings do not mean that every bacterium carrying such genes will necessarily cause disease. Instead, the researchers describe the system as an exploratory classification and research tool. It identifies patterns that may help scientists investigate why some bacterial lineages become harmful, while also providing clues about how resistance and virulence traits move through bacterial populations.

Current monitoring methods for E. cecorum often depend on culturing the bacterium or screening for specific genes. Such techniques remain valuable, but they may overlook broader genomic relationships. The new pipeline could complement these approaches by evaluating the wider context in which genes occur. Additional testing with larger and more geographically diverse datasets will be necessary before the method can be used for routine flock surveillance or diagnostic decision-making.

The researchers believe the strategy could eventually be adapted to other bacterial species affecting animals, humans, wildlife and plants. Goswami’s team is beginning to examine Enterococcus faecalis, a close relative of E. cecorum and a frequent cause of hospital-acquired infections in humans. They also plan to apply the pipeline to Escherichia coli and other bacteria to study how nonpathogenic lineages acquire the genomic configurations associated with disease. The study, published in Frontiers in Microbiology, demonstrates how machine learning and comparative genomics can reveal hidden signals in bacterial DNA and may help researchers track the evolution of emerging pathogens.

Subject of Research: Animals

Article Title: Genomic-island cassette architecture provides interpretable signal for exploratory classification of poultry-associated Enterococcus cecorum lineages

News Publication Date: 7-Jul-2026

Web References: https://doi.org/10.3389/fmicb.2026.1882753

References: Frontiers in Microbiology, DOI: 10.3389/fmicb.2026.1882753

Image Credits: UA University Relations photo by Chieko Hara

Keywords: artificial intelligence, machine learning, deep learning, computational biology, bacterial pathogens, Enterococcus cecorum, genomic islands, genomic architecture, antibiotic resistance, poultry disease, pathogen surveillance, comparative genomics

New Evidence Reshapes Understanding of Cereal Domestication’s Earliest Stages

11 August 2026 at 19:51

Around 11,000 years ago, communities in southwest Asia began one of the most consequential experiments in human history: growing their own food. Wild cereals, legumes and fruit-bearing plants were gradually brought under human management, setting in motion the transition from mobile hunter-gatherer lifeways to farming societies. For decades, archaeologists have assumed that one of the earliest signs of this transformation was an increase in cereal grain size. A new study, however, suggests that some of the biggest grains found at the dawn of agriculture may not have been genetically altered at all. They may simply have grown in wetter conditions.

The findings, published in the Proceedings of the National Academy of Sciences, challenge a central assumption about how cereal domestication began. Researchers studying charred barley and emmer wheat grains from the Early Neolithic sites of el-Hemmeh and Sharara in the southern Levant found that the plants still possessed fully wild characteristics during the earliest phases of the Pre-Pottery Neolithic. Their ears had brittle rachises, the structures that naturally break apart when mature, allowing seeds to disperse in the wild. There was no evidence of the tough, non-shattering rachis that later became one of the defining features of domesticated cereals.

The absence of non-shattering forms is significant because a tough rachis makes harvesting far more efficient. In wild cereals, the rachis fractures as the plant ripens, scattering seeds before people can collect them. A mutation that keeps the grains attached would have offered major advantages to human harvesters and could then have spread through repeated cultivation and replanting. Researchers have therefore often treated the appearance of non-shattering cereals as a key marker of domestication. Grain size, by contrast, has frequently been interpreted as an earlier signal that people were already selecting plants through cultivation.

At el-Hemmeh and Sharara, however, grain size told a more complicated story. Barley and emmer wheat remained morphologically wild, yet their grains varied dramatically. Some were as small as typical wild cereals, while others fell within the size range commonly associated with domesticated plants. If large grains were the product of genetic selection caused by systematic tillage, the researchers expected to find other evidence of intensive cultivation. Instead, the ecological evidence pointed toward relatively low-disturbance environments.

