O Canaltech é o 15º site mais usado como referência para respostas do ChatGPT no Brasil e o site nacional de tecnologia mais influente da categoria. As informações são do estudo “Quem influencia o ChatGPT no Brasil?” da consultoria Ranqia, publicado em julho deste ano.
A pesquisa analisou quais são os domínios mais usados pelo ChatGPT para sustentar as respostas geradas pela IA. A ferramenta tem uma base de dados própria, mas também pode extrair informações de páginas da web para trazer respostas mais atualizadas — o relatório, portanto, mapeou os sites mais mencionados nesse caso.
Reddit e Wikipédia são os sites mais mencionados, enquanto o Canaltech aparece na 15ª posição geral como o único site brasileiro de tecnologia no top 20. Além disso, o CT é o sétimo mais mencionado entre veículos de notícias e mídia editorial.
O que o estudo revela?
A pesquisa da Ranqia identifica que o ChatGPT tem um ecossistema concentrado de páginas que influenciam uma resposta, baseado em fontes frequentemente citadas e consideradas como autoridades em diferentes assuntos.
A maioria das respostas da IA usa entre três e cinco fontes, enquanto os sites brasileiros também precisam dividir espaço com páginas internacionais.
Para as empresas, o estudo reforça a necessidade de pensar em estratégias de GEO (“Generative Engine Optimization”, ou “Otimização para motores generativos” em tradução livre): um conjunto de boas práticas com o objetivo de destacar um site ou uma marca nas respostas das ferramentas de IA generativa.
Metodologia
O paper coletou dados entre 195 dias entre dezembro de 2025 e julho de 2026, com foco apenas em prompts no ChatGPT que não mencionam especificamente marcas, veículos, URLs ou termos específicos. Foram mapeados mais de 60 mil domínios distintos e 210 mil URLS únicas.
Parece que a China continua com problemas com os novos estilos de maçanetas dos seus carros. O Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação do país anunciou novas diretrizes de segurança automotiva, que provocou o maior recall da história local. A ação afetou cerca de 4,3 milhões de carros com maçanetas digitais e retráteis.
Agora, a regulamentação exige que os carros fabricados a partir de 1º de janeiro de 2027 tenham maçanetas externas com abertura mecânica. Já na cabine, os acionamentos devem ser claramente visíveis e posicionados a no máximo 30 centímetros da borda da porta.
A determinação veio após relatórios mostrarem que socorristas e passageiros tiveram dificuldades para encontrar as maçanetas e abrirem as portas dos carros em momentos críticos, como após acidentes.
Carros chineses no Brasil
Naturalmente, a medida atinge grandes fabricantes do setor, como Tesla, Chery, Geely, Zeekr, Xiaomi e Leapmotor. Embora a exigência tenha sido aplicada na China, é possível esperar efeitos no mercado global de carros — e, conforme explicado pelo CT Auto, o fim das maçanetas elétricas na China pode mudar carros no Brasil.
O que acontece é que o mercado brasileiro representa uma das maiores forças importadoras dos carros chineses — considere que, até julho, houve aumento de 146% nas importações em comparação com o mesmo período no ano passado.
Como as montadoras utilizam plataformas globais de produção, os modelos destinados ao mercado brasileiro podem passar a desembarcar no país adaptados às novas exigências de segurança e com alterações no design externo.
O instituto de pesquisa Newzoo divulgou o 2026 Global Market Report, que prevê que a indústria alcançará a marca de US$ 213,9 bilhões de arrecadação neste ano. Isso representaria um aumento de 6,1% em comparação com os números de 2025.
Em entrevista ao WCCFTECH, o analista do mercado de jogos da companhia, Michiel Buijsman, revelou que um dos grandes responsáveis pelo avanço expressivo será o próximo lançamento da Rockstar — previsto para o dia 19 de novembro.
“GTA 6 gerou aproximadamente US$ 180 milhões em pré-vendas digitais no Ocidente apenas na primeira semana, com uma escalada para a estimativa global de US$ 260 milhões, a maior campanha de abertura já registrada”, afirmou Buijsman.
