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Play Store pode ganhar novo visual luxuoso para convencer usuários a pagarem por apps

O Google está testando uma nova interface para a Play Store que diferencia visualmente aplicativos e jogos pagos das opções gratuitas. A mudança foi encontrada na versão 53 da loja do Android e aposta em um design mais sofisticado para destacar conteúdos premium. 

Atualmente, apps gratuitos e pagos seguem o mesmo padrão visual na Play Store. Para saber se um aplicativo exige pagamento, o usuário precisa conferir as informações exibidas na página. Com o novo design, essa distinção ganha mais destaque visual. 

Nos testes identificados pelo Android Authority, a página do aplicativo recebe uma imagem de topo maior e um fundo preto, criando uma aparência imersiva. A imagem também se integra melhor à barra de status do celular, onde ficam o relógio e os ícones de notificações, em vez de criar uma transição brusca com o fundo branco da interface atual.

play store

A mudança, porém, ainda deixa algumas informações de fora. O teste não exibia o número de instalações e o tamanho do aplicativo, por exemplo. Como o recurso ainda está em desenvolvimento, essas informações podem voltar a aparecer em uma versão futura.

O novo visual deixa mais evidente que se trata de uma versão premium, mas ainda não está claro se a mudança terá algum impacto nas compras de aplicativos e jogos na Play Store.

Quando o novo design chega à Play Store?

O Google ainda não informou quando pretende lançar a nova interface. Por enquanto, a novidade foi encontrada em arquivos internos da versão 53 da Play Store, o que significa que ela pode sofrer alterações antes de chegar ao público ou até mesmo não ser disponibilizada. 

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Como publicar um app na Play Store e App Store? Entenda o processo das lojas - Canaltech”.

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Play Store pode ganhar novo visual luxuoso para convencer usuários a pagarem por apps

O Google está testando uma nova interface para a Play Store que diferencia visualmente aplicativos e jogos pagos das opções gratuitas. A mudança foi encontrada na versão 53 da loja do Android e aposta em um design mais sofisticado para destacar conteúdos premium. 

Atualmente, apps gratuitos e pagos seguem o mesmo padrão visual na Play Store. Para saber se um aplicativo exige pagamento, o usuário precisa conferir as informações exibidas na página. Com o novo design, essa distinção ganha mais destaque visual. 

Nos testes identificados pelo Android Authority, a página do aplicativo recebe uma imagem de topo maior e um fundo preto, criando uma aparência imersiva. A imagem também se integra melhor à barra de status do celular, onde ficam o relógio e os ícones de notificações, em vez de criar uma transição brusca com o fundo branco da interface atual.

play store

A mudança, porém, ainda deixa algumas informações de fora. O teste não exibia o número de instalações e o tamanho do aplicativo, por exemplo. Como o recurso ainda está em desenvolvimento, essas informações podem voltar a aparecer em uma versão futura.

O novo visual deixa mais evidente que se trata de uma versão premium, mas ainda não está claro se a mudança terá algum impacto nas compras de aplicativos e jogos na Play Store.

Quando o novo design chega à Play Store?

O Google ainda não informou quando pretende lançar a nova interface. Por enquanto, a novidade foi encontrada em arquivos internos da versão 53 da Play Store, o que significa que ela pode sofrer alterações antes de chegar ao público ou até mesmo não ser disponibilizada. 

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Nova função do Google Chat facilita rotina no trabalho híbrido

O Google Chat começou a implementar rascunhos persistentes, recurso que evita a perda de mensagens que ainda não foram enviadas. Com a novidade, o usuário pode começar a escrever uma resposta ou atualização de projeto e continuar depois, mesmo que feche o aplicativo ou reinicie o dispositivo.

Com a sincronização entre dispositivos, é possível iniciar uma mensagem na versão web do Google Chat e continuar a edição em um celular Android ou iPhone, sem precisar copiar o texto para outro lugar. Cada conversa mantém seu próprio rascunho e um novo atalho chamado “Rascunhos” reúne todas as mensagens pendentes em um só lugar.

Antes, o Google Chat costumava apagar textos não enviados quando o usuário alternava entre conversas ou saía do app. Agora, os rascunhos ficam salvos por até 30 dias, mesmo que a mensagem não seja enviada imediatamente. 

As mensagens não enviadas continuam salvas na caixa de composição da conversa, exatamente de onde o usuário parou. Assim, basta abrir o chat novamente para retomar a escrita. A nova função pode ser útil para situações em que uma mensagem exige mais tempo para ser escrita, como feedbacks, atualizações de projetos e relatórios. 

Google Chat

O recurso já está disponível no Google Chat?

A distribuição dos rascunhos persistentes já começou na versão web do Google Chat. No Android e no iOS, a novidade será liberada de forma gradual nas próximas semanas, com previsão de conclusão até 28 de setembro de 2026.

A função está disponível para clientes do Google Workspace, assinantes do Workspace Individual e usuários com contas pessoais do Google.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “7 funções escondidas do Gemini que vão salvar sua rotina de trabalho”. 

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Nova função do Google Chat facilita rotina no trabalho híbrido

O Google Chat começou a implementar rascunhos persistentes, recurso que evita a perda de mensagens que ainda não foram enviadas. Com a novidade, o usuário pode começar a escrever uma resposta ou atualização de projeto e continuar depois, mesmo que feche o aplicativo ou reinicie o dispositivo.

Com a sincronização entre dispositivos, é possível iniciar uma mensagem na versão web do Google Chat e continuar a edição em um celular Android ou iPhone, sem precisar copiar o texto para outro lugar. Cada conversa mantém seu próprio rascunho e um novo atalho chamado “Rascunhos” reúne todas as mensagens pendentes em um só lugar.

Antes, o Google Chat costumava apagar textos não enviados quando o usuário alternava entre conversas ou saía do app. Agora, os rascunhos ficam salvos por até 30 dias, mesmo que a mensagem não seja enviada imediatamente. 

As mensagens não enviadas continuam salvas na caixa de composição da conversa, exatamente de onde o usuário parou. Assim, basta abrir o chat novamente para retomar a escrita. A nova função pode ser útil para situações em que uma mensagem exige mais tempo para ser escrita, como feedbacks, atualizações de projetos e relatórios. 

Google Chat

O recurso já está disponível no Google Chat?

A distribuição dos rascunhos persistentes já começou na versão web do Google Chat. No Android e no iOS, a novidade será liberada de forma gradual nas próximas semanas, com previsão de conclusão até 28 de setembro de 2026.

