A chinesa Geely apresentou na China seu novo Geely Smart Charging. Anunciado como o carregador para veículos elétricos mais rápido do mundo, o equipamento atinge potência máxima de 2,25 MW — na prática, o dispositivo é suficiente para recarregar uma bateria de 10% a 70% em apenas 4,5 minutos. Já a recarga completa leva cerca de 8 minutos, de acordo com a marca.
Desta vez, o sistema usa estações de quinta geração e as novas baterias Ultra Short Blade da marca. Diferente de soluções convencionais, a novidade utiliza inteligência artificial para gerenciar o sistema térmico de forma preditiva.
Para isso, o software prevê variações na temperatura das células com 30 segundos de antecedência e ajusta a potência antes que ocorra o aquecimento, mantendo a média do conjunto abaixo de 55 °C. O dispositivo conta com os perfis de operação Extremo, Inteligente e Automático, com pulsos de microcorrentes para preservar a vida útil dos componentes em até 20%.
Bateria Blade
Fica claro que a novidade veio como resposta direta ao Flash Charging da BYD, o "powerbank gigante" lançado anteriormente que entrega 1,5 MW (1.500 kW) e recupera até 400 km de autonomia em 5 minutos. Quando foi lançado, o Flash Charging ostentava o título de carregador de carro elétrico mais potente do mundo, mas agora o título pertence ao dispositivo da Geely.
Por um lado, a rival já confirmou a instalação de 1 mil pontos de recarga ultrarrápida no Brasil até o final de 2027; por outro, a Geely projeta iniciar a implementação global de seu novo ecossistema a partir do mesmo ano, ainda sem confirmação oficial de chegada ao mercado brasileiro.
Britain’s Competition Appeal Tribunal is allowing part of a consumer lawsuit against Apple and Amazon to proceed over claims they restricted competition in the sale of Apple products on Amazon’s UK marketplace, reports Reuters.
The lawsuit alleges that Apple and Amazon agreed in 2018 to limit which resellers could offer Apple and Beats-branded products on Amazon’s UK website, reducing market competition. Judge Kelyn Bacon has permitted claims regarding Amazon marketplace purchases to move forward, noting they were plausible and grounded in facts
The part of the case allowed to proceed could be worth between £289 million ($383 million) and £306 million, including interest, according to the claimant, according to Reuters.
Broader claims regarding products sold through Apple’s own stores or other independent retailers were dismissed as too speculative. Not surprisingly,Apple strongly disagrees with the claims, saying the 2018 deal was intended to protect consumers and reduce serious safety risks associated with counterfeit goods. [1]
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O sedan elétrico Z9S acaba de estrear no mercado chinês. O modelo da Denza, marca de alto luxo do grupo BYD, chegou ao país em três configurações, com preços que variam entre 255.800 e 325.800 yuans (cerca de R$ 195.700 e R$ 249.200) — e que são até R$ 41.100 mais em conta que os valores ofertados na pré-venda.
A estratégia busca desafiar concorrentes consolidados, como o Tesla Model 3. Para isso, o carro entrega dimensões superiores, maior sofisticação e desempenho expressivo. Além do porte avantajado, o Z9S se destaca ainda pela tecnologia embarcada e capacidade de carga, incluindo um porta-malas dianteiro de 120 litros.
Por dentro, o modelo combina revestimento em couro Nappa com um painel tecnológico composto por central multimídia de 17,3”, quadro de instrumentos digital de 13,2” e head-up display com projeção de 50”. Já o pacote de segurança integra o sistema de condução autônoma God’s Eye 5.0 com sensor LiDAR no teto.
Sedan de luxo BYD
Desenvolvido sobre a plataforma e3 com estrutura de baterias Blade integradas, o modelo oferece versões com motor traseiro de 503 cv e uma opção de topo com três motores elétricos e tração integral de impressionantes 1.210 cv. A configuração mais potente acelera de 0 a 100 km/h em apenas 2,68 segundos.
Dependendo da versão, as baterias de até 122,5 kWh garantem autonomias de 780 km a 1.100 km no ciclo de medição chinês (CLTC). Outro diferencial técnico da plataforma e3 é o esterçamento das rodas traseiras, que proporciona manobras laterais, rotação sobre o próprio eixo e reduz o raio mínimo de giro para 4,75 metros.
O selo Copilot+ PC não aparece nos novos notebooks Surface, da própria Microsoft, e mostra que a companhia está com novos planos para os computadores com Windows e inteligência artificial. Não foi revelado o caminho que ela seguirá daqui em diante, mas parece que a marca está com os dias contados.
Ao Windows Central, o vice-presidente corporativo da linha, Brett Ostrum, revela que as máquinas recém-lançadas vão seguir por seu próprio caminho a partir de agora.
“…estes não são chamados de Copilot+ PCs. Eles atendem a todos os requisitos do nosso padrão anterior para o que define os dispositivos Copilot+. Continuamos apostando na narrativa de IA de ponta e na possibilidade de oferecer uma solução híbrida”, afirmou o executivo.
Vale notar que não são apenas os computadores da Microsoft que estão com o selo ausente. Novos modelos produzidos por outras empresas também deixaram de conter a informação — assim como os aparelhos que terão o processador RTX Spark, da NVIDIA.
A história dos Copilot+ PC
Introduzida em 2024 pela companhia norte-americana, a marca reforçava notebooks que foram construídos para a inteligência artificial. Inicialmente, apenas dispositivos que tinham CPUs da Qualcomm receberam a certificação pela Microsoft, o que posteriormente se estendeu para AMD e Intel também.
Todos contavam com uma série de recursos exclusivos, como o Live Captions (que trazia legendas ao vivo para chamadas de vídeo), Cocreator no Paint (com ferramentas para criação de imagens generativas), efeitos extras para o Windows Studio e ferramentas como Click to Do e Restyle Image.
Contudo, o que gerou uma grande polêmica foi o Recall. Notebooks com o selo Copilot+ PC tiravam prints contínuos da tela dos usuários para gerar um “histórico” — o qual podia ser consultado pelos proprietários a qualquer momento. O problema surgiu quando começou a ser debatida a privacidade das pessoas.
Ainda que a inteligência artificial agisse localmente, há um banco de dados com o qual a tecnologia se comunica. A funcionalidade sofreu diversos atrasos, passou por fases de testes e foi lançada em 2025. Porém, mesmo com diversas garantias de que não teriam seus dados violados, o público não se esqueceu de sua imagem negativa.
On September 22, Apple announced the opening of Apple Music Hall, a new, state-of-the-art live music venue in London’s Battersea Power Station. Elton John will be the first artist to perform there in an appearance on September 28.
Following performances will be by Baby Keen on October 2, Skye Newman on October 7, Troye Sivan on October 13, Arlo Parks on October 22, Burma Boy on October 29, Chase & Status on November 26, and a Charli XCC on December 2.
Apple Music Hall is designed to connect artists and fans through bespoke, intimate performances unlike anywhere else, according to Oliver Schusser, Apple’s vice president of Apple Music and International Content. He said the venue will offer artists and music fans alike an exceptional live concert experience alongside the River Thames.
Taking inspiration from the iconic Battersea Power Station, the new venue incorporates heritage brickwork, fluted arches, and bronze balconies reminiscent of the historic oriel windows. A giant glass wall further enhances the visual connection with the historic building, offering a panoramic view of the concourse and the river beyond.
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OpenAI and the other defendants in Apple’s trade secret misappropriation lawsuit have made a new filing, asking the court to strike two expert declarations and disregard other evidence Apple recently submitted, reports 9to5Mac.
From the filing: Apple submitted with its reply brief five new expert declarations (including one entirely new expert), totaling 126 pages, as well as numerous new exhibits. These declarations go far outside the scope of Apple’s opening brief and Defendants’ opposition, and in any event do not save Apple’s deficient motion.
