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4 eletros da Xiaomi que você consegue importar da China para viver em 2050

Se alguém disser para você que a Xiaomi lançou um novo produto, talvez a primeira coisa que venha à sua cabeça seja um smartphone. Mas a verdade é que a marca também conta com outros eletrônicos repletos de recursos avançados, e o melhor: muitos deles podem ser importados da China para deixar sua casa com cara de futuro.

Entre telas inteligentes, sensores automáticos e integração com aplicativos, diversos produtos da fabricante chinesa prometem transformar tarefas rotineiras em experiências mais tecnológicas e automatizadas.

O Canaltech reuniu 4 dispositivos inovadores da Xiaomi que podem ser importados da China direto para sua casa, incluindo destaques como:

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  1. Secador de cabelos com tela inteligente;
  2. Purificador de água conectado;
  3. Purificador de ar com 13 camadas;
  4. Escova de dentes interativa.

1. Secador de cabelos com tela inteligente

Você sabia que a Xiaomi tem um “secador de cabelos do futuro”? Chamado oficialmente de Mijia High-Speed Water Ion Hair Dryer Pro, o produto aposta em uma tela colorida na parte traseira para trazer um visual futurista ao banheiro.

O visor digital permite monitorar e ajustar a temperatura do vento em tempo real, variando entre 30 °C e 90 °C. Outra característica interessante são os modos inteligentes, que incluem opções focadas na proteção do couro cabeludo e um modo infantil.

O produto pode ser importado por cerca de R$ 2.211 no AliExpress, com imposto de importação e ICMS já inclusos.

Secador de cabelos do futuro
Secador de cabelos da Xiaomi permite monitorar a temperatura do vento em tempo real (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

2. Purificador de água conectado

Outro produto da fabricante chinesa que conta com recursos avançados é o Mijia Water Purifier 2. O purificador exibe dados sobre a qualidade da água diretamente no celular por meio de um aplicativo, incluindo os níveis de sólidos dissolvidos, ajudando o usuário a monitorar a condição da água consumida.

O equipamento também se destaca pelo sistema de osmose reversa integrado. Essa tecnologia ajuda a remover impurezas e contaminantes, enquanto os filtros prometem longa durabilidade.

O purificador de água inteligente pode ser encontrado a partir de R$ 3.548 em e-commerces como Alibaba e AliExpress, com imposto de importação e ICMS dentro do valor.

Purificador de água
Purificador de água da Xiaomi exibe dados sobre a qualidade da água na tela do celular (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

3. Purificador de ar com 13 camadas

Mas, se depender da Xiaomi, não é só a água da sua casa que ficará livre de impurezas. A empresa também tem em seu portfólio o Mijia Air Purifier 6 Pro, equipamento que aposta em um sistema avançado de filtragem com 13 camadas de proteção.

Segundo a fabricante, o purificador é capaz de reter partículas finas, alérgenos e parte dos microrganismos presentes no ar. O aparelho também conta com uma tela para monitoramento em tempo real da qualidade do ambiente, integração com o aplicativo Mi Home e suporte para comandos de voz.

O Mijia Air Purifier 6 Pro pode ser encomendado no AliExpress por valores a partir de R$ 7.403, já com imposto de importação e ICMS inclusos.

Purificador de ar Xiaomi
Mijia Air Purifier 6 Pro conta com suporte para comandos de voz (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

4. Escova de dentes interativa

Outro item que promete arrancar um “isso é muito Black Mirror” durante o uso é a escova Sonic Vibration Electric Pro. O aparelho conta com um painel colorido que oferece feedback em tempo real sobre o processo de escovação.

Entre as informações exibidas na tela estão as regiões da boca que merecem mais atenção, o tempo necessário para uma limpeza adequada e o nível restante de bateria. O produto também conta com sensores que alertam sobre pressão excessiva nos dentes e tecnologia de vibração inteligente.

A escova de dentes futurista da Xiaomi pode ser encontrada no AliExpress por preços a partir de R$ 211, com ICMS incluso.

Escova de dentes Xiaomi
Escova de dentes inteligente da Xiaomi dá um feedback em tempo real sobre o processo de limpeza bucal (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Ficou curioso para conhecer mais sobre o ecossistema de eletrônicos da empresa chinesa? Então vale conferir também estes 4 produtos aleatórios da Xiaomi que você provavelmente não sabia que existiam.

Leia a matéria no Canaltech.

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Perplexity quer transformar seu PC em data center para resolver dilema da IA

O Perplexity anunciou um novo “orquestrador” durante a Computex 2026 para gerenciar o uso computacional de IA. Em resumo, a ferramenta escolhe automaticamente quando usar o processamento local do computador ou a tecnologia em nuvem para executar uma tarefa com inteligência artificial.

A novidade foca na inferência, processo em que as IAs usam todo o conhecimento disponível para gerar as respostas aos prompts. O orquestrador controla o processo e decide como delegar entre servidor e máquina, tirando o peso da decisão sobre o usuário.

De certo modo, o computador vira um protótipo de data center, já que os centros de dados são usados no processo de inferência para decidir a energia gasta em cada comando.

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Perplexity quer equilibrar uso local com os servidores em nuvem (Imagem: Arte/Canaltech)

Por que isso importa?

A ferramenta surge para resolver um problema comum no uso de agentes de IA: escolher quando rodar uma tarefa localmente (de olho nos assistentes estilo OpenClaw) ou delegar para a nuvem para explorar maior poder computacional.

De acordo com o Perplexity, a maioria das tarefas são mistas, então é necessário ter um equilíbrio. O uso local é importante para processar dados sensíveis e arquivos confidenciais porque as informações não são enviadas para servidores de terceiros, enquanto a nuvem garante melhor desempenho.

A empresa lançou o modo Computer no começo do ano, no qual o assistente recorre a modelos de IA de marcas diferentes para resolver a mesma tarefa. Com o orquestrador, o Perplexity ganha mais um toque de personalização nesse processo.

Além disso, o recurso surge no momento em que o mercado de hardware prepara novos chips voltados para a era da IA agêntica, como é o caso do RTX Spark da NVIDIA, que marca a entrada da empresa no segmento de processadores para PCs. 

Por enquanto, ainda não há previsão de lançamento do orquestrador.

O Perplexity é conhecido por combinar LLMs de diferentes empresas: confira os modelos de IA usados pelo assistente

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God of War: Laufey | Tudo o que sabemos sobre a grande volta da franquia

A Sony Interactive Entertainment e a Santa Monica Studio anunciaram na última terça-feira (2) o jogo God of War: Laufey, um hack ‘n’ slash protagonizado por Faye — a esposa falecida de Kratos e mãe de Atreus. 

Na trama, a personagem chega ao pós-vida, chamado aqui de Everywhen, local onde terá de encarar diversas ameaças como alguns deuses mortos que controlam o “reino”. Seu objetivo é impedir que estes riscos atrapalhem a última missão que deu ao seu marido, responsável por iniciar o Ragnarök.

No trailer de 20 minutos, que mostra a história e gameplay, vemos Faye confrontar Begtse — deus mongol da guerra — e Sekhmet — curiosamente, deusa egípcia da guerra, vingança e medicina. No combate, ela conta com o apoio de Phranque, um cubo cósmico falante e Rue, uma fita senciente amarrada a uma espada. 

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De acordo com o estúdio que desenvolve God of War: Laufey, o título ainda está em desenvolvimento e não há previsão de lançamento. No entanto, acredita-se que ele chegará ainda no PlayStation 5, talvez no ano de 2027 (se levarmos em conta que gráficos, trechos jogáveis e a base foi mostrada no State of Play).

God of War: Laufey tem um elenco de peso

Durante a apresentação da Sony, foi confirmado que Faye volta a ser interpretada por Deborah Ann Woll (Demolidor Renascido, Escape Room). Além disso, Phranque será dublado por Jack Quaid (The Boys, Pânico 5) e Rue tem a voz de Perlina Lau (Creamerie).

Obviamente, devemos esperar ouvir Christopher Judge como Kratos e a interpretação de Sunny Suljic como Atreus durante a aventura. Ainda que os primeiros oponentes de God of War: Laufey falem no vídeo, não foi revelado quem dublará cada um deles. 

