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Máscara bizarra mede seu metabolismo pela respiração e dá dicas de treino

Uma máscara bizarra que parece saída de um filme de super-herói analisa a respiração para medir o consumo de oxigênio e a liberação de gás carbônico, e usa os resultados para sugerir ajustes na alimentação e nos treinos. A novidade foi criada pela PNOĒ, empresa com operações nos Estados Unidos e na Grécia, e chega em 1º de outubro.

Diferente do equipamento atual da companhia, a nova versão pode ser operada pelo próprio usuário. Basta vestir a máscara, apertar um botão e respirar durante cerca de oito minutos.

O teste analisa gases da respiração para descobrir como o corpo produz energia. 

Entre os dados obtidos estão o VO₂ máximo, que indica a capacidade do organismo de usar oxigênio durante exercícios, a quantidade de calorias gastas em repouso e a chamada flexibilidade metabólica, relacionada à troca entre o uso de gordura e carboidratos como fonte de energia.

Segundo a PNOĒ, são 23 indicadores no total. A empresa afirma que essas informações podem ajudar a entender necessidades de calorias e orientar a rotina de exercícios.

Esse tipo de análise existe há mais de 100 anos e costuma ser associado a laboratórios esportivos e hospitais, onde equipamentos maiores e mais caros fazem as medições. A proposta da PNOĒ é levar esse tipo de teste para ambientes como academias, hotéis e até farmácias.

Cada pessoa pode ter sua própria máscara

Máscara PNOE

O equipamento também foi pensado para ser compartilhado. A parte eletrônica pode ser separada da máscara de silicone e das tiras, permitindo que diferentes pessoas usem o mesmo aparelho enquanto mantêm suas próprias máscaras.

A empresa diz que a nova versão ficou menor e tem menos peças que o modelo anterior. O projeto levou várias rodadas de desenvolvimento com a italiana Design Group Italia.

Apesar das funções relacionadas à saúde e ao metabolismo, a PNOĒ não apresenta o produto como equipamento médico. A máscara não tem autorização da FDA, órgão regulador dos Estados Unidos, e a empresa afirma que não fornece recomendações médicas.

Enquanto a máscara bizarra não chega no Brasil, veja as coisas que seu smartwatch já mede e podem melhorar seus treinos; especialista explica.

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Campainha usa realidade virtual para mostrar tudo ao redor de quem toca a porta

A Eufy, marca de casa inteligente da Anker, lançou a Video Doorbell S4, uma campainha com visualização em realidade virtual (VR). A novidade permite olhar ao redor da entrada da casa usando o celular ou um headset compatível. O modelo custa US$ 299,99 (cerca de R$ 1.536).

O equipamento tem câmera panorâmica com campo de visão de 180 graus na horizontal e na vertical. A proposta é mostrar uma área maior da entrada, incluindo visitantes e objetos deixados na porta, sem precisar instalar várias câmeras.

Quando alguém toca a campainha, o celular recebe uma notificação semelhante a uma chamada telefônica. Ao atender, o usuário entra em uma visualização panorâmica em tela cheia, que permite observar diferentes direções.

Basta movimentar o celular para olhar ao redor da entrada. Quem tiver um headset de realidade virtual também pode utilizá-lo para visualizar as imagens.

O sistema permite conversar com a pessoa que está do lado de fora durante a visualização. Dessa forma, é possível conferir o ambiente e falar com o visitante sem precisar abrir a porta.

Câmera acompanha os visitantes

Campainha realidade virtual

A Eufy Video Doorbell S4 tem resolução de 3072 x 3072 pixels, equivalente a aproximadamente 9 megapixels, e grava vídeos em 3K HDR a até 24 quadros por segundo. A câmera também oferece zoom de até 8 vezes.

Outro recurso é o OmniTrack, sistema de inteligência artificial que acompanha pessoas dentro da área filmada. Quando alguém aparece, a tecnologia ajusta o enquadramento automaticamente para manter o visitante no centro da imagem.

A campainha busca aproximar a visualização da pessoa sem perder completamente a visão panorâmica do ambiente, e segundo a empresa, foi desenvolvida para mostrar o corpo inteiro do visitante e o que estiver na entrada.

Detecção de movimento e visão noturna

A campainha combina radar e dois sensores infravermelhos para identificar movimentos. O radar detecta atividades a até 8 metros de distância, enquanto os sensores cobrem áreas mais próximas.

O equipamento consegue reconhecer pessoas, movimentos, encomendas e rostos. Também oferece visão noturna colorida, com dois refletores, e uma luz de boas-vindas que acende quando alguém se aproxima.

A compatibilidade com casas inteligentes inclui Amazon Alexa, Google Home e Apple HomeKit. No entanto, a integração com o sistema da Apple exige a central HomeBase S380, vendida separadamente.

A campainha com realidade virtual foi anunciada por US$ 299,99, aproximadamente R$ 1.536. O acompanhamento de pessoas exigem o aplicativo oficial da Eufy. Gostou? Então veja os itens de casa inteligente que você não precisa, mas vai querer comprar.

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Celular superaquecendo: quando é normal e quando pode danificar a bateria

Celular esquentando durante o uso não significa que tem algo errado com o aparelho. Jogos pesados, gravação de vídeos, carregamento rápido e até a exposição ao Sol podem elevar a temperatura. O problema aparece quando o aquecimento é excessivo. Por isso, é importante entender quando é normal e quando pode danificar a bateria.

Segundo Joelton Gotz, engenheiro de controle e automação, mestre em Engenharia Elétrica, doutor em Engenharia Mecânica e professor e pesquisador da PUCPR, o próprio celular costuma dar sinais de que está tentando se proteger.

“Em geral, os dispositivos modernos são equipados com várias rotinas de proteção para a bateria”, explica.

Por que o celular esquenta?

Todo smartphone produz calor durante o funcionamento. O processador, a memória, a tela, os circuitos de energia e a bateria transformam parte da energia consumida em calor.

A intensidade varia de acordo com a tarefa. Um aplicativo de mensagens, por exemplo, exige muito menos do hardware do que um jogo 3D. Gravar vídeos em alta resolução também demanda processamento e pode elevar a temperatura.

O ambiente interfere ainda mais. Um aparelho usado sob o sol ou deixado dentro de um carro quente começa a partir de uma temperatura ambiente muito maior. Se estiver carregando ou executando uma tarefa pesada ao mesmo tempo, o calor interno pode subir rapidamente.

Gotz explica que a exposição ao calor também pode afetar o celular quando ele está desligado. “Uma bateria quando submetida a condições extremas de temperatura acelera reações químicas e pode dessa forma acelerar o envelhecimento.”

Por isso, desligar o aparelho não elimina completamente o problema de deixá-lo em um ambiente muito quente.

Jogos e câmera podem deixar o celular quente sem indicar defeito

Os jogos estão entre as atividades que mais elevam a temperatura. Eles exigem bastante da CPU, GPU e memória por períodos prolongados.

“Entre as atividades mencionadas, os jogos costumam gerar as temperaturas mais elevadas, pois exigem processamento intenso e uso contínuo do processador (CPU), do processador gráfico (GPU) e da memória do aparelho."

A gravação e a reprodução de vídeos também podem gerar aquecimento significativo, principalmente em resoluções elevadas. Ainda assim, normalmente ficam abaixo dos jogos mais exigentes.

