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Remedy anuncia data de Control Resonant com preço baratíssimo

A Remedy Entertainment anunciou, durante o State of Play de terça-feira (2), a data de lançamento de Control Resonant: 24 de setembro de 2026. A revelação ocorreu com um trailer inédito, que mostra mais do protagonista Dylan Faden e cenas do gameplay.

Sequência de Control (2019), a aventura será lançada no PS5, Xbox Series e computadores entre os preços de R$ 219,95 e R$ 230,90. Independentemente da plataforma, você já pode fazer a pré-venda e garantir o jogo em sua chegada.

Vale notar que apenas na plataforma PlayStation existe o bônus da edição Deluxe do acesso antecipado. Ele permitirá que o público jogue 2 dias antes dos demais — na prática, com essa versão, você começa a aventura no dia 22 de setembro.

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Ainda que seja uma baita vantagem, é importante destacar que a Remedy não tornou a edição tão mais cara como vemos em determinadas experiências. A Digital Deluxe Edition, na PS Store, é vendida por R$ 261,90.

Apesar do novo trailer e da data de lançamento, o estúdio não revelou detalhes inéditos sobre Control Resonant durante a apresentação. Ao menos já é possível começar a contagem regressiva: faltam pouco mais de 3 meses para o seu lançamento.

Mês disputado para Control Resonant

Para fugir de GTA 6 em novembro, muitas desenvolvedoras e produtoras migraram a data de chegada dos seus games para setembro. Marvel’s Wolverine, por exemplo, virá no dia 15 de setembro. Já Dune: Awakening, Onimusha: Way of the Sword e Silent Hill: Townfall seguirão o mesmo padrão.

Exceto pelo soulslike, todos os demais serão lançados muito próximos — com um intervalo menor do que uma semana. Em outras palavras, Control Resonant terá um desafio e tanto para se destacar em meio a tantos games promissores. 

Confira as datas e horários de todos os eventos do Summer Game Fest 2026.

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Marvel's Wolverine apresenta sangue e união dos X-Men em novo trailer

A Sony Interactive Entertainment e a Insomniac Games divulgaram um novo trailer de Marvel’s Wolverine na última terça-feira (2), repleto de novidades sobre o jogo. Uma das principais é a presença de Jean Grey, dos X-Men.

Em uma das missões, ela ajudará o carcaju a enfrentar o grupo de Reavers — que tentam levar mutantes indefesos para Bolivar Trask (conhecido por ser o criador dos Sentinelas nas HQs). No game, o vilão será um industrialista milionário que acredita na superioridade humana. 

Outro detalhe da trama que se destaca é que os mutantes se uniram para formar a “Equipe X”, um último esforço para enfrentar o preconceito e a caçada aos membros da espécie. Logan, após passar 3 anos distante, resolve se unir ao grupo para ajudar na luta pela sobrevivência.

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Porém, o que rouba a cena é a própria ação. No vídeo, podemos vê-lo pular, jogar inimigos para cima, executar combos e fatiar seus adversários de todas as formas para cumprir a missão. Obviamente, muito sangue jorra para todos os lados — chega até a cobrir o uniforme do super-herói. Confira abaixo:

O gameplay de Marvel’s Wolverine

Além do combate, que pode contar com o apoio de aliados dos X-Men e de outros personagens das histórias em quadrinhos, Marvel’s Wolverine também colocará seu protagonista para exercer um pouco de stealth e até pilotar veículos.

Também será possível interagir com o ambiente, como rasgar cordas para derrubar objetos pesados ou furar pneus durante perseguições. Não é à toa que, nas HQs, ele é chamado de “o melhor no que faz”, mesmo que não faça coisas que as ameaças achem agradáveis.

De acordo com a Insomniac Games, o título terá diversas opções de acessibilidade para ajudar nessa aventura: seja para jogadores com deficiências cognitivas, visuais, auditivas ou motoras, o estúdio aponta que será possível configurar a experiência da forma como preferir.

Por fim, foi confirmado que Marvel’s Wolverine chegará no dia 15 de setembro de 2026 ao PlayStation 5. O público já pode adquiri-lo em pré-venda na PS Store, pelo preço de R$ 399,90. Também é vendida uma edição Deluxe, com skins, garras e avatares de PS5 exclusivos — esta por R$ 455,90.

Enquanto isso, o spin-off de Venom e Homem-Aranha 3 foram revelados em vazamento da Insomniac, mas continuam em sigilo total pelo estúdio. Será que finalmente vão falar sobre os projetos?

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Quem é a atriz que faz Faye em God of War Laufey?

No lançamento de God of War, em 2018, Kratos e Atreus começam a sua jornada para espalhar as cinzas da matriarca da família — até ali, vista apenas enrolada por um pano antes de ter seu corpo queimado. Porém, em God of War Ragnarök, ela ganha um rosto e uma voz: da atriz Deborah Ann Woll.

A intérprete da gigante retorna em 2026, agora como a protagonista de God of War Laufey, o próximo grande lançamento da Santa Monica Studio. Feroz e cheia de garra, ela terá de escapar de Everywhen e garantir que a jornada da qual incumbiu seu marido e filho será cumprida. 

