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O que é e como funciona o WhatsApp Plus

O WhatsApp Plus é uma assinatura paga oficial da Meta que adiciona recursos extras ao WhatsApp. Diferentemente das versões modificadas e não oficiais que usam o mesmo nome, o serviço é integrado ao aplicativo original e foi criado para oferecer mais opções de personalização e organização das conversas.

A assinatura é opcional e não muda o funcionamento básico do mensageiro. Quem não contratar o plano continua com acesso às principais funções do WhatsApp normalmente.

Os recursos e a disponibilidade podem variar conforme a região e o tipo de conta. As condições da assinatura são apresentadas ao usuário antes da confirmação da contratação.

A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • O que é e como funciona o WhatsApp Plus?

  • Quais são os recursos do WhatsApp Plus?

  • Quanto custa assinar o WhatsApp Plus?

  • Como assinar o WhatsApp Plus?

WhatsApp

O que é e como funciona o WhatsApp Plus?

O WhatsApp Plus é uma assinatura mensal que adiciona recursos de personalização e organização às contas pessoais do mensageiro. Para assinar, é necessário:

  • Ter um número de telefone de um país onde o WhatsApp Plus esteja disponível;

  • Possuir uma conta ativa do WhatsApp Messenger;

  • Aceitar os Termos de Serviço de Assinatura da Meta;

  • Seguir os Padrões da Comunidade do WhatsApp.

A contratação e o gerenciamento da assinatura são feitos pelo aplicativo para Android ou iPhone, a partir das configurações. O plano fica vinculado à conta que realizou a compra e deve ser gerenciado na mesma plataforma em que foi contratado.

WhatsApp

Quais são os recursos do WhatsApp Plus?

O WhatsApp Plus reúne funções focadas na personalização do aplicativo e na organização das conversas. As mudanças visuais ficam restritas ao assinante, portanto, os contatos não veem os temas ou ícones escolhidos por ele. Entre os recursos estão:

  • Fixar mais conversas: permite fixar até 20 conversas no topo da lista;

  • Temas e ícones exclusivos: adiciona novas cores, temas, planos de fundo e opções de ícones para o aplicativo;

  • Figurinhas com efeitos especiais: oferece figurinhas com efeitos de tela cheia e identificação do WhatsApp Plus;

  • Toques exclusivos: permite definir toques especiais para contatos específicos;

  • Listas de conversas personalizadas: adiciona alertas, toques e temas próprios para diferentes listas de conversas.

WhatsApp

Quanto custa assinar o WhatsApp Plus?

No Brasil, o WhatsApp Plus custa R$ 7 por mês. A assinatura funciona com renovação automática, então a cobrança é repetida mensalmente enquanto o plano permanecer ativo. 

Por exemplo, quem contratar o WhatsApp Plus em 15 de agosto terá a próxima cobrança prevista para todo dia 15 dos próximos meses. 

Como assinar o WhatsApp Plus?

Para assinar o WhatsApp Plus, basta seguir o passo a passo abaixo:

  1. Abra o WhatsApp no celular;

  2. Toque no ícone de três pontos;

  3. Selecione “Configurações”;

  4. Acesse “Assinaturas”;

  5. Toque em “WhatsApp Plus”;

  6. Siga as instruções exibidas na tela para concluir a assinatura.

Passos para assinar o WhatsApp Plus

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “WhatsApp Plus vale a pena? Veja prós e contras da assinatura”. 

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União Europeia força Big Techs a rotularem conteúdo feito por IA

A União Europeia começou a aplicar novas regras de transparência para conteúdos criados ou modificados por inteligência artificial (IA). O Artigo 50 do AI Act, que entrou em vigor em 2 de agosto, determina que empresas identifiquem imagens, vídeos e áudios gerados por IA quando eles puderem ser confundidos com conteúdos reais.

A regra também abrange determinados textos produzidos ou manipulados por IA sobre assuntos de interesse público, caso não tenham passado por revisão humana ou controle editorial. A medida coloca a UE entre as regiões com regras mais rígidas para identificar conteúdos sintéticos.

O descumprimento pode resultar em multas de até 15 milhões de euros ou 3% do faturamento anual mundial da empresa. Como grandes laboratórios de IA operam em diversos mercados e o custo é alto para manter modelos ou versões de produtos diferentes para cada região, as exigências europeias também podem influenciar a forma como essas tecnologias são usadas fora do bloco.

Chatbots de IA - Gemini ChatGPT e Copilot

Como funciona a regra da UE sobre marca d'água em conteúdo de IA?

A legislação não determina uma tecnologia específica para fazer a identificação. Em vez disso, ela exige que a origem sintética do conteúdo possa ser reconhecida. Assim, empresas de IA podem recorrer a diferentes métodos. 

Uma das opções são as marcas d'água invisíveis, inseridas em imagens, vídeos ou áudios. O SynthID, do Google, é um exemplo dessa tecnologia. Como o sinal fica incorporado ao próprio conteúdo, ele pode continuar presente depois de algumas alterações, como cortes ou compressão. 

Outra possibilidade é usar metadados, que registram informações sobre a origem do arquivo. O método é semelhante aos dados EXIF encontrados em fotografias digitais, mas tem uma desvantagem: essas informações podem desaparecer quando o arquivo é editado, convertido ou publicado em determinadas plataformas. 

A UE também estabelece formas visuais de identificação para conteúdos gerados ou modificados por IA. Os rótulos devem aparecer de maneira clara quando o usuário entra em contato com o material. Já em conteúdos artísticos, criativos, satíricos ou de ficção, a exigência é adaptada: o aviso sobre o uso de IA precisa informar o público, mas sem prejudicar a apresentação ou a fruição da obra.

Quais são os principais rótulos?

As diretrizes diferenciam conteúdos totalmente gerados por IA daqueles que foram apenas modificados. Entre os exemplos estão:

  • AI: indica que houve participação de IA na criação ou alteração do conteúdo, como em um deepfake com voz ou imagem artificial;

  • AI GENERATED: usado quando o conteúdo foi produzido integralmente por IA, como um vídeo fictício de um político ou uma música criada por IA;

  • AI MODIFIED: identifica conteúdos originalmente feitos por humanos que foram modificados por IA, como uma troca de rosto em uma foto real.

Por que a UE está exigindo marca d’água nos conteúdos de IA?

A principal preocupação é reduzir o impacto de desinformação, golpes e deepfakes. Com modelos de IA cada vez mais capazes de produzir imagens, vozes e vídeos convincentes, fica difícil para uma pessoa identificar sozinha se determinado material é autêntico.

A identificação também busca facilitar a rastreabilidade do conteúdo. Em vez de depender apenas da percepção do usuário, plataformas e ferramentas podem usar sinais incorporados ao arquivo ou informações de procedência para verificar se houve participação de IA.

Chatbots de IA

Rotulagem não resolve todos os problemas

Ainda assim, a rotulagem não resolve todos os problemas, pois marcas d'água podem ser prejudicadas por alterações no arquivo, capturas de tela, recodificação ou processamento por outros modelos de IA.

Também não existe um padrão universal compartilhado entre as empresas de tecnologia. Um sinal de procedência inserido pela ferramenta de uma empresa pode não ser reconhecido pelo sistema de detecção de outra companhia ou por determinada rede social, o que limita a eficácia da rastreabilidade. 

Esse cenário é conhecido como problema da assimetria: as regras de rotulagem funcionam bem para identificar e catalogar conteúdos sintéticos criados por usuários comuns em plataformas, como OpenAI, Google e Anthropic. Porém, têm eficácia limitada contra campanhas intencionais de desinformação, nas quais os responsáveis podem usar sistemas modificados ou remover as marcações de IA. 

Chatbots de IA - Gemini e ChatGPT

Outro risco é o chamado efeito bumerangue. Se os usuários começarem a confiar demais nos rótulos, podem interpretar qualquer conteúdo sem identificação como verdadeiro. Isso criaria uma falsa sensação de segurança justamente nos materiais produzidos por quem não segue as regras.

Por isso, a identificação deve funcionar como uma camada adicional de proteção, e não como uma garantia de autenticidade. A capacidade de avaliar a fonte, o contexto e possíveis inconsistências continua importante mesmo com a adoção das novas regras.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “É VERDADE que as imagens geradas por IA têm marca d’água oculta que você não vê”.

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Novos recursos do WhatsApp blindam contas de spam e golpes; veja como funciona

O WhatsApp anunciou novas ferramentas de segurança para reforçar a proteção contra invasões, spam e golpes. As novidades incluem melhorias na verificação em duas etapas, suporte ampliado às chaves de acesso e informações extras sobre chamadas de números desconhecidos.

Os recursos já começaram a ser distribuídos globalmente para usuários de Android e iOS, mas o contexto adicional para chamadas desconhecidas, por enquanto, está disponível para celulares Android.

As mudanças complementam a criptografia de ponta a ponta do WhatsApp e buscam dificultar estratégias comuns usadas por criminosos, principalmente aquelas que exploram a pressa e a falta de informações para convencer vítimas.

WhatsApp

Como funcionam os novos recursos de segurança do WhatsApp?

A atualização traz três recursos focados na proteção da conta e na identificação de possíveis tentativas de golpe:

  1. Chaves de acesso (passkeys);

  2. Verificação em duas etapas mais forte;

  3. Contexto de chamadas desconhecidas.

1. Chaves de acesso (passkeys)

As chaves de acesso permitem entrar na conta do WhatsApp usando os mecanismos de segurança já disponíveis no celular, como impressão digital, reconhecimento facial ou o código de desbloqueio do aparelho. Hoje, mais de um bilhão de pessoas já configuraram e estão protegidas por passkeys no mensageiro.

A tecnologia reduz a dependência de códigos enviados por SMS e dificulta ataques de engenharia social, já que a autenticação fica vinculada ao dispositivo e ao método de desbloqueio escolhido pelo usuário.