Nessas situações, algum aquecimento é esperado. O que importa é observar como o aparelho reage. Se o desempenho cair, o brilho diminuir ou aparecer um aviso térmico, isso pode ser justamente o sistema de proteção entrando em ação.

Carregamento também aumenta a temperatura

O carregamento é outra situação em que o celular pode esquentar sem que exista necessariamente um problema.

Tecnologias de carregamento rápido fazem a bateria receber mais energia em menos tempo. Durante o processo, parte da energia é perdida na forma de calor, especialmente nos circuitos responsáveis pelo gerenciamento e conversão de energia.

“O carregamento, principalmente quando utiliza tecnologias de carregamento rápido, aquece predominantemente a bateria e os circuitos de gerenciamento de energia”, explica Gotz.

Por isso, é melhor carregar o celular em uma superfície aberta, fresca e seca. Colocar o aparelho embaixo de cobertores, dentro do bolso ou no fundo de uma mochila dificulta a dissipação do calor.

O mesmo vale para quem usa o celular conectado a um power bank. Isso não “vicia” a bateria, já que as atuais baterias de íons de lítio não sofrem do chamado efeito memória.

O problema pode aparecer quando o usuário combina carregamento com tarefas pesadas. Jogar, usar GPS, assistir a vídeos ou utilizar redes móveis intensamente enquanto o aparelho recebe energia pode elevar ainda mais a temperatura.

“Nesse caso, o eventual aumento do desgaste não decorre do uso simultâneo e do carregamento em si, mas do calor adicional gerado nessas condições”, diz o engenheiro.

E se o celular ficou quente no Sol?

Celular aquecimento

O calor produzido por componentes internos é apenas uma parte da equação. A temperatura externa também importa.

Se o celular ficou quente no Sol, pode ter aquecimento da carcaça e os componentes mesmo quando o aparelho está praticamente parado. A situação fica ainda mais crítica dentro de um carro estacionado, onde a temperatura interna pode subir bastante.

Segundo Gotz, os efeitos imediatos costumam estar relacionados aos mecanismos de proteção. O aparelho pode reduzir o brilho, diminuir a velocidade de carregamento ou limitar o desempenho do processador.

A exposição frequente a temperaturas elevadas, por outro lado, pode acelerar o envelhecimento da bateria e reduzir sua capacidade útil ao longo do tempo.

Por isso, um celular quente depois de alguns minutos no sol não significa automaticamente que a bateria foi danificada. O risco está principalmente na exposição intensa e repetida.

Por que o celular fica mais lento quando esquenta?

Um dos mecanismos usados para controlar o calor é o chamado thermal throttling. O sistema reduz o desempenho do processador para diminuir a quantidade de calor produzida.

É por isso que um jogo pode começar funcionando normalmente e, depois de algum tempo, apresentar quedas de desempenho. O celular não necessariamente está com defeito: ele pode estar reduzindo a velocidade dos componentes para evitar que a temperatura continue subindo.

“Quando a temperatura interna se aproxima dos limites estabelecidos pelo fabricante, entram em ação mecanismos automáticos de proteção”, afirma Gotz.

Em situações mais severas, o aparelho pode interromper completamente o carregamento ou desligar sozinho.

Aviso de temperatura é um sinal para parar

Um alerta de temperatura elevada deve ser levado a sério. Ele indica que o celular atingiu uma condição na qual continuar utilizando ou carregando o aparelho pode não ser adequado.

Cada fabricante estabelece suas próprias faixas de operação, então não existe uma temperatura única que sirva para todos os smartphones.

Os sinais de proteção podem incluir a redução significativa do brilho, queda de desempenho ou carregamento mais lento. Gotz explica que esses mecanismos existem justamente para preservar a bateria e os demais componentes.

Se o aparelho estiver muito quente, a recomendação é interromper tarefas pesadas e, se estiver carregando, retirar o carregador. O ideal é deixá-lo esfriar naturalmente em um ambiente ventilado.

Celular quente no bolso ou na mochila também merece atenção

Mochila celular

O local onde o celular fica durante o carregamento influencia a dissipação de calor. Um aparelho sobre uma mesa tem mais contato com o ar do que outro preso entre roupas ou dentro de um compartimento fechado. 

Mas então, celular no bolso ou na mochila: onde é mais seguro levar o aparelho? Os casos representam "situações inadequadas e sujeitas a aumentar a chance de superaquecimento do celular”, afirma Gotz.

A circulação de ar ajuda a retirar o calor da superfície do smartphone. Por isso, durante o carregamento, é melhor deixar o aparelho em um local fresco, seco e com espaço ao redor.

O risco de um evento grave é baixo em aparelhos em boas condições, mas baterias danificadas ou defeituosas podem apresentar problemas mais sérios. O especialista cita a chamada avalanche térmica como uma situação extrema, capaz de provocar aumento acelerado da temperatura.

Tirar a capinha ajuda a esfriar o celular?

A capinha pode dificultar a dissipação do calor porque materiais como silicone, TPU e couro têm baixa condutividade térmica. Capas muito grossas tendem a criar uma barreira maior entre o aparelho e o ambiente.

Em uso comum, porém, a diferença costuma ser pequena. Retirar a capa passa a fazer mais sentido quando o celular já está quente, principalmente durante jogos, gravação de vídeos ou exposição a temperaturas ambientes elevadas.

“Capas mais espessas tendem a atuar como um isolamento térmico maior, dificultando ainda mais a dissipação do calor”, explica Gotz.

Ainda assim, tirar a capinha não resolve um superaquecimento causado por defeito de bateria, aplicativo ou componente interno.

Pode colocar o celular quente na geladeira?

A ideia de colocar um celular quente na geladeira pode parecer uma forma rápida de resfriar, mas a mudança brusca de temperatura cria outros riscos.

O primeiro é o choque térmico. Diferentes materiais do smartphone, como vidro, metais e adesivos, podem se contrair em velocidades diferentes quando expostos rapidamente ao frio.

O segundo problema é a condensação. Mesmo sem jogar água no aparelho, o vapor presente no ar pode se transformar em umidade quando encontra superfícies muito frias. Essa condensação pode atingir conectores e componentes eletrônicos.

“Os fabricantes de celulares não recomendam colocar um celular muito quente na geladeira ou no freezer para resfriá-lo rapidamente”, afirma o especialista. Também não é indicado colocar o aparelho para carregar enquanto ele ainda estiver muito frio.

A maneira mais segura é desligar ou interromper atividades pesadas e deixar o smartphone voltar gradualmente a uma temperatura normal em um ambiente ventilado. 

Deixar o celular no carro pode estragar a bateria?

Celular no carro

Mesmo desligado, um celular deixado dentro de um carro quente continua exposto à temperatura elevada. O problema não costuma aparecer como um dano imediato visível, mas pode acelerar processos químicos que reduzem a vida útil da bateria.

Quando o aparelho está ligado, a situação pode ser ainda pior porque os próprios componentes internos acrescentam calor.

Segundo Gotz, os efeitos temporários incluem redução de brilho, desempenho e velocidade de carregamento. Já exposições frequentes a temperaturas intensas “tendem a reduzir a capacidade remanescente e útil da bateria”.

Por isso, não é uma boa ideia deixar o celular no painel, banco ou porta-luvas de um carro exposto ao Sol, mesmo que o aparelho esteja desligado.

Quando o superaquecimento pode indicar um problema?

