Muita gente não sabe, mas o Instagram possui um navegador embutido dentro do aplicativo para iPhones e iPads.
Além de fazer alguns ajustes (como limpar os dados), você também pode ativar ou desativar a chamada navegação aprimorada.
Com ela, as informações dos sites em que você navega podem ser utilizadas para exibir o histórico de links, recomendações de compras e outros dados. É possível ativar ou desativar esse recurso facilmente, em alguns passos simples.
Se você usa o Mozilla Firefox como o seu navegador padrão em iPhones, iPads ou Macs, já deve ter notado que há algumas áreas do browser que podem trazer certos tipos de anúncios.
Uma dessas áreas é justamente a página inicial do Firefox, que pode sugerir atalhos patrocinados. Felizmente, um truque permite desabilitar facilmente isso. Veja, a seguir, como fazer isso! 🙂
Como desativar os atalhos personalizados do Firefox no iPhone/iPad
Com o Firefox aberto, toque nos três pontinhos (na parte inferior) e vá até “Configurações”.
Escolha “Tela inicial” e “Atalhos”.
Desmarque a opção “Atalhos patrocinados”.
Como desativar os atalhos personalizados do Firefox no Mac
Clique em “Firefox”, na barra de menus, e escolha “Configurações…”, use o atalho ⌘ command, ou vá até os três risquinhos (no canto superior direito) para escolher a mesma opção.
Selecione “Página inicial e início”.
Desmarque a opção “Atalhos patrocinados” abaixo de “Apoie o Firefox”.
Além de compartilhar uma página da web usando um link normal, o navegador Mozilla Firefox também permite enviar um endereço da web de outra forma.
Mais precisamente, trata-se da geração de um código QR (QR code) — que pode, posteriormente, ser lido a partir de qualquer câmera ou compartilhado em uma postagem, por exemplo.
Um dos navegadores mais usados mundo afora é o Mozilla Firefox. Com ele, é possível desfrutar de diversos recursos, como uma proteção avançada contra cookies e um agrupamento por abas, por exemplo.
Para evitar que as recomendações de popup sigam aparecendo na tela e acabem atrapalhando a sua experiência, é possível desabilitá-las facilmente no seu Mac.
Com o Firefox aberto no seu computador, clique no botão com três risquinhos (no canto superior direito) e escolha “Configurações”. Se preferir, você pode abrir a mesma tela indo até Firefox » Configurações…, na barra de menus, ou utilizando o atalho de teclado ⌘ command,.
Escolha “Abas e navegação”, na barra lateral esquerda.
Na seção “Recomendações”, desmarque os dois ajustes: “Recomendar extensões enquanto você navega” e “Recomendar recursos enquanto você navega”.
Tradicionalmente, as abas dos navegadores da web são dispostas na horizontal.
Para facilitar a navegação para alguns usuários (e dar mais uma opção de personalização), o Mozilla Firefox permite habilitar um ajuste que deixa as suas abas abertas na vertical.
O Opera One para desktop é o mais novo navegador a aderir ao modo de abas verticais. A novidade, que é opcional, foi anunciada hoje pela Opera em seu blog oficial e funcionará de forma semelhante à que ficou popular em outros softwares — como o falecido Arc Browser.
A Opera coloca como grande vantagem o fato de que os usuários podem visualizar mais facilmente o nome das abas quando elas estão num formato vertical se muitas delas estiverem abertas. No formato tradicional, apenas o favicon fica visível — o que dificulta a identificação.
Esse modo também adiciona mais espaço vertical para a navegação em sites, já que apenas a barra de endereços fica visível na parte superior. Na vertical, embora a maioria dos sites já deixem muito espaço vazio nas laterais, é possível escondê-las quando necessário.
O funcionamento das abas na vertical é bastante intuitivo e semelhante as abas horizontais tradicionais. Inclusive, as ilhas de guias também estão disponíveis no novo formato com a maioria de suas funcionalidades — e são preservadas quando o modo de abas é alterado.
