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Disney+ muda regras e vai suspender conta de quem usa ad-blocker ou VPN

O Disney+ está prestes a impactar a vida de quem usa ad-blocker e VPN para acessar o streaming. Isso porque o serviço vai realizar uma atualização em seus termos de publicidade e de conteúdos promocionais, uma estratégia que vai afetar o uso de bloqueadores de anúncios ou sistemas de segurança criptografados para conexões.

Segundo informações do veículo italiano Multiplayer, quem usar tais recursos para acessar as assinaturas pode ser penalizado com uma suspensão da conta, pois a ação estará contrariando as novas regras estabelecidas pela empresa. 

A medida também deve introduzir condições especiais voltadas para pagamentos e cancelamentos, embora detalhes sobre a implementação ao redor do mundo, incluindo o Brasil, não tenham sido revelados.

O que muda com as novas regras de publicidade

Tratando especificamente do cenário italiano, a matéria ressalta algumas mudanças que serão colocadas em prática no país pelo Disney+ no que diz respeito ao regulamento de publicidade. 

Embora tais alterações não sejam práticas agressivas, o que a Disney está fazendo, na verdade, é formalizar uma ação que já acontece, mas que ainda não constava por escrito nos termos contratuais das assinaturas. Dessa forma, comerciais que são exibidos no meio de séries e filmes no plano padrão com anúncios, por exemplo, permanecem na ativa para os usuários dessa modalidade. 

disney+

Para quem usa os planos Standard e Premium, a atualização oficializa que conteúdos promocionais, como trailers e logotipos de patrocionadores, podem aparecer antes ou depois de exibições de produções do streaming, que seguem sem a interferência de publicidade durante as exibições. Já no caso de de transmissões ao vivo ou serviços de terceiros, o conteúdo promocional pode aparecer nos comerciais.

O ponto mais sensível é que agora o Disney+ pode impedir a reprodução dos conteúdos na plataforma para usuários que usam ferramentas de bloqueio de anúncios ou VPNs, chegando até mesmo a suspender o acesso. 

Novas regras de pagamento e cancelamento

Além das medidas voltadas para a publicidade, o Disney+ também atualizou algumas regras de pagamento e cancelamento nos contratos de assinaturas. No caso das finanças, o usuário poderá usar um cartão secundário já adicionado na conta, caso a opção principal não funcione, para continuar pagando a assinatura.

Já em relação ao cancelamento de assinatura, o serviço continua oferecendo a possibilidade de cancelar o plano a qualquer momento. Porém, o cancelamento só será efetivado no final do período de faturamento que já foi pago. 

Disney+

 Vale mencionar ainda que o Disney+ incluiu na atualização um prazo de aviso prévio para mudanças de preços em suas assinaturas, alterando o período de 28 para 30 dias. 

Caso você esteja querendo economizar mais no final do mês, aproveite para conhecer 5 formas de assinar o Disney+ mais barato.

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Nem 2 minutos: reestreia de Vingadores: Ultimato frustra quem vai a cinemas comuns

Vingadores: Ultimato (2019) volta aos cinemas em breve em uma versão repaginada intitulada Vingadores: Ultimato Encore. Mas tudo indica que alguns fãs poderão sair frustrados das sessões de relançamento. 

Prometendo cenas inéditas e visuais mais coloridos, a versão encore de Vingadores: Ultimato vem como uma preparação para a estreia de Vingadores: Doutor Destino, marcado para 17 de dezembro nos cinemas. A grande questão é que o longa será relançado em dois formatos: em telas normais e sob o selo Infinity Vision, que devem apresentar versões diferentes do filme.

Criado pela Walt Disney Company, o selo Infinity Vision é uma espécie de certificação de qualidade para identificar salas de cinema com formato premium. Embora não interfira na forma como o filme é gravado, o selo oferece a garantia de que a sala em questão atende a critérios rígidos de som e imagem, com uma tela de aproximadamente 14 metros de altura e um sistema de som Dolby Atmos, por exemplo.

