A Caviar transformou o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max em peças de luxo com a nova coleção Contrast Edition, com versões com acabamentos em titânio, fibra de carbono e ouro 24 quilates, com estoque limitado a apenas 50 unidades de cada modelo. Os preços partem de US$ 7.130 (R$ 36.506) e chegam a US$ 7.840 (R$ 40.141).
A coleção foi apresentada pela Caviar como uma celebração dos 50 anos da Apple e dos 15 anos da própria marca. O foco está na parte traseira dos aparelhos, que recebe peças personalizadas com materiais diferentes dos encontrados nas versões tradicionais do iPhone.
O modelo Titanium Grey tem corpo cinza com um painel traseiro de titânio preto escovado, enquanto o Black Moon traz uma peça de titânio prateado e uma maçã da Apple com acabamento PVD. Os dois partem de US$ 7.130 (R$ 36.506) na configuração de 256 GB.
Fibra de carbono e ouro 24K
A Caviar também criou duas versões com fibra de carbono. A Sky Blue combina o corpo azul-claro com um painel escuro feito de fibra de carbono moldada. O preço começa nos mesmos US$ 7.130 (R$ 36.506).
Já o Dark Red tem corpo vinho e uma peça de fibra de carbono com veios roxos. O logo da Apple recebe acabamento em ouro 24 quilates. Essa versão custa a partir de US$ 7.410 (R$ 37.939).
O modelo mais caro da coleção é o Gold Wine, que traz corpo em tom vinho e uma peça de liga usada em joias, com dupla camada de ouro 999, equivalente ao ouro 24K. O preço inicial é de US$ 7.840 (R$ 40.141).
Hardware do iPhone continua igual
Apesar dos materiais e do preço muito acima do padrão, por dentro, o iPhone 18 Pro mantém o hardware original da Apple, com o chip A20 Pro de 2 nanômetros, responsável pelo ganho de até 40% de desempenho em relação ao iPhone 17 Pro.
O aparelho também traz nova câmara de vapor para ajudar no controle de temperatura, modem C2 desenvolvido pela Apple e iOS 27 com recursos de inteligência artificial.
No conjunto de câmeras, a principal tem 48 MP e abertura variável entre f/1.8 e f/4, permitindo ajustar a entrada de luz e a profundidade de campo. O sistema ainda traz Focus Tracking para acompanhar objetos em movimento durante vídeos.
O valor extra desse iPhone de ouro está ligado ao acabamento externo, à embalagem personalizada e à produção limitada. Todas as versões têm garantia de um ano. A marca é responsável por lançar iPhones de ouro que custam mais que um carro.
A Caviar transformou o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max em peças de luxo com a nova coleção Contrast Edition, com versões com acabamentos em titânio, fibra de carbono e ouro 24 quilates, com estoque limitado a apenas 50 unidades de cada modelo. Os preços partem de US$ 7.130 (R$ 36.506) e chegam a US$ 7.840 (R$ 40.141).
A coleção foi apresentada pela Caviar como uma celebração dos 50 anos da Apple e dos 15 anos da própria marca. O foco está na parte traseira dos aparelhos, que recebe peças personalizadas com materiais diferentes dos encontrados nas versões tradicionais do iPhone.
O modelo Titanium Grey tem corpo cinza com um painel traseiro de titânio preto escovado, enquanto o Black Moon traz uma peça de titânio prateado e uma maçã da Apple com acabamento PVD. Os dois partem de US$ 7.130 (R$ 36.506) na configuração de 256 GB.
Fibra de carbono e ouro 24K
A Caviar também criou duas versões com fibra de carbono. A Sky Blue combina o corpo azul-claro com um painel escuro feito de fibra de carbono moldada. O preço começa nos mesmos US$ 7.130 (R$ 36.506).
Já o Dark Red tem corpo vinho e uma peça de fibra de carbono com veios roxos. O logo da Apple recebe acabamento em ouro 24 quilates. Essa versão custa a partir de US$ 7.410 (R$ 37.939).
O modelo mais caro da coleção é o Gold Wine, que traz corpo em tom vinho e uma peça de liga usada em joias, com dupla camada de ouro 999, equivalente ao ouro 24K. O preço inicial é de US$ 7.840 (R$ 40.141).
Hardware do iPhone continua igual
Apesar dos materiais e do preço muito acima do padrão, por dentro, o iPhone 18 Pro mantém o hardware original da Apple, com o chip A20 Pro de 2 nanômetros, responsável pelo ganho de até 40% de desempenho em relação ao iPhone 17 Pro.
O aparelho também traz nova câmara de vapor para ajudar no controle de temperatura, modem C2 desenvolvido pela Apple e iOS 27 com recursos de inteligência artificial.
No conjunto de câmeras, a principal tem 48 MP e abertura variável entre f/1.8 e f/4, permitindo ajustar a entrada de luz e a profundidade de campo. O sistema ainda traz Focus Tracking para acompanhar objetos em movimento durante vídeos.
O valor extra desse iPhone de ouro está ligado ao acabamento externo, à embalagem personalizada e à produção limitada. Todas as versões têm garantia de um ano. A marca é responsável por lançar iPhones de ouro que custam mais que um carro.
A Meta prepara novos óculos inteligentes sem câmera. O modelo, conhecido internamente como Luna, pode ser apresentado durante a conferência Connect, marcada para 23 e 24 de setembro, com início das entregas previsto para outubro. O objetivo é oferecer recursos de inteligência artificial sem o componente que mais gera críticas nos atuais óculos da empresa.
O Luna deve chegar em dois estilos, chamados Clubmaster e Burbank. Mesmo sem câmera, os óculos devem ter seis microfones, alto-falantes direcionados para os ouvidos e um botão lateral para acionar rapidamente a Meta AI.
Óculos sem câmera para evitar problemas de privacidade
A mudança acontece enquanto os óculos inteligentes da Meta enfrentam críticas relacionadas a gravações feitas sem o conhecimento de outras pessoas. Os modelos atuais têm uma luz de LED que pisca durante fotos e vídeos, mas já foram identificadas formas de burlar esse indicador.
A Meta lançou atualizações para detectar alterações físicas no LED e impedir gravações quando o sistema identifica uma tentativa de desativar o aviso. Em agosto, a empresa também corrigiu uma brecha que permitia cobrir a luz depois do início da gravação.
