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Google planeja venda de US$ 80 bi em ações para expandir infraestrutura de IA

A Alphabet, controladora do Google, anunciou um plano para levantar US$ 80 bilhões por meio da venda de ações com o objetivo de financiar a expansão em larga escala de sua infraestrutura de inteligência artificial (IA).

A operação estrutural busca responder ao volume de demanda corporativa e de consumidores finais por soluções agênticas e de processamento de dados, que atualmente supera a capacidade de fornecimento das instalações existentes da empresa.

A captação de recursos será dividida em três frentes estratégicas de mercado: uma oferta pública inicial de ações no valor de US$ 30 bilhões; um programa de venda gradual de papéis ao longo do tempo avaliado em US$ 40 bilhões; e um aporte privado de US$ 10 bilhões vindo da Berkshire Hathaway, gestora comandada pelo investidor Warren Buffett.

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Pressão sobre o caixa

O movimento financeiro do Google ocorre em um período de forte crescimento operacional, mas que exige aportes bilionários para a manutenção da competitividade.

No primeiro trimestre deste ano, a receita da companhia registrou uma alta de 22% na comparação anualizado, atingindo a marca de US$ 110 bilhões. Paralelamente, o ecossistema do Google alcançou o indicador de 350 milhões de assinaturas pagas em seus serviços digitais.

Apesar do faturamento em alta, a infraestrutura exige saídas de caixa acentuadas. A Alphabet projeta que suas despesas de capital (CapEx) atinjam entre US$ 180 bilhões e US$ 190 bilhões ainda em 2026, com previsão de acréscimo para o balanço de 2027.

Segundo o comunicado oficial da empresa, a injeção dos US$ 80 bilhões permite arcar com a construção rápida de novos data centers sem desestruturar a liquidez do balanço patrimonial.

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A demanda por IA agêntica aumentou exponencialmente em 2026 (Imagem: Marcelo Fischer/Canaltech)

Abertura do mercado de IPOs

A estratégia de capitalização da Alphabet coincide com movimentações agressivas de outras lideranças do segmento de tecnologia. No mesmo dia do anúncio do Google, a Anthropic, desenvolvedora do chatbot Claude, protocolou um pedido confidencial para sua oferta pública inicial de ações (IPO) junto à comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos (SEC). A startup de IA havia recebido um aporte recente de US$ 65 bilhões, elevando sua avaliação de mercado para US$ 965 bilhões.

O mercado de tecnologia indica a abertura de um fluxo contínuo de listagens públicas no setor. A OpenAI, criadora do ChatGPT, projeta realizar sua estreia na bolsa de valores até o final do ano.

Ao mesmo tempo, a SpaceX inicia rodadas de negociação com investidores nesta semana para lançar ações vinculadas à sua fusão com a startup xAI, de Elon Musk, mirando uma avaliação corporativa de US$ 1,75 trilhão.

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XBOX Game Pass recebe Persona 5 e chuva de jogos indie em junho

A Microsoft anunciou nesta quarta-feira (3) a primeira leva de jogos que serão lançados no XBOX Game Pass em junho de 2026. Apesar de não contar com títulos AAA mais recentes, como no mês anterior com Forza Horizon 6, o serviço deve trazer um grande JRPG da SEGA e diversos jogos independentes.

Persona 5 Royal é o principal destaque do XBOX Game Pass nessa primeira metade do mês. A SEGA e o XBOX têm se envolvido em muitas parcerias nos últimos anos, em especial com adições de jogos da japonesa ao Game Pass e contratos de marketing, como aconteceu com Metaphor: ReFantazio.

Além do JRPG, o serviço contará com muitos jogos indie, como Solarpunk, um jogo de construção de cidade focado numa das vertentes mais recentes do punk. Outro que estreia no catálogo do Game Pass é Starseeker: Astroneer Expeditions, ambientado no universo de Astroneer, velho conhecido dos assinantes do serviço do XBOX.

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Veja abaixo a lista dos jogos que chegam na primeira metade de junho de 2026 ao XBOX Game Pass:

Persona 5 Royal retorna ao XBOX Game Pass em junho de 2026 (Divulgação/Microsoft)
  • Herdling (nuvem, XBOX Series X|S e PC): disponível em 4 de junho no plano Premium;
  • Total Chaos (nuvem, XBOX Series X|S e PC): disponível em 4 de junho no plano Premium;
  • Solarpunk (nuvem, XBOX Series X|S e PC): disponível em 8 de junho nos planos Ultimate e PC Game Pass;
  • Undisputed (nuvem, XBOX Series X|S, portátil e PC): disponível em 8 de junho nos planos Ultimate, Premium e PC Game Pass;
  • Persona 5 Royal (nuvem, console e PC): disponível em 9 de junho nos planos Ultimate, Premium e PC Game Pass;
  • Beastro (nuvem, XBOX Series X|S, portátil e PC): disponível em 11 de junho nos planos Ultimate e PC Game Pass;
  • Frog Sqwad (nuvem, XBOX Series X|S e PC): disponível em 11 de junho nos planos Ultimate e PC Game Pass;
  • Starseeker: Astroneer Expeditions (Game Preview) (nuvem, XBOX Series X|S e PC): disponível em 11 de junho nos planos Ultimate e PC Game Pass;
  • Junkster (nuvem, XBOX Series X|S, portátil e PC): disponível em 16 de junho nos planos Ultimate e PC Game Pass.

Jogos que deixam o XBOX Game Pass em junho

Como acontece mensalmente, a Microsoft anunciou os jogos que deixarão o XBOX Game Pass em 15 de junho. Vale lembrar que os títulos ficam em promoção, com até 20% de desconto, até deixarem o serviço de assinatura de vez.

  • Jurassic World Evolution 2 (nuvem, console e PC)
  • Lost in Random: The Eternal Die (nuvem, console e PC)
  • Scott Pilgrim vs. The World (nuvem, console e PC)
  • Warhammer 40K Space Marine: Master Crafted Edition (nuvem, console e PC)
  • Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge (nuvem, console e PC)

Entenda por que a Microsoft tira jogos do XBOX Game Pass.

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Paixão de Escritório aposta em JLo e romance proibido na Netflix

Uma das artistas mais completas da indústria do entretenimento, Jennifer Lopez se prepara para retornar às comédias românticas no mês de junho com mais um projeto em parceria com a Netflix: o filme Paixão de Escritório.

Dona de um currículo exemplar no gênero, principalmente nos anos 2000 com clássicos como O Casamento dos Meus Sonhos (2001) e Encontro de Amor (2002), Lopez se juntou ao ator Brett Goldstein (Ted Lasso) para estrelar a nova rom-com. O trunfo do longa é apostar no clichê de romance proibido entre dois workaholics no ambiente de trabalho, trazendo aquela energia divertida que essas produções oferecem.

Descrito pela Netflix como “apimentado”, Paixão de Escritório chega ao catálogo da plataforma no dia 5 de junho, data perfeita para aproveitar o fim de semana no clima de romance. Considerando todos os fatores por trás da produção, certamente será um filme bastante comentado pelos assinantes da gigante do streaming nos próximos dias. 

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O que esperar de Paixão de Escritório?

Com direção de Ol Parker (Ingresso para o Paraíso), Paixão de Escritório narra a história de Jackie Cruz (Lopez), a CEO perfeccionista da empresa Air Cruz que tem uma política rígida contra namoros entre seus funcionários. Porém, tudo muda quando o atraente advogado Daniel Blanchflower começa a trabalhar para ela, e os dois iniciam um romance escondido.

Pela premissa de Paixão de Escritório, já dá para perceber que o filme da Netflix vai explorar toda a tensão por trás de um relacionamento proibido no ambiente corporativo, cujas regras e dilemas profissionais podem impactar o romance de maneiras intensas e bastante dramáticas.

Por que assistir à nova rom-com da Netflix?

Além de ser um lançamento que promete encantar os fãs de comédia romântica, Paixão de Escritório tem um forte apelo popular justamente pelo conjunto da obra. O primeiro fator é a própria Jennifer Lopez, o tipo de artista que dispensa apresentações.

