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Mako, a "Toro da BYD", já tem data para chegar ao Brasil

A BYD confirmou que o Brasil será o primeiro país a produzir a Mako, sua nova picape intermediária. O lançamento está previsto para o último trimestre de 2026, com produção nacional na unidade de Camaçari, na Bahia. A empresa investe cerca de R$ 3 bilhões na estrutura industrial, acelerando obras de pintura, soldagem e estamparia para viabilizar o início da fabricação.

A Mako será baseada na plataforma do Song Pro, com construção monobloco, suspensão traseira independente e preparação para reboque. O design combina elementos do Song Plus na dianteira e referências da picape Shark na traseira, reforçando a identidade visual da marca.

O modelo chega para disputar um dos segmentos mais competitivos do mercado brasileiro, dominado atualmente pela Fiat Toro. A aposta da BYD é oferecer tecnologia híbrida plug-in flex, conciliando desempenho e eficiência energética.

Tecnologia e versões da BYD Mako

A Mako terá versões de entrada equipadas com o conjunto do Song Pro: motor 1.5 aspirado aliado a um propulsor elétrico, tração dianteira e potência próxima de 219 cv, além de bateria de 18,3 kWh e autonomia elétrica de 72 km pelo Inmetro.

BYD Mako

Já as versões superiores deverão adotar o sistema do Song Plus Premium, com motor 1.5 turbo flex de 130 cv e dois motores elétricos, entregando 324 cv de potência combinada e tração integral. Essa configuração posiciona a Mako como uma das picapes híbridas mais potentes do mercado nacional.

O que sabemos sobre a BYD Mako

  • Chegada entre outubro e novembro de 2026 – produção nacional em Camaçari (BA)
  • Investimento de R$ 3 bilhões – modernização da fábrica para suportar a nova linha
  • Plataforma do Song Pro – construção monobloco e suspensão traseira independente
  • Versões híbridas plug-in flex – opções de 219 cv (entrada) e 324 cv (topo de linha)
  • Design inspirado no Song Plus e Shark – dianteira moderna e traseira robusta.

Vale lembrar que a BYD Mako faz parte de um grupo de picapes que fará uma verdadeira "caça ao Toro"; confira quais são as outras rivais da caminhonete da Fiat.

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Como descobrir a cidade de origem em um carro com placa padrão Mercosul?

Desde que a placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil, uma das mudanças que mais chamaram a atenção dos motoristas foi o desaparecimento do nome da cidade e da sigla do estado na identificação do carro. A alteração faz parte da padronização adotada entre os países do bloco, mas acabou dificultando uma consulta que antes podia ser feita com um simples olhar.

Na antiga identificação veicular, a chamada placa cinza, bastava uma espiadinha na parte superior do acessório para saber, de forma imediata, em qual município o carro havia sido registrado. Com o novo modelo, essa informação deixou de aparecer de forma visível, dando lugar apenas ao nome do país. Ainda assim, isso não significa que os dados tenham desaparecido: eles continuam disponíveis nos bancos de dados oficiais.

placa cinza

Se você quer saber como fazer para descobrir a cidade de origem de um carro por meio da placa Mercosul, fique tranquilo, pois o CT Auto vai ajudar. Como diz o dito popular, "não querer prática, tampouco habilidade", mas é preciso realizar alguns passos importantes, com a ajuda da tecnologia, mais especificamente da loja de aplicativos do seu celular. Vamos lá?

Aplicativo oficial revela onde o carro foi registrado pela primeira vez

A forma mais simples de realizar essa consulta é utilizando o Sinesp Cidadão, aplicativo oficial do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Depois de instalar o app no celular, basta informar a sequência de letras e números da placa para acessar informações como marca, modelo, ano de fabricação, município e estado onde o veículo foi registrado.

Placa Mercosul sinesp

O serviço é gratuito e utiliza informações oficiais da base nacional de veículos. Além da cidade de origem, o aplicativo também permite verificar se há registros de roubo ou furto, tornando-se uma ferramenta bastante útil para quem pretende comprar um carro usado ou apenas confirmar a procedência de um veículo.

Por que a placa Mercosul deixou de mostrar cidade e estado?

Ao contrário do que muitos imaginam, a retirada do nome da cidade não fazia parte da ideia inicial da placa Mercosul. O projeto original previa que o brasão do estado e do município fossem incorporados à própria placa, preservando essa identificação mesmo com o novo padrão visual adotado pelos países do Mercosul.

placa mercosul antiga

A proposta, porém, acabou sendo abandonada durante a regulamentação. Como os brasões fariam parte da placa metálica, qualquer mudança de município obrigaria a emissão de uma nova identificação completa. No modelo antigo, bastava substituir a tarjeta superior, procedimento mais simples e barato. Para evitar esse custo adicional aos proprietários, a identificação da cidade acabou sendo retirada.