Também é possível configurar mais de uma chave de acesso na mesma conta, tanto no Android quanto no iOS. Para configurar o recurso, basta acessar: Configurações > Conta > Chaves de acesso.

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2. Verificação em duas etapas mais forte

O WhatsApp também reforçou a verificação em duas etapas, recurso que adiciona uma camada extra de proteção à conta mesmo quando outra pessoa consegue obter o código de ativação enviado por SMS.

Antes, a ferramenta utilizava um PIN de seis dígitos. Agora, os usuários podem criar senhas mais longas, com combinação de letras, números e caracteres especiais.

A mudança aumenta a complexidade da senha e dificulta tentativas de adivinhação. Quem ainda usa combinações simples, como “123456”, pode aproveitar a atualização para escolher uma senha mais forte.

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3. Contexto de chamadas desconhecidas

Outro recurso novo adiciona mais informações quando o usuário recebe uma ligação de um número que não está salvo na agenda. A função está sendo disponibilizada inicialmente para Android.

Durante a chamada, o WhatsApp poderá informar se o número é de outro país e se existe algum grupo em comum entre quem liga e quem recebe a ligação.

A proposta é dar mais contexto antes de o usuário decidir se atende ou não. Isso pode ajudar principalmente em situações nas quais golpistas tentam criar um senso de urgência para convencer a vítima a agir rapidamente.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por saber como deixar o WhatsApp mais seguro.

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OpenAI volta a colocar "trava" de 5 horas no ChatGPT Plus; por quê?

A OpenAI restabeleceu, a partir desta terça-feira (25), o limite de uso de cinco horas para assinantes do ChatGPT Plus. A mudança afeta especificamente o ChatGPT Work e o Codex e encerra uma flexibilização temporária adotada em 12 de julho. 

Na época, a empresa havia removido a janela de cinco horas para que os usuários consumissem apenas a cota semanal global. Agora, o limite volta a funcionar como uma camada adicional de controle para as ferramentas que exigem maior capacidade computacional. 

A mudança não interrompe as conversas convencionais no ChatGPT. Caso o usuário atinja o limite de cinco horas no ChatGPT Work ou no Codex, será necessário esperar o reinício da janela ou comprar créditos adicionais para continuar usando os recursos. 

ChatGPT Work

Por que o ChatGPT voltou a colocar trava no ChatGPT Plus?

Em uma publicação no X, Thibault Sottiaux, líder de engenharia da OpenAI, disse que a decisão de restabelecer a janela de cinco horas tem dois objetivos principais: ajudar a administrar a demanda por infraestrutura e evitar que usuários consumam uma grande parte da cota semanal em uma única sessão. 

A janela de cinco horas ajuda a distribuir o uso intensivo dos recursos computacionais ao longo do tempo. Com uma demanda previsível, a OpenAI consegue manter as cotas semanais em níveis mais altos para os assinantes. O mecanismo se concentra principalmente em ferramentas usadas para projetos longos e tarefas de programação, que exigem maior capacidade de processamento.

A OpenAI também identificou que alguns usuários, principalmente novos assinantes ou pessoas com uso casual, consumiam uma parte significativa da cota semanal em uma única sessão prolongada. Como consequência, essas pessoas podiam ficar vários dias sem acesso aos recursos após atingir o limite semanal. A janela de cinco horas busca evitar esse cenário ao dividir o consumo em períodos menores.

Assim, o ChatGPT Plus vai ter dois tipos de restrição agora:

  • Limite por janela: ao atingir a cota disponível no período de cinco horas, o usuário precisa aguardar o reinício da janela;

  • Limite semanal: estabelece a quantidade total de recursos que pode ser usada durante a semana.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Qual é o limite para gerar imagens no ChatGPT gratuito? Entenda”.

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Chegou para você? YouTube testa novo visual do player de vídeo no Android

O YouTube começou a testar uma nova interface de controle de reprodução no aplicativo para Android. A mudança melhora o feedback visual ao usar o gesto de toque duplo para avançar ou voltar em um vídeo. 

Atualmente, o toque duplo nas laterais da tela faz o vídeo avançar ou retroceder, mas a barra de progresso não aparece para indicar visualmente o deslocamento. No novo teste, a linha do tempo aparece com um indicador vermelho que mostra a quantidade de tempo pulada, facilitando a visualização da posição no vídeo.

Esse novo visual foi observado pelo Android Authority nos aparelhos Pixel 11 Pro, Pixel 10 Pro e Galaxy Z Fold 7, todos rodando a versão estável v21.33 do YouTube, mas ainda não aparece para todos. Como se trata de um teste, a interface ainda pode sofrer alterações antes de chegar a todos os usuários.

Vale ressaltar que a mudança não altera a navegação manual pela barra de reprodução. Ao deslizar o dedo pela linha do tempo para procurar outro trecho do vídeo, o funcionamento continua exatamente como antes, com a interface mostrando o tempo correspondente ao ponto selecionado.

YouTube logo 2

YouTube testa mudanças na interface

A novidade faz parte de uma série de experimentos recentes na interface do YouTube. A plataforma também testou a remoção de rótulos de texto dos controles exibidos abaixo dos vídeos e indicou mudanças nas áreas de biblioteca e conta.

O YouTube também revelou recentemente que planeja um player imersivo com visual mais limpo. Não há confirmação de que o novo indicador de avanço esteja relacionado a essa proposta, mas a mudança segue uma direção semelhante, com menos elementos fixos na tela e informações apresentadas apenas durante a interação.

Por enquanto, o recurso continua restrito a parte dos usuários. Mesmo com a versão v21.33 instalada, alguns aparelhos podem exibir a interface antiga. Como acontece com outros testes do YouTube, a novidade pode ser ampliada, modificada ou retirada antes de um lançamento definitivo.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Como assistir a vídeos no YouTube em janela flutuante no PC”.

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Spotify começa a testar botão que está preocupando criadores de podcasts

O Spotify começou a testar uma nova função chamada “Skip ahead” (Pular para frente), que permite avançar por blocos inteiros de podcasts com apenas um toque. O recurso pode ser usado para ignorar anúncios, introduções, mensagens de patrocínio ou assinaturas premium dos próprios criadores, algo que preocupa produtores e empresas que dependem da publicidade para financiar seus programas. 

Segundo informações do site Podnews, o teste está disponível para um grupo selecionado de assinantes Premium nos Estados Unidos e no Reino Unido. A novidade funciona como uma alternativa ao tradicional botão de avanço de 15 segundos, já que identifica segmentos do episódio e leva o ouvinte ao início do próximo trecho de conteúdo. 

O botão aparece em formato de pílula ao lado do controle de capítulos, acima do título do podcast. De acordo com o Podnews, o recurso foi identificado em programas de redes, como o New York Times e a Acast, além de produções do próprio Spotify, como o Bill Simmons Show. 

spotify capa

Por que o botão preocupa os criadores?

A principal preocupação está no possível impacto sobre a publicidade. Embora os ouvintes já possam avançar manualmente pelos anúncios usando o botão de 15 segundos, o processo exige vários toques. Com o Skip ahead, toda essa etapa pode ser reduzida a um único comando.

O receio aumenta quando se considera o tamanho do Spotify entre as plataformas de podcasts. O serviço responde por pelo menos 25,6% dos downloads de podcasts no mundo e lidera em participação em diversos países. Por isso, uma mudança no modo como os usuários consomem anúncios pode afetar uma parcela significativa da audiência.

Spotify

Dados da empresa de análise Bumper indicam que menos de 10% dos intervalos comerciais são pulados manualmente pelos ouvintes. A facilidade proporcionada pelo novo recurso pode aumentar esse índice e reduzir a exposição das campanhas publicitárias.

Para produtores independentes e grandes redes, a mudança pode representar uma queda no valor dos anúncios caso as marcas percebam que suas mensagens estão sendo ignoradas com mais frequência. Isso também cria uma situação curiosa para o Spotify, que oferece o recurso ao mesmo tempo em que comercializa espaços publicitários dentro dos podcasts.

Quando o “Skip ahead” chega ao Spotify?

Por enquanto, não há previsão para o lançamento definitivo ou para uma expansão do recurso para outros países. O Spotify confirmou ao Podnews que realiza testes frequentes para melhorar a experiência dos assinantes Premium e que nem todas as funções experimentais chegam à versão final do aplicativo.

A empresa também afirmou que pretende usar os resultados do teste para entender como os usuários interagem com a novidade. Por enquanto, portanto, o Skip ahead continua restrito a um grupo de usuários e não há garantia de que será lançado oficialmente.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “6 truques para não ouvir músicas ruins no Spotify”.

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Meta lança IA que roda sem internet no PC de qualquer pessoa

A Meta anunciou nesta segunda-feira (10) o Muse Glimmer, novo modelo de inteligência artificial de pesos abertos desenvolvido para rodar localmente em computadores. A proposta é reduzir a dependência de servidores na nuvem e levar recursos de IA para máquinas equipadas com apenas uma placa de vídeo.

O modelo foi criado principalmente para executar tarefas de agentes, nas quais a IA consegue realizar uma sequência de ações para cumprir determinado objetivo. Segundo a Meta, o Muse Glimmer pode rodar em Macs e PCs e não exige uma infraestrutura de servidores dedicada.

A estratégia faz parte da aposta da empresa em modelos de pesos abertos. Nesse formato, componentes centrais do sistema são disponibilizados publicamente, o que facilita a adaptação por desenvolvedores e empresas. Mark Zuckerberg afirmou que o Muse Glimmer é apenas o começo. A Meta também prepara modelos maiores e pretende liberar, em breve, os pesos do Muse Spark 1.2, descrito como uma versão mais avançada da tecnologia.

A Meta já apoiava o ecossistema de modelos abertos, mas a recepção negativa do Llama 4 no ano passado levou a empresa a rever sua estratégia. O Muse Spark 1.2, por exemplo, foi desenvolvido por uma equipe de “superinteligência” criada no ano passado, com um investimento elevado para recolocar a Meta na disputa pelo avanço da IA.