De acordo com o British Board of Film Classification, organização que faz a classificação indicativa de produções audiovisuais no Reino Unido, a versão de Vingadores: Ultimato Encore destinada para as salas com o selo Infinity Vision terá aproximadamente três minutos a mais de conteúdos adicionais que a versão de cinemas comuns, chegando a 186 minutos de duração.

vingadores ultimato

Em contrapartida, a versão do filme que será exibida em salas comuns terá 183 minutos. Considerando que Vingadores: Ultimato tem 181 minutos (3 horas e 1 minuto), o relançamento fora das salas com Infinity Vision receberão cerca de dois minutos de cenas inéditas. 

Por enquanto, não há informações sobre quais serão os conteúdos extras que estarão presentes em Vingadores: Ultimato Encore, mas os fãs esperam que eles tenham alguma conexão com Vingadores: Doutor Destino, o próximo lançamento da Marvel nas telonas. 

Lembrando que a versão Infinity Vision estará disponível no Brasil em cinemas selecionados a partir do dia 24 de setembro, mas não se sabe até o momento se também haverá essa diferença entre as versões comum e premium.

Vingadores reunidos novamente

Com retorno dos irmãos Joe e Anthony Russo na direção, Vingadores: Doutor Destino vai marcar a reunião entre grandes estrelas do MCU após o fim da Saga do Multiverso e alguns anos conturbados para o estúdio. 

Sem muitos detalhes divulgados, o novo filme da equipe vai juntar os Vingadores, os Thunderbolts, o Quarteto Fantástico e integrantes dos X-Men da Fox em uma jornada intensa para impedir a ameaça multiversal do Doutor Destino, que é interpretado por Robert Downey Jr. Entre nomes do elenco também estão Chris Evans, Chris Hemsworth, Pedro Pascal, Ian McKellen e Patrick Stewart. 

Vingadores: Doutor Destino estreia no dia 17 de dezembro nos cinemas brasileiros. Aproveite também para saber se a nova versão de Vingadores: Ultimato lançada nos cinemas vai passar no Disney+?

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Nem 2 minutos: reestreia de Vingadores: Ultimato frustra quem vai a cinemas comuns

Vingadores: Ultimato (2019) volta aos cinemas em breve em uma versão repaginada intitulada Vingadores: Ultimato Encore. Mas tudo indica que alguns fãs poderão sair frustrados das sessões de relançamento. 

Prometendo cenas inéditas e visuais mais coloridos, a versão encore de Vingadores: Ultimato vem como uma preparação para a estreia de Vingadores: Doutor Destino, marcado para 17 de dezembro nos cinemas. A grande questão é que o longa será relançado em dois formatos: em telas normais e sob o selo Infinity Vision, que devem apresentar versões diferentes do filme.

Criado pela Walt Disney Company, o selo Infinity Vision é uma espécie de certificação de qualidade para identificar salas de cinema com formato premium. Embora não interfira na forma como o filme é gravado, o selo oferece a garantia de que a sala em questão atende a critérios rígidos de som e imagem, com uma tela de aproximadamente 14 metros de altura e um sistema de som Dolby Atmos, por exemplo.

De acordo com o British Board of Film Classification, organização que faz a classificação indicativa de produções audiovisuais no Reino Unido, a versão de Vingadores: Ultimato Encore destinada para as salas com o selo Infinity Vision terá aproximadamente três minutos a mais de conteúdos adicionais que a versão de cinemas comuns, chegando a 186 minutos de duração.

vingadores ultimato

Em contrapartida, a versão do filme que será exibida em salas comuns terá 183 minutos. Considerando que Vingadores: Ultimato tem 181 minutos (3 horas e 1 minuto), o relançamento fora das salas com Infinity Vision receberão cerca de dois minutos de cenas inéditas. 

Por enquanto, não há informações sobre quais serão os conteúdos extras que estarão presentes em Vingadores: Ultimato Encore, mas os fãs esperam que eles tenham alguma conexão com Vingadores: Doutor Destino, o próximo lançamento da Marvel nas telonas. 

Lembrando que a versão Infinity Vision estará disponível no Brasil em cinemas selecionados a partir do dia 24 de setembro, mas não se sabe até o momento se também haverá essa diferença entre as versões comum e premium.

