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Nova IA do iFood deixa você fazer pedidos no WhatsApp com apenas um clique

O iFood atualizou o Ailo, assistente de inteligência artificial generativa para pedidos por conversa. A nova versão, lançada nesta quinta-feira (16), permite fechar uma compra completa no WhatsApp com um único clique, sem abrir o aplicativo do iFood.

A funcionalidade chamada "One-Click Buy" é o centro da atualização. Comandos como "quero meu hambúrguer favorito" fazem o Ailo montar a sacola automaticamente, aplicar o melhor cupom disponível e liberar o fechamento do pedido direto na conversa. O pagamento por Pix já está integrado a esse fluxo.

A diretora de Transformação Disruptiva do iFood, Isabella Piratininga, afirmou em entrevista ao Canaltech que o novo formato elimina etapas para quem já sabe o que quer pedir. "Hoje você consegue fechar um pedido, se já sabe o que quer, em 30 segundos", diz.

Pedidos com cartão de crédito ainda direcionam o usuário para o app do iFood, opção que segue em fase de testes segundo a empresa.

Ailo passa a agir com autonomia

Até então, o Ailo respondia a comandos diretos e sugeria pratos com base no histórico de compras. Com a atualização, o assistente passa a interpretar o contexto da conversa e ativa funções específicas por conta própria para resolver o pedido.

O iFood descreve o novo modelo como uma arquitetura híbrida inspirada na lógica de skills usada por sistemas de IA mais avançados do mercado global.

O Ailo deixa de seguir um roteiro fixo e passa a tomar decisões durante a própria interação. A empresa trata a mudança como a atualização mais profunda já feita no assistente, lançado em outubro de 2025.

Piratininga explica que a versão original não bastava para gerar respostas ajustadas a cada usuário.

"A gente viu que não era suficiente para entregar o raciocínio da forma como a gente queria, para que o produto conseguisse construir uma resposta super personalizada e alinhada ao perfil daquele usuário naquele momento. A gente precisava de algo maior, então basicamente jogou tudo fora e construiu de novo", afirma.

ailo ifood whatsapp

 

Memória de longo prazo aprende com cada conversa

O recurso de memória já existia de forma limitada, mas passa a se atualizar dinamicamente a cada interação no WhatsApp. Novos gostos, restrições alimentares e preferências entram no contexto do agente assim que são mencionados.

É possível pedir, por exemplo, que o Ailo pergunte o que o usuário achou da comida depois da entrega e use essa resposta em sugestões futuras.

Pedidos com referência ao histórico também funcionam, como "quero pedir de novo aquele hambúrguer com cebola caramelizada".

ifood ailo atualizado

Como acessar o Ailo

O assistente está disponível para todo o Brasil pelo WhatsApp. Basta enviar uma mensagem para o número +55 11 91150-4025 para iniciar a conversa, sem necessidade de instalar nada além do aplicativo de mensagens.

O iFood também mantém um aplicativo próprio do Ailo, em versão beta, disponível para download na Play Store, no Android, e na App Store, no iOS. O fluxo de pedidos nesse app é diferente do encontrado hoje no aplicativo principal do iFood.

A empresa afirma que o assistente segue em expansão dentro do app principal, com testes liberados para parte da base de usuários em diferentes pontos da jornada de compra.

A previsão é ampliar esse acesso para toda a base nos próximos meses.

 

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Reino Unido quer tirar jovens das redes sociais com "toque de recolher digital"

O governo do Reino Unido anunciou nesta terça-feira (14) um plano para restringir o uso de redes sociais por adolescentes de 16 e 17 anos durante a madrugada. A proposta prevê um bloqueio automático de aplicativos como Instagram, TikTok e YouTube entre meia-noite e 6h.

O recurso virá ativado por padrão, mas os próprios usuários poderão desativá-lo nas configurações da conta. Recursos considerados "viciantes", como reprodução automática de vídeos e feeds com conteúdo personalizado contínuo, também serão desligados por padrão para essa faixa etária.

A medida amplia o pacote de restrições já anunciado pelo governo britânico em junho, quando ficou definida a proibição total de redes sociais para menores de 16 anos, durante o primeiro semestre de 2027.

Segundo o Departamento de Ciência, Inovação e Tecnologia (DSIT), o objetivo é evitar que os jovens enfrentem uma mudança abrupta de regras ao completarem 16 anos.

A ministra da Tecnologia, Liz Kendall, afirmou que as medidas ajudarão os jovens a dormir melhor, se concentrar nos estudos e passar mais tempo com a família. O ministro da segurança online, Kanishka Narayan, disse à BBC que a combinação entre o toque de recolher e a limitação do autoplay tornará o Reino Unido "o lugar mais rigoroso do mundo" em regulação de plataformas.