The team examined the weed species preserved alongside the cereal remains. Weeds are valuable archaeological indicators because different plants thrive under different environmental conditions. Species associated with heavily tilled or frequently disturbed soils were not dominant in the assemblages from these early sites. This weakened the argument that repeated ploughing or intensive soil preparation had already created strong selection for larger seeds. The researchers began looking for another explanation for the striking variation in grain size.

Their answer came from stable carbon isotope analysis. Carbon exists in several naturally occurring forms, or isotopes, and plants incorporate these isotopes in ways that are influenced by their growing conditions. In cereals, the stable carbon isotopic composition of a grain can reflect the balance between carbon uptake and water loss during photosynthesis. When plants experience water stress, changes in gas exchange through their leaves alter the carbon isotope signal recorded in their tissues. By measuring this signal in ancient grains, scientists can reconstruct aspects of the moisture conditions under which the plants grew.

The results showed a strong relationship between grain size and water availability. Barley grains that reached domestic-sized dimensions had carbon isotope values indicating that they developed under wetter conditions. Smaller, wild-sized grains carried signatures consistent with considerably drier growth environments. The difference suggests that environmental moisture, rather than inherited genetic change, was responsible for much of the early increase in cereal grain size. In other words, the same wild plant population could produce grains of very different sizes depending on the conditions it experienced during development.

This phenomenon is known as developmental plasticity: the ability of a single genotype to produce different physical traits in response to the environment. It is widespread in plants and can affect characteristics such as height, leaf area, flowering time and seed production. In the Early Holocene southern Levant, developmental plasticity may have created the visual impression that cereals were already becoming domesticated. People collecting and replanting the largest grains might eventually have generated genetic selection, but the initial size increase itself appears to have been ecological rather than evolutionary.

“Environmental conditions provided a much better explanation for the observed variation in grain size than genetic selection under tillage,” said Dr Jade Whitlam of the University of Oxford, who led the study. The researchers propose that genetic selection for larger grains may have occurred later than previously thought, perhaps after selection for non-shattering rachises had already begun. This reverses the sequence often assumed in models of domestication and places greater emphasis on the complex interaction between climate, plant biology and human harvesting practices.

The study also reframes the origins of agriculture as a gradual process of niche construction rather than a sudden decision to domesticate plants. Early communities altered their relationship with wild vegetation through harvesting, protection, transport and repeated use of particular landscapes. These practices may have changed plant populations long before crops displayed unmistakable domestication traits. By combining archaeobotany, weed ecology and stable isotope evidence, the researchers argue that the first steps toward agriculture were not necessarily driven by deliberate genetic engineering of crops, but by prolonged human management operating within a variable environment. The result is a more nuanced picture of farming’s origins—one in which climate could temporarily make wild cereals look domesticated before their genomes caught up.

Subject of Research: The environmental and biological processes that influenced cereal grain size and plant domestication in the Early Holocene southern Levant.

Article Title: Developmental plasticity under human management shaped cereal evolution prior to domestication in the Early Holocene southern Levant

News Publication Date: 4-Aug-2026

Web References: https://www.eurekalert.org/multimedia/1146086

References: Proceedings of the National Academy of Sciences. DOI: 10.1073/pnas.2535274123

Image Credits: Jerome Poulalier, www.jerome-poulalier-photography.com

Keywords: Archaeology, archaeobotany, cereal domestication, agriculture, Neolithic, Early Holocene, southern Levant, barley, emmer wheat, stable carbon isotopes, developmental plasticity, plant evolution, climate, hunter-gatherers

Jennifer Bailey, chefe do Apple Pay e do Wallet, se aposentará

11 August 2026 at 19:37

A executiva de longa data Jennifer Bailey, responsável pelo Apple Pay e pelo Apple Wallet, se aposentará após mais de duas décadas na empresa. Ela deixará o cargo de vice-presidente em outubro — e ainda não foi informado quem assumirá sua posição.

