How to stop Firefox from showing recommendation popups
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Firefox is evolving with a refreshed design that makes the browser feel more modern, approachable, and consistent across desktop and mobile. The refresh also extends to Firefox’s voice and writing style, making product experience feel more human, direct, and unmistakably Firefox.
Via Jeff Johnson:
Nothing says “consistent” like making your large-screen keyboard & mouse UI exactly like your tiny touchscreen UI.
And nothing says “more human” like a manufactured voice and writing style.
Internally, we’ve been calling this work Project Nova, and today we’re excited to share a deeper look at what we’ve been building and where we’re heading next.
The goal of this work is to create a more cohesive foundation for Firefox: making the browser feel cleaner, warmer, faster, and more adaptable.
Some of the areas we’re working on include:
- Simpler navigation and a redesigned Settings experience
- Easier access to features like tab groups, split view, and vertical tabs
- The return of Compact Mode
- Refreshed visual updates across tabs, icons, spacing, and browser surfaces
- More customization options, including new themes and wallpapers
Previously:
Update (2026-07-28): athomas (via Thomas Clement):
Starting today, you can try out the next design evolution of Firefox in Nightly.
It’s still Firefox, now with a more cohesive look and feel across tabs, menus, panels, and other browser surfaces. You’ll notice softer tab shapes, a warmer color palette, updated icons, and – after hearing from many of you – the return of Compact Mode and new theme options to make Firefox your own.
Still no AppleScript support.
Update (2026-08-04): Marcin Wichary:
Contra the previous post, just spotted this “Same settings, new look!” callout in Firefox, on a page I have never visited before, talking about a feature I have never used[…]
O Mozilla Firefox foi atualizado hoje para a versão 153, tanto no macOS quanto no iOS/iPadOS. Entre as várias novidades introduzidas pelo update, estão os Contêineres (Containers), que permitem separar as diferentes partes da sua vida online na mesma janela do navegador.
Assim como a extensão Multi-Account Containers, o novo recurso torna possível logar em diferentes contas sem precisar abrir uma outra instância do Firefox. Ao recorrer aos Contêineres (que ainda estão em preview, diga-se), você também mantém os seus cookies e dados de anúncios direcionados isolados em ambientes distintos.
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Segundo a Mozilla, ao tornar um recurso desse tipo em uma ferramenta nativa do navegador, a versão 153 livra usuários de ter que procurar por um add-on, além de facilitar a abertura, a criação e o gerenciamento de contêineres de páginas que você já costuma acessar. Usuários de longa data do Multi-Account Containers, no entanto, não serão deixados de lado, uma vez que a nova solução mantém “a funcionalidade, a flexibilidade e a identidade visual” da extensão.
Nesse preview, já é possível abrir páginas em contêineres específicos, customizá-los com nomes, cores e ícones da sua escolha e gerenciá-los diretamente do menu “Configurações”. Para abrir uma aba contêiner, basta clicar com o botão direito do mouse ou tocar e segurar no botão de nova aba (+) e selecionar a opção correspondente.
Agora, é possível compartilhar qualquer página com um código QR ao clicar com o botão direito do mouse em uma aba e ir em Compartilhar » Gerar código QR.

Também passou a ser possível juntar múltiplos PDFs em um único documento ao arrastar um arquivo do tipo para a barra lateral de PDF, bem como adicionar imagens como novas páginas de um documento usando o editor de PDF nativo do Firefox.
Ademais, digitar “pick color”, “color picker” ou “eyedropper” na barra de endereço agora faz com que o seletor de cores nativo do Firefox, o Pick a color, seja ativado. Na mesma toada, o Firefox passou a permitir que usuários digitem “labs” ou “experiment” na barra de endereço para acessar a ação rápida “Open Firefox Labs” facilmente.
Usuários de Mac, por sua vez, notarão que o atalho de teclado fn (tecla representada por um globo) F agora é suportado pelo Firefox, permitindo entrar rapidamente no modo de tela cheia do macOS.
O ícone de acesso à localização do usuário agora fica destacado em vermelho sempre que um site obtém acesso às suas coordenadas, além de ficar visível em páginas de resultados de busca (antes ele era ocultado).

Por fim, o assistente Smart Window (ainda em beta) agora permite selecionar diferentes modelos de inteligência artificial (IA) diretamente da sua interface, e a Nova aba (New Tab) do recurso ganhou uma barra de endereço mais familiar para acessar sites ou pesquisar na web.

O Firefox 153 já está disponível para download tanto no desktop quanto em dispositivos móveis. Em ambos os casos, o update também introduz uma série de correções de bugs e melhorias de desempenho, as quais podem ser conferidas aqui e na página do browser na App Store.


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Já imaginou navegar pela web moderna com o Internet Explorer ou com o Netscape? Com o Reframe é possível, num projeto Open Source que combina o visual dos browsers clássicos com tecnologia moderna.
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Esqueça os bloqueadores de sites chatos e as notificações que ignora ao fim de dois dias. O Cat Gatekeeper tem uma abordagem diferente, e muito mais fofa, para o doomscrolling. Trata-se de um gato laranja “gorducho” que invade o ecrã e não sai de lá até a pausa acabar.
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The disbelief was palpable when Mozilla’s CTO last month declared that AI-assisted vulnerability detection meant “zero-days are numbered” and “defenders finally have a chance to win, decisively.” After all, it looked like part of an all-too-familiar pattern: Cherry-pick a handful of impressive AI-achieved results, leave out any of the fine print that might paint a more nuanced picture, and let the hype train roll on.
Mindful of the skepticism, Mozilla on Thursday provided a behind-the-scenes look into its use of Anthropic Mythos—an AI model for identifying software vulnerabilities—to ferret out 271 Firefox security flaws over two months. In a post, Mozilla engineers said the finally ready-for-prime-time breakthrough they achieved was primarily the result of two things: (1) improvement in the models themselves and (2) Mozilla’s development of a custom “harness” that supported Mythos as it analyzed Firefox source code.
The engineers said their earlier brushes with AI-assisted vulnerability detection were fraught with “unwanted slop.” Typically, someone would prompt a model to analyze a block of code. The model would then produce plausible-reading bug reports, and often at unprecedented scales. Invariably, however, when human developers further investigated, they’d find a large percentage of the details had been hallucinated. The humans would then need to invest significant work handling the vulnerability reports the old-fashioned way.


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