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Apagão: bug no Waze está deixando motoristas perdidos

Usuários do Waze no Android Auto estão enfrentando um bug que remove parte das informações de navegação da tela do carro. O problema faz desaparecer o horário estimado de chegada, a distância restante até o destino e a próxima instrução de direção, mesmo enquanto o aplicativo continua exibindo o mapa e orientando o trajeto.

Os relatos começaram a aparecer na comunidade oficial do Android Auto e foram identificados pelo Android Authority. A falha ocorre principalmente quando o Waze é expandido da visualização dividida para o modo de tela cheia.

Em alguns casos, as informações voltam a aparecer temporariamente quando surge um alerta no caminho, mas desaparecem novamente assim que a notificação deixa de ser exibida. Há também relatos de usuários que enfrentam o problema mesmo no modo de tela dividida.

O que desaparece do Waze?

O chamado journey information box é o painel que concentra parte dos dados essenciais da viagem. Quando o bug ocorre, o motorista deixa de visualizar:

  • Horário estimado de chegada;

  • Horário previsto para chegar ao destino;

  • Distância restante;

  • Próxima instrução de navegação.

Em um dos relatos publicados na comunidade do Android Auto, um usuário também afirma que o mapa deixou de ficar centralizado corretamente. O problema foi registrado em um aparelho Galaxy S24 Ultra conectado sem fio ao Android Auto, com a versão 17.5 do sistema e Waze 5.22.1.1.

Outros usuários relataram comportamento semelhante com diferentes aparelhos e versões do Waze. Um tópico criado na comunidade oficial recebeu resposta da equipe do Android Auto, que pediu informações sobre celular, carro, versão do sistema e forma de conexão para investigar o caso. Nesta terça-feira (8), a equipe informou que havia encaminhado o problema para o restante do time.

Google Maps Waze carro

Bug é do Waze ou do Android Auto?

Ainda não há uma resposta definitiva. Os primeiros relatos associam o problema à versão 17.5 do Android Auto, mas também existe a possibilidade de a falha estar relacionada a uma atualização recente do próprio Waze. O Canaltech procurou o Google para obter esclarecimentos e aguarda retorno para atualização do texto.

Outros sites também encontraram relatos semelhantes. O Android Hire aponta que a maior parte das reclamações está associada ao Android Auto 17.5, enquanto o SmartWorld e o TechPulse registraram usuários relatando o desaparecimento das mesmas informações de navegação.

Por enquanto, não existe uma correção oficial anunciada pelo Google ou pelo Waze. Como alternativa temporária, usuários afetados relatam que manter o Waze na visualização dividida pode preservar as informações de viagem que desaparecem no modo de tela cheia.

Quem depende do Waze durante a condução deve ficar atento ao problema e evitar realizar procedimentos no celular enquanto estiver dirigindo.

Confira no Canaltech 6 recursos do Waze que o Google Maps não tem.

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Usuário prova que recurso básico do Spotify está travado e "enganando" as pessoas

O modo aleatório do Spotify, uma das funções mais básicas do aplicativo, voltou a ser questionado após um usuário identificar uma sequência de 72 músicas reproduzida exatamente na mesma ordem em dois dias consecutivos. O caso foi registrado em uma playlist com cerca de 2 mil faixas e ocorreu mesmo com a opção “Menos repetições” ativada.

A descoberta foi feita pelo usuário "Driftking_88", no Reddit. Em vez de confiar apenas na própria memória, ele cruzou o histórico estendido de reprodução do Spotify com dados como horários, IDs das músicas e contexto da playlist.

O resultado apontou que as mesmas 72 faixas apareceram novamente na mesma sequência. Em outro trecho analisado, 27 das 30 músicas seguintes correspondiam à ordem registrada anteriormente. O usuário também encontrou uma fila com 43 faixas exatamente na mesma disposição de uma fila exibida mais cedo.

Spotify mudou o funcionamento do Shuffle

O caso chama atenção porque o Spotify alterou o sistema de reprodução aleatória em 2025. A empresa passou a oferecer o modo “Menos repetições”, que considera músicas ouvidas recentemente e escolhe entre diferentes sequências aleatórias para tentar aumentar a variedade.

O próprio Spotify explica que o sistema não elimina completamente as repetições. No modo padrão, por exemplo, cada faixa tem a mesma chance de aparecer, o que pode fazer determinadas músicas serem reproduzidas novamente em pouco tempo.