Projeto de Lei quer volta das cidades às placas Mercosul

A ausência dessas informações gerou críticas desde a chegada da placa Mercosul e motivou a apresentação de projetos de lei no Congresso Nacional. Uma das propostas prevê justamente o retorno do nome do município e da sigla do estado nas placas dianteira e traseira dos carros, facilitando novamente a identificação visual da origem do veículo.

 

O texto já avançou em parte da tramitação legislativa e, se for aprovado pela Câmara, pelo Senado e sancionado pela Presidência da República, a identificação poderá voltar aos próximos emplacamentos. A tendência é que a mudança seja aplicada apenas às novas placas emitidas, sem obrigar proprietários a substituir imediatamente as identificações atuais.

Aproveitando que o assunto é placa veicular, que tal ver a resposta para uma dúvida que muitas pessoas ainda têm? Confira, então, qual o prazo para trocar a placa cinza do carro pela Padrão Mercosul.

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Volkswagen Tera fica no precinho para limpar estoques da linha 2026

A Volkswagen decidiu reduzir os preços da Tera 2026 para limpar os estoques e abrir espaço para a chegada da linha 2027. O SUV compacto, que já foi um sucesso na pré-venda, com 12 mil pedidos em apenas 50 minutos, agora pode ser encontrado com descontos de até R$ 19 mil em algumas concessionárias.

A estratégia da marca é clara: oferecer condições atrativas para quem busca um modelo completo, mas com custo-benefício mais competitivo. Com mais de 40 mil unidades vendidas no acumulado do ano, o Tera se consolidou como rival direto de Fiat Pulse, Renault Kardian e Chevrolet Sonic.

Volkswagen Tera

Os maiores descontos foram localizados em cidades como Nova Friburgo e Araruama (RJ), onde versões topo de linha e intermediárias estão com preços bem abaixo da tabela oficial. Essa política reforça o objetivo da Volkswagen em zerar as unidades nos pátios e abrir espaço para a chegada da nova geração.

Descontos e versões disponíveis

Na versão High 2026, o Tera pode ser adquirido por R$ 126.980 em Nova Friburgo, representando uma economia de R$ 19.210 em relação ao preço oficial de R$ 146.190. Já a versão Comfort aparece em algumas lojas por R$ 116.890, contra R$ 133.190 da tabela, um desconto de R$ 16.300.

Volkswagen Tera

O modelo de entrada, Tera 1.0 MPI, também está mais acessível. Pelo configurador da marca, custa R$ 107.190, mas em algumas concessionárias é vendido por R$ 98.990, uma redução de R$ 8.200. A versão 170 TSI, por sua vez, pode ser encontrada por R$ 114.890, frente aos R$ 123.190 oficiais, garantindo economia de R$ 8.300.

Motores e equipamentos de série

O Tera 2026 oferece duas opções de motorização. A versão 1.0 MPI traz motor aspirado de três cilindros, com até 84 cv no etanol e câmbio manual de cinco marchas. Já as versões 170 TSI, Comfort e High utilizam motor 1.0 turbo de até 85 cv, com torque de 16,8 kgf/m e transmissão automática de seis velocidades nas configurações mais completas.

Volkswagen Tera

Entre os principais itens de série, destacam-se seis airbags, sistema multimídia VW Play com tela de 10,1 polegadas, frenagem autônoma de emergência, controle eletrônico de estabilidade, faróis em LED, painel digital e piloto automático. Nas versões mais caras, há recursos adicionais como câmera traseira, carregamento de celular por indução e ar-condicionado digital Climatronic Touch.

Quer saber um pouco mais sobre o Volkswagen Tera? Então confira o review completo sobre o "herdeiro do Gol" e, também, uma lista com 3 motivos para comprar e 2 para deixar o SUV na loja.

 

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SUV grande da Honda despenca de preço e é ótima opção entre usados

O Honda CR-V Touring 2018, maior SUV da marca já vendido no Brasil, sofreu uma forte desvalorização de R$ 44 mil e hoje pode ser encontrado por cerca de R$ 135 mil na Tabela Fipe. Com motor 1.5 turbo de 190 cv, câmbio CVT e tração integral, o modelo se destaca como uma excelente opção entre os usados para quem busca espaço, desempenho e conforto.

Lançado em 2018 por R$ 179.900, o CR-V Touring chegou importado dos Estados Unidos apenas na versão topo de linha. Na época, representava o que havia de mais moderno na Honda, trazendo um conjunto mecânico atualizado e uma lista extensa de equipamentos. O cenário mudou ao longo dos anos, e hoje o SUV aparece com preço semelhante ao de modelos compactos novos, mas oferecendo muito mais espaço e sofisticação.

