O Disney+ está prestes a impactar a vida de quem usa ad-blocker e VPN para acessar o streaming. Isso porque o serviço vai realizar uma atualização em seus termos de publicidade e de conteúdos promocionais, uma estratégia que vai afetar o uso de bloqueadores de anúncios ou sistemas de segurança criptografados para conexões.
Segundo informações do veículo italiano Multiplayer, quem usar tais recursos para acessar as assinaturas pode ser penalizado com uma suspensão da conta, pois a ação estará contrariando as novas regras estabelecidas pela empresa.
A medida também deve introduzir condições especiais voltadas para pagamentos e cancelamentos, embora detalhes sobre a implementação ao redor do mundo, incluindo o Brasil, não tenham sido revelados.
O que muda com as novas regras de publicidade
Tratando especificamente do cenário italiano, a matéria ressalta algumas mudanças que serão colocadas em prática no país pelo Disney+ no que diz respeito ao regulamento de publicidade.
Embora tais alterações não sejam práticas agressivas, o que a Disney está fazendo, na verdade, é formalizar uma ação que já acontece, mas que ainda não constava por escrito nos termos contratuais das assinaturas. Dessa forma, comerciais que são exibidos no meio de séries e filmes no plano padrão com anúncios, por exemplo, permanecem na ativa para os usuários dessa modalidade.
Para quem usa os planos Standard e Premium, a atualização oficializa que conteúdos promocionais, como trailers e logotipos de patrocionadores, podem aparecer antes ou depois de exibições de produções do streaming, que seguem sem a interferência de publicidade durante as exibições. Já no caso de de transmissões ao vivo ou serviços de terceiros, o conteúdo promocional pode aparecer nos comerciais.
O ponto mais sensível é que agora o Disney+ pode impedir a reprodução dos conteúdos na plataforma para usuários que usam ferramentas de bloqueio de anúncios ou VPNs, chegando até mesmo a suspender o acesso.
Novas regras de pagamento e cancelamento
Além das medidas voltadas para a publicidade, o Disney+ também atualizou algumas regras de pagamento e cancelamento nos contratos de assinaturas. No caso das finanças, o usuário poderá usar um cartão secundário já adicionado na conta, caso a opção principal não funcione, para continuar pagando a assinatura.
Já em relação ao cancelamento de assinatura, o serviço continua oferecendo a possibilidade de cancelar o plano a qualquer momento. Porém, o cancelamento só será efetivado no final do período de faturamento que já foi pago.
Vale mencionar ainda que o Disney+ incluiu na atualização um prazo de aviso prévio para mudanças de preços em suas assinaturas, alterando o período de 28 para 30 dias.
Vingadores: Ultimato (2019) volta aos cinemas em breve em uma versão repaginada intitulada Vingadores: Ultimato Encore. Mas tudo indica que alguns fãs poderão sair frustrados das sessões de relançamento.
Prometendo cenas inéditas e visuais mais coloridos, a versão encore de Vingadores: Ultimato vem como uma preparação para a estreia de Vingadores: Doutor Destino, marcado para 17 de dezembro nos cinemas. A grande questão é que o longa será relançado em dois formatos: em telas normais e sob o selo Infinity Vision, que devem apresentar versões diferentes do filme.
Criado pela Walt Disney Company, o selo Infinity Vision é uma espécie de certificação de qualidade para identificar salas de cinema com formato premium. Embora não interfira na forma como o filme é gravado, o selo oferece a garantia de que a sala em questão atende a critérios rígidos de som e imagem, com uma tela de aproximadamente 14 metros de altura e um sistema de som Dolby Atmos, por exemplo.
De acordo com o British Board of Film Classification, organização que faz a classificação indicativa de produções audiovisuais no Reino Unido, a versão de Vingadores: Ultimato Encore destinada para as salas com o selo Infinity Vision terá aproximadamente três minutos a mais de conteúdos adicionais que a versão de cinemas comuns, chegando a 186 minutos de duração.
Em contrapartida, a versão do filme que será exibida em salas comuns terá 183 minutos. Considerando que Vingadores: Ultimato tem 181 minutos (3 horas e 1 minuto), o relançamento fora das salas com Infinity Vision receberão cerca de dois minutos de cenas inéditas.
Por enquanto, não há informações sobre quais serão os conteúdos extras que estarão presentes em Vingadores: Ultimato Encore, mas os fãs esperam que eles tenham alguma conexão com Vingadores: Doutor Destino, o próximo lançamento da Marvel nas telonas.
Lembrando que a versão Infinity Vision estará disponível no Brasil em cinemas selecionados a partir do dia 24 de setembro, mas não se sabe até o momento se também haverá essa diferença entre as versões comum e premium.
Vingadores reunidos novamente
Com retorno dos irmãos Joe e Anthony Russo na direção, Vingadores: Doutor Destino vai marcar a reunião entre grandes estrelas do MCU após o fim da Saga do Multiverso e alguns anos conturbados para o estúdio.
Sem muitos detalhes divulgados, o novo filme da equipe vai juntar os Vingadores, os Thunderbolts, o Quarteto Fantástico e integrantes dos X-Men da Fox em uma jornada intensa para impedir a ameaça multiversal do Doutor Destino, que é interpretado por Robert Downey Jr. Entre nomes do elenco também estão Chris Evans, Chris Hemsworth, Pedro Pascal, Ian McKellen e Patrick Stewart.
Vingadores: Ultimato (2019) volta aos cinemas em breve em uma versão repaginada intitulada Vingadores: Ultimato Encore. Mas tudo indica que alguns fãs poderão sair frustrados das sessões de relançamento.
Prometendo cenas inéditas e visuais mais coloridos, a versão encore de Vingadores: Ultimato vem como uma preparação para a estreia de Vingadores: Doutor Destino, marcado para 17 de dezembro nos cinemas. A grande questão é que o longa será relançado em dois formatos: em telas normais e sob o selo Infinity Vision, que devem apresentar versões diferentes do filme.
Criado pela Walt Disney Company, o selo Infinity Vision é uma espécie de certificação de qualidade para identificar salas de cinema com formato premium. Embora não interfira na forma como o filme é gravado, o selo oferece a garantia de que a sala em questão atende a critérios rígidos de som e imagem, com uma tela de aproximadamente 14 metros de altura e um sistema de som Dolby Atmos, por exemplo.
De acordo com o British Board of Film Classification, organização que faz a classificação indicativa de produções audiovisuais no Reino Unido, a versão de Vingadores: Ultimato Encore destinada para as salas com o selo Infinity Vision terá aproximadamente três minutos a mais de conteúdos adicionais que a versão de cinemas comuns, chegando a 186 minutos de duração.
Em contrapartida, a versão do filme que será exibida em salas comuns terá 183 minutos. Considerando que Vingadores: Ultimato tem 181 minutos (3 horas e 1 minuto), o relançamento fora das salas com Infinity Vision receberão cerca de dois minutos de cenas inéditas.
Por enquanto, não há informações sobre quais serão os conteúdos extras que estarão presentes em Vingadores: Ultimato Encore, mas os fãs esperam que eles tenham alguma conexão com Vingadores: Doutor Destino, o próximo lançamento da Marvel nas telonas.
Lembrando que a versão Infinity Vision estará disponível no Brasil em cinemas selecionados a partir do dia 24 de setembro, mas não se sabe até o momento se também haverá essa diferença entre as versões comum e premium.
Vingadores reunidos novamente
Com retorno dos irmãos Joe e Anthony Russo na direção, Vingadores: Doutor Destino vai marcar a reunião entre grandes estrelas do MCU após o fim da Saga do Multiverso e alguns anos conturbados para o estúdio.
Sem muitos detalhes divulgados, o novo filme da equipe vai juntar os Vingadores, os Thunderbolts, o Quarteto Fantástico e integrantes dos X-Men da Fox em uma jornada intensa para impedir a ameaça multiversal do Doutor Destino, que é interpretado por Robert Downey Jr. Entre nomes do elenco também estão Chris Evans, Chris Hemsworth, Pedro Pascal, Ian McKellen e Patrick Stewart.
Estrela do cinema de ação, o ator Jason Statham vem marcando presença em diversas produções do gênero nos últimos anos. O mais recente é o filme Código: Vingança, que estreou nos cinemas brasileiros em setembro, mas já está fazendo um baita sucesso no streaming estadunidense.
Lançado no dia 21 de agosto nos EUA, Código: Vingança não foi exatamente um hit nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 28 milhões contra um orçamento estimado em US$ 40 milhões. Com críticas mistas, o longa sofreu para levar o público às telonas por causa de um vazamento pouco antes do lançamento oficial, pois a Amazon acabou disponibilizando a produção no streaming acidentalmente dias antes da estreia.