Mesmo assim, a preocupação continua. No Reino Unido, por exemplo, cinemas já discutem possíveis restrições aos óculos com câmera por causa do risco de gravações clandestinas e pirataria. Teatros, restaurantes, pubs e tribunais também adotaram regras contra os dispositivos em alguns casos.
A discussão ainda envolve acessibilidade. Os óculos podem oferecer recursos úteis para pessoas com deficiência visual ou auditiva, como ferramentas de assistência e legendas personalizadas.
Luna aposta em inteligência artificial
Sem câmera, o novo modelo deve ter uma proposta mais voltada para interação por voz com a inteligência artificial. Os seis microfones permitiriam conversar com a Meta AI e com o agente de IA para consumidores chamado Muse.
A estrutura também deve ser mais discreta, com hastes mais finas para aproximar a aparência dos óculos convencionais. A expectativa é que isso ajude a atrair consumidores que evitaram os modelos atuais justamente por causa das preocupações envolvendo privacidade.
A Meta já vendeu cerca de 7 milhões de unidades de seus óculos inteligentes, segundo a segunda fonte. O Luna representaria, portanto, uma mudança de estratégia dentro da própria categoria, trocando a câmera por recursos de voz e IA.
A Meta prepara novos óculos inteligentes sem câmera. O modelo, conhecido internamente como Luna, pode ser apresentado durante a conferência Connect, marcada para 23 e 24 de setembro, com início das entregas previsto para outubro. O objetivo é oferecer recursos de inteligência artificial sem o componente que mais gera críticas nos atuais óculos da empresa.
O Luna deve chegar em dois estilos, chamados Clubmaster e Burbank. Mesmo sem câmera, os óculos devem ter seis microfones, alto-falantes direcionados para os ouvidos e um botão lateral para acionar rapidamente a Meta AI.
Óculos sem câmera para evitar problemas de privacidade
A mudança acontece enquanto os óculos inteligentes da Meta enfrentam críticas relacionadas a gravações feitas sem o conhecimento de outras pessoas. Os modelos atuais têm uma luz de LED que pisca durante fotos e vídeos, mas já foram identificadas formas de burlar esse indicador.
A Meta lançou atualizações para detectar alterações físicas no LED e impedir gravações quando o sistema identifica uma tentativa de desativar o aviso. Em agosto, a empresa também corrigiu uma brecha que permitia cobrir a luz depois do início da gravação.
Mesmo assim, a preocupação continua. No Reino Unido, por exemplo, cinemas já discutem possíveis restrições aos óculos com câmera por causa do risco de gravações clandestinas e pirataria. Teatros, restaurantes, pubs e tribunais também adotaram regras contra os dispositivos em alguns casos.
A discussão ainda envolve acessibilidade. Os óculos podem oferecer recursos úteis para pessoas com deficiência visual ou auditiva, como ferramentas de assistência e legendas personalizadas.
Luna aposta em inteligência artificial
Sem câmera, o novo modelo deve ter uma proposta mais voltada para interação por voz com a inteligência artificial. Os seis microfones permitiriam conversar com a Meta AI e com o agente de IA para consumidores chamado Muse.
A estrutura também deve ser mais discreta, com hastes mais finas para aproximar a aparência dos óculos convencionais. A expectativa é que isso ajude a atrair consumidores que evitaram os modelos atuais justamente por causa das preocupações envolvendo privacidade.
A Meta já vendeu cerca de 7 milhões de unidades de seus óculos inteligentes, segundo a segunda fonte. O Luna representaria, portanto, uma mudança de estratégia dentro da própria categoria, trocando a câmera por recursos de voz e IA.
A Xiaomi lançou na China uma máquina de espresso que tenta facilitar até as etapas mais trabalhosas do preparo. A Mijia Smart Italian Semi-Automatic Coffee Maker Pro pesa o café sozinha, mói os grãos e tem um sistema pensado para evitar que o pó fique grudado no moedor. Tudo por 4.999, cerca de R$ 3.799.
A cafeteira foi criada para quem prefere preparar a bebida com grãos inteiros. O próprio equipamento faz a moagem, calcula a quantidade de café e segue para a extração, sem exigir que o usuário pese os grãos em uma balança separada.
O moedor consegue medir a quantidade de pó em intervalos de 0,1 grama. Para reduzir a sujeira causada pelo café, a Xiaomi colocou um sistema baseado em plasma que diminui a eletricidade estática e ajuda a evitar que os grãos moídos fiquem presos no compartimento.
A máquina também consegue preparar espresso e vaporizar o leite simultaneamente. Para isso, há duas bombas de água e sistemas de aquecimento separados. Os caminhos de água quente e fria também são independentes, permitindo preparar bebidas quentes ou extrações frias sem misturar as temperaturas.
Xiaomi aposta em preparo mais automatizado
O controle da temperatura durante a extração fica por conta de cinco sensores e de um sistema que ajusta o aquecimento conforme a necessidade.
Segundo a Xiaomi, a máquina consegue preparar mais de dez xícaras seguidas sem apresentar uma queda perceptível no desempenho.
A espuma do leite também pode ser feita automaticamente. O usuário escolhe entre leite de vaca e diferentes opções vegetais, enquanto a máquina ajusta o processo para chegar à textura desejada. Há ainda nove níveis de configuração, incluindo opções para moagem e temperatura do leite.
App ensina até quem nunca fez espresso
A Mijia Smart Italian Semi-Automatic Coffee Maker Pro pode ser conectada ao aplicativo Xiaomi Home, que reúne centenas de receitas.
Para iniciantes, há um tutorial que acompanha o preparo da primeira xícara, passando pela moagem, compactação do café, extração, espuma do leite e limpeza.
A Xiaomi lançou na China uma máquina de espresso que tenta facilitar até as etapas mais trabalhosas do preparo. A Mijia Smart Italian Semi-Automatic Coffee Maker Pro pesa o café sozinha, mói os grãos e tem um sistema pensado para evitar que o pó fique grudado no moedor. Tudo por 4.999, cerca de R$ 3.799.
A cafeteira foi criada para quem prefere preparar a bebida com grãos inteiros. O próprio equipamento faz a moagem, calcula a quantidade de café e segue para a extração, sem exigir que o usuário pese os grãos em uma balança separada.