Vingadores reunidos novamente

Com retorno dos irmãos Joe e Anthony Russo na direção, Vingadores: Doutor Destino vai marcar a reunião entre grandes estrelas do MCU após o fim da Saga do Multiverso e alguns anos conturbados para o estúdio. 

Sem muitos detalhes divulgados, o novo filme da equipe vai juntar os Vingadores, os Thunderbolts, o Quarteto Fantástico e integrantes dos X-Men da Fox em uma jornada intensa para impedir a ameaça multiversal do Doutor Destino, que é interpretado por Robert Downey Jr. Entre nomes do elenco também estão Chris Evans, Chris Hemsworth, Pedro Pascal, Ian McKellen e Patrick Stewart. 

Vingadores: Doutor Destino estreia no dia 17 de dezembro nos cinemas brasileiros. Aproveite também para saber se a nova versão de Vingadores: Ultimato lançada nos cinemas vai passar no Disney+?

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Flop no cinema, sucesso em casa: filme de ação de Jason Statham vira fenômeno do streaming

Estrela do cinema de ação, o ator Jason Statham vem marcando presença em diversas produções do gênero nos últimos anos. O mais recente é o filme Código: Vingança, que estreou nos cinemas brasileiros em setembro, mas já está fazendo um baita sucesso no streaming estadunidense. 

Lançado no dia 21 de agosto nos EUA, Código: Vingança não foi exatamente um hit nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 28 milhões contra um orçamento estimado em US$ 40 milhões. Com críticas mistas, o longa sofreu para levar o público às telonas por causa de um vazamento pouco antes do lançamento oficial, pois a Amazon acabou disponibilizando a produção no streaming acidentalmente dias antes da estreia. 

Considerando o cenário desanimador, a Lionsgate, estúdio por trás da produção, não demorou para disponibilizar Código: Vingança oficialmente nas plataformas digitais nos Estados Unidos, optando por essa estratégia para tentar minimizar os prejuízos causados pelo péssimo desempenho do filme nas bilheterias. 

A boa notícia para a empresa é que o público de casa parece estar mais engajado com o longa, pois a produção conseguiu alcançar rapidamente o topo do ranking de filmes mais assistidos da Amazon no país norte-americano. 

Buscando vingança

Dirigido por Jean-François Richet (Alerta Máximo), Código: Vingança conta a história de Cole Reed (Statham), um veterano e ex-policial que vira segurança particular de um bilionário para tentar se livrar dos traumas do passado. 

Até que seu chefe é assassinado e ele é acusado de ter cometido o crime, passando a ser perseguido pelas autoridades. Reed decide, então, embarcar em uma jornada intensa para limpar o próprio nome, mas acaba se envolvendo em uma conspiração internacional sem precedentes que muda o rumo das coisas.

código vingança

Apostando em elementos clássicos do gênero, Código: Vingança também tem nomes como Annabelle Wallis (Peaky Blinders) e Roland Møller (Terra de Minas) no elenco. O filme chegou aos cinemas brasileiros no dia 10 de setembro, marcando a quarta posição no ranking de mais assistidos no país na última semana. 

Por enquanto, Código: Vingança ainda não tem data para chegar às plataformas digitais do Brasil, mas, levando em conta o sucesso no streaming da gringa, é provável que o mesmo cenário se repita por aqui. 

Se você é fã do trabalho do astro, aproveite para conhecer 7 filmes com Jason Statham, de Velozes e Furiosos e Megatubarão. 

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Flop no cinema, sucesso em casa: filme de ação de Jason Statham vira fenômeno do streaming

Estrela do cinema de ação, o ator Jason Statham vem marcando presença em diversas produções do gênero nos últimos anos. O mais recente é o filme Código: Vingança, que estreou nos cinemas brasileiros em setembro, mas já está fazendo um baita sucesso no streaming estadunidense. 

Lançado no dia 21 de agosto nos EUA, Código: Vingança não foi exatamente um hit nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 28 milhões contra um orçamento estimado em US$ 40 milhões. Com críticas mistas, o longa sofreu para levar o público às telonas por causa de um vazamento pouco antes do lançamento oficial, pois a Amazon acabou disponibilizando a produção no streaming acidentalmente dias antes da estreia. 

