Segundo o que foi reportado por fontes de cadeia de suprimentos, a Foxconn já teria dado o pontapé inicial na produção em massa do “iPhone 18 Pro” e do “iPhone 18 Pro Max”, os próximos smartphones topos-de-linha da Apple.
A informação partiu do portal de notícias chinês MyDrivers, o qual afirmou que a principal fabricante contratada da Apple iniciaria em breve seu período de pico de contratações para dar conta desse estágio de aumento da produção em massa, já iniciado no mês de julho.
Pela primeira vez, a Apple deverá segregar o lançamento dos novos iPhones, separando os modelos tradicionais dos da linha Pro: tanto o “18 Pro” quanto o “18 Pro Max” deverão ser anunciados em setembro ao lado do “iPhone Ultra” — a estreia da Apple no segmento de celulares com telas dobráveis —, enquanto lançamentos como a segunda geração do iPhone Air, o “iPhone 18” e o “iPhone 18e” deverão ficar para o começo do ano que vem.
iPhone 17 Pro Max
Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
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Os novos dobráveis chegam meses antes de a Apple alegadamente adentrar nesse segmento do mercado com o famigerado “iPhone Ultra” — logo, as apostas da gigante sul-coreana baterão de frente com o futuro dispositivo da Maçã.
Sem mais delongas, vamos conferir os detalhes de cada anúncio abaixo!
Galaxy Z Fold8
Divulgação/Samsung
Agora que os dobráveis da Samsung possuem três variantes, o Z Fold tradicional passou por um reposicionamento, tornando-se talvez a adição mais diferente dentre toda a linha de novos produtos anunciados.
Seu grande destaque é a reformulação no design, adotando um formato que se convencionou chamar de “passaporte”, com uma proporção maior do que aquilo que foi estabelecido nas últimas gerações do dobrável principal da Samsung. Isso resultou em uma tela externa de 5,5 polegadas e aspect ratio de 10:16, além de uma principal de 7,6″ e proporção de 4:3 — especificações bem semelhantes ao que se especula sobre o “iPhone Ultra” —, ambas com taxas de atualização de até 120Hz.
A sul-coreana destacou ainda o peso do modelo, sendo o celular dobrável mais leve já lançado por ela até agora (201 gramas, para ser exato).
Uma das principais diferenças do modelo em relação ao Z Fold8 Ultra está nas câmeras: o modelo padrão conta apenas com duas lentes traseiras (um sensor principal e uma lente ultra-angular, ambos com 50 megapixels), além dos 200mAh de diferença na bateria (4.800mAh no caso do Z Fold8 e 5.000mAh no caso do Z Fold8 Ultra). A linha também marca a estreia das baterias de silício-carbono nos celulares da fabricante.
Quanto ao restante das suas especificações técnicas, destaca-se pela implementação da tecnologia Flex Titanium — baseada em alumínio — para a resistência da tela, a presença do chip Snapdragon 8 Elite Gen 5, opções a partir de 12GB de memória e 256GB de armazenamento (até 1TB), resistência IP48 contra água e poeira, além de suporte ao carregamento de 45W com fio e 15W sem fio. Assim como os demais aparelhos, ele chega com o Android 17 e a One UI 9.
Nos Estados Unidos, ele chega a partir de US$1.900 (US$200 a menos que o Z Fold8 Ultra e US$100 a menos que o Z Fold7) nas cores preta, branca, lavanda e verde pistache (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).
Galaxy Z Fold8 Ultra
Divulgação/Samsung
Para os entusiastas do tradicional formato dos dobráveis da Samsung, a melhor opção é o modelo Ultra. Ele conta com as mesmas 8″ na tela principal e 6,5″ na tela externa do Z Fold7, com aspect ratios de 3:2 e 21:9, respectivamente.
Outra diferença notável em relação ao modelo menor é a presença da lente teleobjetiva de 10MP, aos moldes da presente no Z Fold7.