O retorno ao hack ‘n’ slash

Embora os títulos de PS2 e PlayStation 3 da franquia sejam completos hack ‘n’ slash, do PS4 em diante a Santa Monica Studio decidiu mudar o direcionamento. Os games mais recentes da saga mostram algo mais próximo de ação e aventura, por mais que alguns elementos do combate tenham sido mantidos.

Até mesmo God of War: Sons of Sparta explora um pouco mais o passado de Kratos de uma forma distinta, como um metroidvania. Porém, Laufey volta às raízes e mostra Faye veloz, violenta e criando diversos combos contra os seus oponentes.

Não foi revelada a razão pela qual a Sony Interactive Entertainment e o estúdio decidiram seguir por este caminho, porém se mostrou um grande acerto: o gameplay passa a impressão de que o passado continua a ser homenageado, ainda que novas histórias sejam contadas.

Um God of War com mulher?

Vale lembrar que a franquia sempre mostrou grandes guerreiras dentro do universo de Kratos. No próprio reboot de 2018, vemos as Valquírias e Freya, por exemplo, que mostram que a força bruta muitas vezes é superada por outros fatores. A dupla Hrist e Mist, em God of War Ragnarök, são os maiores desafios da aventura.

Além disso, Faye nunca foi mostrada como uma personagem fraca e que precisasse da ajuda do guerreiro espartano. Na própria história, descobrimos que o machado Leviathan pertenceu a ela originalmente e foi forjado para encarar até mesmo Mjolnir.

Inclusive, uma das passagens dos jogos atuais conta que ela enfrentou Thor e saiu viva. Tudo bem que ele estava bêbado, mas se considerar que ele matou Kratos no início de Ragnarök (para depois ressuscitá-lo e bater mais no protagonista), isso já é um grande feito.

É importante notar que, há alguns meses, um rumor já apontava para novo God of War focado em Faye, a esposa de Kratos. Ou seja, mais um acerto dos insiders sobre os movimentos da Sony e da Santa Monica Studio. 

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Como o Brasil virou peça-chave na Electrolux global

A operação brasileira da Electrolux mudou de patamar. Ela deixou de ser apenas uma linha de montagem e virou uma engrenagem estratégica global. Hoje, engenheiros e designers no Brasil criam produtos para a Europa, Ásia e Estados Unidos.

Esse movimento ganha força no ano em que a marca celebra seu centenário no Brasil. A data reforça a presença histórica da empresa no país. Além disso, consolida a operação nacional como um dos principais polos de inteligência da fabricante sueca.

Os números provam essa transformação. Há algumas décadas, a América Latina representava apenas 4% da operação global da Electrolux. Atualmente, a região responde por 22% do grupo, tornando-se uma das áreas mais vitais da empresa.

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O Brasil, isoladamente, já é a terceira maior operação da companhia em volume. O país fica atrás apenas da Europa e dos Estados Unidos. Quando o assunto é rentabilidade, o mercado brasileiro salta para a segunda posição global.

"Temos hubs globais instalados aqui que prestam serviços para o mundo", afirma Valéria Balasteguim. A vice-presidente de RH & Comms LATAM da Electrolux destaca o papel dos engenheiros brasileiros focados em mercados externos.

Curitiba virou peça-chave na operação global

Boa parte dessa evolução passa diretamente por Curitiba. A cidade abriga uma das maiores e mais complexas fábricas de refrigeração da Electrolux no mundo. A unidade tem origem na antiga Prosdócimo.

Hoje, a planta curitibana produz uma enorme variedade de refrigeradores. Ela opera com diferentes níveis de automação industrial. Essa complexidade produtiva transformou a fábrica em um verdadeiro celeiro de novas lideranças.

Fábrica da Electrolux em Curitiba tem foco em eletrodomésticos para refrigeração (Imagem: Divulgação/Electrolux)

O Brasil também concentra uma parcela importante da engenharia global da marca. O centro de design da Electrolux no país completa 40 anos em 2026. A estrutura acumula forte reconhecimento internacional dentro do grupo.

A operação brasileira sedia importantes hubs globais de Pesquisa e Desenvolvimento (R&D). Essas equipes de tecnologia trabalham em projetos voltados para os exigentes mercados europeu e norte-americano.

Um marco importante dessa expansão ocorreu recentemente. A empresa nomeou a primeira gerente global de "food preservation" baseada no Brasil. Ela lidera a área responsável por inovações na conservação de alimentos.

Refrigeradores brasileiros chamaram atenção da Europa

O avanço da engenharia nacional reflete diretamente nos produtos. O projeto Bela é um ótimo exemplo dessa nova fase. Trata-se de um refrigerador criado no Brasil, equipado com um grande display interativo na porta.

O modelo chamou a atenção da alta liderança global da Electrolux. Devido ao seu design inovador, o produto deve desembarcar em breve no mercado europeu.

Outro caso de sucesso é a parceria entre Brasil e Tailândia. As equipes trabalharam juntas para criar refrigeradores de duas portas com gavetas inferiores. O produto foi totalmente concebido no mercado brasileiro.

Hoje, esse modelo é fabricado em uma plataforma asiática compartilhada. Ele abastece com eficiência tanto o mercado brasileiro quanto os exigentes consumidores da Ásia.

Geladeiras fabricadas no Brasil chamam atenção no exterior pelo design (Imagem: Divulgação/Electrolux)

A integração não se limita aos grandes eletrodomésticos. Acessórios, panelas e potes de armazenamento desenvolvidos no Brasil também ganham o mundo. Eles chegam até mesmo ao cobiçado mercado da América do Norte.

A exportação de produtos completos para os EUA esbarra em um obstáculo de design. Os eletrodomésticos americanos costumam ter dimensões muito maiores. Por isso, a troca global foca bastante em acessórios e soluções inteligentes.

Brasil virou "exportador de cérebros"

Além da engenharia de ponta, o Brasil cresceu na estrutura executiva da marca. A região latino-americana ganhou o apelido interno de "Talent Machine". Ela funciona como uma verdadeira máquina de revelar talentos.

Nos últimos anos, executivos locais foram promovidos a cargos globais. Ricardo Cons, ex-CEO da Electrolux na América Latina, assumiu o comando nos Estados Unidos até o final de 2025. 

Outro exemplo de sucesso local é Leandro Jasiocha que, recentemente, foi promovido ao cargo de CEO da Electrolux na Europa, Oriente Médio e África. 

Presente em vários países do mundo, a Electrolux se destaca, também, como uma das 24 marcas mais confiáveis de eletrodomésticos em 2026.

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Novo filme da Pixar troca corpo humano por castor robô no Disney+

Animais robóticos, aventuras divertidas e aquela camada emocional que é marca registrada de animações da Pixar. O filme Cara de Um, Focinho de Outro chegou ao catálogo do Disney+ nesta quarta-feira (3) para reunir toda a família no sofá de casa.

Lançado nos cinemas em março deste ano, a animação encantou o público com uma história divertida e bastante curiosa que mistura tecnologia, ecologia e muito humor. Tais ingredientes formaram a receita ideal para reconquistar o coração dos fãs da Pixar, que vinha tendo algumas dificuldades para emplacar ideias originais nos últimos anos.

Para ter uma noção do novo sucesso, Cara de Um, Focinho de Outro foi a melhor abertura do estúdio desde Viva: A Vida é uma Festa (2017), arrecadando US$ 88 milhões em sua estreia mundial nas telonas. Ao todo, o longa alcançou uma bilheteria global de $372 milhões, sendo elogiado por retomar a essência da Pixar em sua época de ouro.

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Qual é a história de Cara de Um, Focinho de Outro?

Sob comando do diretor Daniel Chong (Ursos sem Curso: O Filme), Cara de Um, Focinho de Outro chegou aos cinemas com uma premissa curiosa: e se fosse possível transferir a consciência humana para animais robóticos?

Cara de Um, Focinho de Outro une tecnologia, animais e mensagem ambiental para conquistar todas as idades (Imagem: Divulgação/Pixar).

