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CrossOver 27 ganha versão de teste com suporte a chips Apple Silicon

A CodeWeavers, empresa responsável pelo CrossOver (ferramenta que permite instalar aplicativos para Windows no macOS), disponibilizou hoje a primeira versão (ainda em fase de teste) do CrossOver 27, que conta com suporte nativo ao Apple Silicon.

Até então, a ferramenta dependia do Rosetta 2 (a camada de tradução da Apple que será descontinuada em 2027 com o macOS 28), marcando um dos últimos passos na transição do x86 (dos chips Intel) para a arquitetura ARM 1Advanced RISC Machine. (dos chips Apple Silicon) no ecossistema da Apple — vale lembrar que o macOS Golden Gate 27 já não contará com suporte aos processadores da Intel.

O desenvolvimento da nova versão foi iniciado em 2023, baseando-se nos avanços sucessivos do Wine, além de passar a integrar o FEX (emulador que executa aplicativos x86 e que, originalmente feito para a versão ARM64 do Linux, agora foi portado para o macOS).

Algumas limitações incluem a ausência de suporte ao D3DMetal, a camada de tradução da Apple do DirectX 11/12 para a API 2Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. Metal, a incompatibilidade com o inicializador de alguns jogos e a impossibilidade de migrar garrafas (bottles) para a arquitetura ARM.

Embora a empresa tenha confirmado o fim do suporte aos Macs Intel na nova versão do utilitário, o CrossOver 26 seguirá funcionando mesmo com o lançamento da nova versão.

A versão ARM64 do CrossOver 27 pode ser testada a partir do macOS 26.5; em versões anteriores do sistema, o CrossOver continua funcionando via Rosetta 2.

O CrossOver possui um teste gratuito de 14 dias para novos usuários e pode ser adquirido tanto por US$54 em sua versão com um ano de suporte quanto por US$494 com suporte vitalício.

via AppleInsider

Notas de rodapé

  • 1
    Advanced RISC Machine.
  • 2
    Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.

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Framework Laptop 13 Pro review: Much better battery, much worse price

I've liked the Framework Laptop 13 since the first time I used it, partly because I just think the idea of a repairable and upgradeable laptop is cool and partly because it's not Yet Another Ultraportable Trying To Be A MacBook Air Clone. But the design has always had real shortcomings—the most noticeable and serious being its mediocre battery life.

Enter the Framework Laptop 13 Pro. While all previous Laptop 13 refreshes have tinkered around the edges with the original design (a tweaked lid design here, new hinges or new speakers there), the Laptop 13 Pro is as close as we've gotten to a second-generation revision for the original design.

This means that it breaks backward compatibility for some (but not all) Laptop 13 components, most notably the bottom case, the keyboard and trackpad, and the original 55 WHr and 61 WHr battery designs. But by allowing itself to make larger changes to the design, Framework has made major strides in battery life and general fit and finish.

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© Andrew Cunningham

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