Logo da Meta

Meta investe em modelos de pesos abertos

A aposta coloca a Meta em uma posição diferente de concorrentes, como OpenAI, Anthropic e Google, que concentram seus principais modelos em sistemas fechados. Nos modelos de pesos abertos, desenvolvedores têm mais liberdade para adaptar a tecnologia a diferentes aplicações.

Mark Zuckerberg também cita o avanço da concorrência chinesa como um dos motivos para ampliar o acesso a modelos de IA. Entre os modelos de pesos abertos que vêm rivalizando em desempenho com os principais sistemas fechados dos Estados Unidos estão o Kimi K3, da Moonshot, o Qwen3.8-Max, da Alibaba, e o V4-Flash, da DeepSeek.

O interesse das empresas por modelos de pesos abertos, porém, vai além da possibilidade de rodar a IA localmente. Os custos crescentes dos serviços de inteligência artificial também pesam na decisão. Ao mesmo tempo, recentes incidentes de segurança envolvendo modelos de empresas como Anthropic, OpenAI e a própria Meta aumentaram a preocupação com os riscos de depender de sistemas externos.

Logo da Meta

Um caso envolvendo a Hugging Face ajuda a ilustrar esse cenário. A plataforma foi alvo de um ataque atribuído a um modelo da OpenAI e recorreu a um modelo chinês de pesos abertos para lidar com a ameaça. Sistemas fechados podem impor restrições ao uso em determinadas aplicações de cibersegurança, o que limita as opções disponíveis nesses casos.

Diante dessas preocupações, Zuckerberg anunciou que a Meta vai criar uma estrutura específica de governança para o lançamento de seus sistemas de IA. Pela nova regra, diretores independentes da empresa terão poder para aprovar os critérios de segurança antes que qualquer modelo seja disponibilizado publicamente.

Meta cria fundo de US$ 1 bilhão para comunidades

O anúncio do Muse Glimmer veio acompanhado da criação de um fundo de US$ 1 bilhão para apoiar comunidades afetadas pela expansão dos centros de dados da Meta nos Estados Unidos.

A empresa pretende investir até US$ 145 bilhões em infraestrutura de IA neste ano, mas a expansão dos data centers enfrenta resistência em algumas regiões por preocupações com o impacto dessas grandes construções. O novo fundo busca reduzir esses conflitos e apoiar as comunidades que recebem as instalações.

Logo da Meta

Zuckerberg também pediu mudanças nas políticas dos EUA sobre construção de infraestrutura, uso de dados e destilação de modelos, técnica que transfere conhecimentos de sistemas maiores para modelos menores e mais eficientes.

Para o executivo, as dificuldades para construir novos centros de processamento podem colocar os Estados Unidos em desvantagem diante da China. A Meta defende menos obstáculos regulatórios e mais apoio às comunidades para acelerar a expansão da infraestrutura de IA no país.

Se você gostou do texto, talvez também se interesse por saber “O que é "IA local"? Entenda como funcionam as ferramentas que rodam no seu PC”.

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Samsung começa a testar One UI 9.5 na linha Galaxy S26

A Samsung já iniciou os testes internos da One UI 9.5 para a linha Galaxy S26. A informação foi identificada pelo informante Tarun Vats, que encontrou uma versão de firmware em desenvolvimento terminada em CHZ1 (ou CZH1). O início antecipado dos trabalhos indica que a próxima atualização da interface pode chegar aos usuários mais cedo do que nas gerações anteriores. 

O desenvolvimento acontece enquanto a Samsung ainda trabalha na One UI 9.0. A expectativa é que a One UI 9.5 traga novos recursos e melhorias para os Galaxy S26, que incluem os modelos Galaxy S26, S26+ e S26 Ultra. Por enquanto, não há previsão para o lançamento da versão ou para o início do programa beta. 

O cronograma também chama atenção quando comparado ao ciclo anterior. A Samsung começou a desenvolver a One UI 8.5 para a linha Galaxy S25 apenas em setembro de 2025 e os primeiros testes da One UI 9.5 já aparecem em agosto de 2026. Caso a empresa mantenha o ritmo, o beta da nova versão poderá ser disponibilizado antes do período registrado na geração anterior. 

Galaxy S26

One UI 9.0 foi lançada recentemente

A One UI 9.0, baseada no Android 17, foi lançada no início de agosto de 2026 junto aos novos celulares dobráveis da Samsung. A versão estável chegou de fábrica aos Galaxy Z Fold 8, Galaxy Z Fold 8 Ultra e Galaxy Z Flip 8.

Por enquanto, há duas formas de experimentar a One UI 9.0. Quem possui um Galaxy S26 pode participar do programa beta da Samsung, iniciado em maio de 2026. Já os novos dobráveis, que estão à venda globalmente, saem de fábrica com a versão estável e trazem recursos nativos que ainda não foram disponibilizados no beta da linha Galaxy S26.

A Samsung ainda planeja lançar pelo menos mais uma atualização beta para o Galaxy S26 antes de finalizar o ciclo de testes. Depois disso, a empresa deve ampliar o acesso para a linha Galaxy S25 e outros aparelhos compatíveis.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por saber “Quais celulares receberão o Android 17? Veja se o seu está na lista”.

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OpenAI pausa testes de nova IA com medo de ela se rebelar

A OpenAI interrompeu parte das atividades internas de desenvolvimento de seu mais novo modelo de inteligência artificial, de codinome Astra, após avaliações de segurança identificarem avanços inesperados em suas capacidades cibernéticas. O sistema ainda não está disponível para o público ou para desenvolvedores externos e permanece em um ambiente de testes controlado. 

O alerta apareceu após o Astra apresentar uma evolução significativa em “codificação agêntica”, área em que modelos conseguem executar tarefas de programação com maior autonomia. Os resultados fizeram a OpenAI considerar a possibilidade de que o sistema tenha desenvolvido capacidades cibernéticas consideradas críticas. Por isso, a empresa desacelerou o cronograma de desenvolvimento enquanto trabalha na implementação de novas medidas de segurança.

OpenAI

Por que o Astra preocupa a OpenAI?

A avaliação segue os critérios estabelecidos pelo Preparedness Framework, estrutura criada pela OpenAI para acompanhar riscos associados ao avanço de seus modelos. Dentro desse protocolo, uma capacidade é considerada “crítica” quando a IA consegue identificar e desenvolver falhas de segurança de dia zero, que exploram vulnerabilidades ainda desconhecidas, em sistemas reais e protegidos sem intervenção humana.

O Astra também teria demonstrado potencial para elaborar e executar estratégias completas de ataques cibernéticos contra alvos complexos a partir de um objetivo de alto nível. Modelos anteriores, como o GPT-5.6-Sol, haviam chegado ao nível considerado “Alto”, mas não tinham atingido a classificação “Crítica”.

Diante dos resultados, a OpenAI começou a adotar controles mais rígidos para os testes. Entre as medidas estão o uso de ambientes isolados, restrições ao acesso a redes e ferramentas externas e uma camada adicional de proteção para os pesos do modelo.

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A empresa também implementou um sistema de monitoramento capaz de acompanhar a cadeia de raciocínio do modelo em tempo real. A auditoria busca identificar sinais de desalinhamento ou comportamentos de risco durante as próprias fases de treinamento e avaliação do Astra, e não apenas em simulações realizadas após o treinamento. Caso sejam detectados indícios de atividade potencialmente perigosa, a execução pode ser interrompida imediatamente.

A retomada completa do desenvolvimento dependerá ainda da validação dessas medidas de segurança em colaboração com agências governamentais e organizações parceiras especializadas em segurança de IA.

IA da OpenAI invadiu a Hugging Face

A decisão de desacelerar o desenvolvimento do Astra acontece em meio a outros episódios que aumentaram a preocupação com a capacidade de modelos de IA para executar ações de forma autônoma.

Recentemente, modelos da OpenAI estiveram envolvidos em um incidente de segurança no qual conseguiram invadir a Hugging Face, plataforma conhecida por reunir modelos e ferramentas de código aberto voltados a aprendizado de máquina. A OpenAI esclareceu que o Astra não participou do episódio, já que o modelo ainda não foi lançado.

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O caso, porém, contribuiu para o endurecimento das políticas de segurança da empresa e chamou atenção para os riscos de sistemas capazes de operar com maior autonomia em ambientes digitais.

Outras empresas também relataram situações semelhantes. A Anthropic afirmou que três versões de seus modelos Claude conseguiram acessar a internet e invadir três organizações de forma autônoma durante testes. Na China, o modelo Kimi K3, da Moonshot, também teria conseguido escapar de seu ambiente de testes controlado.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por saber o que é o Claude Fable 5 e por que ele é tão polêmico.

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8 prompts para conversar com voz no ChatGPT

O ChatGPT ganhou uma nova geração de recursos de voz com o GPT-Live, que deixa as conversas com a inteligência artificial mais naturais e próximas de um diálogo real. A tecnologia consegue acompanhar interrupções, responder com mais fluidez e manter o contexto da conversa sem exigir que o usuário espere a IA terminar de falar.

A atualização também amplia o uso de recursos visuais durante a conversa. Pelo modo de voz, o ChatGPT pode apresentar informações, como mapas, resultados esportivos, previsão do tempo e outros dados em cards na tela. Além disso, os modelos de raciocínio ajudam a resolver tarefas mais complexas, como analisar problemas, estudar assuntos difíceis ou organizar projetos.