Na trama, acompanhamos Mabel, uma jovem que ama os animais e decide aproveitar a tecnologia de transferência para colocar sua consciência dentro de um castor robótico. O que começa como uma aventura divertida, porém, logo se torna uma jornada para salvar o habitat dos bichinhos quando um prefeito ganancioso decide interferir na natureza para construir um empreendimento urbano.

Animais robóticos e mensagem ambiental

Além de apostar na leveza de histórias aventurescas e aquele humor divertido que conquista crianças e adultos, Cara de Um, Focinho de Outro chamou a atenção do público na época de seu lançamento por trazer uma ideia original repleta de mensagens importantes sobre a relação entre seres humanos e tecnologia, por exemplo, trazendo essa discussão também para o mundo animal.

A animação também fala bastante sobre a preservação do meio ambiente, mostrando como a interferência humana ameaça o futuro do planeta diante de questões climáticas. Para crianças e adultos, a mensagem funciona por dialogar com uma preocupação universal e decisiva para as novas gerações.

Se você é fã da Pixar e está ansioso para dar play em mais uma animação característica do estúdio, Cara de Um, Focinho de Outro já está disponível para streaming no catálogo do Disney+. Aproveite também para relembrar 6 filmes infantis da Pixar que fazem adulto chorar.

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Galaxy A27 está chegando: novo baratinho da Samsung ganha certificação

O lançamento do Galaxy A27 está se aproximando, e um novo indício vem de uma certificação recebida pelo aparelho da Samsung. O dispositivo apareceu no banco de dados da Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, com diversas variantes de modelo.

A certificação da FCC é exigida para dispositivos eletrônicos que emitem ou utilizam radiofrequência. A presença do futuro intermediário da Samsung indica que o smartphone atende aos requisitos regulatórios da agência em relação às emissões eletromagnéticas e à compatibilidade com outros equipamentos de comunicação.

A listagem da FCC apresenta as numerações que representam versões como:

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  • Modelo global: SM-A276B
  • Variante bloqueada para operadoras: SM-A276U
  • Variante desbloqueada de fábrica para os EUA: SM-A276U1
  • Versão destinada à operadora TracFone: SM-S276V
A27
Galaxy A27 deve chegar ao mercado com chip da Qualcomm e câmera principal de 50 MP (Imagem: Reprodução/SammyGuru)

Novo processador e detalhes da câmera

Embora a certificação da FCC não tenha apresentado detalhes sobre as especificações do A27, vazamentos anteriores já indicaram algumas características esperadas. Um dos destaques fica por conta do uso do chip Qualcomm Snapdragon 6 Gen 3, que substituiria o Exynos 1380 presente no Galaxy A26.

O dispositivo também deve chegar ao mercado nas versões de 6 GB e 8 GB de RAM, além de armazenamento interno que varia entre 128 GB e 256 GB. Já a sua bateria seria de 5.000 mAh, com suporte a carregamento rápido de 25 W.

Em relação às câmeras, os rumores indicam que o sensor principal seria de 50 MP com estabilização óptica de imagem (OIS). A expectativa é de que a parte traseira tenha ainda um sensor ultrawide de 5 MP e uma lente macro de 2 MP, enquanto a câmera frontal teria 12 MP para selfies e chamadas de vídeo.

Mas, por enquanto, não há uma confirmação oficial da Samsung sobre as especificações do aparelho. A empresa também não confirmou a data de lançamento do A27, embora a previsão seja de que ele chegue ao mercado no segundo semestre deste ano.

Se você é consumidor da Samsung, vale conferir os detalhes sobre as diferenças entre as linhas Galaxy S, A, M e Z da marca sul-coreana.

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Ainda mais celulares Android recebem suporte ao AirDrop; o seu está na lista?

O Google começou a expandir a integração entre o Quick Share e o AirDrop para que mais celulares Android possam compartilhar arquivos com iPhones. A novidade será liberada ao longo de junho e já começa a chegar a alguns modelos selecionados de fabricantes, como Samsung, OPPO, OnePlus, HONOR e também da linha Pixel da Google.

O recurso permite enviar e receber arquivos entre Android e iOS sem depender de aplicativos de terceiros ou conexão com a internet, usando uma integração direta entre os sistemas de compartilhamento. A ideia é tornar a troca de fotos, vídeos e documentos mais simples no dia a dia.

Segundo o Google, a funcionalidade está sendo liberada de forma gradual e, por enquanto, chega principalmente a dispositivos mais recentes e modelos topo de linha. A expansão deve continuar nas próximas semanas, mas nem todos os aparelhos Android serão contemplados imediatamente.

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Além disso, a empresa confirmou a expansão do Quick Share para aplicativos de terceiros, começando pelo WhatsApp. Essa medida funciona como uma alternativa para permitir o compartilhamento de arquivos com usuários de iOS em casos em que o dispositivo Android ainda não tenha suporte nativo ao AirDrop.

Quick Share Samsung
Google amplia o suporte do Quick Share com AirDrop para mais celulares Android. (Imagem: André Magalhães/Canaltech)

Quais celulares vão receber suporte ao Airdrop?

A lista inclui modelos recentes e celulares topo de linha de várias fabricantes. Entre os confirmados para a atualização de junho estão:

Outros aparelhos já tinham suporte anunciado ou em fase de liberação, incluindo linhas recentes da plataforma Pixel do Google, como as famílias Pixel 10, Pixel 9 e Pixel 8a. Também já fazem parte da lista de compatibilidade ou expansão confirmada a linha Galaxy S26 da Samsung, os modelos OPPO Find X9 e OPPO Find N6 da OPPO, e o vivo X300 Ultra.

Se você gostou do conteúdo, talvez se interesse por saber quais celulares Samsung Galaxy vão ganhar suporte ao AirDrop.

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Acer desafia Zuckerberg e lança seus próprios óculos inteligentes super leves

A Acer decidiu entrar de vez na corrida dos óculos inteligentes. Durante um evento, a empresa apresentou o Acer AI Glasses GI0, um dispositivo que chega ao mercado para disputar espaço com os populares Ray-Ban Meta, produto que se tornou um dos maiores sucessos da Meta, empresa comandada por Mark Zuckerberg.

Os novos óculos inteligentes da Acer apostam em um design moderno e discreto para atrair consumidores que desejam incorporar inteligência artificial ao dia a dia.

Com apenas 46 gramas, o Acer AI Glasses GI0 é mais leve do que muitos modelos concorrentes e apresenta uma estrutura diferenciada, com armação parcial que cobre apenas a parte superior das lentes.

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Mas o grande destaque está nos recursos inteligentes. Os óculos contam com uma câmera integrada capaz de capturar fotos com resolução de 3024 x 4032 pixels e gravar vídeos em Full HD a 30 quadros por segundo.

O dispositivo usa a plataforma Google Gemini para oferecer funcionalidades avançadas de inteligência artificial, incluindo tradução em tempo real, busca visual baseada no ambiente ao redor, gravação de conversas e criação de notas por comando de voz.

A conectividade também é um dos pontos fortes do produto. O modelo se conecta a smartphones Android e iOS por meio de Bluetooth e Wi-Fi, permitindo que os usuários acessem recursos inteligentes diretamente pelos óculos. Para reforçar a privacidade, a Acer incluiu um botão físico para bloquear a câmera quando necessário.

Além do AI Glasses GI0, a fabricante revelou os Acer AR Vision GR0, óculos voltados para experiências de realidade aumentada.

Acer AR Vision GR0, óculos voltados para experiências de realidade aumentada (Imagem: Divulgação/Acer)

Diferente do modelo inteligente, eles foram desenvolvidos para entretenimento e produtividade, trazendo duas telas micro OLED que simulam uma gigantesca tela virtual de 172 polegadas. O equipamento é compatível com Android, iPhone e Windows, além de reproduzir conteúdos em 2D e 3D.

A Acer informou que ambos os modelos serão lançados globalmente ainda este ano. O AI Glasses GI0 terá preço sugerido de US$ 300 (R$ 1.500), enquanto o AR Vision GR0 chegará ao mercado por US$ 500 (R$ 2.500). A ideia é desafiar gigantes do setor e conquistar espaço. Se você se interessa por óculos inteligente: saiba o que é que dá para fazer com eles.