Considerando o cenário desanimador, a Lionsgate, estúdio por trás da produção, não demorou para disponibilizar Código: Vingança oficialmente nas plataformas digitais nos Estados Unidos, optando por essa estratégia para tentar minimizar os prejuízos causados pelo péssimo desempenho do filme nas bilheterias. 

A boa notícia para a empresa é que o público de casa parece estar mais engajado com o longa, pois a produção conseguiu alcançar rapidamente o topo do ranking de filmes mais assistidos da Amazon no país norte-americano. 

Buscando vingança

Dirigido por Jean-François Richet (Alerta Máximo), Código: Vingança conta a história de Cole Reed (Statham), um veterano e ex-policial que vira segurança particular de um bilionário para tentar se livrar dos traumas do passado. 

Até que seu chefe é assassinado e ele é acusado de ter cometido o crime, passando a ser perseguido pelas autoridades. Reed decide, então, embarcar em uma jornada intensa para limpar o próprio nome, mas acaba se envolvendo em uma conspiração internacional sem precedentes que muda o rumo das coisas.

código vingança

Apostando em elementos clássicos do gênero, Código: Vingança também tem nomes como Annabelle Wallis (Peaky Blinders) e Roland Møller (Terra de Minas) no elenco. O filme chegou aos cinemas brasileiros no dia 10 de setembro, marcando a quarta posição no ranking de mais assistidos no país na última semana. 

Por enquanto, Código: Vingança ainda não tem data para chegar às plataformas digitais do Brasil, mas, levando em conta o sucesso no streaming da gringa, é provável que o mesmo cenário se repita por aqui. 

Se você é fã do trabalho do astro, aproveite para conhecer 7 filmes com Jason Statham, de Velozes e Furiosos e Megatubarão. 

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A história real por trás de Monstro: quem foi Lizzie Borden

A quarta temporada de Monstro, série antológica de Ryan Murphy na Netflix, chega ao streaming nesta quinta-feira (17) com uma história real que chocou os Estados Unidos em 1892. Intitulado Monstro: A História de Lizzie Borden, o novo capítulo do programa de true crime narra a história de uma mulher que foi acusada de assassinar o pai e a madrasta.

Primeira vez que Monstro aposta em uma protagonista feminina, a quarta temporada da produção, que já causou muita polêmica ao longo dos anos com a representação de crimes reais horripilantes, retorna com a atriz Ella Beatty (Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria) na pele de Lizzie Borden, uma mulher que vivia em Fall Rivers, no estado do Massachusetts, na época em que virou o centro das atenções pelo misterioso crime, que nunca foi solucionado.

Considerando o histórico da série e as prévias reveladas pela Netflix, espera-se que o programa brinque com dicotomia entre realidade e ficção, usando uma história real para expor uma realidade dura e opressiva para as mulheres no século XIX.

Quem foi Lizzie Borden?

Nascida em 1860, no Massachusetts, Lizzie Borden vivia uma vida modesta ao lado da família, composta por Andrew, Sarah e Emma (o pai, a mãe e a irmã mais velha dela, respectivamente), devido aos recursos financeiros de Andrew, cujo investimento na área industrial tinha lhe rendido uma boa fortuna. O dinheiro, porém, não era usado para manter o conforto de todos, já que Andrew era conhecido por ser extremamente pão-duro.

Essa dinâmica, no entanto, piorou quando Sarah morreu, deixando as filhas sob os cuidados do pai, que se casou novamente com Abby Gray. Pelo que se sabe sobre a relação da “nova” família, Lizzie não mantinha uma proximidade com a madrasta e tampouco com o próprio pai, especialmente por causa de desentendimentos envolvendo as finanças da casa.

Lizzie_borden

Relatos da época revelam que havia um clima de tensão entre eles, especialmente pela falta de afeto de Andrew em relação às filhas e por um conflito de interesses das jovens, que exigiam um melhor remanejamento das propriedades e bens da família. Lizzie também acreditava que Abby tinha se casado com o pai apenas por interesses monetários, optando por não ter muito contato com a madrasta. 

