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Risco de AVC cresce no mundo e leva OMS a lançar novo alerta 

Uma em cada quatro pessoas pode ter um AVC. (Foto: Getty Images via Canva)

Uma condição capaz de mudar a vida em poucos minutos acaba de ganhar atenção especial das autoridades internacionais de saúde. O acidente vascular cerebral (AVC) foi colocado entre as prioridades globais pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que defende ações mais amplas para reduzir o número de mortes e sequelas provocadas pela doença.

A preocupação é sustentada por números expressivos. Nas últimas duas décadas, a probabilidade de uma pessoa sofrer um AVC ao longo da vida aumentou significativamente. Diante desse cenário, especialistas alertam que a prevenção e o reconhecimento rápido dos sintomas podem ser decisivos para salvar vidas e preservar funções cerebrais.

Uma doença que continua avançando silenciosamente

Muitas pessoas associam o AVC apenas a idosos, mas a realidade é mais ampla. Estimativas atuais indicam que cerca de 25% dos adultos poderão sofrer um AVC ao longo da vida.

Dados globais apontam que o AVC esteve relacionado a milhões de casos em 2021, consolidando-se entre as principais causas de incapacidade e mortalidade no planeta. Esse crescimento tem mobilizado governos, hospitais e organizações de saúde em busca de estratégias mais eficientes para reduzir seu impacto.

Além das consequências imediatas, o AVC frequentemente gera limitações físicas, cognitivas e emocionais que podem acompanhar o paciente por muitos anos.

O que acontece quando o cérebro deixa de receber sangue?

Para desempenhar suas funções corretamente, o cérebro precisa receber oxigênio e nutrientes de forma constante. Quando esse suprimento é interrompido, células cerebrais começam a sofrer danos em questão de minutos.

Existem duas formas principais da doença:

  • AVC isquêmico, causado pelo bloqueio da circulação sanguínea.
  • AVC hemorrágico, provocado pelo rompimento de um vaso cerebral.

Independentemente da causa, a rapidez no atendimento influencia diretamente as chances de recuperação.

Sinais que exigem ação imediata

Reconhecer os sintomas precocemente pode reduzir complicações graves.

Entre os principais sinais estão:

  • Fraqueza repentina em um lado do corpo
  • Dificuldade para falar
  • Alterações súbitas da visão
  • Perda de equilíbrio
  • Dormência em braços, pernas ou rosto
  • Confusão mental inesperada

Ao perceber qualquer um desses sintomas, a recomendação é procurar assistência médica sem demora.

A recuperação vai muito além da emergência

O tratamento do AVC não termina quando o paciente deixa a unidade de emergência. Em muitos casos, a fase de recuperação exige acompanhamento especializado durante semanas ou meses.

O processo pode envolver:

  • Fisioterapia
  • Fonoaudiologia
  • Terapia ocupacional
  • Acompanhamento neurológico
  • Suporte psicológico

Esse cuidado contínuo busca restaurar funções perdidas e melhorar a autonomia do paciente nas atividades do dia a dia.

A prevenção ainda é a melhor estratégia

Embora o AVC seja uma condição grave, muitos fatores associados ao seu desenvolvimento podem ser controlados. Hipertensão, diabetes, colesterol alto, obesidade, cigarro e falta de atividade física estão entre os fatores que podem aumentar o risco de AVC e que podem ser controlados. 

Por esse motivo, a resolução aprovada pela OMS destaca a necessidade de ampliar campanhas educativas, fortalecer os sistemas de saúde e investir em diagnóstico rápido e tratamento especializado.

À medida que o número de casos cresce em diferentes regiões do mundo, especialistas consideram que agir antes do surgimento da doença continua sendo a medida mais eficaz para reduzir mortes, sequelas e o impacto do AVC na população.

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IA ajuda médicos a identificar tumores que poderiam passar despercebidos

IA elevou em 13,8% a detecção de câncer de mama. (Foto: Canva)

A combinação entre inteligência artificial e mamografia pode representar um avanço importante no combate ao câncer de mama. Um estudo recente revelou que sistemas baseados em IA foram capazes de aumentar a detecção da doença sem elevar o número de exames que exigem nova avaliação, um dos principais desafios dos programas de rastreamento.

Os resultados chamam atenção porque o câncer de mama continua sendo uma das principais causas de morte por câncer entre mulheres em todo o mundo. Nesse cenário, identificar tumores em estágios iniciais pode fazer toda a diferença para o sucesso do tratamento.

Tecnologia entra em cena para ampliar a detecção precoce

A pesquisa foi publicada em 2025 na revista Nature Communications e liderada por Yun-Woo Chang. O trabalho avaliou o uso de um sistema de detecção assistida por computador baseado em inteligência artificial durante exames de mamografia realizados em um programa nacional de rastreamento na Coreia do Sul.