GPT-Live
GPT-Live deixa o modo de voz do ChatGPT mais natural, com respostas em tempo real e novos recursos visuais durante a conversa. (Imagem: André Magalhães/Canaltech)

8 comandos para usar o GPT-Live

A seguir, veja oito prompts para conversar por voz com o ChatGPT:

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  1. Planejar uma viagem
  2. Saber a previsão do tempo
  3. Aprender sobre temas variados
  4. Pensar em diferentes soluções para um problema
  5. Encontrar restaurantes
  6. Se atualizar sobre o jogo do seu time
  7. Estudar a pronúncia de inglês e outros idiomas
  8. Obter resumos rápidos

1. Planejar uma viagem

O GPT-Live pode ajudar a organizar uma viagem enquanto você conversa por voz sobre suas preferências. É possível ajustar o roteiro no meio da conversa, trocar destinos ou pedir novas opções conforme o orçamento e o tempo disponível.

Com o apoio de recursos visuais, a IA também consegue mostrar informações, como localização de pontos turísticos e detalhes importantes do planejamento.

Exemplo de prompt:

“Quero viajar para [destino]. Monte um roteiro com lugares para visitar, restaurantes, melhor época para ir e uma estimativa de gastos.”

2. Saber a previsão do tempo

O modo de voz facilita consultas rápidas sobre o clima sem que você precise digitar. O GPT-Live pode informar temperatura, condições do tempo e outros detalhes para ajudar na decisão de sair, viajar ou organizar uma atividade.

Exemplo de prompt:

“Como está o clima hoje em [cidade]? Vou sair às [horário]. O que devo considerar?”

ícone do ChatGPT no celular
O GPT-Live pode ajudar em tarefas do dia a dia, como aprender assuntos, resolver problemas e encontrar restaurantes usando comandos de voz. (Imagem: Marcelo Fischer/Canaltech)

3. Aprender sobre temas variados

O ChatGPT pode ajudar a entender diferentes assuntos, desde conceitos básicos até temas avançados. Durante a conversa por voz, é possível pedir exemplos, explicações mais simples ou mais detalhes sobre um tema.

Os recursos visuais também ajudam em assuntos que envolvem gráficos, imagens ou outros elementos para facilitar a compreensão.

Exemplo de prompt:

“Quero aprender sobre [tema]. Explique como se fosse uma aula e use exemplos visuais para facilitar.”

4. Pensar em diferentes soluções para um problema

Os modelos de raciocínio ajudam o GPT-Live a lidar com problemas mais complexos e organizar melhor as respostas. O usuário pode apresentar ideias, pedir novas opções e ajustar a solução durante a conversa.

Exemplo de prompt:

“Tenho este problema: [descreva]. Pense em diferentes soluções e explique os pontos positivos e negativos de cada uma.”

5. Encontrar restaurantes

A conversa por voz torna a busca por lugares mais prática. O ChatGPT pode ajudar a encontrar restaurantes, comparar opções e mostrar informações, incluindo a localização, horários de funcionamento e outros detalhes relevantes.

Exemplo de prompt:

“Procure restaurantes perto de mim que tenham [tipo de comida]. Compare as melhores opções.”

App do ChatGPT na Play Store
Com o GPT-Live, usuários podem consultar resultados, praticar idiomas e pedir resumos enquanto conversam com a IA. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

6. Se atualizar sobre o jogo do seu time

Quem acompanha esportes pode usar o ChatGPT para consultar placares, estatísticas e informações recentes. A IA também pode organizar os dados de forma visual, facilitando a consulta durante uma partida.

Exemplo de prompt:

“Qual foi o placar do último jogo do [time] e quem foram os destaques da partida?”

7. Estudar a pronúncia de inglês e outros idiomas

O modo de voz transforma o GPT-Live em uma ferramenta para praticar a conversação. O usuário pode treinar diálogos, pedir correções e aprender novas palavras de forma mais próxima de uma conversa real.

Exemplo de prompt:

“Converse comigo em inglês e corrija minha pronúncia quando eu errar.”

8. Obter resumos rápidos

O ChatGPT consegue manter a conversa enquanto processa atividades em segundo plano, como pesquisar informações e organizar dados em um resumo. Assim, o usuário pode interagir por voz, tirar dúvidas durante o processo e, no final, pedir detalhes sobre algum trecho ou uma explicação mais simples.

Exemplo de prompt:

“Pesquise informações sobre [tema] enquanto conversamos e me traga um resumo quando terminar.”

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “ChatGPT Work: qual a diferença entre o novo agente e a versão padrão da IA?”.

Leia a matéria no Canaltech.

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16 comandos para usar o Gemini no Google Maps

O Google Maps está deixando de ser apenas um aplicativo de rotas para se tornar um assistente de viagem com ajuda do Gemini. Com o recurso “Perguntar ao Maps”, os usuários podem fazer perguntas mais complexas, encontrar lugares com características específicas e receber sugestões baseadas em informações de vários locais.

A integração também melhora a experiência durante a direção. O Gemini ajuda a encontrar informações sem precisar tocar no celular e o recurso Navegação Imersiva usa inteligência artificial para exibir detalhes em 3D de ruas, prédios, cruzamentos e elementos importantes do trajeto.

Com comandos de voz, é possível pedir rotas alternativas, descobrir estabelecimentos próximos, consultar informações sobre locais e compartilhar o horário estimado de chegada.

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Google Maps
O Gemini transforma o Google Maps em um assistente de viagem por meio de comandos de voz. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

16 prompts para usar o Google Maps com Gemini

Os comandos podem ser ativados dizendo “Ok Google” ou tocando no ícone do assistente no aplicativo do Google Maps.

Navegação e rotas

Você pode usar o Gemini para ajustar trajetos, prever o tempo de viagem e encontrar alternativas durante o percurso no Google Maps. Veja alguns exemplos de prompts:

1. "Traçar rota para o trabalho evitando pedágios."

2. "Quanto tempo vou demorar para chegar em casa com o trânsito atual?"

3. "Adicione uma parada em um posto de combustível no meu caminho."

4. "Altere a rota para o caminho mais ecológico."

Descoberta e recomendações

O assistente ajuda a encontrar lugares com filtros específicos, como tipo de estabelecimento, localização e avaliações. Veja exemplos:

5. "Encontre cafeterias bem avaliadas abertas agora perto de mim."

6. "Gere uma lista de restaurantes italianos românticos no centro da cidade."

7. "Onde tem um estacionamento público perto do meu destino?"

8. "Me mostre opções de hotéis que aceitam pets na região."

Google Maps
 Com a integração do Gemini, o Google Maps ganha recursos de IA para responder perguntas, sugerir locais e ajudar na navegação (Imagem: Marcelo Salvatico/Canaltech)

Informações sobre locais

Em vez de abrir várias páginas, o Gemini pode reunir informações sobre estabelecimentos e resumir avaliações. Para isso, você pode usar alguns dos comandos abaixo:

9. "A que horas fecha o supermercado mais próximo?"

10. "Qual é o telefone de contato daquela farmácia na Avenida Paulista?"

11. "Esse restaurante precisa de reserva para o jantar?"

12. "Resuma as avaliações recentes sobre o museu local."

Comandos em movimento

No modo de condução, você pode usar comandos de voz para acessar informações sem tirar a atenção da estrada. Alguns exemplos: 

13. "Envie meu horário estimado de chegada para a Bárbara."

14. "Qual é a próxima instrução de conversão?"

15. "Silenciar os alertas de voz da navegação."

16. "Onde fica a próxima área de descanso na rodovia?"

Como ativar a integração?

Em alguns casos, o comando de voz do Google Maps não fica ativado automaticamente. É necessário habilitar manualmente a detecção de “Ok Google” nas configurações do aplicativo para usar os comandos de voz com o Gemini. Veja como:

  1. Abra o Google Maps;
  2. Toque na sua foto de perfil no canto superior direito;
  3. Vá em “Configurações”;
  4. Acesse “Navegação”;
  5. Toque em “Detecção de “Ok Google””;
  6. Ative a opção para usar comandos de voz e o Voice Match.

    Passos para ativar os comandos de voz no Google Maps
    Para usar a integração do Gemini com o Google Maps, pode ser necessário ativar manualmente os comandos de voz (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse pelo texto “Google Maps mudou: veja como usar os novos recursos para postar fotos e vídeos”.

Leia a matéria no Canaltech.

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Como impedir que o Gemini use seus dados para treinar IA

O Gemini, assim como outras inteligências artificiais generativas, usa dados fornecidos pelos usuários para aprimorar seus modelos de IA. As conversas feitas no chatbot, arquivos enviados e outros conteúdos compartilhados podem ser analisados para melhorar a qualidade das respostas e o funcionamento da tecnologia.

Esse processo ajuda o Google a treinar e ajustar seus modelos de inteligência artificial, mas também envolve o uso de informações pessoais fornecidas durante a interação com o Gemini. Por isso, a empresa oferece opções para controlar como esses dados são utilizados.

Nas configurações do chatbot, é possível desativar o armazenamento de atividades e impedir que novas conversas sejam usadas para aprimorar os serviços de IA. Também existe a opção de usar conversas temporárias, que não entram no processo de treinamento com revisão humana.

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App Gemini
O Gemini usa conversas e conteúdos compartilhados pelos usuários para aprimorar seus modelos de IA (Imagem: Viviane França/Canaltech)

Quais dados são usados para treinar IA?

Durante o uso do Gemini, o Google pode coletar diferentes informações para melhorar seus modelos de inteligência artificial. Entre os dados que podem ser utilizados estão:

  • Conversas com o chatbot: comandos enviados por texto ou voz, pedidos feitos ao Gemini e respostas geradas pela IA;
  • Conteúdos compartilhados: arquivos, fotos, vídeos, documentos e capturas de tela enviados durante as conversas;
  • Interações com o Gemini Live: transcrições, gravações de áudio, vídeo e compartilhamento de tela em conversas em tempo real;
  • Feedback dos usuários: avaliações sobre as respostas e informações relacionadas aos comentários enviados;
  • Dados de contexto: inclui localização aproximada, configurações do dispositivo e dados de serviços conectados;
  • Recursos de personalização: informações salvas na memória do Gemini, Gems e outras preferências configuradas pelo usuário.