O moedor consegue medir a quantidade de pó em intervalos de 0,1 grama. Para reduzir a sujeira causada pelo café, a Xiaomi colocou um sistema baseado em plasma que diminui a eletricidade estática e ajuda a evitar que os grãos moídos fiquem presos no compartimento.
A máquina também consegue preparar espresso e vaporizar o leite simultaneamente. Para isso, há duas bombas de água e sistemas de aquecimento separados. Os caminhos de água quente e fria também são independentes, permitindo preparar bebidas quentes ou extrações frias sem misturar as temperaturas.
Xiaomi aposta em preparo mais automatizado
O controle da temperatura durante a extração fica por conta de cinco sensores e de um sistema que ajusta o aquecimento conforme a necessidade.
Segundo a Xiaomi, a máquina consegue preparar mais de dez xícaras seguidas sem apresentar uma queda perceptível no desempenho.
A espuma do leite também pode ser feita automaticamente. O usuário escolhe entre leite de vaca e diferentes opções vegetais, enquanto a máquina ajusta o processo para chegar à textura desejada. Há ainda nove níveis de configuração, incluindo opções para moagem e temperatura do leite.
App ensina até quem nunca fez espresso
A Mijia Smart Italian Semi-Automatic Coffee Maker Pro pode ser conectada ao aplicativo Xiaomi Home, que reúne centenas de receitas.
Para iniciantes, há um tutorial que acompanha o preparo da primeira xícara, passando pela moagem, compactação do café, extração, espuma do leite e limpeza.
Pouco depois da chegada do iPhone 18 Pro, a Vivo resolveu olhar para a geração anterior da Apple. A chinesa confirmou nesta terça-feira (15) o lançamento do Vivo V80 na Índia e revelou parte do design do aparelho, que lembra bastante o iPhone 17 Pro. A semelhança fica especialmente evidente na versão laranja e no grande módulo retangular de câmeras na traseira, que também traz a marca Zeiss.
A Vivo publicou uma prévia do celular e colocou no ar páginas do V80 em seu site indiano e na Flipkart. Nas imagens divulgadas, o smartphone aparece com acabamento laranja e um bloco de câmeras retangular.
O módulo reúne os sensores fotográficos e o flash de LED. A traseira também exibe a marca Zeiss, indicando a participação da empresa especializada em lentes no conjunto de câmeras.
O aparelho será equipado com OriginOS, sistema usado pela Vivo. A fabricante ainda não revelou todos os detalhes do celular e promete divulgar informações sobre câmera, inteligência artificial, bateria e tela em breve.
Igualzinho o iPhone 17 Pro
A semelhança com o iPhone 17 Pro também chama atenção no visual. O celular da Apple ganhou uma traseira renovada com um módulo de câmeras mais largo e uma opção de acabamento laranja, justamente a cor mostrada pela Vivo no V80.
Os dois aparelhos ainda apostam em um conjunto traseiro de câmeras com formato retangular, o que deixa o novo Vivo com uma aparência que pode lembrar bastante o atual topo de linha da Apple.
Vivo V80 vai ter câmera teleobjetiva Zeiss
Entre as características esperadas para o Vivo V80 está uma tela de 6,59 polegadas em um corpo descrito como próximo de um formato compacto.
O celular também deve trazer uma câmera teleobjetiva desenvolvida em parceria com a Zeiss. A capacidade da bateria ainda não foi divulgada, mas a Vivo afirma que o modelo terá a maior bateria já vista na linha V.
A tela também é tratada pela empresa como a mais fluida da história da família V, embora detalhes sobre resolução e taxa de atualização ainda não tenham sido apresentados.
Vivo V80 pode ter carregamento de 90 W
O Vivo V80 apareceu em uma certificação da TÜV, que indicou suporte a carregamento rápido de 90 W. A informação é uma das poucas especificações técnicas já reveladas oficialmente ou por certificações.
A previsão é que o lançamento na Índia aconteça em breve. Informações anteriores apontavam para a primeira semana de outubro, enquanto rumores também indicavam preço acima de ₹60.000 no mercado indiano (R$ 3.219,27).
O Galaxy SmartTag 3 apareceu em novas imagens vazadas que revelam detalhes do design da próxima "AirTag da Samsung". O acessório deve abandonar o formato tradicional da geração atual e adotar um corpo quadrado com cantos bastante arredondados. As imagens também mostram versões nas cores branca e preta.
As imagens mostram que o Galaxy SmartTag 3 terá uma estrutura dividida entre uma moldura externa e uma grande área circular no centro. O botão central traz a marca Samsung e parece ter acabamento metálico com uma textura que lembra metal escovado.
O visual representa uma mudança em relação ao Galaxy SmartTag 2, lançado em 2023, mas curiosamente também lembra o primeiro SmartTag, que tinha um corpo quadrado arredondado com uma área circular central.
A versão branca combina uma moldura clara com a parte central mais destacada, enquanto o modelo preto aposta em um acabamento escuro em praticamente toda a estrutura.
Samsung pode retirar furo para chaveiro
Um dos detalhes mais curiosos do vazamento está justamente na forma de prender o rastreador. As imagens não mostram um furo integrado ao Galaxy SmartTag 3 para colocar uma argola, cordão ou chaveiro.
Quem quiser colocar o rastreador nas chaves, em uma mochila ou em outro objeto pode precisar comprar uma capa específica com algum tipo de alça ou argola.
A mudança pode ser importante porque o SmartTag 2 já conta com uma abertura integrada para facilitar esse tipo de uso.
Recursos e preço ainda são mistério
A Samsung ainda não confirmou oficialmente as especificações do Galaxy SmartTag 3. A expectativa é que alguns recursos da geração anterior sejam mantidos, como Bluetooth, Ultra-Wideband (UWB), NFC para o Modo Perdido e resistência contra água e poeira com certificação IP67.
O SmartTag 2 oferece até 500 dias de bateria no modo normal e pode chegar a 700 dias com o modo de economia de energia. Ainda não está claro se o novo modelo terá autonomia semelhante ou alguma melhoria. Também surgiram listagens de varejistas indicando preço de € 45,95 (R$ 272).
Além das imagens, o Galaxy SmartTag 3 já apareceu em uma certificação de órgão regulador da Coreia do Sul. A combinação dos vazamentos e da certificação indica que o lançamento pode estar próximo. Veja o que já sabemos da AirTag da Samsung.