A função está disponível para clientes do Google Workspace, assinantes do Workspace Individual e usuários com contas pessoais do Google.

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OpenAI usou mil robôs para decifrar equação centenária dos fluidos

A OpenAI afirma ter encontrado uma solução gerada por inteligência artificial para um dos problemas mais difíceis da matemática: as equações de Navier-Stokes. O conjunto de equações, formulado há cerca de 200 anos, descreve o comportamento de fluidos, como água e ar, e ainda guarda questões matemáticas sem resposta.

Para enfrentar o desafio, a empresa mobilizou mais de 1.000 agentes de IA, que trabalharam por mais de 50 horas consecutivas. O esforço resultou em uma prova matemática completa, formalizada na linguagem de programação Lean. Segundo a OpenAI, o trabalho mostra como sistemas de inteligência artificial podem contribuir para pesquisas de matemática fundamental.

A operação, no entanto, exigiu um volume elevado de recursos computacionais. Mark Chen, chefe de pesquisa da OpenAI, afirmou que o custo ficou “na casa dos milhões de dólares”. Sebastien Bubeck, pesquisador da empresa, disse que o esforço foi intensificado em 28 de agosto, após surgirem rumores de que a Anthropic estaria próxima de apresentar uma solução para o problema.

As equações de Navier-Stokes estão entre os sete Problemas do Milênio definidos pelo Clay Mathematics Institute. Cada solução comprovada de um desses desafios rende um prêmio de US$ 1 milhão.

OpenAI

Solução da OpenAI é alvo de questionamentos

O matemático Tristan Buckmaster, da Universidade de Nova York (NYU), e Levent Alpöge, pesquisador da Anthropic, afirmam que a OpenAI teve uma postura predatória ao tomar conhecimento do trabalho desenvolvido pela dupla. Segundo Buckmaster, a empresa teria tentado interferir na atribuição dos créditos e chegou a sugerir que a descoberta fosse publicada em nome de um modelo interno da OpenAI, sem incluir Alpöge entre os autores. Já Sebastien Bubeck contestou publicamente essa afirmação nas redes sociais e negou que a empresa tenha sugerido retirar Alpöge da autoria.

A controvérsia também envolve a possibilidade de a OpenAI ter usado informações relacionadas ao desenvolvimento da pesquisa dos acadêmicos. Tristan Buckmaster e Levent Alpöge utilizaram diferentes modelos de inteligência artificial no trabalho, incluindo o Claude, da Anthropic, e o Codex, da própria OpenAI. Buckmaster questionou se a empresa teria acessado registros de uso do Codex para acompanhar o avanço da pesquisa e orientar o trabalho de seus próprios agentes. 

A OpenAI nega ter acessado prompts ou registros privados antes da divulgação pública do trabalho dos pesquisadores. A empresa, porém, reconheceu em uma publicação oficial que dados desidentificados gerados pelo uso de seus produtos podem ter sido utilizados no treinamento e no aprimoramento de seus modelos.

OpenAI

OpenAI nega ter usado o trabalho dos pesquisadores

Em resposta às acusações, o CEO da OpenAI, Sam Altman, defendeu a equipe, enquanto Bubeck negou que a empresa tenha usado os dados dos pesquisadores. Já Ven Chandrasekaran, outro matemático da OpenAI, afirmou que a solução produzida pelos agentes da empresa é “significativamente diferente em natureza” daquela apresentada por Alpöge e Buckmaster. 

Bubeck também parabenizou os pesquisadores pelo trabalho e classificou a conquista como “monumental”, reconhecendo a prioridade da dupla na resolução das equações de Euler não forçadas. O trabalho da OpenAI, por outro lado, envolve as equações de Navier-Stokes. A diferença entre os sistemas de equações abordados por cada equipe é justamente um dos pontos que sustentam a afirmação de que os trabalhos têm naturezas matemáticas distintas.

A disputa agora envolve a validade da solução apresentada pela OpenAI e questões sobre autoria, acesso a dados e os limites éticos do uso de inteligência artificial na pesquisa acadêmica. A confirmação matemática independente da prova será fundamental para determinar se o trabalho realmente resolve o problema proposto pelo Clay Mathematics Institute.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Com riscos de segurança, quem pode usar o GPT-6 Astra da OpenAI?”.

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OpenAI usou mil robôs para decifrar equação centenária dos fluidos

A OpenAI afirma ter encontrado uma solução gerada por inteligência artificial para um dos problemas mais difíceis da matemática: as equações de Navier-Stokes. O conjunto de equações, formulado há cerca de 200 anos, descreve o comportamento de fluidos, como água e ar, e ainda guarda questões matemáticas sem resposta.

Para enfrentar o desafio, a empresa mobilizou mais de 1.000 agentes de IA, que trabalharam por mais de 50 horas consecutivas. O esforço resultou em uma prova matemática completa, formalizada na linguagem de programação Lean. Segundo a OpenAI, o trabalho mostra como sistemas de inteligência artificial podem contribuir para pesquisas de matemática fundamental.

A operação, no entanto, exigiu um volume elevado de recursos computacionais. Mark Chen, chefe de pesquisa da OpenAI, afirmou que o custo ficou “na casa dos milhões de dólares”. Sebastien Bubeck, pesquisador da empresa, disse que o esforço foi intensificado em 28 de agosto, após surgirem rumores de que a Anthropic estaria próxima de apresentar uma solução para o problema.

As equações de Navier-Stokes estão entre os sete Problemas do Milênio definidos pelo Clay Mathematics Institute. Cada solução comprovada de um desses desafios rende um prêmio de US$ 1 milhão.

OpenAI

Solução da OpenAI é alvo de questionamentos

O matemático Tristan Buckmaster, da Universidade de Nova York (NYU), e Levent Alpöge, pesquisador da Anthropic, afirmam que a OpenAI teve uma postura predatória ao tomar conhecimento do trabalho desenvolvido pela dupla. Segundo Buckmaster, a empresa teria tentado interferir na atribuição dos créditos e chegou a sugerir que a descoberta fosse publicada em nome de um modelo interno da OpenAI, sem incluir Alpöge entre os autores. Já Sebastien Bubeck contestou publicamente essa afirmação nas redes sociais e negou que a empresa tenha sugerido retirar Alpöge da autoria.

