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iPhone 17 Pro de R$ 67 mil tem contador de radiação e relógio suíço embutido

A Caviar, conhecida por transformar smartphones da Apple em peças de luxo com materiais exclusivos, apresentou uma versão bastante incomum do iPhone 17 Pro. Batizado de Geiger, o modelo incorpora um contador de radiação funcional, corpo de titânio e até um relógio suíço na traseira. A edição começa em US$ 13.130 (cerca de R$ 67.751).

O grande diferencial da edição especial é o contador Geiger integrado diretamente à traseira do aparelho, que usa um dosímetro SIG-RM1208 capaz de medir os níveis de radiação gama no ambiente.

O equipamento possui uma pequena tela digital que exibe as medições em tempo real. Também é possível configurar um alerta sonoro para ser acionado quando a radiação ultrapassar determinado limite.

O módulo fica instalado no centro da traseira do iPhone. Ao redor dele, a Caviar adicionou um mostrador de relógio analógico equipado com um mecanismo suíço Ronda 763, movido a quartzo.

Para combinar com os componentes adicionais, a Caviar substituiu a traseira convencional do iPhone 17 Pro por uma estrutura de titânio. O acabamento segue uma estética industrial, com parafusos aparentes, painéis metálicos espessos e uma faixa vermelha atravessando o centro do aparelho.

Edição limitada tem apenas sete unidades

iPhone Caviar

A Caviar informou que produzirá somente sete unidades do iPhone 17 Pro Geiger. Cada aparelho terá seu número de produção gravado na estrutura e será acompanhado por um certificado de autenticidade.

O preço inicial de US$ 13.130 (R$ 67.751) corresponde à versão com 256 GB do iPhone 17 Pro. O valor aumenta para quem optar por mais armazenamento ou pelo iPhone 17 Pro Max.

Além do contador de radiação funcional, o iPhone da Caviar tem um relógio suíço em uma edição extremamente limitada. Se gostou de conhecer, veja iPhones de ouro que custam mais que um carro. 

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Galaxy S27 Pro aparece em imagens vazadas e pode ser um “Ultra compacto”

O Galaxy S27 Pro apareceu em supostos renders que sugerem pela primeira vez detalhes do possível design do aparelho. O modelo ainda não foi confirmado oficialmente pela Samsung, mas pode ocupar uma posição inédita entre o Galaxy S27+ e o Galaxy S27 Ultra.

O principal destaque das imagens está na traseira. O Galaxy S27 Pro aparece com uma grande barra horizontal envolvendo o conjunto de câmeras, em uma solução visual semelhante à esperada para o Galaxy S27 Ultra.

Apesar de a barra ocupar boa parte da largura superior da traseira, as três câmeras ficam concentradas no lado esquerdo. O visual lembra bastante a abordagem adotada pela Apple em modelos recentes da linha iPhone Pro.

Além da questão estética, a estrutura pode ajudar a deixar o celular mais estável quando colocado sobre uma superfície plana, reduzindo a inclinação causada pelo módulo de câmeras.

S27 Pro

Tela de 6,6 polegadas e corpo compacto

Na frente, os renders mostram uma tela plana com bordas finas. O painel deve ter aproximadamente 6,6 polegadas, enquanto as laterais do aparelho aparecem com acabamento mais reto.

As dimensões estimadas são de 154,06 x 73,77 x 7,95 mm. Com isso, o Galaxy S27 Pro seria cerca de 9 mm mais curto e 5 mm mais estreito que o Galaxy S27 Ultra.

O aparelho também aparece na cor roxa nas renderizações, mas isso não significa que essa será uma opção comercial. A tonalidade pode ter sido escolhida apenas para destacar o dispositivo nas imagens.

Galaxy S27 Pro pode ter câmeras de 200 MP

Segundo os vazamentos, o Galaxy S27 Pro pode compartilhar parte do conjunto fotográfico do Ultra. A câmera principal teria 200 MP, acompanhada de uma ultrawide de 50 MP.

A diferença estaria na teleobjetiva. O Pro teria um sensor de 12 MP com zoom óptico de 3x, configuração mais simples que a esperada no modelo Ultra.

O celular também não deve contar com compartimento integrado para a S Pen, recurso que continuaria exclusivo do Galaxy S27 Ultra.

Snapdragon, até 16 GB de RAM e bateria de 5.200 mAh

No desempenho, os rumores apontam para o Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro, embora exista a possibilidade de a Samsung utilizar o Exynos 2700 em determinadas regiões.

A memória RAM começaria em 12 GB, podendo chegar a 16 GB na versão com maior armazenamento. O espaço interno máximo especulado é de 1 TB. A bateria teria capacidade de 5.200 mAh, segundo os vazamentos disponíveis até agora.

O Galaxy S27 Pro ainda é apenas uma possibilidade, já que a Samsung não confirmou oficialmente a existência do aparelho. A expectativa atual é de que a linha Galaxy S27 seja apresentada em fevereiro de 2027. Enquanto isso, o grande assunto do momento é que o Galaxy S26 FE chegou: 1º celular com One UI 9 tem bateria para 29 horas de vídeo.

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Samsung derruba Apple do trono e vira maior marca de celulares do mundo, de novo

A Samsung voltou a liderar o mercado global de smartphones no segundo trimestre de 2026, deixando a Apple na segunda posição. Segundo dados da Counterpoint Research, a fabricante sul-coreana alcançou 23% de participação nas vendas mundiais, enquanto a rival ficou com 21%.

No primeiro trimestre de 2026, as duas empresas estavam empatadas com 21% do mercado. Já no Q2, a Samsung avançou para 23%, enquanto a participação da Apple permaneceu em 21%.

A Samsung também registrou crescimento de 9% nas vendas em relação ao mesmo período de 2025, desempenho que ajudou a empresa a assumir novamente o primeiro lugar em um mercado que enfrenta dificuldades.

A Apple, por outro lado, também teve um trimestre positivo. Os embarques da companhia cresceram 13% na comparação anual, impulsionados pelo bom desempenho da linha iPhone 17. Mesmo assim, o avanço não foi suficiente para manter a liderança global.

Mercado de smartphones enfrenta queda

A disputa entre Samsung e Apple aconteceu em um cenário complicado para o setor. Os embarques globais de smartphones caíram 7% em relação ao segundo trimestre de 2025, principalmente diante do aumento dos preços dos componentes provocado pela escassez de memória. Vale observar que o preço dos celulares não vai parar de subir pelo menos até 2028.

S26 Ultra

 A América do Norte foi a única região a apresentar crescimento anual, com alta de 6%. O mercado se beneficiou da forte presença de aparelhos premium e de financiamentos oferecidos pelas operadoras.

Na Europa Ocidental, o cenário também permaneceu relativamente estável, com queda de apenas 1%.

Xiaomi perde espaço no ranking

Enquanto Samsung e Apple avançaram, outras fabricantes tiveram resultados mais fracos. A Xiaomi sofreu uma queda de 26% nos embarques anuais, enquanto a Vivo recuou 21%.

No segundo trimestre de 2026, a Xiaomi ficou com 11% do mercado global, seguida por vivo e OPPO, com 8% e 10%, respectivamente.