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Agora é lei: carona na "rabeira" do ônibus pode custar caro

Quem “pegar rabeira” em ônibus do sistema de transporte público de Curitiba vai sentir os impactos no bolso. A prefeitura da capital paranaense oficializou a nova legislação, que estabelece multas no valor de R$ 600,00 — que, aliás, é o equivalente a cem vezes o preço da passagem local — e a apreensão imediata de bicicletas, patinetes e outros dispositivos de mobilidade de quem for flagrado pegando carona clandestina em veículos em movimento. 

Vale lembrar que aquele que for pego em um episódio de reincidência em um intervalo de 36 meses vai encarar uma sanção financeira com acréscimo de 50%. A nova regulamentação vem “na rabeira” (com o perdão do trocadilho!) de acidentes graves. Uma das ocorrências, inclusive, resultou na morte de um adolescente de 14 anos no ano passado.

Assim, o principal objetivo da administração municipal é desestimular o comportamento perigoso de ciclistas e usuários de modais elétricos que utilizam a força motriz dos ônibus para ganhar velocidade.

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“Lei da Rabeira” em Curitiba

O monitoramento cotidiano das vias e a aplicação das penalidades vão ficar por conta dos agentes da Guarda Municipal de Curitiba, que vão ter autonomia para recolher o equipamento utilizado e conduzir o infrator à delegacia em cenários de risco iminente de acidentes. Caso a infração envolva menores de idade, a lei prevê a devida notificação ao Conselho Tutelar. 

A Prefeitura de Curitiba adotou as novas normas para conter a prática da rabeira (Imagem: Pedro Ribas/SECOM)

Os pertences apreendidos serão encaminhados para depósitos geridos pela Urbanização de Curitiba (Urbs) e sua liberação ficará condicionada ao pagamento integral das taxas devidas, sob pena de leilão público do material não reclamado.

Para otimizar o combate ao problema antes do início das apreensões, toda a frota de ônibus de Curitiba recebeu o "botão da rabeira", ferramenta que permite ao motorista alertar instantaneamente a central de trânsito ao notar a presença de caronas irregulares na traseira. Ações semelhantes já foram implementadas em municípios como Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, em São Paulo, que implementaram sanções financeiras e campanhas ostensivas de conscientização.

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Guerra da PlayStation contra jogos shovelware conquista nova vitória

A Sony Interactive Entertainment decretou seu próximo alvo contra os jogos shovelware na PlayStation Store: a Webnetic. De acordo com a própria produtora, logo seus jogos não estarão mais disponíveis no PS4 e no PS5.

Em comunicado nas redes sociais, a distribuidora revela que não venderá mais nestes consoles, mas que continuará presente no Xbox, Nintendo e Steam — por tempo indeterminado. Porém, continuou em tom de despedida:

“Conforme nossa jornada no PlayStation chega ao fim, gostaríamos de agradecer todos que jogaram os nossos títulos, apoiaram nossos lançamentos e se uniram a nós ao longo do caminho. Estes são nossos dias finais na plataforma, então se você ainda quer comprar nossos jogos, agora é a hora perfeita, antes que eles estejam indisponíveis”, afirma a Webnetic.

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O movimento faz parte da ação da Sony contra o excesso de títulos do gênero em sua loja digital. Em fevereiro de 2025, foram removidas as experiências da RandomSpin Games. Já em janeiro de 2026, quase 1.200 títulos da ThiGamesDE foram excluídos, enquanto no mês de abril vimos o “sumiço” de outras 3 produtoras. 

🎮 As our journey on PlayStation comes to an end, we want to thank everyone who played our games, supported our releases, and joined us along the way. ❤️

These are our final days on PlayStation, so if you've ever wanted to check out our games, now is the perfect time to do so… pic.twitter.com/rAlI0Et43U

— Webnetic (@Webnetic2) June 1, 2026

O problema dos jogos shovelware persiste

De forma resumida, estes games são facilmente reconhecidos por três características: desenvolvimento guiado por IA ou de forma muito veloz, gameplay simples e, em alguns casos, cópia de outra propriedade intelectual de sucesso — seja no design do personagem principal, um nome muito similar a outras franquias etc.

E onde está o problema nisso, você se pergunta? Eles servem para dois casos: enganar jogadores ao fazê-los pensar que é o mesmo jogo que todos falam e gostam, além de gerar troféus facilmente. Sabe aquele amigo que está cheio de platina no perfil? Pode ser que haja um ou alguns títulos shovelware na biblioteca dele.

Mesmo que nada disso te impacte de algum modo, já tentou encontrar algum game na PlayStation Store, Loja Xbox ou Nintendo eShop sem se deparar com milhares deles? Vários estúdios defendem a ideia de que eles atrapalham a descoberta de novas experiências que valem a pena, o que torna tudo mais complexo.

No caso da Webnetic, ela vendia na PlayStation Store alguns títulos como The Golden Age, The Copper Age, The Pizza Quiz e Space Defend. A produtora se preparava para lançar Panic House: Awakening na loja da Sony, porém os jogadores agora terão de buscá-lo em outras plataformas. 

E não é apenas no PS4 e PS5 que estes jogos são odiados. Não há muito tempo, jogadores iniciaram movimento no Steam contra jogos feitos por IA e isso incluía, logicamente, os shovelware.

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Fogo amigo? IA da própria Meta pode ter entregado contas do Instagram a hackers

O assistente Meta AI foi usado por hackers para interceptar contas do Instagram de outras pessoas. Uma vulnerabilidade no chatbot permitiu mudar o endereço de e-mail associado a diversos perfis e abriu caminho para ações maliciosas, de acordo com o site 404 Media.

Os invasores seguiram um caminho muito simples: entraram com um pedido de recuperação e depois vincularam um novo endereço de e-mail ao perfil. A IA atendeu ao pedido sem exigir nenhuma etapa de segurança adicional, como uso de senha ou autenticação em dois fatores.

O código enviado ao e-mail do hacker permite acessar a conta, mudar a senha e “roubar” o perfil. O método foi difundido em grupos de cibercriminosos no Instagram e foi relatado por usuários nas redes sociais — perfis verificados, como o da marca Sephora, foram hackeados nos últimos dias, mas ainda não é possível afirmar que foram vítimas desse tipo de ataque. 

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A Meta tem um chatbot de IA desde o final do ano passado para auxiliar com o suporte técnico de seus respectivos apps, incluindo denúncias e recuperação de contas.

Para o gerente de Engenharia de Segurança da empresa Check Point Software Brasil, Fernando de Falchi, o caso não se iguala a uma situação de injeção de prompt (quando a IA é induzida ao erro por um prompt específico), mas sim um problema de delegar o fluxo do suporte técnico para a inteligência artificial.

“Isso se parece menos com um ataque tradicional de injeção de prompt ou um ‘AI jailbreak’ e mais com uma falha na forma como confiança e autoridade foram delegadas a um fluxo de trabalho de suporte baseado em IA”, comentou.

Hackers simplesmente pediram para enviar código de recuperação a um novo e-mail e assistente da Meta atendeu (Imagem: Reprodução/404 Media)

Meta afirma ter resolvido o problema

Em comunicado enviado à reportagem original, a Meta confirmou que o problema tinha sido resolvido e a empresa já trabalha para auxiliar as contas prejudicadas.

Confira algumas dicas para proteger a sua conta no Instagram e deixar o app mais seguro.

Leia a matéria no Canaltech.

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Ferrari elétrica e avanço chinês reconfiguram mercado automotivo de luxo

O mercado automotivo global enfrenta uma reconfiguração provocada pela adoção da eletrificação e pela expansão comercial de fabricantes asiáticas. Em entrevista ao Podcast Canaltech desta quarta-feira (3), o diretor de novos negócios da Bright Consulting, Fernando Pfeiffer, detalhou o impacto estratégico do lançamento do primeiro modelo 100% elétrico da Ferrari. O ingresso de bólidos elétricos de alto rendimento altera os parâmetros competitivos do setor de luxo.

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Atualmente, os automóveis operam sob diretrizes de arquitetura definida por software, incorporando algoritmos de inteligência artificial que atuam como assistentes interativos. As montadoras da China utilizam ciclos de desenvolvimento estruturados para intervalos entre 18 e 24 meses.