A expectativa é que o título, isoladamente, aumente em 17,5% a venda de jogos completos em consoles. Se concretizado, este seria o crescimento mais forte de qualquer modelo de negócios já visto na indústria dos videogames.
A pesquisa da Newzoo
De acordo com os dados estimados, os jogos mobile terão a maior alta de todo o segmento — com 6,8% e uma arrecadação estimada em US$ 121,11 bilhões.
Os consoles domésticos podem alcançar US$ 46,9 bilhões, o que representa um crescimento de 5,1% em comparação a 2025. Já a projeção para os games nos PCs abrange o acréscimo de 5,3% e um montante estimado em US$ 45,9 bilhões.
O analista Michiel Buijsman também acredita que o Nintendo Switch 2 representará uma boa fatia para o mercado de hardware, com lançamentos que vão impactar a indústria.
“A adoção contínua do console híbrido e lançamentos first-party, inclusive Pokémon Pokopia e The Legend of Zelda: Ocarina of Time, contribuem”, revela o executivo.
Mesmo com o atual desempenho acima do esperado, a projeção é de uma queda anual para os próximos anos. A receita na venda de videogames durante o primeiro semestre de 2026 já mostrou estar abaixo do que foi visto no ano passado.
Além disso, nota-se que o aumento na venda de experiências para computadores é modesto, vide o recorde que esta indústria atingiu em 2025: um salto de 12% em comparação aos números mostrados em 2024.
Na prática, isso significa que o público gasta mais, porém está menos engajado nas plataformas. A expectativa é de que o Project Helix e o PlayStation 6 possam mudar estes números, mas com a crise de memórias RAM se tornou um cenário imprevisível.
Comprar um carro costuma ser tratado como uma decisão emocional e, em boa parte, é mesmo. Mas é também uma das decisões financeiras mais significativas que a maioria das pessoas toma em um ciclo de vários anos. Antes de olhar para cor, design ou o modelo que está na moda, existe uma pergunta mais importante, e frequentemente ignorada: esse carro realmente serve para a vida que eu levo? Qual melhor carro para o meu perfil?
Um dos erros mais comuns na hora de comprar um carro é deixar que o preço de compra funcione como critério decisivo isolado. Ele importa, obviamente, mas tratá-lo como o único filtro da decisão costuma gerar arrependimento mais à frente — quando o consumo real de combustível, o custo de manutenção, o valor do seguro ou a depreciação do modelo escolhido aparecem na prática, meses depois da compra. Antes de fechar negócio, vale organizar a pesquisa e comparar minuciosamente as alternativas usando critérios que vão além do valor na etiqueta.
Por anos, a competição entre montadoras se resolveu em terrenos relativamente previsíveis: motor mais potente, consumo mais eficiente, preço mais competitivo, rede de concessionárias mais ampla.
Esses fatores continuam relevantes, mas hoje deixaram de ser, isoladamente, o que decide uma venda. Os dados mais recentes do mercado brasileiro apontam para uma disputa diferente, e bem mais difícil de vencer: a compreensão real de quem é o consumidor, o que ele já sabe antes de entrar na loja, e o que ele espera receber quando chega lá.
Um consumidor que já decidiu antes de aparecer
O comportamento de compra no setor automotivo mudou de forma estrutural. O consumidor já não começa a jornada na loja física — ele chega mais preparado, muitas vezes já sabendo qual modelo quer, qual faixa de preço aceita e quais condições espera, em um movimento diretamente conectado ao avanço das jornadas digitais e ao uso de dados ao longo do processo de compra.
Isso muda completamente o papel da concessionária e, por extensão, da própria montadora. Quando o consumidor chega já decidido, o diferencial competitivo deixa de estar apenas no produto físico e passa a estar em quem conseguiu, antes de todo mundo, entender o que aquele consumidor específico estava procurando — e entregar a mensagem certa, pelo canal certo, no momento certo da jornada.