This is part of an ongoing legal brouhaha. In a lawsuit filed with the Northern District of California, Apple says it’s uncovered evidence of a months-long scheme to steal confidential information. The company says OpenAI hardware lead and former Apple designer Tan and former electrical engineer Liu directed Apple employees interviewing with OpenAI to provide details on unreleased devices, components, manufacturing processes, and vendor relationships.
Here’s what Apple said in a statement to MacRumors: At Apple, our teams are constantly developing breakthrough technologies to create the best products and services in the world, and protecting their work and intellectual property is something we take very seriously. Recently, significant evidence has emerged suggesting individuals employed by OpenAI wrongfully took Apple’s secret and confidential information regarding our unreleased technologies, processes, and products. We will always defend our teams’ hard work and innovations, and we are taking all appropriate steps to do so.
And from the lawsuit:
OpenAI also instructs new hires on how to avoid scrutiny when they leave Apple. For example, Mr. Tan warns them not to tell Apple that they have taken jobs at OpenAI, so they can stay at Apple as long as they can. After his own departure, Mr. Tan improperly retained or obtained an internal Apple managers’ document marked “Need to Know” that describes security procedures for employee departures. Messages left on Apple-issued work devices show that Mr. Tan and his OpenAI colleagues have been sharing this document with new hires before they give notice to Apple of their departures, previewing Apple’s security protocols. Unsurprisingly, Apple’s investigation has found a pattern by employees who depart for OpenAI of taking steps to evade the security processes intended to protect Apple’s confidential information.
In response to the lawsuit, OpenAI spokesperson Drew Pusateri told MacRumors that, “We have no interest in other companies’ trade secrets. We remain focused on building innovative technology that empowers people everywhere.”
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A federal jury in San Diego ruled that Taction Technology is owed more than $5.7 billion by Apple for infringing two haptic feedback patents, reports CBNC.
Taction, a haptics technology company, sued Apple in 2021. The tech giant has vowed to appeal the findings saying “Apple does not use Taction’s technology.” Also, a jury has found that Apple’s infringement wasn’t willful, which limits potential triple damages.
The dispute centers on Apple’s Taptic Engine, which provides the tapping and vibration sensations in iPhones and Apple Watches. Taction argued that Apple used its patented tactile transducer technology without permission under U.S. Patent Nos. 10,659,885 and 10,820,117.
Taction initially filed the lawsuit in 2021. Apple won a dismissal in 2023. However, the U.S. Court of Appeals for the Federal Circuit revived the case in 2025.
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The holiday season is fast approaching and new Apple CEO John Ternus has told the company’s staff that most US divisions will get the whole week of Thanksgiving off.
Here’s what he said in an email seen by Bloomberg:
Team,
Last week in New York, I had the chance to see customers discover for themselves what we already know: Our newest products are incredible! From the most advanced camera ever in aniPhoneto intelligent health features inApple Watchto the amazing listening experience of our latest Air Pods, it was so wonderful to see the joy in people’s faces as they experienced our new lineup for the very first time. And that’s beforeiPhone Duoeven hits the shelves.
It takes an extraordinary amount of work to make moments like this possible. It takes teams across Apple all driving toward the same goal, every single day. This year has been filled with remarkable milestones, and for all your hard work, you deserve a break.
In recognition of your contributions, most US teams will get the Monday through Wednesday before Thanksgiving off. If you’re part of our Retail andAppleCareteams who serve our customers, or international teams, you’ll be able to take three extra days off at a later date. You can find all the details on the People site.
I’m so grateful for this amazing team, and I hope you’ll use this time away to unwind, recharge, and spend time with loved ones. As I’ve said, this is an incredibly exciting time to be at Apple. And I can’t wait for what’s next.
O Xiaomi 18 deve ser lançado em dezembro, meses depois dos modelos Pro, e pode chegar com uma bateria de7.200 mAh. O celular também é esperado com Snapdragon 8 Elite Gen 6 e câmera principal de 200 MP.
A janela de lançamento ganhou força após o aparelho de código M261DB passar por uma certificação de conectividade na China. O modelo é apontado pelo informante Digital Chat Station como o Xiaomi 18 padrão. A própria Xiaomi já havia indicado que o celular seria apresentado separadamente, mais para o fim do ano.
Segundo os vazamentos, o Xiaomi 18 terá uma tela plana de 6,4 polegadas com resolução de 1,5K. O painel seria do tipo M11, usado também nos modelos Pro apresentados recentemente.
O conjunto deve manter o aparelho relativamente compacto, enquanto o processador ficará no mesmo nível dos irmãos mais caros. O celular é esperado com o Snapdragon 8 Elite Gen 6.
O Xiaomi 18 deve trazer carregamento seria de 100 W por cabo, com suporte também para carregamento sem fio.
Xiaomi 18 pode ter três câmeras de 200 MP
As câmeras também aparecem entre os principais rumores sobre o Xiaomi 18. Um vazamento aponta para um conjunto traseiro triplo, formado por uma câmera principal de 200 MP com sensor de 1/1,28", uma ultrawide de 50 MP e uma teleobjetiva de 200 MP com zoom óptico de 3x.
A informação é diferente de um vazamento anterior, que apontava para apenas duas câmeras traseiras. Se a configuração mais recente estiver correta, o modelo padrão terá um conjunto fotográfico mais completo do que o esperado inicialmente.
Xiaomi 18 pode estrear três meses depois do Pro
A Xiaomi apresentou o Xiaomi 18 Pro e o 18 Pro Max antes do modelo padrão. O lançamento separado segue uma estratégia semelhante à adotada pela empresa na geração anterior, quando os aparelhos também chegaram em momentos diferentes.
Ainda não há confirmação oficial da data ou das especificações pela Xiaomi. Também existem dúvidas sobre a presença de um eventual Xiaomi 18 Ultra na nova geração, mas essa possibilidade ainda aparece apenas em relatos iniciais. Enquanto isso, um celular da Xiaomi ganha design vermelho transparente que mostra até “entranhas”.
L’annonce par Open IA de la résolution du problème de Navier-Stokes, un des sept « problèmes du millénaire » ébranle la communauté des mathématiciens. Elle s’inscrit dans un contexte de compétition féroce entre Open IA et Anthropic qui ont fait de la résolution de problèmes l’étalon de leur progrès. Par Gautier Cariou
A Nintendo já foi o centro de algumas das maiores polêmicas da indústria dos jogos, mas também apresentou algumas excentricidades um tanto curiosas. Afinal de contas, 137 anos de história não são 137 dias e as suas diferentes fases trouxeram histórias estranhas demais para serem esquecidas pelos fãs.
De ações judiciais um tanto “únicas” a decisões que desafiavam a própria realidade, a Big N, para o bem e para o mal, nunca se conteve em suas convicções. Obviamente, isso rendeu eventos caóticos e que se tornaram o centro do debate entre muitos jogadores ao longo de muito tempo.
Se você acredita que disputar espaço com GTA 6 e seguir um caminho completamente distinto do visto com a Sony Interactive Entertainment e Microsoft soa esquisito, é melhor se preparar, pois isso é apenas “um dia comum” nas operações da companhia japonesa.
Veja as 8 polêmicas mais estranhas da história da Nintendo, assim como o que a motivou a agir de uma forma tão bizarra.
8. Jogos e motel
Durante os anos 1960, a Nintendo passava um sufoco na produção de cartas de baralho. Para escapar da falência, a companhia decidiu diversificar os negócios e investiu na abertura de um “love hotel” (um motel, em termos mais claros) em Kyoto.
Se isso abala a imagem puritana que você tem dela, saiba que foi uma operação breve e a Big N compreendeu que não era o caminho correto. Na mesma época, eles também administraram uma frota de táxis e venderam arroz instantâneo.
7. Donkey Kong nos tribunais
A Universal Studios sentiu que a Nintendo promovia Donkey Kong como uma paródia de King Kong e decidiu levar a fabricante até a Justiça no início dos anos 1980. Para comprovar que não era apenas uma cópia, contrataram o advogado John Kirby e torceram pelo melhor.