Para ativar as abas verticais no Opera One, basta clicar com o botão direito em qualquer local na barra de abas e selecionar a opção correspondente — e o mesmo pode ser feito para reverter a alteração. A opção também está disponível no botão de configuração rápida.
Além dessa novidade, o Opera One também ganhou uma integração com o Google Lens, que agora está disponível diretamente de sua barra de pesquisa — tal qual já ocorre no Google Chrome.
O Mozilla Firefox foi atualizado hoje para a versão 153, tanto no macOS quanto no iOS/iPadOS. Entre as várias novidades introduzidas pelo update, estão os Contêineres (Containers), que permitem separar as diferentes partes da sua vida online na mesma janela do navegador.
Assim como a extensão Multi-Account Containers, o novo recurso torna possível logar em diferentes contas sem precisar abrir uma outra instância do Firefox. Ao recorrer aos Contêineres (que ainda estão em preview, diga-se), você também mantém os seus cookies e dados de anúncios direcionados isolados em ambientes distintos.
Segundo a Mozilla, ao tornar um recurso desse tipo em uma ferramenta nativa do navegador, a versão 153 livra usuários de ter que procurar por um add-on, além de facilitar a abertura, a criação e o gerenciamento de contêineres de páginas que você já costuma acessar. Usuários de longa data do Multi-Account Containers, no entanto, não serão deixados de lado, uma vez que a nova solução mantém “a funcionalidade, a flexibilidade e a identidade visual” da extensão.
Nesse preview, já é possível abrir páginas em contêineres específicos, customizá-los com nomes, cores e ícones da sua escolha e gerenciá-los diretamente do menu “Configurações”. Para abrir uma aba contêiner, basta clicar com o botão direito do mouse ou tocar e segurar no botão de nova aba (+) e selecionar a opção correspondente.
Outras novidades
Agora, é possível compartilhar qualquer página com um código QR ao clicar com o botão direito do mouse em uma aba e ir em Compartilhar » Gerar código QR.
Divulgação/Mozilla
Também passou a ser possível juntar múltiplos PDFs em um único documento ao arrastar um arquivo do tipo para a barra lateral de PDF, bem como adicionar imagens como novas páginas de um documento usando o editor de PDF nativo do Firefox.
Ademais, digitar “pick color”, “color picker” ou “eyedropper” na barra de endereço agora faz com que o seletor de cores nativo do Firefox, o Pick a color, seja ativado. Na mesma toada, o Firefox passou a permitir que usuários digitem “labs” ou “experiment” na barra de endereço para acessar a ação rápida “Open Firefox Labs” facilmente.
Usuários de Mac, por sua vez, notarão que o atalho de teclado fn (tecla representada por um globo) F agora é suportado pelo Firefox, permitindo entrar rapidamente no modo de tela cheia do macOS.
O ícone de acesso à localização do usuário agora fica destacado em vermelho sempre que um site obtém acesso às suas coordenadas, além de ficar visível em páginas de resultados de busca (antes ele era ocultado).
Divulgação/Mozilla
Por fim, o assistente Smart Window (ainda em beta) agora permite selecionar diferentes modelos de inteligência artificial (IA) diretamente da sua interface, e a Nova aba (New Tab) do recurso ganhou uma barra de endereço mais familiar para acessar sites ou pesquisar na web.
Divulgação/Mozilla
O Firefox 153 já está disponível para download tanto no desktop quanto em dispositivos móveis. Em ambos os casos, o update também introduz uma série de correções de bugs e melhorias de desempenho, as quais podem ser conferidas aqui e na página do browser na App Store.
Grande parte dos vídeos que consumimos hoje vai muito além do entretenimento. Tutoriais técnicos, palestras públicas, demonstrações de produtos, treinamentos corporativos, webinars, apresentações de eventos e materiais educativos fazem parte da rotina de estudantes, profissionais e empreendedores.
Em muitos momentos, ter acesso a esse conteúdo mesmo sem conexão com a internet pode fazer toda a diferença. Mas surge uma dúvida comum: vale mais a pena utilizar uma ferramenta que funciona diretamente no navegador ou um aplicativo dedicado?