Ao todo, os pesquisadores analisaram dados de 24.543 mulheres, acompanhando o desempenho de radiologistas que utilizaram a ferramenta de IA e daqueles que interpretaram os exames sem o auxílio da tecnologia.

O objetivo era verificar se a inteligência artificial conseguiria aumentar a identificação de tumores sem gerar um crescimento excessivo de resultados suspeitos que posteriormente se mostrariam falsos alarmes.

Resultado surpreende especialistas

Os dados mostraram que o uso da inteligência artificial elevou significativamente a capacidade de identificar casos de câncer de mama.

Segundo o estudo, os radiologistas que contaram com o suporte da IA detectaram 13,8% mais casos de câncer em comparação com aqueles que realizaram a análise convencional.

Um detalhe considerado especialmente relevante é que esse ganho ocorreu sem aumento significativo nas taxas de reconvocação, situação em que pacientes precisam retornar para novos exames após um resultado inicialmente suspeito.

Na prática, isso significa que a tecnologia conseguiu encontrar mais tumores sem provocar um crescimento expressivo de exames adicionais desnecessários.

Por que detectar o câncer mais cedo é tão importante?

O câncer de mama apresenta um dos melhores prognósticos quando descoberto em seus estágios iniciais. Quanto menor o tumor e menor sua disseminação, maiores costumam ser as chances de sucesso terapêutico.

A identificação precoce pode proporcionar benefícios como:

  • Maior possibilidade de cura
  • Tratamentos menos agressivos
  • Menor necessidade de cirurgias extensas
  • Melhor qualidade de vida
  • Redução de complicações futuras

Por esse motivo, especialistas consideram que tecnologias capazes de aumentar a sensibilidade dos exames podem ter impacto direto na saúde pública.

O futuro do rastreamento pode passar pela inteligência artificial

Embora a mamografia continue sendo o principal exame para rastreamento do câncer de mama, novas ferramentas digitais estão transformando a forma como os resultados são analisados.

A pesquisa publicada na Nature Communications, conduzida por Yun-Woo Chang em 2025, sugere que a inteligência artificial pode atuar como uma aliada dos profissionais de saúde, ajudando a identificar alterações que poderiam passar despercebidas durante a interpretação das imagens.

À medida que novas evidências científicas surgem, a tendência é que essas tecnologias sejam cada vez mais incorporadas aos programas de rastreamento, ampliando as oportunidades de diagnóstico precoce e contribuindo para salvar vidas.

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O que é Ebola? Conheça os sintomas e como a doença se espalha 

Sintomas do Ebola podem surgir até 21 dias depois. (Foto: Getty Images via Canva)

A investigação de casos suspeitos de Ebola no Brasil voltou a colocar a doença no centro das atenções. Embora as autoridades de saúde avaliem que o risco de transmissão no país seja baixo, o vírus continua despertando preocupação internacional devido ao seu potencial de causar quadros graves e apresentar elevada taxa de mortalidade em alguns surtos.

Os casos em análise envolvem viajantes que estiveram recentemente em países africanos com circulação da doença. O cenário também coincide com um novo surto registrado na África, o que levou órgãos de saúde a ampliar medidas de monitoramento e vigilância.

Mas afinal, o que é o Ebola e por que ele continua sendo uma das doenças infecciosas mais temidas do planeta?

Um vírus descoberto há quase 50 anos

O Ebola é uma doença causada por um vírus da família Filoviridae, identificado pela primeira vez em 1976 durante surtos registrados na atual República Democrática do Congo e no Sudão.

A doença recebeu esse nome em referência ao rio Ebola, situado nas proximidades de uma das regiões afetadas pelos primeiros surtos conhecidos. 

Desde então, diferentes surtos foram registrados principalmente em países africanos, variando em tamanho, gravidade e taxa de mortalidade.

Como o vírus chega aos seres humanos?

Os cientistas acreditam que morcegos frugívoros atuem como os principais reservatórios naturais do vírus.

A transmissão inicial para humanos pode ocorrer por meio do contato com animais infectados, incluindo:

  • Morcegos
  • Macacos
  • Outros mamíferos silvestres

Após atingir a população humana, o vírus pode se espalhar entre pessoas por meio do contato direto com fluidos corporais contaminados.

Como ocorre a transmissão do Ebola?

Diferentemente de infecções respiratórias, o Ebola não é transmitido pelo ar.