Como citado anteriormente, o aparelho conta com uma bateria de 5.000mAh de silício-carbono, além de compartilhar o Snapdragon 8 Elite Gen 5, as mesmas opções de memória/armazenamento, a resistência IP48 e o suporte aos 45W de carregamento com fio e 15W sem fio do Z Fold8.
Um de seus maiores destaques (nesse caso, negativo) é o preço: US$2.100 — um aumento em comparação ao modelo equivalente da geração passada (vale lembrar, o Z Fold7 chegou por US$2.000 lá fora). Ele está disponível nas cores preta, branca, roxo escuro e verde escuro (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).
Galaxy Z Flip8
Divulgação/Samsung
Modelo mais básico da nova linha, o Z Flip8 se destaca pela redução na espessura (13,1mm dobrado contra os 13,7mm do antecessor) e no peso (188g contra 180g do Z Flip7), possibilitando o que a Samsung chama de “uma experiência cotidiana sem vinco”.
Ele conta com uma tela interna de 6,9″, enquanto a externa tem 4,1″, com proporções de 22:9 e 1:1, respectivamente, e suporte a taxas de atualização de 120Hz em ambas. O aparelho chega com um conjunto duplo de câmeras, sendo a lente principal de 50MP, um sensor ultra-angular de 12MP e câmera frontal de 10MP.
Ele chega com o processador Exynos 2600, resistência IP48, 12GB de memória e opções de armazenamento de 256GB e 512GB. Em termos de bateria e recarga, o componente de silício-carbono possui uma capacidade de 4.300mAh, carregamento de até 25W por fio e 15W sem fio.
O Z Flip8 custa US$1.200 (um aumento de US$100 em relação ao Z Flip7) e está disponível nas cores azul, preta, vermelha coral e menta (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).
Galaxy Watch9 e Ultra2
Ambos os modelos ganharam suporte ao recurso “levante para falar”, que aciona de imediato o Gemini do Google sem a necessidade de toque ou botão. Os dois relógios contam com o Wear OS 7 e a One UI 9 Watch, compatíveis com smartphones que possuam Android 13 ou superior.
Divulgação/Samsung
Com especificações e design um tanto semelhantes ao seu antecessor, as grandes novidades do Galaxy Watch9 incluem a ampliação de bateria (o modelo de 40mm ganhou um aumento de quase 20%, com 390mAh, enquanto a versão de 44mm possui 445hmAh), a pulseira com design Air Pocket (até 25% mais leve que a presente no Watch8) e a estreia do processador Snapdragon Wear Elite.
Ele continua com as opções de 2GB de memória e 32GB de armazenamento e está disponível em caixas de 40mm e 44mm, nas cores preto e creme, custando a partir de US$380 (um aumento de US$30 em relação ao Watch8).
Já o Galaxy Watch Ultra2 adota uma reformulação na identidade visual que o aproxima do restante da linha, sendo até 12% mais fino que o seu antecessor, mantendo a bateria de 800mAh. A tela também ganhou melhorias, contando com 5.000 nits de brilho máximo.
Para experiências aquáticas, o Ultra2 atende o padrão EN13319 para mergulho e possui certificação IP69K. Além disso, o app Marz deverá receber suporte à metrificação de velocidades e orientações de descompressão.
Disponível nas cores titânio preto e titânio prata, o modelo está disponível a partir de US$700, um aumento de US$50 em relação à primeira geração.
Inteligência artificial
Durante o evento, a Samsung reforçou sua ciência e presença quanto às IAs agênticas, expandindo a experiência para além das telas dos smartphones e passando a oferecer assistência contínua de IA em tempo real nos dispositivos do seu ecossistema; o foco da Samsung é a entrega da experiência hands-free (ou seja, mãos livres). Ela afirmou ainda que essa integração contará com mecanismos de proteção e segurança, embora não tenha adentrado em detalhes técnicos de como fará isso.
A empresa também mencionou a integração de dados biométricos coletados pelos Galaxy Watch ao fluxo de trabalho médico, focada na prevenção de riscos de saúde com o auxílio da inteligência artificial (IA), permitindo a sugestão de refeições e treinos adaptados com base em interpretações de biossinais.