Contudo, você conhece quem representa Faye nesta nova jornada? Nós do Canaltech vamos te contar no que a profissional trabalhou, seja em Hollywood, seja no mundo dos games para te preparar para a sua grande estreia como heroína em uma das maiores franquias do PlayStation. Confira:

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O papel de destaque de Deborah Ann Woll

Ainda que a atriz tenha uma carreira de sucesso e seja reconhecida por vários papéis — em filmes e séries — vale notar que um dos maiores sucessos recentes que interpretou foi a personagem Karen Page, de Demolidor (2015) e Demolidor Renascido (2025). 

Imagem de Deborah Ann Woll
Deborah Ann Woll estrelou as séries do Demolidor nos últimos anos (Imagem: Reprodução/Marvel Studios)

Na trama, além de impulsionar os eventos que levam Matt Murdock a encarar ameaças como Rei do Crime e o Mercenário, inclusive já fez par romântico com o super-herói e é uma das suas maiores aliadas desde a estreia da produção na Netflix.

Ainda assim, não foi este o único personagem de destaque de Deborah Ann Woll. Ela também integrou o elenco de True Blood como Jessica Hamby — uma vampira mais nova, que é treinada por Bill (Stephen Moyer). Ela foi uma das principais forças da série entre 2008 e 2014, o que ajudou a alavancar a sua carreira no meio.

Antes disso, ela participou de muitas produções procedurais como ER: Plantão Médico, CSI: Investigação Criminal, O Mentalista e Law & Order: Suspect Victim Unit, em casos específicos nos quais os seus protagonistas investigavam a cada episódio. 

Imagem de Deborah Ann Woll
Além de séries, Deborah também integrou alguns filmes em sua carreira (Imagem: Reprodução/Columbia Pictures)

Além de True Blood e obras do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), outro destaque na sua carreira foram os filmes da saga Escape Room (2019-2021) — tanto o primeiro quanto o segundo como uma das peças centrais da narrativa. Ademais, pode ser vista em Queen of the Ring (2024) e The Man in the White Van (2023).

Jogos e God of War

É importante notar que God of War Ragnarök foi a primeira vez que Deborah Ann Woll dublou uma personagem em games, assim como atuou com o apoio da captura de movimentos. Entretanto, isso não significa que ela está “longe” do meio geek.

A atriz também é conhecida por mestrar diversas campanhas famosas baseadas no sistema de Dungeons & Dragons, que são exibidas em diferentes plataformas. Algumas das mais famosas que estrelou foram Children of Éarte e Tales from Woodcreek.

Esta última, inclusive, contou com outras profissionais de renome como Jessica Henwick (Matrix Resurrections e Punho de Ferro) e Iman Vellani (Ms. Marvel e As Marvels). Ou seja, ela compreende bem o universo dos jogos no geral e poderá trazer nuances inéditas — tanto para a própria carreira quanto para a franquia.

Em God of War Laufey, ela será a protagonista da aventura e promete impactar todos com o retorno da saga ao hack ‘n’ slash. No trailer de 20 minutos, podemos ver seus diálogos, expressões faciais e toda a garra ao enfrentar inimigos, o que deixa claro que a obra está no mesmo nível de qualidade dos demais títulos da franquia.

Na trama, Faye é a esposa falecida de Kratos que chega a Everywhen — o pós-vida — e encara outros deuses e uma grande ameaça. Tudo indica que a missão do seu marido e de seu filho está ameaçada, algo que tentará reverter do mundo dos mortos. 

Como esta será a primeira vez que viverá o papel de heroína do início ao fim da narrativa, ainda é cedo para especular (para bem e para mal) como será a sua interpretação. No entanto, o trailer empolga e indica que fará jus ao trabalho de Christopher Judge, tanto no papel de guerreira como no peso emocional necessário. 

Expectativas por God of War Laufey

Dito tudo isso, ainda resta saber como será o trabalho completo da atriz com Faye, apesar de já parecer promissor. Mesmo que já existam críticas à substituição de Kratos, cabe destacar que a personagem é tão veloz e furiosa quanto o “herói” — o que pode render cenas incríveis, conduzidas pela Santa Monica Studio.

Por falar na desenvolvedora, ela já nutre sucessos por mais de duas décadas e soube administrar bem a franquia até os dias atuais (mesmo nos piores momentos). Eles não colocariam Deborah Ann Woll e a personagem como o centro sem uma estratégia ou motivo narrativo maior.

Mesmo sem tantos detalhes, já é possível apostar fichas de que a aventura poderá se aprofundar um pouco mais nos eventos de God of War e God of War: Ragnarök — assim como definir os próximos passos nos quais Kratos e Atreus vão encarar no futuro.

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God of War: Laufey | Tudo o que sabemos sobre a grande volta da franquia

A Sony Interactive Entertainment e a Santa Monica Studio anunciaram na última terça-feira (2) o jogo God of War: Laufey, um hack ‘n’ slash protagonizado por Faye — a esposa falecida de Kratos e mãe de Atreus. 

Na trama, a personagem chega ao pós-vida, chamado aqui de Everywhen, local onde terá de encarar diversas ameaças como alguns deuses mortos que controlam o “reino”. Seu objetivo é impedir que estes riscos atrapalhem a última missão que deu ao seu marido, responsável por iniciar o Ragnarök.