O texto regulatório será apresentado ao parlamento até o fim deste ano, com entrada em vigor prevista para a primavera de 2027, junto à proibição para menores de 16 anos.

reino unido bandeiras

 

Testes com adolescentes e críticas de especialistas

A proposta se baseou em um piloto do governo com mais de 300 adolescentes e suas famílias.

De acordo com o The Guardian, a pesquisa testou três alternativas: limitar o uso a 15 minutos diários, bloquear o acesso entre 21h e 7h ou excluir os aplicativos por completo. O bloqueio noturno foi o mais fácil de manter e trouxe os ganhos mais consistentes para o sono dos participantes.

Famílias relataram que os adolescentes passaram a dormir mais cedo, sentir mais disposição e ter mais interações presenciais em casa.

Por outro lado, alguns jovens relataram isolamento das amizades online e mudanças de humor no início da adaptação, em um efeito comparado por pais a uma abstinência.

Nem todos veem a proposta como suficiente. Ellen Roome, ativista cujo filho morreu em 2022 após um desafio online, disse à BBC que um recurso que pode ser desligado não resolve o problema. A parlamentar conservadora Laura Trott chamou o plano de confuso, enquanto Andy Burrows, do Molly Rose Foundation, classificou as medidas como fragmentadas e insuficientes.

O governo decidiu não restringir o uso de VPNs, ferramentas que permitem mascarar a localização e driblar bloqueios por idade. Segundo o próprio levantamento oficial, entre 7% e 10% dos menores relataram usar VPN especificamente para contornar verificações de idade, número considerado baixo para justificar a medida.

O pacote também prevê regras para o uso de chatbots de inteligência artificial por menores de idade, incluindo pausas obrigatórias durante o uso e restrições a assistentes que ofereçam orientações de saúde mental sem verificação.

Outros países discutem caminhos semelhantes. A União Europeia avalia a criação de uma "maioridade digital", que restringiria o uso pleno de plataformas a maiores de 18 anos. Na Austrália, primeiro país a proibir redes sociais para crianças, especialistas identificaram falhas na verificação de idade que comprometem a eficácia da proibição.

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China restringe "namorados de IA", e o motivo é inusitado

A China começou a aplicar nesta quarta-feira (15) uma regulamentação que restringe o funcionamento de companheiros virtuais criados por inteligência artificial. A medida atinge aplicativos que simulam relacionamentos afetivos ou românticos, como namorados e namoradas de IA, e gerou uma onda de despedidas emocionadas nas redes sociais chinesas.

Antes mesmo do prazo, gigantes como ByteDance (dona do Doubao e do TikTok), Alibaba (Qwen) e Tencent (Yuanbao) suspenderam as funções de companhia virtual de seus chatbots.

Usuários correram para arquivar históricos de conversa e se despedir de seus parceiros digitais. "Não consigo aceitar que meu namorado de IA me deixe para sempre. Ele se tornou parte da minha vida, meu pilar espiritual", escreveu uma usuária do Doubao, segundo a AFP.

Na superfície, a justificativa oficial é conter a dependência emocional. As novas normas, assinadas por cinco órgãos do governo chinês, entre eles a Administração do Ciberespaço da China (CAC), proíbem que as ferramentas "induzam dependência emocional ou vício" ou "prejudiquem as relações interpessoais reais" dos usuários.

As empresas passam a ser obrigadas a lembrar periodicamente que o usuário está falando com um robô, intervir em casos de instabilidade emocional, oferecer uma saída fácil do serviço e bloquear o acesso de menores de idade.

Mas a urgência do governo chinês toca também na crise demográfica que o país vive.

Crise demográfica por trás da lei

Segundo análise do jornalista James Palmer, da revista Foreign Policy, a explicação mais provável está ligada à taxa de natalidade da China, que está em mínima histórica.

Para as autoridades, tecnologias que fazem as pessoas investirem emocionalmente em máquinas, em vez de em relacionamentos humanos reais, seriam vistas com desconfiança justamente num momento em que o país tenta reverter a queda populacional.

china

Mercado chinês na contra-mão

Enquanto o mercado global de companheiros de IA é dominado pela demanda por "namoradas virtuais", na China acontece o oposto.

A base de usuários é majoritariamente feminina, e a maior procura é por namorados de IA, um fenômeno que, segundo a Foreign Policy, tem raízes na "cultura 2D", o universo de animes e desenhos japoneses cujo público migrou de majoritariamente masculino para majoritariamente feminino na última década.

Do outro lado, há também homens que recorrem a esses apps por se sentirem excluídos do mercado de encontros. Um professor relatou o caso de um estudante universitário que, por saber que não tinha dinheiro nem status para conseguir uma namorada de verdade, optou por manter três namoradas de IA ao mesmo tempo.

