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Estudo avalia uso do Apple Vision Pro como monitor principal em cirurgia

4 August 2026 at 22:41

Na medicina, a computação espacial e os headsets de realidade aumentada/virtual — incluindo o Apple Vision Pro — têm sido aplicados em uma gama crescente de ambientes clínicos e cirúrgicos.

Inclusive, um novo estudo divulgado pelo Asymco, realizado por pesquisadores do Shiley Eye Institute (vinculado à Universidade da Califórnia em San Diego), está entre os primeiros a avaliar o uso do Apple Vision Pro como a tela principal de visualização intraoperatória para cirurgia lacrimal endoscópica.

Intitulado “Apple Vision Pro as a Wearable Display for Endoscopic Dacryocystorhinostomy: Surgical Experience, Efficiency, and Cost” (“Apple Vision Pro como display vestível para dacriocistorrinostomia endoscópica: experiência cirúrgica, eficiência e custo”, na tradução direta), o estudo compara o uso do headset com a abordagem tradicional baseada em monitores, concentrando-se na eficiência cirúrgica, na carga de trabalho do cirurgião, na ergonomia e no custo.

Entre os achados do estudo, o uso do Vision Pro foi associado a tempos operatórios mais curtos e a uma menor carga de trabalho relatada pelo cirurgião — ocupando, ao mesmo tempo, um espaço mínimo. Por ser uma das primeiras avaliações do dispositivo para a cirurgia em questão, esses resultados sugerem vantagens ergonômicas e de fluxo de trabalho, mas requerem confirmação em estudos maiores e controlados.

Por outro lado, o Vision Pro é criticado por dois aspectos: ser grande/pesado demais e ser muito caro. Segundo o estudo, mesmo para um hospital, o custo do Vision Pro não é “insignificante” — ainda assim, ele levou em conta o que o dispositivo é capaz de fazer e, sob essa ótica, aponta-se que o headset representa um excelente custo-benefício.

A quem interessar possa, os detalhes do estudo estão disponíveis aqui.


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Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB

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Supostos óculos da Apple poderão ter foco em recursos de saúde

3 August 2026 at 15:18

De acordo com Mark Gurman, jornalista da Bloomberg, a Apple pretende transformar seus futuros óculos e headsets em dispositivos voltados à saúde.

Na edição mais recente da newsletter “Power On”, ele ressaltou que a ideia já havia sido levantada durante o desenvolvimento do Apple Vision Pro, que contaria com uma versão do Apple Fitness+ com execução local — permitindo que o dispositivo auxiliasse os usuários no acompanhamento dos seus treinos e na análise dos movimentos —, mas o recurso foi descartado.

A ideia, no entanto, parece viva para novos dispositivos, como os rumorados óculos inteligentes da Apple. O que ressalta essa especulação é a descrição de uma vaga para uma liderança estratégica de design de produto.

Com vinculação ao Vision Products Group, a demanda envolve “definir o futuro das experiências de saúde, bem-estar e condicionamento físico nos produtos de computação espacial”, transformando “oportunidades ambíguas na interseção entre computação espacial, vestíveis, saúde do consumidor e comportamento humano”.

Caso esse direcionamento se concretize a partir da estreia da Apple no segmento dos óculos inteligentes, essa abordagem — somada à integração com o seu ecossistema — pode se tornar a sua marca registrada em relação a competidores estabelecidos desse mercado, como a Meta.

Novos AirPods ainda em 2026?

Questionado sobre o futuro dos AirPods, Gurman rememorou que, embora a primeira versão dos AirPods com câmeras integradas a recursos de inteligência artificial (IA) — de codinome B798 — tenha sido adiada para 2027, uma segunda versão encontrada no código do iOS 27, sob o codinome B790, pode sugerir que a estreia dessa reformulação dos fones ocorrerá ainda em 2026.

Render dos supostos AirPods Pro com câmera
Imagem: ChatGPT

O jornalista mencionou, ainda, que a última variante estaria no cronograma interno da Apple com previsão de lançamento já para este ano.

AirPods Max 2

Chip: H2
Cores: azul, roxo, meia-noite, estelar ou laranja
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AirPods Max

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Cores: azul, roxo, meia-noite, estelar ou laranja
R$ 3.270,39

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Apple libera iOS 26.6, iPadOS 26.6, macOS 26.6, watchOS 26.6, tvOS 26.6 e visionOS 26.6

27 July 2026 at 18:49

A Apple disponibilizou oficialmente hoje o iOS 26.6 (compilação 23G71), iPadOS 26.6 (idem), macOS Tahoe 26.6 (25G72), watchOS 26.6 (23U67), tvOS 26.6 (23L773), Software do HomePod 26.6 (idem) e visionOS 26.6 (23O770) para todos os usuários.