O sinal mais importante é a recorrência. Um celular pode ficar quente durante um jogo ou carregamento rápido sem apresentar defeito, mas a coisa muda quando ele esquenta demais em tarefas simples ou passa a apresentar sintomas com frequência.

Entre os sinais que merecem investigação estão o aquecimento excessivo e recorrente, perda perceptível de autonomia, aumento anormal do tempo de carregamento, desligamentos inesperados, travamentos frequentes, calor excessivo durante tarefas leves e inchaço da bateria.

Também vale verificar aplicativos que estejam consumindo recursos em excesso e confirmar se carregador e cabo são compatíveis com as especificações do fabricante. Power banks de procedência duvidosa merecem cuidado semelhante.

Calor temporário não é o mesmo que bateria danificada

Se o celular esquenta durante um jogo, reduz o desempenho e depois volta ao normal quando esfria, o comportamento pode estar dentro do esperado. O mesmo vale para pequenas reduções de brilho ou velocidade de carregamento em temperaturas elevadas.

Já o aquecimento recorrente em condições normais indica que vale investigar o aparelho. O calor não costuma destruir uma bateria instantaneamente, mas a exposição frequente a temperaturas elevadas pode acelerar seu envelhecimento.

Então manter o celular longe do sol, carregar em locais ventilados, evitar tarefas pesadas durante o carregamento e deixar o aparelho esfriar naturalmente são medidas simples que ajudam a preservar a bateria por mais tempo e evitar o pânico do celular superaquecendo. Quer saber por que celulares esquentam mais em dias quentes? Entenda.

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Marca celebra 50 anos de Apple com iPhone 18 Pro de ouro que passa dos R$ 40 mil

A Caviar transformou o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max em peças de luxo com a nova coleção Contrast Edition, com versões com acabamentos em titânio, fibra de carbono e ouro 24 quilates, com estoque limitado a apenas 50 unidades de cada modelo. Os preços partem de US$ 7.130 (R$ 36.506) e chegam a US$ 7.840 (R$ 40.141).

A coleção foi apresentada pela Caviar como uma celebração dos 50 anos da Apple e dos 15 anos da própria marca. O foco está na parte traseira dos aparelhos, que recebe peças personalizadas com materiais diferentes dos encontrados nas versões tradicionais do iPhone.

O modelo Titanium Grey tem corpo cinza com um painel traseiro de titânio preto escovado, enquanto o Black Moon traz uma peça de titânio prateado e uma maçã da Apple com acabamento PVD. Os dois partem de US$ 7.130 (R$ 36.506) na configuração de 256 GB.

Fibra de carbono e ouro 24K

A Caviar também criou duas versões com fibra de carbono. A Sky Blue combina o corpo azul-claro com um painel escuro feito de fibra de carbono moldada. O preço começa nos mesmos US$ 7.130 (R$ 36.506).

Já o Dark Red tem corpo vinho e uma peça de fibra de carbono com veios roxos. O logo da Apple recebe acabamento em ouro 24 quilates. Essa versão custa a partir de US$ 7.410 (R$ 37.939).

O modelo mais caro da coleção é o Gold Wine, que traz corpo em tom vinho e uma peça de liga usada em joias, com dupla camada de ouro 999, equivalente ao ouro 24K. O preço inicial é de US$ 7.840 (R$ 40.141).

Hardware do iPhone continua igual

Apesar dos materiais e do preço muito acima do padrão, por dentro, o iPhone 18 Pro mantém o hardware original da Apple, com o chip A20 Pro de 2 nanômetros, responsável pelo ganho de até 40% de desempenho em relação ao iPhone 17 Pro.

iPhone 18 Pro ouro

O aparelho também traz nova câmara de vapor para ajudar no controle de temperatura, modem C2 desenvolvido pela Apple e iOS 27 com recursos de inteligência artificial.

No conjunto de câmeras, a principal tem 48 MP e abertura variável entre f/1.8 e f/4, permitindo ajustar a entrada de luz e a profundidade de campo. O sistema ainda traz Focus Tracking para acompanhar objetos em movimento durante vídeos.

O valor extra desse iPhone de ouro está ligado ao acabamento externo, à embalagem personalizada e à produção limitada. Todas as versões têm garantia de um ano. A marca é responsável por lançar iPhones de ouro que custam mais que um carro.

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Marca celebra 50 anos de Apple com iPhone 18 Pro de ouro que passa dos R$ 40 mil

A Caviar transformou o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max em peças de luxo com a nova coleção Contrast Edition, com versões com acabamentos em titânio, fibra de carbono e ouro 24 quilates, com estoque limitado a apenas 50 unidades de cada modelo. Os preços partem de US$ 7.130 (R$ 36.506) e chegam a US$ 7.840 (R$ 40.141).

A coleção foi apresentada pela Caviar como uma celebração dos 50 anos da Apple e dos 15 anos da própria marca. O foco está na parte traseira dos aparelhos, que recebe peças personalizadas com materiais diferentes dos encontrados nas versões tradicionais do iPhone.

O modelo Titanium Grey tem corpo cinza com um painel traseiro de titânio preto escovado, enquanto o Black Moon traz uma peça de titânio prateado e uma maçã da Apple com acabamento PVD. Os dois partem de US$ 7.130 (R$ 36.506) na configuração de 256 GB.

Fibra de carbono e ouro 24K

A Caviar também criou duas versões com fibra de carbono. A Sky Blue combina o corpo azul-claro com um painel escuro feito de fibra de carbono moldada. O preço começa nos mesmos US$ 7.130 (R$ 36.506).

Já o Dark Red tem corpo vinho e uma peça de fibra de carbono com veios roxos. O logo da Apple recebe acabamento em ouro 24 quilates. Essa versão custa a partir de US$ 7.410 (R$ 37.939).

O modelo mais caro da coleção é o Gold Wine, que traz corpo em tom vinho e uma peça de liga usada em joias, com dupla camada de ouro 999, equivalente ao ouro 24K. O preço inicial é de US$ 7.840 (R$ 40.141).

Hardware do iPhone continua igual

Apesar dos materiais e do preço muito acima do padrão, por dentro, o iPhone 18 Pro mantém o hardware original da Apple, com o chip A20 Pro de 2 nanômetros, responsável pelo ganho de até 40% de desempenho em relação ao iPhone 17 Pro.

iPhone 18 Pro ouro

O aparelho também traz nova câmara de vapor para ajudar no controle de temperatura, modem C2 desenvolvido pela Apple e iOS 27 com recursos de inteligência artificial.

No conjunto de câmeras, a principal tem 48 MP e abertura variável entre f/1.8 e f/4, permitindo ajustar a entrada de luz e a profundidade de campo. O sistema ainda traz Focus Tracking para acompanhar objetos em movimento durante vídeos.

O valor extra desse iPhone de ouro está ligado ao acabamento externo, à embalagem personalizada e à produção limitada. Todas as versões têm garantia de um ano. A marca é responsável por lançar iPhones de ouro que custam mais que um carro.

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Após críticas de privacidade, Meta prepara óculos inteligentes sem câmera

A Meta prepara novos óculos inteligentes sem câmera. O modelo, conhecido internamente como Luna, pode ser apresentado durante a conferência Connect, marcada para 23 e 24 de setembro, com início das entregas previsto para outubro. O objetivo é oferecer recursos de inteligência artificial sem o componente que mais gera críticas nos atuais óculos da empresa.