No trailer de 20 minutos, que mostra a história e gameplay, vemos Faye confrontar Begtse — deus mongol da guerra — e Sekhmet — curiosamente, deusa egípcia da guerra, vingança e medicina. No combate, ela conta com o apoio de Phranque, um cubo cósmico falante e Rue, uma fita senciente amarrada a uma espada. 

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De acordo com o estúdio que desenvolve God of War: Laufey, o título ainda está em desenvolvimento e não há previsão de lançamento. No entanto, acredita-se que ele chegará ainda no PlayStation 5, talvez no ano de 2027 (se levarmos em conta que gráficos, trechos jogáveis e a base foi mostrada no State of Play).

God of War: Laufey tem um elenco de peso

Durante a apresentação da Sony, foi confirmado que Faye volta a ser interpretada por Deborah Ann Woll (Demolidor Renascido, Escape Room). Além disso, Phranque será dublado por Jack Quaid (The Boys, Pânico 5) e Rue tem a voz de Perlina Lau (Creamerie).

Obviamente, devemos esperar ouvir Christopher Judge como Kratos e a interpretação de Sunny Suljic como Atreus durante a aventura. Ainda que os primeiros oponentes de God of War: Laufey falem no vídeo, não foi revelado quem dublará cada um deles. 

Retorno ao hack ‘n’ slash

Embora os títulos de PS2 e PlayStation 3 da franquia sejam completos hack ‘n’ slash, do PS4 em diante a Santa Monica Studio decidiu mudar o direcionamento. Os games mais recentes da saga mostram algo mais próximo de ação e aventura, por mais que alguns elementos do combate tenham sido mantidos.

Até mesmo God of War: Sons of Sparta explora um pouco mais o passado de Kratos de uma forma distinta, como um metroidvania. Porém, Laufey volta às raízes e mostra Faye veloz, violenta e criando diversos combos contra os seus oponentes.

Não foi revelada a razão pela qual a Sony Interactive Entertainment e o estúdio decidiram seguir por este caminho, porém se mostrou um grande acerto: o gameplay passa a impressão de que o passado continua a ser homenageado, ainda que novas histórias sejam contadas.

Um God of War com mulher?

Vale lembrar que a franquia sempre mostrou grandes guerreiras dentro do universo de Kratos. No próprio reboot de 2018, vemos as Valquírias e Freya, por exemplo, que mostram que a força bruta muitas vezes é superada por outros fatores. A dupla Hrist e Mist, em God of War Ragnarök, são os maiores desafios da aventura.

Além disso, Faye nunca foi mostrada como uma personagem fraca e que precisasse da ajuda do guerreiro espartano. Na própria história, descobrimos que o machado Leviathan pertenceu a ela originalmente e foi forjado para encarar até mesmo Mjolnir.

Inclusive, uma das passagens dos jogos atuais conta que ela enfrentou Thor e saiu viva. Tudo bem que ele estava bêbado, mas se considerar que ele matou Kratos no início de Ragnarök (para depois ressuscitá-lo e bater mais no protagonista), isso já é um grande feito.

É importante notar que, há alguns meses, um rumor já apontava para novo God of War focado em Faye, a esposa de Kratos. Ou seja, mais um acerto dos insiders sobre os movimentos da Sony e da Santa Monica Studio. 

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Guerra da PlayStation contra jogos shovelware conquista nova vitória

A Sony Interactive Entertainment decretou seu próximo alvo contra os jogos shovelware na PlayStation Store: a Webnetic. De acordo com a própria produtora, logo seus jogos não estarão mais disponíveis no PS4 e no PS5.

Em comunicado nas redes sociais, a distribuidora revela que não venderá mais nestes consoles, mas que continuará presente no Xbox, Nintendo e Steam — por tempo indeterminado. Porém, continuou em tom de despedida:

“Conforme nossa jornada no PlayStation chega ao fim, gostaríamos de agradecer todos que jogaram os nossos títulos, apoiaram nossos lançamentos e se uniram a nós ao longo do caminho. Estes são nossos dias finais na plataforma, então se você ainda quer comprar nossos jogos, agora é a hora perfeita, antes que eles estejam indisponíveis”, afirma a Webnetic.

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O movimento faz parte da ação da Sony contra o excesso de títulos do gênero em sua loja digital. Em fevereiro de 2025, foram removidas as experiências da RandomSpin Games. Já em janeiro de 2026, quase 1.200 títulos da ThiGamesDE foram excluídos, enquanto no mês de abril vimos o “sumiço” de outras 3 produtoras. 

🎮 As our journey on PlayStation comes to an end, we want to thank everyone who played our games, supported our releases, and joined us along the way. ❤️

These are our final days on PlayStation, so if you've ever wanted to check out our games, now is the perfect time to do so… pic.twitter.com/rAlI0Et43U

— Webnetic (@Webnetic2) June 1, 2026

O problema dos jogos shovelware persiste

De forma resumida, estes games são facilmente reconhecidos por três características: desenvolvimento guiado por IA ou de forma muito veloz, gameplay simples e, em alguns casos, cópia de outra propriedade intelectual de sucesso — seja no design do personagem principal, um nome muito similar a outras franquias etc.