Preço e disponibilidade
Os novos smartphones chegarão ao Brasil no dia 6 de agosto, mas ainda não tiveram seus preços divulgados; ainda assim, a Samsung já antecipou que a aquisição de algum dos dispositivos durante a pré-venda garantirá até seis meses de Google AI Pro sem custos adicionais.
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Em mais um dos seus tradicionais vídeos comentados com renders, o YouTuberJon Prosser tratou do “iPhone 18 Pro”, previsto para chegar ao mercado no mês de setembro.
O foco da vez é a câmera com abertura variável, um dos aguardados principais diferenciais do “18 Pro” em relação ao seu antecessor.
Relembrando os feitos do Modo Retrato (Portrait Mode), Prosser explica que a abertura variável — que foi inclusiva “confirmada” pelo megavazamento da fornecedora indiana Tata Electronics — poderá contribuir com capturas de fotos mais naturais com mais ou menos profundidade de campo. Quanto menor ela for, mais borrado fica o plano de fundo (efeito chamado na fotografia de bokeh). Ele considera esse uma das maiores melhorias dos iPhones, embora pouco perceptível à primeira vista.
O restante do vídeo menciona a escolha de design pela continuidade do alumínio, as cores — fazendo coro às especulações de azul claro, cereja escuro, cinza escuro e prata —, a Ilha Dinâmica (Dynamic Island) reduzida — já abordada em outro vídeo do mesmo canal sobre o aparelho —, o chip “A20 Pro” (de 2nm, com a especulada ampliação de quase 15% em performance e 30% em eficiência energética se comparado ao A19 Pro), o empacotamento do tipo Wafer-level Multi-Chip Module (WMCM) — acoplando CPU, GPU, Neural Engine e memória na mesma placa —, a bateria de 4.288mAh no modelo menor e 5.567mAh no “18 Pro Max”, além do modem “C2”, que poderá contar com suporte ao 5G via satélite (também abordado em outro vídeo do “18 Pro”).
O vídeo encerra provocando a indagação sobre o apelo da linha em meio à estreia da linha de dobráveis da Apple com o “iPhone Ultra”, que deverá ser anunciado também em setembro.
iPhone 17 Pro Max
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A Copa do Mundo pode até ter acabado, mas o app Apple Sports segue ganhando novos recursos focados no esporte mais popular do planeta. A sua mais recente atualização (4.2), por exemplo, adiciona suporte a uma série de novas ligas de futebol, incluindo a tradicional Eredivisie, da Holanda.
Liberado hoje pela Maçã, o update torna possível acompanhar a temporada de equipes clássicas como AFC Ajax, PSV Eindhoven e Feyenoord Rotterdam, incluindo suas formações iniciais — algo que, de acordo com a companhia, também vale para “a maioria das ligas de futebol” presentes na ferramenta.
Além do “holandesão”, também chegaram ao Apple Sports a Primeira Liga da Bélgica, a Superliga da Dinamarca, a J1 League (do Japão), a Ekstraklasa (da Polônia), a Premiership (da Escócia) e a Superliga da Suíça.
Disponível no Brasil desde o início do ano, o Apple Sports é gratuito e pode ser instalado em iPhones com o iOS 18.0 ou mais recente. Além das principais ligas do futebol internacional (bem como outros esportes), ele também suporta a Série A do Campeonato Brasileiro.
a responsabilidade da Cibersegurança não pode continuar fechada no IT. Já não é apenas um tema tecnológico; é uma responsabilidade organizacional que exige envolvimento da gestão e capacidade de traduzir risco para a linguagem da decisão, avisa David Grave.
Last summer, astronomers were observing the near approach of a space object believed to be an asteroid that had been tracked since its discovery in 1998. However, in a surprising development, the object failed to appear where it was predicted to be after decades of observations.
Now, a team of researchers reports in a new study that this mysterious orbital body is no asteroid at all, but instead may be an elusive class of space objects that scientists are still working to fully understand.