O Luna deve chegar em dois estilos, chamados Clubmaster e Burbank. Mesmo sem câmera, os óculos devem ter seis microfones, alto-falantes direcionados para os ouvidos e um botão lateral para acionar rapidamente a Meta AI.

Óculos sem câmera para evitar problemas de privacidade

A mudança acontece enquanto os óculos inteligentes da Meta enfrentam críticas relacionadas a gravações feitas sem o conhecimento de outras pessoas. Os modelos atuais têm uma luz de LED que pisca durante fotos e vídeos, mas já foram identificadas formas de burlar esse indicador.

A Meta lançou atualizações para detectar alterações físicas no LED e impedir gravações quando o sistema identifica uma tentativa de desativar o aviso. Em agosto, a empresa também corrigiu uma brecha que permitia cobrir a luz depois do início da gravação.

Meta Smart Glasses

Mesmo assim, a preocupação continua. No Reino Unido, por exemplo, cinemas já discutem possíveis restrições aos óculos com câmera por causa do risco de gravações clandestinas e pirataria. Teatros, restaurantes, pubs e tribunais também adotaram regras contra os dispositivos em alguns casos.

A discussão ainda envolve acessibilidade. Os óculos podem oferecer recursos úteis para pessoas com deficiência visual ou auditiva, como ferramentas de assistência e legendas personalizadas.

Luna aposta em inteligência artificial

Sem câmera, o novo modelo deve ter uma proposta mais voltada para interação por voz com a inteligência artificial. Os seis microfones permitiriam conversar com a Meta AI e com o agente de IA para consumidores chamado Muse.

A estrutura também deve ser mais discreta, com hastes mais finas para aproximar a aparência dos óculos convencionais. A expectativa é que isso ajude a atrair consumidores que evitaram os modelos atuais justamente por causa das preocupações envolvendo privacidade.

A Meta já vendeu cerca de 7 milhões de unidades de seus óculos inteligentes, segundo a segunda fonte. O Luna representaria, portanto, uma mudança de estratégia dentro da própria categoria, trocando a câmera por recursos de voz e IA.

A empresa pode apresentar oficialmente o produto durante a Meta Connect, nos dias 23 e 24 de setembro. Por enquanto, os Meta Smart Glasses estão banidos dos tribunais da Inglaterra; entenda.

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Após críticas de privacidade, Meta prepara óculos inteligentes sem câmera

A Meta prepara novos óculos inteligentes sem câmera. O modelo, conhecido internamente como Luna, pode ser apresentado durante a conferência Connect, marcada para 23 e 24 de setembro, com início das entregas previsto para outubro. O objetivo é oferecer recursos de inteligência artificial sem o componente que mais gera críticas nos atuais óculos da empresa.

O Luna deve chegar em dois estilos, chamados Clubmaster e Burbank. Mesmo sem câmera, os óculos devem ter seis microfones, alto-falantes direcionados para os ouvidos e um botão lateral para acionar rapidamente a Meta AI.

Óculos sem câmera para evitar problemas de privacidade

A mudança acontece enquanto os óculos inteligentes da Meta enfrentam críticas relacionadas a gravações feitas sem o conhecimento de outras pessoas. Os modelos atuais têm uma luz de LED que pisca durante fotos e vídeos, mas já foram identificadas formas de burlar esse indicador.

A Meta lançou atualizações para detectar alterações físicas no LED e impedir gravações quando o sistema identifica uma tentativa de desativar o aviso. Em agosto, a empresa também corrigiu uma brecha que permitia cobrir a luz depois do início da gravação.

Meta Smart Glasses

Mesmo assim, a preocupação continua. No Reino Unido, por exemplo, cinemas já discutem possíveis restrições aos óculos com câmera por causa do risco de gravações clandestinas e pirataria. Teatros, restaurantes, pubs e tribunais também adotaram regras contra os dispositivos em alguns casos.

A discussão ainda envolve acessibilidade. Os óculos podem oferecer recursos úteis para pessoas com deficiência visual ou auditiva, como ferramentas de assistência e legendas personalizadas.

Luna aposta em inteligência artificial

Sem câmera, o novo modelo deve ter uma proposta mais voltada para interação por voz com a inteligência artificial. Os seis microfones permitiriam conversar com a Meta AI e com o agente de IA para consumidores chamado Muse.

A estrutura também deve ser mais discreta, com hastes mais finas para aproximar a aparência dos óculos convencionais. A expectativa é que isso ajude a atrair consumidores que evitaram os modelos atuais justamente por causa das preocupações envolvendo privacidade.

A Meta já vendeu cerca de 7 milhões de unidades de seus óculos inteligentes, segundo a segunda fonte. O Luna representaria, portanto, uma mudança de estratégia dentro da própria categoria, trocando a câmera por recursos de voz e IA.

A empresa pode apresentar oficialmente o produto durante a Meta Connect, nos dias 23 e 24 de setembro. Por enquanto, os Meta Smart Glasses estão banidos dos tribunais da Inglaterra; entenda.

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Máquina de espresso da Xiaomi pesa o café sozinha e não deixa pó grudar

A Xiaomi lançou na China uma máquina de espresso que tenta facilitar até as etapas mais trabalhosas do preparo. A Mijia Smart Italian Semi-Automatic Coffee Maker Pro pesa o café sozinha, mói os grãos e tem um sistema pensado para evitar que o pó fique grudado no moedor. Tudo por 4.999, cerca de R$ 3.799.

Máquina dispensa cápsulas e pesa o café

A cafeteira foi criada para quem prefere preparar a bebida com grãos inteiros. O próprio equipamento faz a moagem, calcula a quantidade de café e segue para a extração, sem exigir que o usuário pese os grãos em uma balança separada.

O moedor consegue medir a quantidade de pó em intervalos de 0,1 grama. Para reduzir a sujeira causada pelo café, a Xiaomi colocou um sistema baseado em plasma que diminui a eletricidade estática e ajuda a evitar que os grãos moídos fiquem presos no compartimento.

A máquina também consegue preparar espresso e vaporizar o leite simultaneamente. Para isso, há duas bombas de água e sistemas de aquecimento separados. Os caminhos de água quente e fria também são independentes, permitindo preparar bebidas quentes ou extrações frias sem misturar as temperaturas.

Xiaomi aposta em preparo mais automatizado

O controle da temperatura durante a extração fica por conta de cinco sensores e de um sistema que ajusta o aquecimento conforme a necessidade. 

Segundo a Xiaomi, a máquina consegue preparar mais de dez xícaras seguidas sem apresentar uma queda perceptível no desempenho.

Máquina espresso Xiaomi

A espuma do leite também pode ser feita automaticamente. O usuário escolhe entre leite de vaca e diferentes opções vegetais, enquanto a máquina ajusta o processo para chegar à textura desejada. Há ainda nove níveis de configuração, incluindo opções para moagem e temperatura do leite.

App ensina até quem nunca fez espresso

A Mijia Smart Italian Semi-Automatic Coffee Maker Pro pode ser conectada ao aplicativo Xiaomi Home, que reúne centenas de receitas.

Para iniciantes, há um tutorial que acompanha o preparo da primeira xícara, passando pela moagem, compactação do café, extração, espuma do leite e limpeza.