O Galaxy SmartTag 3 apareceu em novas imagens vazadas que revelam detalhes do design da próxima "AirTag da Samsung". O acessório deve abandonar o formato tradicional da geração atual e adotar um corpo quadrado com cantos bastante arredondados. As imagens também mostram versões nas cores branca e preta.
As imagens mostram que o Galaxy SmartTag 3 terá uma estrutura dividida entre uma moldura externa e uma grande área circular no centro. O botão central traz a marca Samsung e parece ter acabamento metálico com uma textura que lembra metal escovado.
O visual representa uma mudança em relação ao Galaxy SmartTag 2, lançado em 2023, mas curiosamente também lembra o primeiro SmartTag, que tinha um corpo quadrado arredondado com uma área circular central.
A versão branca combina uma moldura clara com a parte central mais destacada, enquanto o modelo preto aposta em um acabamento escuro em praticamente toda a estrutura.
Samsung pode retirar furo para chaveiro
Um dos detalhes mais curiosos do vazamento está justamente na forma de prender o rastreador. As imagens não mostram um furo integrado ao Galaxy SmartTag 3 para colocar uma argola, cordão ou chaveiro.
Quem quiser colocar o rastreador nas chaves, em uma mochila ou em outro objeto pode precisar comprar uma capa específica com algum tipo de alça ou argola.
A mudança pode ser importante porque o SmartTag 2 já conta com uma abertura integrada para facilitar esse tipo de uso.
Recursos e preço ainda são mistério
A Samsung ainda não confirmou oficialmente as especificações do Galaxy SmartTag 3. A expectativa é que alguns recursos da geração anterior sejam mantidos, como Bluetooth, Ultra-Wideband (UWB), NFC para o Modo Perdido e resistência contra água e poeira com certificação IP67.
O SmartTag 2 oferece até 500 dias de bateria no modo normal e pode chegar a 700 dias com o modo de economia de energia. Ainda não está claro se o novo modelo terá autonomia semelhante ou alguma melhoria. Também surgiram listagens de varejistas indicando preço de € 45,95 (R$ 272).
Além das imagens, o Galaxy SmartTag 3 já apareceu em uma certificação de órgão regulador da Coreia do Sul. A combinação dos vazamentos e da certificação indica que o lançamento pode estar próximo. Veja o que já sabemos da AirTag da Samsung.
A Samsung parece preparar um novo tipo de fone de ouvido para quem não gosta de modelos que entram no canal auditivo. O Galaxy Buds On, anteriormente conhecido pelo codinome Able, apareceu em novos vazamentos que revelam o possível design e vários recursos do acessório. Imagens e informações encontradas em versões recentes de aplicativos da Samsung indicam que o dispositivo fica preso à parte externa da orelha.
A novidade ainda não foi anunciada oficialmente, mas já teve o modelo SM-U600 identificado em certificação na Índia.
O Galaxy Buds On tem uma construção bastante diferente dos Galaxy Buds tradicionais. O acessório é formado por duas partes arredondadas conectadas por uma espécie de alça de silicone.
A parte maior fica acomodada na orelha e abriga os alto-falantes, enquanto a extremidade mais plana se posiciona do lado de fora. Essa peça também parece contar com uma superfície sensível ao toque para controlar funções do fone.
Até agora, o vazamento mostra a versão preta, mas imagens encontradas no aplicativo Buds Manager indicam que a Samsung também trabalha em uma opção branca.
Fone pode controlar música com movimentos da cabeça
Entre os recursos mais curiosos estão os gestos com a cabeça, já presentes nos Galaxy Buds 4 e Buds 4 Pro. O usuário poderá, por exemplo, movimentar a cabeça para controlar funções sem tocar no celular, embora os comandos específicos ainda não tenham sido detalhados.
Outra novidade é o Auto Volume. A função pode aumentar automaticamente o volume quando o ambiente fica mais barulhento e reduzir novamente em locais silenciosos.
O Galaxy Buds On também deve oferecer um modo Volume Boost, capaz de aumentar ainda mais o nível sonoro. Nesse caso, o vazamento alerta para uma possibilidade maior de vazamento de som.
Galaxy Buds On terá recursos de IA e detecção de sono
O fone também deve ter um recurso permite iniciar gravações rapidamente e transformar os áudios em texto. Por outro lado, não há indicação de cancelamento ativo de ruído (ANC), presente nos antigos Galaxy Buds Live.
A Samsung ainda não confirmou oficialmente o Galaxy Buds On nem revelou uma data de lançamento, mas ele já apareceu em certificação na Índia e teve firmware identificado em servidores internos da empresa em diferentes países.
A Samsung parece preparar um novo tipo de fone de ouvido para quem não gosta de modelos que entram no canal auditivo. O Galaxy Buds On, anteriormente conhecido pelo codinome Able, apareceu em novos vazamentos que revelam o possível design e vários recursos do acessório. Imagens e informações encontradas em versões recentes de aplicativos da Samsung indicam que o dispositivo fica preso à parte externa da orelha.
A novidade ainda não foi anunciada oficialmente, mas já teve o modelo SM-U600 identificado em certificação na Índia.
O Galaxy Buds On tem uma construção bastante diferente dos Galaxy Buds tradicionais. O acessório é formado por duas partes arredondadas conectadas por uma espécie de alça de silicone.
A parte maior fica acomodada na orelha e abriga os alto-falantes, enquanto a extremidade mais plana se posiciona do lado de fora. Essa peça também parece contar com uma superfície sensível ao toque para controlar funções do fone.
Até agora, o vazamento mostra a versão preta, mas imagens encontradas no aplicativo Buds Manager indicam que a Samsung também trabalha em uma opção branca.
Fone pode controlar música com movimentos da cabeça
Entre os recursos mais curiosos estão os gestos com a cabeça, já presentes nos Galaxy Buds 4 e Buds 4 Pro. O usuário poderá, por exemplo, movimentar a cabeça para controlar funções sem tocar no celular, embora os comandos específicos ainda não tenham sido detalhados.
Outra novidade é o Auto Volume. A função pode aumentar automaticamente o volume quando o ambiente fica mais barulhento e reduzir novamente em locais silenciosos.
O Galaxy Buds On também deve oferecer um modo Volume Boost, capaz de aumentar ainda mais o nível sonoro. Nesse caso, o vazamento alerta para uma possibilidade maior de vazamento de som.