A história por trás do crime

Tudo aconteceu em 4 de agosto de 1892, quando Andrew e Abby foram encontrados mortos dentro da casa da família. Andrew foi encontrado pela polícia no sofá após receber 11 golpes de machado, enquanto Abby estava no quarto com cerca de 19 golpes. 

Em um primeiro momento, as autoridades não associaram o crime à Lizzie, principalmente por causa da brutalidade dos assassinatos. Porém, algumas circunstâncias estranhas chamaram a atenção, direcionando as investigações para ela, que tinha 32 anos na época. 

Segundo historiadores do caso, Lizzie teria alterado várias vezes sua versão dos fatos do que teria acontecido com o pai e a madrasta na manhã do crime, levantando suspeitas das autoridades. Considerando que ela estava em casa juntamente com a empregada doméstica da família, Bridget Sullivan, tudo começou a parecer, no mínimo, suspeito para os investigadores.

Lizzie_Borden_1890

Lizzie negou qualquer envolvimento com o crime, mas era de conhecimento da população local que ela tinha uma relação complicada com o pai e a madrasta, alimentando ainda mais a desconfiança das autoridades da região. Mas foi só quando um farmacêutico afirmou que Lizzie teria tentado comprar cianeto de hidrogênio, um composto químico tóxico, no dia anterior ao crime que o caso extrapolou de vez.

Com um juiz ordenando a prisão da mulher, ela passou a ser formalmente acusada de ter matado Andrew e Abby, causando um escândalo. A intensa cobertura midiática do caso também ajudou a torná-lo popular no resto do país, com o julgamento recebendo o mesmo tratamento, como se fosse um reality show da época.

Apesar da comoção por trás do ocorrido, o caso nunca foi solucionado. Isso porque Lizzie, que se apresentou na corte como uma “jovem indefesa”, foi absolvida dos crimes pelo júri por falta de provas concretas. Ninguém foi condenado pelos crimes, o que aumentou ainda mais o interesse das pessoas, que passaram a criar teorias sobre o realmente teria acontecido no dia em que Andrew e Abby foram assassinados por golpes de machado. 

Após o julgamento, Lizzie voltou para sua vida de sempre, mas enfrentou uma forte rejeição dos habitantes da cidade pelo resto da vida. Ela morreu aos 66 anos, em 1927, por causa de uma pneumonia. 

Nova adaptação de um caso enigmático

Com tantas lacunas deixadas pelo caso real, Monstro: A História de Lizzie Borden chega à Netflix para tentar preencher esses buracos, misturando ficção e realidade para explorar o que poderia ter motivado alguém como Lizzie a cometer assassinatos tão brutais. 

A nova temporada ainda deve explorar temas como repressão feminina, misoginia e raiva, usando a história de Lizzie para tratar de assuntos extremamente pertinentes aos dias de hoje ao longo de oito episódios. 

Monstro: A História de Lizzie estreia no dia 17 de setembro na Netflix. Aproveite também para conhecer os lançamentos da Netflix em setembro de 2026: veja o que chega ao catálogo.

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A história real por trás de Monstro: quem foi Lizzie Borden

A quarta temporada de Monstro, série antológica de Ryan Murphy na Netflix, chega ao streaming nesta quinta-feira (17) com uma história real que chocou os Estados Unidos em 1892. Intitulado Monstro: A História de Lizzie Borden, o novo capítulo do programa de true crime narra a história de uma mulher que foi acusada de assassinar o pai e a madrasta.

Primeira vez que Monstro aposta em uma protagonista feminina, a quarta temporada da produção, que já causou muita polêmica ao longo dos anos com a representação de crimes reais horripilantes, retorna com a atriz Ella Beatty (Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria) na pele de Lizzie Borden, uma mulher que vivia em Fall Rivers, no estado do Massachusetts, na época em que virou o centro das atenções pelo misterioso crime, que nunca foi solucionado.

Considerando o histórico da série e as prévias reveladas pela Netflix, espera-se que o programa brinque com dicotomia entre realidade e ficção, usando uma história real para expor uma realidade dura e opressiva para as mulheres no século XIX.

Quem foi Lizzie Borden?

