Saturno llevaba más de 40 años guardando un hexágono imposible en su polo norte. Hubble acaba de encontrar en el sur algo aún más extraño: un decágono con lados más largos que el diámetro de la Tierra






A Adobe anunciou uma nova leva de recursos de inteligência artificial (IA) que estão chegando ao Premiere e ao After Effects, incluindo a nova Generative Media Tool.
A nova ferramenta permite gerar vídeos e efeitos sonoros a partir da própria linha do tempo, dentro do Premiere.
Para utilizar a Generative Media Tool, basta selecionar o trecho da linha do tempo em que você deseja criar, descrever aquilo que deverá ser gerado, escolher um dos modelos de IA suportados pela ferramenta (Adobe Firefly, Google Veo, Runway, Luma ou Kling) e pronto, o conteúdo gerado já estará presente no seu projeto.

Os materiais feitos por IA são adicionados como clipes editáveis, permitindo que o usuário os manipule como quiser. Além disso, caso seja da sua preferência, a ferramenta possui a capacidade de utilizar quadros de vídeos já existentes como referência para aquilo que será gerado, tornando o recurso ideal para estender determinadas cenas.
Já em matéria de áudio, o Premiere possui agora ferramentas (implementadas em fase beta) para tratamento e separação de vozes em falas simultâneas.

A Adobe também atualizou o Color Mode, destinado a correções de cor realizadas dentro do Premiere, oferecendo tanto visuais cinematográficos com os novos Style Modules (com os modos Vignette e Midtones) quanto a Auto Color Tool, que corrige automaticamente a exposição e a temperatura de um clipe ou uma sequência.
Por fim, a empresa também anunciou a chegada do seu assistente de IA para os usuários do After Effects (em versão beta), permitindo tanto a novos usuários da ferramenta quanto aos editores mais experientes manipular projetos e criar efeitos a partir de comandos em linguagem natural.
Todas essas novidades já estão disponíveis para os assinantes da suíte Adobe Creative Cloud.







Faltam poucas horas para o evento especial “Surprise and shine”, no qual a Apple deverá apresentar oficialmente seu primeiro iPhone dobrável — chamado nos rumores mais recentes de “iPhone Duo”, embora parte da imprensa ainda trate o produto como “iPhone Ultra”. E, no momento em que todos os olhos se voltam para Cupertino, um executivo da Samsung aproveitou para dar uma “dica” pública à concorrente.
Em entrevista à revista WIRED, Hee-Cheul Moon, chefe do grupo de P&D Mecânico Avançado da Samsung, afirmou que a chegada da Apple ao mercado de dobráveis é vista com bons olhos internamente — e até como uma validação do trabalho que a companhia coreana vem fazendo há sete anos nessa categoria.
Ao ser questionado sobre o que diria à Apple antes da estreia do rival, Moon foi direto: “A chave para entregar o maior valor ao cliente nesse mercado é o peso do aparelho.” E completou dizendo que essa não é uma equação simples de resolver.
Segundo estimativas, o dobrável da Apple deverá pesar entre 230 e 241 gramas — mais que o iPhone 17 Pro Max (233g) e bem acima dos 201g do Galaxy Z Fold8, o modelo mais leve já lançado pela Samsung na linha principal. Para chegar a esse número, a empresa afirma ter revisado cerca de 270 componentes e mais de 180 peças auxiliares do aparelho, eliminando 15 delas, redesenhando a placa de circuito interna e usinando a placa de suporte da tela a cerca de 0,2mm de espessura — mudança viabilizada por um novo filme de liga de titânio, batizado de “Flex Titanium”, que a Samsung diz ajudar a manter a tela mais plana e a conter o avanço do vinco ao longo do tempo.
Resta saber se a Apple — que, ao que tudo indica, investiu pesado no desenvolvimento da dobradiça do “iPhone Duo” — conseguirá equilibrar a robustez buscada com um peso mais competitivo, ou se o “conselho” da Samsung vai se confirmar como o principal ponto fraco do novo aparelho.
A sul-coreana também postou um vídeo intitulado “Welcome to Foldables” (“Bem-vinda aos Dobráveis”), provavelmente como forma de provocação à Apple:
A resposta, pelo menos para boa parte dessas dúvidas, virá já nas próximas horas.





Foi o motor e a fonte de energia da BepiColombo durante oito anos. Agora, a 200 milhões de quilómetros da Terra, o módulo que levou a missão até “perto” de Mercúrio ficou para trás, sozinho numa órbita em torno do Sol.
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