Também foram liberados o macOS Sonoma 14.8.8 (compilação 23J620) e o macOS Sequoia 15.7.8 (24G824) para as máquinas que estão rodando essas versões mais antigas.

Especificamente no caso do iOS 26.6, o update inclui correções de erros, atualizações de segurança e otimiza a indexação do Spotlight para preparar o sistema para o iOS 27. Além disso, a nova versão adiciona um novo alerta para quando você bloqueia muitos contatos e traz indícios de um novo recurso contra mensagens maliciosas.

Notas de liberação do iOS 26.6

Esta atualização inclui correções de erros e atualizações de segurança, além de otimizar o índice do Spotlight em preparação para o iOS 27.

Notas de liberação do iPadOS 26.6

Esta atualização inclui correções de erros e atualizações de segurança, além de otimizar o índice do Spotlight em preparação para o iPadOS 27.

Notas de liberação do macOS Tahoe 26.6

Esta atualização inclui correções de erros e atualizações de segurança, além de otimizar o índice do Spotlight em preparação para o macOS 27.

Notas de liberação do watchOS 26.6

Esta atualização inclui correções de erros e atualizações de segurança para o Apple Watch.

Notas de liberação do tvOS 26.6

Em breve.

Notas de liberação do Software do HomePod 26.6

Esta atualização inclui melhorias de desempenho e estabilidade.

Notas de liberação do visionOS 26.6

Esta atualização inclui correções de erros e atualizações de segurança, além de otimizar o índice do Spotlight em preparação para o visionOS 27.

Abaixo, você pode conferir os links direto dos updates — caso prefira fazer a instalação dessa forma.

Você pode conferir como atualizar seus dispositivos nos nossos artigos abaixo:

Nessa página de suporte da Apple, você pode encontrar todas as informações de segurança dos novos sistemas.

Boas atualizações! 📲

Adobe Premiere ganha aplicativo nativo para o Apple Vision Pro

24 July 2026 at 00:22

O aplicativo de edição de vídeos Adobe Premiere foi atualizado recentemente na App Store com suporte nativo ao Apple Vision Pro — o que significa que usuários não dependem mais de soluções como o Mac Virtual Display para usar o app no headset.

Em vídeo publicado pelo usuário Justin Ryan no X, é possível ver o aplicativo em ação. Ele conta com uma interface de edição completa — com direito a suporte a painéis flutuantes, clipes espaciais e controles de profundidade para textos.

Here’s a first look at Adobe Premiere running natively on Apple Vision Pro.

The visionOS app features a full spatial editing interface with floating panels, support for spatial clips, and depth controls for text. Available now on the App Store. pic.twitter.com/odQ74V6tJO

— Justin Ryan (@justinryanio) July 23, 2026

Cabe destacar que o aplicativo presente no Vision Pro é a mesma versão universal já disponível para iPhones e iPads — e não o Adobe Premiere Pro, que é o aplicativo clássico, mais completo e avançado, para desktops.

Isso significa também que é possível baixar o Adobe Premiere gratuitamente no headset. Dentro do app, é possível optar por um plano de assinatura para usar recursos adicionais.

App Passable cria cartões de contato na forma de tíquetes da Carteira (Wallet)

20 July 2026 at 20:25

Há algum tempo, o iOS permite compartilhar o seu contato com outra pessoa facilmente por meio do recurso NameDrop, que entra em cena ao aproximar um iPhone do outro.

Por mais prática que essa ferramenta possa ser, porém, ela não chega a atender por completo as necessidades de usuários corporativos, por exemplo, os quais podem ter múltiplas informações de contato salvas nos seus aparelhos — como uma para a vida pessoal e a outra para o trabalho.

E é exatamente essa lacuna que o aplicativo Passable tenta preencher! Focado no app Carteira (Wallet), do iOS, ele permite criar tíquetes digitais personalizados que servem mais como cartões de contato em vez de ingressos ou coisas do tipo, além de poderem ser compartilhados com poucos toques.