O contágio acontece principalmente pelo contato com:

  • Sangue
  • Saliva
  • Suor
  • Vômito
  • Urina
  • Fezes
  • Sêmen
  • Objetos contaminados por fluidos corporais

Esse padrão de transmissão ajuda a explicar por que surtos costumam ser controlados com medidas rápidas de isolamento e rastreamento de contatos.

Sintomas podem ser confundidos com outras doenças

Os primeiros sintomas do Ebola não são exclusivos da doença, o que pode dificultar sua identificação precoce. 

Os sintomas geralmente surgem entre 2 e 21 dias após a exposição ao vírus.

Entre os principais estão:

  • Febre alta
  • Dor de cabeça intensa
  • Dores musculares
  • Fraqueza
  • Dor de garganta
  • Diarreia
  • Vômitos
  • Dor abdominal

Por causa dessa semelhança com outras enfermidades, o diagnóstico não depende apenas dos sintomas. O histórico de viagem para áreas afetadas e possíveis exposições ao vírus também são analisados pelas equipes médicas.

O que reduz as chances de transmissão da doença no Brasil? 

Apesar da atenção gerada pelos casos suspeitos, especialistas apontam que o risco de transmissão no Brasil permanece reduzido.

Entre os fatores que contribuem para esse cenário estão:

  • Ausência de transmissão local registrada na América do Sul
  • Necessidade de contato direto com fluidos corporais para ocorrer infecção
  • Monitoramento de viajantes vindos de áreas afetadas
  • Medidas específicas para isolamento e análise de casos em investigação 

Além disso, o Ministério da Saúde mantém planos de contingência voltados para doenças hemorrágicas virais, permitindo uma resposta rápida diante de possíveis ocorrências.

Vigilância continua sendo a principal ferramenta

Embora o Ebola continue sendo uma doença grave, os avanços na vigilância epidemiológica, nos exames laboratoriais e nos protocolos de biossegurança aumentaram significativamente a capacidade de resposta das autoridades de saúde.

Por isso, mesmo diante de suspeitas em investigação, o acompanhamento rigoroso de viajantes, a identificação precoce de sintomas e o isolamento imediato de casos continuam sendo as estratégias mais importantes para impedir a disseminação do vírus.

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Ebola preocupa autoridades após OMS apontar mortalidade de até 50%

Surto atual de Ebola mantém alta taxa de letalidade. (Foto: Getty Images via Canva)

O atual surto de Ebola na República Democrática do Congo voltou a chamar a atenção das autoridades de saúde internacionais. Novas análises indicam que a doença continua apresentando um potencial devastador, com uma taxa de mortalidade que pode atingir níveis alarmantes entre os casos confirmados.

Embora o Ebola seja conhecido há décadas, cada novo surto desperta preocupação devido à rapidez com que a enfermidade pode evoluir e ao impacto que causa nas comunidades afetadas. Desta vez, os números divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram um cenário que exige vigilância constante e resposta rápida das equipes de saúde.

O que os dados mais recentes revelam?

Segundo a OMS, a taxa de mortalidade observada no surto atual está estimada entre 30% e 50% entre os casos confirmados. Em outras palavras, a doença continua sendo uma das infecções virais mais letais conhecidas.

Esse percentual significa que uma parcela significativa dos pacientes infectados pode não sobreviver à doença, especialmente em regiões onde o acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento é limitado.

A atualização dos dados foi realizada com base nos casos confirmados até o momento, permitindo uma avaliação mais precisa da gravidade da situação.

Por que o Ebola é considerado tão perigoso?

O Ebola é uma doença viral grave que afeta múltiplos órgãos e sistemas do organismo. Após a infecção, os sintomas podem surgir entre 2 e 21 dias, dificultando a identificação imediata de alguns casos.

Os sinais iniciais costumam incluir:

  • Febre alta
  • Dor muscular
  • Fraqueza intensa
  • Dor de cabeça
  • Fadiga

À medida que a doença progride, podem surgir manifestações mais severas, como:

  • Diarreia
  • Vômitos
  • Dor abdominal
  • Sangramentos espontâneos
  • Comprometimento de órgãos vitais

Sem atendimento adequado, o risco de complicações aumenta significativamente.

Como ocorre a transmissão?

Diferentemente de infecções respiratórias, o Ebola não é transmitido pelo ar. O contágio acontece principalmente por meio do contato direto com fluidos corporais contaminados.

Entre eles estão:

  • Sangue
  • Vômito
  • Fezes
  • Urina
  • Saliva
  • Suor
  • Sêmen
  • Secreções corporais

O contato com objetos ou superfícies contaminadas também pode representar uma via de transmissão.

Outro fator importante é que a pessoa infectada geralmente se torna transmissora após o aparecimento dos sintomas, o que ajuda as autoridades sanitárias a identificar contatos e interromper cadeias de transmissão.