Por enquanto, a máquina de espresso da Xiaomi foi anunciada apenas para a China, e a marca ainda não informou se pretende vender o modelo em outros países. Enquanto isso, uma nova máquina de café da Philips espuma o leite automaticamente. 

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Máquina de espresso da Xiaomi pesa o café sozinha e não deixa pó grudar

A Xiaomi lançou na China uma máquina de espresso que tenta facilitar até as etapas mais trabalhosas do preparo. A Mijia Smart Italian Semi-Automatic Coffee Maker Pro pesa o café sozinha, mói os grãos e tem um sistema pensado para evitar que o pó fique grudado no moedor. Tudo por 4.999, cerca de R$ 3.799.

Máquina dispensa cápsulas e pesa o café

A cafeteira foi criada para quem prefere preparar a bebida com grãos inteiros. O próprio equipamento faz a moagem, calcula a quantidade de café e segue para a extração, sem exigir que o usuário pese os grãos em uma balança separada.

O moedor consegue medir a quantidade de pó em intervalos de 0,1 grama. Para reduzir a sujeira causada pelo café, a Xiaomi colocou um sistema baseado em plasma que diminui a eletricidade estática e ajuda a evitar que os grãos moídos fiquem presos no compartimento.

A máquina também consegue preparar espresso e vaporizar o leite simultaneamente. Para isso, há duas bombas de água e sistemas de aquecimento separados. Os caminhos de água quente e fria também são independentes, permitindo preparar bebidas quentes ou extrações frias sem misturar as temperaturas.

Xiaomi aposta em preparo mais automatizado

O controle da temperatura durante a extração fica por conta de cinco sensores e de um sistema que ajusta o aquecimento conforme a necessidade. 

Segundo a Xiaomi, a máquina consegue preparar mais de dez xícaras seguidas sem apresentar uma queda perceptível no desempenho.

Máquina espresso Xiaomi

A espuma do leite também pode ser feita automaticamente. O usuário escolhe entre leite de vaca e diferentes opções vegetais, enquanto a máquina ajusta o processo para chegar à textura desejada. Há ainda nove níveis de configuração, incluindo opções para moagem e temperatura do leite.

App ensina até quem nunca fez espresso

A Mijia Smart Italian Semi-Automatic Coffee Maker Pro pode ser conectada ao aplicativo Xiaomi Home, que reúne centenas de receitas.

Para iniciantes, há um tutorial que acompanha o preparo da primeira xícara, passando pela moagem, compactação do café, extração, espuma do leite e limpeza.

Por enquanto, a máquina de espresso da Xiaomi foi anunciada apenas para a China, e a marca ainda não informou se pretende vender o modelo em outros países. Enquanto isso, uma nova máquina de café da Philips espuma o leite automaticamente. 

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iPhone 18 Pro já chegou, mas chinesa acaba de revelar clone do iPhone 17 Pro

Pouco depois da chegada do iPhone 18 Pro, a Vivo resolveu olhar para a geração anterior da Apple. A chinesa confirmou nesta terça-feira (15) o lançamento do Vivo V80 na Índia e revelou parte do design do aparelho, que lembra bastante o iPhone 17 Pro. A semelhança fica especialmente evidente na versão laranja e no grande módulo retangular de câmeras na traseira, que também traz a marca Zeiss.

A Vivo publicou uma prévia do celular e colocou no ar páginas do V80 em seu site indiano e na Flipkart. Nas imagens divulgadas, o smartphone aparece com acabamento laranja e um bloco de câmeras retangular.

O módulo reúne os sensores fotográficos e o flash de LED. A traseira também exibe a marca Zeiss, indicando a participação da empresa especializada em lentes no conjunto de câmeras.

O aparelho será equipado com OriginOS, sistema usado pela Vivo. A fabricante ainda não revelou todos os detalhes do celular e promete divulgar informações sobre câmera, inteligência artificial, bateria e tela em breve.

Igualzinho o iPhone 17 Pro

A semelhança com o iPhone 17 Pro também chama atenção no visual. O celular da Apple ganhou uma traseira renovada com um módulo de câmeras mais largo e uma opção de acabamento laranja, justamente a cor mostrada pela Vivo no V80.

Os dois aparelhos ainda apostam em um conjunto traseiro de câmeras com formato retangular, o que deixa o novo Vivo com uma aparência que pode lembrar bastante o atual topo de linha da Apple.

Vivo V80 vai ter câmera teleobjetiva Zeiss

Entre as características esperadas para o Vivo V80 está uma tela de 6,59 polegadas em um corpo descrito como próximo de um formato compacto.

O celular também deve trazer uma câmera teleobjetiva desenvolvida em parceria com a Zeiss. A capacidade da bateria ainda não foi divulgada, mas a Vivo afirma que o modelo terá a maior bateria já vista na linha V.

A tela também é tratada pela empresa como a mais fluida da história da família V, embora detalhes sobre resolução e taxa de atualização ainda não tenham sido apresentados.

Vivo V80 pode ter carregamento de 90 W

O Vivo V80 apareceu em uma certificação da TÜV, que indicou suporte a carregamento rápido de 90 W. A informação é uma das poucas especificações técnicas já reveladas oficialmente ou por certificações.

A previsão é que o lançamento na Índia aconteça em breve. Informações anteriores apontavam para a primeira semana de outubro, enquanto rumores também indicavam preço acima de ₹60.000 no mercado indiano (R$ 3.219,27).

A Vivo ainda deve revelar mais informações sobre o aparelho antes da apresentação oficial.  Enquanto isso, vale ver quanto vale pagar pelo iPhone 17 Pro agora que o iPhone 18 Pro foi lançado.

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"AirTag da Samsung" aparece em imagens vazadas com visual que lembra uma moeda futurista

O Galaxy SmartTag 3 apareceu em novas imagens vazadas que revelam detalhes do design da próxima "AirTag da Samsung". O acessório deve abandonar o formato tradicional da geração atual e adotar um corpo quadrado com cantos bastante arredondados. As imagens também mostram versões nas cores branca e preta.

As imagens mostram que o Galaxy SmartTag 3 terá uma estrutura dividida entre uma moldura externa e uma grande área circular no centro. O botão central traz a marca Samsung e parece ter acabamento metálico com uma textura que lembra metal escovado.

O visual representa uma mudança em relação ao Galaxy SmartTag 2, lançado em 2023, mas curiosamente também lembra o primeiro SmartTag, que tinha um corpo quadrado arredondado com uma área circular central.

A versão branca combina uma moldura clara com a parte central mais destacada, enquanto o modelo preto aposta em um acabamento escuro em praticamente toda a estrutura.

Samsung pode retirar furo para chaveiro

Um dos detalhes mais curiosos do vazamento está justamente na forma de prender o rastreador. As imagens não mostram um furo integrado ao Galaxy SmartTag 3 para colocar uma argola, cordão ou chaveiro.

Quem quiser colocar o rastreador nas chaves, em uma mochila ou em outro objeto pode precisar comprar uma capa específica com algum tipo de alça ou argola.

A mudança pode ser importante porque o SmartTag 2 já conta com uma abertura integrada para facilitar esse tipo de uso.

Smart TAG 3

Recursos e preço ainda são mistério

A Samsung ainda não confirmou oficialmente as especificações do Galaxy SmartTag 3. A expectativa é que alguns recursos da geração anterior sejam mantidos, como Bluetooth, Ultra-Wideband (UWB), NFC para o Modo Perdido e resistência contra água e poeira com certificação IP67.