Antes de ajudar a lançar o Apple Pay, Bailey foi a vice-presidente responsável pela loja online da empresa. Ela ingressou na Maçã no início dos anos 2000, após passar por diversas empresas de internet.

Eddy Cue, chefe da divisão de serviços da Apple, anunciou a saída dela em um comunicado interno (com tradução nossa abaixo), o qual foi repercutido pelo jornalista Mark Gurman (da Bloomberg).

Após mais de 25 anos na Apple, Jennifer Bailey decidiu se aposentar em outubro. Durante sua trajetória, Jennifer fez contribuições extraordinárias, desde liderar a Apple Store Online em um período de crescimento significativo e expansão global até supervisionar o lançamento do Apple Pay.

Sob a liderança de Jennifer, o Apple Pay transformou a maneira como centenas de milhões de nossos usuários realizam pagamentos, oferecendo uma experiência mais simples, segura e privada. Ela também liderou o desenvolvimento e o crescimento do Apple Wallet, supervisionou o desenvolvimento e o lançamento do Apple Card e comandou nossas iniciativas em prevenção de fraudes e operações com parceiros na área de Serviços, além de Gift Cards e Confiança e Segurança. E essas são apenas algumas de suas realizações.

Em um âmbito pessoal, Jennifer tem sido uma amiga e líder incrível, e sentirei falta de trabalhar com ela.

Por favor, juntem-se a mim para agradecer a Jennifer por suas contribuições incríveis à Apple. Antes da transição de Jennifer, no final de outubro, anunciaremos nosso plano de sucessão, e ela continuará disponível para apoiar o processo em uma função consultiva.

Enquanto continuamos trabalhando em direção à nossa visão de substituir a carteira física, estou mais confiante do que nunca no trabalho que todos nós estamos realizando e aguardo com entusiasmo o futuro promissor que temos pela frente.

Obrigado,

Eddy

A saída de Bailey é considerada uma perda significativa para a Apple, com a percepção de que isso prenuncia uma debandada mais ampla de líderes seniores na faixa dos 60 anos. Isso porque a Apple enfrenta um desafio demográfico: uma geração de executivos do alto escalão está chegando à idade de aposentadoria simultaneamente.

Como já informamos, a diretora jurídica da empresa, Kate Adams, também se aposentará este ano, enquanto a chefe da área ambiental, Lisa Jackson, deixou o cargo no início de 2026.

Josh Rosenstock, diretor sênior de comunicação corporativa que atuava em relações públicas voltadas a finanças e investidores, também está deixando a empresa, segundo Gurman.

Another Apple exit: Josh Rosenstock, spokesman for corporate & financial communications, is leaving after 14 years. He’s helped shape the narrative around Apple & Tim Cook. A loss for Apple PR amid supply crunch, OpenAI suit & CEO change. Will be interesting to see where he goes.

— Mark Gurman (@markgurman) August 11, 2026
Mais uma saída na Apple: Josh Rosenstock, porta-voz de comunicação corporativa e financeira, está deixando a empresa após 14 anos. Ele ajudou a moldar a narrativa em torno da Apple e de Tim Cook. É uma perda para a área de relações públicas da Apple em meio à escassez de suprimentos, ao processo da OpenAI e à mudança de CEO. Será interessante ver qual será o próximo passo dele.

Ademais, o ex-diretor financeiro Luca Maestri e o veterano chefe de marketing Phil Schiller permaneceram na empresa em funções de menor escopo — mas provavelmente estão chegando ao fim de suas trajetórias na companhia.

No mais, a equipe executiva da Apple inclui vários outros líderes que se aproximam da idade tradicional de aposentadoria. O próprio Cue, além de Deirdre O’Brien (chefe de varejo) e Greg Joswiak (chefe de marketing), estão na Apple há cerca de quatro décadas, por exemplo.