Participação global no mercado de smartphones

Fabricante Q1 2025 Q2 2025 Q3 2025 Q4 2025 Q1 2026 Q2 2026
Apple 19% 17% 18% 25% 21% 21%
Samsung 20% 20% 19% 18% 21% 23%
Xiaomi 14% 14% 14% 11% 12% 11%
Vivo 7% 9% 9% 8% 7% 8%
OPPO 11% 12% 12% 11% 10% 10%
Outras 29% 28% 29% 26% 29% 27%

Mesmo com a retomada da liderança pela Samsung, a disputa permanece apertada. A diferença entre as duas fabricantes é de apenas 2 pontos percentuais, então o mercado global continua competitivo.

Então com 23% contra 21%, a Samsung termina o segundo trimestre de 2026 novamente no topo, mas a Apple segue logo atrás. Quer saber quanto a Samsung lucra em celular vendido no Brasil? Especialistas explicam.

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"Nokia chinês" de R$ 500 tem Android, teclado físico e truque para evitar digitar

Um celular chinês com visual que lembra os antigos Nokia está chamando atenção por combinar teclado físico, Android e recursos de inteligência artificial. O Qin J36 AI foi apresentado na China por 659 yuans (cerca de R$ 500), e apesar da aparência de celular básico, o aparelho roda Android 13 e consegue acessar aplicativos populares. O celular também conta com funções de IA para facilitar tarefas que normalmente exigiriam vários toques na tela.

O Qin J36 traz uma tela de 2,8 polegadas, com resolução de 480 x 640 pixels, acompanhada por um teclado físico numérico. O conjunto tem processador MTK8766V, 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento.

A bateria tem capacidade de 2.600 mAh, enquanto o aparelho pesa 119 gramas. Nas conexões, há entrada USB-C e suporte a recursos como Bluetooth, Wi-Fi e redes móveis.

O celular também roda Android 13, permitindo instalar aplicativos. Entre os serviços compatíveis estão WeChat, Alipay, música e vídeo, algo que o diferencia dos celulares básicos tradicionais.

Inteligência artificial ajuda a evitar digitação

O principal diferencial do Qin J36 está no QIN AI, sistema de inteligência artificial integrado ao aparelho, que permite que o usuário faça tarefas por meio de comandos em uma única frase.

É possível, por exemplo, pedir para ativar o Bluetooth, realizar uma ligação ou criar um texto com IA. Dessa forma, o teclado físico não precisa ser usado para todas as funções, tornando a interação mais prática mesmo em uma tela pequena.

O aparelho também inclui rádio FM e controle remoto infravermelho, permitindo controlar equipamentos compatíveis.

Versão com ou sem câmera

QIN J36

O Qin J36 pode ser encontrado em versões com e sem câmera. O modelo equipado com câmeras tem um sensor traseiro de 13 MP e câmera frontal de 2 MP.

Já a versão sem câmera remove completamente o módulo fotográfico da traseira. A opção pode ser interessante para quem procura um aparelho mais simples ou para situações em que o uso de câmeras não é desejado.

A simplicidade tem tomado conta do mercado: os jovens estão trocando smartphones por "celulares burros".

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Galaxy S26 FE chegou: 1º celular com One UI 9 tem bateria para 29 horas de vídeo

Nesta quinta-feira (27), a Samsung realizou um novo Galaxy Event e apresentou oficialmente o Galaxy S26 FE, novo integrante da família Galaxy S26. O aparelho chega com tela AMOLED de 6,7 polegadas, processador Exynos 2500, câmera tripla e bateria de 4.900 mAh para 29 horas de vídeo, além de ser o primeiro celular da família S26 a chegar com One UI 9 direto de fábrica.

A nova versão da interface traz recursos de inteligência artificial mais integrados ao cotidiano, enquanto o conjunto fotográfico recebeu melhorias para captura, edição e gravação de vídeos. O Galaxy S26 FE também aposta em um corpo fino e leve e terá até 512 GB de armazenamento.

Galaxy S26 FE tem tela AMOLED de 120 Hz

O novo celular da Samsung conta com uma tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de até 120 Hz. O painel alcança 1.900 nits de brilho, segundo a ficha técnica divulgada pela empresa durante o evento.

O aparelho mede 161,6 x 76,9 x 7,4 mm e pesa 193 gramas e a construção mantém a proposta fina da família Galaxy S26, enquanto a certificação IP68 garante resistência contra água e poeira.

Câmera tripla ganha recursos de IA

Na traseira, o Galaxy S26 FE tem câmera principal de 50 MP com OIS, acompanhada por uma ultrawide de 12 MP e uma telefoto de 8 MP. O conjunto oferece zoom óptico de 3x e zoom digital de até 30x.

Na frente, a câmera de selfies tem 12 MP. Entre as novidades está o My FanCam, recurso que acompanha automaticamente uma pessoa selecionada e mantém o indivíduo centralizado durante a gravação.

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O celular também conta com Super Steady com Horizontal Lock, que ajuda a manter vídeos mais nivelados durante gravações em movimento, e Nightography para melhorar registros em ambientes com pouca luz.

Na edição, o Photo Assist permite fazer alterações usando comandos em linguagem natural. Já o Gemini Omni pode criar e editar vídeos a partir de fotos e gravações armazenadas na Galeria.

Galaxy S26 FE estreia One UI 9

O Galaxy S26 FE é o primeiro integrante da família Galaxy S26 a ser lançado com One UI 9, trazendo novos recursos de Galaxy AI.

O Now Brief ganhou cartões personalizáveis, enquanto o Now Nudge foi ampliado para aplicativos e notificações de terceiros selecionados. O Circle to Search também recebeu uma atualização e agora consegue pesquisar vários itens presentes em uma mesma imagem.

O aparelho ainda terá seis meses de Google AI Pro, com acesso a recursos adicionais de inteligência artificial e 5 TB de armazenamento na nuvem.

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Bateria de 4.900 mAh e carregamento sem fio

A Samsung equipou o Galaxy S26 FE com uma bateria de 4.900 mAh. O carregamento com fio de 45 W consegue levar o aparelho a até 69% em aproximadamente 30 minutos, segundo a fabricante.

O modelo também suporta carregamento sem fio de 15 W e Wireless PowerShare para compartilhar bateria com dispositivos compatíveis.

No desempenho, o Exynos 2500 de 3 nm trabalha acompanhado de 8 GB de RAM. O armazenamento terá versões de 128 GB, 256 GB e, pela primeira vez nesta configuração divulgada, 512 GB.

Sete anos de atualizações

O evento também traz destaque para o suporte prolongado de software. O Galaxy S26 FE terá sete gerações de atualizações do sistema operacional e sete anos de atualizações de segurança.

A Samsung também incluiu um Smart Switch atualizado, que permite transferir dados de aparelhos Android ou iPhone por meio de um QR Code, incluindo senhas, histórico de chamadas e dados de eSIM.

O Galaxy S26 FE estará disponível a partir de 4 de setembro em mercados selecionados, nas cores Blueberry, Graphite e Pistachio. Os preços e a disponibilidade podem variar conforme o país e a região. A Samsung, contudo, não revelou ainda informações específicas sobre a chegada do modelo ao Brasil. Neste mês de agosto o Galaxy Z Fold 8 também chega ao Brasil com novo formato e bateria maior; veja preços.