Considerando o cenário desanimador, a Lionsgate, estúdio por trás da produção, não demorou para disponibilizar Código: Vingança oficialmente nas plataformas digitais nos Estados Unidos, optando por essa estratégia para tentar minimizar os prejuízos causados pelo péssimo desempenho do filme nas bilheterias.
A boa notícia para a empresa é que o público de casa parece estar mais engajado com o longa, pois a produção conseguiu alcançar rapidamente o topo do ranking de filmes mais assistidos da Amazon no país norte-americano.
Buscando vingança
Dirigido por Jean-François Richet (Alerta Máximo), Código: Vingança conta a história de Cole Reed (Statham), um veterano e ex-policial que vira segurança particular de um bilionário para tentar se livrar dos traumas do passado.
Até que seu chefe é assassinado e ele é acusado de ter cometido o crime, passando a ser perseguido pelas autoridades. Reed decide, então, embarcar em uma jornada intensa para limpar o próprio nome, mas acaba se envolvendo em uma conspiração internacional sem precedentes que muda o rumo das coisas.
Apostando em elementos clássicos do gênero, Código: Vingança também tem nomes como Annabelle Wallis (Peaky Blinders) e Roland Møller (Terra de Minas) no elenco. O filme chegou aos cinemas brasileiros no dia 10 de setembro, marcando a quarta posição no ranking de mais assistidos no país na última semana.
Por enquanto, Código: Vingança ainda não tem data para chegar às plataformas digitais do Brasil, mas, levando em conta o sucesso no streaming da gringa, é provável que o mesmo cenário se repita por aqui.
Estrela do cinema de ação, o ator Jason Statham vem marcando presença em diversas produções do gênero nos últimos anos. O mais recente é o filme Código: Vingança, que estreou nos cinemas brasileiros em setembro, mas já está fazendo um baita sucesso no streaming estadunidense.
Lançado no dia 21 de agosto nos EUA, Código: Vingança não foi exatamente um hit nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 28 milhões contra um orçamento estimado em US$ 40 milhões. Com críticas mistas, o longa sofreu para levar o público às telonas por causa de um vazamento pouco antes do lançamento oficial, pois a Amazon acabou disponibilizando a produção no streaming acidentalmente dias antes da estreia.
Considerando o cenário desanimador, a Lionsgate, estúdio por trás da produção, não demorou para disponibilizar Código: Vingança oficialmente nas plataformas digitais nos Estados Unidos, optando por essa estratégia para tentar minimizar os prejuízos causados pelo péssimo desempenho do filme nas bilheterias.
A boa notícia para a empresa é que o público de casa parece estar mais engajado com o longa, pois a produção conseguiu alcançar rapidamente o topo do ranking de filmes mais assistidos da Amazon no país norte-americano.
Buscando vingança
Dirigido por Jean-François Richet (Alerta Máximo), Código: Vingança conta a história de Cole Reed (Statham), um veterano e ex-policial que vira segurança particular de um bilionário para tentar se livrar dos traumas do passado.
Até que seu chefe é assassinado e ele é acusado de ter cometido o crime, passando a ser perseguido pelas autoridades. Reed decide, então, embarcar em uma jornada intensa para limpar o próprio nome, mas acaba se envolvendo em uma conspiração internacional sem precedentes que muda o rumo das coisas.
Apostando em elementos clássicos do gênero, Código: Vingança também tem nomes como Annabelle Wallis (Peaky Blinders) e Roland Møller (Terra de Minas) no elenco. O filme chegou aos cinemas brasileiros no dia 10 de setembro, marcando a quarta posição no ranking de mais assistidos no país na última semana.
Por enquanto, Código: Vingança ainda não tem data para chegar às plataformas digitais do Brasil, mas, levando em conta o sucesso no streaming da gringa, é provável que o mesmo cenário se repita por aqui.
A quarta temporada de Monstro, série antológica de Ryan Murphy na Netflix, chega ao streaming nesta quinta-feira (17) com uma história real que chocou os Estados Unidos em 1892. Intitulado Monstro: A História de Lizzie Borden, o novo capítulo do programa de true crime narra a história de uma mulher que foi acusada de assassinar o pai e a madrasta.
Primeira vez que Monstro aposta em uma protagonista feminina, a quarta temporada da produção, que já causou muita polêmica ao longo dos anos com a representação de crimes reais horripilantes, retorna com a atriz Ella Beatty (Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria) na pele de Lizzie Borden, uma mulher que vivia em Fall Rivers, no estado do Massachusetts, na época em que virou o centro das atenções pelo misterioso crime, que nunca foi solucionado.
Considerando o histórico da série e as prévias reveladas pela Netflix, espera-se que o programa brinque com dicotomia entre realidade e ficção, usando uma história real para expor uma realidade dura e opressiva para as mulheres no século XIX.
Quem foi Lizzie Borden?
Nascida em 1860, no Massachusetts, Lizzie Borden vivia uma vida modesta ao lado da família, composta por Andrew, Sarah e Emma (o pai, a mãe e a irmã mais velha dela, respectivamente), devido aos recursos financeiros de Andrew, cujo investimento na área industrial tinha lhe rendido uma boa fortuna. O dinheiro, porém, não era usado para manter o conforto de todos, já que Andrew era conhecido por ser extremamente pão-duro.
Essa dinâmica, no entanto, piorou quando Sarah morreu, deixando as filhas sob os cuidados do pai, que se casou novamente com Abby Gray. Pelo que se sabe sobre a relação da “nova” família, Lizzie não mantinha uma proximidade com a madrasta e tampouco com o próprio pai, especialmente por causa de desentendimentos envolvendo as finanças da casa.
Relatos da época revelam que havia um clima de tensão entre eles, especialmente pela falta de afeto de Andrew em relação às filhas e por um conflito de interesses das jovens, que exigiam um melhor remanejamento das propriedades e bens da família. Lizzie também acreditava que Abby tinha se casado com o pai apenas por interesses monetários, optando por não ter muito contato com a madrasta.
A história por trás do crime
Tudo aconteceu em 4 de agosto de 1892, quando Andrew e Abby foram encontrados mortos dentro da casa da família. Andrew foi encontrado pela polícia no sofá após receber 11 golpes de machado, enquanto Abby estava no quarto com cerca de 19 golpes.
Em um primeiro momento, as autoridades não associaram o crime à Lizzie, principalmente por causa da brutalidade dos assassinatos. Porém, algumas circunstâncias estranhas chamaram a atenção, direcionando as investigações para ela, que tinha 32 anos na época.
Segundo historiadores do caso, Lizzie teria alterado várias vezes sua versão dos fatos do que teria acontecido com o pai e a madrasta na manhã do crime, levantando suspeitas das autoridades. Considerando que ela estava em casa juntamente com a empregada doméstica da família, Bridget Sullivan, tudo começou a parecer, no mínimo, suspeito para os investigadores.
Lizzie negou qualquer envolvimento com o crime, mas era de conhecimento da população local que ela tinha uma relação complicada com o pai e a madrasta, alimentando ainda mais a desconfiança das autoridades da região. Mas foi só quando um farmacêutico afirmou que Lizzie teria tentado comprar cianeto de hidrogênio, um composto químico tóxico, no dia anterior ao crime que o caso extrapolou de vez.
Com um juiz ordenando a prisão da mulher, ela passou a ser formalmente acusada de ter matado Andrew e Abby, causando um escândalo. A intensa cobertura midiática do caso também ajudou a torná-lo popular no resto do país, com o julgamento recebendo o mesmo tratamento, como se fosse um reality show da época.
Apesar da comoção por trás do ocorrido, o caso nunca foi solucionado. Isso porque Lizzie, que se apresentou na corte como uma “jovem indefesa”, foi absolvida dos crimes pelo júri por falta de provas concretas. Ninguém foi condenado pelos crimes, o que aumentou ainda mais o interesse das pessoas, que passaram a criar teorias sobre o realmente teria acontecido no dia em que Andrew e Abby foram assassinados por golpes de machado.
Após o julgamento, Lizzie voltou para sua vida de sempre, mas enfrentou uma forte rejeição dos habitantes da cidade pelo resto da vida. Ela morreu aos 66 anos, em 1927, por causa de uma pneumonia.
Nova adaptação de um caso enigmático
Com tantas lacunas deixadas pelo caso real, Monstro: A História de Lizzie Borden chega à Netflix para tentar preencher esses buracos, misturando ficção e realidade para explorar o que poderia ter motivado alguém como Lizzie a cometer assassinatos tão brutais.