Nascida em 1860, no Massachusetts, Lizzie Borden vivia uma vida modesta ao lado da família, composta por Andrew, Sarah e Emma (o pai, a mãe e a irmã mais velha dela, respectivamente), devido aos recursos financeiros de Andrew, cujo investimento na área industrial tinha lhe rendido uma boa fortuna. O dinheiro, porém, não era usado para manter o conforto de todos, já que Andrew era conhecido por ser extremamente pão-duro.

Essa dinâmica, no entanto, piorou quando Sarah morreu, deixando as filhas sob os cuidados do pai, que se casou novamente com Abby Gray. Pelo que se sabe sobre a relação da “nova” família, Lizzie não mantinha uma proximidade com a madrasta e tampouco com o próprio pai, especialmente por causa de desentendimentos envolvendo as finanças da casa.

Lizzie_borden

Relatos da época revelam que havia um clima de tensão entre eles, especialmente pela falta de afeto de Andrew em relação às filhas e por um conflito de interesses das jovens, que exigiam um melhor remanejamento das propriedades e bens da família. Lizzie também acreditava que Abby tinha se casado com o pai apenas por interesses monetários, optando por não ter muito contato com a madrasta. 

A história por trás do crime

Tudo aconteceu em 4 de agosto de 1892, quando Andrew e Abby foram encontrados mortos dentro da casa da família. Andrew foi encontrado pela polícia no sofá após receber 11 golpes de machado, enquanto Abby estava no quarto com cerca de 19 golpes. 

Em um primeiro momento, as autoridades não associaram o crime à Lizzie, principalmente por causa da brutalidade dos assassinatos. Porém, algumas circunstâncias estranhas chamaram a atenção, direcionando as investigações para ela, que tinha 32 anos na época. 

Segundo historiadores do caso, Lizzie teria alterado várias vezes sua versão dos fatos do que teria acontecido com o pai e a madrasta na manhã do crime, levantando suspeitas das autoridades. Considerando que ela estava em casa juntamente com a empregada doméstica da família, Bridget Sullivan, tudo começou a parecer, no mínimo, suspeito para os investigadores.

Lizzie_Borden_1890

Lizzie negou qualquer envolvimento com o crime, mas era de conhecimento da população local que ela tinha uma relação complicada com o pai e a madrasta, alimentando ainda mais a desconfiança das autoridades da região. Mas foi só quando um farmacêutico afirmou que Lizzie teria tentado comprar cianeto de hidrogênio, um composto químico tóxico, no dia anterior ao crime que o caso extrapolou de vez.

Com um juiz ordenando a prisão da mulher, ela passou a ser formalmente acusada de ter matado Andrew e Abby, causando um escândalo. A intensa cobertura midiática do caso também ajudou a torná-lo popular no resto do país, com o julgamento recebendo o mesmo tratamento, como se fosse um reality show da época.

Apesar da comoção por trás do ocorrido, o caso nunca foi solucionado. Isso porque Lizzie, que se apresentou na corte como uma “jovem indefesa”, foi absolvida dos crimes pelo júri por falta de provas concretas. Ninguém foi condenado pelos crimes, o que aumentou ainda mais o interesse das pessoas, que passaram a criar teorias sobre o realmente teria acontecido no dia em que Andrew e Abby foram assassinados por golpes de machado. 

Após o julgamento, Lizzie voltou para sua vida de sempre, mas enfrentou uma forte rejeição dos habitantes da cidade pelo resto da vida. Ela morreu aos 66 anos, em 1927, por causa de uma pneumonia. 

Nova adaptação de um caso enigmático

Com tantas lacunas deixadas pelo caso real, Monstro: A História de Lizzie Borden chega à Netflix para tentar preencher esses buracos, misturando ficção e realidade para explorar o que poderia ter motivado alguém como Lizzie a cometer assassinatos tão brutais. 

A nova temporada ainda deve explorar temas como repressão feminina, misoginia e raiva, usando a história de Lizzie para tratar de assuntos extremamente pertinentes aos dias de hoje ao longo de oito episódios. 

Monstro: A História de Lizzie estreia no dia 17 de setembro na Netflix. Aproveite também para conhecer os lançamentos da Netflix em setembro de 2026: veja o que chega ao catálogo.

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