E onde está o problema nisso, você se pergunta? Eles servem para dois casos: enganar jogadores ao fazê-los pensar que é o mesmo jogo que todos falam e gostam, além de gerar troféus facilmente. Sabe aquele amigo que está cheio de platina no perfil? Pode ser que haja um ou alguns títulos shovelware na biblioteca dele.

Mesmo que nada disso te impacte de algum modo, já tentou encontrar algum game na PlayStation Store, Loja Xbox ou Nintendo eShop sem se deparar com milhares deles? Vários estúdios defendem a ideia de que eles atrapalham a descoberta de novas experiências que valem a pena, o que torna tudo mais complexo.

No caso da Webnetic, ela vendia na PlayStation Store alguns títulos como The Golden Age, The Copper Age, The Pizza Quiz e Space Defend. A produtora se preparava para lançar Panic House: Awakening na loja da Sony, porém os jogadores agora terão de buscá-lo em outras plataformas. 

E não é apenas no PS4 e PS5 que estes jogos são odiados. Não há muito tempo, jogadores iniciaram movimento no Steam contra jogos feitos por IA e isso incluía, logicamente, os shovelware.

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Por que Luffy vs Katakuri é uma das lutas mais lembradas de One Piece?

O anime e mangá de One Piece exibiram muitas lutas que se tornaram emblemáticas ao longo dos anos. Monkey D. Luffy encarou desafios como Crocodile, Rob Lucci e até o Kaido, mas um confronto dele se destaca dos demais: Charlotte Katakuri.

Inicialmente, o arco de Whole Cake Island pode parecer apenas para se aprofundar no passado de Sanji, assim como mostrar a intriga familiar da Big Mom e um dos pontos de virada na construção do capitão dos Chapéu de Palha como “Yonkou”. 

Ainda assim, esta batalha adicionou uma camada maior à receita. O oponente não só coloca Luffy em “modo de sobrevivência”, mas ilustra toda a sua evolução ao longo dos anos. Ali vemos um pirata que não deixou de ser impulsivo e brincalhão, mas que também continua a aprender e desenvolver estratégias.

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Em meio a uma verdadeira guerra, nota-se um salto expressivo na percepção que temos do protagonista de One Piece. Era mais do que uma simples vitória, mas uma demonstração ao público de que ele tem capacidade real de encarar e vencer os inimigos do Novo Mundo. Entenda as razões pelas quais a luta é uma das mais lembradas de toda a (longa) obra:

Um curto resumo de Whole Cake Island

O arco pode ser definido com uma narrativa de tensão, fuga e sacrifício. Na história, o bando dos Chapéu de Palha chega em Whole Cake Island para resgatar Sanji — que foi levado para um casamento arranjado com uma das filhas de Big Mom.

Ele é parte da família Vinsmoke (Germa 66), um grupo de assassinos treinados para eliminar qualquer alvo e que comandam o submundo. E toda a equipe de Luffy está ameaçada, pelas forças de seus parentes e também dos piratas da vilã.

Enquanto vemos sagas como chegar a uma ilha, lutar e vencer, aqui temos debates sérios sobre escolhas, dogmas e o que estamos dispostos a fazer para proteger quem amamos. Além disso, claro, há uma grande conspiração por trás de tudo.

A chegada de Katakuri

Charlotte Katakuri é um dos filhos da Big Mom, que entra em um embate direto contra Luffy durante a tentativa de assassinato para eliminar a Yonkou. É neste aspecto que a profundidade narrativa começa a atuar de forma magistral.

Katakuri não é um vilão qualquer. Ele não sonha em dominar o mundo, provocar o caos ou algo do gênero. O personagem sequer tem grandes ambições como um pirata. Seu principal intuito é defender a própria família e toda sua tripulação.

Imagem de Katakuri
Katakuri não é um vilão qualquer no mundo de One Piece (Imagem: Reprodução/TOEI Animation)

Apesar de implacável, também é calmo, sério e diligente — o que cria um contraste muito grande de Katakuri em comparação ao próprio Luffy. De forma resumida, estas características dele permitem que ele use o Haki para “ver” o futuro e sua fruta do diabo até rivaliza a do aspirante a Rei dos Piratas. 

Ele é o adversário ideal para o líder dos Chapéu de Palha, já que sua superioridade em combate anda em conjunto com seu respeito pelos seus adversários. O protagonista de One Piece não é humilhado em momento algum, o que distancia bastante os dois. 

Luffy vs Katakuri

Com este tipo de oponente diante de Luffy, vemos o quanto ele evoluiu no decorrer da história. A luta expõe o seu espírito, que o impede de desistir, mesmo na frente de muralhas impossíveis de serem superadas, somado a um nível estratégico de dar inveja.

Aqui não existia Gear 5 ou um poder que seria tirado da manga para vencer Katakuri. É possível observar os dois personagens, no ápice do seu próprio poder, durante um confronto que ia além de força e habilidades, com pontos como valores, honra e sonhos em xeque.

Há muito respeito de ambos os lados. Espelhamento também, já que a motivação dos dois é a mesma: proteger aqueles que amam. Por fim, notamos uma verdadeira disputa de força de vontade, que elevou os padrões de toda a obra.