O SmartTag 2 oferece até 500 dias de bateria no modo normal e pode chegar a 700 dias com o modo de economia de energia. Ainda não está claro se o novo modelo terá autonomia semelhante ou alguma melhoria. Também surgiram listagens de varejistas indicando preço de € 45,95 (R$ 272).  

Além das imagens, o Galaxy SmartTag 3 já apareceu em uma certificação de órgão regulador da Coreia do Sul. A combinação dos vazamentos e da certificação indica que o lançamento pode estar próximo. Veja o que já sabemos da AirTag da Samsung. 

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"AirTag da Samsung" aparece em imagens vazadas com visual que lembra uma moeda futurista

O Galaxy SmartTag 3 apareceu em novas imagens vazadas que revelam detalhes do design da próxima "AirTag da Samsung". O acessório deve abandonar o formato tradicional da geração atual e adotar um corpo quadrado com cantos bastante arredondados. As imagens também mostram versões nas cores branca e preta.

As imagens mostram que o Galaxy SmartTag 3 terá uma estrutura dividida entre uma moldura externa e uma grande área circular no centro. O botão central traz a marca Samsung e parece ter acabamento metálico com uma textura que lembra metal escovado.

O visual representa uma mudança em relação ao Galaxy SmartTag 2, lançado em 2023, mas curiosamente também lembra o primeiro SmartTag, que tinha um corpo quadrado arredondado com uma área circular central.

A versão branca combina uma moldura clara com a parte central mais destacada, enquanto o modelo preto aposta em um acabamento escuro em praticamente toda a estrutura.

Samsung pode retirar furo para chaveiro

Um dos detalhes mais curiosos do vazamento está justamente na forma de prender o rastreador. As imagens não mostram um furo integrado ao Galaxy SmartTag 3 para colocar uma argola, cordão ou chaveiro.

Quem quiser colocar o rastreador nas chaves, em uma mochila ou em outro objeto pode precisar comprar uma capa específica com algum tipo de alça ou argola.

A mudança pode ser importante porque o SmartTag 2 já conta com uma abertura integrada para facilitar esse tipo de uso.

Smart TAG 3

Recursos e preço ainda são mistério

A Samsung ainda não confirmou oficialmente as especificações do Galaxy SmartTag 3. A expectativa é que alguns recursos da geração anterior sejam mantidos, como Bluetooth, Ultra-Wideband (UWB), NFC para o Modo Perdido e resistência contra água e poeira com certificação IP67.

O SmartTag 2 oferece até 500 dias de bateria no modo normal e pode chegar a 700 dias com o modo de economia de energia. Ainda não está claro se o novo modelo terá autonomia semelhante ou alguma melhoria. Também surgiram listagens de varejistas indicando preço de € 45,95 (R$ 272).  

Além das imagens, o Galaxy SmartTag 3 já apareceu em uma certificação de órgão regulador da Coreia do Sul. A combinação dos vazamentos e da certificação indica que o lançamento pode estar próximo. Veja o que já sabemos da AirTag da Samsung. 

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Novo fone vazado da Samsung prende na orelha e pode ajustar volume sozinho

A Samsung parece preparar um novo tipo de fone de ouvido para quem não gosta de modelos que entram no canal auditivo. O Galaxy Buds On, anteriormente conhecido pelo codinome Able, apareceu em novos vazamentos que revelam o possível design e vários recursos do acessório. Imagens e informações encontradas em versões recentes de aplicativos da Samsung indicam que o dispositivo fica preso à parte externa da orelha.

A novidade ainda não foi anunciada oficialmente, mas já teve o modelo SM-U600 identificado em certificação na Índia.

O Galaxy Buds On tem uma construção bastante diferente dos Galaxy Buds tradicionais. O acessório é formado por duas partes arredondadas conectadas por uma espécie de alça de silicone.

A parte maior fica acomodada na orelha e abriga os alto-falantes, enquanto a extremidade mais plana se posiciona do lado de fora. Essa peça também parece contar com uma superfície sensível ao toque para controlar funções do fone.

Até agora, o vazamento mostra a versão preta, mas imagens encontradas no aplicativo Buds Manager indicam que a Samsung também trabalha em uma opção branca.

Fone pode controlar música com movimentos da cabeça

Fone vazado Samsung

Entre os recursos mais curiosos estão os gestos com a cabeça, já presentes nos Galaxy Buds 4 e Buds 4 Pro. O usuário poderá, por exemplo, movimentar a cabeça para controlar funções sem tocar no celular, embora os comandos específicos ainda não tenham sido detalhados.

Outra novidade é o Auto Volume. A função pode aumentar automaticamente o volume quando o ambiente fica mais barulhento e reduzir novamente em locais silenciosos.

O Galaxy Buds On também deve oferecer um modo Volume Boost, capaz de aumentar ainda mais o nível sonoro. Nesse caso, o vazamento alerta para uma possibilidade maior de vazamento de som.

Galaxy Buds On terá recursos de IA e detecção de sono

O fone também deve ter um recurso permite iniciar gravações rapidamente e transformar os áudios em texto. Por outro lado, não há indicação de cancelamento ativo de ruído (ANC), presente nos antigos Galaxy Buds Live. 

A Samsung ainda não confirmou oficialmente o Galaxy Buds On nem revelou uma data de lançamento, mas ele já apareceu em certificação na Índia e teve firmware identificado em servidores internos da empresa em diferentes países.

Os rumores apontam para um lançamento no último trimestre de 2026. Até lá, recursos e especificações ainda podem mudar. Em paralelo, a Samsung trabalha em headphone premium para desafiar JBL e Apple; veja o que sabemos.

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Novo fone vazado da Samsung prende na orelha e pode ajustar volume sozinho

A Samsung parece preparar um novo tipo de fone de ouvido para quem não gosta de modelos que entram no canal auditivo. O Galaxy Buds On, anteriormente conhecido pelo codinome Able, apareceu em novos vazamentos que revelam o possível design e vários recursos do acessório. Imagens e informações encontradas em versões recentes de aplicativos da Samsung indicam que o dispositivo fica preso à parte externa da orelha.

A novidade ainda não foi anunciada oficialmente, mas já teve o modelo SM-U600 identificado em certificação na Índia.

O Galaxy Buds On tem uma construção bastante diferente dos Galaxy Buds tradicionais. O acessório é formado por duas partes arredondadas conectadas por uma espécie de alça de silicone.

A parte maior fica acomodada na orelha e abriga os alto-falantes, enquanto a extremidade mais plana se posiciona do lado de fora. Essa peça também parece contar com uma superfície sensível ao toque para controlar funções do fone.

Até agora, o vazamento mostra a versão preta, mas imagens encontradas no aplicativo Buds Manager indicam que a Samsung também trabalha em uma opção branca.

Fone pode controlar música com movimentos da cabeça

Fone vazado Samsung

Entre os recursos mais curiosos estão os gestos com a cabeça, já presentes nos Galaxy Buds 4 e Buds 4 Pro. O usuário poderá, por exemplo, movimentar a cabeça para controlar funções sem tocar no celular, embora os comandos específicos ainda não tenham sido detalhados.

Outra novidade é o Auto Volume. A função pode aumentar automaticamente o volume quando o ambiente fica mais barulhento e reduzir novamente em locais silenciosos.