Especificações técnicas do Galaxy S26 FE

Especificação Galaxy S26 FE
Tela 6,7 polegadas, Dynamic AMOLED 2X, resolução FHD+, taxa de atualização de 60/120 Hz, brilho de até 1.900 nits
Dimensões 161,6 × 76,9 × 7,4
Peso 193 g
Câmera principal 50 MP, f/1.8, OIS, campo de visão de 84°
Câmera ultrawide 12 MP, f/2.2, campo de visão de 123°
Câmera telefoto 8 MP, f/2.4, OIS, zoom óptico de 3x, zoom digital de até 30x, campo de visão de 32°
Câmera frontal 12 MP, f/2.2, campo de visão de 85°
Processador Samsung Exynos 2500, fabricado em 3 nm
Memória RAM 8 GB
Armazenamento 128 GB, 256 GB ou 512 GB
Bateria 4.900 mAh (capacidade típica); 4.755 mAh de capacidade nominal mínima
Carregamento com fio Até 45 W; até 69% em cerca de 30 minutos com carregador de 45 W
Carregamento sem fio 15 W
Carregamento reverso Wireless PowerShare
Sistema operacional Android 17
Interface One UI 9
Rede móvel 5G e LTE
Wi-Fi Wi-Fi 6E e Wi-Fi Direct
Bluetooth Bluetooth 5.4
Resistência à água e poeira IP68
Cores Blueberry, Graphite e Pistachio

 

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Rumor: Samsung já trabalha no Galaxy Z Fold 9 para sair em 2027

Segundo um relatório da imprensa sul-coreana, a Samsung teria avançado no desenvolvimento de dois modelos do Galaxy Z Fold 9, ambos com formato mais largo. A decisão estaria relacionada à boa recepção do Galaxy Z Fold 8, que teria apresentado forte demanda durante o período de pré-venda.

A Samsung apresentou com o Galaxy Z Fold 8 uma mudança importante no design dos seus dobráveis no formato de livro. O aparelho passou a ter uma estrutura mais larga quando aberto, oferecendo uma área de visualização maior para diferentes tipos de conteúdo.

O modelo conta com tela externa de 5,5 polegadas e proporção de 10:16, enquanto o display interno tem 7,6 polegadas e proporção de 4:3. A proposta é oferecer uma experiência mais confortável para tarefas como navegação, mensagens, vídeos e jogos.

Galaxy Z Fold 8 teria impulsionado decisão

De acordo com o relatório, o desempenho comercial do Galaxy Z Fold 8 teria sido um dos fatores para a Samsung avançar com os novos projetos. Na Coreia do Sul, o modelo teria representado cerca de 70% das pré-vendas da linha Galaxy Z8.

Outro ponto citado é que o dobrável de formato mais largo teria vendido mais do que o Galaxy Z Fold 8 Ultra, versão mais sofisticada que mantém um formato tradicional de celular dobrável.

Galaxy Z Fold 8

 Dois Galaxy Z Fold 9 podem ter propostas diferentes

Ainda não está claro como a Samsung pretende diferenciar os dois possíveis modelos do Galaxy Z Fold 9. Uma das possibilidades é manter uma versão convencional e lançar outra com preço mais acessível.

Também não há informações confirmadas sobre especificações, preços ou nomes comerciais dos aparelhos, mas a estratégia pode mudar até o lançamento.

A possível existência de dois Galaxy Z Fold 9 indica que a Samsung pode estar enxergando o formato mais largo como uma direção importante para seus dobráveis.  Por enquanto, porém, os detalhes ainda são escassos, e será necessário aguardar novos vazamentos. Por enquanto, os rumores apontam que a Samsung pode lançar cinco celulares dobráveis em 2027.

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Novas TVs Samsung chegam ao Brasil com R$ 500 de desconto, mas tem um porém

A Samsung já abriu o pré-registro para a nova geração de TVs Samsung Vision AI no Brasil, e quem se cadastrar entre 24 de agosto e 13 de setembro de 2026 poderá receber até R$ 500 de desconto na compra de modelos selecionados durante a promoção de lançamento.

O benefício, porém, tem uma condição: é preciso fazer o cadastro antecipadamente e, neste momento, a Samsung ainda não revelou exatamente quais modelos e tamanhos estarão disponíveis na estreia.

Como funciona o desconto das novas TVs Samsung

O cadastro é gratuito e pode ser feito pela página oficial da promoção. O consumidor precisa preencher os dados solicitados e confirmar a inscrição para ter direito ao benefício.

As novas TVs serão anunciadas oficialmente em 14 de setembro, e o período para compras com desconto vai de 14 de setembro a 4 de outubro, exclusivamente pela Loja Online e pelo aplicativo da Samsung.

O valor do desconto será fixo e vai variar de acordo com o modelo escolhido. A promoção inclui lançamentos das linhas Neo QLED, OLED, Micro RGB e The Frame Pro.

Samsung ainda não revelou todos os modelos

Samsung Vision AI

O principal ponto de atenção para quem pretende aproveitar a oferta é que a empresa ainda não informou quais modelos e tamanhos estarão disponíveis na promoção. Por isso, quem fizer o pré-registro agora ainda não sabe exatamente qual TV poderá comprar com desconto.

Por outro lado, não é necessário pagar nada antecipadamente para garantir o benefício. Basta realizar o cadastro no site oficial da marca dentro do período indicado e, depois, escolher uma das TVs elegíveis quando a promoção começar.

Isso é diferente do que aconteceu no lançamento dos novos dobráveis da Samsung neste ano, quando algumas condições especiais exigiam uma reserva antecipada com pagamento.

TVs Vision AI prometem mais recursos de inteligência artificial

A nova geração Samsung Vision AI aposta em recursos de inteligência artificial para melhorar a experiência de imagem e som e pode analisar os conteúdos em tempo real para buscar mais nitidez, profundidade e imersão.

A Samsung também promete avanços no processamento de imagem e áudio em relação à geração anterior, com recursos distribuídos entre diferentes modelos da linha. Neste cenário, a Samsung lança TVs com nova tecnologia de tela no Brasil; veja o que muda.

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Celulares da Xiaomi vão ficar mais caros, confirma empresa

Depois que o Tim Cook confirmou que o iPhone vai ficar mais caro, parece ter virado moda. Agora são os celulares da Xiaomi que vão ficar mais caros no Japão a partir de setembro. A empresa anunciou reajustes em diferentes smartphones e tablets, citando o aumento nos preços da memória e de outros componentes. Em alguns casos, o valor dos aparelhos subirá em até 20 mil ienes (cerca de R$ 500).

Entre os modelos afetados estão o Xiaomi 17T Pro e diferentes versões dos POCO X8 Pro e X8 Pro Max. O reajuste mais expressivo chega a aproximadamente 25% em algumas configurações.

O Xiaomi 17T Pro com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, por exemplo, passará de 119.800 ienes (cerca de R$ 4.200) para 139.800 ienes (R$ 4.900). Já a versão com 12 GB de RAM e 512 GB sairá de 139.800 ienes (R$ 4.900) para 159.800 ienes (R$ 5.600).