Galaxy Buds On terá recursos de IA e detecção de sono
O fone também deve ter um recurso permite iniciar gravações rapidamente e transformar os áudios em texto. Por outro lado, não há indicação de cancelamento ativo de ruído (ANC), presente nos antigos Galaxy Buds Live.
A Samsung ainda não confirmou oficialmente o Galaxy Buds On nem revelou uma data de lançamento, mas ele já apareceu em certificação na Índia e teve firmware identificado em servidores internos da empresa em diferentes países.
A Oppo está preparando uma linha de celular com filmagem digna de cinema. O Find X10 tem duas câmeras traseiras de 200 MP, enquanto o Find X10 Pro Max terá recursos de gravação pensados para quem busca resultados mais próximos de uma produção cinematográfica. A Oppo também já confirmou que os aparelhos terão bateria de 8.000 mAh, e o lançamento na China está previsto para este mês.
O Find X10 será equipado com uma câmera principal de 200 MP e abertura f/1.6, desenvolvida em parceria com a Hasselblad. O sensor também contará com estabilização de nível profissional CIPA 6.0, recurso que deve ajudar a reduzir tremidos durante fotos e vídeos.
A segunda câmera de 200 MP será uma teleobjetiva, com abertura f/2.6 e estabilização CIPA 7.0. Com isso, a Oppo aposta em alta resolução na câmera principal e nas fotografias com aproximação.
O celular ainda terá um sensor de cores Danxia de segunda geração. Segundo a fabricante, a tecnologia consegue melhorar a reprodução de cores e o alcance dinâmico, chegando a até 15 EV.
Além das câmeras, o Find X10 terá bordas extremamente finas. A tela contará com apenas0,99 mm de moldura, uma redução considerável em relação às gerações anteriores da linha.
Pro Max quer transformar celular em câmera de cinema
Enquanto o Find X10 chama atenção pela dupla de 200 MP, o Find X10 Pro Max vai ainda mais longe. O aparelho terá três câmeras traseiras de 200 MP e suporte à captura OpenGate.
A tecnologia aproveita toda a área do sensor para gravar em proporção 4:3, em vez de limitar a captura a um recorte mais estreito, o que oferece mais área de imagem para quem pretende editar o vídeo posteriormente.
O Pro Max também terá integração com o aplicativo Blackmagic Camera, conhecido por oferecer controles avançados de gravação. A parceria permitirá acessar recursos como O-Log2 e OpenGate diretamente pelo aplicativo.
Os aparelhos com filmagem digna de cinema serão lançados primeiro na China ainda em setembro, e os três modelos da família já estão disponíveis para pré-venda. Ainda não há informações sobre a venda no Brasil. Quer saber se a câmera do celular é boa antes de comprar? Confira.
A Oppo está preparando uma linha de celular com filmagem digna de cinema. O Find X10 tem duas câmeras traseiras de 200 MP, enquanto o Find X10 Pro Max terá recursos de gravação pensados para quem busca resultados mais próximos de uma produção cinematográfica. A Oppo também já confirmou que os aparelhos terão bateria de 8.000 mAh, e o lançamento na China está previsto para este mês.
O Find X10 será equipado com uma câmera principal de 200 MP e abertura f/1.6, desenvolvida em parceria com a Hasselblad. O sensor também contará com estabilização de nível profissional CIPA 6.0, recurso que deve ajudar a reduzir tremidos durante fotos e vídeos.
A segunda câmera de 200 MP será uma teleobjetiva, com abertura f/2.6 e estabilização CIPA 7.0. Com isso, a Oppo aposta em alta resolução na câmera principal e nas fotografias com aproximação.
O celular ainda terá um sensor de cores Danxia de segunda geração. Segundo a fabricante, a tecnologia consegue melhorar a reprodução de cores e o alcance dinâmico, chegando a até 15 EV.
Além das câmeras, o Find X10 terá bordas extremamente finas. A tela contará com apenas0,99 mm de moldura, uma redução considerável em relação às gerações anteriores da linha.
Pro Max quer transformar celular em câmera de cinema
Enquanto o Find X10 chama atenção pela dupla de 200 MP, o Find X10 Pro Max vai ainda mais longe. O aparelho terá três câmeras traseiras de 200 MP e suporte à captura OpenGate.
A tecnologia aproveita toda a área do sensor para gravar em proporção 4:3, em vez de limitar a captura a um recorte mais estreito, o que oferece mais área de imagem para quem pretende editar o vídeo posteriormente.
O Pro Max também terá integração com o aplicativo Blackmagic Camera, conhecido por oferecer controles avançados de gravação. A parceria permitirá acessar recursos como O-Log2 e OpenGate diretamente pelo aplicativo.
Os aparelhos com filmagem digna de cinema serão lançados primeiro na China ainda em setembro, e os três modelos da família já estão disponíveis para pré-venda. Ainda não há informações sobre a venda no Brasil. Quer saber se a câmera do celular é boa antes de comprar? Confira.
Na última quarta-feira (9), a Apple apresentou o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e também revelou as capinhas oficiais feitas especialmente para o aparelho. Os acessórios seguem a proposta premium do smartphone e chegam com preços de até US$ 129, o equivalente a cerca de R$ 660 em conversão direta.
As opções incluem uma capa tradicional mais fina e uma versão Folio com suporte integrado. As duas foram desenvolvidas para acompanhar o formato dobrável do iPhone Duo e são compatíveis com carregamento sem fio.
A iPhone Duo Folio é a opção mais sofisticada. Ela será vendida nas cores azul-marinho e taupe e conta com um suporte integrado que permite deixar o celular em diferentes ângulos. Quando não está em uso, o suporte pode ser dobrado para ficar junto à própria capa.
O acessório custa US$ 129, cerca de R$ 663. No Reino Unido, o preço é de £129, enquanto na Europa chega a €149.
Além da proteção, a proposta da Folio é aproveitar o formato dobrável do iPhone Duo para transformar o aparelho em uma espécie de tela de apoio para assistir a vídeos, fazer chamadas ou consumir outros conteúdos.
Capa tradicional custa cerca de R$ 406
Para quem prefere algo mais simples, a Apple também lançou a iPhone Duo Case. A capa tem construção de duas partes, envolvendo os dois lados do aparelho, e foi descrita pela empresa como fina e leve.