Todo o desenvolvimento foi de uma qualidade ímpar, seja pela animação que realmente destacou o limite dos personagens, seja pela trilha sonora intensa e por diversos outros elementos. Na prática, você tem uma narrativa de excelência ao lado de uma produção que compreendeu o impacto e subiu seu patamar.

Imagem de Luffy em One Piece
Nem mesmo Luffy em seu limite foi capaz de vencer Katakuri com facilidade (Imagem: Reprodução/TOEI Animation)

Ainda que seja uma luta imperdível e os episódios brilhem mais do que os outros, é muito importante que acompanhe todo o arco de Whole Cake Island. A tensão crescente, a construção de Katakuri antes da luta e o peso da missão para salvar Sanji são aspectos muito importantes que não podem ser ignorados. 

Além disso, não apenas o duelo de Luffy contra o vilão, mas toda a trama guia os espectadores para entender o aumento de nível nos desafios de One Piece. A partir deste ponto que os Chapéu de Palha são levados ao seu limite e precisam se superar para serem capazes de lutar de igual para igual e conquistar seus sonhos.

Na Netflix, o arco de Whole Cake Island é dividido em 7 partes e o confronto das duas “forças da natureza” ocorre justamente nas duas finais. Já na Crunchyroll, a saga tem início no episódio 783, mas o embate só começa no episódio 851 — com pausas aqui e ali para contextualizar você dos demais personagens.

Caso leia o mangá de Eiichiro Oda, apesar de perder elementos como a composição musical, animação dos melhores momentos e coisas do tipo, é possível começar a ver toda a história a partir do capítulo 825, mas a luta só tem início no Capítulo 878.

Uma das maiores batalhas de One Piece

Caso acompanhe One Piece pela Netflix e esteja prestes a ver todo o confronto, é em Luffy vs Katakuri que vemos o pirata mostrar que é capaz de encarar até mesmo os grandes Yonkou e ter uma chance real de se tornar o rei dos piratas (não que alguém aqui duvidasse, certo?).

O embate condensa o que Whole Cake Island tem de melhor, ainda que ele sirva de ponte para o “grande desfecho” de toda essa guerra contra os grandes vilões do Novo Mundo: Wano. Ainda assim, ele tem um dos grandes clímax de toda a obra.

Você prefere o combate entre os dois ou tem outro favorito? Conte para nós qual mexeu mais com o seu coração e teve uma representação maior para os Chapéu de Palha. 

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Novo notebook gamer da ASUS é ctrl+C e ctrl+V de modelo antigo

A ASUS anunciou o seu novo notebook gamer TUF Gaming 16 nesta terça-feira (2) e um aspecto se destacou dos demais: todos os modelos usarão chips Raptor Lake Refresh — lançados há duas gerações.

No geral, nas edições recentes da Computex, a fabricante costuma mostrar dispositivos com as versões mais modernas de GPU, CPU e placas-mãe, assim como outros produtos como monitores e portáteis com o ápice que a tecnologia pode oferecer.

Contudo, a marca seguiu com os antigos processadores Intel em vez de trabalhar com modelos como o Core Ultra Series 2 ou o Core Ultra Series 3. Ou seja, basicamente ele terá a mesma configuração vista no notebook lançado em 2025

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Não foi revelado se a escolha serve para o consumidor economizar, já que a crise das memórias RAM e dos componentes continua a impactar o mercado, ou se há outra motivação.

Imagem do ASUS TUF Gaming 16 2026
O novo TUF Gaming 16 não apresenta diferenças com a versão do ano anterior (Imagem: Divulgação/ASUS)

O notebook ASUS TUF Gaming 16, assim como o modelo anterior, conta com a CPU Intel Core i7-14650HX e a placa de vídeo GeForce RTX 5070 mobile. O dispositivo tem slot duplo para SSD e memória, com suporte a até 64 GB DDR5.  

Além disso, o hardware conta com resfriamento com 3 dissipadores conectados a duas ventoinhas — com ruído abaixo de 40 dBA. Ele também segue os mesmos padrões de revestimento, que evitam a marca de dedos no teclado. 

A ASUS e a escolha ousada

Dito isso, o TUF Gaming 16 segue a mesma configuração de CPU-GPU, mesmo suporte para armazenamento e memória RAM, além do design que se manteve. Na prática, é um produto idêntico ao lançado em 2025.

No entanto, a escolha pode envolver os custos ou até contar com aspectos técnicos. As CPUs Raptor Lake e suas versões Refresh continuam ideais para notebooks, ao contrário do que foi apresentado pela Arrow Lake. E a Panther Lake? Ótima, mas para modelos ultraleves e corporativos. A RTX 5070, mesmo mobile, continua a ser uma boa pedida, logo, um salto é injustificável.

Também na Computex, a NVIDIA anuncia RTX Spark, sua a 1ª CPU para "gente comum". Será que aí vem um competidor maior para Intel e AMD?

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Assinantes do Prime Video assistirão novo Homem-Aranha antes de todo mundo

A Amazon anunciou nesta terça-feira (2) que os membros do plano Prime poderão ver Homem-Aranha: Um Novo Dia dois dias antes dos demais. Em parceria com a empresa de venda de tickets Fandango, os assinantes terão uma página exclusiva na plataforma para comprar os ingressos antecipados.