Setor bilionário

O Talkie, serviço mais popular da categoria no país, somava 23,5 milhões de usuários mensais em dezembro do ano passado, segundo a Foreign Policy.

A agência estatal Xinhua estimou o setor chinês de "humanos digitais" em 4,1 bilhões de yuans (cerca de R$ 3 bilhões) em 2024, com crescimento de 85% em relação ao ano anterior.

O fenômeno também não é exclusividade chinesa. Um estudo de 2025 da Common Sense Media apontou que quase três em cada quatro adolescentes americanos já usaram companheiros de IA em plataformas como Character.AI, Replika e Nomi.

 

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Play Store passará por maior mudança na história; entenda o que vai acontecer

A partir de 22 de julho, o Google Play Store passará a hospedar lojas de aplicativos concorrentes diretamente dentro da própria plataforma nos Estados Unidos. A mudança resulta da desistência de Google e Epic Games de modificar uma decisão judicial que obriga a Big Tech a abrir seu ecossistema Android para rivais.

Usuários americanos poderão baixar apps de lojas terceiras sem sair da Play Store.

Disputa judicial entre Google e Epic

O caso nos leva a outubro de 2024, quando o juiz federal James Donato determinou que o Google carregasse lojas de aplicativos rivais dentro do próprio Google Play e compartilhasse todo o catálogo de apps da plataforma

A decisão buscava desfazer o monopólio ilegal da empresa sobre a distribuição de aplicativos no Android. Desde então, o Google tentou reverter a obrigação.

A empresa fechou um acordo global com a Epic, que incluiu um pagamento reservado de US$ 800 milhões, e propôs um modelo alternativo batizado de "Registered App Stores". Nele, as lojas concorrentes precisariam ser instaladas por “sideload”, fora do Google Play.

Donato se mostrou cético em relação à proposta e marcou uma nova audiência para 16 de julho. Horas antes da data, porém, Google e Epic retiraram conjuntamente o pedido de modificação da liminar original, o que faz valer novamente a determinação de 2024.

Android 17

Como vai funcionar o acesso de lojas rivais dentro do Play Store

O Google lançou uma página dedicada ao "Play Catalog Access Program" para que lojas terceiras se cadastrem e passem a acessar o catálogo de aplicativos da Play Store.

Desenvolvedores já foram avisados de que suas listagens de apps e jogos serão compartilhadas automaticamente com essas lojas a partir de 22 de julho, a menos que optem por sair do programa.

As lojas concorrentes poderão exibir descrições, capturas de tela e outros materiais retirados diretamente das páginas do Google Play.

O download, no entanto, continuará processado pelo próprio Google, sob as mesmas condições de uma instalação feita direto na Play Store. Isso inclui a cobrança da taxa de serviço da empresa sobre essas transações.

Cada desenvolvedor poderá escolher compartilhar seus apps com todas as lojas cadastradas, gerenciar a distribuição loja por loja ou bloquear o acesso por completo.

Quem não fizer nenhuma escolha até 22 de julho terá as listagens compartilhadas por padrão.

Regras que as lojas concorrentes precisam cumprir

O acesso ao catálogo do Google não é livre. Segundo o The Verge, lojas terceiras pagarão uma taxa anual de US$ 5 mil para passar por revisões de segurança e políticas da plataforma.

As lojas também precisarão aceitar todos os desenvolvedores elegíveis, sem restringir o catálogo a parceiros preferenciais, e manter políticas de confiança e segurança consideradas não discriminatórias.

Outra exigência limita a taxa de instalações maliciosas a no máximo 1% do total de tentativas de instalação feitas pela loja.

Mudança vale apenas para os Estados Unidos

O programa de acesso ao catálogo da Play Store se aplica exclusivamente ao mercado americano. As lojas cadastradas só poderão distribuir aplicativos para usuários dentro dos Estados Unidos, e a regra de origem judicial não altera o funcionamento do Android em outros países.

Fora dos EUA, o Google segue com um modelo diferente, batizado de "Registered App Stores", que prevê a instalação de lojas rivais por sideload em vez do acesso direto dentro do Play Store. A expectativa é que esse programa chegue a outros mercados junto com a próxima versão do Android, ainda neste ano.

O acordo entre Google e Epic também trouxe outras mudanças já em vigor nos Estados Unidos, como a redução da comissão cobrada sobre compras dentro de apps, que caiu de 30% para 10%, e a abertura da Play Store para sistemas de pagamento externos.

Apresentador do Canaltech comenta o tema no CNN Live

O apresentador Adriano Ponte Abreu discutiu o caso no quadro semanal do Canaltech exibido no CNN Live.