A controvérsia também envolve a possibilidade de a OpenAI ter usado informações relacionadas ao desenvolvimento da pesquisa dos acadêmicos. Tristan Buckmaster e Levent Alpöge utilizaram diferentes modelos de inteligência artificial no trabalho, incluindo o Claude, da Anthropic, e o Codex, da própria OpenAI. Buckmaster questionou se a empresa teria acessado registros de uso do Codex para acompanhar o avanço da pesquisa e orientar o trabalho de seus próprios agentes. 

A OpenAI nega ter acessado prompts ou registros privados antes da divulgação pública do trabalho dos pesquisadores. A empresa, porém, reconheceu em uma publicação oficial que dados desidentificados gerados pelo uso de seus produtos podem ter sido utilizados no treinamento e no aprimoramento de seus modelos.

OpenAI

OpenAI nega ter usado o trabalho dos pesquisadores

Em resposta às acusações, o CEO da OpenAI, Sam Altman, defendeu a equipe, enquanto Bubeck negou que a empresa tenha usado os dados dos pesquisadores. Já Ven Chandrasekaran, outro matemático da OpenAI, afirmou que a solução produzida pelos agentes da empresa é “significativamente diferente em natureza” daquela apresentada por Alpöge e Buckmaster. 

Bubeck também parabenizou os pesquisadores pelo trabalho e classificou a conquista como “monumental”, reconhecendo a prioridade da dupla na resolução das equações de Euler não forçadas. O trabalho da OpenAI, por outro lado, envolve as equações de Navier-Stokes. A diferença entre os sistemas de equações abordados por cada equipe é justamente um dos pontos que sustentam a afirmação de que os trabalhos têm naturezas matemáticas distintas.

A disputa agora envolve a validade da solução apresentada pela OpenAI e questões sobre autoria, acesso a dados e os limites éticos do uso de inteligência artificial na pesquisa acadêmica. A confirmação matemática independente da prova será fundamental para determinar se o trabalho realmente resolve o problema proposto pelo Clay Mathematics Institute.

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Google Tradutor ganha atualização que muda jeito de usar o app no celular; veja

O Google anunciou novas funções para o Google Tradutor no Android e no iOS. As atualizações melhoram a tradução de áudio em tempo real, com recursos que deixam o uso mais prático em viagens, conversas e situações do dia a dia.

No Android, a principal novidade é a possibilidade de continuar usando o Live Translate em segundo plano. Assim, a tradução não é interrompida quando o usuário bloqueia a tela ou troca de aplicativo para consultar um mapa, uma reserva ou outra informação.

Segundo o Google, mais de um terço das sessões de tradução em tempo real dura mais de cinco minutos. Por isso, a novidade pode ser útil em conversas longas ou durante eventos, quando manter o Tradutor aberto na tela nem sempre é conveniente. O recurso já está disponível no Android e deve chegar ao iPhone em breve.

Google Tradutor app

Google Tradutor ganha modo de escuta no iPhone

No iOS, a principal novidade é o modo de escuta, que já estava disponível no Android. Com ele, o usuário pode ouvir a tradução pelo alto-falante auricular do iPhone (o mesmo usado para chamadas normais), sem a necessidade de conectar fones de ouvido ou de usar o viva-voz do aparelho. A função foi liberada globalmente para os usuários do iOS.

Para usar a função, basta aproximar o celular do ouvido, como em uma ligação. Isso pode ser útil em lugares movimentados, como aeroportos, ou durante tours guiados, quando o barulho do ambiente pode atrapalhar a compreensão do áudio.

O Live Translate do Google Tradutor oferece tradução de áudio em tempo quase real para mais de 70 idiomas. Com as novas funções, o aplicativo ganha mais flexibilidade para situações em que o usuário precisa ouvir uma tradução enquanto faz outras tarefas no celular.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “'Modo Duolingo': veja como aprender idiomas com o Google Tradutor”.

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Google Tradutor ganha atualização que muda jeito de usar o app no celular; veja

O Google anunciou novas funções para o Google Tradutor no Android e no iOS. As atualizações melhoram a tradução de áudio em tempo real, com recursos que deixam o uso mais prático em viagens, conversas e situações do dia a dia.

No Android, a principal novidade é a possibilidade de continuar usando o Live Translate em segundo plano. Assim, a tradução não é interrompida quando o usuário bloqueia a tela ou troca de aplicativo para consultar um mapa, uma reserva ou outra informação.

Segundo o Google, mais de um terço das sessões de tradução em tempo real dura mais de cinco minutos. Por isso, a novidade pode ser útil em conversas longas ou durante eventos, quando manter o Tradutor aberto na tela nem sempre é conveniente. O recurso já está disponível no Android e deve chegar ao iPhone em breve.

Google Tradutor app

Google Tradutor ganha modo de escuta no iPhone

No iOS, a principal novidade é o modo de escuta, que já estava disponível no Android. Com ele, o usuário pode ouvir a tradução pelo alto-falante auricular do iPhone (o mesmo usado para chamadas normais), sem a necessidade de conectar fones de ouvido ou de usar o viva-voz do aparelho. A função foi liberada globalmente para os usuários do iOS.

Para usar a função, basta aproximar o celular do ouvido, como em uma ligação. Isso pode ser útil em lugares movimentados, como aeroportos, ou durante tours guiados, quando o barulho do ambiente pode atrapalhar a compreensão do áudio.

O Live Translate do Google Tradutor oferece tradução de áudio em tempo quase real para mais de 70 idiomas. Com as novas funções, o aplicativo ganha mais flexibilidade para situações em que o usuário precisa ouvir uma tradução enquanto faz outras tarefas no celular.

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Sem dar o "visto": WhatsApp agora mostra foto em miniatura antes de você abrir conversa

O WhatsApp começou a liberar um recurso que mostra miniaturas de fotos, vídeos e figurinhas na lista de conversas. A novidade, que já estava disponível no Android, chega agora ao iOS e permite identificar fotos, vídeos e figurinhas sem precisar abrir o chat. 

Antes, a tela principal do aplicativo mostrava apenas indicações genéricas como "Foto", "Vídeo" ou "Figurinha" quando uma dessas mídias era a última mensagem recebida. Se você recebesse fotos em chats diferentes, por exemplo, todos exibiam o mesmo texto sem distinção. Com a atualização, uma pequena prévia aparece ao lado do rótulo, facilitando a identificação imediata do conteúdo sem precisar entrar na conversa.

Vale ressaltar que a miniatura é exibida quando a mídia é a mensagem mais recente daquele chat. O novo recurso não altera o layout da lista de conversas e é extremamente útil para quem quer conferir rapidamente o que recebeu sem marcar a mensagem como lida. Embora o WhatsApp já permitisse uma prévia ao tocar e segurar uma conversa, agora a visualização é direta.