Mas sem dúvida nenhuma a mudança mais significativa envolve Tim Cook, que deixará o cargo de CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. em 1º de setembro, daqui a poucas semanas. Ele será substituído por John Ternus, então chefe da divisão de hardware da empresa.

Notas de rodapé

  • 1
    Chief executive officer, ou diretor executivo.

Apple estaria estocando displays para conter custos de produção de iPhones

11 August 2026 at 18:28

Além de já ter resultado em aumentos para o consumidor final [1, 2, 3], o efeito da atual disparada nos preços de componentes de memória também gerou outros impactos na cadeia de suprimentos.

No caso das linhas de produção do iPhone, a Apple estaria ampliando, desde o segundo trimestre deste ano, seu estoque de displays OLED 1Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico. para responder aos fortes aumentos nos preços de outros componentes.

Segundo fontes do ETNews, a Apple aumentou seu período de manutenção de estoque de displays de quatro para seis semanas, de modo a garantir um volume de peças maior.

Recentemente, os preços das matérias-primas têm subido rapidamente, e a pressão sobre os preços de outros componentes está se intensificando devido à disparada nos preços dos semicondutores de memória. A Apple aumentou seu estoque de painéis OLED para estabilizar os preços.

O segundo trimestre é tradicionalmente um período de baixa temporada para a cadeia de suprimentos da Apple. Como a empresa costuma lançar novos modelos de iPhone só em setembro, os volumes de pedidos de componentes inevitavelmente caíam de forma significativa durante o período em anos normais.

No entanto, relata-se que os volumes de pedidos deste ano foram “substanciais”, uma vez que a demanda pela linha iPhone 17 permaneceu sólida e o período de manutenção de estoque de componentes foi ampliado.

Como a escassez de chips não é um problema que será resolvido em curto prazo, a extensão do período de manutenção de estoques se tornará uma política de longo prazo, e não apenas uma mudança temporária. Visto que se espera uma extensão desse período para os modelos “iPhone 18 Pro” e “iPhone 18 Pro Max”, cujo lançamento ocorrerá no próximo mês, prevê-se um aumento no volume de fornecimento por parte dos fabricantes de painéis sul-coreanos.

A Samsung Display e a LG Display continuam sendo as principais fornecedoras de telas OLED para o iPhone, com a chinesa BOE fornecendo uma parcela bem menor de componentes.

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 9.899,10
R$ 12.499,00

iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.499,99
R$ 11.499,00

iPhone Air

Cores: azul-céu, dourado-claro, branco-nuvem ou preto espacial
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 7.999,00
R$ 10.499,00

iPhone 17

Cores: lavanda, sálvia, azul-névoa, branco ou preto
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 6.099,00
R$ 7.999,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

via MacRumors

Notas de rodapé

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    Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico.

Apple é alvo de processo por brecha na Retransmissão Privada do iCloud+

11 August 2026 at 17:15

Na semana passada, pesquisadores revelaram falhas de segurança nas configurações de proxy da Retransmissão Privada (Private Relay) do iCloud+, que também afetam navegadores baseados no WebKit que utilizam a API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. de proxy para privacidade, expondo o endereço IP dos assinantes do serviço. Pois bem, não demorou muito para que surgisse o primeiro processo relacionado ao caso.

A ação coletiva foi movida pelo escritório jurídico Clarkson, que você talvez lembre pelo envolvimento no processo sobre o adiamento dos recursos de inteligência artificial (IA) apresentados durante a WWDC24, o que resultou em um acordo o qual previu o pagamento de US$250 milhões a clientes em dezembro do ano passado.

Como sambemos, a Retransmissão Privada oferece proteção para ocultar o seu endereço IP e dificultar a ciência sobre os seus acessos na web por parte de provedores de internet e terceiros, direcionando o seu tráfego para duas camadas de proteção.