Paixão de Escritório traz romance proibido no ambiente de trabalho (Imagem: Divulgação/Netflix).

O longa ainda traz Brett Goldstein, que conquistou o coração do público interpretando o ranzinza Roy Kent na série Ted Lasso, um dos maiores sucessos da Apple TV. O romance corporativo também entra na equação por ser algo identificável e não tão distante da realidade, com muita gente já tendo passado ou fantasiado com a possibilidade.

Vale mencionar que o conflito “simples” do filme costuma funcionar bem com o público que está em busca de histórias leves, diretas e carismáticas que não exigem muito comprometimento com a trama. É a pedida ideal para quem quer aproveitar um fim de semana preguiçoso assistindo a algo divertido.

Romance secreto no trabalho: clichê ou fórmula certeira?

Clichês existem na ficção há tempos, e você provavelmente já deve ter se deparado com aquele filme cujos protagonistas são impedidos de viver um romance por dividirem o mesmo ambiente de trabalho. Sabemos que, na vida real, as coisas são mais maleáveis do que parecem dependendo do tipo de empresa, mas o fato desse tropo ser tão replicado em romances é simples: ele funciona.

Isso porque, embora realmente seja um clichê do gênero, o romance no trabalho pode ser usado como motivação para explorar como cada envolvido na relação se comporta diante das regras, como a proibição afeta o romance e ainda trabalhar as hierarquias entre eles.

Além disso, o escritório é um lugar nada discreto, já que o conjunto de salas abertas, reuniões, políticas internas e o medo de que todos percebam o clima romântico afetam diretamente a maneira como o casal se comporta. São ótimos elementos para criar um conflito na narrativa, impulsionando os personagens para frente para resolver (ou não) aquele dilema.

Filme aposta em clichê famoso para conquistar fãs de comédia romântica (Imagem: Divulgação/Netflix).

JLo e Brett Goldstein podem levar o filme ao top 10?

Que Paixão de Escritório tem potencial para fazer sucesso na Netflix é notável, mas será mesmo que o filme conseguirá emplacar uma boa posição no top 10 da plataforma?

Embora seja impossível prever o futuro, a produção tem tudo para conquistar o coração dos espectadores graças à combinação entre estrelas de sucesso e uma premissa descompromissada, ingredientes essenciais para uma típica rom-com da Netflix.

Muitos longas bem-sucedidos da plataforma conseguiram esse feito justamente pela união entre gênero popular, proposta clara e nomes famosos, chegando a vários tipos de assinantes, desde os entusiastas de comédia romântica até quem só quer assistir a uma produção divertida para espairecer apenas por saber quem é Jennifer Lopez.

Paixão de Escritório estreia no dia 5 de junho na Netflix (Imagem: Divulgação/Netflix).

Se você também é do time que gosta de romances intensos e histórias ambientadas no universo corporativo, vale ficar de olho em Paixão de Escritório no dia 5 de junho, já que o longa deve movimentar o streaming nas próximas semanas. Aproveite também para conhecer todos os lançamentos da Netflix em junho.

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Microsoft está "desistindo" de fazer sistemas operacionais e apps

A Microsoft afirmou que está passando por uma grande mudança na sua estratégia e que o futuro da computação não será mais focado em sistemas operacionais e aplicativos tradicionais. A empresa quer substituir esse modelo por agentes de inteligência artificial, que conseguem fazer tarefas para o usuário.

A declaração foi feita durante o Microsoft Build 2026 pelo CEO Satya Nadella, que disse que a indústria está passando por uma “mudança de plataforma”. Segundo ele, a ideia é que os agentes de IA sejam a principal forma de usar a tecnologia, diminuindo a necessidade de abrir aplicativos e navegar por diferentes telas e menus.

A Microsoft acredita que o uso de computadores e celulares vai ficar mais simples e automatizado. O usuário deixaria de abrir vários programas separadamente e interagiria com agentes inteligentes que entendem o contexto, as preferências e as tarefas, funcionando de forma integrada em diferentes dispositivos.

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O Projeto Solara é a base dessa visão. Ele está sendo desenvolvido em parceria com a Qualcomm e propõe uma arquitetura “do chip à nuvem”, conectando o processamento local dos dispositivos à infraestrutura de nuvem da Microsoft para sustentar esses agentes de IA de forma contínua e integrada.

Apesar do otimismo da Microsoft e da Cristiano Amon, a novidade foi recebida com ceticismo por parte do público. Muitas pessoas temem perder o controle dos próprios computadores e a adoção de novos modelos de assinatura totalmente baseados na nuvem.

Enquanto a Microsoft tenta se afastar do modelo tradicional de aplicativos, outras empresas, como a Apple, também seguem nessa direção. A expectativa é que futuras versões do sistema, como o iOS 27, tragam uma Siri mais avançada e novos recursos de agentes de inteligência artificial integrados ao sistema operacional.

Microsoft
 A Microsoft anunciou que quer substituir sistemas operacionais e aplicativos por agentes de IA. (Imagem: Angel Bena/Pexels)

O que é o Projeto Solara?

O Projeto Solara é a base da nova estratégia da Microsoft. Ele funciona como uma plataforma “do chip à nuvem”, que conecta dispositivos, processamento local e serviços de inteligência artificial em um único sistema.

Ele está sendo desenvolvido em parceria com a Qualcomm, que fornece a tecnologia de chips e hardware, enquanto a Microsoft fica responsável pela camada de nuvem e pelos serviços de IA que sustentam a experiência.

O Solara se apoia em três pilares principais:

  • Integração entre hardware e nuvem para processamento mais eficiente;
  • Uso de agentes de IA como interface principal no lugar de aplicativos tradicionais;
  • Uma experiência contínua entre dispositivos.

Esses agentes seriam capazes de entender o contexto do usuário, aprender preferências e executar tarefas de forma automatizada, reduzindo a dependência de sistemas operacionais e apps.

Se você gostou do texto, talvez também se interesse em saber por que a IA em 2026 será a era dos 'agentes de execução'.

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Steam sob pressão: e-mails sugerem acusações de monopólio e ameaças a estúdios

E-mails revelados em um processo judicial antitruste contra a Valve sugerem que a empresa de Gabe Newell teria ameaçado remover todas as edições de Rainbow Six Siege do Steam após a Ubisoft ter oferecido um bundle do shooter tático mais barato em sua própria loja, a Uplay. A informação foi obtida pela Bloomberg, que afirma que a Valve teria dado um prazo de até "fim do dia de amanhã" para a produtora francesa resolver a situação. A reportagem não especificou quando o caso aconteceu.

A Valve tem enfrentado acusações de monopólio nos últimos tempos. Uma pesquisa com mais de 300 executivos conduzida pelo Atomik Research em maio do ano passado revelou que 72% dos desenvolvedores acreditam que o Steam é um monopólio.

No início deste ano, veio a público um processo de US$ 900 milhões contra a Valve, após um tribunal do Reino Unido dar sinal verde para uma ação coletiva que acusa a companhia de práticas anticompetitivas.

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A ação, movida em 2024 pela defensora de direitos digitais Vicki Shotbolt, representa 14 milhões de usuários da plataforma no país e acusa a Valve de forçar editoras a realizar acordos de paridade desproporcionais e impedir que devs lancem jogos em outras plataformas antes ou por preços menores.

Steam é acusada de práticas de monopólio (Reprodução/Steam)

Em 2017, por exemplo, uma integrante da equipe de desenvolvimento de negócios do Steam, Kassidy Gerber, teria enviado um e-mail para a Warner Bros. Games e informou que a pré-venda de Middle-earth: Shadow of War havia sido retirada da plataforma, pois o preço estava "significativamente mais alto do que o disponível em outros varejistas para a mesma versão do jogo".

O presidente da Warner Bros. Interactive Entertainment, David Haddad, teria entrado em contato com Gerber rapidamente por telefone em uma tentativa de reconciliação.