A demanda existe. A pergunta é quem vai capturá-la
O tamanho da oportunidade em jogo é considerável. Dados recentes do mercado apontam que 68% dos brasileiros pretendem adquirir um veículo em 2026, mantendo o mesmo patamar do ano anterior — mas com uma mudança relevante no ritmo: a intenção de compra já no primeiro semestre subiu de 37% para 45% na comparação anual. É um mercado com demanda firme, mas com uma janela de decisão que se abre mais cedo e se fecha mais rápido.
Existe um desafio nesse cenário, a alta intenção de compra do consumidor brasileiro é um recado claro de que existe espaço para crescer, mas quem souber oferecer o portfólio certo, com condições atrativas — especialmente para quem está trocando de veículo, perfil que concentra a maior parte dos interessados — é quem vai efetivamente capturar esse movimento. Ter demanda aquecida não garante conversão. Entender exatamente o que motiva cada segmento dessa demanda, sim.
Trocar de carro não é o mesmo motivo para todo mundo
Um dos dados mais úteis para quem pensa em entender o consumidor de forma mais granular é a composição dos motivos de compra. Entre os brasileiros com intenção de adquirir um veículo em 2026, o principal motivo é a atualização do modelo, citado por 37% dos respondentes. Em seguida aparecem o hábito de trocar de carro periodicamente, com 29%, e a necessidade de substituição por desgaste do veículo atual, com 23%. Além disso, 73% dos interessados já possuem um veículo — a maior parte do mercado, portanto, não é de primeira compra, mas de troca.
Esses três motivos — atualização, hábito e necessidade — representam perfis de consumidor completamente diferentes, com sensibilidade a preço, urgência de decisão e critérios de escolha distintos entre si. Uma montadora que trata esse público como um bloco homogêneo, com a mesma comunicação e a mesma oferta para todos, está deixando sobre a mesa uma das informações mais valiosas que o próprio mercado já disponibilizou: o motivo específico que está movendo cada fatia dessa demanda.
Eletrificação como decisão racional, não apenas ambiental
O avanço dos elétricos no imaginário do consumidor brasileiro também revela uma mudança de critério de decisão. Não é apenas que a eletrificação ganhou espaço — é que elaganhou espaço por múltiplos motivos simultâneos, que se misturam de forma diferente para cada consumidor: um decide por economia de combustível, outro por consciência ambiental, um terceiro por estar atrás da conectividade mais avançada. Vender eletrificação com uma única narrativa genérica — "sustentabilidade" ou "economia", isoladamente — ignora que a decisão real do consumidor brasileiro é multifatorial, e que a montadora capaz de identificar qual fator pesa mais para cada perfil de comprador tem vantagem clara na conversão.
O carro virou plataforma de dados — e isso muda a régua de competição
Há ainda uma camada mais estrutural nessa disputa. O mercado de 2026 é de "smart mobility": o carro deixou de ser apenas um meio de transporte e passou a ser um dispositivo conectado, que gerencia energia e dados continuamente. Isso significa que a estrutura de vendas, antes dependente principalmente do lançamento de novos modelos, passa a depender também da manutenção da relevância do software embarcado ao longo de toda a vida útil do veículo.
Montadoras que insistem em um modelo de negócio centrado exclusivamente na venda de hardware e manutenção mecânica básica tendem a perder espaço para marcas que tratam o automóvel como uma plataforma de serviços digitais contínuos — o que exige, por definição, entender o comportamento do consumidor não apenas no momento da compra, mas ao longo de toda a relação com o veículo depois dela.
Mais concorrência, menos espaço para erro na leitura do consumidor
Esse cenário de disputa pela compreensão do consumidor ganha ainda mais urgência com a entrada de novas montadoras no mercado brasileiro, especialmente marcas asiáticas, que têm pressionado preços e ampliado a oferta de modelos, principalmente em segmentos como SUVs e veículos eletrificados. Com mais opções disponíveis para o mesmo consumidor, a decisão de compra tende a ficar mais racional, mais comparada e mais planejada — o que reduz a margem de erro para montadoras que ainda comunicam de forma genérica, sem personalização real.
O que isso significa na prática para o setor
O produto automotivo brasileiro está mais diversificado, mais acessível em opções, e disputado por um número maior de marcas do que em qualquer momento recente. Nesse cenário, a variável que ainda não está plenamente explorada pela maioria das montadoras não é tecnológica — é interpretativa.