WhatsApp

A miniatura de fotos já está disponível no WhatsApp?

Sim. O recurso está em distribuição gradual no iOS e foi identificado na versão 26.34.74, disponível na App Store. No Android, a novidade já havia aparecido anteriormente em versões beta, como a 2.26.32.11. 

Mesmo com o aplicativo atualizado, porém, a função pode ainda não aparecer para todos. O WhatsApp costuma liberar novos recursos aos poucos, e a disponibilidade pode levar algumas semanas para alcançar toda a base de usuários.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Como configurar o WhatsApp para mandar fotos e vídeos sempre em HD”.

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Sem dar o "visto": WhatsApp agora mostra foto em miniatura antes de você abrir conversa

O WhatsApp começou a liberar um recurso que mostra miniaturas de fotos, vídeos e figurinhas na lista de conversas. A novidade, que já estava disponível no Android, chega agora ao iOS e permite identificar fotos, vídeos e figurinhas sem precisar abrir o chat. 

Antes, a tela principal do aplicativo mostrava apenas indicações genéricas como "Foto", "Vídeo" ou "Figurinha" quando uma dessas mídias era a última mensagem recebida. Se você recebesse fotos em chats diferentes, por exemplo, todos exibiam o mesmo texto sem distinção. Com a atualização, uma pequena prévia aparece ao lado do rótulo, facilitando a identificação imediata do conteúdo sem precisar entrar na conversa.

Vale ressaltar que a miniatura é exibida quando a mídia é a mensagem mais recente daquele chat. O novo recurso não altera o layout da lista de conversas e é extremamente útil para quem quer conferir rapidamente o que recebeu sem marcar a mensagem como lida. Embora o WhatsApp já permitisse uma prévia ao tocar e segurar uma conversa, agora a visualização é direta.

WhatsApp

A miniatura de fotos já está disponível no WhatsApp?

Sim. O recurso está em distribuição gradual no iOS e foi identificado na versão 26.34.74, disponível na App Store. No Android, a novidade já havia aparecido anteriormente em versões beta, como a 2.26.32.11. 

Mesmo com o aplicativo atualizado, porém, a função pode ainda não aparecer para todos. O WhatsApp costuma liberar novos recursos aos poucos, e a disponibilidade pode levar algumas semanas para alcançar toda a base de usuários.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Como configurar o WhatsApp para mandar fotos e vídeos sempre em HD”.

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WhatsApp testa chamadas por voz para quem não tem o app instalado

O WhatsApp está desenvolvendo as Guest Calls, função que permitirá fazer chamadas de voz com pessoas que não têm o aplicativo instalado ou uma conta na plataforma, segundo informações do WABetaInfo. A novidade ainda está em desenvolvimento e não foi liberada para testes, inclusive nas versões beta do mensageiro para Android e iOS.

A ferramenta é baseada na tecnologia dos Guest Chats, recurso apresentado recentemente pelo WhatsApp, e funciona a partir de um link gerado pelo anfitrião na aba “Chamadas”. Depois de escolher o tipo de conferência, ele pode compartilhar o endereço com outra pessoa, que será direcionada para uma interface do WhatsApp Web no navegador. Dessa forma, o convidado poderá participar da conversa sem criar uma conta ou fornecer dados pessoais.

Embora compartilhem a mesma tecnologia de base, os Guest Chats e as Guest Calls têm funcionamentos diferentes. Nos chats, as mensagens podem ser trocadas em momentos diferentes e a conversa permanece disponível por até 10 dias de inatividade. Já as Guest Calls acontecem em tempo real e a sessão é encerrada assim que a chamada termina. 

WhatsApp genérica 3

A entrada de quem não tem conta dependerá da aprovação manual do anfitrião. A medida ajuda a evitar que pessoas indesejadas acessem a conversa por meio do link. Como o WhatsApp não consegue verificar a identidade de quem abre o endereço, a aprovação do anfitrião funciona como uma camada adicional de controle. 

O sistema também deve criar um identificador exclusivo para cada sessão e usá-lo na chave de criptografia de ponta a ponta. O responsável pela chamada poderá remover participantes ou encerrar a conversa para todos a qualquer momento. Se for excluído, o convidado não poderá mais tentar reingressar na chamada.

Quando o recurso será lançado?

Ainda não há previsão para o lançamento das chamadas para convidados. A função foi identificada em estágio de desenvolvimento interno e não está disponível para o público geral ou para participantes do programa Beta. O WhatsApp também não divulgou quando pretende liberar a novidade em uma atualização futura. 

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “É seguro usar Guest Chats do WhatsApp? O que muda ao falar com convidados”.

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WhatsApp testa chamadas por voz para quem não tem o app instalado

O WhatsApp está desenvolvendo as Guest Calls, função que permitirá fazer chamadas de voz com pessoas que não têm o aplicativo instalado ou uma conta na plataforma, segundo informações do WABetaInfo. A novidade ainda está em desenvolvimento e não foi liberada para testes, inclusive nas versões beta do mensageiro para Android e iOS.

A ferramenta é baseada na tecnologia dos Guest Chats, recurso apresentado recentemente pelo WhatsApp, e funciona a partir de um link gerado pelo anfitrião na aba “Chamadas”. Depois de escolher o tipo de conferência, ele pode compartilhar o endereço com outra pessoa, que será direcionada para uma interface do WhatsApp Web no navegador. Dessa forma, o convidado poderá participar da conversa sem criar uma conta ou fornecer dados pessoais.

Embora compartilhem a mesma tecnologia de base, os Guest Chats e as Guest Calls têm funcionamentos diferentes. Nos chats, as mensagens podem ser trocadas em momentos diferentes e a conversa permanece disponível por até 10 dias de inatividade. Já as Guest Calls acontecem em tempo real e a sessão é encerrada assim que a chamada termina. 

WhatsApp genérica 3

A entrada de quem não tem conta dependerá da aprovação manual do anfitrião. A medida ajuda a evitar que pessoas indesejadas acessem a conversa por meio do link. Como o WhatsApp não consegue verificar a identidade de quem abre o endereço, a aprovação do anfitrião funciona como uma camada adicional de controle. 

O sistema também deve criar um identificador exclusivo para cada sessão e usá-lo na chave de criptografia de ponta a ponta. O responsável pela chamada poderá remover participantes ou encerrar a conversa para todos a qualquer momento. Se for excluído, o convidado não poderá mais tentar reingressar na chamada.