Por ironia do destino, o jurista descobriu que alguns anos antes o estúdio argumentou nos tribunais que o gorilão estava em domínio público — o que permitia a eles refazer os longas. Ao usar o mesmo argumento, eles venceram a ação judicial e como agradecimento batizaram um de seus personagens de Kirby para homenageá-lo.
6. Suor em Mortal Kombat
No ápice da guerra entre Nintendo e SEGA, a Big N decidiu trazer Mortal Kombat (1993) para a sua plataforma. Contudo, o sangue iria contra toda a imagem que ela gostaria de transmitir à sociedade e tomou a estranha decisão de mudar a cor dele para cinza — com a justificativa de que era apenas suor.
A sua rival não poupou esforços para liberar o sangue via código, o que elevou sua moral como “descolada” e abalou as estruturas da concorrente. O resultado disso é que MK vendeu muito mais no Mega Drive e a companhia sofreu do mesmo jeito com a criação da classificação indicativa nos games.
5. Luvas para Mario Party
Os minigames de Mario Party (1999) podiam ser bem intensos. Muitos jogadores, em sessões “frenéticas” sofreram com bolhas, queimaduras por fricção e, em certos casos, chegou a causar danos reais nos nervos das mãos de crianças, para se ter ideia. O analógico do Nintendo 64 sofria, mas o público tinha problemas maiores.
Um procurador de Nova York decidiu lutar contra isso e obrigou a companhia japonesa a encarar os tribunais. O resultado disso foi um acordo no qual teve de gastar US$ 80 milhões para produzir luvas e disponibilizá-las para qualquer um que solicitasse o item para jogar.
4. Nintendo destrói TVs?
No auge do Nintendo Wii, a fabricante teve um baita problema nas mãos. Na verdade, na TV: quando o público jogava Wii Sports, a alça do controle se rompia e o periférico voava em direção às telas. Centenas de pessoas passaram por problemas deste tipo, o que gerou uma grande polêmica.
Com a destruição de diversos televisores, ações judiciais começaram a acusar a companhia de “descaso” e a obrigaram a encarar o tribunal mais uma vez. Isso rendeu um recall massivo de Wii Remote, com o reenvio com alças reforçadas e capas de silicone para inibir os danos.
3. PETA vs. Big N
Após o lançamento de Super Mario 3D Land (2011), a organização de direitos dos animais PETA criou uma campanha agressiva para acusar a Nintendo de mostrar um personagem que, supostamente, esfolava cães e guaxinins para vestir as suas peles in-game.
Essa movimentação gerou até um jogo em flash chamado Mario Kills Tanooki, muito sangrento e explícito, por sinal. Para se defender, a Big N emitiu uma nota oficial para lembrar ao público que a transformação era lúdica e não apoiava a caça de animais (mesmo que tenha produzido Duck Hunt décadas atrás).
2. O gosto das fitas de Switch
De todas as decisões estranhas da Big N, o gosto azedo das fitas de Switch ao menos ganhou uma explicação plausível. Para evitar que crianças pequenas e bebês colocassem os cartuchos na boca, ela incluiu benzoato de denatônio na sua composição — um composto químico amargo.
Por incrível que pareça, o tiro saiu pela culatra. Com o advento das redes sociais, virou um desafio online lamber as fitas para testar o sabor. A medida de segurança viralizou, o que fez bem: hoje, todos sabem que as mídias físicas podem causar um grande desconforto se levadas à boca.
1. A polêmica de Bowsette
Quando New Super Mario Bros U. Deluxe (2019) foi anunciado, um item se destacou: a Super Crown, que podia transformar Toadette em uma versão similar à Princesa Peach. Claro que a internet não perdoou e criou a Bowsette — como uma alternativa em que o vilão usaria o item e assumiria uma forma humana feminina.
Quando a Nintendo piscou, a internet já tinha se rendido à fanfic. Milhares de artes de fãs, o termo nos trending topics mundiais e versões que não ousamos sequer mencionar. A companhia nunca canonizou esta hipótese e, no game, fez questão de inserir o trecho “Desculpe Luigi, apenas Toadette pode usar este item!”.
Histórias estranhas da Nintendo
No momento que achar que já viu de tudo no mundo dos games, lembre-se que a companhia japonesa pode sempre inovar e trazer uma trama excêntrica para apimentar a comunidade. Seja por querer ou não, o importante é que gera entretenimento.
Apesar das sequências estranhas, você também pode se lembrar de 6 decisões polêmicas da história da Nintendo para ver que eles sempre são “8 ou 80” — ou é algo divertido ou é uma bomba para a indústria. Confira as que são menos piores, ao menos:
Você sabe dizer qual é a maior diferença entre os emuladores vistos no Nintendo Switch Online e plataformas como o ZSNES e John NESS? Além da proposta de cada uma, elas têm particularidades que se adequam a diferentes necessidades para cada usuário.
Há disponibilidade em vários dispositivos, porém também é necessário checar o que eles oferecem para tomar uma decisão consciente enquanto busca por seus jogos retrô. Ter franquias que marcaram a sua infância ou juventude não é mais o suficiente, mas sim expandir a experiência dos fãs.
Embora muita gente não veja, essas distinções abrem um verdadeiro abismo entre os softwares que você encontra internet afora — ou dentro de sistemas pagos.
Para te mostrar as diferenças que existem entre a emulação comercial e a emulação da comunidade, reunimos 6 aspectos que as definem para decidir qual caminho seguir.
6. Cibersegurança é relevante
A emulação comercial, no geral, envolve softwares próprios ou a permissão de rodar os sistemas dentro de suas plataformas — o que garante uma compatibilidade ímpar e a garantia de que seus dados continuam seguros dentro do ecossistema.
Em contrapartida, muitas vezes o público teme baixar o conteúdo produzido por fãs por ter receio do tipo de acesso e informações que eles poderão obter ao instalá-los. Ainda que a maioria esmagadora não busque esse objetivo, não é estranho ver um ou outro jogador que precisou formatar a sua máquina por ter sido hackeado ao buscar emuladores alternativos pela internet.
5. Código-fonte dos emuladores
Uma das características mais marcantes da emulação comercial é que seu código-fonte é totalmente fechado. Isso significa que as companhias detêm os direitos sobre o sistema, logo, os fãs não conseguem alterar muita coisa fora das configurações — mesmo quem tem conhecimento sobre o assunto não o fará facilmente.
Já os emuladores da comunidade, em sua grande maioria, são movidos pelo código aberto. Assim, outros podem modificá-lo para se adequar a outras propostas. Se um software é produzido para PCs, alguém pode adaptá-lo para smartphones, criar compatibilidade com fita, aprimorar o desempenho entre várias opções que sua capacidade permitir. No fim, todos ganham.
4. Time de desenvolvimento
Quando falamos de emulação comunitária, isso envolve o trabalho de entusiastas e pessoas apaixonadas pelo assunto. Contudo, poucos “vivem” disso. Na verdade, estes fãs programam e trazem novidades em seu tempo livre (quando sobra algum, claro).
Por outro lado, os desenvolvedores dos emuladores comerciais trabalham diretamente para uma companhia voltada para esta abordagem. Isso, supostamente, significa atualizações mais velozes, mais games compatíveis oficialmente com o passar do tempo e a garantia de um ouvido para reclamar quando algo não sai como deveria.
3. Questões legais
Por falar no aspecto jurídico, emular as plataformas não é um crime. Replicar o funcionamento do sistema operacional da Nintendo, Sony, Microsoft e outros em PCs, celulares e outros é livre. Porém, a emulação da comunidade utiliza esse artifício para facilitar o acesso a ROMs de jogos ilegais — já que a sua compatibilidade é a mesma das experiências originais.