O novo caso menciona o problema na Retransmissão Privada que faz a sua barreira ser burlada nos iOS em qualquer site compatível com as Chaves-senha (Passkeys) — algo que acontece pois o dispositivo do usuário faz uma requisição web fora do próprio navegador sempre que o usuário faz login, ignorando o Private Relay — e acusa a Apple de publicidade enganosa, declarações falsas ou deturpadas e fraude.

[A Apple] sabia, ou deveria saber, que as declarações contestadas eram falsas, enganosas, fraudulentas e ilegais, no momento em que a ré fabricou, comercializou, anunciou, rotulou e vendeu as assinaturas [do iCloud+].

Convidada a comentar o caso pelo 9to5Mac, a Apple ainda não se pronunciou sobre o tema. Tim Giordano, um dos sócios do escritório, por outro lado, disse que a empresa traiu a confiança de usuários “expondo-os ao mesmo rastreamento, criação de perfis e segmentação sobre os quais a Apple os alertava”.

O texto completo da ação coletiva pode ser conferido nesse link [PDF].

Notas de rodapé

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    Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.

Apple é a segunda Big Tech com mais vagas de emprego de nível inicial nos EUA

11 August 2026 at 17:03

Uma novo estudo da CashNetUSA revelou que a Apple é a segunda Big Tech estadunidense com mais vagas de emprego de nível inicial abertas no LinkedIn, ficando atrás apenas da Tesla.

Mais precisamente, 57,4% das vagas publicadas pela gigante de Cupertino são de baixa senioridade — um ponto percentual a menos que a montadora do bilionário Elon Musk. Fecham o Top 5 a IBM (32,4%), a Intel (20,9%) e a NVIDIA, que aparece com 5,3% — o mesmo número da Uber, com a qual divide a quinta posição.

BIG TECH COMPANIES WITH THE MOST ENTRY-LEVEL VACANCIES
Divulgação/CashNetUSA

Isso, no entanto, não quer dizer que entrar para o quadro de funcionários da Apple é fácil — já que, apesar da abundância de vagas de nível inicial (54, para ser mais preciso), ela ainda tem uma relação candidato-vaga de 55:1. Em primeiro lugar no ranking supracitado, a Tesla conta com uma proporção de “apenas” 23,5:1 — a menor entre as Big Techs analisadas no estudo.

Quando consideramos todo o mercado (e não apenas empresas de tecnologia), a Maçã fica na quinta posição entre as empresas mais competitivas dos EUA. Na frente dela, temos a NVIDIA (68,4:1), a IBM (88,4:1), a The Walt Disney Company (164,8:1) e o Morgan Stanley (180,9:1).

THE MOST COMPETITIVE COMPANIES FOR ENTRY-LEVEL APPLICANTS
Divulgação/CashNetUSA

Para montar seu estudo, a CashNetUSA analisou, como dito, dados de vagas do LinkedIn referentes a “13 grandes empresas de tecnologia dos EUA reconhecidas mundialmente”. A firma de pesquisa também classificou cada empresa com base no número de candidatos que se inscreveram para cada vaga disponível.

O estudo completo pode ser conferido nessa página.

Usuários de iPhones gastam mais que os de Android com microdramas, revela pesquisa

11 August 2026 at 15:58

Uma pesquisa da Omdia revelou que donos de iPhones costumam gastar mais por aplicativos de microdramas (as novelas verticais) que donos de smartphones com Android — inclusive em países como o Brasil.

Por aqui, 48% dos usuários do iPhone pagam por esse tipo de conteúdo, contra 39% do Android. Na Alemanha, as porcentagens são de 49% contra 44%, enquanto na Coreia do Sul elas são de 59% contra 45%.

Nos Estados Unidos, a situação é um pouco mais equilibrada. Por lá, 69% dos usuários do iPhone disseram pagar por conteúdos, enquanto no Android o número caiu apenas um ponto percentual, mais especificamente para 68%.