Ainda que a rede atue em países como Reino Unido, Canadá e outros (com nomes diferentes), a promoção é válida apenas para os consumidores dos Estados Unidos. 

Além disso, nem todas as salas exibirão o novo filme do teioso antes. Os assinantes do Prime só descobrirão quais integram a promoção quando as vendas começarem, algo sem uma data prevista — mesmo com a estreia do longa agendada para 31 de julho.

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Fandango fora do Brasil

Mesmo com toda esta ação para ver Homem-Aranha: Um Novo Dia em 29 de julho, é importante lembrar que a rede Fandango não está presente de forma oficial no Brasil — na verdade, já esteve, mas deixou o país durante o período da pandemia.

Imagem de Homem-Aranha
Ver o Homem-Aranha: Um Novo Dia antes de todos, por enquanto, só nos Estados Unidos (Imagem: Reprodução/Sony Pictures)

Ela era a antiga dona do site ingresso.com, que opera no Brasil e ajuda a localizar os melhores filmes nas salas de cinema mais próximas do usuário. A plataforma operou entre 2015 e 2021, com a venda para o grupo UOL durante o pico de COVID-19 no início da década. 

O que isso significa? Até o momento, a Amazon não anunciou qualquer ação para os assinantes Prime que envolva a nova obra do Amigão da Vizinhança. Para não dizer que não houve esforços, ao menos os usuários podem acessar a Prime Video para assistir à nova série Spider-Noir

Você viu a possibilidade do filme do Homem-Aranha para maiores? Elenco sugere que Um Novo Dia é um filme “adulto”.

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Nova estratégia da Intel promete aliviar o seu bolso em meio à crise

A Intel revelou durante a Computex 2026 que tem a intenção de combater a crise atual com duas movimentações: trazer memórias DRAM menos robustas e voltar a atuar com os diferentes fabricantes locais. 

Ao Tom’s Hardware, o diretor sênior de gerenciamento de produtos para a divisão Client Computing Group da Intel, Nish Neelalajanan, anunciou que eles trabalham para suprir o mercado com estas manobras para voltar ao topo.

“Memórias maiores cobrem completamente o preço das CPUs, armazenamento também. Um processador não determina mais o preço final do seu sistema. Trabalhamos com vários fornecedores locais do componente e os validamos, então fazemos tudo o que podemos. E não são apenas um ou três. Se há produção em lugares como China e Indonésia, nós traremos um pouco dela. Tentamos validar o máximo que podemos, para assim dar opções ao público e acalmar seu bolso”, afirma Neelalajanan.

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Intel determina estratégia mais acessível

Hoje, as CPUs Wildcat Lake têm um valor mais baixo, com ofertas de configuração a partir de 8 GB. Enquanto isso, os processadores Raptor Lake ainda têm suporte aos módulos DDR4 — tanto para computadores quanto para notebooks.

Imagem das CPUs Intel Raptor Lake
As CPUs Raptor Lake continuarão nas lojas por tempo indeterminado (Imagem: Divulgação/Intel)

O executivo aponta que a Intel vai sustentar a produção destes componentes no mercado, para que o impacto no consumidor seja o menor possível. Assim, buscam auxiliar o público a continuar com suporte a módulos antigos.

“Temos produtos com suporte ao DDR4 tanto no desktop quanto mobile. Não vamos encerrar nenhum deles, eles continuarão lá. Queremos garantir que existirão produtos que poderão usar tecnologia de memória mais antiga, se ela estiver disponível e for mais barata”, indica.

O plano da companhia não é nada misterioso: com os chips Raptor Lake e a linha Wildcat Lake, vão manter opções ao público que deseja economizar. Isso serve como resposta a ofertas que surgiram recentemente, como o MacBook Neo e a CPU Snapdragon C da Qualcomm.

Por outro lado, a AMD trouxe de volta produtos como o Ryzen 7 5800X3D e lançou o Ryzen 7 7700X3D — que usam arquitetura mais antiga, capazes de atender às oscilações do mercado. Porém, ainda não foi determinado qual é a estratégia mais bem-sucedida dentro de todas as praticadas com este fim. 

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HBO Max em junho tem A Casa do Dragão, Superman e mais estreias

A HBO Max entra no mês de junho de 2026 de forma estratégica, com um mix bem interessante entre superproduções aguardadas, animações da DC, filmes de catálogo e produções esportivas em um período dominado por apenas um assunto: Copa do Mundo.

E como disputar espaço com o maior evento do mundo? Simples, com retornos há muito esperados como a Temporada 3 de A Casa de Dragão e de Minhas Aventuras com o Superman, assim como diversas obras para se ficar de olho.

Isso sem contar a presença de novos episódios de Rick and Morty, longas-metragens como A Torre Negra e muitos outros que você poderá ver na plataforma de streaming a partir deste mês. Quer saber o que ver na HBO Max em junho? Confira abaixo:

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A Casa do Dragão trará o que promete: Fogo & Sangue

A terceira temporada de A Casa do Dragão é a maior estreia neste mês, com um dos pontos altos de toda a série: a grande guerra entre os Targaryen, que trará embates como a Batalha da Goela e a invasão de Rhaenyra ao Porto Real. 