Como um processo de engenharia reversa, o procedimento ainda está protegido pelas leis. A partir do momento em que exploram os títulos e franquias defendidas pelas propriedades intelectuais, os emuladores são submetidos às normas de cada país. Nesta característica, a emulação comercial não possui desafios, já que trabalha diretamente em parceria com os estúdios e produtoras.
2. Os custos de cada uma
O maior problema da emulação feita por companhias é que ela sempre envolve um custo, algumas vezes mais alto do que o público deseja pagar. Enquanto o Nintendo Switch Online traz NES, SNES, N64, Game Cube, Mega Drive, Game Boy, GBA e mais a partir de R$ 55 anuais, a PS Plus oferece jogos do PS1 e PS2 por ao menos R$ 86,90 mensais.
Eles oferecem facilidades como multiplayer online, jogos na própria plataforma e outros recursos adicionais. Contudo, estão longe de alcançar a emulação da comunidade. Neste caso, você tem os softwares gratuitos e precisa apenas buscar pelos dados dos games que deseja jogar — muitas vezes, sem custos extras. Há casos em que os fãs cobram, mas trazem mais recursos e opções de configuração, então cabe a cada um decidir se vale a pena ou não.
1. Valores essenciais
É simples separar as propostas de cada emulador, já que a ideia deles passa por interesses da comunidade e das próprias companhias. Enquanto uma produz tudo com o intuito de preservação e acessibilidade, a outra busca lucrar com a nostalgia — na forma mais direta possível.
Algumas buscam obter mais dinheiro, outras menos, mas se tornou claro que elas desejam a maior quantia possível pelos títulos antigos. Vale lembrar da Nintendo, que vendeu Pokémon FireRed e LeafGreen — mesmo com uma plataforma de emulação própria em seus dispositivos. Oferecem vantagens, mas por um preço próprio.
Emulação é uma questão para todos
Ainda que opte por um dos caminhos, é sempre importante ter em mente que todas possuem pontos positivos e negativos. Há quem não goste da comercial — pelo fator financeiro, por não oferecer o catálogo completo daquele console ou por não trazer recursos que são “básicos” em quaisquer outros.
Já a comunitária demora para receber atualizações e tem questões sérias com a legalidade e a cibersegurança — embora nem todas sejam assim. Na prática, é necessário ponderar o que precisa para alcançar o resultado desejado. Além disso, é importante saber a diferença entre emulação e recompilação, que se torna outra grande dúvida. Entre as principais singularidades entre as comerciais e da comunidade, verá:
Desde janeiro de 2024, todos os carros comercializados no Brasil devem sair de fábrica equipados com os controles de tração e estabilidade. Embora esses assistentes sejam essenciais para a segurança, é preciso ter atenção: em alguns casos, o "anjo da guarda" eletrônico pode acabar imobilizando o veículo, colocando os ocupantes em risco.
De forma resumida, podemos dizer que a tecnologia do controle de tração monitora a velocidade das rodas por meio dos mesmos sensores usados pelo sistema de freios ABS. Nos carros mais modernos, por exemplo, o acelerador é eletrônico, componente que permite suspender a aceleração do motor assim que as rodas girarem em falso.
O problema é que essa intervenção automática torna-se um obstáculo quando o motorista precisa enfrentar terrenos irregulares, como lama, areia ou estradas de terra íngremes. Nesses pisos fragmentados, o carro muitas vezes precisa "cavar" o solo para encontrar tração — e é aí que está o desafio.
Tração nas quatro rodas
Clécio William, diretor e instrutor do Centro de Treinamento CWS 4×4, explica que em terrenos do tipo, é necessário desativar o controle de tração assim que o motorista perceber que o carro está cortando a força do motor. “Se o carro cortar a potência ele não consegue subir”, declarou.
A desativação costuma ser simples — dependendo do modelo, basta acionar um botão com o desenho de um carro e marcas de derrapagem ou com os termos “TCS off”, “ASR off” ou “VSA off”. Em veículos mais tecnológicos, o comando pode estar escondido em menus da central multimídia.
Vale lembrar que nem sempre é preciso de fato desativar o recurso, já que alguns carros permitem a leve remoção da tração em arrancadas. Os da Fiat têm algum nível de destracionamento, mas os da Volkswagen, não.
O Universo DC (DCU) já apresentou ao público personagens como Superman, os Lanternas Verdes, a Gangue da Justiça, os Creature Commandos e muitos outros para expandir o seu catálogo entre filmes, séries e animações.
Ainda assim, a presença do Batman se tornou uma grande incógnita. Afinal de contas, ele é um dos personagens mais emblemáticos das HQs e até o momento não havia sinal algum de que ele sequer existia e estava em atividade nas obras.
Contudo, o episódio 6 do seriado — exibido em 20 de setembro — deixou tudo mais claro aos fãs. Se ainda existia alguma dúvida de que Bruce Wayne estava em atividade no universo compartilhado antes de Os Bravos e Destemidos, esta pergunta finalmente foi respondida. Cuidado, o texto tem spoilers da série da HBO.
O Batman existe ou não?
Após os fatídicos eventos de Rushville, que culminaram na aposentadoria forçada de Hal Jordan e a desistência de John Stewart, passaram-se dez anos. Neste tempo, Guy Gardner passou pelo local e instalou um sinalizador nos céus para que os cidadãos pudessem chamá-lo em momentos de crise.
Obviamente, o super-herói ignorou o fato de que o público ali odiava os Lanternas Verdes e não queria ter a presença de qualquer um deles por ali novamente. No entanto, o item permaneceu intacto e intocável até o retorno de Hal e John à cidade no ano de 2026.
Quando os dois conversam sobre a situação do município e o item deixado por Gardner, o primeiro Lanterna caçoa da iniciativa por ela ser similar “àquele cara morcego de Gotham”. Ele se refere ao próprio Batman, o que confirma sua existência pelo DCU.
Ainda que a série tenha mais alguns episódios antes do desfecho, a declaração deixa muito claro que há uma conexão maior com Bruce Wayne e suas ações como vigilante. Ele pode não surgir em Lanternas, mas com certeza a DC Studios prepara sua chegada.
Quando o Batman pode aparecer?
É importante notar que existe toda uma construção ao redor do Universo DC nos cinemas. Os Bravos e Destemidos segue sem uma data prevista para estrear, contudo nada impede o Homem-Morcego de aparecer em algumas das obras já agendadas.
Dificilmente ele será visto na produção dos Lanternas Verdes, porém Superman: O Homem do Amanhã está “logo ali” em 2027. Basta a DC escolher um ator e revelá-lo no longa de algum modo — algo que não seria difícil de introduzir, já que os rumores já revelaram que a Mulher-Maravilha estará na trama.
Outra hipótese forte é em Cara-de-Barro, que chega aos cinemas ainda em 2026. O personagem é um vilão do Batman, o que justificaria ao menos a apresentação do astro que interpretará o super-herói ou uma conexão mais direta. Mesmo que não seja o foco, a DC Studios está livre para criar este laço.
A franquia Castlevania surgiu em 1986 e foi uma das grandes responsáveis por dar vida a todo um gênero no mundo dos games. Nesses 40 anos, sua trajetória foi repleta de oscilações, mas sempre existiu esperança para ver o ressurgimento de Drácula e o combate épico contra suas forças demoníacas.
Inicialmente uma obra 2D side-scroller, a fórmula de Castlevania expandiu para uma experiência única que redefiniu a forma como os fãs interagiam com este tipo de aventura. Ao lado de Metroid, ele foi um dos games mais revolucionários de toda uma geração — e deixou raízes para Hollow Knight e Ori brilharem hoje em dia.
Seja ao lado do clã Belmont, seja com Alucard ou outros heróis, as aventuras inspiraram milhares de desenvolvedores e fãs ao longo das décadas. Porém, você sabe o que a saga teve de passar até chegar em Castlevania: Belmont’s Curse, próximo grande capítulo que colocará você diante do maior vilão de todos os tempos?