Segundo o Google, algumas conversas podem passar por revisão humana para avaliar a qualidade e a segurança das respostas. Antes dessa análise, os dados são desvinculados da conta do usuário.

Gemini no PC
Conversas, arquivos e feedbacks estão entre os dados que podem ser analisados pelo Gemini (Imagem: Marcelo Fischer/Canaltech)

Como impedir que o Gemini use seus dados para treinamento?

A principal forma de impedir que novas conversas sejam usadas para aprimorar os modelos de IA do Google é desativar a opção Manter Atividade nos Apps do Gemini. Para fazer isso:

  1. Abra o Gemini;
  2. Vá no ícone de dois pontos;
  3. Toque na sua foto de perfil;
  4. Acesse “Atividade nos Apps do Gemini”;
  5. Desative a configuração “Manter atividade”.

    Passos para impedir que o Gemini treine a IA com seus dados
    É possível desativar a opção “Manter Atividade” para impedir que novas conversas sejam usadas no treinamento da IA (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)

Com a opção desligada, novas conversas deixam de ser salvas no histórico e não são usadas para treinar os modelos de inteligência artificial. O Google ainda mantém alguns dados temporariamente, por até 72 horas, para processar respostas, lidar com questões de segurança e analisar possíveis problemas.

Existe uma exceção: se o usuário enviar um feedback sobre uma resposta do Gemini, o Google ainda poderá coletar esse comentário, o histórico das últimas 24 horas da conversa e os conteúdos enviados nesse período. Esses dados podem ser analisados por revisores humanos e usados para melhorar os modelos de IA.

Outra alternativa é usar a Conversa Momentânea. Esse modo cria chats temporários que não aparecem no histórico da conta e não são utilizados para aprimorar a IA do Google com a ajuda de revisores humanos.

Mesmo com essas configurações, o Google recomenda não inserir informações confidenciais nas conversas que você não deseja que sejam revisadas ou utilizadas para melhorar os serviços.

Como impedir que o Gemini use suas informações de outros apps?

O Gemini também pode acessar informações de outros serviços do Google por meio da Inteligência Personalizada e dos Apps Conectados. Esses recursos usam dados de aplicativos, como Gmail, Google Drive, Google Fotos, Maps e YouTube, para oferecer respostas contextualizadas.

Para impedir esse acesso, é necessário gerenciar essas conexões nas configurações do Gemini:

  1. Abra o chatbot;
  2. Vá no ícone de dois pontos;
  3. Toque na sua foto de perfil;
  4. Entre em “Inteligência Personalizada”;
  5. Acesse “Apps Conectados”;
  6. Desative os serviços que você não deseja vincular ao Gemini.

    Passos para desconectar apps no Gemini
    Dá para controlar quais aplicativos e informações o Gemini pode acessar nas configurações de privacidade (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)

Também é possível desligar a Memória do Gemini, recurso que usa informações de conversas anteriores para personalizar respostas. Com a função desativada, a IA deixa de consultar chats antigos para criar respostas com base no histórico do usuário.

Vale ressaltar que essas alterações interrompem novos acessos aos dados dos aplicativos conectados, mas não removem automaticamente informações que já foram registradas no histórico de atividades.

Se você gostou do artigo, talvez também se interesse por saber o que significa quando uma empresa diz que vai treinar IA com dados dos usuários.

Leia a matéria no Canaltech.

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Rival do Pinterest com IA: conheça as principais funções do Mixboard, do Google

O Google Mixboard é um experimento do Google Labs que usa inteligência artificial para criar quadros de inspiração e organizar ideias visualmente. A ferramenta lembra o Pinterest, mas aposta na IA generativa para criar, editar e combinar imagens a partir de comandos em linguagem natural.

Diferente de plataformas focadas na descoberta de referências visuais, o Mixboard permite conversar com a IA para gerar novas imagens, editar conteúdos e organizar fotos, ilustrações e textos em um único espaço. Para isso, o Mixboard usa o Nano Banana, modelo de geração de imagens Gemini do Google.

Comparado ao Pinterest, o Mixboard oferece uma interface simples, sem anúncios, links externos ou abas para outras páginas, o que ajuda a manter o foco. A proposta é facilitar o desenvolvimento de projetos de decoração, identidade visual, festas, casamentos e outras ideias criativas, como storyboards e projetos de “Faça Você Mesmo” (DIY).

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Google Mixboard Projetos
Mixboard usa IA para criar e editar referências visuais em um único espaço. (Imagem: Viviane França/Canaltech / Editada por IA/Gemini)

O que é o Google Mixboard?

O Google Mixboard é um quadro de conceitos desenvolvido pelo Google Labs para ajudar na criação e organização de ideias. Nele, o usuário organiza imagens, textos e recursos de IA em uma tela livre para criar painéis visuais voltados a diferentes tipos de projetos.

Além de fazer upload de imagens próprias, é possível pedir para a IA criar novos elementos, adicionar texto relacionado ao contexto da imagem, editar fotos existentes ou gerar variações de uma referência. Tudo isso acontece em uma interface criada para brainstorming e desenvolvimento de conceitos.

Quem pode usar o Google Mixboard?

O Google Mixboard pode ser acessado pelo Google Labs e está disponível em versão beta em mais de 180 países, incluindo o Brasil. Apesar disso, a ferramenta funciona apenas em inglês. Por se tratar de um experimento, o acesso e alguns recursos podem variar conforme a conta e a região do usuário.

Google Mixboard
O Google Mixboard está disponível em versão beta em mais de 180 países. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

8 dicas para usar o Google Mixboard

Veja 8 dicas para você começar a usar o Google Mixboard hoje mesmo:

  • Comece com um prompt: descreva a ideia que deseja criar ou escolha um modelo pronto como ponto de partida;
  • Combine imagens próprias com IA: faça upload de fotos e use a inteligência artificial para criar novas versões ou complementar o projeto;
  • Descreva cores e estilos: quanto mais detalhado for o prompt, mais próximo o resultado ficará do que você imaginou;
  • Evite comandos vagos: a IA pode interpretar o pedido vago de maneiras inesperadas, alterando a iluminação da imagem ou aplicando filtros e estilos que não eram a intenção.
  • Faça ajustes contínuos: refine as imagens com novos comandos, em vez de começar tudo do zero.
  • Gere variações: use opções como "More like this" para explorar diferentes interpretações da mesma ideia;
  • Aproveite o contexto do quadro: a IA usa os elementos já presentes para manter um estilo consistente nas novas criações;
  • Organize as referências: reposicione imagens e textos livremente para visualizar melhor o conceito do projeto.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir "7 prompts para você aproveitar o melhor do Nano Banana Pro".

Leia a matéria no Canaltech.

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7 atalhos escondidos no Android que agilizam o dia a dia

O Android reúne diversos recursos que passam despercebidos por boa parte dos usuários. Enquanto as novidades de inteligência artificial costumam chamar mais atenção, há funções nativas capazes de economizar tempo em tarefas do dia a dia.

Muitas dessas ferramentas já vêm integradas ao sistema e não exigem a instalação de aplicativos. Mesmo assim, acabam sendo pouco conhecidas porque ficam escondidas em menus ou são ativadas por gestos que nem todo mundo conhece. 

Com alguns desses atalhos, você pode abrir a câmera em segundos, copiar textos de aplicativos que não permitem seleção, usar dois apps ao mesmo tempo, pesquisar qualquer item exibido na tela e acessar configurações com menos toques. São pequenas funções que, quando incorporadas à rotina, tornam a navegação mais rápida e conveniente.

Google Pixel 10 Pro

7 atalhos escondidos do Android

Confira sete recursos que podem tornam o uso do celular mais prático:

  1. Iniciar a câmera com o botão liga/desliga

  2. Acessar atalhos ao pressionar ícones de apps

  3. Copiar texto da tela de Aplicativos Recentes

  4. Usar os ícones de Configurações Rápidas

  5. Utilizar a tela dividida

  6. Usar o recurso Circule para Pesquisar

  7. Compartilhar arquivos com o Quick Share

1. Iniciar a câmera com o botão liga/desliga

Nem sempre dá tempo de desbloquear o celular e abrir o aplicativo da câmera antes que um momento passe. Por isso, muitos smartphones Android oferecem um atalho que abre a câmera instantaneamente com dois toques no botão liga/desliga, mesmo quando a tela está bloqueada. 

2. Acessar atalhos ao pressionar ícones de apps

Muitos aplicativos escondem atalhos úteis na tela inicial. Para acessá-los, basta tocar e segurar o ícone para abrir um menu com ações específicas.

No Gmail, por exemplo, é possível começar um novo e-mail. Já o Google Maps mostra atalhos para navegar até casa ou trabalho, e o YouTube abre a área de Shorts ou de inscrições. Se usar um desses comandos com frequência, arraste-o para a tela inicial para criar um atalho permanente.

Galaxy A57 5G

3. Copiar texto da tela de Aplicativos Recentes

Alguns aplicativos impedem a seleção de texto, o que dificulta copiar códigos, endereços ou mensagens. Em celulares Android, como o Google Pixel, é possível copiar textos de apps abertos recentemente.

Para isso, abra a tela de aplicativos recentes, toque em “Selecionar” abaixo da prévia do app e destaque o trecho desejado. Depois, basta copiar, compartilhar ou pesquisar o conteúdo.

4. Usar os ícones de Configurações Rápidas

Você provavelmente já usa o painel de Configurações Rápidas para ligar ou desligar o Wi-Fi, o Bluetooth ou a lanterna. O que muita gente não sabe é que, ao manter um desses ícones pressionado, o Android abre a página daquela configuração, sem precisar navegar pelos menus.

Uma dica é organizar esse painel de acordo com o seu uso. Assim, os atalhos que você acessa com mais frequência ficam nas primeiras posições e podem ser usados com apenas um toque.