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Na última edição do Salão de Pequim, a indústria expôs mais de 1,4 mil veículos e realizou 180 lançamentos globais simultâneos. Essa rapidez produtiva baseia-se no uso de plataformas modulares que integram o pack de baterias em alumínio fundido, motores e rodas.

A engenharia de propulsão elétrica permite o fornecimento de torque instantâneo a zero rotações por minuto, com veículos que atingem patamares de até 1 mil cavalos de potência. Modelos esportivos como o U9 Extreme, produzido pela BYD, superam a velocidade de 496 km/h. Além disso, as células de íons de lítio garantem autonomia de até 1 mil quilômetros e aceitam recargas completas em períodos de 5 a 10 minutos.

O futuro dos motores a combustão e o DNA de marca

O avanço da eletrificação estabelece uma analogia histórica com a transição da tração animal para os motores térmicos no final do século XIX.

Pfeiffer projeta que os esportivos a combustão passarão por um processo de elitização restrita, operando como bens de nicho. "Os modelos a combustão esportivos se tornariam ainda mais objetos de desejo para pouquíssimas pessoas que tivessem poder aquisitivo para utilizá-los em ambiente controlado", apontou o diretor.

A Ferrari estruturou seu novo projeto elétrico a partir da contratação de um designer com experiência prévia na Apple. Para fechar a defasagem técnica, o consultor aponta que as marcas tradicionais europeias precisam focar na experiência customizada e na preservação de suas características de marca.

"A única forma que as empresas europeias têm, naturalmente, de sobreviver é trabalhando muito bem a experiência do consumidor e os elementos de DNA que cada marca tem", afirmou Pfeiffer.

Além disso, o comportamento de consumo das novas gerações acelera os modelos de mobilidade como serviço, reduzindo o apelo da posse imediata em favor do uso sob demanda. Esse pragmatismo exige que o mercado tradicional se diferencie por fatores de jornada e apelo emocional exclusivos.

🎙️Confira a entrevista completa no Podcast Canaltech:

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Como pagar o pedágio sem cancela para evitar multas no feriadão

Quem vai pegar a estrada no feriado de Corpus Christi nesta quinta (4) precisa redobrar a atenção para evitar multas no sistema de pedágio sem cancela. Mais de 19 estradas do país já contam com o sistema Free Flow, que substitui as cabines tradicionais por pórticos inteligentes. Como a tecnologia é recente, o CT Auto trouxe algumas dicas importantes para evitar autuações na viagem. 

A vantagem deste modelo é que não é necessário frear ou parar totalmente para o pagamento, já que o sistema identifica os carros pela leitura das tags coladas no para-brida ou pelo escaneamento da placa do carro. Já no caso dos veículos sem dispositivo automático, é preciso acertar o débito pelos canais digitais das concessionárias. 

Normalmente, o prazo é de até 30 dias. Caso a tarifa não seja quitada neste período, o condutor vai ser multado por evasão de pedágio.  

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Dicas para usar o Free Flow

Para garantir uma viagem sem dores de cabeça com as cobranças, a dica é conferir os detalhes do trajeto nos mapas digitais para saber exatamente onde estão os novos pórticos. Além disso, quem já tem o adesivo de cobrança automática precisa checar o saldo disponível ou a regularidade da recarga programada para evitar falhas no débito em tempo real. 

O Free Flow deixa a viagem mais prática, mas é preciso atenção (Imagem: Divulgação/Sem Parar)

Já os condutores que dependem do faturamento por imagem devem manter as placas traseira e dianteira limpas e legíveis para garantir que a identificação do veículo vai ser feita corretamente. Quem quiser evitar preocupações com a placa pode optar pela tag, que elimina a necessidade de ficar de olho em sites ou apps para os pagamentos. 

Curtiu a novidade que deixa sua viagem mais rápida e com menos paradas? Vale também conferir nossa matéria que explica como a tecnologia nos pedágios fez o dinheiro "sumir" das estradas!

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Xiaomi 18: rumor revela tela 2K, bateria de 7.000 mAh e câmeras de 200 MP

A série Xiaomi 18 ainda está distante do lançamento oficial, mas novos rumores já antecipam algumas das principais novidades da próxima geração de smartphones premium da fabricante chinesa. De acordo com informações compartilhadas pelo conhecido leaker Digital Chat Station nesta quarta-feira (3), os aparelhos devem trazer avanços significativos em tela, bateria e fotografia.

Segundo o rumor, o Xiaomi 18 padrão contará com uma tela de aproximadamente 6,4 polegadas, considerada um tamanho intermediário para os padrões atuais.

O painel deve oferecer resolução 2K, proporção 19,5:9, bordas ultrafinas e design plano, proporcionando uma experiência visual mais imersiva.

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A estratégia sugere que a Xiaomi continuará investindo em dispositivos compactos, mas sem abrir mão de especificações de alto nível.

Bateria de 7.000 mAh e tecnologia de silício-carbono

Outro destaque do vazamento é a bateria. O informante indicou que a capacidade começará com o número “7”, sugerindo algo próximo dos 7.000 mAh. Caso a informação seja confirmada, o Xiaomi 18 poderá oferecer uma das maiores autonomias entre os smartphones topo de linha do mercado.

Vazamentos apontam especificações do Xiaomi 18 (imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

A Xiaomi também deve usar baterias de silício-carbono, tecnologia que permite aumentar a capacidade energética sem elevar significativamente o tamanho físico do aparelho.

Xiaomi 18 Pro Max pode trazer tela de 6,9 polegadas

Os rumores também apontam para um Xiaomi 18 Pro Max equipado com tela OLED 2K de 6,9 polegadas, processador Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro e bateria de até 8.500 mAh.

Já os modelos Pro podem continuar contando com uma tela traseira, mas agora com funções mais avançadas e integração com recursos de inteligência artificial.

Embora ainda sejam informações não oficiais, se os vazamentos estiverem corretos, a próxima geração da Xiaomi tem potencial para se destacar entre os smartphones premium mais aguardados de 2026. No início deste ano, o Xiaomi 18 vaza com tela pequena e câmera zoom de 200 MP.

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Celulares da Xiaomi começam a receber suporte ao AirDrop

A Xiaomi começou a liberar suporte ao AirDrop da Apple em seus dispositivos, integrando a função ao sistema Quick Share no HyperOS 3. No entanto, o recurso está disponível inicialmente apenas para o Xiaomi 17T Pro, por meio de atualização OTA, e deve chegar a outros modelos de forma gradual.

A novidade permite a transferência de arquivos entre smartphones da marca e dispositivos da Apple, como iPhones e iPads, sem necessidade de cabos ou aplicativos de terceiros. Para isso, o recurso funciona no próprio menu de compartilhamento do sistema, via Quick Share.

Ao selecionar um arquivo, como fotos, vídeos ou documentos, o usuário escolhe a opção de compartilhamento rápido, e o sistema começa a buscar dispositivos Apple próximos automaticamente. Para que a conexão aconteça, é necessário que o Bluetooth e o Wi-Fi estejam ativados em ambos os aparelhos.

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No primeiro uso, também pode ser exigida uma configuração manual inicial e login com conta Google no dispositivo Xiaomi. Já no lado da Apple, o iPhone ou iPad precisa estar com o AirDrop configurado para “Todos por 10 minutos” para aparecer como destino disponível.

Quando os dispositivos são detectados, o ícone do aparelho Apple aparece na interface do Quick Share. Basta selecioná-lo para iniciar a transferência sem fios. O processo foi pensado para ser rápido e simples, mantendo a experiência semelhante ao AirDrop original do ecossistema Apple, mas agora com interoperabilidade entre sistemas diferentes.

Xiaomi 17T Pro
Xiaomi começa a liberar suporte ao AirDrop da Apple via Quick Share no HyperOS 3 para o dispositivo 17T Pro. (Imagem: Reprodução/WinFuture)

Passo a passo para ativar o recurso no primeiro uso

Na primeira vez que for usar o recurso, é preciso atualizar o celular para o HyperOS 3. Para isso:

  1. Acesse “Configurações”;
  2. Toque em “Segurança e privacidade”;
  3. Entre em “Sistema e atualizações”;
  4. Selecione “Verificar atualizações”;
  5. Toque em “Baixar e instalar”;
  6. Após o download, escolha “Reiniciar para atualizar”.