A nova temporada ainda deve explorar temas como repressão feminina, misoginia e raiva, usando a história de Lizzie para tratar de assuntos extremamente pertinentes aos dias de hoje ao longo de oito episódios.
A quarta temporada de Monstro, série antológica de Ryan Murphy na Netflix, chega ao streaming nesta quinta-feira (17) com uma história real que chocou os Estados Unidos em 1892. Intitulado Monstro: A História de Lizzie Borden, o novo capítulo do programa de true crime narra a história de uma mulher que foi acusada de assassinar o pai e a madrasta.
Primeira vez que Monstro aposta em uma protagonista feminina, a quarta temporada da produção, que já causou muita polêmica ao longo dos anos com a representação de crimes reais horripilantes, retorna com a atriz Ella Beatty (Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria) na pele de Lizzie Borden, uma mulher que vivia em Fall Rivers, no estado do Massachusetts, na época em que virou o centro das atenções pelo misterioso crime, que nunca foi solucionado.
Considerando o histórico da série e as prévias reveladas pela Netflix, espera-se que o programa brinque com dicotomia entre realidade e ficção, usando uma história real para expor uma realidade dura e opressiva para as mulheres no século XIX.
Quem foi Lizzie Borden?
Nascida em 1860, no Massachusetts, Lizzie Borden vivia uma vida modesta ao lado da família, composta por Andrew, Sarah e Emma (o pai, a mãe e a irmã mais velha dela, respectivamente), devido aos recursos financeiros de Andrew, cujo investimento na área industrial tinha lhe rendido uma boa fortuna. O dinheiro, porém, não era usado para manter o conforto de todos, já que Andrew era conhecido por ser extremamente pão-duro.
Essa dinâmica, no entanto, piorou quando Sarah morreu, deixando as filhas sob os cuidados do pai, que se casou novamente com Abby Gray. Pelo que se sabe sobre a relação da “nova” família, Lizzie não mantinha uma proximidade com a madrasta e tampouco com o próprio pai, especialmente por causa de desentendimentos envolvendo as finanças da casa.
Relatos da época revelam que havia um clima de tensão entre eles, especialmente pela falta de afeto de Andrew em relação às filhas e por um conflito de interesses das jovens, que exigiam um melhor remanejamento das propriedades e bens da família. Lizzie também acreditava que Abby tinha se casado com o pai apenas por interesses monetários, optando por não ter muito contato com a madrasta.
A história por trás do crime
Tudo aconteceu em 4 de agosto de 1892, quando Andrew e Abby foram encontrados mortos dentro da casa da família. Andrew foi encontrado pela polícia no sofá após receber 11 golpes de machado, enquanto Abby estava no quarto com cerca de 19 golpes.
Em um primeiro momento, as autoridades não associaram o crime à Lizzie, principalmente por causa da brutalidade dos assassinatos. Porém, algumas circunstâncias estranhas chamaram a atenção, direcionando as investigações para ela, que tinha 32 anos na época.
Segundo historiadores do caso, Lizzie teria alterado várias vezes sua versão dos fatos do que teria acontecido com o pai e a madrasta na manhã do crime, levantando suspeitas das autoridades. Considerando que ela estava em casa juntamente com a empregada doméstica da família, Bridget Sullivan, tudo começou a parecer, no mínimo, suspeito para os investigadores.
Lizzie negou qualquer envolvimento com o crime, mas era de conhecimento da população local que ela tinha uma relação complicada com o pai e a madrasta, alimentando ainda mais a desconfiança das autoridades da região. Mas foi só quando um farmacêutico afirmou que Lizzie teria tentado comprar cianeto de hidrogênio, um composto químico tóxico, no dia anterior ao crime que o caso extrapolou de vez.
Com um juiz ordenando a prisão da mulher, ela passou a ser formalmente acusada de ter matado Andrew e Abby, causando um escândalo. A intensa cobertura midiática do caso também ajudou a torná-lo popular no resto do país, com o julgamento recebendo o mesmo tratamento, como se fosse um reality show da época.
Apesar da comoção por trás do ocorrido, o caso nunca foi solucionado. Isso porque Lizzie, que se apresentou na corte como uma “jovem indefesa”, foi absolvida dos crimes pelo júri por falta de provas concretas. Ninguém foi condenado pelos crimes, o que aumentou ainda mais o interesse das pessoas, que passaram a criar teorias sobre o realmente teria acontecido no dia em que Andrew e Abby foram assassinados por golpes de machado.
Após o julgamento, Lizzie voltou para sua vida de sempre, mas enfrentou uma forte rejeição dos habitantes da cidade pelo resto da vida. Ela morreu aos 66 anos, em 1927, por causa de uma pneumonia.
Nova adaptação de um caso enigmático
Com tantas lacunas deixadas pelo caso real, Monstro: A História de Lizzie Borden chega à Netflix para tentar preencher esses buracos, misturando ficção e realidade para explorar o que poderia ter motivado alguém como Lizzie a cometer assassinatos tão brutais.
A nova temporada ainda deve explorar temas como repressão feminina, misoginia e raiva, usando a história de Lizzie para tratar de assuntos extremamente pertinentes aos dias de hoje ao longo de oito episódios.
Uma das sagas mais influentes da cultura pop desembarcou no catálogo da Netflix: os seis filmes clássicos de Star Trek estarão disponíveis na plataforma para apresentar Spock e companhia para uma nova geração e ainda fazer a alegria dos fãs de longa data.
Iniciada na televisão com a série clássica de 1966, Star Trek, ou Jornada nas Estrelas, foi exibida pela NBC por três temporadas que acompanhavam as aventuras espaciais da tripulação da nave USS Enterprise, que viaja pelo espaço em busca de novos mundos e civilizações.
Apesar da trajetória curta da série original, não demorou muito para que Star Trek ganhasse uma expansão, dando origem a um universo extenso de produções derivadas, como filmes, novos programas, animações e uma das marcas mais adoradas pelo público até os dias de hoje.
Em meio a tantos spin-offs, um dos projetos iniciais do movimento que ajudou a consolidar Star Trek na indústria do entretenimento foi Jornada nas Estrelas: O Filme (1979), o primeiro longa-metragem da franquia. Com o retorno do elenco do programa dos anos 1960, a produção foi apenas o começo de uma série de filmes que chegam neste mês à Netflix.
Qual é a ordem certa para assistir aos filmes clássicos de Star Trek?
Se você nunca assistiu aos filmes de Star Trek, mas quer aproveitar o lançamento dos clássicos na gigante do streaming para fazer isso, pode ser que esteja se perguntando por onde começar. Afinal, existe uma ordem correta para que sua experiência seja a melhor possível?
A resposta é mais simples do que parece. Com seis filmes clássicos estrelados pelo elenco original, a melhor maneira de maratonar os filmes de Star Trek é pela ordem de lançamento, que segue exatamente a ordem cronológica estabelecida no começo da franquia.
Veja a seguir a ordem correta dos filmes de Star Trek:
Jornada nas Estrelas: O Filme (1979)
Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (1982)
Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock (1984)
Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa (1986)
Jornada nas Estrelas V: A Última Fronteira (1989)
Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida (1991)
Preciso assistir à série original de Star Trek para entender os filmes clássicos?
Embora a série original de Star Trek tenha sido a responsável por lançar a franquia ao mundo, você não precisa obrigatoriamente assisti-la para entender os filmes clássicos. Isso porque Jornada nas Estrelas: O Filme retoma pontos importantes desse universo, como se estivesse apresentando novamente os personagens, seus arcos e as relações entre eles.
Sem contar que cada filme possui umahistória única, em que Spock, o Capitão Kirk e o restante da tripulação embarcam em uma missão específica, com começo, meio e fim. Com essa dinâmica sendo estabelecida, você não precisa necessariamente ter maratonado o programa dos anos 1960 para entender os filmes, pois eles se sustentam sozinhos.
No entanto, caso queira mergulhar profundamente neste universo, assistir à série original vai te oferecer um contexto maior da franquia, especialmente do lado emocional. Além de fazer com que você entenda piadas internas ou referências, ver as três temporadas do programa vai te ajudar a conhecer mais as relações entre os personagens, assim como as regras que regem esse mundo tão fantástico.
Jornada estelar na Netflix
Para quem nunca se aventurou pelas viagens espaciais de Star Trek, conhecer esse universo pelos filmes é uma ótima forma de entender o porquê a franquia se tornou tão influente e importante para a formação da cultura pop.
Com a lendária performance de Leonard Nimoy como Spock, a saga da Jornada nas Estrelas segue na ativa até os dias de hoje com novas gerações, personagens e perspectivas atuais que ajudam a manter uma franquia tão importante viva. Iniciar essa jornada com os clássicos é apenas o começo de uma aventura marcante e cheia de reflexões pertinentes.