Quando o recurso será lançado?

Ainda não há previsão para o lançamento das chamadas para convidados. A função foi identificada em estágio de desenvolvimento interno e não está disponível para o público geral ou para participantes do programa Beta. O WhatsApp também não divulgou quando pretende liberar a novidade em uma atualização futura. 

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “É seguro usar Guest Chats do WhatsApp? O que muda ao falar com convidados”.

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Android prepara "trava anti-nude" para borrar e impedir envio de fotos íntimas

O Android está desenvolvendo uma nova camada de proteção para identificar e desfocar imagens e vídeos com nudez. Chamada Sensitive Content Warning (Aviso de Conteúdo Sensível), a ferramenta foi encontrada pelo Android Authority em uma análise do código do Android 17 QPR2 Beta 4 e deve ser integrada ao Seletor de Fotos do sistema.

A novidade amplia uma proteção que já existe no Google Mensagens, onde imagens consideradas explícitas podem aparecer desfocadas com um alerta antes da visualização. Com a integração ao Seletor de Fotos, outros aplicativos que usam o seletor nativo do Android poderão contar com a mesma camada de segurança. 

Segundo as informações encontradas no código, a classificação acontece localmente e o conteúdo analisado não é enviado ao Google. A proposta é reduzir o risco de visualização ou compartilhamento acidental de imagens íntimas.

A função ainda está em desenvolvimento no Android 17 e pode sofrer mudanças até o lançamento. O Google também não confirmou uma data para a chegada do Sensitive Content Warning ao Seletor de Fotos. 

Android mascote 4

Como vai funcionar a "trava anti-nude" no seletor de fotos do Android?

A ferramenta usa o Android System SafetyCore para identificar nudez em fotos e vídeos selecionados pelo Photo Picker. Quando uma mídia for classificada como sensível, o aplicativo poderá exibir um aviso antes que ela seja visualizada ou compartilhada. No Google Mensagens, que já conta com uma proteção semelhante, imagens explícitas recebidas aparecem desfocadas e precisam de uma confirmação para serem abertas. 

Com a integração do SafetyCore ao Seletor de Fotos, os desenvolvedores de aplicativos não precisarão gastar tempo e recursos para criar suas próprias ferramentas de moderação de conteúdo. Eles poderão “pegar emprestado” o sistema de proteção de privacidade que já vem integrado ao Android. 

Além disso, a ativação varia de acordo com a idade e o tipo de conta. Crianças com contas supervisionadas têm a proteção ativada por padrão e de forma obrigatória no Google Mensagens, enquanto adolescentes de 13 a 17 anos também podem contar com o recurso, mas os responsáveis podem desativá-lo. Para adultos, a função é opcional e precisa ser ativada nas configurações. 

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “5 recursos prometidos para o Android 17 esquecidos no lançamento”.

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O que é e como funciona o WhatsApp Plus

O WhatsApp Plus é uma assinatura paga oficial da Meta que adiciona recursos extras ao WhatsApp. Diferentemente das versões modificadas e não oficiais que usam o mesmo nome, o serviço é integrado ao aplicativo original e foi criado para oferecer mais opções de personalização e organização das conversas.

A assinatura é opcional e não muda o funcionamento básico do mensageiro. Quem não contratar o plano continua com acesso às principais funções do WhatsApp normalmente.

Os recursos e a disponibilidade podem variar conforme a região e o tipo de conta. As condições da assinatura são apresentadas ao usuário antes da confirmação da contratação.

A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • O que é e como funciona o WhatsApp Plus?

  • Quais são os recursos do WhatsApp Plus?

  • Quanto custa assinar o WhatsApp Plus?

  • Como assinar o WhatsApp Plus?

WhatsApp

O que é e como funciona o WhatsApp Plus?

O WhatsApp Plus é uma assinatura mensal que adiciona recursos de personalização e organização às contas pessoais do mensageiro. Para assinar, é necessário:

  • Ter um número de telefone de um país onde o WhatsApp Plus esteja disponível;

  • Possuir uma conta ativa do WhatsApp Messenger;

  • Aceitar os Termos de Serviço de Assinatura da Meta;

  • Seguir os Padrões da Comunidade do WhatsApp.

A contratação e o gerenciamento da assinatura são feitos pelo aplicativo para Android ou iPhone, a partir das configurações. O plano fica vinculado à conta que realizou a compra e deve ser gerenciado na mesma plataforma em que foi contratado.

WhatsApp

Quais são os recursos do WhatsApp Plus?

O WhatsApp Plus reúne funções focadas na personalização do aplicativo e na organização das conversas. As mudanças visuais ficam restritas ao assinante, portanto, os contatos não veem os temas ou ícones escolhidos por ele. Entre os recursos estão:

  • Fixar mais conversas: permite fixar até 20 conversas no topo da lista;

  • Temas e ícones exclusivos: adiciona novas cores, temas, planos de fundo e opções de ícones para o aplicativo;

  • Figurinhas com efeitos especiais: oferece figurinhas com efeitos de tela cheia e identificação do WhatsApp Plus;

  • Toques exclusivos: permite definir toques especiais para contatos específicos;

  • Listas de conversas personalizadas: adiciona alertas, toques e temas próprios para diferentes listas de conversas.

WhatsApp

Quanto custa assinar o WhatsApp Plus?

No Brasil, o WhatsApp Plus custa R$ 7 por mês. A assinatura funciona com renovação automática, então a cobrança é repetida mensalmente enquanto o plano permanecer ativo. 

Por exemplo, quem contratar o WhatsApp Plus em 15 de agosto terá a próxima cobrança prevista para todo dia 15 dos próximos meses. 

Como assinar o WhatsApp Plus?

Para assinar o WhatsApp Plus, basta seguir o passo a passo abaixo:

  1. Abra o WhatsApp no celular;

  2. Toque no ícone de três pontos;

  3. Selecione “Configurações”;

  4. Acesse “Assinaturas”;

  5. Toque em “WhatsApp Plus”;

  6. Siga as instruções exibidas na tela para concluir a assinatura.

Passos para assinar o WhatsApp Plus

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “WhatsApp Plus vale a pena? Veja prós e contras da assinatura”. 

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União Europeia força Big Techs a rotularem conteúdo feito por IA

A União Europeia começou a aplicar novas regras de transparência para conteúdos criados ou modificados por inteligência artificial (IA). O Artigo 50 do AI Act, que entrou em vigor em 2 de agosto, determina que empresas identifiquem imagens, vídeos e áudios gerados por IA quando eles puderem ser confundidos com conteúdos reais.