Depois da atualização instalada e do sistema reiniciado, o recurso vai ficar disponível no menu de compartilhamento do Quick Share. A partir daí, o usuário ainda pode precisar fazer uma configuração inicial ao usar a função pela primeira vez, além de garantir que Bluetooth e Wi-Fi estejam ativados para permitir a detecção de dispositivos Apple próximos.

Se você gostou do conteúdo, talvez se interesse por saber quais celulares Samsung Galaxy vão ganhar suporte ao AirDrop.

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A corrida tecnológica para prever tornados antes que eles existam

Quem assistiu a Twisters, lançado em 2024, provavelmente saiu do cinema impressionado com a combinação de ciência, tecnologia e adrenalina envolvida na perseguição de tornados. Embora Hollywood tenha tomado algumas liberdades criativas — especialmente ao sugerir formas de interferir diretamente na estrutura dessas tempestades — o filme chama atenção para uma questão muito real: a enorme dificuldade de prever um dos fenômenos atmosféricos mais violentos e imprevisíveis do planeta.

Diferentemente de furacões, que podem ser monitorados por vários dias enquanto atravessam oceanos inteiros, os tornados surgem em uma escala extremamente pequena. Muitas vezes eles se formam, atingem sua intensidade máxima e desaparecem em menos de uma hora. Essa característica sempre representou um dos maiores desafios da meteorologia moderna. Durante décadas, os sistemas de alerta dependeram basicamente da confirmação visual ou da detecção de sinais evidentes de rotação pelos radares meteorológicos. Em outras palavras, o aviso geralmente era emitido quando o fenômeno já estava em desenvolvimento.

Nos últimos anos, porém, essa lógica começou a mudar. O avanço dos radares, a explosão da capacidade computacional, a disponibilidade de dados provenientes de satélites de alta resolução e, mais recentemente, a chegada da inteligência artificial estão criando um novo paradigma para a previsão de tempestades severas. O objetivo deixou de ser simplesmente detectar um tornado. A nova meta é identificar as condições favoráveis e antecipar sua formação com dezenas de minutos de antecedência.

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Essa mudança pode parecer sutil, mas representa uma revolução tecnológica comparável à transformação ocorrida na previsão de furacões nas últimas décadas.

A ciência ainda não sabe se existem mais tornados

Antes de falar sobre tecnologia, é importante abordar uma pergunta que costuma surgir sempre que grandes surtos de tornados ganham destaque nos noticiários: afinal, as mudanças climáticas estão aumentando a quantidade desses eventos?

Curiosamente, a resposta ainda não é conclusiva.

Ao contrário do que acontece com ondas de calor, secas prolongadas ou chuvas extremas, a relação entre aquecimento global e tornados é extremamente difícil de quantificar. O principal motivo é a escala do fenômeno. Tornados são estruturas muito pequenas quando comparadas aos sistemas atmosféricos que os geram, o que dificulta tanto a observação histórica quanto sua representação em modelos climáticos globais.

O que os pesquisadores vêm observando não é necessariamente um aumento consistente no número total de tornados, mas uma mudança em seus padrões de ocorrência. Nos Estados Unidos, por exemplo, os registros mostram uma tendência de redução no número de dias com tornados, ao mesmo tempo em que aumentam os chamados outbreaks — grandes surtos capazes de produzir dezenas de tornados em poucas horas. Também existem evidências de deslocamento geográfico das áreas mais afetadas e de uma expansão da atividade severa para períodos fora da temporada tradicional de primavera.

Esse comportamento sugere que a atmosfera pode estar reorganizando a distribuição espacial e temporal das tempestades severas, algo que ainda está sendo investigado pela comunidade científica.

corredor global de tornados
(Imagem: Gerada por Inteligência Artificial)

Mas independentemente da influência climática, existe um fato incontestável: a tecnologia disponível para monitorar esses eventos evoluiu mais nos últimos vinte anos do que em todo o século anterior.

Quando os radares aprenderam a enxergar dentro das tempestades

Grande parte dessa transformação começou com a modernização dos radares meteorológicos.

Os radares Doppler revolucionaram a meteorologia ao permitir a observação do movimento das partículas de chuva dentro das nuvens. Pela primeira vez foi possível identificar regiões de rotação associadas às supercélulas, as tempestades mais frequentemente relacionadas à formação de tornados. Entretanto, a verdadeira mudança de patamar veio com a implantação dos radares de dupla polarização, conhecidos como Dual-Pol.

Enquanto os radares convencionais observam basicamente a intensidade dos alvos meteorológicos, os sistemas Dual-Pol analisam simultaneamente a forma e a orientação das partículas presentes na atmosfera. Isso permite distinguir chuva, granizo, neve e até objetos não meteorológicos sendo transportados pelo vento.

Na prática, um meteorologista consegue identificar quando uma tempestade está lançando destroços para milhares de metros de altura. Essa assinatura, conhecida como Tornado Debris Signature, tornou-se uma das ferramentas mais importantes para a confirmação de tornados violentos, especialmente durante a noite ou em tempestades envolvidas por chuva intensa, nas quais a observação visual é praticamente impossível.

Mas mesmo essa tecnologia continua operando dentro da lógica tradicional: ela confirma que o tornado existe. O próximo desafio é prever sua formação antes que isso aconteça.

como se formam os tornados
(Imagem: Gerada por Inteligência Artificial)

A era do "warn-on-forecast"

A maior mudança conceitual da meteorologia moderna atende pelo nome de Warn-on-Forecast.

O conceito surgiu dentro da NOAA, agência norte-americana responsável por boa parte da pesquisa meteorológica mundial, e busca substituir gradualmente o modelo conhecido como warn-on-detection. Em vez de emitir alertas apenas após a detecção de uma assinatura tornádica, os sistemas passam a utilizar modelos numéricos de altíssima resolução para calcular probabilidades de formação de tornados em tempo real.

Para isso, supercomputadores assimilam continuamente dados provenientes de radares, satélites, estações meteorológicas e sensores atmosféricos. A cada atualização, dezenas de cenários possíveis são simulados simultaneamente, criando uma espécie de mapa probabilístico do futuro imediato da atmosfera.

O resultado é impressionante. Em vez de esperar o aparecimento do funil, os meteorologistas passam a monitorar quais tempestades apresentam maior potencial de desenvolver rotação intensa nos próximos minutos ou horas.

Se essa abordagem atingir plenamente seus objetivos, a média atual de aproximadamente 15 minutos de antecedência poderá ser ampliada para algo próximo de uma hora.

Em situações de emergência, sessenta minutos podem representar a diferença entre uma evacuação organizada e uma tragédia.

A inteligência artificial está chegando aos centros meteorológicos

Toda essa revolução seria impossível sem inteligência artificial.

O volume de dados produzido pelos sistemas modernos é simplesmente grande demais para ser interpretado integralmente por seres humanos. Uma única rede nacional de radares pode gerar terabytes de informação diariamente. Adicione imagens de satélite, sensores de raios, modelos atmosféricos e observações de superfície, e o resultado é um fluxo de dados praticamente impossível de analisar manualmente.

Os algoritmos de aprendizado de máquina surgem justamente para resolver esse problema. Em vez de procurar padrões específicos definidos previamente pelos pesquisadores, os modelos são treinados utilizando milhares de casos históricos para aprender quais características costumam anteceder a formação de tornados.

Projetos como o TorNet, desenvolvido pelo MIT Lincoln Laboratory, estão criando bibliotecas gigantescas de imagens de radar destinadas especificamente ao treinamento de sistemas de IA. Outras iniciativas experimentais utilizam redes neurais para combinar informações provenientes de múltiplas fontes e calcular probabilidades dinâmicas de ocorrência de fenômenos severos.

O aspecto mais interessante dessa abordagem é que a inteligência artificial não substitui os meteorologistas. Ela funciona como uma camada adicional de análise, capaz de identificar padrões extremamente sutis que poderiam passar despercebidos mesmo para especialistas experientes.

O futuro será uma integração de tecnologias

Se existe uma palavra capaz de resumir o futuro da previsão de tornados, essa palavra é integração.