Veja tudo o que precisa saber antes de começar a jogar Castlevania, independentemente de ser o novo ou de ir atrás dos antigos — disponíveis em coletâneas ou até separadamente em algumas das plataformas atuais.
O que Castlevania tem de bom?
Há sempre um tema comum entre as experiências da franquia: você vai explorar um local, repleto de segredos e quebra-cabeças para deter o avanço de demônios e monstros contra a humanidade. O Drácula e seu castelo são icônicos, mas há aventuras que expandem isso a outros vilões e figuras do cânone.
No gameplay, você seguirá um estilo 2D com a possibilidade de ir e voltar nos cenários. Tudo está interconectado, então você passará por ambientes várias vezes para abrir portas que não conseguia da última vez que passou ou impedir um chefão que surgiu de repente no local.
Enquanto explora, você ganha power-ups, às vezes novas formas e até o apoio de outros personagens. No emblemático Castlevania: Symphony of the Night (1997), por exemplo, Alucard vira morcego, lobo, névoa e mais para progredir. Já em Castlevania: Dawn of Sorrow (2005), você captura os monstros para usá-los de diversas formas.
Se está no controle dos membros da família Belmont, seus personagens utilizam o clássico chicote para vencer os desafios impostos por Drácula. Contudo, podem equipar outras armas — enquanto outras figuras possuem um arsenal mais amplo, que pode contar com magias, invocações e mais elementos para enriquecer a narrativa.
É importante notar que falamos aqui da estrutura clássica da franquia. Existiram iniciativas para levar tudo isso para outros gêneros, como ação, aventura, hack and slash, luta e mais, contudo poucas delas renderam um resultado positivo para a Konami.
Na prática, a fórmula para o sucesso é adotar o formato “clássico” que estará na metade do caminho correto. Não é à toa que o subgênero se chama Metroidvania — com a união do nome da saga com a franquia Metroid (produzida pela Nintendo), que também foi responsável por alavancar as suas estruturas.
A história de Castlevania é boa?
A narrativa de Castlevania geralmente é aclamada, mas o cânone passou por muitos altos e baixos (além de alguns soft reboots aqui e ali). Embora a complexidade do universo cresça a cada jogo, o conceito geral é simples e coloca os jogadores no meio da ação sem perder muito tempo.
O Drácula voltou, seu castelo ressurgiu em algum lugar nefasto e monstros destroem as aldeias ao seu redor. Seu trabalho é adentrar no território inimigo, detonar o antagonista e selar a construção por mais algum tempo — que pode ser décadas ou séculos, a depender do que foi predeterminado.
Se nunca viu nada sobre a franquia, saiba que existe um clã dedicado a caçar o vilão e seu exército: os Belmont. Por passarem por um treinamento intenso na infância e adolescência, eles se tornaram guerreiros natos e têm como principal missão defender a humanidade deste tipo de ameaça.
Enquanto alguns membros da família são heroicos e cheios de virtudes, outros são mais canastrões e carregam atitudes questionáveis. Isso torna cada história única e cheia de camadas, assim como traz interações únicas com Drácula — que viu mais deles do que desejaria em suas tentativas de dominar o mundo.
O vampiro tem sua própria trama: ele se apaixonou por uma humana que era apaixonada por ciências e queria entender a verdade do mundo. Vista como uma “bruxa”, ela foi queimada e gerou o ódio do personagem contra a humanidade. Para ele, os seres humanos são uma praga que deve ser exterminada.
Contudo, o vilão teve um filho com ela: Alucard, meio-humano e meio-vampiro. Ele carrega a paixão da mãe, além de ter os poderes do pai. Como sabe a ameaça que sua figura paterna representa, o rapaz o enfrenta em todas as oportunidades para defender uma parte de si mesmo que ainda tem fé em dias melhores.
Esses são alguns dos principais personagens da saga, mas cada trama apresenta uma particularidade. Em Castlevania: Belmont’s Curse, conheceremos Rose Belmont — filha de Trevor e Sypha, de Castlevania III: Dracula’s Curse (1989). Sua missão é curar uma maldição que surgiu nos membros de sua linhagem.
Os altos e baixos de Castlevania
Durante o período entre os anos 1980 e 1990, a saga se destacou pela sua qualidade, level design e batalhas contra chefões. A estrutura 2D estava impecável e mesmo entre as gerações NES ao PS1, ela alcançou um vasto público e toda uma legião de fãs.
Contudo, na era PS2 e Game Cube, a franquia esfriou por completo. As tentativas da Konami de transferir a ação e aventura para o formato tridimensional não foram populares e mudou muito do que já estava bem estabelecido entre os jogadores.
Na prática, foi um dos seus piores períodos. Nos portáteis, contudo, Castlevania continuava em alta. Com capítulos emblemáticos no Game Boy Advance e Nintendo DS, ao menos nos consoles de mão os fãs tinham as aventuras clássicas vivas.
Em 2010, a Konami decidiu criar a “experiência definitiva” no universo 3D com Lords of Shadows. Lançado no PS3, XBOX 360 e PCs, o título contava a história de origem de alguns personagens vitais da franquia enquanto adotava o gênero hack and slash.
Ainda que a primeira aventura tenha sido bem-recebida, a segunda — que chegou às mesmas plataformas em 2013 — não teve o mesmo tratamento. Após fortes críticas e muitas reclamações sobre a história, a Konami colocou a série em uma geladeira (com cadeado).
É seguro dizer que, em 13 anos, a produtora não quis mexer muito na saga do Drácula. Ele não desapareceu por completo, já que fazia participações em experiências como Super Smash Bros. Ultimate (2018), Dead Cells (2018) e V Rising (2022), contudo não havia qualquer sinal de capítulos inéditos.
Fora dos videogames, a situação era menos desesperadora. Entre peças teatrais e outras abordagens, o estúdio se aliou à Netflix para uma animação que seria transmitida pela plataforma de streaming.
Com uma estreia estrondosa, vimos três temporadas da história principal de Castlevania e ainda um spin-off chamado “Noturno”. Fica claro que ela abriu portas para outras, como as recentes adaptações de Devil May Cry e Tomb Raider.
A falta que Castlevania faz
Em 2026, a Konami decidiu tirar Drácula de seu repouso para voltar com uma aventura inédita. 13 anos após o último capítulo original, após passar por algumas coletâneas, Castlevania: Belmont’s Curse será lançado.
Com a chegada agendada para o dia 15 de outubro de 2026, a aventura promete trazer de volta os bons tempos de metroidvania para os fãs. Nada de outra tentativa em um cenário 3D ou outros gêneros, mas sim o “bom e velho” conflito como os fãs amam.
Para ser ainda melhor, o estúdio responsável por dar vida ao projeto é a Evil Empire — que produziu Dead Cells, um game que bebeu muito das fontes do vampiro e incluiu mecânicas roguelite. Como o antigo título recebeu uma colaboração com elementos de Symphony of the Night, eles já conheciam bem onde pisariam.
Não espere por algo com gráficos exuberantes e visuais que tirem todo o potencial da nova geração. Como os antigos, Castlevania: Belmont’s Curse adotará cenários e personagens pixelados. Ainda assim, verá mapas colossais, inimigos criativos e outras entradas de peso que são esperadas da franquia.
Por onde eu começo?
Caso queira explorar versões modernas, é recomendável aguardar pelo lançamento de outubro para dar seus primeiros passos. Contudo, há várias versões disponíveis nas plataformas atuais, pelas quais pode expandir seu conhecimento sobre as mecânicas.
Muitos começaram por Castlevania: Symphony of the Night — lançado originalmente no PS1, mas disponível hoje nos consoles PlayStation 4 e PS5. Super Castlevania IV, um dos melhores capítulos da série, pode ser encontrado na coletânea Anniversary Collection em todas as plataformas.