The research, published in the journal Nature Astronomy, identifies the newly suspected reasons for this unexpected “dark” twist in the developing story of 1998 SH2, a celestial body once thought to be a common space rock that is now upending past thinking on how to protect Earth from potential impact risks.
1998 SH2’s August Surprise
Since its discovery in 1998, the object designated 1998 SH2 has been monitored by astronomers continuously, providing close to three decades of observations that inform us about its orbit, leaving what researchers thought would be little room for surprises.
That all changed last August as the anticipated return of 1998 SH2 approached. Based on radar observations, the object appeared to be absent from its expected orbital path—a mystery that initially baffled astronomers.
Eventually, once the near-Earth object was spotted again by Brazil’s Southern Observatory for Near Earth Asteroids Research, it had moved significantly beyond its expected path. But what could account for such an unusual display?
When AN Asteroid Goes “Dark”
Now, according to Jet Propulsion Lab and CalTech researcher Davide Farnocchia and colleagues, 1998 SH2 was likely steered off course as a result of jets of gas escaping from beneath the object’s surface—a phenomenon known as weak cometary outgassing—meaning that the suspected asteroid is actually probably a type of comet.
However, unlike most comets, this one showed none of the typical characteristics astronomers associate with them, including a glowing tail or coma. This helped to explain the confusion over its initial classification, and additional observations of layered composite imagery did finally reveal these features, albeit faintly.
This confirmation that the object was indeed releasing material meant that 1998 SH2 was a rare variety of space objects known as dark comets, enigmatic bodies whose subtle behavior falls somewhere between comets and asteroids.
Planetary Defense Implications
One of the more concerning aspects of the discovery involves 1998 SH2’s unexpected orbital shift, which presents the question of whether other suspected asteroids might turn out to be dark comets. If so, could any of these shifty space objects pose a risk to Earth?
Fortunately, Farnocchia and his colleagues say there is currently no indication that 1998 SH2 poses an impact threat to Earth in the foreseeable future. Still, the team’s findings do have important implications for planetary defense, since their findings underscore the possibility that additional near-Earth objects currently classified as asteroids may turn out to be hidden comets.
Given the unpredictable orbital shifts and changes in acceleration these objects display, challenges associated with identifying and tracking them could complicate long-term impact forecasts, and influence how future deflection missions are designed.
Fortunately, the team’s study also highlights beneficial findings, which include the possibility that a hidden population of dark comets could potentially resolve questions about how water was delivered throughout the early solar system, eventually making its way to a young planet Earth billions of years ago.
Additionally, such possibilities could help to explain past observations of enigmatic objects like ‘Oumuamua, the first confirmed interstellar object, whose detection in 2017 and unexplained acceleration during subsequent observations have fueled scientific debate over its origins for many years.
Micah Hanks is the Editor-in-Chief and Co-Founder of The Debrief. A longtime reporter on science, defense, and technology with a focus on space and astronomy, he can be reached atmicah@thedebrief.org. Follow him on X @MicahHanks, and at micahhanks.com.
PC, PS5, Xbox Series X/S, Nintendo Switch 2; Undercoders Colourful, counter-cultural and captivating – this rail riding game set in a dystopian Japan is as weird as it is exhilarating
Every now and again a game appears with a premise so outrageous you stop in your tracks to take it all in. Denshattack!, a game about kickflipping trains across a dystopian future Japan, is the epitome of this feeling. Set in a post climate disaster world, people have retreated to corporate-owned domed cities to live out their days in air-conditioned, ignorant comfort. Save for a handful of outcasts, the rest of the country is a mess of broken infrastructure, where rival gangs battle it out on the ruins of Japan’s famously extensive rail network. Naive upstart Emi has one goal: become the best Denshattacker there is, one sick nosegrind at a time.
Taking the idea of an on-rails platforming game to its extreme conclusion, developers Undercoders have combined the best bits of the Tony Hawk’s Pro Skater series – grinding, flipping and spinning through an entire dictionary of tricks – with the anti-establishment message behind Jet Set Radio. The rivals Emi encounters showcase the history of Japanese misfits, pitting you against ageing rockabillies and violent girl gangs without a shred of judgment.