Uma das sagas mais influentes da cultura pop desembarcou no catálogo da Netflix: os seis filmes clássicos de Star Trek estarão disponíveis na plataforma para apresentar Spock e companhia para uma nova geração e ainda fazer a alegria dos fãs de longa data.
Iniciada na televisão com a série clássica de 1966, Star Trek, ou Jornada nas Estrelas, foi exibida pela NBC por três temporadas que acompanhavam as aventuras espaciais da tripulação da nave USS Enterprise, que viaja pelo espaço em busca de novos mundos e civilizações.
Apesar da trajetória curta da série original, não demorou muito para que Star Trek ganhasse uma expansão, dando origem a um universo extenso de produções derivadas, como filmes, novos programas, animações e uma das marcas mais adoradas pelo público até os dias de hoje.
Em meio a tantos spin-offs, um dos projetos iniciais do movimento que ajudou a consolidar Star Trek na indústria do entretenimento foi Jornada nas Estrelas: O Filme (1979), o primeiro longa-metragem da franquia. Com o retorno do elenco do programa dos anos 1960, a produção foi apenas o começo de uma série de filmes que chegam neste mês à Netflix.
Qual é a ordem certa para assistir aos filmes clássicos de Star Trek?
Se você nunca assistiu aos filmes de Star Trek, mas quer aproveitar o lançamento dos clássicos na gigante do streaming para fazer isso, pode ser que esteja se perguntando por onde começar. Afinal, existe uma ordem correta para que sua experiência seja a melhor possível?
A resposta é mais simples do que parece. Com seis filmes clássicos estrelados pelo elenco original, a melhor maneira de maratonar os filmes de Star Trek é pela ordem de lançamento, que segue exatamente a ordem cronológica estabelecida no começo da franquia.
Veja a seguir a ordem correta dos filmes de Star Trek:
Jornada nas Estrelas: O Filme (1979)
Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (1982)
Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock (1984)
Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa (1986)
Jornada nas Estrelas V: A Última Fronteira (1989)
Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida (1991)
Preciso assistir à série original de Star Trek para entender os filmes clássicos?
Embora a série original de Star Trek tenha sido a responsável por lançar a franquia ao mundo, você não precisa obrigatoriamente assisti-la para entender os filmes clássicos. Isso porque Jornada nas Estrelas: O Filme retoma pontos importantes desse universo, como se estivesse apresentando novamente os personagens, seus arcos e as relações entre eles.
Sem contar que cada filme possui umahistória única, em que Spock, o Capitão Kirk e o restante da tripulação embarcam em uma missão específica, com começo, meio e fim. Com essa dinâmica sendo estabelecida, você não precisa necessariamente ter maratonado o programa dos anos 1960 para entender os filmes, pois eles se sustentam sozinhos.
No entanto, caso queira mergulhar profundamente neste universo, assistir à série original vai te oferecer um contexto maior da franquia, especialmente do lado emocional. Além de fazer com que você entenda piadas internas ou referências, ver as três temporadas do programa vai te ajudar a conhecer mais as relações entre os personagens, assim como as regras que regem esse mundo tão fantástico.
Jornada estelar na Netflix
Para quem nunca se aventurou pelas viagens espaciais de Star Trek, conhecer esse universo pelos filmes é uma ótima forma de entender o porquê a franquia se tornou tão influente e importante para a formação da cultura pop.
Com a lendária performance de Leonard Nimoy como Spock, a saga da Jornada nas Estrelas segue na ativa até os dias de hoje com novas gerações, personagens e perspectivas atuais que ajudam a manter uma franquia tão importante viva. Iniciar essa jornada com os clássicos é apenas o começo de uma aventura marcante e cheia de reflexões pertinentes.
A série de Harry Potter nem estreou, mas a HBO já garantiu que a segunda temporada vem aí. Contudo, parece que alguns imprevistos e dilemas nos bastidores do programa podem atrasar o lançamento do próximo capítulo.
Com filmagens previstas para começar no outono do hemisfério norte (entre os meses de setembro e dezembro), o segundo ano da série de Harry Potter não perdeu tempo em dar o ponto de partida em sua produção, com alguns atores voltando ao estúdio antes do planejado para não atrasar o desenvolvimento da produção.
Porém, o The Sun divulgou uma matéria que aponta para um atraso nas gravações por causa do roteiro da segunda temporada, que vai adaptar o livro Harry Potter e a Câmara Secreta. Fontes da Warner Bros. afirmaram que o capítulo terá “semanas de atrasos na produção”, com a possibilidade das filmagens começarem somente em outubro deste ano.
A decisão de adiar as filmagens causou desconfortos nos bastidores, segundo informações do veículo, provocando “caos entre alguns membros da equipe e do elenco”, e deixando-os “irritados”. Pelo que se sabe, os atrasos foram necessários porque roteiros iniciais da temporada teriam sido descartados depois que a chefia exigiu perfeição no enredo e na caracterização dos personagens.
Caos nos bastidores de Harry Potter
Outra problemática nos bastidores da segunda temporada de Harry Potter, levantada pela matéria do The Sun, é que, aparentemente, a equipe não está sendo paga durante esse período de espera. Muitos relatam que estão com dificuldades em conciliar seus horários para a retomada das filmagens por causa de outros trabalhos já marcados para o mesmo período.
De acordo com uma fonte não identificada, “todos na Warner Bros. estão revoltados”, porque as implicações financeiras dos atrasos são “enormes”. A fonte ainda frisou que as gravações deveriam ter começado em agosto, mas “cenas importantes foram adiadas por dois meses, até outubro” devido a roteiros não finalizados.
“Os roteiros não foram aprovados, o que motivou o atraso. Fomos informados de que várias cenas precisam de ajustes porque não estão exatamente como deveriam. Os responsáveis querem tudo perfeito”, completou a fonte.
O que esperar da estreia da série
Com o drama dos bastidores da segunda temporada de Harry Potter pegando fogo, a aguardada adaptação da HBO se prepara para fazer sua estreia em dezembro com Harry Potter e a Pedra Filosofal. Prometendo ser mais fiel que os filmes, a série vai apresentar a história do Menino Que Sobreviveu para uma nova geração, resgatando toda a nostalgia da franquia para os fãs de longa data.
Para dar vida ao trio protagonista, a emissora escolheu os atores mirins Dominic McLaughlin, Alastair Stout e Arabella Stanton, que interpretam Harry, Rony e Hermione, respectivamente.
Outros nomes do elenco incluem John Lithgow (Conclave) como Alvo Dumbledore, Janet McTeer (Ozark) como Minerva McGonagall, Paapa Essiedu (I May Destroy You) como Severo Snape e Nick Frost (Todo Mundo Quase Morto) como Rúbeo Hagrid.
Harry Potter e a Pedra Filosofal estreia no Natal de 2026 na HBO e na HBO Max. A segunda temporada ainda não tem data de estreia confirmada.
A série de Harry Potter nem estreou, mas a HBO já garantiu que a segunda temporada vem aí. Contudo, parece que alguns imprevistos e dilemas nos bastidores do programa podem atrasar o lançamento do próximo capítulo.
Com filmagens previstas para começar no outono do hemisfério norte (entre os meses de setembro e dezembro), o segundo ano da série de Harry Potter não perdeu tempo em dar o ponto de partida em sua produção, com alguns atores voltando ao estúdio antes do planejado para não atrasar o desenvolvimento da produção.
Porém, o The Sun divulgou uma matéria que aponta para um atraso nas gravações por causa do roteiro da segunda temporada, que vai adaptar o livro Harry Potter e a Câmara Secreta. Fontes da Warner Bros. afirmaram que o capítulo terá “semanas de atrasos na produção”, com a possibilidade das filmagens começarem somente em outubro deste ano.
A decisão de adiar as filmagens causou desconfortos nos bastidores, segundo informações do veículo, provocando “caos entre alguns membros da equipe e do elenco”, e deixando-os “irritados”. Pelo que se sabe, os atrasos foram necessários porque roteiros iniciais da temporada teriam sido descartados depois que a chefia exigiu perfeição no enredo e na caracterização dos personagens.
Caos nos bastidores de Harry Potter
Outra problemática nos bastidores da segunda temporada de Harry Potter, levantada pela matéria do The Sun, é que, aparentemente, a equipe não está sendo paga durante esse período de espera. Muitos relatam que estão com dificuldades em conciliar seus horários para a retomada das filmagens por causa de outros trabalhos já marcados para o mesmo período.
