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Linux no Mega Drive? Dev faz sistema rodar no Sega 32X com só 256 KB de RAM

A comunidade entusiasta de Linux não tem limites. Assim como Doom é portado para qualquer eletrônico que tenha um chip, o sistema operacional do pinguim também é instalado em qualquer nível de hardware. Uma prova disso é o SO em um SEGA 32X, aquela expansão do Mega Drive, com duas CPUs de 23 MHz e incríveis 256 KB de memória RAM, tamanho muito menor que qualquer foto de celular hoje em dia.

O responsável por essa façanha é o desenvolvedor espanhol conhecido como "cakehonolulu", que conseguiu compilar e inicializar o kernel Linux junto com o BusyBox no antigo acessório de 16 bits lançado em 1994.

Embora o SEGA 32X fosse considerado potente para sua época, trazendo dois processadores Hitachi SuperH SH2 de 23 MHz para auxiliar o antigo processador Motorola 68000 do Mega Drive, além de expandir a paleta para até 32.000 cores na tela, fazê-lo rodar um sistema operacional moderno trouxe desafios significativos.

Mesmo o Linux ainda é muito para um hardware tão defasado

Entre os principais obstáculos enfrentados pelo desenvolvedor estavam a quantidade extremamente limitada de memória RAM, a ausência de sincronização de hardware e a falta de acesso direto a portas UART (para comunicação serial). Além disso, cakehonolulu teve que superar bugs de agendador e insistiu no desafio extra de fazer multiprocessamento simétrico funcionar, para que o Linux pudesse utilizar ambos os núcleos de processamento SH2 de forma cooperativa.

Sega-Genesis-32X

Para alcançar o sucesso, ele contou com o auxílio do kit de desenvolvimento Chilly Willy, do projeto "linuxmd", de cartuchos flash baseados em FPGA da Krikzz e de documentações antigas sobre a arquitetura dos chips da Hitachi.

Curiosamente, esse não é o primeiro projeto retrô de cakehonolulu: ele também foi o responsável por portar o Linux para o Atari Jaguar (console de 1993). Para o programador, esses ports complexos em hardwares antigos e exóticos não são apenas hobbies, mas servem como um portfólio de engenharia que ele espera utilizar para se destacar no mercado e conseguir um novo emprego na área de tecnologia.

E se você não sabe nada de Linux, dá uma conferida nessas coisas que você provavelmente não sabia sobre o sistema do pinguim.

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RTX Spark suportará "jogos lendários" da SEGA, afirma NVIDIA

Há três décadas, o primeiro Virtua Fighter chegava aos PCs, três anos após o lançamento original para arcades, em máquinas equipadas com o chip NVIDIA NV1. Essa parceria com a SEGA está sendo comemorada em 2026 e um evento no Japão deixou claro que, além de Virtua Fighter Crossroads, "outros jogos lendários" do estúdio chegarão aos notebooks equipados com o chip RTX Spark, a mais recente novidade do Time Verde.

Em um evento em Akihabara, onde funcionava o primeiro arcade da SEGA, Jensen Huang, CEO da NVIDIA, Yu Suzuki, criador da série Virtua Fighter, e o atual CEO da SEGA, Haruki Satomi, revelaram que o novo game de luta, que chega somente em 2027, além de todos os novos games do estúdio, terá suporte ao SoC RTX Spark, que conta com núcleos Arm.

Virtua Fighter é considerado o primeiro jogo realmente em 3D, algo revolucionário para o ano de 1993, época em que a predominância do 2D era absoluta. Com o passar dos anos, o game ganhou versões para os consoles e uma para PC em 1996, com suporte ao chip NVIDIA NV1 para processamento gráfico.

A tecnologia não foi das melhores na época, já que a NVIDIA foi na contramão da forma de renderizar um jogo até então e ficou de fora do suporte a API DirectX da Microsoft por isso. O sucessor, NV2, foi projeto, mas nem chegou a ser lançado. A SEGA ainda investiu US$ 5 milhões na época para que a empresa de Jensen Huang continuasse trabalhando, culminando no lançamento da primeira GPU, a GeForce 256 em 1999.

RTX Spark promete muito desempenho em games em notebooks ultrafinos

Anunciado em parceria com a MediaTek, o RTX Spark é um chip que marca o início de uma nova era para computadores baseados em Windows on Arm. Focado no processamento local de inteligência artificial e games, o SoC une uma CPU NVIDIA Grace de 20 núcleos com uma GPU Blackwell com 6.144 núcleos CUDA.

Essa potente combinação, conectada via barramento NVLink, oferece até 1 petaflop de desempenho em IA FP4 e suporta até 128 GB de memória unificada. Além de tecnologias de ponta como DLSS 4.5 e Reflex, o chip permite rodar jogos modernos a mais de 100 FPS em 1440p em notebooks ultrafinos com alta eficiência energética.