Com os dragões no céu e muito fogo na terra, a recomendação é que não se apegue a nenhum personagem: o confronto entre os verdes e os pretos promete não poupar ninguém e pode ser que haja mais despedidas do que gostaria de ver da produção. Sua estreia será em 21 de junho, com episódios semanais.

Uma “Super” animação retorna na HBO Max

O desenho Minhas Aventuras com o Superman retorna para a plataforma de streaming no dia 14 de junho, agora em sua Temporada 3. Com um tom mais leve, a trama acompanha os passos de um jovem Clark Kent — ao lado de Jimmy Olsen e Lois Lane.

Porém, agora ele terá novos amigos. Além da sua prima, Kara Zor-El (a própria Supergirl), o grupo conhecerá Connor Kent. Caso não tenha visto as HQs, ele é o Superboy. E não será o único “Super” novo, já que teremos o Cyborg Superman e outras cópias espalhadas por Metropolis, além da ameaça de Lex Luthor.

Operação Guerra Verde aposta em ação e tensão

Além da ficção, a HBO Max também traz Operação Guerra Verde, um docu-reality que mostra a luta dos agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) contra o crime ambiental em várias regiões do Brasil.

Com narração do ator Marcos Palmeira, você verá muitos conflitos, investigações e suspense com acesso a operações confidenciais movidas pelo órgão governamental. Seu objetivo é acabar com o garimpo e pesca ilegal, extração de madeira, tráfico de animais e diversas outras práticas criminosas país afora. A produção chega no dia 10 de junho. 

EUA Contra o Mundo pega carona na Copa

Se você lembra de toda a expectativa na Copa do Mundo de 2014, o documentário EUA Contra o Mundo: Quatro Anos com a Seleção mostrará todos os bastidores sobre como os norte-americanos se prepararam para a edição deste ano do grande evento. 

O olhar está direto na seleção anfitriã do campeonato, com toda a pressão aliada ao fato de que eles nunca ganharam o tão sonhado troféu da FIFA. Será que eles finalmente vão despontar na Copa do Mundo 2026? A obra está em andamento e novos episódios chegarão semanalmente na plataforma.

Todos os lançamentos da HBO Max em junho de 2026

Veja tudo o que chegará na HBO Max neste mês, com produções que vão de filmes, seriados, documentários, realities, animações e diversos outros. Assim como as novidades, veja o que continuará a ganhar episódios em junho:

Filmes

03/06

  • A Torre Negra

05/06

  • O Rei da Feira
  • O Sussurro
  • Blue Moon: Músicas e Solidão
  • Os Topuria — documentário

10/06

  • Operação Guerra Verde

12/06

  • Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe
  • Orgulho
  • O Imortal

19/06

  • Sting: Aranha Assassina
  • Parto Maldito
  • Ultras: Paixão de Morte

26/06

  • A Incrível Eleanor
  • Twinless: Um Gêmeo a Menos
  • Um Dia em Outubro

Séries

01/06

  • Bahar — nova temporada
  • Os Escolhidos da Beleza

21/06

  • A Casa do Dragão — 3ª temporada

Animação/Desenho

14/06

  • Minhas Aventuras com o Superman — 3ª temporada

Novos episódios ao longo de junho

  • Rick & Morty
  • 90 Dias Para Casar
  • A Canção do Samurai
  • A Promessa
  • EUA Contra o Mundo: Quatro Anos com a Seleção
  • Georgie & Mandy: Seu Primeiro Casamento
  • Largados e Pelados: Campeões do Mundo
  • MasterChef Brasil
  • Mentes Brilhantes
  • O Lado Sombrio de Hollywood
  • Quilos Mortais Brasil
  • Reis
  • Vivendo com o Inimigo
  • Yabani: Coração Selvagem

Um catálogo mais que especial

Vale notar que a HBO Max tem integrado muito bem suas obras nos últimos tempos. Se vimos O Cavaleiro dos Sete Reinos no início do ano, chegou a vez de voltar a Westeros com A Casa do Dragão. Já Minhas Aventuras com o Superman chega em paralelo à estreia de Supergirl nos cinemas, o que compõe bem o universo DC de forma ampla.

O que você assistirá neste mês: vai de série, animação, filme ou documentários como EUA Contra o Mundo: Quatro Anos com a Seleção e Operação Guerra Verde? Conte para nós!

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Novo controle e monitor PlayStation recebem novidades antes do State of Play

A Sony Interactive Entertainment revelou nesta segunda-feira (1) a data de lançamento do “monitor PlayStation”, uma tela de 27 polegadas que permitirá carregar o controle DualSense por um suporte exclusivo. Ele chegará no dia 27 de agosto de 2026 por US$ 350.

Equipado com um display IPS QHD com 240 Hz, ele apresentará uma resolução de 2560x1440 e suporte ao recurso VRR. É importante destacar que ele só alcançará essa taxa de atualização em PCs e Mac, com o PS5 e PlayStation 5 Pro ele é travado em 120 Hz. 

A pré-venda do 27” Gaming Monitor with DualSense Charging Hook — um nome muito original, diga-se de passagem — começa no dia 5 de junho. Ele será vendido exclusivamente pelos sites do PlayStation Direct e da Best Buy.