Nos modelos da POCO, o X8 Pro Max de 12 GB + 256 GB subirá de 79.980 ienes (R$ 2.800) para 99.980 ienes (R$ 3.500). A versão com 512 GB passará de 89.980 ienes (R$ 3.100) para 109.980 ienes (R$ 3.800).

Os novos preços dos produtos Xiaomi e Redmi entram em vigor em 1º de setembro. Para os modelos afetados da POCO, os reajustes começam em 4 de setembro.

Alta da memória pressiona preços

Xiaomi 17

Segundo a Xiaomi, a empresa vinha absorvendo parte do aumento nos custos para manter os preços competitivos. No entanto, a alta da memória e de outros componentes chegou a um nível que tornou essa estratégia difícil de manter.

A situação não é exclusiva da Xiaomi. Fabricantes de smartphones em diferentes mercados também enfrentam custos maiores com memória, enquanto o mercado de celulares passa por um período de demanda mais fraca. Os novos celulares da Samsung vão ficar bem mais caros, por exemplo.

Por enquanto, a Xiaomi anunciou as mudanças apenas para o Japão, mas a pressão sobre os custos de memória pode levar a reajustes semelhantes em outros países. Mas para quem busca economia, um novo celular baratinho da Xiaomi chega com bateria gigante por menos de R$ 1.400.

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Visual do Galaxy S27 padrão vazou: veja modelo 3D do novo top da Samsung

O Galaxy S27 pode ganhar um visual diferente na próxima geração de celulares premium da Samsung. Novos renders em 3D vazados na última segunda-feira (24) mostram possíveis detalhes do aparelho e também indicam mudanças no design de outros modelos da linha.

Os renders mostram que a Samsung pode estar preparando mudanças discretas no Galaxy S27 e nos demais modelos da família. Além da versão tradicional, rumores apontam que a linha Galaxy S27 poderá contar com um quarto modelo principal, chamado Galaxy S27 Pro.

No caso do Galaxy S27 Ultra, a principal mudança estaria na região das câmeras. O celular pode ganhar uma nova estrutura para acomodar os sensores, enquanto suas dimensões seriam muito próximas às do Galaxy S26 Ultra. Um recente vazamento ainda sugere um design polêmico do Galaxy S27 Ultra pela semelhança com o iPhone 17 Pro.

O atual modelo tem 163,6 x 78,1 x 7,9 mm e tela de 6,9 polegadas. O próximo Ultra também deve manter o espaço dedicado à S Pen.

Alto-falante pode mudar de posição

Outra diferença apontada pelos renders está na parte inferior dos celulares. O Galaxy S27 Ultra aparentemente manteria o alto-falante no canto inferior esquerdo, posição adotada pela Samsung nos modelos Ultra desde o Galaxy Note 20 Ultra.

Já o Galaxy S27, S27+ e S27 Pro podem trazer o alto-falante no lado direito da borda inferior. A mudança seria pequena, mas ajudaria a diferenciar fisicamente os modelos.

Galaxy S27 Pro pode ter câmera diferente

O Galaxy S27 Pro é o modelo que mais chama atenção nos novos renders. As imagens mostram uma possível estrutura de câmeras mais larga, semelhante à que deve aparecer no Galaxy S27 Ultra.

O desenho pode indicar que o Pro terá uma aparência mais próxima do Ultra, mas ainda não há informações suficientes para dizer se ele também terá câmeras mais avançadas. Existe ainda a possibilidade de o render estar incorreto.

A Samsung deve apresentar a linha Galaxy S27 no início de 2027. Até lá, novos vazamentos devem revelar mais detalhes sobre o design e as especificações dos aparelhos. Enquanto isso, a Samsung prepara novo celular ultra premium com chip "Extremo".

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iPhone dobrável de quase R$ 100 mil já está à venda antes mesmo da Apple; veja

A Apple ainda não apresentou oficialmente seu primeiro iPhone dobrável, mas a Caviar já se antecipou e colocou uma versão personalizada do aparelho em pré-venda. Chamada de iPhone Ultra Liquid Metal, a edição especial custa US$ 18.840, o equivalente a cerca de R$ 97.190.

O aparelho é baseado no suposto iPhone Ultra e a expectativa é de que a Apple apresente seu primeiro celular dobrável em 9 de setembro, embora a data ainda não tenha sido confirmada oficialmente. 

A Caviar divulgou o que afirma serem fotos reais do aparelho antes da apresentação da Apple. O destaque fica por conta do acabamento, que lembra uma peça de metal líquido congelada no tempo.

A traseira recebe prata esterlina 925, uma liga composta por 92,5% de prata pura. O material ganhou um acabamento espelhado e detalhes em relevo que criam diferentes reflexos conforme a luz atinge a superfície.

Edição de Steve Jobs também custa uma fortuna

iphone ultra caviar

A Caviar também prepara outras versões personalizadas do suposto iPhone Ultra. Uma delas homenageia Steve Jobs e custa quase US$ 16 mil, cerca de R$ 82.560.

Apesar das imagens divulgadas pela Caviar, ainda não há confirmação oficial sobre o design ou mesmo o nome do primeiro iPhone dobrável da Apple.  Ainda assim, os vazamentos mostram como será a câmera do primeiro iPhone dobrável; veja imagens. 

A Caviar é conhecida por transformar celulares populares em produtos de luxo. Seus modelos costumam receber materiais como ouro, diamantes, couro natural, esmalte, carbono e até meteoritos. A fabricante é responsável por lançar iPhones de ouro que custam mais que um carro.

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De volta aos anos 2000: novo celular resgata teclado físico e visual retrô

Se você sente saudade dos celulares com teclado físico, o Minimal Phone 2 pode parecer uma viagem no tempo. O novo aparelho tem um design inspirado nos smartphones dos anos 2000, com teclado QWERTY completo abaixo da tela e combina a estética retrô com especificações mais modernas.

O modelo é uma evolução do primeiro Minimal Phone e troca a tela E-Ink por um painel OLED, mantendo a proposta de oferecer uma experiência diferente dos celulares convencionais.

O principal destaque do Minimal Phone 2 é o teclado físico que ocupa a parte inferior do aparelho e foi projetado para facilitar a digitação com os dois polegares.

As teclas contam com iluminação para uso em ambientes escuros, além de switches metálicos e capas com formato pensado para melhorar a ergonomia. O teclado também permite personalizar atalhos, atribuindo diferentes funções ao pressionar uma tecla por mais tempo.

Com dimensões de 122,6 x 72 x 9,48 mm, o celular mantém um formato relativamente compacto, apesar da presença do teclado completo.

Tela OLED substitui o E-Ink

Minimal Phone 2

Outra grande mudança em relação à geração anterior está na tela. O Minimal Phone 2 abandona o painel E-Ink em preto e branco e adota uma tela OLED de 3,92 polegadas, com resolução de 1080 x 1240 pixels e taxa de atualização de 90 Hz.

O aparelho ainda traz câmera frontal de 20 MP e uma câmera traseira principal de 50 MP com abertura f/1.8 e foco automático.