Entender que "querer trocar de carro" pode significar três motivações completamente diferentes; que conforto pesa mais do que tecnologia pura na decisão declarada do consumidor; que a escolha por um elétrico raramente nasce de um único fator; e que a relação com o consumidor não termina na assinatura do contrato, mas continua através do software que o carro carrega — tudo isso é dado disponível, mas ainda pouco convertido em estratégia comercial diferenciada.
Quem continuar competindo apenas em especificação técnica e preço vai descobrir, tarde, que estava competindo no critério errado.
Uma build do jogo do Homem de Ferro, produzido pela Avalanche Studios e cancelado no início dos anos 2010, vazou em redes sociais como o Reddit.
Com mais de uma hora de duração, o material mostra Tony Stark em uma abordagem similar à vista em franquias como Just Cause e Mad Max.
Esta versão, supostamente, surgiu de um kit de desenvolvimento do PlayStation 3. Nos vídeos é possível ver o super-herói voar, explodir coisas e enfrentar inimigos.
Enquanto o combate corporal se inspira em Batman Arkham, a ação aérea utiliza muitos de seus gadgets — como os mísseis que saem de sua ombreira mecânica.
É importante ressaltar que o título do Homem de Ferro nunca foi concluído, logo a build não passou por todo o processo de polimento e pode não ser muito agradável aos olhos.
Outro detalhe relevante é que a Disney e a Avalanche nunca revelaram oficialmente a obra. Na prática, ele só chegou ao conhecimento do público em declarações do co-fundador do estúdio, Christofer Sundberg.
Na época, o executivo revelou que a aventura foi cancelada por conta das “políticas corporativas”. Isso pode significar que a Disney não quis seguir adiante com o jogo, mesmo com a popularidade do personagem.
Adaptação de Homem de Ferro
Enquanto a versão foi (mal) enterrada, outro título é produzido pela Electronic Arts atualmente. Porém, o game inédito não tem uma data oficial de lançamento.
O desenvolvimento está nas mãos da Motive Studios, que também foi responsável por Dead Space e Star Wars: Squadrons. Não foram divulgados detalhes do projeto, mas ele segue ativo.
A expectativa é que a nova obra não se torne mais um entre os 6 jogos anunciados que nunca foram lançados. Se levarmos em conta o cancelamento de Pantera Negra e da Mulher-Maravilha nos games, é importante não se apegar.
O Windows 11 reúne uma série de recursos nativos para deixá-lo mais rápido e com mais espaço disponível. Além do Sensor de Armazenamento, o sistema conta com opções para reduzir efeitos visuais e um app da Microsoft para auxiliar na manutenção periódica.
Testado e atualizado pela equipe do Canaltech em agosto de 2026 na versão mais recente do Windows 11.
Como liberar espaço em disco no Windows 11
Existem recursos nativos do Windows 11 que ajudam a liberar espaço no computador. A seguir, veja como usá-los.
Ative o Sensor de Armazenamento
O Sensor de Armazenamento é uma ferramenta que limpa arquivos temporários automaticamente quando o PC está com o armazenamento lotado.
Abra as "Configurações" do Windows;
Acesse a aba "Sistema";
Entre em "Armazenamento”;
Clique em "Sensor de armazenamento”;
Ative o recurso.
O Sensor de Armazenamento também pode ser configurado para excluir arquivos da lixeira e da pasta "Downloads" automaticamente após um período de inatividade definido por você.
Verifique seus arquivos
No menu “Armazenamento”, o Windows também traz um panorama de fotos, vídeos e demais arquivos salvos no PC. Para isso, basta clicar em categorias para verificar os dados mais pesados ou até duplicados.
Assim, você consegue abrir mais espaço ao remover informações que não têm mais necessidade, por exemplo.
Limpe arquivos temporários e cache
Além da limpeza automática, é possível fazer uma faxina manual:
Aplicativos instalados para testes ou usados raramente continuam ocupando espaço. Além disso, muitas vezes, os softwares consomem recursos do computador sem você perceber ao serem executados em segundo plano.