O problema identificado pelo usuário é diferente de simplesmente uma música aparecer duas vezes. A repetição de uma sequência extensa e idêntica levanta a possibilidade de que a fila esteja sendo preservada ou reutilizada em determinadas situações.

A causa, porém, ainda não foi confirmada pelo Spotify. O Android Authority aponta como possibilidades o armazenamento da fila ou a reutilização de uma mesma semente de aleatoriedade, mas não há evidência pública suficiente para afirmar que esse seja o mecanismo responsável.

spotify capa 2

Reclamações sobre o Shuffle são antigas

Relatos semelhantes existem há anos. Em 2024, o Android Authority reuniu reclamações de usuários que diziam ouvir repetidamente as mesmas dezenas de músicas em playlists com milhares de faixas.

A própria comunidade oficial do Spotify também registra casos de usuários que recebem repetidamente a mesma seleção. Em janeiro de 2026, um moderador explicou que, depois que uma fila é criada pelo Shuffle, selecionar outra música pode preservar a sequência original. Para gerar uma nova ordem, seria necessário desligar e ligar novamente o Shuffle.

Outro relato publicado na comunidade do Spotify em setembro de 2026 descreve uma situação ainda mais próxima da descoberta recente: o usuário afirma que a fila se repete várias vezes e que o botão de “reordenar” apenas reorganiza as músicas que já estavam naquela fila.

Por enquanto, portanto, o caso das 72 músicas comprova que uma sequência extremamente longa pode se repetir no Spotify, mas não determina por que isso acontece. A descoberta também mostra por que a percepção de que o Shuffle “toca sempre as mesmas músicas” pode ter um componente verificável além da memória dos usuários.

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Usuário prova que recurso básico do Spotify está travado e "enganando" as pessoas

O modo aleatório do Spotify, uma das funções mais básicas do aplicativo, voltou a ser questionado após um usuário identificar uma sequência de 72 músicas reproduzida exatamente na mesma ordem em dois dias consecutivos. O caso foi registrado em uma playlist com cerca de 2 mil faixas e ocorreu mesmo com a opção “Menos repetições” ativada.

A descoberta foi feita pelo usuário "Driftking_88", no Reddit. Em vez de confiar apenas na própria memória, ele cruzou o histórico estendido de reprodução do Spotify com dados como horários, IDs das músicas e contexto da playlist.

O resultado apontou que as mesmas 72 faixas apareceram novamente na mesma sequência. Em outro trecho analisado, 27 das 30 músicas seguintes correspondiam à ordem registrada anteriormente. O usuário também encontrou uma fila com 43 faixas exatamente na mesma disposição de uma fila exibida mais cedo.

Spotify mudou o funcionamento do Shuffle

O caso chama atenção porque o Spotify alterou o sistema de reprodução aleatória em 2025. A empresa passou a oferecer o modo “Menos repetições”, que considera músicas ouvidas recentemente e escolhe entre diferentes sequências aleatórias para tentar aumentar a variedade.

O próprio Spotify explica que o sistema não elimina completamente as repetições. No modo padrão, por exemplo, cada faixa tem a mesma chance de aparecer, o que pode fazer determinadas músicas serem reproduzidas novamente em pouco tempo.

O problema identificado pelo usuário é diferente de simplesmente uma música aparecer duas vezes. A repetição de uma sequência extensa e idêntica levanta a possibilidade de que a fila esteja sendo preservada ou reutilizada em determinadas situações.

A causa, porém, ainda não foi confirmada pelo Spotify. O Android Authority aponta como possibilidades o armazenamento da fila ou a reutilização de uma mesma semente de aleatoriedade, mas não há evidência pública suficiente para afirmar que esse seja o mecanismo responsável.

spotify capa 2

Reclamações sobre o Shuffle são antigas

Relatos semelhantes existem há anos. Em 2024, o Android Authority reuniu reclamações de usuários que diziam ouvir repetidamente as mesmas dezenas de músicas em playlists com milhares de faixas.

A própria comunidade oficial do Spotify também registra casos de usuários que recebem repetidamente a mesma seleção. Em janeiro de 2026, um moderador explicou que, depois que uma fila é criada pelo Shuffle, selecionar outra música pode preservar a sequência original. Para gerar uma nova ordem, seria necessário desligar e ligar novamente o Shuffle.