O processamento fica por conta do MediaTek Dimensity 8300, acompanhado de 8 GB ou 12 GB de RAM e até 512 GB de armazenamento. A bateria tem 3.000 mAh, com carregamento de 27 W por cabo e 15 W sem fio.

Entre outros recursos estão NFC, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4, leitor de digitais lateral, dual SIM, entrada para fones de 3,5 mm e conexão USB-C com suporte a DisplayPort.

Preço do celular retrô

O Minimal Phone 2 está com preços a partir de US$ 599 (R$ 3.061). As versão de 8 GB + 512 GB vai custar US$ 675 (aproximadamente R$ 3.449) e a versão de 12 GB + 512 GB Founder’s Edition custa US$ 899 (aproximadamente R$ 4.594).

O Minimal Phone 2 tenta unir duas épocas: o visual e a experiência de digitação dos celulares antigos com componentes encontrados em smartphones atuais. Veja a coleção incrível de celulares dos anos 2000 que mostra que o futuro já passou.

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"iPhone de vidro" volta para jogo e vai ser lançado em 2027, diz vazamento

A Apple ainda trabalha em uma grande mudança de design para o iPhone em 2027, ano que marcará o 20º aniversário do celular. Apesar de um relatório recente apontar que o chamado “iPhone de vidro” teria sido cancelado, novas informações indicam que a empresa mantém o projeto no cronograma.

Segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, os próximos modelos Pro devem adotar um visual com uso intenso de vidro, marcando uma das maiores mudanças estéticas da história do aparelho.

De acordo com Gurman, a Apple prepara os modelos iPhone Pro e Pro Max de 2027 com uma construção que utiliza vidro tanto na parte frontal quanto na traseira. O material também deve se estender pelas laterais do aparelho, criando um visual mais contínuo.

A estrutura seria formada por duas partes de vidro que avançam pelas bordas e envolvem uma fina faixa metálica posicionada no meio. Internamente, os aparelhos seriam identificados pelos códigos V73 e V74.

Apple teria desistido de versão ainda mais ousada

iPhone de vidro

O novo vazamento também ajuda a esclarecer a confusão sobre o suposto cancelamento do iPhone Glasswing.

Um relatório divulgado anteriormente pelo analista Edison Lee, da Jefferies, afirmava que a Apple teria abandonado o plano de lançar um iPhone de vidro. Gurman, porém, afirma que uma versão ainda mais ambiciosa realmente existiu durante o desenvolvimento.

Essa variante utilizaria ainda mais vidro, mas teria sido descartada logo no início do processo. Portanto, o projeto cancelado pode não ser o mesmo design que a Apple pretende colocar no mercado em 2027.

iPhone Pro deve concentrar a novidade

As informações mais recentes apontam que o design com maior presença de vidro será destinado aos modelos Pro e Pro Max, e não necessariamente a um novo modelo dentro da família iPhone.

A mudança faria parte das comemorações pelos 20 anos do iPhone, seguindo uma estratégia semelhante à adotada em outras gerações comemorativas da empresa. Quer saber quando lança o iPhone 18 Pro? Veja o histórico da Apple desde o 1º iPhone.

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Vazou tudo: 5 coisas que já sabemos sobre o Galaxy S26 FE

O Samsung Galaxy S26 FE deve ser apresentado pela Samsung no início de setembro, mas um novo vazamento já revelou praticamente toda a ficha técnica do aparelho. O modelo deve apostar em uma tela grande de 120 Hz, chip Exynos 2500, câmera tripla e bateria de 4.900 mAh com carregamento rápido de 45 W.

As informações publicadas pela WinFuture ainda não foram confirmadas oficialmente pela Samsung, mas indicam um celular que mantém a proposta da linha Fan Edition: oferecer características próximas às de modelos mais caros por um preço relativamente menor.

1. Tela AMOLED de 120 Hz

O Galaxy S26 FE deve contar com uma tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, resolução de 2.340 x 1.080 pixels e taxa de atualização de 120 Hz. O painel também pode atingir 1.200 nits de brilho típico e até 1.900 nits no modo de alto brilho. O aparelho teria 7,4 mm de espessura e peso de 193 gramas.

2. Exynos 2500 e 8 GB de RAM

O processamento deve ficar por conta do Exynos 2500, chip de dez núcleos que também equipa a linha Galaxy S25 em alguns mercados. O componente pode trabalhar com até 3,3 GHz e ser acompanhado de 8 GB de RAM. As opções de armazenamento esperadas são de 128 GB e 256 GB.

3. Câmera tripla com zoom óptico

Na traseira, o Galaxy S26 FE deve trazer câmera principal de 50 MP, abertura f/1.8 e estabilização óptica de imagem (OIS). O conjunto seria complementado por uma ultrawide de 12 MP e uma teleobjetiva de 8 MP com zoom óptico de 3x.

Para selfies, a câmera frontal deve ter 12 MP. O celular também pode gravar vídeos em 8K a até 30 quadros por segundo.

S26FE cores vazadas

4. Bateria de 4.900 mAh e 45 W

A bateria deve ter capacidade de 4.900 mAh e suporte a carregamento rápido de 45 W. Segundo dados de certificação europeia, o componente pode oferecer até 1.200 ciclos de carga e autonomia estimada de até 50 horas em uso típico.

5. Android 17 e proteção IP68

O Galaxy S26 FE deve sair de fábrica com Android 17 e One UI, além de oferecer Bluetooth 5.4, Wi-Fi 6, NFC, duas entradas para chips físicos e suporte a dois eSIMs.

A proteção contra água e poeira também deve ser garantida pela certificação IP68. O aparelho pode chegar nas cores Graphite, Pistachio e Blueberry.

Os vazamentos apontam que o Galaxy S26 FE deve custar entre € 749 e € 799 na Europa (o que ficaria entre R$ 4.424 e R$ 4.719).  Vale observar que, segundo os vazamentos, o Galaxy S26 FE pode superar o Galaxy S26 em detalhe inesperado.

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Vazamento indica que o iPhone 18 Pro pode ganhar nova cor; veja o que esperar

A Apple pode apostar novamente em uma cor chamativa para o iPhone 18 Pro. Depois de lançar o iPhone 17 Pro em Cosmic Orange, o tom de laranja que chamou atenção no mercado, a empresa estaria preparando uma nova opção com aparência mais escura e sofisticada para a próxima geração.

Segundo um novo vazamento, a cor deve ser "cereja escura”, com uma tonalidade que mistura vermelho e roxo.

Nova cor do iPhone 18 Pro deve ser mais escura

Rumores anteriores indicam que o iPhone 18 Pro terá três opções principais de cores: cereja escura, azul-claro e prata. Também existe a possibilidade de a Apple oferecer uma quarta alternativa em cinza-escuro.

Entre elas, essa tonalidade cereja seria a principal novidade e pode receber maior destaque nas campanhas de marketing da Apple.

A informação mais recente vem do leaker Fixed Focus Digital, que afirmou ter visto diferentes versões da suposta cor circulando na internet. Para ele, a tonalidade correta seria a versão mais escura.

iPhone 17 Pro

iPhone 18 Pro pode ter vermelho com toque de roxo

Alguns vazamentos e imagens conceituais anteriores apresentaram o aparelho com uma aparência mais próxima do vermelho tradicional. No entanto, a nova informação aponta para um tom mais fechado, com uma presença maior de roxo.