Já as versões portáteis podem ser encontradas na Advance Collection e Dominus Collection. Nestas, é recomendável dar uma chance para Castlevania: Aria of Sorrow e Castlevania: Order of Ecclesia — vistos como alguns dos melhores modernos.
É importante notar que os games para PS2 e o spin-off Lords of Shadows não estão disponíveis nos consoles atuais. Neste caso, o primeiro LoS pode facilmente ser achado disponível para emulação em plataformas como RPCS3.
O mundo dos games não é apenas diversão e entretenimento, mas também um cenário de traições e movimentos contra quem apoiou esta indústria por um longo período. Tanto os fãs quanto estúdios e produtoras passaram perrengues desse nível, o que mudou muita coisa para todos como “efeito borboleta”.
Sejam os consumidores que dão dinheiro ao mercado, seja grandes diretores que foram deixados para trás na condução de novas iniciativas, o mercado é implacável e desleal. O fato é que ninguém está seguro e qualquer piscar de olhos pode representar uma rasteira daquelas.
Pensando nisso, hoje nós listamos as 10 maiores traições do mundo dos games, com uma falta de lealdade que seria digna de uma série de drama por conta própria para cada uma.
10. O adeus da Bungie
Em 2007, no auge do sucesso do XBOX 360 e da franquia Halo, a Bungie decidiu dar as costas para a sua casa e se dedicar a projetos internos — em vez de investir em franquias que pertencem a outras companhias (no caso de Halo, a Microsoft).
Eles ainda trabalharam em Halo 3: ODST e Halo: Reach, mas depois disso partiram para uma aventura inédita. Em 2014, ela levou Destiny ao mundo. Após produzir uma sequência e diversas expansões, o estúdio foi adquirido pela Sony Interactive Entertainment, maior rival da XBOX na indústria dos jogos.
9. FromSoftware abre suas asas
Todos que jogaram os títulos da FromSoftware associam a desenvolvedora à Bandai Namco, pela sua parceria de longa data. Contudo, a Kadokawa — uma das suas donas — não quer mais ter essa dependência e clamou que o ideal seria “abrir as asas” e publicar os seus títulos por conta própria.
O estúdio ainda não virou as costas, porém adquiriu de volta a marca Elden Ring para diversos projetos multimidiáticos. Além disso, seu próximo projeto, The Duskbloods, conta com a Nintendo como produtora (cujo acordo prevê que a marca permaneça com a equipe de desenvolvedores).
8. XBOX traiu o movimento gamer
Após conquistar o planeta com o XBOX 360, a Microsoft tomou uma série de caminhos que interromperam a sua ascensão. Desde as polêmicas com o XBOX One aos aumentos expressivos do XBOX Game Pass, o que passou por lançamentos multiplataformas e até a campanha “Isso é um XBOX”, não restou muito para quem apoiava a marca desde o início.
Se “tudo” é um XBOX, você podia jogar seus principais games no PS5, em smartphones via cloud e de diversos outros modos. Na prática, quem gastou um dinheiro absurdo para comprar o hardware próprio da companhia, não teria vantagem alguma. Muitos fãs se sentiram traídos e não acreditam que ela voltará a “ser o que era”.
7. PlayStation se esqueceu das suas origens
Um dos principais motores que trouxeram o PlayStation à vida foi a mudança dos cartuchos para os discos, o que traria um formato completamente distinto para estúdios e ressignificaria o modelo de negócios longe da marca Nintendo.
Em 2026, esses ideais desapareceram por completo e a companhia decretou o fim da mídia física. A partir de 2028, eles não querem mais produzir uma versão em disco dos games e tentam criar diversas narrativas para manter sua decisão — mesmo que esteja em um conflito direto contra outros estúdios e os próprios fãs para atingir seu objetivo.
6. O nascimento da Activision
A Atari reinou absoluta no mundo dos games nos anos 1970 e abriu as portas para muitos desenvolvedores, porém, nunca os creditava em suas obras. Na prática, ninguém sabia quem produziu aquela experiência que marcou a sua vida e toda uma geração de fãs.
Um grupo decidiu bater o pé contra este sistema opressor e fundou a Activision — com o objetivo diferente de dar nome às pessoas que produzem games. Isso foi um ultraje tão grande para a Atari que ela foi brigar nos tribunais contra a ação conjunta, mas perdeu e teve de permitir que eles publicassem seus jogos no console Atari 2600.
5. Konami joga Kojima fora
Por décadas, Hideo Kojima representou o melhor que existia no mercado de games. A franquia Metal Gear Solid consolidou sua genialidade, o que manteve o diretor nos holofotes. O problema é que a Konami não se sentia satisfeita com essa dependência e começou a cortar o desenvolvedor de tudo.
De excluir seu nome dos créditos na capa dos games a impedi-lo de participar de premiações, a situação chegou ao extremo quando cancelaram o projeto que Kojima tocava ao lado do cineasta Guillermo Del Toro — que reviveria a franquia Silent Hill nos anos 2010. Por fim, ele saiu da produtora e abriu seu próprio estúdio.
4. A troca de Takashi Nishiyama
O caso de Takashi Nishiyama é bastante delicado, já que envolveu muitos “vai e voltas” em sua relação com a Capcom. Ele dirigiu o Street Fighter original, que todos conhecem como o predecessor do maior sucesso entre os games de luta dos anos 1990. Porém, ele decidiu trabalhar com a empresa rival, a SNK, sem olhar para trás.
O resultado disso é que SF2 foi produzido por Akira Nishitani e se tornou um emblemático sucesso — algo que o original apenas sonhava e não alcançou de forma alguma. Na SNK ele trabalhou em The King of Fighters, Fatal Fury e outras franquias famosas, mas voltou para a Capcom em 2008 com Street Fighter IV.
3. Square “ingrata”
A parceria entre a SquareSoft e a Nintendo era emblemática, com os títulos da franquia Final Fantasy e Dragon Quest lançados nas suas plataformas desde o NES. Você imagina o choque que foi descobrir que os próximos capítulos dessas franquias não chegariam ao Nintendo 64 e sim ao PlayStation?
Com uma abordagem de trazer custos menores, com os discos, a Sony Interactive Entertainment conquistou os executivos da produtora dos maiores JRPGs da história e esta não pensou duas vezes em deixar o passado para trás para percorrer um novo caminho. Ela só voltou a pensar na Nintendo novamente na era GameCube e Game Boy Advance, nos anos 2000.
2. Parceria Kojima & XBOX
Assim como o nome de Hideo Kojima era fortíssimo para a Konami, o mesmo pode ser dito para a PlayStation. Seus maiores games saíram na plataforma da Sony, inclusive o PS3 fez muito sucesso por anos por causa de Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots — um dos maiores exclusivos do videogame antes de The Last of Us.
Ainda que a Sony estrele muitas das traições da lista, ela foi a maior traída de todas dentro do mercado de games. Sua ideia original não era lançar um PlayStation, mas trabalhar em conjunto com a Nintendo para produzir um console que reproduzisse os games em discos.
Como pode ver, várias das traições trouxeram algo que definiu esta indústria de algum modo — o PlayStation e a Activision nasceram disso, assim como a Kojima Productions e franquias que fizeram sucesso — o caso de Destiny 2, por exemplo, ilustra isso muito bem.
Atualmente, o que está por trás do divórcio entre PlayStation e Hideo Kojima pode apresentar um novo capítulo para essa história. Porém, a falta de lealdade (seja de um lado ou dos dois) talvez volte a se repetir no mercado para trazer ainda mais mudanças gerais. Entre as que já conhecemos e fizeram história, podemos ver:
Vitamines, fibres, minéraux, antioxydants : le brocoli a plus d’un atout nutritionnel, à l’instar des autres choux. À condition de choisir une cuisson douce, capable de préserver leurs nutriments.