O Galaxy Buds On também deve oferecer um modo Volume Boost, capaz de aumentar ainda mais o nível sonoro. Nesse caso, o vazamento alerta para uma possibilidade maior de vazamento de som.

Galaxy Buds On terá recursos de IA e detecção de sono

O fone também deve ter um recurso permite iniciar gravações rapidamente e transformar os áudios em texto. Por outro lado, não há indicação de cancelamento ativo de ruído (ANC), presente nos antigos Galaxy Buds Live. 

A Samsung ainda não confirmou oficialmente o Galaxy Buds On nem revelou uma data de lançamento, mas ele já apareceu em certificação na Índia e teve firmware identificado em servidores internos da empresa em diferentes países.

Os rumores apontam para um lançamento no último trimestre de 2026. Até lá, recursos e especificações ainda podem mudar. Em paralelo, a Samsung trabalha em headphone premium para desafiar JBL e Apple; veja o que sabemos.

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Celular super top terá 2 câmeras de 200 MP e filmagem digna de cinema

A Oppo está preparando uma linha de celular com filmagem digna de cinema. O Find X10 tem duas câmeras traseiras de 200 MP, enquanto o Find X10 Pro Max terá recursos de gravação pensados para quem busca resultados mais próximos de uma produção cinematográfica. A Oppo também já confirmou que os aparelhos terão bateria de 8.000 mAh, e o lançamento na China está previsto para este mês.

O Find X10 será equipado com uma câmera principal de 200 MP e abertura f/1.6, desenvolvida em parceria com a Hasselblad. O sensor também contará com estabilização de nível profissional CIPA 6.0, recurso que deve ajudar a reduzir tremidos durante fotos e vídeos.

A segunda câmera de 200 MP será uma teleobjetiva, com abertura f/2.6 e estabilização CIPA 7.0. Com isso, a Oppo aposta em alta resolução na câmera principal e nas fotografias com aproximação.

O celular ainda terá um sensor de cores Danxia de segunda geração. Segundo a fabricante, a tecnologia consegue melhorar a reprodução de cores e o alcance dinâmico, chegando a até 15 EV.

Além das câmeras, o Find X10 terá bordas extremamente finas. A tela contará com apenas 0,99 mm de moldura, uma redução considerável em relação às gerações anteriores da linha.

Pro Max quer transformar celular em câmera de cinema

Oppo Find X10

Enquanto o Find X10 chama atenção pela dupla de 200 MP, o Find X10 Pro Max vai ainda mais longe. O aparelho terá três câmeras traseiras de 200 MP e suporte à captura OpenGate.

A tecnologia aproveita toda a área do sensor para gravar em proporção 4:3, em vez de limitar a captura a um recorte mais estreito, o que oferece mais área de imagem para quem pretende editar o vídeo posteriormente.

O Pro Max também terá integração com o aplicativo Blackmagic Camera, conhecido por oferecer controles avançados de gravação. A parceria permitirá acessar recursos como O-Log2 e OpenGate diretamente pelo aplicativo.

Os aparelhos com filmagem digna de cinema serão lançados primeiro na China ainda em setembro, e os três modelos da família já estão disponíveis para pré-venda. Ainda não há informações sobre a venda no Brasil. Quer saber se a câmera do celular é boa antes de comprar? Confira. 

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Celular super top terá 2 câmeras de 200 MP e filmagem digna de cinema

A Oppo está preparando uma linha de celular com filmagem digna de cinema. O Find X10 tem duas câmeras traseiras de 200 MP, enquanto o Find X10 Pro Max terá recursos de gravação pensados para quem busca resultados mais próximos de uma produção cinematográfica. A Oppo também já confirmou que os aparelhos terão bateria de 8.000 mAh, e o lançamento na China está previsto para este mês.

O Find X10 será equipado com uma câmera principal de 200 MP e abertura f/1.6, desenvolvida em parceria com a Hasselblad. O sensor também contará com estabilização de nível profissional CIPA 6.0, recurso que deve ajudar a reduzir tremidos durante fotos e vídeos.

A segunda câmera de 200 MP será uma teleobjetiva, com abertura f/2.6 e estabilização CIPA 7.0. Com isso, a Oppo aposta em alta resolução na câmera principal e nas fotografias com aproximação.

O celular ainda terá um sensor de cores Danxia de segunda geração. Segundo a fabricante, a tecnologia consegue melhorar a reprodução de cores e o alcance dinâmico, chegando a até 15 EV.

Além das câmeras, o Find X10 terá bordas extremamente finas. A tela contará com apenas 0,99 mm de moldura, uma redução considerável em relação às gerações anteriores da linha.

Pro Max quer transformar celular em câmera de cinema

Oppo Find X10

Enquanto o Find X10 chama atenção pela dupla de 200 MP, o Find X10 Pro Max vai ainda mais longe. O aparelho terá três câmeras traseiras de 200 MP e suporte à captura OpenGate.

A tecnologia aproveita toda a área do sensor para gravar em proporção 4:3, em vez de limitar a captura a um recorte mais estreito, o que oferece mais área de imagem para quem pretende editar o vídeo posteriormente.

O Pro Max também terá integração com o aplicativo Blackmagic Camera, conhecido por oferecer controles avançados de gravação. A parceria permitirá acessar recursos como O-Log2 e OpenGate diretamente pelo aplicativo.

Os aparelhos com filmagem digna de cinema serão lançados primeiro na China ainda em setembro, e os três modelos da família já estão disponíveis para pré-venda. Ainda não há informações sobre a venda no Brasil. Quer saber se a câmera do celular é boa antes de comprar? Confira. 

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Apple prepara “traje de luxo” para o iPhone Duo com capinha de R$ 650

Na última quarta-feira (9), a Apple apresentou o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e também revelou as capinhas oficiais feitas especialmente para o aparelho. Os acessórios seguem a proposta premium do smartphone e chegam com preços de até US$ 129, o equivalente a cerca de R$ 660 em conversão direta.

As opções incluem uma capa tradicional mais fina e uma versão Folio com suporte integrado. As duas foram desenvolvidas para acompanhar o formato dobrável do iPhone Duo e são compatíveis com carregamento sem fio.

A iPhone Duo Folio é a opção mais sofisticada. Ela será vendida nas cores azul-marinho e taupe e conta com um suporte integrado que permite deixar o celular em diferentes ângulos. Quando não está em uso, o suporte pode ser dobrado para ficar junto à própria capa.

iPhone Duo capinha

O acessório custa US$ 129, cerca de R$ 663. No Reino Unido, o preço é de £129, enquanto na Europa chega a €149.

Além da proteção, a proposta da Folio é aproveitar o formato dobrável do iPhone Duo para transformar o aparelho em uma espécie de tela de apoio para assistir a vídeos, fazer chamadas ou consumir outros conteúdos.

Capa tradicional custa cerca de R$ 406

Para quem prefere algo mais simples, a Apple também lançou a iPhone Duo Case. A capa tem construção de duas partes, envolvendo os dois lados do aparelho, e foi descrita pela empresa como fina e leve.

Ela estará disponível nas cores areia e azul-marinho. O preço parte de US$ 79 (R$ 406). Na Europa, o valor chega a €89.