Em vez de um vermelho vivo, a cor teria um aspecto semelhante ao de uma cereja escura, justificando o nome Dark Cherry utilizado em alguns rumores.

A Apple ainda não confirmou oficialmente as cores do iPhone 18 Pro, portanto é possível que a aparência final seja diferente das imagens e descrições que circulam atualmente. Recentemente, um vazamento revelou quanto o preço do iPhone 18 Pro pode aumentar.

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Apple quer usar memória chinesa nos próximos iPhones para conter preços

A Apple está testando chips de memória RAM da chinesa ChangXin Memory Technologies (CXMT) para seus futuros produtos, incluindo iPhones e MacBooks, conforme rumores.

A movimentação acontece em meio à pressão sobre o mercado de DRAM, já que fabricantes estão priorizando o fornecimento para data centers voltados à inteligência artificial. A estratégia, porém, enfrenta obstáculos regulatórios e técnicos.

Segundo informações do The Wall Street Journal, a Apple começou a testar componentes da CXMT em alguns de seus dispositivos. A empresa atualmente compra memórias de Samsung, SK Hynix e Micron, mas busca ampliar a lista de fornecedores para reduzir os riscos de falta de componentes.

A intenção inicial seria utilizar os chips da CXMT em produtos destinados ao mercado chinês. No entanto, a Apple precisa lidar com restrições impostas pelo governo dos Estados Unidos, que considera a fabricante chinesa uma empresa ligada às Forças Armadas da China.

As regras americanas também dificultam que a Apple forneça especificações próprias à CXMT para desenvolver componentes personalizados. A companhia poderia usar chips prontos, mas isso exigiria possíveis alterações no projeto dos aparelhos.

iPhone 18 Pro não deve usar os chips chineses

iPhone 17 Pro

Apesar dos testes, a memória da CXMT dificilmente chegará ao iPhone 18 Pro. O desenvolvimento do aparelho já estaria avançado demais para que a Apple faça uma mudança desse porte nesta etapa.

Além disso, as linhas de produção da CXMT estariam comprometidas com outros pedidos até o fim do ano. Os componentes também não representam necessariamente uma economia para a Apple. Segundo o relatório, os chips chineses podem custar o mesmo ou até mais que os fornecidos por Samsung, SK Hynix e Micron.

Outro problema é o desempenho. Sem personalizações específicas, a Apple teria menos controle para otimizar a memória da CXMT para seus dispositivos.

Apple busca alternativas para evitar aumento de preços

A movimentação acontece enquanto a Apple enfrenta custos maiores relacionados à memória. A empresa já teria aumentado preços de alguns produtos, e o iPhone também poderia sofrer impacto. Recentemente, um vazamento revelou quanto o preço do iPhone 18 Pro pode aumentar.

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O que realmente queima uma TV durante temporais? Entenda os riscos

Temporais com raios costumam trazer uma preocupação comum: será que a TV pode queimar se continuar ligada? Embora muitas pessoas acreditem que o problema seja apenas manter o aparelho conectado à tomada, os riscos vão muito além disso.

Cabos de internet, antenas e até outros dispositivos conectados podem servir como caminho para surtos elétricos.

Segundo Janio Denis Gabriel, engenheiro eletricista e professor da Escola Politécnica da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), o verdadeiro perigo não é a chuva em si, mas os picos de tensão provocados pelas descargas atmosféricas.

O que realmente pode queimar uma TV durante um temporal?

De acordo com Janio, o principal responsável por danificar uma TV é o surto de tensão causado quando um raio atinge a rede elétrica, a rede de telefonia ou a infraestrutura de internet.

Nessas situações, uma enorme quantidade de energia percorre a fiação e pode chegar até os aparelhos conectados. Conforme explica o especialista:

Microchips e trilhas eletrônicas foram projetados para trabalhar com baixas tensões. Quando recebem milhares de volts em um curto intervalo de tempo, podem ser destruídos instantaneamente.

Esse pico de energia costuma atingir principalmente a fonte de alimentação e a placa principal da TV, tornando o equipamento inutilizável.

Desligar pelo controle remoto protege a TV?

A resposta é não. Segundo o professor, ao desligar a TV pelo controle remoto, o aparelho apenas entra em modo de espera (standby), permanecendo conectado à rede elétrica e vulnerável aos surtos.

Para reduzir o risco, é necessário retirar o plugue da tomada. Mas isso, sozinho, ainda pode não ser suficiente.

Janio alerta que outros cabos também precisam ser desconectados, já que a descarga elétrica pode chegar por diferentes caminhos. Entre eles estão:

  • cabo de energia;

  • cabo de rede (Ethernet);

  • cabo coaxial de antena ou TV por assinatura;

  • cabos HDMI conectados a videogames, receptores ou home theaters.

Segundo o especialista, um equipamento conectado pode sofrer o surto e transmitir a descarga para a TV por meio do cabo HDMI.

Como proteger a TV e outros eletrônicos durante tempestades?

A recomendação mais importante é agir antes que o temporal fique intenso. "A regra de ouro é fazer a desconexão física dos equipamentos antes do ápice da tempestade", afirma Janio. O engenheiro destaca algumas medidas que ajudam a reduzir os riscos:

  • instalar um DPS (Dispositivo de Proteção contra Surtos) no quadro elétrico da residência;

  • utilizar filtros de linha que possuam proteção real contra surtos, com varistor interno;

  • manter um sistema de aterramento adequado e em conformidade com as normas técnicas.

De acordo com Janio, tanto o DPS quanto os filtros de linha dependem de um aterramento corretamente instalado para funcionarem de forma eficiente. Em casas mais antigas, pode ser necessário revisar toda a instalação elétrica.

Erros comuns que aumentam o risco de danos

Entre os equívocos mais frequentes está acreditar que qualquer estabilizador protege contra raios.

Segundo Janio, estabilizadores convencionais não conseguem reagir rápido o suficiente para bloquear a energia liberada por uma descarga atmosférica. Apenas alguns equipamentos específicos, como estabilizadores ou nobreaks isolados com transformador isolador, oferecem um nível maior de proteção.

Outro erro bastante comum é retirar apenas o cabo de energia da TV e esquecer os demais cabos conectados. Conforme explica o especialista, muitas TVs chegam às assistências técnicas justamente porque o surto entrou pela antena ou pelo cabo de internet.

Ele também alerta para uma prática perigosa: conectar o fio neutro ao pino de aterramento da tomada. Segundo o professor, o aterramento deve utilizar um condutor exclusivo, conforme determinam as normas brasileiras, garantindo a proteção correta dos equipamentos.

Vale a pena desligar a TV quando começa a chover?

TV controle

Se houver previsão de tempestades com raios, desligar completamente a TV e retirar todos os cabos continua sendo a forma mais segura de evitar prejuízos. No entanto, essa ação deve ser feita antes que a tempestade esteja sobre a residência.

Como destaca Janio Denis Gabriel, durante um temporal intenso o maior risco passa a ser a segurança das pessoas. Manipular fios, antenas ou equipamentos conectados à rede elétrica enquanto há descargas atmosféricas pode provocar choques graves.