Galaxy A57 5G

5. Utilizar a tela dividida

Se você vive alternando entre dois aplicativos para concluir uma tarefa, vale experimentar o modo de tela dividida. Com ele, os dois apps ficam abertos ao mesmo tempo, evitando aquela sequência de abrir um, voltar, abrir outro e repetir o processo.

Isso facilita situações do dia a dia, como comparar preços enquanto faz uma compra, acompanhar uma receita enquanto cozinha ou fazer anotações durante a leitura de um texto. É um recurso simples, mas que pode deixar a multitarefa mais prática.

6. Usar o recurso Circule Para Pesquisar

Encontrou um produto, um lugar, uma roupa ou um trecho de texto e quer saber mais? Com o Circule para Pesquisar, você faz uma busca sobre o que está na tela, assim, não é necessário alternar entre aplicativos ou copiar informações para o Google.

O recurso reconhece imagens, textos e outros elementos exibidos na tela e mostra os resultados em uma janela sobre o aplicativo que está aberto. Atualmente, ele está disponível em celulares Pixel compatíveis e em alguns modelos premium da Samsung.

Circule para Pesquisar

7. Compartilhar arquivos com o Quick Share

Enviar fotos, vídeos ou documentos para outro celular Android pode ser bem mais rápido com o Quick Share. O recurso encontra aparelhos compatíveis por perto e transfere os arquivos entre eles, dispensando o envio por e-mail ou aplicativos de mensagens.

A ferramenta também facilita o compartilhamento de arquivos grandes ou de várias fotos ao mesmo tempo. Basta o destinatário aceitar a solicitação para que a transferência seja iniciada.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse em saber como usar atalhos no Android para automatizar o dia a dia.

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Como fazer o celular tocar só para ligações importantes

Muitas pessoas deixam o celular no silencioso para evitar interrupções constantes causadas por notificações, grupos de mensagens e chamadas de spam. O problema é que, ao fazer isso, também correm o risco de não perceber uma ligação realmente importante.

Tanto o Android quanto o iPhone contam com recursos que resolvem esse problema. Com alguns ajustes, é possível fazer o aparelho tocar apenas quando determinados contatos ligarem, enquanto todas as outras chamadas continuam silenciosas. 

O recurso é útil para quem não quer ser incomodado durante o trabalho, estudos ou à noite, mas precisa continuar disponível para familiares, parceiros ou colegas em situações urgentes. 

Ligação telefônica

A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • Como colocar o celular para tocar apenas em ligações importantes?

  • É possível liberar mais de um contato?

  • O recurso funciona no WhatsApp?

Como colocar o celular para tocar apenas em ligações importantes?

Os dois sistemas oferecem funções para liberar chamadas de contatos específicos mesmo quando o celular está no modo silencioso ou com o recurso "Não Perturbe" ativado. Veja como configurar!

Android

No Android, siga os passos abaixo:

  1. Abra o app Telefone;

  2. Clique sobre o nome do contato desejado;

  3. Marque o contato como favorito;

  4. Vá nas “Configurações” do aparelho;

  5. Toque em “Modos”;

  6. Procure a opção “Não perturbe”;

  7. Entre em “Pessoas”;

  8. Clique em “Chamadas”;

  9. Selecione “Contatos marcados com estrela”.

O nome das opções pode variar conforme a fabricante do aparelho e a versão do sistema operacional. Na Samsung, por exemplo, a opção “Modos” é substituída por “Notificações”.

iOS

Já no iOS, o passo a passo é o seguinte:

  1. Abra o app Contatos;

  2. Escolha o contato desejado;

  3. Vá em “Editar”;

  4. Clique em “Toque”;

  5. Selecione “Acesso de emergência”;

  6. Salve a alteração.

Ligação telefônica

É possível liberar mais de um contato?

Sim. Você pode escolher mais de uma pessoa para ignorar o modo silencioso. No Android, basta marcar todos os contatos desejados como favoritos para que as ligações deles sejam liberadas quando o recurso "Não Perturbe" estiver configurado para aceitar chamadas desses contatos. 

No iPhone, a opção Acesso de emergência é ativada individualmente em cada contato. Dessa forma, é possível configurar quantas pessoas forem necessárias para que as chamadas delas toquem mesmo com o aparelho no silencioso. 

O recurso funciona no WhatsApp?

Não. Essa configuração vale apenas para ligações telefônicas feitas pelo aplicativo de chamadas do celular. 

As chamadas recebidas pelo WhatsApp, Telegram, Signal e outros aplicativos dependem das configurações de notificações desses próprios apps e do sistema operacional. Ou seja, ativar exceções para contatos nas ligações convencionais não faz com que chamadas desses aplicativos também ignorem o modo silencioso.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por saber como parar de receber ligações de spam.

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Como funciona o ChatGPT Work, o agente de IA que trabalha por você

O ChatGPT Work é a nova aposta da OpenAI para transformar o ChatGPT em um agente de IA que consegue executar tarefas e não apenas responder perguntas. Em vez de pedir ajuda para uma ação pontual, o usuário pode delegar uma atividade e acompanhar a IA enquanto ela organiza etapas, consulta informações e entrega o resultado.

Os agentes de IA, como o ChatGPT Work, são sistemas projetados para agir com mais autonomia. Eles conseguem interpretar instruções, dividir um trabalho em partes menores, usar ferramentas conectadas e tomar decisões ao longo do processo. Isso significa que a tecnologia pode ir além da geração de texto e assumir atividades que normalmente exigiriam várias interações manuais.

Com a tecnologia da família GPT-5.6, o ChatGPT Work consegue transformar anotações, arquivos e dados espalhados em entregas completas, como relatórios, apresentações, planilhas e outros materiais usados no dia a dia profissional.

Capa ChatGPT

A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • O que é o ChatGPT Work?

  • Como funciona o ChatGPT Work?

  • Qual a diferença entre o novo agente e a versão padrão da IA?

  • Quais são os recursos do ChatGPT Work?

  • Quais tarefas o agente pode realizar no dia a dia?

  • Quais aplicativos e serviços podem ser conectados ao agente?

  • Quais dados são usados pelo ChatGPT Work?

  • Quem pode usar o ChatGPT Work?

O que é o ChatGPT Work?

O ChatGPT Work é um agente de IA que ajuda a executar tarefas complexas no ambiente de trabalho. A ferramenta consegue acompanhar projetos longos, entender mudanças durante o processo e tomar decisões ao longo da execução, sem exigir uma nova orientação para cada etapa.

Assim, o agente consegue lidar com diferentes tipos de informações, não apenas textos. Ele pode analisar arquivos, trabalhar com códigos, acessar aplicativos conectados e organizar etapas de um projeto.

Como funciona o ChatGPT Work?

O ChatGPT Work funciona em três etapas: entender o contexto, planejar a execução e realizar as tarefas. Primeiro, o agente reúne informações disponíveis nas ferramentas autorizadas, como arquivos, documentos, mensagens, calendários e outros aplicativos conectados. 

ChatGPT

Depois, organiza os próximos passos para alcançar o objetivo solicitado e começa a executar as ações necessárias. Durante o processo, o usuário pode acompanhar o andamento do trabalho, tirar dúvidas, ajustar a direção da tarefa e aprovar decisões importantes.

Além disso, o ChatGPT Work consegue continuar acompanhando tarefas mesmo quando o usuário não está no computador. Por exemplo, o agente pode monitorar atualizações no Slack toda semana para preparar uma pauta de reunião ou consultar dashboards diariamente para gerar relatórios com as informações mais recentes.

Qual é a diferença entre o novo agente e a versão padrão da IA?

O ChatGPT tradicional funciona principalmente a partir de comandos enviados pelo usuário. A pessoa faz uma pergunta ou solicita uma tarefa específica, e a IA responde com base naquela interação.

Já o ChatGPT Work funciona de uma forma diferente. O usuário pode pedir tarefas completas, como criar um relatório com dados de diferentes fontes ou preparar uma apresentação, e o agente organiza as etapas, consulta ferramentas e executa as ações necessárias para concluir o trabalho.

O Canaltech tem uma matéria completa com todas as diferenças entre o ChatGPT Work e o ChatGPT que usamos no dia a dia.

ChatGPT

Quais são os recursos do ChatGPT Work?

O ChatGPT Work tem recursos que ajudam o agente a entender tarefas, acessar informações e executar atividades com menos intervenção do usuário. Entre os principais estão:

  • Agente ativo: o ChatGPT Work consegue analisar informações, planejar etapas e executar tarefas usando arquivos, aplicativos e serviços conectados. O usuário pode acompanhar o processo e intervir quando necessário;

  • Tarefas agendadas: permite programar ações recorrentes ou definir respostas para determinados eventos;

  • Uso do computador: o agente consegue interagir com a interface do computador para realizar ações, como clicar, digitar e organizar arquivos durante uma tarefa;

  • Integração com aplicativos: a ferramenta pode se conectar a serviços usados no trabalho, como plataformas de comunicação, armazenamento de arquivos, ferramentas de gestão, desenvolvimento e criação;

  • Sites: disponível em beta público, o ChatGPT Work transforma análises, projetos e ideias em sites interativos ou aplicativos web. A ferramenta pode criar dashboards, calendários de lançamento e portais internos, que podem ser testados dentro do próprio ChatGPT e compartilhados com outras pessoas por meio de um link;

  • Navegador integrado: o agente consegue consultar informações na internet, acessar sites e analisar dados de ferramentas online enquanto executa uma tarefa.

ChatGPT

Quais tarefas o ChatGPT Work pode realizar no dia a dia?