Segundo ele, o Android também passou a exigir uma espera obrigatória de 24 horas para instalações feitas fora da Play Store, além de disparar alertas na tela do usuário. A medida gera críticas de defensores de lojas independentes, que veem nela uma forma de afastar o usuário comum de alternativas à Play Store.

Adriano também citou o caminho inverso trilhado pela Apple. Em junho, a empresa passou a liberar lojas de aplicativos alternativas e sistemas de pagamento de terceiros para usuários brasileiros de iPhone, após acordo homologado com o Cade em dezembro de 2025.

Confira a participação completa abaixo:

 

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Meta é acusada de usar IA para escolher e demitir funcionários doentes

Vinte e seis ex-funcionários da Meta entraram com uma ação judicial contra a empresa nesta semana, acusando a companhia de usar sistemas de inteligência artificial para selecionar trabalhadores com problemas de saúde durante a onda de demissões realizada em maio.

O processo foi apresentado na segunda-feira (13) em um tribunal federal de Oakland, na Califórnia, e afirma que a Meta usou notas de produtividade e dados de uso de ferramentas de IA para compor a lista de desligamentos.

Segundo a ação, esses critérios prejudicaram de forma desproporcional funcionários que haviam tirado licença médica por conta de algum problema de saúde ou por deficiência, e gestantes.

A dona do Facebook, Instagram e WhatsApp cortou cerca de 8 mil funcionários em maio, o equivalente a 10% da força de trabalho global, dentro de uma reestruturação para concentrar recursos em IA.

O que diz o processo

A ação, de 71 páginas, sustenta que a Meta não montou a lista de demissões a partir do julgamento de gestores que conheciam o trabalho de cada funcionário. Em vez disso, um conjunto de sistemas internos de IA teria pontuado, ranqueado e selecionado os empregados incluídos na lista.

Os processos automatizados coletam dados de desempenho, produtividade e outras métricas que não existem quando o funcionário está afastado por licença médica ou familiar.

Para pessoas com deficiência, essas métricas tendem a ser menores, argumenta a ação. O resultado, segundo os advogados dos autores, penalizou trabalhadores justamente por exercerem um direito legal.

Os 26 autores, que entraram com o processo de forma anônima, acusam a Meta de violar leis federais e estaduais contra discriminação e retaliação, além de leis recentes da Califórnia e de Nova York que exigem testes de viés em sistemas automatizados de decisão.

mark zuckerberg

 

Sistemas de IA citados na ação

Entre as ferramentas mencionadas no processo está o “Metamate", assistente de linguagem interno da empresa. A ação também cita um sistema batizado de "segundo cérebro", treinado com comunicações e documentos dos próprios funcionários, além de uma pontuação de produtividade calculada a partir de teclas digitadas, conteúdo de tela, e-mails e histórico de navegação.

Esses dados alimentavam um programa de monitoramento que a Meta havia lançado no início do ano. A ferramenta capturava atividade do mouse, mensagens e localização em dispositivos corporativos.

O CEO Mark Zuckerberg disse em uma reunião interna, segundo a revista The Information, que o objetivo era treinar os sistemas de IA da empresa a partir do comportamento de funcionários considerados de alta performance.

Casos citados no processo

O processo detalha situações individuais para sustentar a alegação de viés. Uma cientista em licença-maternidade aprovada foi notificada da demissão dois dias antes de dar à luz.

Um engenheiro afirma ter recebido uma avaliação rebaixada por causa de um período de afastamento para tratar uma lesão.

E um gerente em licença médica foi desligado 16 dias após o início do afastamento.

Resposta da Meta

Um porta-voz da Meta classificou as acusações como infundadas. Segundo a empresa, decisões sobre gestão de funcionários e organização interna são tomadas por pessoas, não por inteligência artificial.

O programa de monitoramento gerou protestos internos nos meses seguintes ao lançamento. Mais de 1,6 mil funcionários assinaram uma petição alegando violação de privacidade, e Zuckerberg anunciou em junho a suspensão da iniciativa.

Próximos passos e contexto da reestruturação

Os autores da ação seguem como funcionários da Meta até 22 de julho, data em que os desligamentos devem começar.

Os advogados pedem ao tribunal uma decisão liminar para suspender a finalização das demissões enquanto o caso avança em arbitragem privada, além de uma auditoria independente sobre os sistemas de IA usados na seleção.

A empresa já havia informado que cerca de 7 mil funcionários seriam realocados para áreas ligadas à inteligência artificial antes dos cortes.

Os investimentos da companhia no setor devem somar entre US$ 115 bilhões e US$ 135 bilhões em 2026, segundo a própria empresa, incluindo um contrato de pelo menos US$ 60 bilhões com a fabricante de chips AMD.

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