Embora a funcionária da Valve tenha negado que a empresa possua qualquer política específica na plataforma sobre decidir a precificação de jogos pelos desenvolvedores, o advogado da acusação alegou que Gerber declarou, de forma explícita a um desenvolvedor, que "a política do Steam sempre foi exigir paridade material para as coisas que vendemos na Steam Store".

À Bloomberg, Kassidy Gerber afirmou que não se lembrava da acusação.

Steam Deck sofre aumento de preços

Do lado do hardware, a Valve anunciou um aumento de preços do Steam Deck que pode chegar a custar US$ 949 na sua versão mais cara. A alta segue uma tendência em indústrias que exigem qualquer chip ou componente, visto que os preços foram inflacionados pelo setor de IA.

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Geladeira Inverter vs. Comum: veja em quanto tempo você recupera seu dinheiro

Na hora de renovar a cozinha, o preço na etiqueta costuma ser o primeiro fator de decisão. No mercado de refrigeradores, a divisão entre os modelos com tecnologia inverter e os comuns (motores convencionais do tipo On/Off) gera uma dúvida recorrente: vale a pena pagar mais caro por um modelo Inverter? 

A verdadeira vantagem financeira depende de quanto tempo você pretende ficar com o aparelho e onde você mora no Brasil. Entenda:

O que muda na prática?

A grande diferença está na forma como o motor funciona. O compressor comum liga com força total até atingir a temperatura desejada e desliga completamente, repetindo esse ciclo ruidoso e de alto consumo várias vezes ao dia. 

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Já o compressor Inverter funciona continuamente, ajustando sua velocidade de acordo com a necessidade térmica (como o abrir e fechar de portas) e eliminando picos de energia.

Para ajudar o consumidor, o Inmetro atualizou as diretrizes do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE). A avaliação considera o Índice de Desempenho de Resfriamento (IDSR), que analisa a eficiência real do aparelho sob condições de uso severo e rotineiro

Com a simplificação das etiquetas, os aparelhos Inverter consolidaram-se no topo da Classe A de eficiência, apresentando reduções drásticas no consumo mensal em kWh.

Os modelos inverter são mais caros, mas a economia a longo prazo compensa (Divulgação/Xiaomi)

Modelos no mercado brasileiro

Para fins de comparação, analisamos alguns modelos consolidados de marcas expressivas no país:

Modelos Inverter (Classe A)

Destacam-se a Panasonic Econavi NR-BT42BV1X, com um consumo de apenas 31 kWh/mês, e a Samsung Evolution RT38, focada em proteção contra picos de tensão e consumo aproximado na mesma faixa. Seu preço médio de mercado gira em torno de R$ 3.300,00.

Modelos comuns

Opções populares como a Consul Facilite CRM44AB ou a Brastemp BRM44 trazem excelente espaço e durabilidade, mas registram médias de consumo na casa dos 45 kWh/mês. O preço médio dessas opções fica próximo a R$ 2.600,00.

Dessa forma, podemos afirmar que a diferença inicial de investimento entre as duas categorias é de aproximadamente R$ 700,00.

Simulação de consumo e tempo de retorno

Abaixo, aplicamos a diferença de consumo de 14 kWh/mês (45 kWh do modelo comum menos 31 kWh do Inverter) nas tarifas médias das principais concessionárias brasileiras para descobrir o tempo de recuperação do investimento:

Cidade Tarifa concessionária (R$/kWh) Custo mensal comum Custo mensal Inverter Economia mensal (R$) Economia anual (R$) Tempo de retorno
Fortaleza R$ 0,97 R$ 43,65 R$ 30,07 R$ 13,58 R$ 162,96 4,3 anos
São Paulo R$ 0,95 R$ 42,75 R$ 29,45 R$ 13,30 R$ 159,60 4,4 anos
Curitiba R$ 0,85 R$ 38,25 R$ 26,35 R$ 11,90 R$ 142,80 4,9 anos
Manaus R$ 0,84 R$ 37,80 R$ 26,04 R$ 11,76 R$ 141,12 5 anos
Brasília R$ 0,83 R$ 37,35 R$ 25,73 R$ 11,62 R$ 139,44 5 anos
Média geral R$ 0,89 R$ 39,96 R$ 27,53 R$ 12,43 R$ 149,18 4,6 anos

Em quanto tempo se recupera o investimento?

A média nacional de retorno para essa simulação gira em torno de 55 meses (pouco mais de 4 anos e meio). Considerando que a vida útil estimada de uma geladeira moderna é de 10 a 15 anos, o modelo Inverter passará pelo menos metade da sua jornada gerando economia líquida direta para o seu orçamento doméstico.

Além do retorno financeiro explícito na tabela, você adquire um eletrodoméstico muito mais silencioso, que conserva melhor os alimentos devido à estabilidade térmica e que diminui a pegada de carbono da residência.

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Hyundai derruba preço do HB20 e hatch fica mais em conta que Chevrolet Onix

Quem procura um hatch para chamar de seu já pode adquirir o Hyundai HB20 “no precinho”. Enquanto a montadora sul-coreana se prepara para o segundo semestre com uma grande reformulação estratégica em sua linha de compactos no Brasil, o compacto já pode ser comprado com reduções de mais de R$ 30 mil. 

Para abrir espaço nas lojas para as novidades que estão por vir, lojas autorizadas na Zona Leste de São Paulo oferecem o Hyundai HB20 Platinum, atual versão topo de linha do hatch, por R$ 98.900. Normalmente, o modelo custa R$ 132.490, ou seja, a redução é de R$ 33.590. Para comparação, o Chevrolet Onix na versão de entrada costuma sair por R$ 101.790.

Já a versão Limited com câmbio manual está disponível em uma concessionária da região na cor branco Atlas por R$ 87.790, sendo que o preço de tabela é de R$ 100.290. De qualquer forma, nossa dica é sempre conferir os preços e as condições nas concessionárias antes de fechar negócio. 

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Como é o Hyundai HB20

Quem levar o HB20 Platinum vai ter na garagem um carro com motor 1.0 turboflex de 120 cv e transmissão automática. Entre os itens de série, estão o pacote de auxílio ao condutor (ADAS) e carregador de smartphone por indução. Já a versão Limited, com propulsor aspirado de 80 cv e transmissão manual, entrega aceleração de 0 a 100 em 14,5 segundos.

Com a promoção, o HB20 fica com preço menor que o Chevrolet Onix (Imagem: Divulgação/Hyundai)

A montadora sul-coreana Hyundai iniciará no segundo semestre uma grande reformulação estratégica em sua linha de compactos no Brasil. Para isso, a fabricante vai lançar o inédito crossover i20 para competir diretamente na categoria que ganhou recentemente o reforço do Chevrolet Sonic

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OpenAI atualiza Codex para conquistar quem não mexe com código

A OpenAI lançou melhorias para o assistente de automação Codex com foco em quem usa a ferramenta para além da programação. As novidades incluem plugins para áreas específicas, como marketing e análise de dados, e a possibilidade de converter projetos em sites interativos.

De acordo com a criadora do ChatGPT, o Codex tem mais de 5 milhões de usuários ativos semanais, sendo que 20% deles são representados por profissionais que não atuam como desenvolvedores: analistas de marketing, designers, banqueiros e pesquisadores estão no grupo, por exemplo.

O que há de novo no Codex

O assistente ganhou suporte para plugins adaptados para diferentes setores: cada componente reúne aplicativos e habilidades importantes para a área do mercado de trabalho selecionada, sem passar por uma configuração prévia. A empresa lista 110 habilidades diferentes.

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Outra novidade é o recurso Sites, que permite criar web apps interativos e compartilháveis sobre o projeto criado no assistente. Dessa forma, mais pessoas da mesma empresa podem ter uma visão geral do conteúdo e acompanhar o desenvolvimento de perto, como um site com dados específicos para uma próxima reunião com um cliente.

Codex poderá criar sites para você (Imagem: Divulgação/OpenAI)

Já a função Anotações pode ser usada para editar partes específicas de um documento, sem afetar o projeto como um todo. É ideal para documentos como relatórios, apresentações e planilhas.