A regra também abrange determinados textos produzidos ou manipulados por IA sobre assuntos de interesse público, caso não tenham passado por revisão humana ou controle editorial. A medida coloca a UE entre as regiões com regras mais rígidas para identificar conteúdos sintéticos.

O descumprimento pode resultar em multas de até 15 milhões de euros ou 3% do faturamento anual mundial da empresa. Como grandes laboratórios de IA operam em diversos mercados e o custo é alto para manter modelos ou versões de produtos diferentes para cada região, as exigências europeias também podem influenciar a forma como essas tecnologias são usadas fora do bloco.

Chatbots de IA - Gemini ChatGPT e Copilot

Como funciona a regra da UE sobre marca d'água em conteúdo de IA?

A legislação não determina uma tecnologia específica para fazer a identificação. Em vez disso, ela exige que a origem sintética do conteúdo possa ser reconhecida. Assim, empresas de IA podem recorrer a diferentes métodos. 

Uma das opções são as marcas d'água invisíveis, inseridas em imagens, vídeos ou áudios. O SynthID, do Google, é um exemplo dessa tecnologia. Como o sinal fica incorporado ao próprio conteúdo, ele pode continuar presente depois de algumas alterações, como cortes ou compressão. 

Outra possibilidade é usar metadados, que registram informações sobre a origem do arquivo. O método é semelhante aos dados EXIF encontrados em fotografias digitais, mas tem uma desvantagem: essas informações podem desaparecer quando o arquivo é editado, convertido ou publicado em determinadas plataformas. 

A UE também estabelece formas visuais de identificação para conteúdos gerados ou modificados por IA. Os rótulos devem aparecer de maneira clara quando o usuário entra em contato com o material. Já em conteúdos artísticos, criativos, satíricos ou de ficção, a exigência é adaptada: o aviso sobre o uso de IA precisa informar o público, mas sem prejudicar a apresentação ou a fruição da obra.

Quais são os principais rótulos?

As diretrizes diferenciam conteúdos totalmente gerados por IA daqueles que foram apenas modificados. Entre os exemplos estão:

  • AI: indica que houve participação de IA na criação ou alteração do conteúdo, como em um deepfake com voz ou imagem artificial;

  • AI GENERATED: usado quando o conteúdo foi produzido integralmente por IA, como um vídeo fictício de um político ou uma música criada por IA;

  • AI MODIFIED: identifica conteúdos originalmente feitos por humanos que foram modificados por IA, como uma troca de rosto em uma foto real.

Por que a UE está exigindo marca d’água nos conteúdos de IA?

A principal preocupação é reduzir o impacto de desinformação, golpes e deepfakes. Com modelos de IA cada vez mais capazes de produzir imagens, vozes e vídeos convincentes, fica difícil para uma pessoa identificar sozinha se determinado material é autêntico.

A identificação também busca facilitar a rastreabilidade do conteúdo. Em vez de depender apenas da percepção do usuário, plataformas e ferramentas podem usar sinais incorporados ao arquivo ou informações de procedência para verificar se houve participação de IA.

Chatbots de IA

Rotulagem não resolve todos os problemas

Ainda assim, a rotulagem não resolve todos os problemas, pois marcas d'água podem ser prejudicadas por alterações no arquivo, capturas de tela, recodificação ou processamento por outros modelos de IA.

Também não existe um padrão universal compartilhado entre as empresas de tecnologia. Um sinal de procedência inserido pela ferramenta de uma empresa pode não ser reconhecido pelo sistema de detecção de outra companhia ou por determinada rede social, o que limita a eficácia da rastreabilidade. 

Esse cenário é conhecido como problema da assimetria: as regras de rotulagem funcionam bem para identificar e catalogar conteúdos sintéticos criados por usuários comuns em plataformas, como OpenAI, Google e Anthropic. Porém, têm eficácia limitada contra campanhas intencionais de desinformação, nas quais os responsáveis podem usar sistemas modificados ou remover as marcações de IA. 

Chatbots de IA - Gemini e ChatGPT

Outro risco é o chamado efeito bumerangue. Se os usuários começarem a confiar demais nos rótulos, podem interpretar qualquer conteúdo sem identificação como verdadeiro. Isso criaria uma falsa sensação de segurança justamente nos materiais produzidos por quem não segue as regras.

Por isso, a identificação deve funcionar como uma camada adicional de proteção, e não como uma garantia de autenticidade. A capacidade de avaliar a fonte, o contexto e possíveis inconsistências continua importante mesmo com a adoção das novas regras.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “É VERDADE que as imagens geradas por IA têm marca d’água oculta que você não vê”.

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Novos recursos do WhatsApp blindam contas de spam e golpes; veja como funciona

O WhatsApp anunciou novas ferramentas de segurança para reforçar a proteção contra invasões, spam e golpes. As novidades incluem melhorias na verificação em duas etapas, suporte ampliado às chaves de acesso e informações extras sobre chamadas de números desconhecidos.

Os recursos já começaram a ser distribuídos globalmente para usuários de Android e iOS, mas o contexto adicional para chamadas desconhecidas, por enquanto, está disponível para celulares Android.

As mudanças complementam a criptografia de ponta a ponta do WhatsApp e buscam dificultar estratégias comuns usadas por criminosos, principalmente aquelas que exploram a pressa e a falta de informações para convencer vítimas.

WhatsApp

Como funcionam os novos recursos de segurança do WhatsApp?

A atualização traz três recursos focados na proteção da conta e na identificação de possíveis tentativas de golpe:

  1. Chaves de acesso (passkeys);

  2. Verificação em duas etapas mais forte;

  3. Contexto de chamadas desconhecidas.

1. Chaves de acesso (passkeys)

As chaves de acesso permitem entrar na conta do WhatsApp usando os mecanismos de segurança já disponíveis no celular, como impressão digital, reconhecimento facial ou o código de desbloqueio do aparelho. Hoje, mais de um bilhão de pessoas já configuraram e estão protegidas por passkeys no mensageiro.

A tecnologia reduz a dependência de códigos enviados por SMS e dificulta ataques de engenharia social, já que a autenticação fica vinculada ao dispositivo e ao método de desbloqueio escolhido pelo usuário.

Também é possível configurar mais de uma chave de acesso na mesma conta, tanto no Android quanto no iOS. Para configurar o recurso, basta acessar: Configurações > Conta > Chaves de acesso.