Honda CR-V Touring tem quase 200 cv de potência e muito espaço interno (Imagem: Divulgação/Honda)

O motor 1.5 turbo com injeção direta entrega 190 cv e 24,5 kgf/m de torque já a 2.000 rpm, garantindo respostas rápidas e boa performance. O câmbio CVT simula sete marchas e trabalha em conjunto com a tração integral AWD, que distribui automaticamente a força entre os eixos em situações de baixa aderência. Embora não seja um veículo off-road, o sistema proporciona maior estabilidade em curvas e pistas molhadas.

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Quais os destaques do Honda CR-V 2018?

Com 4,59 metros de comprimento e 522 litros de porta-malas, o CR-V Touring oferece amplo espaço para cinco adultos e bagagens. O interior traz bancos em couro com ajustes elétricos, teto solar panorâmico, chave presencial, partida por botão e porta-malas com abertura elétrica por aproximação. No quesito tecnologia, a central multimídia de 7” inclui Android Auto, Apple CarPlay, GPS e sistema de cancelamento ativo de ruídos.

Lista de equipamentos do CR-V é melhor que a de muitos modelos 0km (Imagem: Divulgação/Honda)

A lista de segurança também impressiona: seis airbags, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampas, monitoramento da pressão dos pneus, câmera de ré e sensores dianteiros e traseiros. Esses itens, aliados ao desempenho competitivo — aceleração de 0 a 100 km/h em 10,1 segundos e velocidade máxima de 201 km/h — tornam o modelo ainda atraente, mesmo após oito anos de mercado.

Honda CR-V 2018 x Modelos 0km

O Honda CR-V Touring 2018 usado custa hoje cerca de R$ 135 mil na Tabela Fipe, valor que o coloca em uma faixa bem competitiva frente a SUVs 0 km como o Hyundai Creta 2026 e o Toyota Corolla Cross 2026, ambos mais caros e com menos espaço interno.

CR-V 2018, Hyundai Creta ou Toyota Corolla Cross 2026? SUV usado tem bons atributos (Imagem: Divulgação/Honda)

Isso mostra como o modelo da Honda pode ser uma compra racional para quem busca um SUV grande com bom custo-benefício, mesmo que, para isso, tenha que aceitar alguns milhares de quilômetros já tatuados no hodômetro do painel de instrumentos.

Por falar em hodômetro, se você está pensando em comprar um carro usado, tem obrigação de ler nosso conteúdo que mostra como descobrir se um carro usado teve a quilometragem adulterada. 

Leia a matéria no Canaltech.

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Quanto custaria um Ford Del Rey hoje, com a inflação?

O Ford Del Rey, sedan baseado no clássico Corcel II, fez enorme sucesso no mercado brasileiro no início da década de 1980. Símbolo de status e de luxo, o modelo chegou ao país com a missão de substituir nada menos do que o Landau, um dos maiores ícones da marca norte-americana. E conseguiu.

Lançado no Brasil em duas versões (Prata e Ouro), o Ford Del Rey não era um carro barato. E nem poderia ser. Afinal, ele entregava ao proprietário itens que, à época, apenas carros de segmentos superiores ostentavam, como bancos em veludo, vidros elétricos e relógio digital incorporado ao retrovisor interno: um luxo.

Se você está se sentindo nostálgico ao ler a respeito do Ford Del Rey, então prepare-se. O CT Auto vai revelar a seguir quanto custaria o luxuoso sedan derivado do Corcel II se o modelo fosse vendido hoje, mas apenas com a correção dos índices de inflação aplicados sobre o preço original. Confira.

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Quanto custava um Ford Del Rey quando foi lançado?

Para conseguir calcular o preço de um Ford Del Rey nos dias atuais, antes é preciso “viajar no tempo” e descobrir quanto custava o sedan da marca norte-americana na data em que ele foi lançado no Brasil.

Derivado do Corcel II, Del Rey era bem mais luxuoso que o "irmão" (Imagem: order_242 from Chile/Wikipedia/CC)

Em nossas pesquisas, constatamos que o Del Rey chegou por aqui em maio de 1981, com preços em torno de Cr$ 11.928,00, valor equivalente a 78 salários mínimos (Série Prata) ou a 87 salários mínimos para a Série Ouro. Agora ficou fácil, não é?

Quanto custaria um Ford Del Rey em 2026, com a inflação?

Ao utilizar o valor do salário mínimo atual como referência, ficou bem fácil descobrir, enfim, quanto custaria um Ford Del Rey atualmente, em 2026, com a correção da inflação.

Del Rey era um carro caro para a época, mas bem luxuoso (Imagem: Qwerty242/Wikipedia/CC)

Multiplicando os R$ 1.874,36 vigentes em julho de 2026 pela quantidade de meses necessária para comprar o sedan em 1981 (78), descobrimos que um luxuoso sedan da Ford, em sua Série Prata, hoje não sairia por menos de R$ 146.200,00.