Outro relato publicado na comunidade do Spotify em setembro de 2026 descreve uma situação ainda mais próxima da descoberta recente: o usuário afirma que a fila se repete várias vezes e que o botão de “reordenar” apenas reorganiza as músicas que já estavam naquela fila.

Por enquanto, portanto, o caso das 72 músicas comprova que uma sequência extremamente longa pode se repetir no Spotify, mas não determina por que isso acontece. A descoberta também mostra por que a percepção de que o Shuffle “toca sempre as mesmas músicas” pode ter um componente verificável além da memória dos usuários.

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Uber libera vídeo ao vivo para pais acompanharem viagens dos filhos

A Uber começou a liberar no Brasil uma função que permite aos pais ou responsáveis acompanhar o vídeo ao vivo de viagens de adolescentes que usam a Uber Conta Teens. A transmissão é feita pela câmera do celular do motorista e fica disponível para os responsáveis vinculados à conta do jovem.

A novidade chega ao país alguns dias depois de o recurso ter sido anunciado nos Estados Unidos, onde a Uber já permitia que familiares acompanhassem as corridas em tempo real.

Segundo a Uber, o vídeo pode ser acompanhado apenas pelos responsáveis cadastrados na conta do adolescente. A empresa informa que o recurso depende das condições técnicas do celular do motorista e da habilitação da função.

Como funciona a transmissão

Quando uma viagem começa, os responsáveis recebem uma notificação informando que podem acompanhar a transmissão. O vídeo mostra o interior do veículo em tempo real pela câmera do motorista.

A transmissão termina automaticamente quando o trajeto acaba. Depois disso, o arquivo fica armazenado de forma criptografada e só pode ser acessado em situações relacionadas a um reporte de segurança, segundo a Uber.

O adolescente também continua contando com outras ferramentas de segurança da Uber Conta Teens. Entre elas está o U-Acompanha, que permite ao responsável visualizar o trajeto pelo mapa e entrar em contato com o motorista, e o U-Código, que exige um código de quatro números antes do início da corrida.

Há ainda o U-Ajuda, que utiliza GPS e sensores do celular para identificar mudanças de rota ou paradas inesperadas, e o U-Áudio, que permite gravar o áudio da viagem pelo próprio aplicativo.

uber teens print

Uber Mulher também está disponível

A Uber Conta Teens também permite que adolescentes utilizem as modalidades do Uber Mulher, que conectam passageiras a motoristas mulheres. O recurso faz parte das ferramentas de segurança disponíveis para as viagens realizadas pelo perfil de adolescentes.

Como ativar o vídeo ao vivo da Uber Conta Teens?

A função está sendo disponibilizada gradualmente nos próximos dias. Quando estiver habilitada, os responsáveis receberão uma notificação informando sobre a possibilidade de acompanhar a viagem por vídeo.

Para utilizar a Uber Conta Teens, o responsável deve abrir o aplicativo e acessar Conta > Família > Sou adulto > Adicionar adolescente. Depois, é necessário selecionar a idade do jovem, escolher o contato e enviar o convite. O responsável também precisa aceitar os termos para concluir a configuração.

O adolescente pode fazer o próprio cadastro pelo caminho Conta > Família > Sou adolescente > selecionar a idade > Escolher um responsável > Escolher contato. Depois, também é necessário aceitar os termos.

A Uber Conta Teens está disponível em todo o Brasil para usuários de 12 a 17 anos. A transmissão de vídeo, por sua vez, será liberada progressivamente e depende da compatibilidade técnica do dispositivo utilizado pelo motorista.

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Uber libera vídeo ao vivo para pais acompanharem viagens dos filhos

A Uber começou a liberar no Brasil uma função que permite aos pais ou responsáveis acompanhar o vídeo ao vivo de viagens de adolescentes que usam a Uber Conta Teens. A transmissão é feita pela câmera do celular do motorista e fica disponível para os responsáveis vinculados à conta do jovem.

A novidade chega ao país alguns dias depois de o recurso ter sido anunciado nos Estados Unidos, onde a Uber já permitia que familiares acompanhassem as corridas em tempo real.

Segundo a Uber, o vídeo pode ser acompanhado apenas pelos responsáveis cadastrados na conta do adolescente. A empresa informa que o recurso depende das condições técnicas do celular do motorista e da habilitação da função.