Vale destacar que o Codex está disponível apenas em planos pagos do ChatGPT.

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De volta à Fase Zero? Diretores prometem recomeço do MCU em Vingadores: Doomsday

Um dos filmes mais aguardados do ano, Vingadores: Doomsday chega aos cinemas apenas em dezembro, mas os diretores Joe e Anthony Russo já estão oferecendo aos fãs um gostinho do que vem por aí. Segundo a dupla, o novo longa da equipe colocará o MCU “de volta à fase zero”.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, os Irmãos Russo explicaram que não queriam que os fãs sentissem a necessidade de assistir a filmes e séries da franquia para ver Doomsday. Logo, pareceu natural para eles que a produção não se apoiasse a outros projetos anteriores da franquia, com o novo longa agindo como uma espécie de recomeço. 

“Estávamos com o Rob [Downey Jr.] mais cedo. Estávamos conversando sobre esse conceito de que estamos de volta à fase zero. É como um recomeço. Queremos garantir que todos sintam que isso não se baseia em nada do passado”, afirmou Joe Russo.

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Incertezas em tempos de crise

Quem acompanha o MCU desde o início sabe que a franquia do Marvel Studios não anda passando por um momento muito bom nos últimos anos. Entre fracassos de bilheteria e um desgaste do gênero de super-heróis em Hollywood, o estúdio parece estar fazendo o possível para retomar seu posto de prestígio nas telonas.

Vingadores: Doomsday tem a missão de retomar prestígio do MCU nas telonas (Imagem: Reprodução/Marvel Studios).

É por isso que muita gente encarou a declaração dos Irmãos Russo sobre Vingadores: Doomsday como uma forma de desconsiderar os erros do passado. Ao dizer para os fãs que o filme vai colocar o MCU “de volta à fase zero”, é quase como se eles estivessem pedindo para que o público ignore o que veio antes para abrir espaço para o novo.

Pouco se sabe até o momento sobre a trama de Doomsday, mas há um clima de incerteza no ar relacionado ao retorno de Robert Downey Jr. à franquia depois de marcar o MCU como o intérprete do Homem de Ferro. Para o novo filme dos Vingadores, Downey volta como o vilão Doutor Destino, dando uma repaginada ao universo compartilhado, embora uma série de atores icônicos da saga estejam confirmados no elenco, como Chris Evans, o Capitão América. 

O que parece ser certo é que a Marvel quer que Vingadores: Doomsday seja um evento cinematográfico tão grandioso quanto Vingadores: Ultimato (201), por exemplo, foi ao encerrar a era de ouro do MCU nas telonas. Lembrando que o longa está marcado para estrear no mesmo dia que o aguardado Duna: Parte 3, no dia 17 de dezembro.

Se você é fã da Marvel, aproveite para descobrir 8 heróis que podem se unir aos Vingadores em Avengers: Doomsday.

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iFood permite dividir o pagamento de pedidos com outra pessoa

O iFood, enfim, começou a liberar a opção para utilizar duas formas de pagamento. Conforme apurou o Canaltech, a nova modalidade permite que duas pessoas paguem pelo mesmo pedido simultaneamente ou deixe uma parte no Pix e outra no cartão de crédito.

"O iFood Pago informa que está testando a possibilidade de combinar duas formas de pagamento em um mesmo pedido no app do iFood com um grupo restrito de usuários", disse a empresa em nota à reportagem. "A funcionalidade faz parte do processo contínuo de avaliação de novas experiências no aplicativo para aprimorar a experiência dos clientes e parceiros."

Combinar pagamentos

A novidade surgiu nos apps para Android e iOS na manhã desta quarta-feira (3). Ao finalizar a compra, o iFood mostra o item “Combinar pagamentos”, que leva o usuário a uma página para escolher duas modalidades entre os cartões cadastrados, Apple Pay, NuPay e Pix.

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Depois, basta indicar o valor que será destinado para cada meio de pagamento, com a alternativa de dividir igualmente, pela metade, ou digitar quanto cada um pagará. O preparo do pedido inicializará ao concluir todas as transações.

iFood ganha opção selecionar duas formas de pagamento ao finalizar pedidos (Imagem: Captura de tela/Bruno De Blasi/Canaltech)
iFood ganha opção selecionar duas formas de pagamento ao finalizar pedidos (Imagem: Captura de tela/Bruno De Blasi/Canaltech)

Divisão de contas

A modalidade evita a necessidade de realizar transferências via Pix após a entrega, caso esteja dividindo o pedido com um amigo, por exemplo. Outra opção é dividir o pagamento, com uma parte no Pix e outra no cartão de crédito, a fim de aliviar os gastos no fim do mês.

Contudo, a plataforma não permite repetir a seleção de um item já marcado ou escolher o NuPay e o Pix ao mesmo tempo. Além disso, não há previsão de lançamento do recurso para todos os usuários.

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Notebooks até 40% mais caros? MacBook Neo vira salvação improvável contra crise

A crise das memórias está cobrando a conta, e ela ser ainda mais salgada para quem pretende comprar um PC ou notebook novo em 2026. Segundo a IDC, o mercado global de computadores deve encolher 11,3% neste ano, com uma piora ainda mais forte no último trimestre: queda de 20% em relação ao mesmo período do ano passado.

O motivo é simples, mas preocupante: falta memória, falta componente e sobra pressão nos preços. E, de acordo com a própria IDC, não há previsão de alívio significativo antes do fim de 2027.

A alta de preços no pior momento

O primeiro trimestre de 2026 até passou uma impressão positiva, com crescimento de 3% nas vendas. Mas, na prática, esse avanço foi uma espécie de “falsa largada”. Consumidores e empresas anteciparam compras justamente com medo de notebooks mais caros e menos disponibilidade de configurações nos próximos meses.

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Agora, a conta começa a aparecer. A IDC prevê alta média de 17% no preço dos PCs em 2026, enquanto a TrendForce traça um cenário ainda mais apocalíptico para os notebooks: modelos convencionais podem ficar quase 40% mais caros se a alta de memórias e processadores continuar sendo repassada ao consumidor.

Previsão da IDC é que mercado de PCs só apresente melhorias a partir de 2028 (Imagem: Reprodução/IDC)

E aqui não estamos falando só de “mercado” ou planilha de analista. Estamos falando de memória RAM, SSD e CPU, justamente os principais componentes de qualquer notebook. Segundo a TrendForce, memória RAM e armazenamento, que normalmente representam cerca de 15% do custo de componentes de um laptop, já ultrapassam 30%. Somando isso ao aumento dos processadores, essa fatia pode chegar a 58% do custo total da máquina.

Em outras palavras: ou as fabricantes aumentam preços, ou cortam especificações, ou espremem margens. Nenhuma das três opções é boa para quem está procurando um notebook novo.

O segmento de entrada virou campo de guerra

A pressão é ainda maior nos segmentos de entrada e intermediário, onde cada dólar no custo de produção faz diferença. A Intel, por exemplo, já reajustou em mais de 15% alguns processadores de entrada e de gerações anteriores, além de preparar novos aumentos para plataformas mainstream.

A situação também começa a respingar na disponibilidade. Com a demanda por IA puxando capacidade de produção e empacotamento avançado para chips de alto desempenho, processadores mais simples estão perdendo prioridade. Até plataformas de entrada da AMD, que vinham sendo uma alternativa mais competitiva, já aparecem no radar de possíveis restrições.

É nesse cenário de terra arrasada que surge um protagonista improvável: o MacBook Neo.

Em um mercado em crise, o MacBook Neo surge como protagonista improvável e "salvador da pátria" (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

MacBook Neo: o “baratinho” da Apple que ninguém esperava

Parece piada, mas não é: a Apple, empresa que nunca foi sinônimo de custo-benefício, hoje aparece como uma das forças mais competitivas no mercado de notebooks acessíveis.

Lançado em março deste ano por US$ 599, o MacBook Neo combina chip A18 Pro, 8 GB de memória e macOS em um pacote voltado para o segmento abaixo dos US$ 700. Esse mercado movimenta cerca de 75 milhões de unidades por ano e representa quase 40% de todo o volume global de notebooks — uma faixa historicamente dominada por laptops Windows e ChromeOS.