De acordo com uma fonte não identificada, “todos na Warner Bros. estão revoltados”, porque as implicações financeiras dos atrasos são “enormes”. A fonte ainda frisou que as gravações deveriam ter começado em agosto, mas “cenas importantes foram adiadas por dois meses, até outubro” devido a roteiros não finalizados.
“Os roteiros não foram aprovados, o que motivou o atraso. Fomos informados de que várias cenas precisam de ajustes porque não estão exatamente como deveriam. Os responsáveis querem tudo perfeito”, completou a fonte.
O que esperar da estreia da série
Com o drama dos bastidores da segunda temporada de Harry Potter pegando fogo, a aguardada adaptação da HBO se prepara para fazer sua estreia em dezembro com Harry Potter e a Pedra Filosofal. Prometendo ser mais fiel que os filmes, a série vai apresentar a história do Menino Que Sobreviveu para uma nova geração, resgatando toda a nostalgia da franquia para os fãs de longa data.
Para dar vida ao trio protagonista, a emissora escolheu os atores mirins Dominic McLaughlin, Alastair Stout e Arabella Stanton, que interpretam Harry, Rony e Hermione, respectivamente.
Outros nomes do elenco incluem John Lithgow (Conclave) como Alvo Dumbledore, Janet McTeer (Ozark) como Minerva McGonagall, Paapa Essiedu (I May Destroy You) como Severo Snape e Nick Frost (Todo Mundo Quase Morto) como Rúbeo Hagrid.
Harry Potter e a Pedra Filosofal estreia no Natal de 2026 na HBO e na HBO Max. A segunda temporada ainda não tem data de estreia confirmada.
Carrie, a Estranha vai ganhar uma nova versão para a TV sob comando de Mike Flanagan, e Stephen King, escritor do livro clássico que inspira a produção, deu seu selo de aprovação para o programa.
Em uma publicação no Threads, o mestre do terror contou o que achou da adaptação do Prime Video, cuja estreia está marcada para outubro no streaming da Amazon, bem a tempo da época do Halloween. Na equipe como produtor executivo, King rasgou elogios para a série, afirmando que a narrativa é “brilhante e chocante”.
O autor foi breve em seu comentário, mas também pontuou que a produção levanta debates pertinentes sobre os efeitos das redes sociais nos dias de hoje.
“A versão de Carrie de Mike Flanagan é brilhante. O que a série diz sobre redes sociais é chocante e verdadeiro”, comentou Stephen King.
Nova versão de um clássico
Inspirada no livro icônico de Stephen King, publicado originalmente em 1974, Carrie, a Estranha chegará ao Prime Video como uma minissérie de oito episódios para apresentar uma nova versão de um grande clássico da literatura de terror.
Na trama, vamos acompanhar a jornada de Carrie White (Summer H. Howell), uma adolescente tímida que vive sob o controle rígido da mãe, uma mulher extremamente religiosa. Até que um incidente por causa de bullying na escola acontece, e a garota descobre ter poderes telecinéticos que mudam a vida dela de maneiras devastadoras.
Para compor o elenco da série, o Prime Video apostou em nomes como Matthew Lillard (Scooby-Doo), Samantha Sloyan (Missa da Meia-Noite), Amber Midthunder (Avatar: O Último Mestre do Ar) e Heather Graham (Boogie Nights).
Com o livro de base, a série de Mike Flanagan, conhecido por A Maldição da Residência Hill (2018), propõe uma releitura moderna para a história original, que ganha uma adaptação para a televisão pela primeira vez. A obra de Stephen King já recebeu algumas versões para o cinema, as mais famosas sendo Carrie, a Estranha (1976), clássico do diretor Brian de Palma, e o remake de 2013 estrelado pela atriz Chloë Grace Moretz.
Carrie, a Estranha vai ganhar uma nova versão para a TV sob comando de Mike Flanagan, e Stephen King, escritor do livro clássico que inspira a produção, deu seu selo de aprovação para o programa.
Em uma publicação no Threads, o mestre do terror contou o que achou da adaptação do Prime Video, cuja estreia está marcada para outubro no streaming da Amazon, bem a tempo da época do Halloween. Na equipe como produtor executivo, King rasgou elogios para a série, afirmando que a narrativa é “brilhante e chocante”.
O autor foi breve em seu comentário, mas também pontuou que a produção levanta debates pertinentes sobre os efeitos das redes sociais nos dias de hoje.
“A versão de Carrie de Mike Flanagan é brilhante. O que a série diz sobre redes sociais é chocante e verdadeiro”, comentou Stephen King.
Nova versão de um clássico
Inspirada no livro icônico de Stephen King, publicado originalmente em 1974, Carrie, a Estranha chegará ao Prime Video como uma minissérie de oito episódios para apresentar uma nova versão de um grande clássico da literatura de terror.
Na trama, vamos acompanhar a jornada de Carrie White (Summer H. Howell), uma adolescente tímida que vive sob o controle rígido da mãe, uma mulher extremamente religiosa. Até que um incidente por causa de bullying na escola acontece, e a garota descobre ter poderes telecinéticos que mudam a vida dela de maneiras devastadoras.
Para compor o elenco da série, o Prime Video apostou em nomes como Matthew Lillard (Scooby-Doo), Samantha Sloyan (Missa da Meia-Noite), Amber Midthunder (Avatar: O Último Mestre do Ar) e Heather Graham (Boogie Nights).
Com o livro de base, a série de Mike Flanagan, conhecido por A Maldição da Residência Hill (2018), propõe uma releitura moderna para a história original, que ganha uma adaptação para a televisão pela primeira vez. A obra de Stephen King já recebeu algumas versões para o cinema, as mais famosas sendo Carrie, a Estranha (1976), clássico do diretor Brian de Palma, e o remake de 2013 estrelado pela atriz Chloë Grace Moretz.
VisionQuest é a próxima aposta de série do Marvel Studios e, para dar vida ao programa, o showrunner Terry Matalas precisou atender a uma exigência de Kevin Feige, o chefão do estúdio por trás do MCU, e usar a própria saga como inspiração.
Conversando com o Polygon, o produtor executivo contou um pouco mais sobre o que os fãs podem esperar do programa, que estreia no dia 14 de outubro no Disney+. De acordo com ele, Feige se mostrou “muito receptivo a essa ideia maluca” de colocar o Visão em foco, fazendo um simples pedido para o desenvolvimento do programa.
“Desde o início, Kevin se mostrou muito receptivo a essa ideia maluca. Ele me ligou e disse que era a história do Visão, que ele ia encontrar o filho e que ‘o resto depende de você’”, contou Matalas.
O showrunner também comentou que há “uma linha direta” de comunicação com Feige e Brad Winderbaum, o chefe do departamento de televisão da Marvel, com ambos sempre disponíveis para consultoria. Ele frisou, no entanto, que teve “muita liberdade criativa” para contar a história do Visão do jeito que havia imaginado.
Buscando inspiração no MCU
Para dar vida a uma história solo do Visão, Terry Matalas aproveitou acontecimentos do próprio MCU como base para o desenvolvimento da narrativa. Ao Polygon, o showrunner comentou que duas cenas da saga da Marvel foram usadas como inspiração.
“As duas cenas que realmente inspiraram a série são duas das minhas cenas favoritas em todo o cânone da Marvel: a última cena com ele em Vingadores: Era de Ultron e a cena do navio de Teseu em WandaVision. Essa foi a base da série”, explicou Matalas.
Para quem não se lembra dos detalhes, a última cena do Visão em Vingadores: Era de Ultron (2015) mostra o personagem destruindo o último dos robôs Ultron depois que ambos conversam sobre a natureza da humanidade. Considerando que James Spader vai voltar a interpretar o vilão em VisionQuest, a sequência realmente ganha um peso maior, servindo como motor para a dinâmica entre ambos na série.
Já a cena do navio de Teseu em WandaVision, uma sequência bastante discutida pelos fãs, consistiu em um debate paradoxal entre o Visão original e o Visão Branco para resolver quem é o verdadeiro Visão. A discussão parte do seguinte questionamento: se todas as partes de um navio forem substituídas ao longo do tempo, ele ainda será o mesmo navio? E qual deles é o verdadeiro?
O questionamento filosófico tem muita relação com a trama de VisionQuest, em que o Visão Branco mantém as memórias do Visão original, mas é um ser único. Como vem sendo antecipado pela divulgação da série, esse questionamento deve permear grande parte da narrativa.
VisionQuest é a próxima aposta de série do Marvel Studios e, para dar vida ao programa, o showrunner Terry Matalas precisou atender a uma exigência de Kevin Feige, o chefão do estúdio por trás do MCU, e usar a própria saga como inspiração.