Por isso, a prevenção deve sempre acontecer antes da chegada da parte mais forte da tempestade.  Veja como proteger eletrônicos em tempestades sem tirar da tomada.

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Esqueça o iPhone: por que os jovens estão trocando smartphones por "celulares burros"?

Durante anos, ter o smartphone mais moderno foi sinônimo de status. Agora, um movimento na direção oposta começa a ganhar força, especialmente entre os jovens. Em vez de buscar aparelhos cada vez mais potentes, muitos estão optando pelos chamados dumbphones, que são aqueles celulares simples, voltados para ligações, mensagens e poucas funções essenciais.

A tendência acompanha uma preocupação crescente com o uso excessivo do celular, o tempo gasto nas redes sociais e a sensação de estar sempre disponível. Mais do que nostalgia pelos celulares flip dos anos 2000, a mudança representa uma tentativa de recuperar o controle sobre a própria atenção.

O que são os dumbphones?

Os dumbphones são aparelhos que deixam de lado boa parte dos recursos dos smartphones modernos. Em geral, oferecem chamadas, SMS, câmera e alguns aplicativos básicos, mas eliminam redes sociais, navegadores e outras ferramentas consideradas grandes fontes de distração.

Recentemente, fabricantes passaram a investir nesse segmento. Um exemplo é o Commodore Callback 8020, um celular flip que bloqueia redes sociais, como Facebook, Instagram, TikTok e navegadores, mas ainda permite aplicativos como WhatsApp, Uber e Spotify.

Outro lançamento é o Light Flip, que também aposta em uma experiência minimalista, oferecendo apenas funções como mapas, calendário, despertador e música, sem acesso às principais redes sociais.

O problema não é apenas o tempo de tela

Segundo o psicólogo clínico e professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Paulo Cesar Porto Martins, avaliar o uso do celular apenas pela quantidade de horas pode levar a conclusões equivocadas.

A questão do uso de telas precisa evitar a tentação de ser avaliada apenas pela quantidade de horas, pois, do ponto de vista psicológico, tão importante quanto a quantidade é a qualidade e a função do uso.

Ele explica que passar duas horas estudando, trabalhando ou conversando com amigos é muito diferente de gastar o mesmo tempo alternando, quase sem perceber, entre vídeos curtos, notificações e comparações constantes nas redes sociais.

O principal sinal de alerta, segundo o especialista, é quando a pessoa perde o controle sobre o próprio uso. Tentativas frustradas de diminuir o tempo de tela, prejuízo ao sono, abandono de outras atividades e sofrimento ao ficar desconectado podem indicar um uso problemático.

Por que trocar de celular pode ajudar?

Para Paulo Cesar Porto Martins, migrar para um dumbphone funciona como uma estratégia de modificar o ambiente.

Em vez de depender exclusivamente da força de vontade para resistir a dezenas de gatilhos diários, a pessoa torna o comportamento impulsivo menos acessível.

Ele compara a situação a alguém que deseja consumir menos doces e decide simplesmente não mantê-los em casa. O aparelho não resolve, sozinho, problemas como ansiedade ou compulsão, mas reduz as oportunidades de agir no piloto automático.

Segundo o especialista, essa barreira prática ajuda principalmente quem percebe que pega o celular sem uma intenção clara. Aos poucos, a pessoa reaprende a lidar com momentos de espera, silêncio e tédio, fatores importantes para recuperar a atenção e a autorregulação.

É preciso abandonar o smartphone?

Nem sempre. Afinal, hoje o celular concentra aplicativos bancários, autenticação em duas etapas, transporte, trabalho, estudos e diversos serviços públicos.

Por isso, Paulo Cesar Porto Martins destaca que é possível reproduzir parte da experiência de um dumbphone no próprio smartphone. Entre as estratégias estão desativar notificações desnecessárias, retirar redes sociais da tela inicial, usar modos de foco, manter o aparelho fora do quarto durante a noite e utilizar bloqueadores de aplicativos.

O crescimento dos dumbphones mostra que a tecnologia deixou de ser apenas uma disputa por especificações técnicas e passou a refletir também uma busca por equilíbrio digital. Para muitos jovens, abrir mão de redes sociais no celular representa uma forma de recuperar tempo, concentração e qualidade de vida. Veja os sinais de que você precisa ficar mais tempo longe do celular.

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7 hábitos que "viciam a bateria" do robô aspirador

Os robôs aspiradores se tornaram aliados na limpeza da casa, mas alguns hábitos reduzem a autonomia e aceleram o desgaste da bateria. Com o tempo, isso faz com que o aparelho funcione por menos tempo, demore mais para carregar e precise de substituição da bateria antes do esperado.

Embora as baterias de íons de lítio sejam mais resistentes ao chamado "efeito memória", ainda sofrem desgaste natural ou "ficam viciadas". Alguns hábitos do dia a dia aumentam esse processo e diminuem a vida útil do componente.

Pequenas mudanças na rotina ajudam a preservar o desempenho do robô por muito mais tempo. Com isso, separamos os principais hábitos que podem "viciar" a bateria do robô aspirador:

  1. Deixar a bateria descarregar completamente com frequência;
  2. Guardar o robô descarregado por vários dias;
  3. Usar o aparelho em ambientes muito quentes;
  4. Desligar o robô da base logo após a limpeza;
  5. Bloquear a ventilação durante o carregamento;
  6. Utilizar carregadores incompatíveis;
  7. Ignorar a limpeza dos sensores e das rodas.

1. Deixar a bateria descarregar completamente com frequência

Muitas pessoas acreditam que é necessário esgotar totalmente a bateria antes de recarregar o robô aspirador. Essa recomendação fazia sentido para baterias antigas, mas não para as de íons de lítio utilizadas na maioria dos modelos atuais.

Descargas profundas frequentes aumentam o desgaste químico das células e reduzem o número de ciclos de carga disponíveis, então sempre que possível, deixe o robô retornar automaticamente à base antes que a bateria chegue a níveis muito baixos.

2. Guardar o robô descarregado por vários dias

Se o robô aspirador ficar desligado por semanas ou meses com pouca carga, a bateria pode entrar em descarga profunda. Em alguns casos, ela perde capacidade permanentemente ou sequer consegue voltar a funcionar normalmente.

Caso vá ficar um longo período sem usar o aparelho, o ideal é armazená-lo com aproximadamente 40% a 60% de carga, em um local seco e longe da luz solar direta.

3. Usar o aparelho em ambientes muito quentes

O calor é um dos maiores inimigos das baterias de íons de lítio. Utilizar o robô em ambientes extremamente quentes ou deixá-lo carregando próximo a janelas ensolaradas acelera o envelhecimento dos componentes internos.

Temperaturas elevadas aumentam as reações químicas dentro da bateria, reduzindo sua capacidade ao longo do tempo. Sempre que possível, utilize e carregue o aparelho em ambientes ventilados.

4. Desligar o robô da base logo após a limpeza

A base de carregamento também ajuda o aparelho a manter o nível ideal da bateria e gerencia automaticamente pequenas recargas quando necessário, então deixar na base reduz o risco de a bateria permanecer descarregada por longos períodos, situação que pode acelerar seu desgaste.