A diferença é que, enquanto muitos fabricantes tradicionais precisam decidir entre aumentar preços ou capar configurações, a Apple está usando sua integração vertical como vantagem. O MacBook Neo não é uma máquina para power users, gamers ou criadores profissionais, mas entrega o que boa parte do público realmente procura: acabamento decente, boa autonomia, desempenho suficiente e acesso ao ecossistema Apple por um preço menos assustador.

Para quem só quer estudar, trabalhar, navegar, fazer chamadas de vídeo e editar documentos, isso pode ser mais atraente do que um notebook Windows de entrada ficando mais caro e, em alguns casos, pior equipado.

Rivais vão ter de reagir

A própria IDC admite que o MacBook Neo está “pressionando todo o ecossistema de PCs”. A expectativa é que fabricantes respondam com novos chips, notebooks mais eficientes com Windows e promoções mais agressivas para manter modelos baratos minimamente competitivos.

Apesar de já estarmos vendo algumas iniciativas, até mesmo da Dell, que está reposicionando o XPS para se tornar um competidor do MacBook Neo, isso não acontece do dia para a noite. Desenvolver plataformas mais eficientes, otimizar sistema operacional e negociar componentes em meio a uma crise global de memória leva tempo. Até lá, a Apple pode ocupar um espaço que, por anos, parecia improvável: o de opção racional para quem quer gastar pouco.

E isso, por si só, é extremamente curioso e uma prova de que o mercado está mudando. A Apple não precisou transformar o MacBook Neo em um monstro de desempenho. Ela só precisava acertar o básico no momento em que o restante do mercado começou a tropeçar em preço, disponibilidade e eficiência.

Apple salvadora? Calma aí

Isso não significa que o MacBook Neo vai resolver a crise dos PCs. A própria IDC deixa claro que a trajetória geral dos preços continua para cima, mesmo com a expansão da capacidade de memória nos próximos anos. Ou seja: o Neo ajuda a absorver parte da pancada no segmento de entrada, mas não muda sozinho os rumos da indústria.

Ainda assim, o recado para Intel, AMD, Microsoft e fabricantes de notebooks é claro. Em um momento em que o consumidor está mais sensível a preço e mais exigente com eficiência, não basta empilhar especificações na ficha técnica. É preciso entregar valor aliado à aplicabilidade real.

E, ironicamente, quem está dando essa aula agora é justamente a Apple.

Você sabia que a Intel já está se movimentando para contra-atacar a Apple? Conheça os "processadores baratinhos" Wildcat Lake.

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Ex-executiva do Facebook é impedida de falar sobre livro sob pena de multa

Uma decisão arbitral obtida pela Meta nos Estados Unidos silenciou publicamente a ex-diretora de políticas públicas da empresa, Sarah Wynn-Williams, durante o festival de literatura Hay Festival de 2026.

O veredito jurídico, fundamentado em um acordo de confidencialidade assinado no desligamento da executiva, impede que ela comente ou promova o seu próprio livro de memórias, intitulado “Careless People: A Cautionary Tale of Power, Greed, and Lost Idealism” (“Pessoas Descuidadas: Uma História Cautelar sobre Poder, Ganância e Idealismo Perdido”, em inglês).

As informações foram divulgadas pelo portal TechRadar nesta terça-feira (2). Durante o painel do evento, a autora permaneceu no palco sem proferir declarações, enquanto outros palestrantes debatiam o caso. O descumprimento das regras impostas pela Meta pode acarretar multas de até US$ 50 mil por infração cometida.

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Impacto comercial e acusações de censura privada

A restrição jurídica afetou diretamente a distribuição do livro no local do evento. A organização do Hay Festival retirou todos os exemplares de Careless People de suas lojas físicas para evitar que as vendas fossem interpretadas pela Meta como um ato de promoção coordenado pela autora.

A editora responsável pela obra, contudo, mantém o direito legal de distribuir o material comercialmente nos canais tradicionais.

Sarah Wynn-Williams atuou por sete anos no alto escalão do Facebook. A obra traz denúncias sobre a cultura interna da companhia, conduta de executivos e decisões operacionais estratégicas. Entre as principais alegações da ex-diretora estão:

  • Desenvolvimento de ferramentas de censura digital específicas para cumprir exigências governamentais e tentar acessar o mercado da China;
  • A flexibilização e o enfraquecimento prático de princípios institucionais de liberdade de expressão outrora defendidos publicamente;
  • A priorização deliberada do crescimento financeiro e volumétrico da rede social em detrimento de diretrizes éticas internas.

O caso gerou repercussão entre especialistas de políticas públicas de tecnologia. Tim Wu, ex-consultor de tecnologia da Casa Branca e autor de análises sobre o poder econômico das plataformas digitais, classificou a estratégia jurídica da Meta como uma modalidade de "censura privada".

Wu apontou que o mecanismo contratual de arbitragem serve para suprimir o debate de interesse público, independentemente da veracidade das alegações contidas no livro.

Em posicionamento oficial enviado à imprensa, a Meta justificou a medida com base nas cláusulas contratuais previamente assinadas. A controladora do Facebook declarou que existe uma ordem de arbitragem vinculante contra Wynn-Williams e que a corporação possui o direito legal de exigir que os termos acordados durante o período de contratação sejam estritamente observados.

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Mortal Kombat 2 já tem data certa para chegar ao streaming

Se você estava esperando para assistir Mortal Kombat 2 no streaming, a Warner Bros. Pictures tem uma boa notícia: a sequência do filme de 2021 já tem data para chegar às plataformas digitais.

Com US$ 125 milhões arrecadados em bilheteria mundial até o momento, Mortal Kombat 2 marcou o retorno da franquia aos cinemas após o filme de 2021, comandado por Simon McQuoid.

Mais elogiado que o antecessor, o novo longa conquistou os fãs com mais pancadaria, sangue, referências aos jogos clássicos e um humor escrachado, sem se levar a sério demais. O filme ainda marcou pontos por apostar no carisma de Johnny Cage, interpretado por Karl Urban (The Boys), que protagoniza a produção ao lado de outros campeões famosos da saga.

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Quando Mortal Kombat 2 chega às plataformas digitais?

Como revelado pela Warner Bros. Pictures, Mortal Kombat 2 estreia nos streamings a partir do dia 9 de junho. Neste primeiro momento, o longa será disponibilizado apenas para compra ou aluguel em serviços que oferecem esse modelo de aquisição digital.

Mortal Kombat 2 estará disponível para compra ou aluguel nas plataformas digitais a partir de 9 de junho (Imagem: Divulgação/Warner Bros. Pictures).

Por enquanto, ainda não há informações sobre quando o longa vai entrar no catálogo da HBO Max, o streaming oficial de produções da Warner. Considerando estratégias anteriores do estúdio, é possível prever que a sequência chegue ao serviço dentro de 70 a 90 dias após a estreia nos cinemas.

Dessa forma, podemos esperar que Mortal Kombat 2 seja disponibilizado na HBO Max por volta do final do mês de julho ou começo de agosto.

Mortal Kombat 3 está confirmado?

Com o tímido sucesso de público da sequência, era de se esperar que a Warner e o New Line Cinema dessem continuidade à franquia nos cinemas. De acordo com informações da Variety, Mortal Kombat 3 deve acontecer, com o roteirista Jeremy Slater já em ação para desenvolver o novo projeto.

Mortal Kombat 3 está em desenvolvimento atualmente (Imagem: Divulgação/Warner Bros. Pictures).

Embora detalhes aprofundados sobre a produção não tenham sido revelados, o final de Mortal Kombat 2 deixa algumas pontas soltas que podem ser trabalhadas em um novo filme. Por enquanto, só resta aos fãs esperar para ver.

Mortal Kombat 2 chega às plataformas digitais em 9 de junho. O filme de 2021 está disponível para streaming na HBO Max. Enquanto isso, aproveite para saber onde assistir aos filmes, séries e desenhos de Mortal Kombat.