Conversando com o Polygon, o produtor executivo contou um pouco mais sobre o que os fãs podem esperar do programa, que estreia no dia 14 de outubro no Disney+. De acordo com ele, Feige se mostrou “muito receptivo a essa ideia maluca” de colocar o Visão em foco, fazendo um simples pedido para o desenvolvimento do programa.
“Desde o início, Kevin se mostrou muito receptivo a essa ideia maluca. Ele me ligou e disse que era a história do Visão, que ele ia encontrar o filho e que ‘o resto depende de você’”, contou Matalas.
O showrunner também comentou que há “uma linha direta” de comunicação com Feige e Brad Winderbaum, o chefe do departamento de televisão da Marvel, com ambos sempre disponíveis para consultoria. Ele frisou, no entanto, que teve “muita liberdade criativa” para contar a história do Visão do jeito que havia imaginado.
Buscando inspiração no MCU
Para dar vida a uma história solo do Visão, Terry Matalas aproveitou acontecimentos do próprio MCU como base para o desenvolvimento da narrativa. Ao Polygon, o showrunner comentou que duas cenas da saga da Marvel foram usadas como inspiração.
“As duas cenas que realmente inspiraram a série são duas das minhas cenas favoritas em todo o cânone da Marvel: a última cena com ele em Vingadores: Era de Ultron e a cena do navio de Teseu em WandaVision. Essa foi a base da série”, explicou Matalas.
Para quem não se lembra dos detalhes, a última cena do Visão em Vingadores: Era de Ultron (2015) mostra o personagem destruindo o último dos robôs Ultron depois que ambos conversam sobre a natureza da humanidade. Considerando que James Spader vai voltar a interpretar o vilão em VisionQuest, a sequência realmente ganha um peso maior, servindo como motor para a dinâmica entre ambos na série.
Já a cena do navio de Teseu em WandaVision, uma sequência bastante discutida pelos fãs, consistiu em um debate paradoxal entre o Visão original e o Visão Branco para resolver quem é o verdadeiro Visão. A discussão parte do seguinte questionamento: se todas as partes de um navio forem substituídas ao longo do tempo, ele ainda será o mesmo navio? E qual deles é o verdadeiro?
O questionamento filosófico tem muita relação com a trama de VisionQuest, em que o Visão Branco mantém as memórias do Visão original, mas é um ser único. Como vem sendo antecipado pela divulgação da série, esse questionamento deve permear grande parte da narrativa.
Setembro será um mês bastante animado para quem gosta de Star Trek. Isso porque todos os filmes clássicos da saga espacial estarão disponíveis no catálogo da Netflix a partir do dia 11 de setembro, a oportunidade perfeita para quem sempre quis maratonar a franquia.
Iniciada em 1966 com a série clássica, Star Trek, ou Jornada nas Estrelas, fez sucesso entre o público nerd com as aventuras de Spock, Capitão Kirk e companhia, que juntos navegam pela galáxia para encontrar novos mundos e civilizações.
Embora o programa original tenha sido exibido por apenas três temporadas na NBC, a produção foi o ponto de partida para uma das franquias mais influentes e amadas da cultura pop, impulsionando uma expansão da marca pelos quatro cantos do globo.
Boa parte desse apelo veio também dos filmes clássicos, que ajudaram a consolidar a saga em Hollywood até os dias de hoje. Mas qual deles mais vale a pena assistir? O Canaltech explica a seguir.
Quais são os melhores filmes clássicos de Star Trek?
Caso você queira aproveitar a chegada dos filmes clássicos de Star Trek à Netflix para, finalmente, entender o apelo da franquia, pode ser que queira iniciar sua jornada pelo melhor que ela tem para oferecer.
Mas, primeiramente, vale conhecer quais são os seis filmes clássicos de Jornada nas Estrelas que estarão disponíveis na Netflix. Confira a seguir a ordem correta para assisti-los:
Jornada nas Estrelas: O Filme (1979)
Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (1982)
Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock (1984)
Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa (1986)
Jornada nas Estrelas V: A Última Fronteira (1989)
Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida (1991)
Para aqueles que querem uma maratona rápida, a boa notícia é que, entre os seis filmes clássicos de Star Trek, três deles são considerados os melhores: Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (1982), Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa (1986) e Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida (1991).
O melhor deles, na opinião da maioria dos fãs e dos críticos é Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan, o segundo capítulo da saga clássica. A produção marcou a década com a presença do vilão Khan, um dos mais icônicos da franquia inteira, e pela trama emocionante, que acompanha Kirk, Spock e a tripulação da Enterprise enfrentando a ameaça do tirano.
Star Trek IV: A Volta para Casa, por sua vez, é a pedida ideal para quem gosta de histórias mais leves e divertidas. O longa foge um pouco do tom sombrio dos capítulos anteriores, focando mais no humor e na mensagem ecológica, quando a tripulação da Enterprise volta à Terra para enfrentar um julgamento à medida que o planeta é ameaçado por uma sonda misteriosa.
Já Star Trek VI: A Terra Desconhecida, também adorado pelos fãs, é mais um filme clássico da franquia que vale a pena assistir. Despedida da tripulação original, o longa tem uma trama de mistério envolvente em que a tripulação da Enterprise é acusada injustamente de um crime.
Vale a pena assistir aos outros filmes clássicos de Star Trek?
Para quem quer ter a experiência completa da saga clássica, assistir a todos os filmes da fase inicial de Star Trek é a melhor forma de ter a experiência completa.
No caso de Jornada nas Estrelas: O Filme, por exemplo, esse é o primeiro filme clássico lançado da franquia, sendo o responsável por apresentar novamente a história de Spock e companhia para aqueles que não assistiram à série dos anos 1960. É um longa com ritmo mais lento e complexo, mas seu caráter introdutório pode te ajudar a compreender melhor o universo.
Em Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock, continuação direta da trama de Jornada nas Estrelas II, temos uma narrativa mais irregular. Porém, por dar sequência aos eventos do filme anterior, tem uma importância significativa na franquia como um todo.
Por fim, Jornada nas Estrelas V: A Última Fronteira é considerado o filme mais fraco da saga clássica, sendo mais “dispensável” para quem quer encurtar um pouco a maratona. Por outro lado, vale assisti-lo, caso você realmente tenha se interessado por esse universo e pela dinâmica dos personagens.
Setembro será um mês bastante animado para quem gosta de Star Trek. Isso porque todos os filmes clássicos da saga espacial estarão disponíveis no catálogo da Netflix a partir do dia 11 de setembro, a oportunidade perfeita para quem sempre quis maratonar a franquia.
Iniciada em 1966 com a série clássica, Star Trek, ou Jornada nas Estrelas, fez sucesso entre o público nerd com as aventuras de Spock, Capitão Kirk e companhia, que juntos navegam pela galáxia para encontrar novos mundos e civilizações.
Embora o programa original tenha sido exibido por apenas três temporadas na NBC, a produção foi o ponto de partida para uma das franquias mais influentes e amadas da cultura pop, impulsionando uma expansão da marca pelos quatro cantos do globo.
Boa parte desse apelo veio também dos filmes clássicos, que ajudaram a consolidar a saga em Hollywood até os dias de hoje. Mas qual deles mais vale a pena assistir? O Canaltech explica a seguir.
Quais são os melhores filmes clássicos de Star Trek?
Caso você queira aproveitar a chegada dos filmes clássicos de Star Trek à Netflix para, finalmente, entender o apelo da franquia, pode ser que queira iniciar sua jornada pelo melhor que ela tem para oferecer.
Mas, primeiramente, vale conhecer quais são os seis filmes clássicos de Jornada nas Estrelas que estarão disponíveis na Netflix. Confira a seguir a ordem correta para assisti-los:
Jornada nas Estrelas: O Filme (1979)
Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (1982)
Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock (1984)
Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa (1986)
Jornada nas Estrelas V: A Última Fronteira (1989)
Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida (1991)
Para aqueles que querem uma maratona rápida, a boa notícia é que, entre os seis filmes clássicos de Star Trek, três deles são considerados os melhores: Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (1982), Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa (1986) e Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida (1991).
O melhor deles, na opinião da maioria dos fãs e dos críticos é Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan, o segundo capítulo da saga clássica. A produção marcou a década com a presença do vilão Khan, um dos mais icônicos da franquia inteira, e pela trama emocionante, que acompanha Kirk, Spock e a tripulação da Enterprise enfrentando a ameaça do tirano.
Star Trek IV: A Volta para Casa, por sua vez, é a pedida ideal para quem gosta de histórias mais leves e divertidas. O longa foge um pouco do tom sombrio dos capítulos anteriores, focando mais no humor e na mensagem ecológica, quando a tripulação da Enterprise volta à Terra para enfrentar um julgamento à medida que o planeta é ameaçado por uma sonda misteriosa.