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Vale notar que, assim como as bases de carregamento, o produto carregará o seu controle pelos contatos que existem na parte de baixo. Eles ficam ao lado da entrada para fone de ouvido e funcionam de forma auxiliar — já que muitos recarregam sua bateria com a entrada USB-C que fica acima do acessório.

Imagem do monitor PlayStation
Você poderá guardar o suporte quando ele não estiver em uso (Imagem: Divulgação/Sony Interactive Entertainment)

O controle para jogar Marvel Tokon no PS5

Ao lado do monitor, a companhia também divulgou a data de lançamento do controle FlexStrike sem fio — acessório feito para aproveitar melhor jogos de luta, como o vindouro Marvel Tokon: Fighting Souls. Ele chegará no dia 6 de agosto de 2026 por US$ 200.

Curiosamente, o acessório será lançado simultaneamente ao jogo desenvolvido pela Arc System Works. No entanto, não se preocupe: ele funcionará em diversas outras experiências também, não exclusivamente no título. Sua pré-venda começa no dia 12 de junho de 2026 e garante uma case para guardar o produto.

Contudo, ele não terá compatibilidade com os PCs logo na sua chegada. A Sony afirma que isso ocorrerá em um momento futuro: “O FlexStrike wireless fight stick será compatível com os computadores após o lançamento, com disponibilidade que se expandirá aos demais usuários com o passar do tempo”.

Em outras palavras, ao menos no início de agosto o controle funcionará apenas no PS5. Não há uma data prevista para ele chegar oficialmente ao Brasil, ou preço sugerido para o produto. 

Movimento curioso pré-State of Play

Geralmente essa novidade seria anunciada durante o State of Play, que já tem data para acontecer: será nesta terça-feira (2). Isso pode passar a mensagem de que a companhia japonesa não quer perder tempo com os acessórios e falará apenas dos games — o que muitos jogadores agradecem.

Além deles, faltaram mais detalhes sobre o Pulse Elevate wireless speakers, as caixas de som que parecem ter saído diretamente daquele PC dos anos 2000. Elas ainda não têm preço e a previsão de chegada consta apenas para 2026. Ou seja, mais informações sobre elas devem ser divulgadas ainda neste ano.

Sabia que o State of Play de junho pode ser palco perfeito para trailer 3 de GTA 6? Veja se suas expectativas devem aumentar ou se não será dessa vez.  

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Filme de Streets of Rage inicia produção com roteiristas de sucessos comprovados

A Lionsgate anunciou nesta segunda-feira o início da produção do filme live-action de Streets of Rage, o clássico jogo beat ‘em up da SEGA. O grande sucesso dos videogames será adaptado por Pat Casey e Josh Miller, roteiristas dos três longas do Sonic the Hedgehog.

A direção da obra está nas mãos de Jeymes Samuel, responsável por Vingança & Castigo (2021) e O Livro de Clarence (2023). Não há um elenco definido ou data prevista para a sua estreia, porém é esperado que a produção chegue a partir do ano de 2028.

“Nós e nossos parceiros da SEGA sabemos que Streets of Rage exige um cineasta audacioso. O estilo visceral e explosivo de Samuel - sem mencionar sua assinatura inconfundível com músicas inesquecíveis - é perfeito para o público que já é familiar com a série e os novatos. Estamos empolgados em como ele trará sua visão memorável para esta amada propriedade intelectual dos videogames”, afirma a presidente da Lionsgate Motion Picture Group, Erin Westerman.  

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Não foi revelado também como a SEGA estará envolvida no projeto, porém foi confirmado que o produtor será da própria companhia japonesa: Toru Nakahara, que também já trabalhou na trilogia do ouriço azul e no seriado Knuckles.

Imagem de Streets of Rage
Streets of Rage nasceu em 1991 e continua a fazer sucesso até os dias atuais (Imagem: Reprodução/SEGA)

Esta não é a primeira vez que o filme é mencionado, já que ele foi anunciado em 2022 e teria o roteiro escrito por Derek Kolstad, de John Wick (2017). Apesar de ter sido substituído nessa posição, ele continua envolvido na obra, também como produtor.

Assim como a Nintendo, com Super Mario Bros. e The Legend of Zelda, a SEGA também deseja explorar mais de seus personagens nos cinemas. Após sucessos como Um Filme Minecraft (2025) e Mortal Kombat 2 (2026), os estúdios estão cada vez mais de olho em Hollywood.

O que é Streets of Rage?

Lançada originalmente no Mega Drive em 1991, a franquia nos traz uma realidade futurista distópica — na qual vemos três agentes da lei se tornarem vigilantes para derrubar o Sindicato do Crime, controlado pelo Mr. X.

Iniciada com personagens como Adam Hunter, Axel Stone e Blaze Fielding, a franquia já conta com quatro títulos numerados e alguns spin-offs ao longo das suas três décadas. Não foi anunciada qual será a trama que adaptarão, mas novas informações devem ser divulgadas conforme a produção avança. 

Enquanto espera, saiba quando Mortal Kombat 2 vai chegar ao streaming. O longa foi a última adaptação de games a chegar às telonas e já conquistou a atenção de milhões de fãs ao redor do mundo.

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