O editor do Passable permite mudar, entre outras coisas, detalhes como a cor e o estilo dos seus cartões, bem como adicionar logos e outros elementos visuais. Enquanto um tíquete pode ter um visual mais descontraído para situações mais casuais, outro pode ser mais sério e clean — ideal para o ambiente de trabalho.

Passable
Passable
Passable

Uma vez criado, o tíquete pode ser exportado para o app Carteira e compartilhado com quantas pessoas você quiser. Além disso, caso você exclua ou faça uma alteração no seu cartão, ele será automaticamente atualizado nos iPhones das pessoas com as quais você compartilhou seu contato, o que significa que elas sempre terão o seus dados mais recentes.

Mas não para por aí, já que o Passable também permite criar tíquetes para compartilhar coisas como sites da web, portfólios e até aplicativos da App Store ou do TestFlight — algo que as atuais soluções da Apple não chegam nem perto de fazer.

Com versões para iPhone/iPad, Mac e Apple Vision Pro, ele requer minimamente iOS/iPadOS 18, o macOS 15 ou o visionOS 2.

Com suporte ao português, ele permite criar um tíquete por categoria — limite que é expandido para dez com assinatura Gold, que sai por R$7 mensais, R$55 anuais ou por uma compra única de R$100.

via 9to5Mac

Quartas betas do iOS 27, iPadOS 27, macOS 27, watchOS 27, tvOS 27 e visionOS 27 estão disponíveis

20 July 2026 at 18:31

Desenvolvedores já podem instalar as quartas versões de teste do iOS 27 (compilação 24A5390f), iPadOS 27 (idem), macOS Golden Gate 27 (26A5388g), watchOS 27 (24R5325h), tvOS 27 (24J5325d) e visionOS 27 (24M5326g).

Além dos sistemas, também está disponível para desenvolvedores a quarta beta do Xcode 27 (compilação 27A5228h).

Os novos sistemas, anunciados na WWDC26, trarão novidades e diversas melhorias para iPhones, iPads, Macs, Apple Watches, Apple TVs e Vision Pros — conforme temos acompanhado e detalhado no apanhado de matérias abaixo.

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Cabe recordar que a Apple disponibiliza o acesso às versões beta para desenvolvedores gratuitamente, então não necessariamente usuários em geral precisam optar pelas betas públicas para instalar os novos sistemas — basta estar registrado como um desenvolvedor (com uma conta gratuita).

Como de costume, nós estamos de olho para conferir as novidades incluídas com as novas betas e detalharemos tudo sobre elas por aqui, então continuem acompanhando!

Release Candidates do iOS 26.6, iPadOS 26.6, macOS 26.6, watchOS 26.6, tvOS 26.6 e visionOS 26.6 são liberadas

20 July 2026 at 18:24

A Apple disponibilizou hoje as Release Candidates (RCs) do iOS 26.6 (compilação 23G71), iPadOS 26.6 (idem), macOS Tahoe 26.6 (25G70), watchOS 26.6 (23U67), tvOS 26.6 (23L772), Software do HomePod 26.6 (idem) e visionOS 26.6 (23O770).

Também foram disponibilizadas hoje as sextas RCs do macOS Sonoma 14.8.8 (compilação 23J619) e do macOS Sequoia 15.7.8 (24G822).

É importante não confundir essas versões com os testes do iOS 27 e demais sistemas operacionais anunciados na WWDC26. Enquanto as versões 26.6 provavelmente sairão para todos já na semana que vem, os sistemas 27 só serão lançados lá para setembro.

De acordo com as notas de atualização, o update do iOS 26.6 inclui correções de erros, atualizações de segurança e otimiza a indexação do Spotlight para preparar o sistema para o iOS 27. Caso alguma outra novidade surja com essa última rodada de testes, avisaremos por aqui, é claro. 😉

ARK Augmented Reality Could Build Apple’s Knowledge Layer

17 July 2026 at 19:33

ARK augmented reality describes a form of spatial interaction in which artificial intelligence does more than place digital objects in the physical world. It uses knowledge from foundation models to understand unfamiliar scenes, generate useful information and adapt its response to the person, task and environment.

The concept comes from a 2023 research paper titled “ArK: Augmented Reality with Knowledge Interactive Emergent Ability.” Its authors proposed a system that transfers knowledge from large foundation models into new physical and virtual environments. Instead of training an AI agent separately for every room, object or activity, ArK uses existing knowledge memory to interpret what it sees and generate appropriate 2D or 3D content.

Traditional augmented reality places information over reality. ARK augmented reality tries to understand reality before deciding what should appear.

That distinction creates a compelling direction for Apple. Vision Pro already blends digital content with physical space. Apple Intelligence adds language, image understanding and personal context. Visual Intelligence lets users look at objects, text and scenes before asking for information. Siri AI adds a conversational layer. ARKit, RealityKit and visionOS provide the spatial foundation.

Apple now has many of the components required to build a knowledge layer over the physical world.

ARK Augmented Reality Goes Beyond Digital Overlays

Most familiar augmented reality experiences are relatively fixed. A furniture app places a digital sofa in a room. A navigation app displays arrows over a street. A museum app identifies an artwork. A repair app shows where a component belongs.

These experiences can be useful, but they usually depend on predefined content and rules. The system recognizes a known object or location, then presents prepared information.

ARK augmented reality proposes something more adaptive. A knowledge-enabled system could enter an unfamiliar environment, interpret what is present and generate assistance based on a broader understanding of objects, relationships and possible actions.

A user looking at a complicated electrical panel would not only see labels. The system could identify the panel type, explain the purpose of each section, compare the arrangement with standard configurations and warn the user not to touch dangerous components.

A student examining a machine could ask how it works and receive a spatial explanation attached to its real parts. A surgeon could review anatomical information positioned around a medical model. A technician could receive repair guidance even when the exact equipment had not been included in a previous training dataset.

The display becomes less like a floating screen and more like an informed interpretation of the environment.

A cozy living room with a digital interface on Apple Vision Pro displaying a 3D wireframe chair design, superimposed in front of a fireplace and surrounded by modern furniture and warm lighting.
Image Credit: Apple Inc.

Why Apple Is Positioned to Build It

Apple’s advantage would not come from inventing every part of ARK augmented reality. It would come from combining hardware, software, artificial intelligence and personal context into one controlled ecosystem.

Vision Pro already understands rooms, surfaces, hands, eyes and objects well enough to place digital content convincingly in physical space. Its cameras and sensors continuously map the environment while visionOS manages windows, volumes and immersive experiences.

Apple Intelligence provides another layer. Foundation models can interpret language, summarize information, generate content and connect requests with app actions. Visual Intelligence can identify text, images and real-world objects. Siri AI can act as the conversational interface.

The Apple ecosystem also provides personal context that a generic AR platform may not have. Calendar knows the user’s schedule. Maps understands location. Photos contains visual history. Notes and Mail hold project information. Health contains personal trends. Home understands rooms, accessories and automations.

An Apple-built knowledge layer could combine the environment in front of the user with the information already available across trusted devices and apps.

A person preparing for a meeting could look at a conference room and see the agenda, participant names and relevant documents arranged around the table. A traveler could look across a train station and receive directions connected to the correct platform, departure time and digital ticket. A homeowner could examine a room and see live information from temperature, air-quality and energy sensors.

The physical environment becomes the interface.

Vision Pro Is the Laboratory

Vision Pro is the obvious development platform for this idea because it already offers the cameras, displays, sensors and processing required for advanced spatial understanding. Its size and price limit broad adoption, but those same characteristics allow Apple and developers to test experiences that would be harder to build first on lightweight glasses.

ARK augmented reality on Vision Pro could become especially useful in enterprise environments. Apple already promotes the headset for employee training, product design, field service, collaboration and specialized visualization.

A worker could enter an unfamiliar facility and receive contextual instructions attached to real equipment. An engineer could inspect a physical prototype while design changes, performance data and maintenance history appear around it. A new employee could learn a workflow through spatial guidance generated from company manuals and operational knowledge.

The system would not need to display every available fact. It would need to understand which information fits the current task.

That is where AI knowledge becomes more valuable than a traditional AR overlay. Too much information can be as disruptive as too little. A strong system should filter, prioritize and explain rather than cover the room with floating labels.

ARK augmented reality - A modern living room with visionOS virtual reality overlays displays an online store page for a red stool, alongside a 3D modeling preview of the stool positioned on the floor near a fireplace and sleek, modern chair.

The iPhone Could Bring ARK to More People

Vision Pro may be the development environment, but iPhone could provide the scale. The iPhone already combines cameras, LiDAR on Pro models, location, motion sensing, Visual Intelligence and Apple Intelligence.

An iPhone-based ARK experience would be less continuous because users would need to hold up the device. It could still deliver useful knowledge interaction without requiring a headset.

A user could point the camera at a plant and receive care guidance based on its species, visible condition, local weather and placement in the room. Someone assembling furniture could receive generated guidance positioned over the actual parts. A shopper could compare products by looking at them rather than manually searching for each model.

The difference from ordinary visual search would be interaction. The user could ask follow-up questions, change the goal and let the system update the visual guidance.

Future glasses could eventually make the experience persistent. The iPhone would help Apple develop the intelligence, privacy controls and app ecosystem before lightweight eyewear becomes ready.

A World That Explains Itself

The most ambitious version of ARK augmented reality is a world in which information is attached to objects, places and situations only when requested or needed.

A city could become understandable without searching through maps, review sites and separate transit apps. Buildings could reveal history. Streets could explain temporary closures. Restaurants could surface reservations, dietary options and accessibility details. Public transport could show the correct entrance and platform.

Inside a home, Apple’s knowledge layer could explain energy use, identify maintenance problems and guide repairs. In a classroom, physical models could become interactive lessons. In healthcare, patients could receive visual instructions for approved home procedures or medication devices.

The experience would depend on context rather than menus. The user looks, asks and receives information positioned where it belongs.

This is the transition from augmented reality as decoration to augmented reality as understanding.

Privacy Will Decide Whether It Works

A knowledge layer capable of understanding the physical world also creates serious privacy questions. The system may see homes, workplaces, documents, faces, screens and private conversations. The more context it receives, the more useful it becomes. The same access can also make it invasive.

Apple’s privacy architecture could become one of its strongest advantages. On-device processing would allow some scene understanding without sending continuous camera feeds to external servers. Private Cloud Compute could handle more complex requests while preserving stricter controls than an ordinary cloud AI service.

Apple would also need visible controls over what is analyzed, remembered and shared. A user should know when the system is interpreting the environment and whether information is temporary or retained. Workplaces and public spaces would need rules for recording, identification and sensitive data.

ARK augmented reality cannot become socially acceptable if people feel that nearby devices are constantly cataloging them.

The successful version would behave less like surveillance and more like intentional assistance. The user asks for understanding. The system processes only what is needed. The knowledge disappears when the task ends unless the user chooses to save it.

A sleek, black, futuristic virtual reality headset with a smooth, curved design and reflective surface—perfect for exploring the latest Betas—viewed from the front against a white background.
Image Credit: Apple Inc.

Developers Could Build Knowledge Worlds

Apple would not need to create every knowledge experience itself. visionOS, ARKit, RealityKit and App Intents could let developers connect specialized knowledge with physical environments.

A medical company could build guidance for approved equipment. A manufacturer could create spatial maintenance systems. A university could attach interactive explanations to laboratories and museums. A retailer could create product comparisons based on inventory and customer preferences.

Apple could provide the shared intelligence layer: scene understanding, object recognition, language interaction, privacy permissions and spatial presentation. Developers would provide the trusted domain knowledge.

This division would be essential. General AI can explain many things, but professional environments require verified information. A generated answer about a historical building has different consequences from an answer about industrial machinery or medical treatment.

Apple’s platform could distinguish between general knowledge and certified domain sources, allowing users to see where information comes from before acting.

From Spatial Computing to Contextual Computing

Apple describes Vision Pro as a spatial computer because digital content can occupy physical space. ARK augmented reality suggests the next progression: contextual computing.

A spatial computer knows where digital content is placed. A contextual computer understands why the content is useful in that location, what the user is trying to accomplish and which knowledge should appear.

That would connect several Apple strategies that currently look separate. Vision Pro supplies spatial awareness. Apple Intelligence supplies reasoning and generation. Siri AI supplies conversation. Visual Intelligence supplies real-world understanding. The ecosystem supplies personal context.

Together, they could create a system that does not wait for users to open the correct app and search through the correct menu. The environment itself becomes the starting point.

Apple’s opportunity is to make that interaction restrained rather than overwhelming. The company does not need to cover reality with digital noise. It can use design, privacy and contextual intelligence to make information appear only when it improves the moment.

ARK augmented reality offers a useful description of that future. Reality remains visible. Knowledge becomes interactive. The computer begins to understand the world in front of the user instead of asking the user to translate everything into a search box.

The post ARK Augmented Reality Could Build Apple’s Knowledge Layer appeared first on AppleMagazine.

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