Ela estará disponível nas cores areia e azul-marinho. O preço parte de US$ 79 (R$ 406). Na Europa, o valor chega a €89.
As duas capinhas contam com ímãs integrados para se alinharem ao iPhone Duo e são compatíveis com MagSafe, Qi2 de até 25 W e carregadores certificados pelo padrão Qi. Dessa forma, o usuário pode carregar o celular sem precisar remover a proteção.
iPhone Duo aposta em design fino e dobrável
O iPhone Duo tem formato de livro e pode ser usado fechado ou totalmente aberto. Quando aberto, ele se torna o iPhone mais fino já produzido pela Apple, enquanto fechado mantém um formato compacto, pensado para caber no bolso e ser usado com uma mão.
A construção combina titânio de grau 5 com acabamento polido, além de uma dobradiça com mais de 100 componentes. O aparelho também conta com Ceramic Shield na traseira e Ceramic Shield 2 na parte frontal, além de resistência à água e poeira com certificação IP68.
Então o design do iPhone Duo exige acessórios diferentes de uma capinha convencional, já que a proteção precisa acompanhar as duas partes do aparelho sem atrapalhar a abertura. É justamente aí que entram as duas opções apresentadas pela Apple. Saiba mais sobre o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple.
Na última quarta-feira (9), a Apple apresentou o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e também revelou as capinhas oficiais feitas especialmente para o aparelho. Os acessórios seguem a proposta premium do smartphone e chegam com preços de até US$ 129, o equivalente a cerca de R$ 660 em conversão direta.
As opções incluem uma capa tradicional mais fina e uma versão Folio com suporte integrado. As duas foram desenvolvidas para acompanhar o formato dobrável do iPhone Duo e são compatíveis com carregamento sem fio.
A iPhone Duo Folio é a opção mais sofisticada. Ela será vendida nas cores azul-marinho e taupe e conta com um suporte integrado que permite deixar o celular em diferentes ângulos. Quando não está em uso, o suporte pode ser dobrado para ficar junto à própria capa.
O acessório custa US$ 129, cerca de R$ 663. No Reino Unido, o preço é de £129, enquanto na Europa chega a €149.
Além da proteção, a proposta da Folio é aproveitar o formato dobrável do iPhone Duo para transformar o aparelho em uma espécie de tela de apoio para assistir a vídeos, fazer chamadas ou consumir outros conteúdos.
Capa tradicional custa cerca de R$ 406
Para quem prefere algo mais simples, a Apple também lançou a iPhone Duo Case. A capa tem construção de duas partes, envolvendo os dois lados do aparelho, e foi descrita pela empresa como fina e leve.
Ela estará disponível nas cores areia e azul-marinho. O preço parte de US$ 79 (R$ 406). Na Europa, o valor chega a €89.
As duas capinhas contam com ímãs integrados para se alinharem ao iPhone Duo e são compatíveis com MagSafe, Qi2 de até 25 W e carregadores certificados pelo padrão Qi. Dessa forma, o usuário pode carregar o celular sem precisar remover a proteção.
iPhone Duo aposta em design fino e dobrável
O iPhone Duo tem formato de livro e pode ser usado fechado ou totalmente aberto. Quando aberto, ele se torna o iPhone mais fino já produzido pela Apple, enquanto fechado mantém um formato compacto, pensado para caber no bolso e ser usado com uma mão.
A construção combina titânio de grau 5 com acabamento polido, além de uma dobradiça com mais de 100 componentes. O aparelho também conta com Ceramic Shield na traseira e Ceramic Shield 2 na parte frontal, além de resistência à água e poeira com certificação IP68.
Então o design do iPhone Duo exige acessórios diferentes de uma capinha convencional, já que a proteção precisa acompanhar as duas partes do aparelho sem atrapalhar a abertura. É justamente aí que entram as duas opções apresentadas pela Apple. Saiba mais sobre o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple.
A Xiaomi abriu a pré-venda do Mijia Smart Gas Stove 3 Max na China, um fogão que usa inteligência artificial para aumentar a segurança durante o preparo das refeições e consegue perceber quando o usuário se afastou da cozinha por muito tempo. O preço inicial é de 2.704 yuans (cerca de R$ 2.000).
Um dos recursos mais curiosos está em uma sonda de liga de titânio sensível à pressão capaz de suportar até 500 °C. O componente fica em contato com o fundo da panela para acompanhar a temperatura durante o cozimento.
Os dados são analisados por um algoritmo de temperatura com IA, que tenta identificar situações em que a panela está vazia ou funcionando sem líquido. Quando detecta, o fogão interrompe automaticamente o fornecimento de gás e apaga a chama.
O aplicativo Xiaomi Home também pode enviar um alerta para o celular caso o problema aconteça quando o usuário estiver longe da cozinha.
Radar sabe quando você saiu da cozinha
O Mijia Smart Gas Stove 3 Max também usa radar para monitorar a área à frente do fogão, com alcance de até 0,9 metro.
Se a pessoa permanecer afastada por 30 minutos, o aparelho emite um alerta sonoro. Caso a ausência chegue a 60 minutos, o fogão corta automaticamente o gás e envia uma notificação pelo aplicativo.
Cada boca tem um temporizador independente, com ajustes de 1 a 180 minutos. No queimador direito, o usuário ainda pode consultar a temperatura da panela em tempo real.
A Xiaomi afirma que o fogão tem eficiência térmica de 75% e pode reduzir em até 22 °C a temperatura ao redor da área de cocção graças a uma estrutura de três camadas na grade.
A Xiaomi abriu a pré-venda do Mijia Smart Gas Stove 3 Max na China, um fogão que usa inteligência artificial para aumentar a segurança durante o preparo das refeições e consegue perceber quando o usuário se afastou da cozinha por muito tempo. O preço inicial é de 2.704 yuans (cerca de R$ 2.000).
Um dos recursos mais curiosos está em uma sonda de liga de titânio sensível à pressão capaz de suportar até 500 °C. O componente fica em contato com o fundo da panela para acompanhar a temperatura durante o cozimento.
Os dados são analisados por um algoritmo de temperatura com IA, que tenta identificar situações em que a panela está vazia ou funcionando sem líquido. Quando detecta, o fogão interrompe automaticamente o fornecimento de gás e apaga a chama.