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Câmera de segurança do Google agora reconhece gatos e cães pelo nome

O Google Home recebeu uma atualização importante voltada para quem tem animais de estimação em casa. O novo recurso, batizado de Memória de Pet, permite que câmeras compatíveis identifiquem animais de estimação pelo próprio nome. A novidade faz parte das ferramentas do Gemini para a casa conectada.

Para ativar a função, o usuário precisa cadastrar o nome e a espécie do animal na seção Ask Home. A partir desse ajuste, o sistema envia notificações específicas quando o mascote aparece em algum cômodo ou no histórico de gravação. O monitoramento inteligente reduz a necessidade de abrir o aplicativo para verificar qual animal acionou um alerta de movimento.

A tecnologia busca reduzir erros de identificação. As notificações podem indicar qual animal foi identificado, em qual cômodo ele apareceu e o tipo de atividade detectada. No entanto, a ferramenta exige a assinatura do plano Advanced do Google Home Premium, o nível pago do ecossistema.

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Câmeras do Google recebem nova função para quem tem pet em casa (Imagem: Divulgação/Google)

O avanço traz um debate sobre privacidade na automação residencial. Enquanto rivais como a Ring já se envolveram em polêmicas por buscar cães perdidos com redes de câmeras da vizinhança, o Google optou por uma abordagem mais restrita. O recurso funciona apenas em câmeras compatíveis do próprio usuário e depende do cadastro prévio do animal para fornecer informações personalizadas.

A empresa ainda não divulgou o cronograma de lançamento em cada país ou a lista completa de aparelhos compatíveis. Os interessados devem verificar a elegibilidade dos seus dispositivos e avaliar o custo do plano pago antes de habilitar a função.

Câmeras que usam IA para melhorar suas funções não são novidades e, recentemente, a Xiaomi anunciou uma câmera com inteligência artificial que reconhece comportamentos.

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BYD diz quando carros que mudam de faixa e estacionam sozinhos chegam ao Brasil

A BYD está se preparando para trazer ainda mais tecnologia para os consumidores brasileiros. Segundo informações divulgadas por Stella Li, CEO da BYD Américas e Europa, em um evento conduzido na China, a marca confirmou a chegada do seu novo sistema de assistência à condução no Brasil em 2027. 

Trata-se do God’s Eyes, o sistema de condução semiautônoma nível 3 da BYD disponível em diferentes versões. A novidade deve vir também na versão B, que é intermediária e oferece o sistema Light Detection and Ranging (LiDAR), de sensores de rastreamento a laser, como um opcional para todos os carros da gigante chinesa comercializados por aqui. 

A chegada da novidade ao país se deve, em partes, à redução de custos da tecnologia na Ásia, onde o Dolphin e outros modelos acessíveis da fabricante já saem de fábrica equipados com o recurso inteligente. Por isso, muita calma nessa hora: o aproveitamento total das capacidades autônomas vai depender do que diz a legislação brasileira de trânsito. 

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Autonomia inteligente da BYD 

O sistema estruturado para o mercado brasileiro utiliza uma rede de radares ultrassônicos, câmeras digitais e o avançado sensor LiDAR. Juntos, os recursos permitem tráfego semiautônomo em rodovias e no trânsito das cidades, mudanças de faixa automáticas, leitura de placas viárias, frenagens de emergência e até estacionamento por conta

A BYD vai trazer em breve ainda mais tecnologia para as ruas brasileiras (Imagem: Divulgação/BYD)

As novidades não acabam aí. O sistema conta com a nova arquitetura XUANJI 2.0, rede de sensores via satélite e um modelo de inteligência artificial, que atualiza o banco de dados de maneira preditiva. Para sustentar o grande volume de dados do assistente virtual, a BYD projetou também o processador XUANJI A3 de 4 nanômetros, capaz de efetuar mais de 2 trilhões de operações por segundo com um consumo energético 20% menor que o dos concorrentes. 

Se você estiver com o pé atrás com tantos recursos chegando às ruas brasileiras, saiba que a BYD parece apostar, e muito, na segurança do sistema que oferece — prova disso é que a marca instituiu uma garantia pioneira que cobre todos os custos de sinistros caso a responsabilidade do acidente seja do sistema.

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Cupom derruba preço do S25 Plus; Samsung permite parcelar em 12x sem juros

O Galaxy S25 Plus apareceu em uma oferta agressiva com cupom “CANALTECH”, saindo por R$ 3.999 com possibilidade de parcelamento em até 12x sem juros e frete grátis. Considerando que é a versão com 12 GB de RAM e 256 GB, o preço coloca o modelo em uma posição interessante dentro da própria linha S25.

O S25 Plus é o modelo intermediário premium da linha, e isso aparece principalmente no equilíbrio entre tela grande, bateria e desempenho — sem chegar no preço mais alto da versão Ultra.

Samsung Galaxy S25+
Samsung Galaxy S25+ (Brenno Barreira/ Canaltech)
Samsung Galaxy S25+
Samsung Galaxy S25+ (Brenno Barreira/ Canaltech)
Samsung Galaxy S25+
Samsung Galaxy S25+ (Brenno Barreira/ Canaltech)
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Samsung Galaxy S25+ (Brenno Barreira/ Canaltech)
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Samsung Galaxy S25+ (Brenno Barreira/ Canaltech)
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Samsung Galaxy S25+ (Brenno Barreira/ Canaltech)
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Samsung Galaxy S25+ (Brenno Barreira/ Canaltech)
Samsung Galaxy S25+
Samsung Galaxy S25+ (Brenno Barreira/ Canaltech)
Samsung Galaxy S25+
Samsung Galaxy S25+ (Brenno Barreira/ Canaltech)

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Veja tudo o que o Galaxy S25 Plus oferece

  • Tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7” com resolução Full HD+ e taxa de 120 Hz;
  • Processador Snapdragon 8 Elite com foco em desempenho e eficiência;
  • 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento;
  • Câmera principal de 50 MP com estabilização óptica;
  • Conjunto triplo com ultrawide e teleobjetiva;
  • Bateria de 4.900 mAh com carregamento rápido e sem fio;
  • Certificação IP68 contra água e poeira;
  • Android 15 com Galaxy AI integrado.

Na comparação direta, o S25 FE é a opção mais barata, mas corta em alguns pontos importantes: usa um chip menos potente e traz câmeras mais simples. Já o Galaxy S25 “normal” mantém desempenho parecido, mas perde em tamanho de tela e bateria.

Ou seja, o S25 Plus acaba sendo o ponto de equilíbrio da linha: maior que o modelo base, mais potente que o FE e ainda bem mais barato que o Ultra.

Veja fotos tiradas com o Galaxy S25 Plus pela equipe do Canaltech:

Galaxy S25 Plus - Câmera principal
Galaxy S25 Plus - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera principal
Galaxy S25 Plus - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera principal
Galaxy S25 Plus - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera principal
Galaxy S25 Plus - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera principal
Galaxy S25 Plus - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera principal
Galaxy S25 Plus - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera principal
Galaxy S25 Plus - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera Frontal / modo retrato
Galaxy S25 Plus - Câmera Frontal / modo retrato (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera Frontal
Galaxy S25 Plus - Câmera Frontal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera principal
Galaxy S25 Plus - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera principal
Galaxy S25 Plus - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera principal
Galaxy S25 Plus - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera principal/zoom
Galaxy S25 Plus - Câmera principal/zoom (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera principal
Galaxy S25 Plus - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera principal
Galaxy S25 Plus - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera telefoto
Galaxy S25 Plus - Câmera telefoto (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera telefoto
Galaxy S25 Plus - Câmera telefoto (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera telefoto
Galaxy S25 Plus - Câmera telefoto (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera principal
Galaxy S25 Plus - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera principal
Galaxy S25 Plus - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide
Galaxy S25 Plus - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)

Comparativo rápido

Característica Galaxy S25 Plus Galaxy S25 FE Galaxy S25
Tela 6,7" AMOLED 120 Hz 6,7" AMOLED 120 Hz 6,2" AMOLED 120 Hz
Processador Snapdragon 8 Elite Exynos 2400 Snapdragon 8 Elite
RAM 12 GB 8 GB 12 GB
Câmera principal 50 MP (OIS) 50 MP (OIS) 50 MP (OIS)
Bateria 4.900 mAh 4.500 mAh 4.000 mAh
Proteção IP68 IP68 IP68

No fim das contas, essa oferta deixa o Galaxy S25 Plus como uma escolha bem racional dentro da linha: entrega quase tudo que importa em um topo de linha, mas por um preço mais controlado — especialmente com parcelamento sem juros.