Escolher um ventilador pode parecer simples até o momento em que começam a surgir números de potência, quantidade de pás, diâmetro da hélice e diferentes modelos. É nesta hora que surgem as dúvidas sobre o que considerar na hora de escolher o aparelho ideal para a sua casa.
Na prática, nenhuma dessas características e especificações deve ser analisada sozinha. O desempenho do equipamento depende da combinação entre motor, hélice e vazão de ar, enquanto fatores como ruído, consumo e tipo de instalação determinam se aquele ventilador realmente combina com a rotina e o cômodo onde será colocado.
Para te ajudar nessa escolha, o Canaltech preparou uma guia com 10 pontos que merecem atenção antes da compra do ventilador:
Pense em onde o ventilador será usado;
Escolha o tipo de ventilador mais adequado;
Confira a capacidade de ventilação;
Observe o diâmetro e o desenho da hélice;
Leve o nível de ruído em consideração;
Compare consumo e eficiência energética;
Veja quais ajustes e recursos realmente serão úteis;
Avalie o material e a construção;
Pense na limpeza antes mesmo de comprar;
Confira voltagem, instalação e garantia.
1. Pense em onde o ventilador será usado
Antes mesmo de comparar especificações, é importante definir onde o ventilador vai ficar. Isso porque um aparelho para o quarto, por exemplo, pode exigir características diferentes de outro que será instalado na sala, cozinha ou escritório.
O tamanho do ambiente também entra nessa conta. Cômodos maiores exigem melhor distribuição do ar, enquanto um modelo compacto pode ser suficiente quando a ideia é ventilar uma área pequena ou atender apenas uma pessoa.
A quantidade de pessoas que costuma ocupar o espaço também pode pesar, visto que um ambiente amplo e movimentado demanda uma circulação de ar diferente daquela necessária em um pequeno escritório usado individualmente.
Qual ventilador escolher para cada cômodo?
Para um quarto, características como baixo nível de ruído e diferentes velocidades ganham importância, principalmente para quem pretende deixar o aparelho ligado durante a noite e não quer ter a rotina de sono atrapalhada pelo equipamento.
Em salas maiores, pode fazer sentido buscar por modelos capazes de distribuir o vento por uma área mais ampla. Já em cozinhas, áreas de serviço e outros espaços com pouco espaço livre no chão, um ventilador de parede pode evitar que o aparelho ocupe uma superfície ou fique no caminho.
Isso significa que não existe um único modelo capaz de atender todos os contextos de uso, e o ambiente é justamente o ponto de partida para decidir quais especificações realmente merecem prioridade.
2. Escolha o tipo de ventilador mais adequado
Mesa, coluna, parede, teto e torre estão entre alguns dos formatos encontrados no mercado. Apesar de todos terem a função de movimentar o ar para aumentar a sensação de conforto, cada modelo favorece um tipo de uso.
Vale ressaltar também que um modelo maior não é necessariamente uma evolução direta de outro menor. Mobilidade, espaço disponível e forma como o vento deve chegar às pessoas são diferenças que precisam entrar na escolha.
Ventilador de mesa
Os modelos de mesa estão entre os mais simples de transportar e podem ser colocados sobre móveis ou outras superfícies com certa facilidade. Isso favorece quem pretende mudar o aparelho de lugarao longo do dia, ou até mesmo aquelas pessoas que têm pouco espaço para posicionar o equipamento.
Normalmente, esse tipo de aparelho faz mais sentido em ambientes pequenos ou quando o vento será direcionado para uma região específica, como cama, sofá ou mesa de trabalho.
Ventilador de coluna
Esse formato de ventilador se destaca por colocar a hélice em uma posição mais alta, permitindo também regular a altura do aparelho de acordo com a necessidade do cômodo.
Trata-se de uma boa alternativa para quem quer um ventilador de chão com vento direcionável, mas pretende atender uma área maior ou posicionar o fluxo de ar acima de móveis e outros obstáculos. Mesmo sendo mais alto do que os equipamentos de mesa, seu formato não ocupa muito espaço no ambiente.
Ventilador de teto
O ventilador de teto movimenta o ar a partir de uma posição central e consegue distribuí-lo por uma área ampla sem ocupar espaço no chão.
No entanto, é uma solução fixa, que exige instalação adequada. Por isso, a escolha precisa considerar não apenas desempenho, mas também as dimensões do ambiente e o local onde o equipamento será montado.
Ventilador de parede
Assim como o modelo de teto, a principal diferença deste tipo de aparelho está justamente na instalação. Como permanece fixo e fora do piso, o ventilador de parede pode ser interessante para economizar espaço no ambiente.
Esse formato aparece com frequência em cozinhas, áreas comerciais, salões e outros locais nos quais deixar um aparelho no chão poderia atrapalhar a circulação.
O ponto de atenção em relação a esse formato é a necessidade de furar a parede para fixar o dispositivo no local. Diante disso, é necessário levar em conta fatores como peso e vibração na hora de instalar o aparelho.
Ventilador de torre
Os ventiladores de torre utilizam um corpo estreito e vertical, características até certo ponto semelhantes aos modelos de coluna, e que ajudam a ocupar uma área menor no piso. Alguns modelos também oferecem oscilação para distribuir o ar lateralmente.
Esse formato pode interessar principalmente quando espaço e design compactopesam na decisão. Vale, no entanto, comparar a capacidade de ventilação de diferentes opções em vez de assumir que o formato por si só vai entregar desempenho superior.
3. Confira a capacidade de ventilação
Uma das especificações mais importantes para descobrir em relação a quanto um ventilador consegue movimentar de ar é a vazão. Esse dado pode aparecer em unidades como metros cúbicos por segundo (m³/s) e ajuda a colocar o desempenho do aparelho em números.
De forma simplificada, quanto maior a vazão, maior é o volume de ar movimentado pelo equipamento em determinado período. Por isso, essa informação pode ser mais útil para comparar desempenho do que observar apenas a potência do motor.
O próprio Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) do Inmetro considera a vazão nominal, potência elétrica e rotação, entre outros dados, na avaliação dos ventiladores.
Ainda assim, é importante comparar aparelhos de categorias e dimensões semelhantes. Um ventilador de teto e um modelo de mesa podem distribuir o ar de maneiras bastante diferentes mesmo quando alguns números da ficha técnica parecem próximos.
Potência significa que o ventilador venta mais?
Não necessariamente. A potência indicada em watts (W) mostra quanta potência elétrica o equipamento utiliza, mas não determina sozinha a quantidade de vento produzida.
Isso porque dois ventiladores com potência semelhante podem apresentar vazões diferentes devido a fatores como:
Diâmetro da hélice;
Formato das pás;
Rotações do motor;
Projeto aerodinâmico.
Da mesma forma, um aparelho que utiliza mais energia não obrigatoriamente entregará um ganho proporcional no fluxo de ar para o ambiente. Por isso, a potência faz mais sentido quando analisada junto à vazão e à eficiência do equipamento.
4. Observe o diâmetro da hélice e o desenho das pás
O tamanho da hélice também interfere na forma como o ar é movimentado no ambiente. Um diâmetro maior aumenta a área percorrida pelas pás e pode ajudar o ventilador a distribuir o fluxo de ar por uma região mais ampla.
Isso, no entanto, não significa que um equipamento com hélice de maior diâmetro será sempre a melhor escolha. Rotação, formato das pás, inclinação e características do motor também são cruciais para definir o desempenho do aparelho.
Em um cômodo pequeno, por exemplo, um aparelho compacto pode atender perfeitamente ao uso e ainda ocupar menos espaço. Já em ambientes maiores, a melhor opção pode ser um ventilador com hélice de maior diâmetro, desde que o restante do conjunto consiga entregar uma boa vazão de ar.
Quantas pás um ventilador precisa ter para ventilar bem?
Não existe um número “mágico” de pás que garanta um ventilador mais forte. Por exemplo, um aparelho de oito pás não necessariamente produzirá mais vento que outro equipado com seis.