O aplicativo Xiaomi Home também pode enviar um alerta para o celular caso o problema aconteça quando o usuário estiver longe da cozinha.
Radar sabe quando você saiu da cozinha
O Mijia Smart Gas Stove 3 Max também usa radar para monitorar a área à frente do fogão, com alcance de até 0,9 metro.
Se a pessoa permanecer afastada por 30 minutos, o aparelho emite um alerta sonoro. Caso a ausência chegue a 60 minutos, o fogão corta automaticamente o gás e envia uma notificação pelo aplicativo.
Cada boca tem um temporizador independente, com ajustes de 1 a 180 minutos. No queimador direito, o usuário ainda pode consultar a temperatura da panela em tempo real.
A Xiaomi afirma que o fogão tem eficiência térmica de 75% e pode reduzir em até 22 °C a temperatura ao redor da área de cocção graças a uma estrutura de três camadas na grade.
O Xiaomi 18 Pro Max apareceu em um teste de performance (Geekbench 7) com um desempenho de respeito: foram 3.582 pontos no teste single-core e 12.247 pontos no multi-core. O aparelho listado com o modelo M1544F ainda teria 12 GB de RAM, Android 17 e um novo chip Snapdragon, indicando que o próximo topo de linha da Xiaomi pode chegar com bastante potência.
O registro do Geekbench revela que o processador do Xiaomi 18 Pro Max teria dois núcleos de desempenho rodando a 5,11 GHz, três núcleos a 4,03 GHz e outros três voltados à eficiência, com frequência de 2,74 GHz.
Além dos resultados de CPU, o celular alcançou 29.934 pontos no teste Vulkan e 26.210 pontos no OpenCL. A parte gráfica ficaria por conta da GPU Adreno 850, que também aponta para um aparelho preparado para tarefas pesadas e jogos.
Os resultados ainda devem ser vistos com cautela, já que se trata de um vazamento e o desempenho de uma unidade de teste pode mudar até a versão comercial.
Câmeras podem chegar a 200 MP
Além do desempenho, o Xiaomi 18 Pro Max é alvo de rumores sobre um conjunto fotográfico bastante avançado. O aparelho pode ter uma câmera principal de 200 MP, acompanhada por uma teleobjetiva de 200 MP e uma ultrawide de 50 MP.
A ideia seria colocar o Pro Max entre os modelos mais completos da futura família Xiaomi 18, principalmente para fotografia com zoom e captura em diferentes condições de iluminação.
Bateria de 8.500 mAh
A bateria também pode ser um dos pontos fortes do Xiaomi 18 Pro Max. Vazamentos indicam uma capacidade de 8.500 mAh, acompanhada por carregamento rápido de 100 W.
O celular ainda teria suporte à tecnologia UWB (Ultra-Wideband), usada para localização mais precisa de dispositivos e acessórios compatíveis.
Além do benchmark, os supostos Xiaomi 18 e Xiaomi 18 Pro Max apareceram em registros da Comissão Econômica Eurasiática (EEC). Os modelos identificados pelos números 2611FPNFAG e 2609BPN61G seriam destinados ao mercado internacional, segundo vazamentos anteriores.
Existe ainda a possibilidade de o Xiaomi 18 Pro ficar exclusivo da China, enquanto o modelo padrão e o Pro Max seriam vendidos globalmente. A Xiaomi, porém, ainda não confirmou os nomes, especificações ou datas de lançamento. Veja as certificações em vazamento da versão global do Xiaomi 18 e 18 Pro Max.
O Xiaomi 18 Pro Max apareceu em um teste de performance (Geekbench 7) com um desempenho de respeito: foram 3.582 pontos no teste single-core e 12.247 pontos no multi-core. O aparelho listado com o modelo M1544F ainda teria 12 GB de RAM, Android 17 e um novo chip Snapdragon, indicando que o próximo topo de linha da Xiaomi pode chegar com bastante potência.
O registro do Geekbench revela que o processador do Xiaomi 18 Pro Max teria dois núcleos de desempenho rodando a 5,11 GHz, três núcleos a 4,03 GHz e outros três voltados à eficiência, com frequência de 2,74 GHz.
Além dos resultados de CPU, o celular alcançou 29.934 pontos no teste Vulkan e 26.210 pontos no OpenCL. A parte gráfica ficaria por conta da GPU Adreno 850, que também aponta para um aparelho preparado para tarefas pesadas e jogos.
Os resultados ainda devem ser vistos com cautela, já que se trata de um vazamento e o desempenho de uma unidade de teste pode mudar até a versão comercial.
Câmeras podem chegar a 200 MP
Além do desempenho, o Xiaomi 18 Pro Max é alvo de rumores sobre um conjunto fotográfico bastante avançado. O aparelho pode ter uma câmera principal de 200 MP, acompanhada por uma teleobjetiva de 200 MP e uma ultrawide de 50 MP.
A ideia seria colocar o Pro Max entre os modelos mais completos da futura família Xiaomi 18, principalmente para fotografia com zoom e captura em diferentes condições de iluminação.
Bateria de 8.500 mAh
A bateria também pode ser um dos pontos fortes do Xiaomi 18 Pro Max. Vazamentos indicam uma capacidade de 8.500 mAh, acompanhada por carregamento rápido de 100 W.
O celular ainda teria suporte à tecnologia UWB (Ultra-Wideband), usada para localização mais precisa de dispositivos e acessórios compatíveis.
Além do benchmark, os supostos Xiaomi 18 e Xiaomi 18 Pro Max apareceram em registros da Comissão Econômica Eurasiática (EEC). Os modelos identificados pelos números 2611FPNFAG e 2609BPN61G seriam destinados ao mercado internacional, segundo vazamentos anteriores.
Existe ainda a possibilidade de o Xiaomi 18 Pro ficar exclusivo da China, enquanto o modelo padrão e o Pro Max seriam vendidos globalmente. A Xiaomi, porém, ainda não confirmou os nomes, especificações ou datas de lançamento. Veja as certificações em vazamento da versão global do Xiaomi 18 e 18 Pro Max.
Finalmente o tão aguardado iPhone dobrável veio aí. Nesta quarta-feira (9), a Apple anunciou o iPhone Duo, durante o evento anual da empresa. É a estreia da marca no segmento de smartphones dobráveis. O iPhone Duo adota um formato de passaporte, com uma tela externa para o uso tradicional e um painel interno maior que aparece quando o aparelho é aberto.