Até o momento, fabricantes como a ASUS, HP, Dell, Lenovo, MSI e Microsoft já têm seus modelos para serem lançados em breve. Além disso, o SoC RTX Spark também equipará mini PCs.

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Prepare sua RTX: Gears of War: E-Day chegará com DLSS 4.5 e Ray Tracing

Com lançamento marcado para 6 de outubro, Gears of Wars: E-Day chega seis anos depois do último game principal, trazendo uma história que se passa antes de todos. Feito na Unreal Engine 5.8, o game terá suporte ao DLSS 4.5 e Ray Tracing em parceria com a NVIDIA, prometendo entregar ainda mais qualidade gráfica e desempenho em hardware compatível.

O jogo da The Coalition faz uso de Lumen para iluminação global e oclusão de ambiente e de MegaLights para as sombras, tudo por Ray Tracing. Aproveitando o motor gráfico da Epic Games, o game faz uso ainda de Nanite para aumentar os detalhes dos objetos em até 100x mais do que Gears 5. Gears of War: E-Day promete entregar ainda cenários destrutíveis, muitas partículas e efeitos volumétricos de ponta.

Tudo isso, como é de se esperar, promete ser pesado na placa de vídeo, seja uma GeForce ou Radeon. Porém donos de uma RTX terão disponível o DLSS 4.5, que funciona em sua capacidade máxima com uma GeForce RTX 50. Além do upscaling tradicional, o título terá suporte ao gerador de múltiplos quadros dinâmico, que ajusta o multiplicador para alcançar a taxa de FPS desejável.

Gears of War: E-Day exige GPUs modernas

Os requisitos de sistema recomendados de Gears of War: E-Day listam as placas de vídeo de entrada da atual geração, algo que não costumamos ver com frequência, embora existam GPUs mais antigas como sugestões equivalentes também.

Requisito recomendado para rodar Gears of War: E-Day
Processador AMD Ryzen 5 5600 ou Intel i5-11600K
Placa de vídeo NVIDIA GeForce RTX 5060 / RTX 3060ti / AMD Radeon RX 6700 XT / RX 9060 XT ou Intel B580
Memória 16 GB de RAM
Armazenamento 130 GB de SSD
Sistema operacional Windows 11 22H2 ou mais recente

E sobre Gears of War: E-Day em si, a The Coalition promete ação mais ágil e um "salto" de qualidade.

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Acer lança notebook Predator Helios com quase 100 GB de memória RAM

O mercado brasileiro não costuma receber todas as melhores configurações possíveis de notebooks como lá fora. De qualquer forma, a Acer está lançando globalmente a nova versão de seu modelo topo de linha, o Predator Helios 18 AI, com uma revisão nas especificações, com destaque para a gigantesca quantidade de 96 GB de RAM e 2 TB de SSD.

Chips de memória, sejam RAM ou SSD, estão muito caros atualmente por conta da atual crise da indústria de hardware, mas a Acer não poupou em nenhum deles nesse notebook. Junto do atual melhor processador mobile da Intel e da GPU topo de linha da NVIDIA, esse notebook sai por nada menos que £ 4,999.99, cerca de R$ 34.000 na cotação atual, um pouco mais que o preço de um ASUS ROG Strix Scar G16 com RTX 5070 Ti, U9 275HX, 32 GB e 1 TB.

Especificações do novo Acer Predator Helios 18 AI

Essa máquina é equipada com o monstruoso processador Intel Core Ultra 9 290HX Plus de 24 núcleos, capaz de atingir até 5,50 GHz, e conta com uma NPU dedicada para acelerar tarefas de IA com desempenho de 13 TOPS. Na parte gráfica, o notebook ostenta a poderosa GPU NVIDIA GeForce RTX 5090 com robustos 24 GB de memória de vídeo GDDR7 dedicada e consumo máximo de até 175 W.

Toda essa potência é exibida em uma imponente tela IPS Mini LED de 18 polegadas com resolução WQUXGA (3840 x 2400) na proporção 16:10. O painel entrega excelente fluidez com taxa de atualização de 120 Hz, além de tecnologia antirreflexo ComfyView e certificação Eyesafe para maior conforto visual.

O armazenamento é dividido em um SSD PCIe NVMe 5.0 superveloz de 1 TB e outro SSD PCIe NVMe 4.0 também de 1 TB. O sistema de som conta com 6 alto-falantes e a conectividade sem fio fica por conta da tecnologia de ponta Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.4. No quesito conexões físicas, há duas portas USB-C, três USB-A, saída HDMI e porta de rede RJ-45, tudo alimentado por uma fonte de 400 W.

O design desse novo Acer Predator Helios se parece com o do modelo de 16 polegadas já disponível no Brasil, com uma RTX 5070 Ti e Core Ultra 9 290HX Plus, que já testamos e teremos review em breve.

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