Leia a matéria no Canaltech.

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Preço no chão: Mouse Gamer Redragon Cobra por R$ 76,49 no KaBuM!

Se você joga no PC, sabe perfeitamente como um mouse comum ou antigo atrapalha na hora da ação. O cursor trava, a mira passa do ponto e a frustração toma conta nas partidas mais intensas. Para resolver esse problema de uma vez por todas, o KaBuM! derreteu o preço do Mouse Gamer Redragon Cobra. Essa é a oportunidade perfeita para você garantir um periférico de alto desempenho pagando muito pouco. Mas corra, porque esse estoque com preço promocional vai durar pouquíssimo tempo!

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O Redragon Cobra traz o aclamado sensor Pixart PMW3327, que entrega até 12.400 DPI. Na prática, isso significa um rastreio rápido e milimétrico dos seus movimentos, ideal para jogos de tiro onde cada segundo conta. Você ganha muito mais agilidade e precisão nas suas gameplays sem precisar gastar uma fortuna para isso.

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Outro ponto forte são os 8 botões programáveis. Você pode configurar atalhos e macros diretamente no software do mouse, facilitando a execução de comandos complexos no dia a dia ou durante as partidas. Ele ainda conta com memória interna para salvar as suas preferências, permitindo que você mude de jogo sem perder suas configurações.

O design é totalmente focado no conforto do usuário. A pegada ergonômica se encaixa muito bem na mão de usuários destros, reduzindo drasticamente o cansaço e as dores no pulso após longas horas de uso. Para completar, o visual ganha um destaque especial com a iluminação RGB Chroma, que deixa o seu setup muito mais bonito e personalizado.

Vale a pena comprar o Mouse Gamer Redragon Cobra?

Se você busca o seu primeiro mouse gamer de qualidade ou quer substituir um modelo básico por um preço imbatível, a resposta é sim. Quem já comprou elogia bastante o conforto, o deslizamento suave graças aos pés de teflon e a facilidade de customização. Por custar menos de R$ 77, o custo-benefício é simplesmente espetacular.

Para manter a total transparência com você, vale destacar que, embora muitos usuários relatem anos de uso contínuo sem qualquer problema, algumas avaliações mencionam falhas no scroll ou cliques duplos após alguns meses de uso intenso. Mesmo assim, a imensa maioria dos compradores reforça que o produto entrega exatamente o que promete pelo valor cobrado.

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Testamos o MEC Idiomas: como é o concorrente do Duolingo feito pelo governo

O MEC Idiomas, aplicativo do governo federal para aprendizado de idiomas, ficou disponível nesta quarta-feira (3). Ele foi anunciado junto do lançamento do MEC Livros no primeiro semestre de 2026, mas ainda estava em desenvolvimento.

O app conta com aulas de inglês e espanhol, dividas em módulos, que possuem aulas e exercícios de fixação em formato gamificado, semelhante ao Duolingo.

Testei o MEC Idiomas, terminando uma unidade em cada um dos idiomas e, abaixo, trago as impressões sobre o aplicativo. Fiz o teste de proficiência em ambas, e comecei pelo nível B2 - Intermediário Superior (aparentemente o mais avançado possível para começar) em inglês, e no A1 - Iniciante, em espanhol.

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Como funciona o MEC Idiomas

As aulas são compostas de três etapas: aprender, praticar e desafio. A parte de “aprender” é uma mini-aula sobre algum tema ou situação. No meu caso, em inglês, as aulas abordaram exemplos de encontros rápidos, conversas entre pessoas que não se vêem há muito tempo e comentários sobre estar sem tempo. 

Essa fase inicial é onde você aprende o conteúdo, com explicação gramatical e exemplos de uso. É essa a base que você terá para as próximas partes, de exercícios.

Em “praticar” você recebe alguns exercícios de fixação, que são, basicamente, repetição do que foi visto durante a aula inicial. Prestando atenção, você passa aqui com 100% sem problemas. 

Vale ressaltar que tanto a aula quanto as lições são escritas em português, claro, com os termos e palavras ensinados em inglês (ou espanhol). 

Já os “desafios” são praticamente a mesma coisa que vemos em “praticar”. A diferença, é que eles não necessariamente fazem parte diretamente da mini-aula. Ou seja, não é só fixação/repetição, você precisa “queimar” um pouco mais de neurônios.

Depois de seis aulas, há um “checkpoint”, que é uma revisão da unidade. Foram 15 exercícios com base nas lições, bem parecidos com os anteriores.

mec idiomas exemplo
O app usa animais da nossa fauna e cultura (como o vira-lata caramelo) como personagens do jogo (Imagem: Captura de tela/Marcelo Fischer/Canaltech)

Como são os exercícios?

Tanto em inglês quanto em espanhol, as aulas são compostas por exercícios parecidos com os que vemos no Duolingo. Das 12 aulas que fiz ao todo, me deparei com lições como:

  • Selecionar a palavra que falta para completar uma frase;
  • Escolher as letras que formam a palavra que falta em uma frase;
  • Ligar áudios às suas respectivas frases faladas;
  • Ligar áudios/textos ao que representam.

Até o momento, não vi exercícios em que pratico a fala ou que é necessário digitar.

Impressões

Ao todo, completei duas unidades com um total de 12 aulas, em torno de 1 hora. Em espanhol tive a experiência de ir do mais básico (A1) e em inglês do mais avançado possível (B2).

O grande diferencial do MEC Idiomas são as explicações. Aqui, de fato, há uma aula. Uma mini-aula. Enquanto no Duolingo você aprende com método mais voltado à exposição e repetição, aqui é na base da fórmula explicação breve + exercícios rápidos.

Em espanhol, o básico é, de fato, básico. Você começa pela parte de se apresentar, como “soy Marcelo” e “eres João”. Inclusive, na primeira unidade, em dois momentos durante a aula há um vídeo, em torno de 1 minuto e meio, de uma pessoa explicando mais à fundo o tema.

Em inglês, idioma que já domino, senti bastante facilidade na unidade feita.

Comparando novamente com o Duolingo, senti que o MEC Idiomas é voltado para quem tem pouco ou nenhum conhecimento da língua em questão, e deseja realmente aprender. Mas, para quem já sabe e quer praticar ou adquirir vocabulário, o Duolingo ainda sai na frente.

MEC Idiomas app
O MEC Idiomas é ideal para aprender o idioma do zero (Imagem: Marcelo Fischer/Canaltech)

O app do passarinho verde possui um método gamificado mais interessante, em que você realmente quer voltar todos os dias. A identidade visual é mais chamativa e apelativa, e tudo se encaixa, está em seu devido lugar. 

Já no MEC Idiomas, o método “de jogo” não sobressai tanto, mas você aprende e pratica mais rápido.

Talvez você fique mais de 1 hora por semana no MEC Idiomas, enquanto no Duolingo fica 5 minutos por dia. São propostas diferentes. Mas, o ponto negativo, e que fica mais evidente no app do governo, é a usabilidade.

Usabilidade

Aqui é o ponto fraco do MEC Idiomas. A experiência é de que estou usando um aplicativo ainda em fase beta, não finalizado. Para quem está acostumado com o Duolingo, pode estranhar. 