Descubra como desinstalar programas:
Acesse as configurações do Windows;
Vá em “Aplicativos”;
Entre em “Aplicativos instalados”;
Ordene a lista por tamanho para identificar os apps mais pesados;
Clique no botão de três pontinhos ao lado do nome do app;
Aperte em “Desinstalar”.
Use o Microsoft PC Manager
O PC Manager é a ferramenta oficial e gratuita da Microsoft para otimização do Windows. Veja como instalá-la e usá-la:
Vá até a opção “PC Boost” para limpar cache e liberar memória;
Use o "Health Check" para verificar falhas, bugs e ameaças.
Como agilizar a inicialização do Windows 11
É importante desativar os programas que estão configurados para abrir junto com o Windows sem necessidade para acelerar a inicialização do sistema. Veja como:
Abra as "Configurações" do Windows;
Vá em "Aplicativos”;
“Entre em Inicialização";
Veja quais apps têm maior impacto no processo de inicialização;
Desative os apps que não precisam abrir automaticamente.
Também é possível fazer isso por dentro de cada aplicativo. No Spotify, por exemplo, o ajuste fica em nos ajustes avançadas das configurações do programa.
Ajustes de desempenho geral no Windows 11
Alguns ajustes ajudam a melhorar o desempenho geral do Windows, especialmente se o seu computador não possui especificações muito avançadas.
Desative efeitos visuais e transparências
Animações e efeitos de transparência deixam a interface bonita, mas consomem mais recursos:
Abra as "Configurações";
Vá em "Acessibilidade”;”
Entre em “Efeitos visuais";
Desative as animações e/ou a transparência.
Escolha o plano de energia de melhor desempenho
Se você vai jogar ou precisa fazer algo que demanda muitos recursos, é possível alterar o modo de energia para aumentar o desempenho do computador:
Saiba como ativar o modo “Melhor desempenho”:
Entre nas configurações do Windows;
Clique em “Sistema”;
Vá em “Energia e bateria”;
Em "Modo de energia", selecione "Melhor desempenho".
Cabe ressaltar que o ajuste aumenta o consumo de energia do computador. Dessa forma, é importante retornar para o modo econômico ou equilibrado ao finalizar a atividade para poupar a bateria do notebook, por exemplo.
Feche apps em segundo plano
Nem todos os apps que você fecha são encerrados totalmente. Alguns permanecem em segundo plano para facilitar a abertura ou até manter algumas atividades em andamento sem interferir o uso do computador.
Por isso, verifique se o ícone do aplicativo permanece em exibição na barra de ferramentas. Caso queira encerrá-lo, basta clicar com o botão direito e seleciona a opção correspondente.
Também é possível fechá-los pelo Gerenciador de Tarefas. Contudo, é importante evitar o encerramento de softwares importantes, como antivírus, apps com dados que ainda não foram salvos ou serviços do Windows.
Veja como encerrá-los:
Aperte “Ctrl + Shift + Del”;
Selecione o Gerenciador de Tarefas;
Vá até a aba “Processos”;
Identifique os programas que mais consomem recursos;
Clique com o botão direito no programa;
Vá em “Finalizar tarefa”.
Mantenha o Windows atualizado
Atualizações do Windows nem sempre trazem novidades, mas aplicam correções de bugs e ameaças. Esse processo ajuda não apenas a manter o sistema mais seguro, como garante a estabilidade do computador e pode até melhorar o desempenho.
Para verificar se há atualizações, faça o seguinte:
Acesse as configurações do sistema;
Vá em “Windows Update”;
Aperte em “Verificar se há atualizações”;
Aguarde a verificação terminar;
Se houver atualizações, instale-as.
Em alguns casos, o Windows solicita para reiniciar o computador antes de finalizar a instalação. Por isso, antes de atualizar, salve seus arquivos e faça backup de dados importantes.
Desativar serviços do Windows deixa o PC mais rápido?