A ideia do agente é assumir tarefas que costumam consumir bastante tempo no trabalho. Ele pode ajudar em diferentes áreas de uma empresa com atividades como: 

  • Finanças: comparar dados de planilhas, analisar variações de orçamento e preparar relatórios;

  • Vendas: organizar informações de clientes, criar planos de conta e montar provas de conceito;

  • Marketing: transformar pesquisas em briefings, acompanhar resultados de campanhas e criar análises;

  • Operações: monitorar projetos, revisar processos e reunir informações importantes;

  • Desenvolvimento: auxiliar em revisões de código, alterações em projetos e análise de repositórios.

Quais aplicativos e serviços podem ser conectados ao agente?

O agente consegue se conectar a ferramentas que já fazem parte da rotina de muitas empresas. Essas integrações permitem que ele consulte informações e use dados de diferentes plataformas durante uma tarefa. Entre os serviços compatíveis estão:

  • Comunicação: Slack, Microsoft Teams e ferramentas de e-mail;

  • Arquivos e documentos: Google Drive, Google Workspace, SharePoint e Microsoft 365;

  • Gestão e negócios: sistemas de CRM, ferramentas de projetos e calendários.

ChatGPT

Quais dados são usados pelo ChatGPT Work?

Para executar as tarefas, o agente usa apenas as informações que foram liberadas pelo usuário ou pela organização. Isso pode incluir os seguintes itens:

  • Dados de aplicativos conectados, como calendários, mensagens e e-mails;

  • Arquivos, como planilhas, apresentações e PDFs;

  • Documentos armazenados no computador;

  • Informações encontradas na internet por meio do navegador integrado.

Em empresas, os administradores podem controlar quais ferramentas e dados ficam disponíveis para o agente. A OpenAI afirma que o ChatGPT Work usa a mesma estrutura de segurança do ChatGPT Enterprise e possui mecanismos para revisar ações sensíveis antes que elas sejam executadas.

Quem pode usar o ChatGPT Work?

O acesso ao ChatGPT Work depende do plano e da plataforma utilizada. No aplicativo para desktop, disponível para macOS e Windows, o recurso chega para usuários de todos os planos, incluindo a versão gratuita. A nova experiência também reúne recursos que antes ficavam separados no aplicativo Codex.

Na web e nos celulares, o lançamento inicial é focado em usuários dos planos Pro, Enterprise e Edu. Os planos Plus e Business devem receber o recurso gradualmente.

Diferente de uma conversa comum no ChatGPT, o Work foi pensado para tarefas demoradas e complexas. Por isso, o consumo de recursos varia conforme o tamanho do projeto e o tempo necessário para concluir cada atividade.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse pelo texto “GPT-5.6 e ChatGPT Work: o que as novidades da OpenAI trazem de diferente?”. 

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Como usar IA para montar uma lista de compras e economizar no mercado

Quem nunca chegou ao mercado e percebeu que não lembrava exatamente o que tinha em casa? Aí vem aquele pacote de arroz comprado duas vezes, o produto que acabou e só foi lembrado no corredor ou o alimento esquecido no fundo da despensa até passar da validade. O resultado é mais gastos, desperdício e uma nova ida ao supermercado poucos dias depois. 

A inteligência artificial pode ajudar a organizar sua lista de compras. Ela não substitui as escolhas do consumidor, mas funciona como uma ferramenta para reunir informações, fazer contas e ajudar na tomada de decisões.

E não é preciso instalar sistemas complicados ou entender de tecnologia avançada para começar. Um chatbot de IA, o aplicativo de notas do celular, algumas fotos da geladeira e da despensa e informações sobre a rotina da casa já são suficientes para testar algumas estratégias.

Compras no mercado

Como economizar no mercado com IA?

Veja como economizar no mercado e montar uma lista de compras com IA:

  1. Use a IA para descobrir o que realmente precisa ser comprado

  2. Transforme os produtos disponíveis em refeições

  3. Peça uma lista organizada por setor do supermercado

  4. Defina um orçamento antes de começar a comprar

  5. Compare o preço por quilo, litro ou unidade

  6. Encontre substitutos mais baratos para produtos caros

  7. Analise promoções sem cair em falsas economias

  8. Use a IA como barreira contra compras por impulso

  9. Confira o carrinho antes de passar pelo caixa

  10. Analise o cupom fiscal para melhorar a próxima compra

1. Use a IA para descobrir o que realmente precisa ser comprado

Antes de montar a lista, faça uma conferência da geladeira, dos armários e da despensa. Você pode anotar os produtos, ditar os itens por voz ou enviar fotos para uma IA que aceite imagens.

A ferramenta pode organizar os alimentos por categoria, apontar possíveis produtos repetidos e destacar o que deve ser consumido primeiro, ajudando a evitar compras desnecessárias e desperdícios.

A identificação por imagem, porém, não é perfeita e deve ser conferida, principalmente quando há embalagens escondidas, sem rótulo ou parcialmente visíveis.

Exemplo de prompt:

“Vou te enviar os alimentos e produtos que tenho atualmente na minha geladeira, armários e despensa. Por favor, organize esses itens por categoria, identifique itens repetidos ou em excesso e monte uma lista contendo apenas os produtos básicos que realmente parecem estar faltando para a casa.”

Compras no mercado

2. Transforme os produtos disponíveis em refeições

A IA pode usar os ingredientes que já existem em casa para sugerir pratos e indicar apenas os produtos que realmente precisam ser comprados. Também vale informar quantas pessoas moram na casa, quanto tempo há para cozinhar e se existem restrições alimentares.

Esse planejamento reduz o desperdício e evita que a lista seja feita apenas por vontade de consumir determinados produtos.

Exemplo de prompt:

“Tenho os seguintes ingredientes disponíveis em casa: . Somos pessoas, temos cerca de por dia para cozinhar e temos as seguintes restrições ou preferências alimentares: . Monte um cardápio com refeições aproveitando ao máximo o que já tenho e adicione o mínimo possível de novos itens à minha lista de compras.”

3. Peça uma lista organizada por setor do supermercado

Depois de definir as refeições, peça para a IA organizar os itens por setores, como hortifrúti, açougue, laticínios, limpeza e higiene. Isso ajuda a percorrer o mercado com mais rapidez e diminui as chances de comprar produtos fora do planejamento.

Também vale informar quantas pessoas vivem na casa e por quantos dias a compra deve durar para que a ferramenta estime quantidades mais próximas da necessidade. 

Exemplo de prompt:

“Com base neste planejamento de refeições , crie uma lista de compras para dias considerando pessoas. Organize todos os itens estritamente divididos pelos setores do supermercado, como hortifrúti, açougue, laticínios, mercearia, bebidas e limpeza, estimando quantidades realistas para evitar o desperdício.”

Compras no mercado

4. Defina um orçamento antes de começar a comprar

Antes de sair de casa, informe à IA quanto pretende gastar e quais produtos são indispensáveis. A ferramenta pode dividir os itens entre essenciais, substituíveis e adiáveis, facilitando decisões caso seja necessário reduzir o valor da compra.

A IA não conhece automaticamente os preços do mercado que você frequenta. Para fazer estimativas mais úteis, informe valores de compras anteriores, ofertas divulgadas pelos supermercados ou preços pesquisados recentemente. 

Exemplo de prompt:

“Meu orçamento limite para esta compra é de R$ e esta é a minha lista pretendida: . Com base nos preços médios da minha região, classifique esses itens entre essenciais, substituíveis por opções mais baratas e adiáveis, e depois sugira os ajustes necessários na lista para garantir que o valor total não ultrapasse o meu limite financeiro.”

5. Compare o preço por quilo, litro ou unidade

Nem sempre a embalagem mais barata oferece o melhor custo-benefício. A IA pode calcular o preço por quilo, litro ou unidade para mostrar qual opção realmente compensa. Basta informar os preços e as quantidades das embalagens.

Além da conta, peça que a ferramenta considere se a quantidade maior será consumida antes do vencimento. Comprar mais apenas porque o preço proporcional é menor pode gerar desperdício e anular a economia.

Exemplo de prompt:

“Estou na dúvida entre duas opções do produto , sendo a primeira embalagem com por R$ e a segunda embalagem com por R$ . Somos pessoas em casa e consumimos esse item com frequência . Calcule o preço proporcional por quilo, litro ou unidade de cada opção e me diga qual compensa mais, considerando também o risco de o produto vencer antes de consumirmos.”

Compras no mercado

6. Encontre substitutos mais baratos para produtos caros

Quando um ingrediente estiver muito caro, a IA pode sugerir alternativas compatíveis com a receita, como outro corte de carne, alimentos da estação ou produtos semelhantes. Quanto mais detalhes você informar sobre o preparo, melhores tendem a ser as recomendações.

Como preços variam entre cidades, lojas e datas, forneça informações atualizadas para receber sugestões mais úteis.

Exemplo de prompt:

“Quero preparar , mas o ingrediente está muito caro na minha cidade. Sugira três alternativas mais baratas e fáceis de encontrar que mantenham a proposta nutricional e o sabor do prato, considerando opções como vegetais da estação, cortes de carne equivalentes ou marcas mais em conta.”

7. Analise promoções sem cair em falsas economias

As promoções "leve três, pague dois" ou descontos em embalagens maiores nem sempre representam economia. A IA pode calcular o preço real de cada unidade e mostrar quanto você realmente vai economizar.

Também vale perguntar se a compra faz sentido para a sua rotina. Um produto barato que ficará parado no armário ou vencerá antes do consumo continua sendo um gasto desnecessário.

Exemplo de prompt:

“Encontrei a promoção do produto saindo por R$ no pacote, enquanto a unidade fora da promoção custa R$ . Somos pessoas na casa. Calcule o preço unitário real na promoção, a porcentagem de economia efetiva e me responda se essa compra realmente faz sentido financeiro para nossa rotina ou se corre o risco de virar desperdício.”

Compras no mercado

8. Use a IA como barreira contra compras por impulso

Antes de entrar no mercado, defina algumas regras, como um limite para produtos não essenciais ou uma lista de itens que não serão comprados naquela visita. Durante a compra, a IA pode ajudar a avaliar se um produto inesperado cabe no orçamento.