A interface é intuitiva, não há segredo na forma como usar. Ponto positivo. Mas os bugs acontecem com certa frequência. Deixo abaixo quatro situações que me ocorreram em 1 hora de uso:

  • Bug 1: toquei no áudio e ele não tocou, mas, depois de um tempo parado, tocou;
  • Bug 2: Era necessário completar com a palavra “everything’s”, mas não havia a letra “h” disponível. Na segunda tentativa da mesma lição, faltava não só a letra “h” mas também a letra “n”;
  • Bug 3: a barra de “Continuar” estava sobre as letras que eu precisava para completar a palavra;
  • Bug 4: o exercício 4/5 bugou, ao enviar a resposta a tela não mudou, e, depois de tentar novamente, voltou ao 1/5. E continuou com erro conforme eu tentava, precisei fechar e recomeçar.

    bugs MEC Idiomas
    Exemplos dos bugs que me deparei durante o uso (Imagem: Capturas de tela/Marcelo Fischer/Canaltech)

O intuito do aplicativo é democratizar o acesso à idiomas estrangeiros, e cumpre seu papel com eficiência. Inclusive, com certificados do Gov.br em sua conta ao completar os níveis. Mas os bugs precisam ser corrigidos o quanto antes para não atrapalhar a experiência e aprendizado do usuário.

Como usar o MEC Idiomas

Para acessar o MEC Idiomas, basta entrar com sua conta Gov.br no site (mecidiomas.mec.gov.br) ou pelo aplicativo (iOS | Android).

Leia a matéria no Canaltech.

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Controles para celular evoluem, mas compatibilidade ainda é desafio

O mercado de controles para Android e iOS mudou bastante nos últimos anos. O que antes era visto como um acessório adaptativo para poucos usuários agora se consolidou como uma categoria própria de hardware, com soluções voltadas para diferentes perfis de jogadores.

O apresentador Adriano Ponte destacou essa evolução durante o CNN Tech. Segundo ele, a transformação passa tanto pela ergonomia dos dispositivos quanto pelas tecnologias de conexão e pela forma como os jogos lidam com controles externos.

Enquanto as soluções mais antigas apenas simulavam toques na tela, os produtos atuais se dividem principalmente em duas categorias. 

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De um lado estão os gamepads tradicionais, que priorizam a versatilidade e funcionam em diferentes plataformas. Do outro, os grips telescópicos, que envolvem o smartphone e oferecem uma experiência mais próxima da encontrada em consoles portáteis.

GameSir G8 Galileo
Caixa do GameSir G8 Galileo (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
G8 Galileo é o novo joystick mobile da GameSir (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Esquema de cores do GameSir G8 Galileo é um ponto controverso (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Detalhe da alavanca, botões de ação e conector USB-C flexível do GameSir G8 Galileo (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Detalhe dos controladores analógico e digital do GameSir G8 Galileo (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Faceplates do GameSir G8 Galileo são facilmente removíveis, não precisando de ferramentas para trocar analógicos e fazer manutenção (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Parte traseira do GameSir G8 Galileo; empunhaduras texturizadas e botões adicionais que podem ser mapeados sem uso de software (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Detalhes dos botões de ação em membrana, analógico direito e botões de start e Home com marca da galinha (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Detalhe do conector USB-C flexível do GameSir G8 Galileo (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
GameSir G8 Galileo conta com portas USB-C para carregamento e de áudio, ambas com passthrough (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Detalhe do encaixe do telefone no GameSir G8 Galileo; vão não deixa câmera "ralar" na parte inferior (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
Detalhe dos botões de ombro e gatilho do GameSir G8 Galileo (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
GameSir G8 Galileo em ação (Jones Oliveira/Canaltech)
GameSir G8 Galileo
GameSir G8 Galileo (Jones Oliveira/Canaltech)

O fim do atraso nos comandos

A escolha do modelo ideal depende de alguns fatores importantes. Os controles com Bluetooth convencional atendem bem quem joga casualmente, mas a latência pode se tornar um problema em partidas competitivas, nas quais qualquer atraso entre o comando e a resposta do jogo faz diferença.

Para contornar essa limitação, fabricantes apostam em conexões USB-C diretas, que reduzem a latência e garantem respostas mais rápidas. Alguns modelos avançados também utilizam adaptadores proprietários de 2,4 GHz, tecnologia que busca reproduzir no ambiente móvel a mesma estabilidade encontrada em PCs.

Durante o programa, Adriano apresentou um controle tradicional que oferece diferentes opções de conectividade. O modelo conta com um botão traseiro para alternar entre Bluetooth, conexão direta e adaptador sem fio, além de suportes que permitem acoplar o smartphone acima dos analógicos.

Controles mobile oferecem versatilidade multi plataforma (Imagem: Divulgação/GameSir)

O desafio da compatibilidade

Apesar da evolução do hardware, a compatibilidade continua sendo um dos principais desafios da categoria. Durante uma demonstração de Brawl Stars, por exemplo, o controle apresentou falhas de resposta mesmo estando pareado e com o mapeamento ativado.

O episódio serviu para ilustrar uma limitação comum do mercado. Nem todos os jogos para celular oferecem suporte nativo a controles externos, o que obriga muitos usuários a recorrerem a aplicativos de terceiros para mapear os botões físicos sobre os comandos virtuais exibidos na tela.

Essa camada extra de software pode causar falhas, travamentos e inconsistências durante a jogatina. Como exemplo de implementação mais refinada, Adriano citou Zenless Zone Zero, que já conta com suporte nativo para diferentes layouts de controle e oferece uma experiência mais fluida.

Qual modelo comprar?

Os modelos mais completos de marcas consolidadas costumam custar cerca de R$ 400, especialmente no segmento dos grips telescópicos com componentes magnéticos e acabamento mais sofisticado.

Quem deseja gastar menos encontra alternativas importadas na faixa de R$ 100 a R$ 150. Embora normalmente apresentem construção mais simples e menor durabilidade, esses modelos podem ser uma boa porta de entrada para quem ainda não sabe qual tipo de conexão ou formato prefere utilizar.

A recomendação do especialista é começar por um equipamento mais acessível e avaliar a compatibilidade com os jogos mais utilizados. Caso a experiência seja positiva, o investimento em um modelo mais avançado passa a fazer mais sentido e reduz as chances de arrependimento na compra.

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Remedy anuncia data de Control Resonant com preço baratíssimo

A Remedy Entertainment anunciou, durante o State of Play de terça-feira (2), a data de lançamento de Control Resonant: 24 de setembro de 2026. A revelação ocorreu com um trailer inédito, que mostra mais do protagonista Dylan Faden e cenas do gameplay.

Sequência de Control (2019), a aventura será lançada no PS5, Xbox Series e computadores entre os preços de R$ 219,95 e R$ 230,90. Independentemente da plataforma, você já pode fazer a pré-venda e garantir o jogo em sua chegada.

Vale notar que apenas na plataforma PlayStation existe o bônus da edição Deluxe do acesso antecipado. Ele permitirá que o público jogue 2 dias antes dos demais — na prática, com essa versão, você começa a aventura no dia 22 de setembro.

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Ainda que seja uma baita vantagem, é importante destacar que a Remedy não tornou a edição tão mais cara como vemos em determinadas experiências. A Digital Deluxe Edition, na PS Store, é vendida por R$ 261,90.

Apesar do novo trailer e da data de lançamento, o estúdio não revelou detalhes inéditos sobre Control Resonant durante a apresentação. Ao menos já é possível começar a contagem regressiva: faltam pouco mais de 3 meses para o seu lançamento.

Mês disputado para Control Resonant

Para fugir de GTA 6 em novembro, muitas desenvolvedoras e produtoras migraram a data de chegada dos seus games para setembro. Marvel’s Wolverine, por exemplo, virá no dia 15 de setembro. Já Dune: Awakening, Onimusha: Way of the Sword e Silent Hill: Townfall seguirão o mesmo padrão.

Exceto pelo soulslike, todos os demais serão lançados muito próximos — com um intervalo menor do que uma semana. Em outras palavras, Control Resonant terá um desafio e tanto para se destacar em meio a tantos games promissores. 

Confira as datas e horários de todos os eventos do Summer Game Fest 2026.

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