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Google quer acabar com a bagunça de arquivos no Drive com nova ferramenta

O Google Drive liberou ao público geral o recurso “Organize My Files” (“Organize meus arquivos”, em tradução livre). Como o nome sugere, o recurso usa IA para identificar documentos “soltos” na conta em nuvem e movê-los para pastas relacionadas.

O objetivo é evitar o trabalho de encontrar e mover os arquivos espalhados pelo Drive. O Gemini identifica cada item, procura por vínculos com outros documentos (como o nome das pessoas envolvidas) e então cria um atalho para transferir todas as opções disponíveis.

Caso a IA não encontre nenhuma pasta compatível, é possível criar um novo diretório para abrigar os documentos. O app lista as sugestões, enquanto a decisão final fica por conta do usuário.

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A ferramenta foi anunciada originalmente em 2025, ainda em fase Beta, e foi disponibilizada ao público a partir desta segunda-feira (1º). No entanto, a novidade está disponível apenas em inglês.

Google Drive usa o Gemini para organizar arquivos que estão fora das pastas (Imagem: Divulgação/Google)

Google Drive está de cara nova

O Google mudou o visual dos ícones do Drive e dos demais aplicativos do pacote Workspace. A nova interface, pensada para a era da IA, traz miniaturas com cores em degradê e formatos variados para diferenciar cada plataforma.

A empresa justificou a mudança: o visual procura trazer uma identidade distinta para cada app, mas sem perder a coesão de todo o ecossistema do Workspace. Os novos ícones já estão disponíveis nos respectivos apps.

Leia a matéria no Canaltech.

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Google prepara alternativa para tirar a sua atenção de TikTok e Reels

O feed Google Discover nos celulares pode receber uma aba de vídeos em breve, de acordo com o site Android Authority. Informações no app do buscador indicam que o recurso está em desenvolvimento, mas ainda não pode ser acessado.

Os clipes não devem “competir” com os textos no mesmo feed e devem ser separados em seções diferentes, com um menu na parte superior da tela. 

Até o momento, não existem informações sobre quais conteúdos poderiam ser mostrados por lá, mas é provável que o recurso seja uma forma de disputar a atenção dos usuários com Reels e vídeos do TikTok, visto que muitas pessoas acompanham notícias pelos vídeos curtos.

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Discover cada vez mais versátil

O feed do Google já não é mais um espaço exclusivo para sites de notícias: nos últimos anos, o Discover ampliou o número de fontes exibidas e ganhou espaço para incluir imagens e posts de redes sociais.

Com a busca tradicional dominada pelos resumos de IA, o Discover se consolidou como uma alternativa para veículos de mídia, enquanto é uma opção sólida para leitores por oferecer sugestões personalizadas.

Caso a aba de vídeos seja lançada oficialmente, o Google teria mais uma frente para reter o tempo dos usuários (e consequentemente exibir mais anúncios) na disputa pela atenção com as redes sociais e os assistentes de IA.

Por falar em inteligência artificial, saiba como Google e ChatGPT escolhem as fontes que são mencionadas nas buscas.

Leia a matéria no Canaltech.

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Concorrente cutuca Google com recurso que todo mundo quer: "busca sem IA"

O buscador DuckDuckGo tem mais uma alternativa para quem cansou dos recursos de IA na busca do Google: o No AI, motor de pesquisa que não traz resultados criados com a tecnologia, ganhou uma extensão para navegadores.

A empresa informa que as buscas não consideram nenhuma resposta feita com assistência de IA, como um chat ou resumo no topo do resultado, e nenhuma imagem artificial gerada por um LLM. É uma experiência que lembra navegar pela internet há pelo menos 10 anos, quando as pesquisas eram mais diretas para entregar os links relacionados.

Para não ficar tão preso no passado, o No AI tem blocos com informações da Wikipedia e atalho para sites e perfis de redes sociais em alguns temas populares.

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No AI do DuckDuckGo traz experiência de buscador "raiz" sem resumos de IA (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)

Como usar o No AI

A ferramenta de busca está disponível em site próprio (noai.duckduckgo.com) e também possui uma extensão para Google Chrome (chromewebstore.google.com). Ao instalar o componente, é possível usar o buscador como opção padrão do navegador.

Não é necessário criar conta para fazer pesquisas.

Como desativar a IA do Google?