A maioria dos serviços do Windows são gerenciadas automaticamente pelo Windows e desativá-los pode causar falhas em vez de melhorar o desempenho. Portanto, não é recomendável alterar esses ajustes sem o auxílio de um especialista ou orientação da Microsoft.
Formatar o PC resolve a lentidão?
A formatação ajuda a resolver a lentidão, especialmente se há falhas no sistema ou em apps. Contudo, o processo não auxilia completamente se o problema envolve o hardware, como é o caso de memória insuficiente, por exemplo.
Nesses casos, é importante avaliar uma melhoria de recursos do computador.
É necessário fazer backup antes de formatar?
Sim. É recomendável fazer uma cópia de todos os seus arquivos, fotos, vídeos e demais dados antes de formatar o computador, uma vez que o procedimento apaga todas as informações do dispositivo.
Por que o computador fica mais lento com o tempo?
No geral, o acúmulo de arquivos temporários, apps rodando em segundo plano e a quantidade de programas abertos simultaneamente aumentam o consumo da RAM, processador e armazenamento aos poucos. Dessa forma, o PC tende a ficar mais lento com o tempo, especialmente se não houve manutenções periódicas.
Vale a pena usar programas de limpeza de terceiros?
O Windows 11 já conta com ferramentas nativas (Sensor de Armazenamento) e o Microsoft PC Manager, que é oficial e gratuito.
Meu disco está sempre em 100% de uso, o que fazer?
Verifique o Gerenciador de Tarefas para identificar o processo responsável pelo consumo elevado de recursos e considere fazer uma limpeza no computador. Se o problema persistir, é necessário verificar a integridade do dispositivo.
Como acelerar o processo de desligamento do PC?
Se o computador demora para desligar, o motivo costuma ser algum aplicativo que insiste em ficar aberto. Por isso, fechar os programas manualmente antes de desligar já reduz o problema na maioria dos casos.
Esvaziar a lixeira realmente libera espaço no disco?
Sim. Enquanto um arquivo está na lixeira, ele ainda ocupa o armazenamento do PC. Só ao esvaziá-la que o espaço é efetivamente liberado para uso.
Trocar o HD por SSD ajuda no desempenho?
Sim. A troca de um HD por um SSD é uma das mudanças com maior impacto na velocidade do PC. Contudo, trata-se de um upgrade de hardware, e não de software.
O anúncio do Linux completou 35 anos: no dia 25 de agosto de 1991, o desenvolvedor Linus Torvalds, com 21 anos na época, revelou o projeto pessoal em post na plataforma Usenet.
No post, Torvalds disse que estava fazendo um sistema operacional gratuito, pediu o feedback da comunidade sobre o sistema Minix (usado em computadores da época) e afirmou que “era só um hobby, não será grande e profissional como o GNU”. A previsão não foi cumprida, visto que o Linux se tornou um dos principais SOs do mundo, com relevância até hoje e servindo como base para plataformas como o Android.
O anúncio aconteceu em agosto, mas a primeira versão do sistema foi lançada no mês seguinte, em 17 de setembro de 1991. Posteriormente, a plataforma incorporou ferramentas do GNU e manteve a estrutura em código aberto.
Confira o post original (em inglês):
O que é a Usenet?
A Usenet é uma rede descentralizada de computadores usada para troca de mensagens entre desenvolvedores, uma espécie de precursora dos fóruns e redes sociais da internet.
A plataforma foi lançada em 1979 e continua ativa até hoje, mesmo após perder força com o passar das décadas. É possível classificá-la como um “embrião” das discussões na internet, principalmente por ter revelado alguns jargões comuns da internet.
O produtor de Marvel Tokon: Fighting Souls, Takeshi Yamanaka, revelou que sabe das falhas do título no PC e sente muito pelos bugs vistos no gameplay.
Em entrevista para o Video Games Chronicle, o executivo fala em nome de toda a equipe para informar que esta versão não passa despercebida pelo estúdio.
“Infelizmente, a versão para computadores do jogo teve problemas que afetam muitos jogadores, algo pelo qual pedimos desculpas”, afirma Yamanaka.
Ainda que Marvel Tokon tenha passado por atualizações recentes, ele também revela que todos trabalham para corrigir os erros vistos e relatados pelo público.