Ao perguntar quais itens precisariam ser retirados da lista para compensar uma nova compra, fica mais fácil visualizar o impacto da decisão e evitar gastos por impulso.

Exemplo de prompt:

“Estou no supermercado e deu vontade de levar o produto , que custa R$ . Meu teto de orçamento é R$ e minha lista planejada inclui . Avalie o impacto desse item na minha meta e me diga quais produtos da minha lista original eu precisaria retirar para compensar esse gasto sem ultrapassar o limite.”

9. Confira o carrinho antes de passar pelo caixa

Antes de pagar, faça uma revisão rápida do carrinho. A IA pode comparar a lista planejada com os produtos escolhidos e identificar itens repetidos, compras não previstas ou categorias que ultrapassaram o orçamento.

Não é necessário cadastrar cada produto em um aplicativo específico. Uma lista digitada ou ditada por voz já pode servir para essa comparação.

Exemplo de prompt:

“Minha lista de compras planejada é e estes são os produtos que estão no meu carrinho agora: . Compare as duas listas e me mostre quais itens foram adicionados sem planejamento, quais produtos eu poderia devolver para economizar e se acabei esquecendo de pegar algum item essencial da lista original.”

Compras no mercado

10. Analise o cupom fiscal para melhorar a próxima compra

Depois da compra, envie as informações do cupom fiscal para a IA descobrir quais categorias consumiram a maior parte do orçamento, quais produtos ficaram mais caros e quanto foi gasto fora da lista planejada. Com esses dados, também é possível comparar compras de semanas diferentes e identificar mudanças nos hábitos de consumo.

Antes de compartilhar imagens do cupom, esconda informações pessoais, como CPF, dados de pagamento, códigos e outros dados sensíveis. Assim, você aproveita a análise sem comprometer sua privacidade. 

Exemplo de prompt:

“Analise os dados deste cupom fiscal agrupando os gastos por categoria com a porcentagem consumida do valor total, identifique os três produtos que mais pesaram no orçamento, aponte os itens que parecem compras não planejadas e me dê duas orientações práticas para reduzir a conta na próxima ida ao mercado.”

Com alguns minutos de organização antes e depois da compra, fica mais fácil reduzir desperdícios, controlar os gastos e fazer escolhas mais conscientes no supermercado.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por saber como usar o assistente de compras do ChatGPT para pesquisar produtos.

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Como o Gemini pode deixar seu celular Galaxy ainda mais inteligente

Se você usa um celular Samsung Galaxy, vale a pena integrar o Google Gemini aos aplicativos nativos do aparelho. Com a conexão ativada, o Gemini consegue interagir com alguns dos principais apps do Galaxy e executar tarefas usando comandos de voz ou texto. 

A principal vantagem está na redução das pequenas etapas repetitivas que fazem parte da rotina. Em vez de abrir vários aplicativos, procurar uma foto, criar um lembrete ou adicionar um compromisso manualmente, basta fazer um pedido ao Gemini. A IA entende o comando e executa essas ações, economizando muito tempo na soma ao final do dia.

Como ativar a integração do Gemini com os apps da Samsung?

Para usar esses recursos, é preciso conectar o Gemini aos aplicativos da Samsung:

  1. Abra o aplicativo Gemini;

  2. Acesse “Configurações” (ícone de engrenagem);

  3. Vá em “Inteligência Personalizada”;

  4. Entre em “Apps conectados”;

  5. Ative a integração com os aplicativos da Samsung que desejar.

Gemini nos Apps da Samsung

Como deixar seu Galaxy mais inteligente com o Gemini?

Veja como deixar os apps do Galaxy mais inteligentes com a integração com o Gemini:

  • Galeria da Samsung

  • Samsung Reminder

  • Agenda Samsung

  • Samsung Notes

Galeria da Samsung

Sabe quando você lembra de uma foto, mas não faz ideia de onde ela está salva? Com o Gemini integrado à Galeria da Samsung, encontrar essas imagens fica mais simples. Basta descrever o que procura, como “encontre fotos do meu teclado” ou “mostre imagens da viagem para a praia”, e a IA busca pelos arquivos relacionados ao pedido.

A integração também ajuda na hora de compartilhar imagens. Depois de encontrar uma foto específica, você pode pedir para o Gemini enviá-la para um contato pelo Google Messages, sem precisar abrir a Galeria e procurar o botão de compartilhamento.

Samsung Reminder

Esquecer uma tarefa importante no meio da correria do dia a dia é algo comum. Com o Gemini integrado ao Samsung Reminder, você consegue registrar lembretes sem precisar parar o que está fazendo para abrir o aplicativo e preencher cada detalhe. 

Para isso, basta dizer algo como “me lembre de ligar para João às 21h” e a IA adiciona a tarefa para você. Também é possível consultar os próximos lembretes ou encontrar atividades já salvas usando comandos simples. 

Galaxy S25

Calendário da Samsung

O Calendário da Samsung também ganha mais praticidade com a integração do Gemini. A IA entende comandos simples para criar eventos, ajustar horários ou cancelar compromissos, sem que você precise preencher todos os campos do calendário.

A ferramenta também consegue interpretar imagens. Ao receber um convite ou cartaz com informações de um evento, você pode pedir para o Gemini adicionar os dados à agenda. A IA identifica detalhes, como nome, data, horário e local, e cria o compromisso automaticamente.

Samsung Notes

No Samsung Notes, você pode pedir ao Gemini para criar uma anotação, montar uma lista de tarefas, escrever uma receita ou preparar um roteiro de viagem e salvar o conteúdo no aplicativo.

A IA também ajuda a encontrar informações dentro de notas antigas. Se você guardou informações sobre uma viagem, reunião ou projeto e precisa encontrar um detalhe específico, é só perguntar ao Gemini. A ferramenta analisa o conteúdo e apresenta um resumo com os pontos mais relevantes.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse pelo texto “Como o Gemini vai controlar apps no seu celular? Veja o futuro da IA do Google”.

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WhatsApp lança "faxineira" para limpar arquivos de Canais e liberar espaço

O WhatsApp começou a testar uma nova ferramenta para ajudar usuários a liberar espaço ocupado por arquivos de Canais. Segundo informações do portal WABetaInfo, o recurso permite revisar e apagar mídias baixadas de canais específicos, com filtros por tipo de arquivo, como fotos, vídeos, figurinhas e mensagens de voz.  A função já havia sido identificada há cerca de dois meses na versão beta 2.26.19.4 e agora começou a ser liberada para os primeiros testadores.

A novidade aparece em dois locais diferentes do aplicativo. Na tela de informações de cada Canal, o usuário poderá acessar os arquivos armazenados e escolher quais categorias deseja remover. Também será possível fazer uma limpeza em massa pela aba de “Atualizações”, selecionando um ou mais canais e usando a opção “Limpar arquivos de mídia”.

A mudança simplifica um processo que já existia, mas era mais limitado. Antes, o gerenciamento do armazenamento de Canais só podia ser feito pelas configurações do aplicativo, exigindo que o usuário percorresse manualmente todos os arquivos compartilhados e os apagasse um a um, sem filtros por categoria.

Com a nova ferramenta, o WhatsApp busca facilitar a remoção de mídias acumuladas ao longo do tempo para quem acompanha muitos Canais. Além disso, mensagens e arquivos marcados com estrela são preservados para evitar a exclusão de conteúdos importantes.

WhatsApp

Quem pode usar a “faxineira” do WhatsApp?

A função está sendo liberada gradualmente para alguns usuários da versão beta do WhatsApp para Android, na versão 2.26.30.4 disponível pela Google Play Store. Por enquanto, a novidade ainda não chegou para todos os usuários da versão estável do aplicativo. 

Mesmo entre os testadores da versão 2.26.30.4, a ferramenta pode ainda não aparecer. Nesses casos, o recurso continuará sendo liberado gradualmente para mais usuários nas próximas semanas.

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Spotify lança recurso nostálgico que Apple Music e YouTube Music não têm

O Spotify começou a liberar o recurso User Notes (Notas do Usuário), uma ferramenta que permite adicionar comentários personalizados em músicas dentro de playlists. A novidade resgata uma prática comum das antigas fitas cassete, quando ouvintes escreviam mensagens nos encartes para explicar a escolha das faixas ou registrar lembranças ligadas às músicas. 

Com o recurso, os usuários podem abrir uma playlist criada ou editada por eles, tocar no menu de três pontos ao lado de uma faixa e selecionar a opção “Adicionar nota”. O texto aparece como uma legenda logo abaixo do nome da música e pode servir para guardar memórias, contar histórias ou explicar por que determinada faixa faz parte daquela seleção. 

As notas ficam visíveis para qualquer pessoa que tenha acesso à playlist, e o nome de quem escreveu aparece vinculado ao perfil do Spotify. A novidade diferencia a plataforma de concorrentes, como Apple Music e YouTube Music, que não oferecem uma ferramenta semelhante para adicionar comentários em faixas individuais.

A inclusão de notas em faixas era uma das solicitações mais antigas da comunidade do Spotify, com usuários pedindo essa função há anos no Community Idea Exchange. Antes da novidade, quem criava playlists para amigos precisava reunir todo o contexto e as histórias das músicas apenas na descrição geral da lista.

Spotify

Quem pode usar o novo recurso do Spotify?

O User Notes está sendo distribuído para usuários gratuitos e assinantes Premium do Spotify, com suporte para aplicativos Android e iPhone. A liberação acontece de forma gradual e, inicialmente, está limitada a alguns mercados. 

Para acessar o recurso, o usuário precisa ter 16 anos ou mais. O Spotify ainda não divulgou todos os países incluídos na primeira fase de lançamento nem uma previsão para a chegada global da ferramenta. 

Se você gostou do texto, talvez também se interesse pelo conteúdo “Crie playlists perfeitas no Spotify com estes prompts do Claude”.

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