O valor é praticamente o mesmo cobrado pelos principais sedans do mercado brasileiro hoje em dia, como o Hyundai HB20S ou o Chevrolet Onix Plus em sua configuração topo de linha. A Ford, porém, hoje não oferece um sedan com as mesmas características do saudoso Del Rey no mercado nacional.

E se você é fã dos carros da marca norte-americana, que tal conferir quanto custariam hoje, com a inflação, carros antigos da Ford, como o próprio Corcel  e o Corcel II?

Leia a matéria no Canaltech.

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Esses carros já foram populares, mas hoje são raridades

Na décadas de 1980 e 1990, alguns carros dominaram as ruas brasileiras e se tornaram símbolos de gerações por conta da alta popularidade. Eles eram presença constante nas garagens e estacionamentos, mas hoje são raridades que despertam nostalgia e curiosidade. Muitos marcaram época por seu design, confiabilidade ou simplesmente por serem acessíveis ao consumidor médio.

Com o passar dos anos, mudanças no mercado, novas tecnologias e exigências ambientais fizeram com que esses carros desaparecessem das linhas de produção. O que antes era comum, hoje virou peça de colecionador ou sobrevivente em pequenas cidades do interior. 

Monza era um dos carros mais populares nas ruas brasileiras nas décadas de 1980 e 1990 (Imagem: Divulgação/Chevrolet)

Esses modelos ainda são lembrados em encontros de carros antigos e em grupos de apaixonados pela história automotiva. Eles carregam memórias afetivas e representam um Brasil que já não existe mais, mas que continua vivo na lembrança de quem os dirigiu. E são eles que o CT Auto vai elencar abaixo.

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Carros populares que viraram raridades

Muitos desses carros foram líderes de vendas e símbolos de status em suas décadas, mas hoje são difíceis de serem encontrados em bom estado. Eles representam uma parte importante da história automotiva nacional. Confira os principais.

  • Chevrolet Monza – ícone dos anos 80 e 90, hoje visto apenas em encontros de colecionadores
  • Volkswagen Santana – símbolo de status nos anos 90, desapareceu das ruas
  • Fiat Uno Mille – carro popular que marcou gerações, hoje raro em bom estado
  • Ford Escort XR3 – esportivo nacional que virou sonho de consumo nos anos 80

O que achou dos carros que eram populares e hoje são itens raros? Se você curte conteúdos como esse, certamente também vai gostar de saber quais são os 3 carros antigos que poderão ter placa preta a partir de 2026 e, também, conhecer a coleção de carros antigos esquecida em garagem tem até "Fusca do Itamar".

Leia a matéria no Canaltech.

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Marca chinesa promete carros baratos para destronar gigantes no Brasil

Confirmada para o mercado brasileiro, conforme antecipou o CT Auto em outubro de 2024, a Lepas, marca chinesa ligada ao grupo Chery, anunciou que chegará ao país com foco em carros de entrada e preços acessíveis.

A operação será conduzida pela Omoda & Jaecoo, já presente no Brasil, e tem como objetivo principal disputar diretamente com gigantes do mercado, como Fiat e Volkswagen, líderes tradicionais do segmento de carros de entrada, como o Mobi e o Polo.

Lepas 8

Em entrevista para os amigos do Autoesporte, Shane Wang, uma das principais executivas da marca, revelou que o plano é lançar 11 modelos globais nos próximos dois anos, embora nem todos estejam confirmados para o Brasil. A prioridade será desenvolver carros compactos e adaptados às necessidades locais.

Quais os segredos da Lepas?

Todos os modelos da Lepas vendidos no Brasil terão motor flex, reforçando a adequação ao mercado nacional. Há também a possibilidade de versões híbridas flex, seguindo a estratégia da Omoda & Jaecoo para 2027.

Em outros países, a Lepas já utiliza o motor 1.5 turbo Acteco, conhecido por equipar modelos da Caoa Chery como Tiggo 5X e Tiggo 7. Isso mostra que a marca tem tecnologia pronta para ser aplicada em seus futuros compactos e SUVs.

Marca chinesa quer produção local

A Lepas pretende enfrentar diretamente SUVs como Volkswagen T-Cross e Hyundai Creta, além de hatches como Chevrolet Onix, VW Polo e o futuro Fiat Argo X. Também deve competir com rivais elétricos e híbridos, como BYD Dolphin e GWM Ora 5.

Lepas 8

Para garantir preços competitivos, a marca avalia a possibilidade de produção local. Uma das alternativas é utilizar a fábrica da Jaguar Land Rover em Itatiaia (RJ), que pode ser assumida pela Omoda & Jaecoo. