Hongos que devoran rocas prosperan en las profundidades de la Tierra


Na medicina, a computação espacial e os headsets de realidade aumentada/virtual — incluindo o Apple Vision Pro — têm sido aplicados em uma gama crescente de ambientes clínicos e cirúrgicos.
Inclusive, um novo estudo divulgado pelo Asymco, realizado por pesquisadores do Shiley Eye Institute (vinculado à Universidade da Califórnia em San Diego), está entre os primeiros a avaliar o uso do Apple Vision Pro como a tela principal de visualização intraoperatória para cirurgia lacrimal endoscópica.
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Intitulado “Apple Vision Pro as a Wearable Display for Endoscopic Dacryocystorhinostomy: Surgical Experience, Efficiency, and Cost” (“Apple Vision Pro como display vestível para dacriocistorrinostomia endoscópica: experiência cirúrgica, eficiência e custo”, na tradução direta), o estudo compara o uso do headset com a abordagem tradicional baseada em monitores, concentrando-se na eficiência cirúrgica, na carga de trabalho do cirurgião, na ergonomia e no custo.
Entre os achados do estudo, o uso do Vision Pro foi associado a tempos operatórios mais curtos e a uma menor carga de trabalho relatada pelo cirurgião — ocupando, ao mesmo tempo, um espaço mínimo. Por ser uma das primeiras avaliações do dispositivo para a cirurgia em questão, esses resultados sugerem vantagens ergonômicas e de fluxo de trabalho, mas requerem confirmação em estudos maiores e controlados.
Por outro lado, o Vision Pro é criticado por dois aspectos: ser grande/pesado demais e ser muito caro. Segundo o estudo, mesmo para um hospital, o custo do Vision Pro não é “insignificante” — ainda assim, ele levou em conta o que o dispositivo é capaz de fazer e, sob essa ótica, aponta-se que o headset representa um excelente custo-benefício.
A quem interessar possa, os detalhes do estudo estão disponíveis aqui.
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Mesmo num eclipse total, a tecnologia ajuda a que ninguém fique de fora. Chama-se LightSound e é um pequeno dispositivo capaz de transformar a luz do Sol em notas musicais, permitindo que pessoas cegas ou com deficiência visual "ouçam" a passagem da Lua em frente ao astro-rei.
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Hoy te proponemos una sopa de letras en la que aparecen escondidos los apellidos de diez científicas que han nacido en el mes de agosto. De todas ellas hemos hablado en el blog (¡busca sus nombres usando las pistas!). Los apellidos pueden estar escritos en horizontal, en vertical o en diagonal (en cualquier dirección y sentido).

Para facilitar la tarea, vamos a darte una pista sobre cada una de estas científicas, y mostrarte una imagen de cada una de ellas, aunque no están dispuestas necesariamente en el mismo orden.

Por si no has identificado a alguna de ellas, en este enlace puedes ver la solución.
Marta Macho Stadler es doctora en matemáticas, profesora del Departamento de Matemáticas de la EHU y colaboradora en Cátedra de Cultura Científica de la EHU.
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O cenário parece saído de outro mundo (e é mesmo): um vasto campo de padrões em forma de favos de mel que intriga os cientistas e poderá guardar pistas sobre o passado de Marte.
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À medida que os incêndios florestais continuam a afetar várias regiões da Europa, um nova ferramenta, que usa dados dos satélites Copernicus, permite acompanhar, em tempo real, a evolução dos fogos, a propagação do fumo e as emissões de carbono.
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