O relatório também concluiu que usuários do iPhone gastam aproximadamente US$14 por semana nesses apps, enquanto no caso de donos de smartphones com Android o gasto é de cerca de US$10 por semana.

microdrama
Divulgação/Omdia

A Omdia destaca que esse resultado vai de encontro a suposições que geralmente relacionam o consumo de novelas verticais a um público com menos poder aquisitivo, que geralmente é mais associado ao Android.

No entanto, é importante ressaltar que ela leva em consideração não apenas o consumo, e sim a compra de conteúdos — que costuma ser mais frequente no iOS em praticamente qualquer tipo de aplicativo.

Quinta beta do iOS 27 faz referência a seis iPhones ainda não lançados

11 August 2026 at 15:27

A Apple disponibilizou ontem a quinta versão beta dos sistemas 27 e, no caso do iOS, além de trazer novidades como novos ícones para apps nativos e mais opções de personalização de voz para a Siri, a última atualização fez menção à linha de iPhones que deverá ser lançada entre o final deste ano e o início do ano que vem, composta pelos modelos “18 Pro”, “18 Pro Max”, “Ultra”, “18”, “18e” e “Air 2”.

As referências foram encontradas pela Macworld em arquivos do sistema relacionados aos drivers de bateria do iPhone, limitando-se à exibição dos codinomes desses aparelhos. Nenhuma outra informação sobre esses dispositivos foi localizada.

A lista dos seis codinomes internos inclui:

  • V62: “iPhone Air 2”
  • V63: “iPhone 18 Pro”
  • V64: “iPhone 18 Pro Max”
  • V67: “iPhone 18”
  • V68: “iPhone Ultra”
  • V69: “iPhone 18e”

Algo semelhante ocorreu com o “iPhone Ultra” na quarta versão beta do novo iOS, cujo código incluía referências a um aparelho com múltiplas baterias — algo inexistente hoje e fortemente especulado no caso do primeiro dobrável da Apple.

Em um feito inédito, o tradicional evento de setembro destinado ao anúncio de novos iPhones — cujos preparativos já começaram — poderá dividir os lançamentos da linha “iPhone 18”, restringindo-se inicialmente aos modelos premium, como o “Ultra”, o “18 Pro” e o “18 Pro Max”, enquanto os demais aparelhos ficarão para o início do ano que vem.

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 9.899,10
R$ 12.499,00

iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.599,00
R$ 11.499,00

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Descubren que las rocas volcánicas de la Tierra primitiva contenían fósforo reactivo, y eso explica uno de los enigmas más antiguos sobre el origen de la vida

11 August 2026 at 15:00
Durante más de siete décadas, el fósforo ha representado una de las grandes paradojas en el estudio del origen de la vida. Este elemento, indispensable para la existencia de los seres vivos tal como los conocemos, constituye el esqueleto estructural del ADN y del ARN, permite a las células almacenar y transferir energía mediante la […]

AirTag em cadela ajuda a encontrar idosos após incêndio florestal no Canadá

11 August 2026 at 14:45

Um AirTag usado para rastrear uma cadela ajudou a encontrar um casal de idosos que foi evacuado da casa de repouso onde residiam após um incêndio florestal atingir o espaço, localizado em British Columbia (no Canadá).

Conforme relatado ao Globalnews.ca, as duas filhas do casal ficaram desesperadas quando viram as notícias envolvendo os incêndios na cidade de Summerland — que foi completamente evacuada —, uma vez que moram bem longe do local onde os pais residem.

Foi aí que uma delas lembrou que a cadela do casal tinha um AirTag em sua coleira e começou a observar a localização apontada pelo rastreador, que apontou para um famoso centro de convenções e comércio na província.

Embora concluísse que eles estavam seguros, a mulher começou a se preocupar com a medicação do pai e com a perda de memória da mãe, e decidiu fazer um apelo para encontrá-los em uma comunidade do Facebook.