Nem todas as notícias são negativas

Apesar da gravidade do cenário, houve um avanço importante durante a resposta ao surto. A OMS registrou recentemente o primeiro caso confirmado de recuperação nesta ocorrência atual da doença.

O paciente recebeu alta após apresentar resultados negativos em testes laboratoriais realizados ao final do tratamento.

Embora um único caso recuperado não altere o panorama geral do surto, ele demonstra que a identificação precoce e o acompanhamento médico adequado podem aumentar as chances de sobrevivência.

Vigilância continua sendo essencial

O surto em andamento mostra que o Ebola permanece como um desafio relevante para a saúde global. Mesmo com avanços no diagnóstico, monitoramento e controle de surtos, a elevada mortalidade associada à doença mantém o vírus entre as maiores preocupações das autoridades sanitárias.

Enquanto as equipes de saúde seguem monitorando novos casos, a prioridade continua sendo ampliar a detecção precoce, interromper a transmissão e proteger as populações mais vulneráveis.

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Primeira semaglutida nacional chega cercada de expectativas sobre preços e acesso 

EMS promete preço menor que concorrentes. (Foto: Getty Images via Canva)

O lançamento da primeira semaglutida fabricada no Brasil avançou mais uma etapa importante. A EMS obteve a definição do valor máximo de fábrica para o Ozivy, um passo importante antes do início da comercialização no país. 

A expectativa em torno do produto é grande porque ele utiliza o mesmo princípio ativo presente em medicamentos amplamente conhecidos para o tratamento do diabetes tipo 2, como Ozempic e Wegovy. Além disso, a fabricante já sinalizou a intenção de comercializar a versão nacional com valores mais acessíveis, o que pode ampliar o acesso ao tratamento para muitos pacientes.

O que muda após a definição do preço?

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) estabeleceu o teto que poderá ser praticado pela indústria na venda do Ozivy.

Para as embalagens contendo uma caneta aplicadora, o valor máximo de fábrica foi fixado em R$ 803,44, sem considerar impostos. Já as apresentações com duas canetas tiveram o limite estabelecido em R$ 1.606,88.

Essa definição é importante porque representa uma das últimas etapas regulatórias antes da comercialização em larga escala. Com o teto aprovado, a EMS está autorizada a iniciar a distribuição do medicamento para farmácias e demais pontos de venda.

No entanto, é importante destacar que o preço pago pelo consumidor poderá ser diferente. O valor final costuma variar de acordo com impostos, descontos e estratégias comerciais adotadas pelas redes farmacêuticas.

De que forma a semaglutida brasileira age no corpo? 

O Ozivy contém semaglutida, substância pertencente à classe dos agonistas do receptor de GLP-1. Esses medicamentos atuam auxiliando o controle da glicemia e melhorando a resposta metabólica em pessoas com diabetes.

A aprovação concedida para o produto brasileiro contempla exclusivamente o tratamento de diabetes tipo 2.

Essa informação merece atenção porque muitas pessoas associam a semaglutida ao emagrecimento. Apesar da popularidade do princípio ativo para controle de peso, o Ozivy não possui autorização regulatória para indicação contra a obesidade neste momento.

Por que o medicamento desperta tanto interesse?

O interesse pela semaglutida cresceu de forma expressiva nos últimos anos, tanto entre profissionais de saúde quanto entre pacientes. Isso ocorreu principalmente devido aos resultados observados no controle glicêmico e ao crescente interesse por terapias capazes de auxiliar o manejo metabólico.

Entre os principais benefícios associados à substância estão:

  • Melhora do controle da glicose sanguínea
  • Auxílio no tratamento do diabetes tipo 2
  • Aplicação prática por meio de canetas injetáveis
  • Uso semanal em muitas apresentações

Com a chegada de uma versão nacional, cresce a expectativa de maior disponibilidade do tratamento no mercado brasileiro.

Preço menor pode ampliar o acesso ao tratamento

Embora o teto regulatório aprovado seja semelhante ao dos medicamentos importados que utilizam semaglutida, a EMS informou que pretende praticar preços aproximadamente 30% inferiores aos observados em produtos concorrentes.

Se a política de preços for confirmada após a chegada do produto ao mercado, muitos pacientes poderão encontrar uma opção mais acessível para o manejo da doença. 

A entrada do Ozivy marca um momento importante para a indústria farmacêutica nacional e pode aumentar a competitividade em um dos segmentos que mais cresceram nos últimos anos. Com a etapa regulatória concluída, o mercado aguarda o início da comercialização e a divulgação dos preços finais. 

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