A resposta depende principalmente da forma como cada pessoa utiliza seus dispositivos e organiza seu fluxo de trabalho.
Quando uma ferramenta baseada no navegador faz mais sentido
As soluções que funcionam diretamente no navegador conquistaram muitos usuários por eliminarem uma etapa importante: a instalação.
Em poucos segundos, é possível abrir a ferramenta, utilizar seus recursos e continuar trabalhando, independentemente do computador ou do dispositivo utilizado.
Essa praticidade costuma ser especialmente útil para quem precisa acessar conteúdos em diferentes dispositivos sem depender da instalação de programas.
Acompanhar palestras e conferências online;
Consultar tutoriais técnicos durante o trabalho;
Revisar treinamentos profissionais;
Utilizar computadores compartilhados;
Alternar frequentemente entre computador, tablet e smartphone.
Nesses casos, um baixador de vídeos do YouTube baseado no navegador permite abrir a ferramenta rapidamente e acessar conteúdos públicos de forma simples, independentemente do sistema operacional utilizado.
Outro benefício importante é a compatibilidade. Como o acesso acontece pelo navegador, a experiência permanece semelhante em diferentes sistemas operacionais, facilitando o uso em qualquer dispositivo.
Quando um aplicativo pode ser a melhor escolha
Embora as ferramentas baseadas no navegador sejam extremamente práticas, existem situações em que um aplicativo dedicado oferece uma experiência diferente.
Usuários que acessam frequentemente os mesmos materiais, organizam conteúdos por categorias ou preferem manter tudo disponível em um único ambiente costumam valorizar recursos adicionais de organização e gerenciamento.
Nesse contexto, soluções como a Muka representam uma alternativa interessante para quem prefere utilizar um aplicativo em vez do navegador. Dependendo da rotina de cada pessoa, esse tipo de abordagem pode tornar o acesso aos conteúdos mais conveniente.
Além disso, aplicativos costumam facilitar a organização de arquivos locais e oferecer acesso rápido aos materiais utilizados com maior frequência.
Não existe uma solução única
Na prática, o navegador e o aplicativo resolvem necessidades diferentes.
Imagine alguns exemplos:
Um estudante universitário utiliza o computador da biblioteca para revisar uma palestra antes de uma prova.
Um empresário salva uma apresentação sobre marketing digital para consultar durante uma viagem.
Um técnico acompanha demonstrações de equipamentos enquanto trabalha em locais onde a conexão nem sempre é estável.
Outro profissional prefere manter seus materiais organizados em um aplicativo para encontrá-los rapidamente sempre que necessário.
Todos possuem objetivos semelhantes, mas desenvolvem hábitos diferentes para acessar seus conteúdos de referência.
O fator mais importante é a praticidade
Ao escolher uma solução, muitas pessoas concentram a atenção apenas nas funcionalidades. Entretanto, a facilidade de acesso costuma ser igualmente importante.
Se o objetivo é consultar rapidamente um material de referência, quanto menos etapas existirem entre o usuário e o conteúdo, melhor será a experiência.
Por isso, ferramentas baseadas no navegador continuam sendo uma excelente opção para quem valoriza simplicidade e acesso imediato, enquanto aplicativos podem oferecer uma experiência mais organizada para quem consulta os mesmos conteúdos com frequência.
Conclusão
O crescimento dos conteúdos digitais mudou a forma como aprendemos, trabalhamos e compartilhamos conhecimento. Palestras, treinamentos, demonstrações técnicas, apresentações profissionais e outros materiais de referência tornaram-se recursos importantes para milhões de pessoas.
Escolher entre uma ferramenta baseada no navegador ou um aplicativo dedicado não significa decidir qual tecnologia é superior, mas identificar qual delas se adapta melhor ao seu dia a dia.
Quando a solução acompanha a maneira como utilizamos nossos dispositivos, acessar conteúdos importantes offline torna-se um processo mais simples, eficiente e conveniente.