Após a publicação, várias pessoas começaram a ligá-la afirmando terem visto seus pais e que eles estavam bem. “Eles são adoráveis, eles estavam cumprimentando a todos”, diziam algumas das pessoas que ligavam.

Uma mulher, então, encontrou os pais de Helen Gonzalez e ligou para ela. A mulher ajudou a conseguir uma cama confortável e alimento para eles, além de ter permitido que a filha falasse com os pais pelo telefone.

Além do AirTag, a linha de apoio criada para famílias entrarem em contato com seus entes queridos foi essencial para o reencontro e para o final feliz dessa história.

AirTag (2ª geração; pacote com 4 unidades)

R$ 1.288,78

AirTag (2ª geração)

R$ 329,00
R$ 369,00

AirTag (pacote com 4 unidades)

R$ 1.049,90
R$ 1.249,00

AirTag

R$ 369,00

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Una expedición británica abandonó un fósil en la cima de una isla ártica en 1948 por no poder cargarlo: 78 años después resultó ser el mayor depredador de su especie jamás hallado

11 August 2026 at 14:44
Le sacaron algunas fotos, se llevaron un par de huesos sueltos y dejaron el resto expuesto al viento y la lluvia polar. Nadie volvió a pensar en ese fósil durante 37 años, hasta que un grupo de geólogos noruegos tropezó con él por pura casualidad. Ni ellos, ni nadie, imaginó en ese momento que estaban por reescribir el árbol genealógico de uno de los grupos de depredadores acuáticos más extraños del Triásico

El calendario maya escondía un mecanismo matemático que podía anticipar eclipses durante siglos: ahora sabemos cómo funcionaba

11 August 2026 at 14:43
Durante más de un siglo, los investigadores supieron que el Códice de Dresde contenía una extraordinaria tabla de eclipses, pero no estaba claro cómo los astrónomos mayas conseguían mantenerla precisa durante generaciones. Un nuevo análisis encontró la clave: no reiniciaban sus cálculos desde cero, sino que superponían ciclos lunares estratégicamente.

El terremoto de magnitud 7,4 en Colombia dejó más de 100 muertos: qué es el Cinturón de Fuego, la región que concentra el 90% de la actividad sísmica del planeta

11 August 2026 at 14:27
El lunes 10 de agosto, un terremoto de magnitud 7,4 sacudió el oeste de Colombia y dejó más de un centenar de personas muertas, con el epicentro en San José del Palmar, en el departamento del Chocó. El sismo, sentido hasta en Bogotá, Ecuador, Panamá y Venezuela, volvió a poner el foco sobre una de las regiones geológicas más activas del planeta: el Cinturón de Fuego del Pacífico

La isla japonesa famosa por sus centenarios tiene una lección incómoda: las nuevas generaciones ya no viven igual

11 August 2026 at 14:24
Okinawa se hizo famosa por la extraordinaria longevidad de sus generaciones más antiguas. Su dieta tradicional estaba dominada por vegetales, soja y batata, con pocas calorías y escasa comida ultraprocesada. Pero los estudios muestran que no existe un ingrediente milagroso: alimentación, actividad cotidiana y entorno social parecen formar parte de una combinación mucho más compleja.

Un equipo tardó una década en encontrar el árbol más alto de Asia Oriental: mide 84 metros, tiene 1.000 años y los indígenas lo llaman ‘el árbol que toca la luna’

11 August 2026 at 14:16
Para llegar hasta él, un grupo de escaladores tuvo que seguir el curso de un río durante 20 kilómetros y después trepar montaña arriba durante dos días completos. Cuando finalmente alcanzaron la copa y dejaron caer una cinta métrica hasta el suelo, el número que apareció superó incluso lo que había calculado el láser desde un avión: 84,1 metros, casi un edificio de 25 pisos escondido en las montañas de Taiwán

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