Para João Barros, presidente da AI², um dos grandes desafios para a próxima década em Portugal é fazer evoluir o “sistema científico e tecnológico altamente fragmentado” para um ecossistema em que “todos os componentes estão profundamente interligados". A ideia é um dos objetivos da nova agência que funde a ANI e a FCT.
Using the Karl G. Jansky Very Large Array (VLA) s and the Five-hundred-meter Aperture Spherical Radio Telescope (FAST), astronomers have created the sharpest-ever radio maps of neutral hydrogen around the Orion Nebula.
Using the upgraded GRAVITY+ instrument on ESO’s Very Large Telescope Interferometer (VLTI), astronomers have measured the ratio of carbon isotopes in the atmosphere of the young exoplanet Beta Pictoris, offering new insights into how giant planets form.
A private seller in Littleton, Colorado has listed a brand-new 2027 Rivian R2 Performance on Cars.com for $79,900 — roughly $20,000 over what Rivian charges for the same vehicle.
The listing went up July 1, just weeks after Rivian started delivering the R2 to its first customers, and it comes with the kind of cover story flippers tend to lean on.
With the arrival of America’s 250th birthday this Independence Day weekend, NASA is marking the occasion with a patriotic-themed perspective on the cosmos.
While a patient is fully anesthetized and unresponsive, neurons in the hippocampus continue to process language, distinguish different types of words, and generate neural activity consistent with predicting upcoming words.
As America celebrates its 250th birthday, we look at technological revolutions that have shaped the country—and the AI revolution now poised to redefine its future.
Researchers have discovered a potentially habitable exoplanet just 25 light-years from Earth—but is its precarious location on the cosmic shore too dangerous for extraterrestrial life?
The Chinese Tianwen-2 mission has captured the first imagery of a space object that some astronomers are calling Earth’s “quasi-moon.”
The object was captured in images released by the China National Space Administration (CNSA), after its Tianwen-2 spacecraft reached the tiny asteroid 469219 Kamoʻoalewa. Initially discovered in 2016, the asteroid became the target of a sample return mission launched by China on 28 May 2025.
Officially the CNSA’s second mission under its Planetary Exploration of China Program, Tianwen-2 aims to return close to 100 grams of samples from the surface of the small object.
Earth’s Mysterious Quasi-Moons
Quasi-moons are the name astronomers have for small, very distant objects that do not impact our planet’s tides or possess other characteristics associated with our primary moon.
These objects are nonetheless considered moon-like because they remain in our celestial neighborhood for extended periods, providing unique opportunities for studying near-Earth objects (NEOs) like asteroids, and the impact things like solar radiation and gravity have on them.
Although Kamoʻoalewa (also known as asteroid 2016 HO3) is the most well-known of Earth’s quasi-moons, it is one of seven that are currently known to astronomers. Kamoʻoalewa’s orbit is technically also around the Sun, rather than Earth, although its synchronized path keeps it locked closely to Earth’s orbit, thereby justifying its recognition as a “quasi-satellite.”
The object’s size and distance make it an ideal target for studying NEOs, and China leaped at the opportunity with the CNSA’s Tianwen-2 mission.
Approaching a Quasi-Moon
The Tianwen-2 spacecraft is currently nearing 20 kilometers from the 130 to 330-foot space rock, according to a statement CNSA released on Monday.
Along with a mission update, the CNSA also released new images, which are the first to officially document the object’s appearance. According to current mission timelines, Tianwen-2 will remain in the vicinity of 469219 Kamoʻoalewa until next April, and by sometime in November 2027, its return capsule is expected to reach Earth.
After its study of 469219 Kamoʻoalewa, Tianwen-2 will then make its way with the aid of a gravity assist in the direction of the comet 311P/PANSTARRS, arriving in its vicinity by January 2035.
“Going forward, the probe will gradually conduct more detailed scientific explorations to obtain information on the asteroid’s shape, material composition, and internal structure,” read the CNSA’s statement on Monday.