Isso acontece porque o desempenho depende de como as pás trabalham em conjuntocom o motor. Diâmetro da hélice, formato, inclinação e velocidade de rotação interferem na quantidade e na forma como o ar é deslocado.
Por isso, a quantidade de pás deve ser tratada apenas como uma das características do modelo a ser analisada. Ao comparar dois produtos, vale dar mais atenção à vazão e ao desempenho do conjunto do que simplesmente escolher aquele com mais pás.
5. Leve o nível de ruído em consideração
A força do vento não é a única característica que determina se um ventilador será confortável no dia a dia. Dependendo do local de uso, o barulho produzido pelo equipamento pode pesar tanto quanto o desempenho na hora de escolher o modelo ideal.
Esse cuidado é importante para aparelhos destinados ao quarto ou escritório. Um ruído que passa despercebido durante o dia pode incomodar bastante durante o sono, uma leitura ou uma reunião de trabalho.
Quando a fabricante informa o nível sonoro em decibéis (dB), o dado pode ajudar na comparação entre modelos. Também vale verificar testes e avaliações feitas em diferentes velocidades, já que um ventilador pode ser bastante silencioso no nível mínimo e produzir bem mais ruído quando colocado na intensidade máxima.
Além do próprio motor, o som pode ser influenciado pela movimentação do ar, desenho das pás, vibração e construção do equipamento. Por isso, classificações como “silencioso” devem ser acompanhadas, sempre que possível, de testes práticos ou medições.
6. Compare consumo e eficiência energética
Um ventilador pode permanecer ligado por várias horas seguidas, principalmente durante períodos de calor. Por isso, alguns watts de diferença podem se acumular ao longo do mês e acabar pesando na conta de luz.
Mas potência e eficiência não devem ser encaradas como sinônimos. Um equipamento eficiente é aquele que consegue movimentar uma boa quantidade de ar para a energia utilizada, e não simplesmente aquele que apresenta o menor número de watts.
O Inmetro mantém no Sistema PBE uma base com ventiladores etiquetados, na qual é possível consultar características como potência, vazão e classificação de eficiência. Ventiladores domésticos de mesa, parede e coluna, além de circuladores abrangidos pela regulamentação, precisam ser certificados e exibir a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia.
Ventilador mais potente gasta mais energia?
Quando todo o restante é semelhante, um motor de maior potência pode apresentar consumo elétrico maior. Mas isso não significa que todo ventilador potente será necessariamente menos eficiente.
Um modelo pode consumir mais watts e também movimentar consideravelmente mais ar, enquanto outro pode utilizar menos energia, mas entregar uma vazão bem menor. É justamente essa relação entre consumo e desempenho que precisa ser levada em conta na hora de analisar um modelo.
Outro fator importante é a rotina de uso do ventilador. Um aparelho de 150 W utilizado duas horas por dia pode consumir menos energia no mês que um ventilador de 80 W funcionando durante toda a noite.
Como calcular quanto o ventilador gasta?
Para estimar o consumo mensal de um ventilador, basta localizar a potência do equipamento em watts nas suas especificações e considerar por quantas horas ele permanecerá ligado:
Potência (W) × horas de uso por dia × dias de uso ÷ 1.000 = consumo em kWh
Se usarmos como referência um ventilador de 100 W utilizado durante oito horas por dia, período usado como padrão para uma noite de sono, ao longo de 30 dias, a conta seria:
100 × 8 × 30 ÷ 1.000 = 24 kWh por mês
Para transformar esse consumo em reais, é necessário multiplicar o resultado pela tarifa de energia da cidade. Nos cálculos do Canaltech, usamos como referência uma tarifa padrão de R$ 0,95/kWh para São Paulo.
24 kWh × R$ 0,95 = R$ 22,80 por mês
Ou seja, nesse exemplo, um ventilador de 100 W ligado por oito horas por dia durante 30 dias teria um custo estimado de R$ 22,80 no mês na capital paulista.
7. Veja quais ajustes e recursos realmente serão úteis
A quantidade de velocidades é uma das características mais comuns, mas existem ventiladores com recursos como oscilação, inclinação, timer e controle remoto.
A oscilação permite distribuir o vento por uma área maior em vez de deixá-lo apontado continuamente para a mesma direção. Já a inclinação oferece um ajuste semelhante no eixo vertical, algo útil quando o ventilador fica acima ou abaixo da posição das pessoas.
Nos modelos de coluna, o ajuste de altura também pode ajudar a direcionar melhor o fluxo de ar. Aparelhos com controle remoto e timer, por sua vez, ganham relevância quando utilizados no quarto, permitindo mudar a velocidade ou programar o desligamento sem sair da cama.
8. Avalie o material e a construção
Plástico e metal são encontrados em diferentes partes dos ventiladores, desde a carcaça até grades, bases e componentes da hélice. Mais importante do que procurar um único material, no entanto, é verificar se a construção faz sentido para o local e a frequência de uso.
Um ventilador de torre, por exemplo, precisa ter base estávelpara permanecer firme durante a oscilação. Encaixes frágeis, folgas e vibrações excessivas também podem afetar a experiência ao longo do tempo.
Em regiões litorâneas ou ambientes sujeitos à umidade, a resistência à corrosão ganha importância. Isso acontece porque peças metálicas sem proteção adequada podem ficar mais expostas à ação da maresia, reduzindo a vida útil do equipamento.
9. Pense na limpeza antes mesmo de comprar
Poeira tende a se acumular nas grades e nas pás com o uso do ventilador. Por isso, um questionamento aparentemente simples na hora de adquirir o dispositivo pode fazer diferença meses depois: é fácil desmontar e limpar o equipamento?
Modelos com grades de remoção simples facilitam o acesso às pás e outras partes que acumulam sujeira. Ainda assim, é sempre importante seguir as instruções do fabricante e retirar o equipamento da tomada antes de iniciar qualquer limpeza.
Manter essas regiões limpas também ajuda a preservar a passagem de ar e evita que o acúmulo de poeira prejudique o desempenho do aparelho e a qualidade do ar no ambiente.
10. Confira voltagem, instalação e garantia
Depois de analisar desempenho e recursos, ainda existem algumas especificações básicas que não podem ser esquecidas. Uma delas é a tensão elétrica.
Ventiladores podem ser vendidos em versões de 127 V, 220 V ou bivolt, dependendo do modelo. Por isso, é importante confirmar a tensão disponível no local antes da compra, principalmente em aparelhos que não oferecem seleção automática.
Nos ventiladores de parede e teto, a instalação também precisa entrar no planejamento. Fixação, estrutura disponível, posicionamento e ligação elétrica devem seguir as orientações da fabricante.
Quando o procedimento envolver a rede elétrica ou exigir adaptações, a instalação por parte de um profissional especializado ajuda a evitar improvisos.
Por fim, vale verificar o tempo de garantia e assistência técnicaoferecidos pela fabricante. Esses fatores ganham ainda mais importância em modelos fixos ou mais caros, nos quais uma eventual manutenção pode demandar mais trabalho do consumidor.
O que olhar antes de comprar um ventilador?
A melhor escolha de ventilador não costuma estar no maior número impresso na caixa. Potência, quantidade de pás e diâmetro ajudam a entender o aparelho, mas precisam ser considerados em conjunto com especificações como vazão, eficiência, ruído e tipo de uso.
Antes de decidir qual modelo comprar, vale fazer um “check” final nesses fatores:
Ambiente e área disponível;
Tipo de ventilador;
Vazão de ar;
Potência;
Diâmetro e projeto da hélice;
Nível de ruído;
Eficiência energética;
Ajustes;
Facilidade de limpeza;
Voltagem e garantia.
A ficha técnica mostra parte dessa história. Quando possível, avaliações práticas também ajudam a descobrir como o ventilador se comporta na velocidade máxima, quanto ruído produz e se consegue movimentar o ar da maneira esperada para aquele ambiente.