Os próximos avanços não devem surgir de uma única tecnologia revolucionária, mas da combinação de múltiplos sistemas operando simultaneamente. Radares de antena eletrônica capazes de atualizar imagens em menos de um minuto, satélites que monitoram continuamente a atividade elétrica das tempestades, algoritmos de inteligência artificial, modelos atmosféricos executados em supercomputadores e novas gerações de sensores distribuídos pela atmosfera tendem a funcionar como partes de um único ecossistema digital.

O objetivo final continua sendo o mesmo perseguido há décadas pelos cientistas: aumentar o tempo de antecedência dos alertas sem elevar excessivamente o número de falsos alarmes.

É uma tarefa extremamente complexa. Mas talvez seja também uma das aplicações mais nobres da tecnologia moderna. Afinal, ao contrário do que mostram os filmes, ninguém está tentando controlar tornados.

A verdadeira corrida tecnológica acontece muito antes disso. Ela ocorre nos centros meteorológicos, nos laboratórios de inteligência artificial e nos supercomputadores que trabalham dia e noite tentando responder uma pergunta aparentemente simples: quanto mais cedo podemos saber que um tornado está prestes a nascer?

E a resposta, ao que tudo indica, está ficando cada vez mais próxima.

Confira também como a IA pode ajudar a prever inundações e os impactos dessa tecnologia diante das mudanças climáticas.

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Banco Inter libera pagamento por anéis e pulseiras no Brasil; veja quanto custa

O Inter acaba de anunciar sua nova linha de dispositivos vestíveis no Brasil. A coleção traz opções como o Inter Ring e a Inter Wristband. Os acessórios funcionam com tecnologia NFC passiva e não exigem bateria ou recarga.

A ideia central é permitir transações financeiras e acessos práticos sem o uso do celular. O cliente vincula o anel ou a pulseira ao seu cartão de crédito pelo aplicativo oficial. Após essa etapa inicial, o dispositivo opera de forma independente para pagamentos por aproximação.

O anel inteligente tem versões em cerâmica nas cores rosa, preto e cinza. Essa variante custa R$ 465. Já o modelo de metal tem acabamento dourado ou prata e sai por R$ 485. A pulseira ajustável custa R$ 349 e possui opções em preto, laranja e branco.

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A segurança das transações ocorre por meio de tokenização e criptografia. Em caso de perda, o cliente bloqueia o item de forma rápida pelo aplicativo. Isso não afeta o funcionamento do cartão físico ou virtual principal.

Pulseiras e aneis do Inter permitem pagamento simplificado por aproximação (Imagem: Divulgação/Inter)

Os dispositivos também poderão atuar como um terceiro fator de autenticação em transações Pix fora do padrão habitual do cliente, como operações de maior valor ou realizadas em locais incomuns. No futuro, essa camada adicional de segurança também poderá ser utilizada no resgate de investimentos.

Outra utilidade dos acessórios envolve o acesso a ambientes compatíveis com sistemas de tecnologia MIFARE. O banco já prepara a liberação de entrada em suas salas VIP exclusivas por meio dos itens. Integrações com hotéis, aluguel de veículos, jogos e shows também fazem parte dos planos da instituição.

As vendas acontecem pelo Inter Shop no aplicativo. Nas próximas semanas, o banco inicia a comercialização física em unidades do Inter Café. Os clientes contam com medidores digitais e físicos para escolher o tamanho ideal do anel antes da compra definitiva.

Os acessórios funcionam no momento com cartões de crédito emitidos no Brasil e da conta global. Todas as compras aparecem na mesma fatura para facilitar o controle financeiro. Como parte do lançamento, o Inter também oferece uma campanha promocional no programa Inter Loop, com pontuação bônus por três meses para clientes que utilizarem os wearables.

A empresa ainda planeja lançar uma linha de relógios inteligentes nos próximos meses.

Os bancos brasileiros, sejam fintechs ou tradicionais, têm investido bastante em modernização dos seus serviços. Recentemente, o Itaú anunciou um update para suas máquinas laranjinha+ que permite o controle por comandos de voz, para facilitar o uso durante as transações. 

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Por que Luffy vs Katakuri é uma das lutas mais lembradas de One Piece?

O anime e mangá de One Piece exibiram muitas lutas que se tornaram emblemáticas ao longo dos anos. Monkey D. Luffy encarou desafios como Crocodile, Rob Lucci e até o Kaido, mas um confronto dele se destaca dos demais: Charlotte Katakuri.

Inicialmente, o arco de Whole Cake Island pode parecer apenas para se aprofundar no passado de Sanji, assim como mostrar a intriga familiar da Big Mom e um dos pontos de virada na construção do capitão dos Chapéu de Palha como “Yonkou”. 

Ainda assim, esta batalha adicionou uma camada maior à receita. O oponente não só coloca Luffy em “modo de sobrevivência”, mas ilustra toda a sua evolução ao longo dos anos. Ali vemos um pirata que não deixou de ser impulsivo e brincalhão, mas que também continua a aprender e desenvolver estratégias.

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Em meio a uma verdadeira guerra, nota-se um salto expressivo na percepção que temos do protagonista de One Piece. Era mais do que uma simples vitória, mas uma demonstração ao público de que ele tem capacidade real de encarar e vencer os inimigos do Novo Mundo. Entenda as razões pelas quais a luta é uma das mais lembradas de toda a (longa) obra:

Um curto resumo de Whole Cake Island

O arco pode ser definido com uma narrativa de tensão, fuga e sacrifício. Na história, o bando dos Chapéu de Palha chega em Whole Cake Island para resgatar Sanji — que foi levado para um casamento arranjado com uma das filhas de Big Mom.

Ele é parte da família Vinsmoke (Germa 66), um grupo de assassinos treinados para eliminar qualquer alvo e que comandam o submundo. E toda a equipe de Luffy está ameaçada, pelas forças de seus parentes e também dos piratas da vilã.

Enquanto vemos sagas como chegar a uma ilha, lutar e vencer, aqui temos debates sérios sobre escolhas, dogmas e o que estamos dispostos a fazer para proteger quem amamos. Além disso, claro, há uma grande conspiração por trás de tudo.

A chegada de Katakuri

Charlotte Katakuri é um dos filhos da Big Mom, que entra em um embate direto contra Luffy durante a tentativa de assassinato para eliminar a Yonkou. É neste aspecto que a profundidade narrativa começa a atuar de forma magistral.

Katakuri não é um vilão qualquer. Ele não sonha em dominar o mundo, provocar o caos ou algo do gênero. O personagem sequer tem grandes ambições como um pirata. Seu principal intuito é defender a própria família e toda sua tripulação.

Imagem de Katakuri
Katakuri não é um vilão qualquer no mundo de One Piece (Imagem: Reprodução/TOEI Animation)

Apesar de implacável, também é calmo, sério e diligente — o que cria um contraste muito grande de Katakuri em comparação ao próprio Luffy. De forma resumida, estas características dele permitem que ele use o Haki para “ver” o futuro e sua fruta do diabo até rivaliza a do aspirante a Rei dos Piratas. 

Ele é o adversário ideal para o líder dos Chapéu de Palha, já que sua superioridade em combate anda em conjunto com seu respeito pelos seus adversários. O protagonista de One Piece não é humilhado em momento algum, o que distancia bastante os dois. 

Luffy vs Katakuri

Com este tipo de oponente diante de Luffy, vemos o quanto ele evoluiu no decorrer da história. A luta expõe o seu espírito, que o impede de desistir, mesmo na frente de muralhas impossíveis de serem superadas, somado a um nível estratégico de dar inveja.

Aqui não existia Gear 5 ou um poder que seria tirado da manga para vencer Katakuri. É possível observar os dois personagens, no ápice do seu próprio poder, durante um confronto que ia além de força e habilidades, com pontos como valores, honra e sonhos em xeque.

Há muito respeito de ambos os lados. Espelhamento também, já que a motivação dos dois é a mesma: proteger aqueles que amam. Por fim, notamos uma verdadeira disputa de força de vontade, que elevou os padrões de toda a obra.