O Google não tem uma opção nativa para desativar as Visões Gerais de IA ou o Modo IA na busca. Uma alternativa é usar a aba “Web” do buscador, que limita os resultados e mostra apenas os links relacionados.

No mês de maio, a empresa anunciou que pretende deixar a busca ainda mais conversacional e ampliar o acesso ao Modo IA logo após de ver os resumos feitos pelo Gemini. Além disso, a barra de pesquisa foi reformulada para facilitar acesso aos recursos de inteligência artificial.

As mudanças recentes do Google ainda alavancaram a quantidade de acessos ao DuckDuckGo, de acordo com a empresa, angariando usuários insatisfeitos com o excesso de IA.

Você também pode conferir como desativar funções do Copilot no Windows 11.

Leia a matéria no Canaltech.

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Apple Music pode ganhar novidade importante para frear Spotify

O Apple Music pode ganhar uma versão gratuita com recursos limitados. A informação é do site MacRumors, que encontrou menções ao plano nas linhas de código do aplicativo de streaming.

O app para Android tem registros como “acesso Premium necessário” e “não pode pular mais músicas”, o que indica uma possível limitação no número de faixas que poderiam ser puladas (vale lembrar que o Spotify já teve restrições para alterar a ordem das músicas na versão gratuita).

NEW: It appears that Apple may be working on a free or lower-cost tier of Apple Music.

Strings in the latest Apple Music for Android beta mention "Can't skip any more tracks" and "Premium access required" pic.twitter.com/xGHeaDb7X3

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— Aaron (@aaronp613) May 30, 2026

Possível mudança no modelo de negócios

O Apple Music exige uma assinatura paga para funcionar: alguns usuários podem receber um período de teste sem custos, mas ainda não existe uma versão totalmente gratuita para usar o streaming. 

Vale ressaltar que o serviço tem alguns recursos interessantes com relação ao mercado fonográfico, como uma rádio com programação própria e uma função para remover os vocais de uma música para karaokê.

O novo nível gratuito seria uma forma de ampliar a base de usuários e aumentar a concorrência num setor com Spotify, YouTube Music, Deezer, TIDAL e outros.

Por outro lado, o lançamento de um recurso gratuito ainda é incerto e poderia ir na contramão de uma fala do Vice-Presidente do Apple Music, Oliver Schusser. Em entrevista para a Billboard em abril deste ano, o executivo disse que a empresa “se orgulha” de não ter um plano sem custos porque isso valoriza o acesso ao trabalho dos artistas.

A Maçã deve anunciar novidades relacionadas ao streaming durante a conferência WWDC na próxima segunda-feira (08).

Leia a matéria no Canaltech.

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Windows 11 vai ganhar novo Menu Iniciar com mudanças importantes

O Menu Iniciar do Windows 11 vai mudar de acordo com o gosto de cada usuário: a Microsoft testa novas opções de personalização da tela, incluindo um modo mais compacto e que ocupa menos espaço.

De acordo com a MS, é possível modificar os seguintes aspectos:

  • Remover recomendações, listas de apps recentes e sugestões de arquivos;
  • Alternar entre modos que mostram tudo ou apenas as abas “Fixado” e “Recomendações”;
  • Ocultar o nome e a foto de perfil no menu;
  • Escolher entre a versão padrão ou uma alternativa menor do Menu Iniciar.

Todos os ajustes estarão disponíveis em uma nova tela de personalização dentro das Configurações do Windows.

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Windows 11 vai deixar você escolher o visual do Menu Iniciar (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Windows 11 com a sua cara

A Microsoft quer aumentar a customização de alguns dos pilares do sistema. Além de mudanças no Iniciar, a empresa já testa um recurso para mudar a posição da Barra de Tarefas entre os quatro cantos da tela.

A empresa destaca que o Iniciar e a Barra de Tarefas são “algumas das experiências mais visíveis e usadas com frequência no Windows”, portanto há um esforço para tornar o acesso mais flexível. O processo faz parte de uma série de modificações pensadas para melhorar a experiência geral do sistema, o que também considera novos caminhos para acelerar a instalação e melhorias no consumo de memória RAM.

A atualização com a novidade ainda está em testes e foi liberada no canal experimental do sistema. É necessário participar do programa Windows Insider para baixá-la ou aguardar até a distribuição na versão estável — o processo pode levar alguns meses.

Leia a matéria no Canaltech.

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