WhatsApp

2. Verificação em duas etapas mais forte

O WhatsApp também reforçou a verificação em duas etapas, recurso que adiciona uma camada extra de proteção à conta mesmo quando outra pessoa consegue obter o código de ativação enviado por SMS.

Antes, a ferramenta utilizava um PIN de seis dígitos. Agora, os usuários podem criar senhas mais longas, com combinação de letras, números e caracteres especiais.

A mudança aumenta a complexidade da senha e dificulta tentativas de adivinhação. Quem ainda usa combinações simples, como “123456”, pode aproveitar a atualização para escolher uma senha mais forte.

WhatsApp

3. Contexto de chamadas desconhecidas

Outro recurso novo adiciona mais informações quando o usuário recebe uma ligação de um número que não está salvo na agenda. A função está sendo disponibilizada inicialmente para Android.

Durante a chamada, o WhatsApp poderá informar se o número é de outro país e se existe algum grupo em comum entre quem liga e quem recebe a ligação.

A proposta é dar mais contexto antes de o usuário decidir se atende ou não. Isso pode ajudar principalmente em situações nas quais golpistas tentam criar um senso de urgência para convencer a vítima a agir rapidamente.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por saber como deixar o WhatsApp mais seguro.

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OpenAI volta a colocar "trava" de 5 horas no ChatGPT Plus; por quê?

A OpenAI restabeleceu, a partir desta terça-feira (25), o limite de uso de cinco horas para assinantes do ChatGPT Plus. A mudança afeta especificamente o ChatGPT Work e o Codex e encerra uma flexibilização temporária adotada em 12 de julho. 

Na época, a empresa havia removido a janela de cinco horas para que os usuários consumissem apenas a cota semanal global. Agora, o limite volta a funcionar como uma camada adicional de controle para as ferramentas que exigem maior capacidade computacional. 

A mudança não interrompe as conversas convencionais no ChatGPT. Caso o usuário atinja o limite de cinco horas no ChatGPT Work ou no Codex, será necessário esperar o reinício da janela ou comprar créditos adicionais para continuar usando os recursos. 

ChatGPT Work

Por que o ChatGPT voltou a colocar trava no ChatGPT Plus?

Em uma publicação no X, Thibault Sottiaux, líder de engenharia da OpenAI, disse que a decisão de restabelecer a janela de cinco horas tem dois objetivos principais: ajudar a administrar a demanda por infraestrutura e evitar que usuários consumam uma grande parte da cota semanal em uma única sessão. 

A janela de cinco horas ajuda a distribuir o uso intensivo dos recursos computacionais ao longo do tempo. Com uma demanda previsível, a OpenAI consegue manter as cotas semanais em níveis mais altos para os assinantes. O mecanismo se concentra principalmente em ferramentas usadas para projetos longos e tarefas de programação, que exigem maior capacidade de processamento.

A OpenAI também identificou que alguns usuários, principalmente novos assinantes ou pessoas com uso casual, consumiam uma parte significativa da cota semanal em uma única sessão prolongada. Como consequência, essas pessoas podiam ficar vários dias sem acesso aos recursos após atingir o limite semanal. A janela de cinco horas busca evitar esse cenário ao dividir o consumo em períodos menores.

Assim, o ChatGPT Plus vai ter dois tipos de restrição agora:

  • Limite por janela: ao atingir a cota disponível no período de cinco horas, o usuário precisa aguardar o reinício da janela;

  • Limite semanal: estabelece a quantidade total de recursos que pode ser usada durante a semana.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Qual é o limite para gerar imagens no ChatGPT gratuito? Entenda”.

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Chegou para você? YouTube testa novo visual do player de vídeo no Android

O YouTube começou a testar uma nova interface de controle de reprodução no aplicativo para Android. A mudança melhora o feedback visual ao usar o gesto de toque duplo para avançar ou voltar em um vídeo. 

Atualmente, o toque duplo nas laterais da tela faz o vídeo avançar ou retroceder, mas a barra de progresso não aparece para indicar visualmente o deslocamento. No novo teste, a linha do tempo aparece com um indicador vermelho que mostra a quantidade de tempo pulada, facilitando a visualização da posição no vídeo.

Esse novo visual foi observado pelo Android Authority nos aparelhos Pixel 11 Pro, Pixel 10 Pro e Galaxy Z Fold 7, todos rodando a versão estável v21.33 do YouTube, mas ainda não aparece para todos. Como se trata de um teste, a interface ainda pode sofrer alterações antes de chegar a todos os usuários.

Vale ressaltar que a mudança não altera a navegação manual pela barra de reprodução. Ao deslizar o dedo pela linha do tempo para procurar outro trecho do vídeo, o funcionamento continua exatamente como antes, com a interface mostrando o tempo correspondente ao ponto selecionado.

YouTube logo 2

YouTube testa mudanças na interface

A novidade faz parte de uma série de experimentos recentes na interface do YouTube. A plataforma também testou a remoção de rótulos de texto dos controles exibidos abaixo dos vídeos e indicou mudanças nas áreas de biblioteca e conta.

O YouTube também revelou recentemente que planeja um player imersivo com visual mais limpo. Não há confirmação de que o novo indicador de avanço esteja relacionado a essa proposta, mas a mudança segue uma direção semelhante, com menos elementos fixos na tela e informações apresentadas apenas durante a interação.

Por enquanto, o recurso continua restrito a parte dos usuários. Mesmo com a versão v21.33 instalada, alguns aparelhos podem exibir a interface antiga. Como acontece com outros testes do YouTube, a novidade pode ser ampliada, modificada ou retirada antes de um lançamento definitivo.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Como assistir a vídeos no YouTube em janela flutuante no PC”.

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Spotify começa a testar botão que está preocupando criadores de podcasts

O Spotify começou a testar uma nova função chamada “Skip ahead” (Pular para frente), que permite avançar por blocos inteiros de podcasts com apenas um toque. O recurso pode ser usado para ignorar anúncios, introduções, mensagens de patrocínio ou assinaturas premium dos próprios criadores, algo que preocupa produtores e empresas que dependem da publicidade para financiar seus programas. 

Segundo informações do site Podnews, o teste está disponível para um grupo selecionado de assinantes Premium nos Estados Unidos e no Reino Unido. A novidade funciona como uma alternativa ao tradicional botão de avanço de 15 segundos, já que identifica segmentos do episódio e leva o ouvinte ao início do próximo trecho de conteúdo. 