Com isso, o celular pode ser usado tanto como um smartphone convencional quanto como um dispositivo com área ampliada para aplicativos, vídeos e outras tarefas.
Fechado, o smartphone tem uma tela externa Super Retina XDR de 5,4 polegadas, que oferece 90% da área de tela do iPhone 18 Pro. Quando aberto, o display interno chega a 7,6 polegadas e é 50% maior que a tela do iPhone 18 Pro Max.
As duas telas têm a mesma proporção, o que permite que o conteúdo mantenha uma escala semelhante quando o usuário passa de um painel para o outro. A Apple também afirma que a experiência é contínua durante a abertura, o fechamento e a rotação do aparelho.
O iPhone Duo será vendido nas cores star white e night sky, com estrutura feita de titânio grau 5 e acabamento polido. A tampa da dobradiça tem acabamento microjateado, enquanto a parte traseira é protegida pelo Ceramic Shield.
A tela externa conta com Ceramic Shield 2, que, segundo a Apple, tem resistência a riscos três vezes maior que a geração anterior. O aparelho também tem certificação IP68 contra água e poeira.
Apple tenta reduzir o vinco da tela
Um dos principais desafios dos celulares dobráveis está na região em que o display é dobrado. Para lidar com isso, a Apple desenvolveu uma construção de múltiplas camadas para a tela interna do iPhone Duo.
O painel conta com um revestimento resistente a riscos e uma camada externa de nano-textura. Além de reduzir reflexos, a superfície fosca ajuda a diminuir a percepção do vinco no centro da tela.
A construção inclui vidros de alta resistência acima e abaixo do display. A Apple também colocou uma placa de titânio sob o painel para aumentar a resistência.
Na parte externa, o iPhone Duo possui uma tela Super Retina XDR de 5,4 polegadas. Segundo a Apple, ela oferece 90% da área de tela encontrada no iPhone 18 Pro.
Ao abrir o celular, o usuário encontra um painel Super Retina XDR de 7,6 polegadas, que é 50% maior que a tela do iPhone 18 Pro Max. O display interno foi pensado para oferecer uma área maior para consumo de conteúdo, jogos e multitarefa.
As duas telas têm a mesma proporção, permitindo que o conteúdo seja redimensionado de maneira proporcional durante a transição entre os painéis.
A tela inicial também ganha uma organização diferente. O iPhone Duo pode exibir duas páginas da Home Screen ao mesmo tempo. A Dynamic Island foi redesenhada para se adaptar ao formato dobrável e fica posicionada verticalmente na lateral das telas. Ela continua mostrando alertas e atividades em tempo real.
iPhone Duo usa chip A20 Pro
O primeiro iPhone dobrável é equipado com o A20 Pro, o mesmo chip presente nos iPhone 18 Pro. O componente é fabricado no processo de 2 nanômetros e recebeu uma arquitetura específica para lidar com as demandas do aparelho.
Segundo a Apple, a CPU de seis núcleos é até 20% mais rápida que a do A19 Pro. A GPU de sete núcleos chega a ser 40% mais rápida e eficiente, enquanto o novo Dual Neural Engine de 16 núcleos oferece duas vezes mais capacidade de processamento para modelos de inteligência artificial executados no dispositivo.
O A20 Pro também tem 50% mais largura de banda de memória unificada.
Para manter o desempenho em tarefas pesadas, a Apple criou um sistema térmico com uma câmara de vapor personalizada conectada diretamente ao pacote do chip. A solução ajuda a dissipar o calor durante jogos, multitarefa e processamento de inteligência artificial.
A empresa afirma que o iPhone Duo entrega até 35% mais desempenho sustentado que o iPhone 17 Pro. O armazenamento começa em 256 GB, com versões de 512 GB, 1 TB e 2 TB.
Câmeras do iPhone dobrável
Na traseira, o iPhone Duo traz duas câmeras de 48 MP: uma Fusion principal, com sensor maior, abertura rápida, estabilização por deslocamento do sensor e teleobjetiva integrada de qualidade óptica de 2x, e uma Fusion Ultra Wide com suporte a fotos macro.
A câmera principal registra imagens de 24 MP por padrão e pode chegar a 48 MP. Na frente, há uma Center Stage de 12 MP, que ajusta o enquadramento automaticamente, além de uma câmera FaceTime sob a tela interna.
O formato dobrável também permite recursos como Smart Take, selfies com as câmeras traseiras usando a tela externa como prévia, Duo Preview, Kid Cue, Duo FaceTime e Dual Capture.
Para vídeos, a câmera principal grava em até 4K a 120 fps com Dolby Vision, enquanto o Time-lapse chega a 4K com Dolby Vision HDR. O aparelho também marca o retorno do Touch ID, integrado ao botão lateral, e pode ser apoiado parcialmente aberto para gravar vídeos sem tripé.
Bateria promete até 44 horas
O iPhone Duo usa uma arquitetura com duas baterias, sendo uma em cada metade do aparelho. A combinação permite aproveitar melhor o espaço interno e aumentar a capacidade disponível.
Segundo a Apple, o aparelho oferece até 31 horas de reprodução de vídeo usando a tela interna e até 44 horas usando a tela externa. Quando as duas telas são usadas de maneira equilibrada, a autonomia chega a 24 horas por carga.
O sistema de recarga rápida permite atingir até 50% de bateria em aproximadamente 20 minutos. No carregamento sem fio, o aparelho chega a 50% em cerca de 30 minutos com um carregador MagSafe ou Qi2.
Preço e disponibilidade
O iPhone Duo será vendido nos Estados Unidos a partir de US$ 1.999, cerca de R$ 10.27. O preço inicial corresponde à versão com 256 GB de armazenamento. O aparelho também terá configurações de 512 GB, 1 TB e 2 TB, mas a Apple não informou no release os preços individuais de cada capacidade.
A pré-venda começa em 16 de outubro, enquanto as primeiras unidades chegam às lojas em 23 de outubro. O Brasil está entre os mais de 70 países e regiões que receberão o iPhone Duo já na primeira leva. A pré-venda brasileira começa em 16 de outubro, mas a Apple ainda não divulgou o preço do aparelho no país.