Já Star Trek VI: A Terra Desconhecida, também adorado pelos fãs, é mais um filme clássico da franquia que vale a pena assistir. Despedida da tripulação original, o longa tem uma trama de mistério envolvente em que a tripulação da Enterprise é acusada injustamente de um crime.
Vale a pena assistir aos outros filmes clássicos de Star Trek?
Para quem quer ter a experiência completa da saga clássica, assistir a todos os filmes da fase inicial de Star Trek é a melhor forma de ter a experiência completa.
No caso de Jornada nas Estrelas: O Filme, por exemplo, esse é o primeiro filme clássico lançado da franquia, sendo o responsável por apresentar novamente a história de Spock e companhia para aqueles que não assistiram à série dos anos 1960. É um longa com ritmo mais lento e complexo, mas seu caráter introdutório pode te ajudar a compreender melhor o universo.
Em Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock, continuação direta da trama de Jornada nas Estrelas II, temos uma narrativa mais irregular. Porém, por dar sequência aos eventos do filme anterior, tem uma importância significativa na franquia como um todo.
Por fim, Jornada nas Estrelas V: A Última Fronteira é considerado o filme mais fraco da saga clássica, sendo mais “dispensável” para quem quer encurtar um pouco a maratona. Por outro lado, vale assisti-lo, caso você realmente tenha se interessado por esse universo e pela dinâmica dos personagens.
Uma nova edição da Semana do Cinema 2026 começa nesta quinta-feira (10) com descontos especiais para quem quer aproveitar os melhores lançamentos das telonas por valores baixos. A campanha, que ocorre desde 2022, retorna também com ofertas em combos de pipoca e refrigerante, deixando a experiência ainda melhor.
Marcada para acontecer nas principais redes de cinema do país, como Cinemark, Cinépolis e Cinesystem, entre os dias 10 e 16 de setembro, a segunda edição da campanha promete movimentar as telonas nos próximos dias com opções variadas para todos os gostos e idades.
Os valores dos ingressos são de R$ 10 para sessões que ocorrem até às 17h e R$ 12 para os demais horários, incluindo o final de semana. Para participar é fácil: basta escolher a sessão que melhor atenda às suas necessidades e pagar um valor reduzido para assistir às principais estreias dos cinemas.
O que assistir na Semana do Cinema 2026
Caso você queira aproveitar a nova edição da campanha para economizar assistindo a filmes bastante comentados no momento, mas não sabe exatamente o que realmente vale o seu ingresso, o Canaltech selecionou 8 filmes para assistir na Semana do Cinema 2026. Confira a seguir.
1. Homem-Aranha: Um Novo Dia
A não ser que você viva em uma caverna, deve ter ouvido falar (e muito) sobre o sucesso estrondoso de Homem-Aranha: Um Novo Dia. Com o retorno de Tom Holland como o Amigão da Vizinhança, o longa quebrou recordes impressionantes e segue em cartaz nas telonas para quem quer aproveitar a promoção para finalmente assisti-lo.
Quarto filme do herói produzido pela Sony Pictures em parceria com o Marvel Studios, Homem-Aranha: Um Novo Dia acompanha Peter Parker em uma nova aventura, enquanto tenta lidar com o fato de ter sido esquecido pelos amigos. Passando por momentos difíceis, o Teioso logo se vê diante de uma ameaça invisível perigosa que transforma tudo aquilo que ele acreditava.
2. A Odisseia
Mais um filme de sucesso que pode ser assistido durante a Semana do Cinema em setembro de 2026 é A Odisseia. Dirigido por Christopher Nolan, o longa adapta o poema grego épico homônimo de Homero, e já conquistou o coração de inúmeras pessoas que se impressionaram com a escala grandiosa dessa aventura.
Com Matt Damon interpretando Odisseu, A Odisseia narra a jornada do herói grego para retornar ao seu lar, na ilha de Ítaca, após permanecer 10 anos lutando na Guerra de Troia. Determinado a voltar para casa e reencontrar a esposa e o filho, ele enfrenta diversos desafios, entre eles sereias, um ciclope, feitiços e muito mais.
3. Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor
Uma estreia de setembro repleta de nostalgia dos anos 1990 que pode agradar quem curte fantasia é Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor. O filme é uma sequência direta do clássico Da Magia à Sedução (1998), longa que marcou as carreiras de Sandra Bullock e Nicole Kidman na época.
Sob comando da diretora Susanne Bier, Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor acompanha uma nova aventura das irmãs Sally (Bullock) e Gillian Owens (Kidman), duas bruxas que precisam enfrentar uma maldição sombria que ameaça destruir a família de uma vez por todas.
4. Código: Vingança
Para quem gosta de ação, também será possível aproveitar a Semana do Cinema para assistir à estreia de Código: Vingança, o novo filme do ator Jason Statham. O longa tem direção de Jean-François Richet e ainda conta com Annabelle Wallis e Roland Møller no elenco.
Seguindo aquela energia eletrizante tradicional do gênero, Código: Vingança conta a história de Cole Reed (Statham), um veterano ex-policial que é incriminado injustamente pela morte de seu chefe bilionário. Fugindo das autoridades, ele acaba se envolvendo em uma conspiração internacional quando parte em uma jornada para se vingar.
5. Coyote vs. Acme
Após anos no limbo sem ver a luz do dia, Coyote Vs. Acme finalmente chegou aos cinemas e também estará presente nas sessões promocionais da Semana do Cinema. Dirigido por David Green, o longa foi cancelado pela Warner Bros. por causa de questões fiscais, mas recebeu um final feliz com a aquisição da Ketchup Entertainment.
Uma mistura de animação e live-action, Coyote vs. Acme se passa no universo dos Looney Tunes e segue a jornada de Wile E. Coyote, que está frustrado com as constantes falhas dos produtos da Acme, que prejudicam sua caça ao Papa-Léguas. Até que ele decide contratar um advogado para processar a empresa, descobrindo uma terrível conspiração.
6. Patrulha Canina: Uma Aventura Dino
Se você quer aproveitar a nova edição da Semana do Cinema 2026 para levar as crianças aos cinemas, uma boa opção em cartaz é Patrulha Canina: Uma Aventura Dino.
Nova aventura da adorada franquia infantil, o filme acompanha os integrantes da Patrulha Canina, que, após uma tempestade, ficam encalhados em uma ilha tropical. Lá, o grupo encontra um filhote perdido de dinossauro, formando um laço inusitado com ele à medida que a mineração do arrogante prefeito Humdinger provoca a erupção de um vulcão.
7. Pressão
Estrelado por Brendan Fraser e Andrew Scott, Pressão é um filme que pode agradar quem gosta de dramas de guerra, principalmente aqueles que se passam durante o período da Segunda Guerra Mundial.
Dirigido por Anthony Maras, o filme acompanha as 72 horas que antecederam o Dia D, quando o general Dwight D. Eisenhower (Fraser) e o capitão James Stagg (Scott) embarcaram em um dilema complicado: invadir a Normandia para romper as defesas alemãs ou arriscar perder a guerra.
8. Ponto Sem Retorno
Do cineasta Ridley Scott, o filme Ponto Sem Retorno segue em cartaz para quem quer participar da Semana do Cinema assistindo a uma história pós-apocalíptica. O longa conta com um elenco recheado de estrelas, como Jacob Elordi, Margaret Qualley, Josh Brolin e Guy Pearce.
Ambientado em uma realidade alternativa onde uma pandemia mortal quase dizimou a população da Terra, Ponto Sem Retorno acompanha Hig (Elordi), um piloto viúvo que vive isolado com seu cachorro em um hangar no Colorado. Dividindo o espaço com um ex-fuzileiro naval ranzinza, Hig encontra uma faísca de esperança após interceptar uma transmissão de rádio que sugere a possibilidade de uma vida melhor fora dali.
Promoção nas telonas
Levando em conta que ir ao cinema atualmente configura um gasto considerável para muita gente, principalmente por causa dos preços salgados dos ingressos no dia a dia, a nova edição da Semana do Cinema chega como a oportunidade perfeita para assistir aos principais lançamentos do momento pagando barato.
Uma nova edição da Semana do Cinema 2026 começa nesta quinta-feira (10) com descontos especiais para quem quer aproveitar os melhores lançamentos das telonas por valores baixos. A campanha, que ocorre desde 2022, retorna também com ofertas em combos de pipoca e refrigerante, deixando a experiência ainda melhor.
Marcada para acontecer nas principais redes de cinema do país, como Cinemark, Cinépolis e Cinesystem, entre os dias 10 e 16 de setembro, a segunda edição da campanha promete movimentar as telonas nos próximos dias com opções variadas para todos os gostos e idades.