O botão aparece em formato de pílula ao lado do controle de capítulos, acima do título do podcast. De acordo com o Podnews, o recurso foi identificado em programas de redes, como o New York Times e a Acast, além de produções do próprio Spotify, como o Bill Simmons Show. 

spotify capa

Por que o botão preocupa os criadores?

A principal preocupação está no possível impacto sobre a publicidade. Embora os ouvintes já possam avançar manualmente pelos anúncios usando o botão de 15 segundos, o processo exige vários toques. Com o Skip ahead, toda essa etapa pode ser reduzida a um único comando.

O receio aumenta quando se considera o tamanho do Spotify entre as plataformas de podcasts. O serviço responde por pelo menos 25,6% dos downloads de podcasts no mundo e lidera em participação em diversos países. Por isso, uma mudança no modo como os usuários consomem anúncios pode afetar uma parcela significativa da audiência.

Spotify

Dados da empresa de análise Bumper indicam que menos de 10% dos intervalos comerciais são pulados manualmente pelos ouvintes. A facilidade proporcionada pelo novo recurso pode aumentar esse índice e reduzir a exposição das campanhas publicitárias.

Para produtores independentes e grandes redes, a mudança pode representar uma queda no valor dos anúncios caso as marcas percebam que suas mensagens estão sendo ignoradas com mais frequência. Isso também cria uma situação curiosa para o Spotify, que oferece o recurso ao mesmo tempo em que comercializa espaços publicitários dentro dos podcasts.

Quando o “Skip ahead” chega ao Spotify?

Por enquanto, não há previsão para o lançamento definitivo ou para uma expansão do recurso para outros países. O Spotify confirmou ao Podnews que realiza testes frequentes para melhorar a experiência dos assinantes Premium e que nem todas as funções experimentais chegam à versão final do aplicativo.

A empresa também afirmou que pretende usar os resultados do teste para entender como os usuários interagem com a novidade. Por enquanto, portanto, o Skip ahead continua restrito a um grupo de usuários e não há garantia de que será lançado oficialmente.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “6 truques para não ouvir músicas ruins no Spotify”.

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Meta lança IA que roda sem internet no PC de qualquer pessoa

A Meta anunciou nesta segunda-feira (10) o Muse Glimmer, novo modelo de inteligência artificial de pesos abertos desenvolvido para rodar localmente em computadores. A proposta é reduzir a dependência de servidores na nuvem e levar recursos de IA para máquinas equipadas com apenas uma placa de vídeo.

O modelo foi criado principalmente para executar tarefas de agentes, nas quais a IA consegue realizar uma sequência de ações para cumprir determinado objetivo. Segundo a Meta, o Muse Glimmer pode rodar em Macs e PCs e não exige uma infraestrutura de servidores dedicada.

A estratégia faz parte da aposta da empresa em modelos de pesos abertos. Nesse formato, componentes centrais do sistema são disponibilizados publicamente, o que facilita a adaptação por desenvolvedores e empresas. Mark Zuckerberg afirmou que o Muse Glimmer é apenas o começo. A Meta também prepara modelos maiores e pretende liberar, em breve, os pesos do Muse Spark 1.2, descrito como uma versão mais avançada da tecnologia.

A Meta já apoiava o ecossistema de modelos abertos, mas a recepção negativa do Llama 4 no ano passado levou a empresa a rever sua estratégia. O Muse Spark 1.2, por exemplo, foi desenvolvido por uma equipe de “superinteligência” criada no ano passado, com um investimento elevado para recolocar a Meta na disputa pelo avanço da IA.

Logo da Meta

Meta investe em modelos de pesos abertos

A aposta coloca a Meta em uma posição diferente de concorrentes, como OpenAI, Anthropic e Google, que concentram seus principais modelos em sistemas fechados. Nos modelos de pesos abertos, desenvolvedores têm mais liberdade para adaptar a tecnologia a diferentes aplicações.

Mark Zuckerberg também cita o avanço da concorrência chinesa como um dos motivos para ampliar o acesso a modelos de IA. Entre os modelos de pesos abertos que vêm rivalizando em desempenho com os principais sistemas fechados dos Estados Unidos estão o Kimi K3, da Moonshot, o Qwen3.8-Max, da Alibaba, e o V4-Flash, da DeepSeek.

O interesse das empresas por modelos de pesos abertos, porém, vai além da possibilidade de rodar a IA localmente. Os custos crescentes dos serviços de inteligência artificial também pesam na decisão. Ao mesmo tempo, recentes incidentes de segurança envolvendo modelos de empresas como Anthropic, OpenAI e a própria Meta aumentaram a preocupação com os riscos de depender de sistemas externos.

Logo da Meta

Um caso envolvendo a Hugging Face ajuda a ilustrar esse cenário. A plataforma foi alvo de um ataque atribuído a um modelo da OpenAI e recorreu a um modelo chinês de pesos abertos para lidar com a ameaça. Sistemas fechados podem impor restrições ao uso em determinadas aplicações de cibersegurança, o que limita as opções disponíveis nesses casos.

Diante dessas preocupações, Zuckerberg anunciou que a Meta vai criar uma estrutura específica de governança para o lançamento de seus sistemas de IA. Pela nova regra, diretores independentes da empresa terão poder para aprovar os critérios de segurança antes que qualquer modelo seja disponibilizado publicamente.

Meta cria fundo de US$ 1 bilhão para comunidades

O anúncio do Muse Glimmer veio acompanhado da criação de um fundo de US$ 1 bilhão para apoiar comunidades afetadas pela expansão dos centros de dados da Meta nos Estados Unidos.

A empresa pretende investir até US$ 145 bilhões em infraestrutura de IA neste ano, mas a expansão dos data centers enfrenta resistência em algumas regiões por preocupações com o impacto dessas grandes construções. O novo fundo busca reduzir esses conflitos e apoiar as comunidades que recebem as instalações.

Logo da Meta

Zuckerberg também pediu mudanças nas políticas dos EUA sobre construção de infraestrutura, uso de dados e destilação de modelos, técnica que transfere conhecimentos de sistemas maiores para modelos menores e mais eficientes.

Para o executivo, as dificuldades para construir novos centros de processamento podem colocar os Estados Unidos em desvantagem diante da China. A Meta defende menos obstáculos regulatórios e mais apoio às comunidades para acelerar a expansão da infraestrutura de IA no país.

Se você gostou do texto, talvez também se interesse por saber “O que é "IA local"? Entenda como funcionam as ferramentas que rodam no seu PC”.

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