The agency said its ongoing collection of information will help to provide “support for preparations for sampling,” and the spacecraft will spend the next several months conducting reconnaissance of the asteroid before its sample collection begins, which will combine high-speed maneuvers with the deployment of a specialized robotic arm.
Following their collection, the samples will be delivered to a recovery site in the Gobi Desert after dropping into Earth’s atmosphere in November 2027.
Micah Hanks is the Editor-in-Chief and Co-Founder of The Debrief. A longtime reporter on science, defense, and technology with a focus on space and astronomy, he can be reached atmicah@thedebrief.org. Follow him on X @MicahHanks, and at micahhanks.com.
Rivian has commenced an underwritten public offering of 75 million shares of common stock, a raise worth roughly $1.5 billion based on the stock’s recent price.
The capital raise lands just days after Rivian’s stock rallied on stronger-than-expected Q2 delivery results and a raised full-year outlook.
The Hayabusa2 spacecraft completed its flyby of the asteroid Torifune over the weekend, according to a statement issued by Japan’s space agency.
The intrepid Japan Aerospace Exploration Agency (JAXA) probe’s visit marks one of the closest approaches a spacecraft has ever made to a distant asteroid, and follows Hayabusa2’s successful 2020 mission to return samples from the asteroid Ryugu.
Information obtained during the flyby, which occurred on Sunday, may help to provide new insights into both the composition of these ancient space rocks drifting through our solar system, as well as how to defend our planet if one large enough to pose a significant risk were ever to make its way here.
Hayabusa2 completes a Historic Close Encounter
At approximately 6:30 p.m. Japan Standard Time on Sunday, Hayabusa2 passed the asteroid while traveling at speeds approaching 5 kilometers per second.
The recent achievement comprises part of the probe’s extended mission, which will include a future visit to the small asteroid 1998 KY26, which is expected to occur in 2031.
Infrared image of the asteroid Torifune, obtained by JAXA’s Hayabusa2 spacecraft on July 5, 2026 (Image Credit: JAXA)
Over the weekend, the spacecraft’s flyby of Torifune helped to showcase Hayabusa2’s orbital guidance systems, as well as its ability to monitor asteroids and collect data to aid in the protection against potentially dangerous near-Earth objects (NEOs) before they become a threat, the Japanese Timesreported.
Fortunately, asteroids with life-threatening potential only reach the Earth every few hundred years on average, and none currently being monitored by space agencies around the world are believed to represent any imminent threat.
Close Approach, not a Collision
One of the most difficult aspects of flybys like the one on Sunday involves the speeds at which spacecraft are moving, which can make avoiding a collision with the asteroid complicated. This is partly because of their dark coloration, which prevents visual confirmation of their location until just days before the flyby occurs, leaving only a small window for planning and preparation.
In a statement, Japan’s space agency said that these difficulties mean “that the flyby operation is similar to orbit-inducing technologies used to collide a spacecraft with an asteroid.”
If such technologies were to be used for planetary defense in the future, such a direct collision would be the goal, thereby aiming to set any potentially dangerous NEOs off course and keep Earth out of their line of fire.
Future Opportunities
In addition to the probe’s 2031 visit to 1998 KY26, JAXA officials say that additional opportunities for future reconnaissance will be likely, and that Sunday’s flyby served as an important dress rehearsal in that regard.
Additionally, data obtained from the flyby will be useful in helping JAXA officials and other space agencies around the world to know what to expect should a planetary defense effort become a requirement at any time in the future.
Once Hayabusa2 reaches 1998 KY26 in the early 2030s, it will mark the first time a spacecraft has engaged in close-range explorations of such an asteroid, which is currently estimated to be approximately 30 meters in diameter.
Micah Hanks is the Editor-in-Chief and Co-Founder of The Debrief. A longtime reporter on science, defense, and technology with a focus on space and astronomy, he can be reached atmicah@thedebrief.org. Follow him on X @MicahHanks, and at micahhanks.com.