Aspirador robô

5. Bloquear a ventilação durante o carregamento

Carregar o robô em locais apertados, cobrir com panos ou posicionar onde não há circulação de ar pode fazer a temperatura subir durante o carregamento.

O excesso de calor prejudica a eficiência da bateria e reduz sua vida útil. Por isso, mantenha a base instalada em um local aberto, plano e com boa ventilação, conforme recomendado pelo fabricante.

6. Utilizar carregadores incompatíveis

Trocar o carregador original por outro modelo incompatível pode fornecer tensão ou corrente inadequadas para o robô aspirador. A recomendação é usar a base e a fonte fornecidas pelo fabricante ou acessórios certificados para aquele modelo. Assim, o sistema de gerenciamento da bateria funciona corretamente durante todo o processo de carregamento.

7. Ignorar a limpeza dos sensores e das rodas

Embora pareça não ter relação com a bateria, deixar rodas, escovas e sensores sujos faz o robô trabalhar mais para concluir a limpeza. Isso aumenta o consumo de energia e força a bateria a realizar ciclos mais intensos.

Manter o aparelho limpo reduz o esforço dos motores, melhora a eficiência da limpeza e ajuda a preservar a autonomia por mais tempo, diminuindo o desgaste natural da bateria.

A bateria do robô aspirador é um dos componentes mais importantes e mais caros de substituir. Evitar hábitos como descarregar completamente o aparelho, expô-lo ao calor excessivo ou utilizar acessórios incompatíveis ajuda a prolongar sua vida útil. E se o seu robô aspirador perdeu força, veja como fazer manutenção das escovas em casa.

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Não jogue fora! Como transformar seu celular velho da gaveta em uma câmera de segurança grátis

Se o seu celular antigo ainda liga, conecta ao Wi-Fi e possui uma câmera funcionando, ele pode ganhar uma nova função e passar a servir como uma câmera de segurança para monitorar sua casa, escritório, garagem ou até o quarto do bebê.

A configuração é simples e leva poucos minutos. Com a ajuda de apps, o smartphone antigo transmite imagens em tempo real para o seu celular atual, permitindo acompanhar tudo de qualquer lugar pela internet. A seguir, veja como fazer isso de forma prática.

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Como transformar um celular antigo em câmera de segurança

Antes de começar, verifique se o celular ainda liga normalmente, possui conexão Wi-Fi, a câmera funciona e se instala aplicativos. Se estiver tudo certo, basta seguir os passos abaixo.

1. Escolha um aplicativo de monitoramento

O caminho mais simples é usar um aplicativo desenvolvido para transformar celulares em câmeras de vigilância.

Uma das opções mais populares é o AlfredCamera, disponível gratuitamente para Android e iPhone. A versão sem custo já oferece transmissão ao vivo, alertas de movimento e acesso remoto, enquanto recursos extras ficam disponíveis na assinatura paga.

Outra alternativa é o IP Webcam, exclusivo para Android, indicado para usuários que desejam mais opções de configuração e integração com computadores ou servidores locais.

2. Instale o aplicativo nos dois celulares

Após instalar o mesmo app no celular velho e no novo, faça login utilizando a mesma conta (Google ou Apple) e faça a leitura do QR Code oferecido. Em seguida, configure o aparelho antigo como câmera e o celular principal como visualizador.

Depois disso, a transmissão normalmente já estará disponível.

Celular câmera de segurança

3. Posicione o celular

A localização do aparelho faz diferença na qualidade do monitoramento. Colocar o celular sobre uma estante ou preso à parede aumenta o campo de visão e reduz pontos cegos. O ideal é que a câmera fique voltada para portas, corredores ou áreas de maior circulação.

4. Deixe sempre conectado na tomada

Como a câmera vai ficar ligada o tempo todo, a bateria acabaria rapidamente sem alimentação constante. Por isso, é importante deixar o smartphone sempre conectado ao carregador. Se a tomada estiver distante do local escolhido, use algum suporte que facilite a instalação.

5. Deixe o bloqueio de tela desativado

Também é importante desativar o bloqueio automático da tela, para não interromper a transmissão. 

Como acompanhar as imagens pelo celular atual

Depois da configuração inicial, basta abrir o aplicativo no smartphone principal para visualizar as imagens em tempo real. O sistema envia notificações sempre que identifica movimentação no ambiente monitorado, o que evita acompanhar a câmera continuamente.

Mesmo longe de casa, você consegue acessar a transmissão utilizando dados móveis ou outra rede Wi-Fi, desde que ambos os aparelhos estejam conectados à internet.

Reaproveitar um celular antigo como câmera de segurança é um jeito de dar uma nova utilidade a um aparelho que ficaria parado. Mas precisamos deixar claro que essa solução não substitui um sistema profissional de vigilância em todos os cenários. Apesar disso, pode ser um custo-benefício para aumentar a segurança da sua casa sem gastar praticamente nada. Conheça outras formas criativas de reaproveitar um celular velho.

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Aspirador vertical da Xiaomi limpa com muita força e ainda passa pano por R$ 675

A Xiaomi apresentou um novo aspirador de pó vertical que promete facilitar a limpeza da casa com mais potência e recursos inteligentes. O Mijia Wireless Floor Cleaner 5C chega ao mercado chinês com sucção de até 18.000 Pa, função de passar pano e sistema de secagem com ar quente para evitar odores e mofo. O lançamento também chama atenção pelo preço: 899 yuans, cerca de R$ 675.

O modelo começa a ser vendido na China em 3 de agosto e substitui o Mijia Wireless Floor Cleaner 4C, trazendo melhorias em potência, autonomia e praticidade para o uso diário.

Xiaomi aumenta potência e melhora a limpeza

A principal novidade do Mijia Wireless Floor Cleaner 5C é o aumento da potência de sucção. O novo aspirador alcança 18.000 Pa, contra os 15.000 Pa da geração anterior. Assim, promete maior eficiência para remover poeira, sujeira e pelos de animais em diferentes tipos de piso.

Além de aspirar, o aparelho também passa pano, tornando a limpeza mais completa em apenas uma etapa.

Outro destaque é a tecnologia tripla antienrosco, desenvolvida para evitar que cabelos e pelos fiquem presos na escova durante o funcionamento.

Segundo a Xiaomi, isso reduz a necessidade de manutenção e torna o equipamento especialmente interessante para casas com animais de estimação.

aspirador Xiaomi

Secagem com ar quente e bateria para casas grandes

Outro diferencial é o sistema de secagem automática da escova com ar quente a 60°C. A tecnologia ajuda a eliminar a umidade após a limpeza, reduzindo o risco de mofo, mau cheiro e proliferação de bactérias.

O aspirador também oferece autonomia de até 45 minutos. A Xiaomi ainda afirma que o equipamento opera com baixo nível de ruído, próximo de 50 dB, além de contar com um design mais leve para facilitar o transporte e a movimentação durante a limpeza.

Por enquanto, o Mijia Wireless Floor Cleaner 5C foi anunciado apenas para o mercado chinês e ainda não possui previsão de lançamento em outros países. Enquanto isso, uma nova marca lança robô-aspirador mais potente do Brasil com 35.000 Pa de sucção.

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