Mesmo com este esforço, o produtor diz que é “uma tarefa extremamente difícil” recuperar a confiança dos fãs, mas que vão reverter a situação.
Os desafios de Marvel Tokon
Com o lançamento do jogo de luta entre os super-heróis, foram divulgados inúmeros problemas dentro da experiência — principalmente nos PCs, nos quais exigia muito da CPU e da memória RAM até de máquinas mais potentes.
Em algumas semanas, parte dos fãs mostrou sua insatisfação com pedidos de reembolso para Marvel Tokon. Entre os que permaneceram, o Steam mostrou uma queda de 80% da base de jogadores.
Jogos como Cyberpunk 2077, No Man’s Sky e alguns poucos conseguiram reconquistar a confiança da comunidade. Porém, a Arc System Works precisará se esforçar para alcançar o mesmo resultado.
A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) aplicou uma multa de R$ 153,7 milhões à ByteDance, controladora do TikTok. Anunciada nesta terça-feira (25), a sanção mira em irregularidades no tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes na rede social.
A medida é resultado de um processo administrativo da Superintendência de Fiscalização da agência, iniciado em novembro de 2024. Segundo a ANPD, a empresa tratou dados desse público sem hipótese legal válida nas experiências com e sem cadastro.
A fiscalização também apontou falhas nas medidas para impedir o acesso de menores de 13 anos à plataforma e na supervisão de adolescentes durante o cadastro.
Durante uma coletiva de imprensa nesta terça, a agência afirmou que a multa considerou a gravidade das infrações, a quantidade de pessoas afetadas e a hipervulnerabilidade desse público.
TikTok terá de seguir plano de conformidade
Paralelamente à sanção, a ByteDance deverá cumprir um plano de conformidadenegociado com a ANPD. A medida prevê ajustes para reforçar a proteção de crianças e adolescentes no TikTok.
Nas contas cadastradas, a plataforma deverá aplicar configurações de privacidade mais restritivas por padrão. Esses ajustes só poderão ser alteradas por pais ou responsáveis vinculados à conta do jovem, além de haver aprimoramentos nos mecanismos de supervisão parental.
Já no acesso ao feed sem login, o TikTok terá de suspender anúncios, lives e o contato direto entre usuários. A experiência também será limitada a 12 horas cumulativas por dispositivo, com coleta restrita a dados de idioma, região e prevenção a fraudes.
O processo também estipula um período de dias úteis para a empresa entrar com um recurso. “O recurso hoje cabe contra a sanção. Em princípio, ele não atrapalharia a execução do plano de conformidade”, explicou o Superintendente de Fiscalização, Fabrício Guimarães Madruga Lopes.
Agora vai ficar mais fácil de controlar quando um motorista passou por pedágios nas rodovias sob o sistema Free Flow. Segundo informações divulgadas pelo Ministério dos Transportes na segunda (24), o app CNH do Brasil agora tem um recurso que permite a consulta de passagens nos “pedágios sem cancela” do sistema.
Com a novidade, a ferramenta centraliza as cobranças automáticas de rodovias federais e estaduais. Assim, fica mais fácil de quitar os débitos, já que os condutores são direcionados para os canais oficiais de pagamento oferecidos pelas concessionárias.
A novidade chega à plataforma digital após fases de testes, adaptação e integração concluídas junto à Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Atualmente, 14 empresas administradoras de rodovias já estão integradas ao sistema, que visa simplificar a verificação de débitos de motoristas de todo o país.
Pagar pedágio Free Flow
Para verificar os registros, o usuário deve acessar a aba "Veículos" no app CNH do Brasil e selecionar o carro utilizado, caso tenha mais de um. Na sequência, a plataforma vai exibir os pontos de passagem detectados, indicando também a empresa responsável pela cobrança.
Depois, é só acessar o app da concessionária para pagar o pedágio ali. Por enquanto, apenas uma concessionária que opera a tecnologia Free Flow no Rodoanel ainda não concluiu a integração total ao serviço.