Como funciona a transmissão

Quando uma viagem começa, os responsáveis recebem uma notificação informando que podem acompanhar a transmissão. O vídeo mostra o interior do veículo em tempo real pela câmera do motorista.

A transmissão termina automaticamente quando o trajeto acaba. Depois disso, o arquivo fica armazenado de forma criptografada e só pode ser acessado em situações relacionadas a um reporte de segurança, segundo a Uber.

O adolescente também continua contando com outras ferramentas de segurança da Uber Conta Teens. Entre elas está o U-Acompanha, que permite ao responsável visualizar o trajeto pelo mapa e entrar em contato com o motorista, e o U-Código, que exige um código de quatro números antes do início da corrida.

Há ainda o U-Ajuda, que utiliza GPS e sensores do celular para identificar mudanças de rota ou paradas inesperadas, e o U-Áudio, que permite gravar o áudio da viagem pelo próprio aplicativo.

uber teens print

Uber Mulher também está disponível

A Uber Conta Teens também permite que adolescentes utilizem as modalidades do Uber Mulher, que conectam passageiras a motoristas mulheres. O recurso faz parte das ferramentas de segurança disponíveis para as viagens realizadas pelo perfil de adolescentes.

Como ativar o vídeo ao vivo da Uber Conta Teens?

A função está sendo disponibilizada gradualmente nos próximos dias. Quando estiver habilitada, os responsáveis receberão uma notificação informando sobre a possibilidade de acompanhar a viagem por vídeo.

Para utilizar a Uber Conta Teens, o responsável deve abrir o aplicativo e acessar Conta > Família > Sou adulto > Adicionar adolescente. Depois, é necessário selecionar a idade do jovem, escolher o contato e enviar o convite. O responsável também precisa aceitar os termos para concluir a configuração.

O adolescente pode fazer o próprio cadastro pelo caminho Conta > Família > Sou adolescente > selecionar a idade > Escolher um responsável > Escolher contato. Depois, também é necessário aceitar os termos.

A Uber Conta Teens está disponível em todo o Brasil para usuários de 12 a 17 anos. A transmissão de vídeo, por sua vez, será liberada progressivamente e depende da compatibilidade técnica do dispositivo utilizado pelo motorista.

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WhatsApp libera o dobro de áudio no Status para Android e iPhone

O WhatsApp começou a liberar uma atualização que permite colocar trechos de música de até 30 segundos no Status, o dobro do limite anterior de 15 segundos. A mudança vale para Android e iPhone e dá ao usuário a possibilidade de escolher a duração do trecho antes de publicar a atualização.

A novidade foi identificada pelo WABetaInfo e está sendo distribuída gradualmente para usuários que receberam as versões mais recentes do aplicativo.

Como funciona o novo limite de música

O recurso de música no Status permite escolher uma faixa do catálogo disponibilizado pelo WhatsApp e adicioná-la a uma publicação. Antes da mudança, o aplicativo limitava o trecho musical a 15 segundos, embora fosse possível selecionar qual parte da música seria reproduzida.

Agora, depois de escolher a música, aparece um seletor de duração dentro do editor. O usuário pode percorrer as opções disponíveis e definir por quanto tempo o trecho será reproduzido, chegando a 30 segundos.

A alteração vale tanto para Status com fotos quanto para publicações em que a música é compartilhada sem uma imagem associada. Em ambos os casos, é possível escolher um trecho menor caso 30 segundos seja mais do que o necessário.

A ampliação pode ser útil principalmente para músicas que demoram mais para chegar ao trecho escolhido. Com o limite anterior, uma publicação podia terminar antes de uma introdução ou de outra parte específica da faixa que o usuário pretendia compartilhar.

Música chegou ao Status em 2025

O WhatsApp começou a liberar a possibilidade de adicionar músicas aos Status em 2025. A ferramenta utiliza o catálogo musical da Meta e permite selecionar uma faixa para acompanhar fotos e outros tipos de publicação.

A empresa também ampliou gradualmente outros limites do Status. Atualmente, vídeos podem ter até 90 segundos, segundo a documentação oficial do WhatsApp.

A mudança para os trechos musicais segue uma lógica semelhante, mas afeta especificamente a duração da música reproduzida na atualização.

Quando a novidade chega ao seu WhatsApp?

A função está em distribuição gradual para Android e iOS. O WABetaInfo aponta as versões 2.26.36.1 do WhatsApp para Android e 26.35.72 para iPhone como compatíveis com o recurso, mas instalar essas versões não garante que a função apareça imediatamente.