As duas capinhas contam com ímãs integrados para se alinharem ao iPhone Duo e são compatíveis com MagSafe, Qi2 de até 25 W e carregadores certificados pelo padrão Qi. Dessa forma, o usuário pode carregar o celular sem precisar remover a proteção.

iPhone Duo capinha

iPhone Duo aposta em design fino e dobrável

O iPhone Duo tem formato de livro e pode ser usado fechado ou totalmente aberto. Quando aberto, ele se torna o iPhone mais fino já produzido pela Apple, enquanto fechado mantém um formato compacto, pensado para caber no bolso e ser usado com uma mão.

A construção combina titânio de grau 5 com acabamento polido, além de uma dobradiça com mais de 100 componentes. O aparelho também conta com Ceramic Shield na traseira e Ceramic Shield 2 na parte frontal, além de resistência à água e poeira com certificação IP68.

Então o design do iPhone Duo exige acessórios diferentes de uma capinha convencional, já que a proteção precisa acompanhar as duas partes do aparelho sem atrapalhar a abertura. É justamente aí que entram as duas opções apresentadas pela Apple. Saiba mais sobre o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple.

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Apple prepara “traje de luxo” para o iPhone Duo com capinha de R$ 650

Na última quarta-feira (9), a Apple apresentou o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e também revelou as capinhas oficiais feitas especialmente para o aparelho. Os acessórios seguem a proposta premium do smartphone e chegam com preços de até US$ 129, o equivalente a cerca de R$ 660 em conversão direta.

As opções incluem uma capa tradicional mais fina e uma versão Folio com suporte integrado. As duas foram desenvolvidas para acompanhar o formato dobrável do iPhone Duo e são compatíveis com carregamento sem fio.

A iPhone Duo Folio é a opção mais sofisticada. Ela será vendida nas cores azul-marinho e taupe e conta com um suporte integrado que permite deixar o celular em diferentes ângulos. Quando não está em uso, o suporte pode ser dobrado para ficar junto à própria capa.

iPhone Duo capinha

O acessório custa US$ 129, cerca de R$ 663. No Reino Unido, o preço é de £129, enquanto na Europa chega a €149.

Além da proteção, a proposta da Folio é aproveitar o formato dobrável do iPhone Duo para transformar o aparelho em uma espécie de tela de apoio para assistir a vídeos, fazer chamadas ou consumir outros conteúdos.

Capa tradicional custa cerca de R$ 406

Para quem prefere algo mais simples, a Apple também lançou a iPhone Duo Case. A capa tem construção de duas partes, envolvendo os dois lados do aparelho, e foi descrita pela empresa como fina e leve.

Ela estará disponível nas cores areia e azul-marinho. O preço parte de US$ 79 (R$ 406). Na Europa, o valor chega a €89.

As duas capinhas contam com ímãs integrados para se alinharem ao iPhone Duo e são compatíveis com MagSafe, Qi2 de até 25 W e carregadores certificados pelo padrão Qi. Dessa forma, o usuário pode carregar o celular sem precisar remover a proteção.

iPhone Duo capinha

iPhone Duo aposta em design fino e dobrável

O iPhone Duo tem formato de livro e pode ser usado fechado ou totalmente aberto. Quando aberto, ele se torna o iPhone mais fino já produzido pela Apple, enquanto fechado mantém um formato compacto, pensado para caber no bolso e ser usado com uma mão.

A construção combina titânio de grau 5 com acabamento polido, além de uma dobradiça com mais de 100 componentes. O aparelho também conta com Ceramic Shield na traseira e Ceramic Shield 2 na parte frontal, além de resistência à água e poeira com certificação IP68.

Então o design do iPhone Duo exige acessórios diferentes de uma capinha convencional, já que a proteção precisa acompanhar as duas partes do aparelho sem atrapalhar a abertura. É justamente aí que entram as duas opções apresentadas pela Apple. Saiba mais sobre o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple.

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Xiaomi cria fogão com IA que desliga o gás se você esquecer a panela

A Xiaomi abriu a pré-venda do Mijia Smart Gas Stove 3 Max na China, um fogão que usa inteligência artificial para aumentar a segurança durante o preparo das refeições e consegue perceber quando o usuário se afastou da cozinha por muito tempo. O preço inicial é de 2.704 yuans (cerca de R$ 2.000).

Um dos recursos mais curiosos está em uma sonda de liga de titânio sensível à pressão capaz de suportar até 500 °C. O componente fica em contato com o fundo da panela para acompanhar a temperatura durante o cozimento.

Os dados são analisados por um algoritmo de temperatura com IA, que tenta identificar situações em que a panela está vazia ou funcionando sem líquido. Quando detecta, o fogão interrompe automaticamente o fornecimento de gás e apaga a chama.

O aplicativo Xiaomi Home também pode enviar um alerta para o celular caso o problema aconteça quando o usuário estiver longe da cozinha.

Radar sabe quando você saiu da cozinha

Fogão Xiaomi

O Mijia Smart Gas Stove 3 Max também usa radar para monitorar a área à frente do fogão, com alcance de até 0,9 metro.

Se a pessoa permanecer afastada por 30 minutos, o aparelho emite um alerta sonoro. Caso a ausência chegue a 60 minutos, o fogão corta automaticamente o gás e envia uma notificação pelo aplicativo.

Cada boca tem um temporizador independente, com ajustes de 1 a 180 minutos. No queimador direito, o usuário ainda pode consultar a temperatura da panela em tempo real.

A Xiaomi afirma que o fogão tem eficiência térmica de 75% e pode reduzir em até 22 °C a temperatura ao redor da área de cocção graças a uma estrutura de três camadas na grade.

Segundo a Xiaomi, a eficiência energética representa uma melhora de 12% em relação ao modelo anterior e poderia gerar economia em gás ao longo de oito anos. Quer mais? Veja eletrodomésticos que a Xiaomi lançou e você precisa conhecer.

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Xiaomi cria fogão com IA que desliga o gás se você esquecer a panela

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Um dos recursos mais curiosos está em uma sonda de liga de titânio sensível à pressão capaz de suportar até 500 °C. O componente fica em contato com o fundo da panela para acompanhar a temperatura durante o cozimento.

Os dados são analisados por um algoritmo de temperatura com IA, que tenta identificar situações em que a panela está vazia ou funcionando sem líquido. Quando detecta, o fogão interrompe automaticamente o fornecimento de gás e apaga a chama.

O aplicativo Xiaomi Home também pode enviar um alerta para o celular caso o problema aconteça quando o usuário estiver longe da cozinha.

Radar sabe quando você saiu da cozinha

Fogão Xiaomi

O Mijia Smart Gas Stove 3 Max também usa radar para monitorar a área à frente do fogão, com alcance de até 0,9 metro.

Se a pessoa permanecer afastada por 30 minutos, o aparelho emite um alerta sonoro. Caso a ausência chegue a 60 minutos, o fogão corta automaticamente o gás e envia uma notificação pelo aplicativo.

Cada boca tem um temporizador independente, com ajustes de 1 a 180 minutos. No queimador direito, o usuário ainda pode consultar a temperatura da panela em tempo real.

A Xiaomi afirma que o fogão tem eficiência térmica de 75% e pode reduzir em até 22 °C a temperatura ao redor da área de cocção graças a uma estrutura de três camadas na grade.

Segundo a Xiaomi, a eficiência energética representa uma melhora de 12% em relação ao modelo anterior e poderia gerar economia em gás ao longo de oito anos. Quer mais? Veja eletrodomésticos que a Xiaomi lançou e você precisa conhecer.

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