Os valores dos ingressos são de R$ 10 para sessões que ocorrem até às 17h e R$ 12 para os demais horários, incluindo o final de semana. Para participar é fácil: basta escolher a sessão que melhor atenda às suas necessidades e pagar um valor reduzido para assistir às principais estreias dos cinemas.
O que assistir na Semana do Cinema 2026
Caso você queira aproveitar a nova edição da campanha para economizar assistindo a filmes bastante comentados no momento, mas não sabe exatamente o que realmente vale o seu ingresso, o Canaltech selecionou 8 filmes para assistir na Semana do Cinema 2026. Confira a seguir.
1. Homem-Aranha: Um Novo Dia
A não ser que você viva em uma caverna, deve ter ouvido falar (e muito) sobre o sucesso estrondoso de Homem-Aranha: Um Novo Dia. Com o retorno de Tom Holland como o Amigão da Vizinhança, o longa quebrou recordes impressionantes e segue em cartaz nas telonas para quem quer aproveitar a promoção para finalmente assisti-lo.
Quarto filme do herói produzido pela Sony Pictures em parceria com o Marvel Studios, Homem-Aranha: Um Novo Dia acompanha Peter Parker em uma nova aventura, enquanto tenta lidar com o fato de ter sido esquecido pelos amigos. Passando por momentos difíceis, o Teioso logo se vê diante de uma ameaça invisível perigosa que transforma tudo aquilo que ele acreditava.
2. A Odisseia
Mais um filme de sucesso que pode ser assistido durante a Semana do Cinema em setembro de 2026 é A Odisseia. Dirigido por Christopher Nolan, o longa adapta o poema grego épico homônimo de Homero, e já conquistou o coração de inúmeras pessoas que se impressionaram com a escala grandiosa dessa aventura.
Com Matt Damon interpretando Odisseu, A Odisseia narra a jornada do herói grego para retornar ao seu lar, na ilha de Ítaca, após permanecer 10 anos lutando na Guerra de Troia. Determinado a voltar para casa e reencontrar a esposa e o filho, ele enfrenta diversos desafios, entre eles sereias, um ciclope, feitiços e muito mais.
3. Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor
Uma estreia de setembro repleta de nostalgia dos anos 1990 que pode agradar quem curte fantasia é Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor. O filme é uma sequência direta do clássico Da Magia à Sedução (1998), longa que marcou as carreiras de Sandra Bullock e Nicole Kidman na época.
Sob comando da diretora Susanne Bier, Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor acompanha uma nova aventura das irmãs Sally (Bullock) e Gillian Owens (Kidman), duas bruxas que precisam enfrentar uma maldição sombria que ameaça destruir a família de uma vez por todas.
4. Código: Vingança
Para quem gosta de ação, também será possível aproveitar a Semana do Cinema para assistir à estreia de Código: Vingança, o novo filme do ator Jason Statham. O longa tem direção de Jean-François Richet e ainda conta com Annabelle Wallis e Roland Møller no elenco.
Seguindo aquela energia eletrizante tradicional do gênero, Código: Vingança conta a história de Cole Reed (Statham), um veterano ex-policial que é incriminado injustamente pela morte de seu chefe bilionário. Fugindo das autoridades, ele acaba se envolvendo em uma conspiração internacional quando parte em uma jornada para se vingar.
5. Coyote vs. Acme
Após anos no limbo sem ver a luz do dia, Coyote Vs. Acme finalmente chegou aos cinemas e também estará presente nas sessões promocionais da Semana do Cinema. Dirigido por David Green, o longa foi cancelado pela Warner Bros. por causa de questões fiscais, mas recebeu um final feliz com a aquisição da Ketchup Entertainment.
Uma mistura de animação e live-action, Coyote vs. Acme se passa no universo dos Looney Tunes e segue a jornada de Wile E. Coyote, que está frustrado com as constantes falhas dos produtos da Acme, que prejudicam sua caça ao Papa-Léguas. Até que ele decide contratar um advogado para processar a empresa, descobrindo uma terrível conspiração.
6. Patrulha Canina: Uma Aventura Dino
Se você quer aproveitar a nova edição da Semana do Cinema 2026 para levar as crianças aos cinemas, uma boa opção em cartaz é Patrulha Canina: Uma Aventura Dino.
Nova aventura da adorada franquia infantil, o filme acompanha os integrantes da Patrulha Canina, que, após uma tempestade, ficam encalhados em uma ilha tropical. Lá, o grupo encontra um filhote perdido de dinossauro, formando um laço inusitado com ele à medida que a mineração do arrogante prefeito Humdinger provoca a erupção de um vulcão.
7. Pressão
Estrelado por Brendan Fraser e Andrew Scott, Pressão é um filme que pode agradar quem gosta de dramas de guerra, principalmente aqueles que se passam durante o período da Segunda Guerra Mundial.
Dirigido por Anthony Maras, o filme acompanha as 72 horas que antecederam o Dia D, quando o general Dwight D. Eisenhower (Fraser) e o capitão James Stagg (Scott) embarcaram em um dilema complicado: invadir a Normandia para romper as defesas alemãs ou arriscar perder a guerra.
8. Ponto Sem Retorno
Do cineasta Ridley Scott, o filme Ponto Sem Retorno segue em cartaz para quem quer participar da Semana do Cinema assistindo a uma história pós-apocalíptica. O longa conta com um elenco recheado de estrelas, como Jacob Elordi, Margaret Qualley, Josh Brolin e Guy Pearce.
Ambientado em uma realidade alternativa onde uma pandemia mortal quase dizimou a população da Terra, Ponto Sem Retorno acompanha Hig (Elordi), um piloto viúvo que vive isolado com seu cachorro em um hangar no Colorado. Dividindo o espaço com um ex-fuzileiro naval ranzinza, Hig encontra uma faísca de esperança após interceptar uma transmissão de rádio que sugere a possibilidade de uma vida melhor fora dali.
Promoção nas telonas
Levando em conta que ir ao cinema atualmente configura um gasto considerável para muita gente, principalmente por causa dos preços salgados dos ingressos no dia a dia, a nova edição da Semana do Cinema chega como a oportunidade perfeita para assistir aos principais lançamentos do momento pagando barato.
Prepare para maratonar os melhores lançamentos cinematográficos das últimas semanas pagando pouco: a segunda edição da Semana do Cinema 2026 começa nesta quinta-feira (10) com ingressos a R$ 10 para vários filmes em cartaz.
Na ativa desde 2022, a campanha já levou mais de 26 milhões de espectadores para salas de cinema de todo o país, segundo informações da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (FENEEC), promovendo ofertas especiais para movimentar o mercado.
Para além dos descontos nos ingressos, a Semana do Cinema também oferece combos de pipoca e refrigerante por valores promocionais, fazendo com a experiência do público seja ainda mais completa.
Quando começa a Semana do Cinema 2026?
A nova edição da Semana do Cinema 2026 acontece entre os dias 10 e 16 de setembro. Entre as redes participantes da campanha estão Cinemark, Cinépolis, Cinesystem, Kinoplex, PlayArte e UCI Cinemas.
Quanto custa o ingresso na Semana do Cinema 2026?
Para quem quiser participar da Semana do Cinema 2026, vale ficar atento para os valores dos ingressos durante o período da promoção.
Ao longo dos sete dias da campanha, os ingressos das principais redes de cinema do país estarão disponíveis pelo valor de R$ 10 para sessões iniciadas até às 17h. Nos demais horários, o valor do ingresso será de R$ 12, incluindo o final de semana.
Vale ressaltar também que pré-estreias e salas especiais não serão contempladas pela campanha.
Como comprar ingresso para a Semana do Cinema 2026?
Os ingressos para as sessões durante a segunda edição da Semana do Cinema 2026 estarão disponíveis para compra nos sites oficiais das redes participantes e no Ingresso.com.
No momento da compra, é preciso ter atenção na hora de selecionar o tipo de ingresso, que deve aparecer como “ingresso promocional” para entrar na promoção. Também é possível realizar a compra presencialmente nas bilheterias das redes que participam da campanha.
O que assistir na Semana do Cinema 2026?
Para quem não sabe o que assistir na segunda edição da Semana do Cinema 2026, a boa notícia é que será possível aproveitar os preços promocionais com várias opções de filmes em cartaz.
Entre os principais destaques estão Homem-Aranha: Um Novo Dia, A Odisseia, Coyote Vs. Acme, Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor e Ponto Sem Retorno. Também há opções para o público infantil, como Patrulha Canina: Uma Aventura Dino e A Maravilhosa Árvore Encantada.