Isso acontece porque o WhatsApp libera a novidade para contas de forma progressiva. Portanto, dois usuários com a mesma versão do aplicativo podem encontrar comportamentos diferentes.

A recomendação é manter o WhatsApp atualizado pela Google Play Store ou App Store e aguardar a ativação da função na conta. Segundo o WABetaInfo, a distribuição deve alcançar mais usuários nas próximas semanas.

Confira mais de WhatsApp no Canaltech: Por que é arriscado repetir o nome de usuário do Instagram no WhatsApp?

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WhatsApp libera o dobro de áudio no Status para Android e iPhone

O WhatsApp começou a liberar uma atualização que permite colocar trechos de música de até 30 segundos no Status, o dobro do limite anterior de 15 segundos. A mudança vale para Android e iPhone e dá ao usuário a possibilidade de escolher a duração do trecho antes de publicar a atualização.

A novidade foi identificada pelo WABetaInfo e está sendo distribuída gradualmente para usuários que receberam as versões mais recentes do aplicativo.

Como funciona o novo limite de música

O recurso de música no Status permite escolher uma faixa do catálogo disponibilizado pelo WhatsApp e adicioná-la a uma publicação. Antes da mudança, o aplicativo limitava o trecho musical a 15 segundos, embora fosse possível selecionar qual parte da música seria reproduzida.

Agora, depois de escolher a música, aparece um seletor de duração dentro do editor. O usuário pode percorrer as opções disponíveis e definir por quanto tempo o trecho será reproduzido, chegando a 30 segundos.

A alteração vale tanto para Status com fotos quanto para publicações em que a música é compartilhada sem uma imagem associada. Em ambos os casos, é possível escolher um trecho menor caso 30 segundos seja mais do que o necessário.

A ampliação pode ser útil principalmente para músicas que demoram mais para chegar ao trecho escolhido. Com o limite anterior, uma publicação podia terminar antes de uma introdução ou de outra parte específica da faixa que o usuário pretendia compartilhar.

Música chegou ao Status em 2025

O WhatsApp começou a liberar a possibilidade de adicionar músicas aos Status em 2025. A ferramenta utiliza o catálogo musical da Meta e permite selecionar uma faixa para acompanhar fotos e outros tipos de publicação.

A empresa também ampliou gradualmente outros limites do Status. Atualmente, vídeos podem ter até 90 segundos, segundo a documentação oficial do WhatsApp.

A mudança para os trechos musicais segue uma lógica semelhante, mas afeta especificamente a duração da música reproduzida na atualização.

Quando a novidade chega ao seu WhatsApp?

A função está em distribuição gradual para Android e iOS. O WABetaInfo aponta as versões 2.26.36.1 do WhatsApp para Android e 26.35.72 para iPhone como compatíveis com o recurso, mas instalar essas versões não garante que a função apareça imediatamente.

Isso acontece porque o WhatsApp libera a novidade para contas de forma progressiva. Portanto, dois usuários com a mesma versão do aplicativo podem encontrar comportamentos diferentes.

A recomendação é manter o WhatsApp atualizado pela Google Play Store ou App Store e aguardar a ativação da função na conta. Segundo o WABetaInfo, a distribuição deve alcançar mais usuários nas próximas semanas.

Confira mais de WhatsApp no Canaltech: Por que é arriscado repetir o nome de usuário do Instagram no WhatsApp?

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Meta falha em detectar centenas de anúncios de abuso infantil com IA

A Meta veiculou mais de 350 anúncios contendo material de abuso sexual infantil gerado ou manipulado por inteligência artificial em Facebook, Instagram e outras plataformas desde o fim de 2025, segundo investigação do Tech Transparency Project (TTP). Parte das peças usava fotos reais de crianças encontradas na internet, que eram posteriormente transformadas por ferramentas de IA em conteúdo sexual.

A investigação foi publicada nesta terça-feira (8). Os pesquisadores encontraram os anúncios na Biblioteca de Anúncios da Meta e informaram o material às autoridades americanas responsáveis por receber denúncias de exploração infantil.

O caso chama atenção porque os conteúdos não eram apenas publicações de usuários, mas de anúncios pagos que passaram pelos sistemas de análise da Meta, que afirma revisar imagens, vídeos, textos e destinos dos links antes da veiculação.