Todo o desenvolvimento foi de uma qualidade ímpar, seja pela animação que realmente destacou o limite dos personagens, seja pela trilha sonora intensa e por diversos outros elementos. Na prática, você tem uma narrativa de excelência ao lado de uma produção que compreendeu o impacto e subiu seu patamar.

Imagem de Luffy em One Piece
Nem mesmo Luffy em seu limite foi capaz de vencer Katakuri com facilidade (Imagem: Reprodução/TOEI Animation)

Ainda que seja uma luta imperdível e os episódios brilhem mais do que os outros, é muito importante que acompanhe todo o arco de Whole Cake Island. A tensão crescente, a construção de Katakuri antes da luta e o peso da missão para salvar Sanji são aspectos muito importantes que não podem ser ignorados. 

Além disso, não apenas o duelo de Luffy contra o vilão, mas toda a trama guia os espectadores para entender o aumento de nível nos desafios de One Piece. A partir deste ponto que os Chapéu de Palha são levados ao seu limite e precisam se superar para serem capazes de lutar de igual para igual e conquistar seus sonhos.

Na Netflix, o arco de Whole Cake Island é dividido em 7 partes e o confronto das duas “forças da natureza” ocorre justamente nas duas finais. Já na Crunchyroll, a saga tem início no episódio 783, mas o embate só começa no episódio 851 — com pausas aqui e ali para contextualizar você dos demais personagens.

Caso leia o mangá de Eiichiro Oda, apesar de perder elementos como a composição musical, animação dos melhores momentos e coisas do tipo, é possível começar a ver toda a história a partir do capítulo 825, mas a luta só tem início no Capítulo 878.

Uma das maiores batalhas de One Piece

Caso acompanhe One Piece pela Netflix e esteja prestes a ver todo o confronto, é em Luffy vs Katakuri que vemos o pirata mostrar que é capaz de encarar até mesmo os grandes Yonkou e ter uma chance real de se tornar o rei dos piratas (não que alguém aqui duvidasse, certo?).

O embate condensa o que Whole Cake Island tem de melhor, ainda que ele sirva de ponte para o “grande desfecho” de toda essa guerra contra os grandes vilões do Novo Mundo: Wano. Ainda assim, ele tem um dos grandes clímax de toda a obra.

Você prefere o combate entre os dois ou tem outro favorito? Conte para nós qual mexeu mais com o seu coração e teve uma representação maior para os Chapéu de Palha. 

Leia a matéria no Canaltech.

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AMD dribla alta dos preços e lança Radeon RX 9070 GRE em todo o mundo

A AMD aproveitou a Computex 2026 para tirar da China uma das placas de vídeo mais estratégicas da atual geração. A companhia confirmou o lançamento global da Radeon RX 9070 GRE, modelo que até então era exclusivo do mercado chinês e agora chega ao restante do mundo como uma opção mais em conta para quem quer jogar em 1440p.

A novidade começa a ser vendida hoje no mercado internacional por US$ 549, ocupando uma posição curiosa dentro do portfólio do Time Vermelho: abaixo da Radeon RX 9070 tradicional, mas acima da RX 9060 XT de 16 GB. Na prática, a AMD tenta preencher uma lacuna que se abriu no mercado de placas de vídeo por causa da alta de preços e da dificuldade de encontrar modelos mais fortes pelo preço sugerido.

Não é uma movimentação à toa. Com a escassez de memória pressionando a indústria, modelos como a própria Radeon RX 9070 e a GeForce RTX 5070 têm aparecido acima do preço sugerido no mercado internacional, geralmente partindo da casa dos US$ 599. Nesse cenário, a RX 9070 GRE surge como uma alternativa abaixo dos US$ 550 para quem busca uma GPU mais forte que as opções de entrada, mas não quer — ou não consegue — pagar por uma placa de vídeo mais parruda.

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Mesma arquitetura, menos unidades computacionais

Por dentro, a Radeon RX 9070 GRE usa o mesmo chip Navi 48 de 4 nm das Radeon RX 9070 e RX 9070 XT. A diferença está na quantidade de blocos ativados. Enquanto a RX 9070 vem com 56 unidades computacionais RDNA 4 e a RX 9070 XT traz 64 CUs, a nova GRE chega com 48 CUs — uma redução de 14% e 25%, respectivamente.

Em vez de lançar uma placa nova, a AMD "libertou" a RX 9700 GRE para o mercado internacional na Computex 2026 (Imagem: Reprodução/AMD)

Em outras palavras, a AMD está aproveitando chips Navi 48 que não atingiram os requisitos necessários para virar uma RX 9070 ou RX 9070 XT. É a velha estratégia de maximizar o uso do silício: em vez de descartar dies parcialmente funcionais, a fabricante desativa partes do chip, ajusta as especificações e cria um novo produto para uma faixa de preço diferente.

Além das 48 CUs, a Radeon RX 9070 GRE vem equipada com 3.072 stream processors, 48 aceleradores de ray tracing, 96 aceleradores de IA, 96 ROPs e 48 MB de Infinity Cache. O clock em jogos é de 2,20 GHz, enquanto o boost pode chegar a 2,79 GHz, mantendo a GPU dentro da proposta de oferecer bom desempenho em 1440p sem invadir o território das placas mais caras da família.

O subsistema de memória também foi reduzido. A RX 9070 GRE conta com 12 GB de memória GDDR6 a 18 Gbps, interface de 192-bit e largura de banda de 432 GB/s. Para comparação, as Radeon RX 9070 e RX 9070 XT têm 16 GB de VRAM e barramento de 256-bit, o que coloca a GRE 25% abaixo em capacidade de memória e 32,5% atrás em largura de banda.

AMD promete vantagem sobre RTX 5060 Ti

Apesar dos cortes, a AMD posiciona a nova placa como uma GPU de entrada para jogos em 1440p. Segundo testes internos da companhia, a nova GPU entrega, em média, desempenho 21% superior ao da GeForce RTX 5060 Ti de 16 GB nessa resolução. A comparação foi feita em 40 jogos, com um sistema equipado com Ryzen 7 9800X3D, 32 GB de memória DDR5-6000 e Windows 11 Pro.

É um número interessante, mas que precisa ser visto com o devido cuidado. Testes de fabricantes geralmente escolhem cenários favoráveis para seus próprios produtos, então o desempenho real da RX 9070 GRE só poderá ser cravado depois que fizermos os nossos reviews. Ainda assim, análises publicadas na China já indicavam que a placa realmente fica à frente da RTX 5060 Ti de 16 GB, embora abaixo da RTX 5070.

Além do desempenho bruto, a RX 9070 GRE chega com todos os recursos da arquitetura RDNA 4, incluindo aceleradores de ray tracing de nova geração, melhorias em cargas de IA e suporte às tecnologias mais recentes do AMD FSR.

Testes divulgados pela AMD mostram a Radeon RX 9700 GRE com desempenho médio 21% superior em relação à concorrente (Imagem: Reprodução/AMD)

Preço será o verdadeiro teste

No fim das contas, a Radeon RX 9070 GRE não é uma GPU revolucionária, e nem tenta ser. Ela é, na verdade, uma resposta bastante pragmática da AMD ao momento atual do mercado. Em vez de lançar um chip novo, a fabricante reaproveita o Navi 48, reduz especificações, ajusta o preço e cria uma placa para um público que está espremido entre modelos de entrada caros demais e opções intermediárias que sumiram das prateleiras ou estão com o preço alto demais.

Para o consumidor, entretanto, pouco importa se a placa nasceu de um die parcialmente aproveitado. O que interessa é se ela entrega desempenho consistente em 1440p, se os 12 GB de VRAM serão suficientes para jogos atuais e futuros e principalmente se o preço realmente fará sentido quando os modelos customizados chegarem às lojas.

A Radeon RX 9070 GRE já está disponível no mercado internacional por US$ 549, com versões de parceiras como Sapphire, PowerColor, ASRock, XFX, Gigabyte, Acer e ASUS.

No Brasil, a AMD ainda não confirmou data de lançamento nem preço sugerido.

Acha que sua GPU não aguenta mais o tranco? Calma lá: a gente conta 7 sinais de que sua placa de vídeo ainda não precisa ser trocada

Leia a matéria no Canaltech.

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