O sistema free flow veio para substituir as tradicionais praças físicas de pedágios por pórticos de leitura automática, calculando o valor da tarifa com base na distância percorrida. Segundo o Ministério dos Transportes, a modalidade reduz filas, diminui o tempo de viagem e amplia a segurança contra colisões nas rodovias.
A Microsoft lançou o programa Indique e Ganhe no aplicativo do Edge para celulares. É possível convidar novos amigos para o navegador e ganhar pontos do programa de recompensas Microsoft Rewards em troca.
Disponível no Brasil, o programa permite ganhar até 500 pontos do Rewards por dia e 7.500 pontos por mês. O bônus pode ser usado no Rewards para trocar por vale-presente de Xbox, Microsoft, Netshoes, Uber, Netflix e outras plataformas.
A oferta é mais uma tentativa de angariar usuários para o Edge, principalmente fora do Windows. O navegador já vem instalado por padrão no sistema da Microsoft, mas precisa ganhar espaço contra Chrome no Android e Safari no iOS.
Quem pode participar?
Para começar a convidar pessoas, basta fazer login no Edge para celulares com uma conta ativa da Microsoft e participante do Rewards. A seção “Indique e Ganhe” está disponível na tela inicial do navegador, após tocar na foto de perfil.
No entanto, os convites valem apenas para quem nunca instalou o Edge Mobile. Ou seja: quem já usa o navegador não pode acessar o link de convite para gerar pontos.
Como a promoção funciona?
Cada conta no Edge ganha um link personalizável para ser compartilhado com outras pessoas. Quando alguém acessa o link, instala o Edge e faz login com uma conta, ambas as pessoas ganham os pontos.
A Microsoft afirma que a pessoa convidada precisa conectar uma conta ao navegador e fazer pesquisas por pelo menos dois dias em um período de 14 dias. São 500 pontos por cadastro e limite diário de 500 pontos por dia, podendo chegar a 7.500 no mês.
A Konami declarou na última segunda-feira (24) que reboots de grandes franquias são uma das suas principais estratégias atuais.
Ao Nikkei Gaming, o presidente da companhia, Hideki Hayakawa, reforçou que o plano é trazer de volta suas séries mais aclamadas dentro da indústria dos jogos eletrônicos.
“Reboots de propriedades existentes como Metal Gear, Silent Hill, Castlevania e Suikoden são iniciativas importantes que funcionam como pilar para os nossos negócios”, revela o executivo.
Após sucessos como Silent Hill f e a grande expectativa por Castlevania: Belmont’s Curse, a Konami quer manter a revitalização de seu catálogo com novas experiências.
Contudo, ele aponta que a produtora não deseja apenas viver do passado. Mais IPs inéditas serão criadas ao longo dos próximos anos.
“Ao mesmo tempo, temos um forte desejo de criar novos projetos e gêneros”, destaca Hayakawa.
Enquanto Silent Hill f inicia uma nova era para a franquia de survival horror, Metal Gear Solid e Suikoden só passaram pelos processos de remasterizações e remakes. Pelo visto, chegou o momento de seguir adiante com estas sagas.
Empecilhos da Konami
É importante ressaltar que há grandes desafios para que a companhia volte aos trilhos com suas principais franquias. MGS, por exemplo, está intrinsecamente ligada ao nome de Hideo Kojima — que saiu da empresa no fim de 2015.
Outro grande problema é que Suikoden foi idealizado e produzido por Yoshitaka Murayama, falecido em fevereiro de 2024. Na prática, para a Konami trazer ambas as séries de volta exigirá a busca por profissionais tão geniais quanto os dois.
Além disso, há muito ceticismo em torno deste grande retorno: afinal de contas, ela passou aproximadamente 10 anos sem lançamentos relevantes — com seus negócios centrados em Yu-Gi-Oh!, eFootball e máquinas Pachinko.
Para o ano de 2026, seus planos envolvem a chegada de Silent Hill: Townfall(o primeiro em 1ª pessoa) e Castlevania: Belmont's Curse (o primeiro metroidvania inédito da saga em consoles desde Castlevania: The Adventure ReBirth, de 2009).