Anúncios usavam fotos reais de crianças

Segundo o TTP, a maioria das mais de 300 peças identificadas seguia um formato semelhante. Os anúncios apresentavam imagens de crianças ou adolescentes e utilizavam IA para criar vídeos com conteúdo sexual.

Os pesquisadores conseguiram identificar fotos reais de menores que haviam sido publicadas anteriormente em redes sociais, sites e bancos de imagens. Um dos casos envolvia uma fotografia oficialmente divulgada por uma família real europeia. A identidade da criança não foi revelada para preservar a vítima.

A investigação também encontrou imagens de adolescentes que mantinham perfis públicos em plataformas da própria Meta. Em um dos casos, os pesquisadores conseguiram associar a imagem utilizada no anúncio à identidade real da adolescente.

A maior parte dos anúncios direcionava os usuários para aplicativos de geração ou manipulação de imagens e vídeos por IA. Cerca de 300 das 350 peças identificadas tinham relação com esse tipo de ferramenta, segundo o TTP. Muitos dos aplicativos tinham desenvolvedores ou conexões com empresas chinesas.

logo meta 2

Meta remove anúncios após investigação

Os anúncios deveriam ter sido barrados pelos mecanismos de moderação da Meta. A empresa informa que possui políticas específicas contra exploração sexual infantil e afirma utilizar sistemas automatizados para analisar anúncios antes que sejam publicados.

O TTP identificou, porém, 332 anúncios que passaram pelo processo de revisão. Em 1º de setembro, pouco mais da metade ainda estava disponível na Biblioteca de Anúncios. Depois que os pesquisadores compartilharam as descobertas com a Meta, a empresa removeu os 149 anúncios restantes.

A investigação encontrou outro problema na classificação das peças. Em 113 anúncios, a Meta havia registrado inicialmente violações relacionadas a conteúdo adulto ou outras políticas, sem indicar que havia material envolvendo crianças. Os registros foram alterados depois que o TTP apontou a inconsistência.

A WIRED também identificou casos em que anúncios denunciados permaneceram ativos durante dias. Um deles havia alcançado quatro contas quando foi reportado e chegou a mais de 330 visualizações antes de ser removido.

Conteúdo chegou a milhares de usuários

Os dados disponíveis na Biblioteca de Anúncios mostram que as campanhas alcançaram mais de 29 mil contas na União Europeia e cerca de 7 mil no Reino Unido. A base não fornece métricas detalhadas para todos os países, mas o TTP identificou 262 anúncios veiculados nos Estados Unidos, 120 na Austrália e 84 na Índia.

A estimativa pode ser inferior ao alcance real, já que a ferramenta da Meta não apresenta os mesmos dados para todas as regiões.

A Meta disse à WIRED que muitos dos anúncios já haviam sido removidos e que a maioria teve menos de 200 impressões. A empresa também afirmou ter recebido menos de US$ 5 mil em pagamentos relacionados às peças identificadas pelos pesquisadores.

A companhia declarou ainda que não tolera aplicativos de “nudificação” nem qualquer forma de exploração infantil, seja com material real ou gerado por IA. Segundo a Meta, criminosos mudam constantemente as estratégias utilizadas para escapar dos sistemas de detecção.

Apple e Google também removeram aplicativos

A investigação chegou aos aplicativos promovidos pelos anúncios. A WIRED identificou quase 50 apps relacionados às campanhas nas lojas da Apple e do Google.

As duas empresas informaram que removeram aplicativos associados à investigação. A Apple afirmou que tomou medidas contra os desenvolvedores envolvidos, enquanto o Google disse ter retirado os apps identificados e aplicado outras restrições contra ferramentas de “nudificação”.

O episódio também provocou reação de autoridades. Parlamentares e órgãos reguladores dos Estados Unidos e da Austrália afirmaram que estão analisando o caso, enquanto a Meta enfrenta outras disputas relacionadas à proteção de crianças em suas plataformas.

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Meta falha em detectar centenas de anúncios de abuso infantil com IA

A Meta veiculou mais de 350 anúncios contendo material de abuso sexual infantil gerado ou manipulado por inteligência artificial em Facebook, Instagram e outras plataformas desde o fim de 2025, segundo investigação do Tech Transparency Project (TTP). Parte das peças usava fotos reais de crianças encontradas na internet, que eram posteriormente transformadas por ferramentas de IA em conteúdo sexual.

A investigação foi publicada nesta terça-feira (8). Os pesquisadores encontraram os anúncios na Biblioteca de Anúncios da Meta e informaram o material às autoridades americanas responsáveis por receber denúncias de exploração infantil.

O caso chama atenção porque os conteúdos não eram apenas publicações de usuários, mas de anúncios pagos que passaram pelos sistemas de análise da Meta, que afirma revisar imagens, vídeos, textos e destinos dos links antes da veiculação.

Anúncios usavam fotos reais de crianças

Segundo o TTP, a maioria das mais de 300 peças identificadas seguia um formato semelhante. Os anúncios apresentavam imagens de crianças ou adolescentes e utilizavam IA para criar vídeos com conteúdo sexual.

Os pesquisadores conseguiram identificar fotos reais de menores que haviam sido publicadas anteriormente em redes sociais, sites e bancos de imagens. Um dos casos envolvia uma fotografia oficialmente divulgada por uma família real europeia. A identidade da criança não foi revelada para preservar a vítima.

A investigação também encontrou imagens de adolescentes que mantinham perfis públicos em plataformas da própria Meta. Em um dos casos, os pesquisadores conseguiram associar a imagem utilizada no anúncio à identidade real da adolescente.

A maior parte dos anúncios direcionava os usuários para aplicativos de geração ou manipulação de imagens e vídeos por IA. Cerca de 300 das 350 peças identificadas tinham relação com esse tipo de ferramenta, segundo o TTP. Muitos dos aplicativos tinham desenvolvedores ou conexões com empresas chinesas.

logo meta 2

Meta remove anúncios após investigação

Os anúncios deveriam ter sido barrados pelos mecanismos de moderação da Meta. A empresa informa que possui políticas específicas contra exploração sexual infantil e afirma utilizar sistemas automatizados para analisar anúncios antes que sejam publicados.

O TTP identificou, porém, 332 anúncios que passaram pelo processo de revisão. Em 1º de setembro, pouco mais da metade ainda estava disponível na Biblioteca de Anúncios. Depois que os pesquisadores compartilharam as descobertas com a Meta, a empresa removeu os 149 anúncios restantes.

A investigação encontrou outro problema na classificação das peças. Em 113 anúncios, a Meta havia registrado inicialmente violações relacionadas a conteúdo adulto ou outras políticas, sem indicar que havia material envolvendo crianças. Os registros foram alterados depois que o TTP apontou a inconsistência.

A WIRED também identificou casos em que anúncios denunciados permaneceram ativos durante dias. Um deles havia alcançado quatro contas quando foi reportado e chegou a mais de 330 visualizações antes de ser removido.

Conteúdo chegou a milhares de usuários

Os dados disponíveis na Biblioteca de Anúncios mostram que as campanhas alcançaram mais de 29 mil contas na União Europeia e cerca de 7 mil no Reino Unido. A base não fornece métricas detalhadas para todos os países, mas o TTP identificou 262 anúncios veiculados nos Estados Unidos, 120 na Austrália e 84 na Índia.

A estimativa pode ser inferior ao alcance real, já que a ferramenta da Meta não apresenta os mesmos dados para todas as regiões.

A Meta disse à WIRED que muitos dos anúncios já haviam sido removidos e que a maioria teve menos de 200 impressões. A empresa também afirmou ter recebido menos de US$ 5 mil em pagamentos relacionados às peças identificadas pelos pesquisadores.

A companhia declarou ainda que não tolera aplicativos de “nudificação” nem qualquer forma de exploração infantil, seja com material real ou gerado por IA. Segundo a Meta, criminosos mudam constantemente as estratégias utilizadas para escapar dos sistemas de detecção.

Apple e Google também removeram aplicativos

A investigação chegou aos aplicativos promovidos pelos anúncios. A WIRED identificou quase 50 apps relacionados às campanhas nas lojas da Apple e do Google.

As duas empresas informaram que removeram aplicativos associados à investigação. A Apple afirmou que tomou medidas contra os desenvolvedores envolvidos, enquanto o Google disse ter retirado os apps identificados e aplicado outras restrições contra ferramentas de “nudificação”.

O episódio também provocou reação de autoridades. Parlamentares e órgãos reguladores dos Estados Unidos e da Austrália afirmaram que estão analisando o caso, enquanto a Meta enfrenta outras disputas relacionadas à proteção de crianças em suas plataformas.

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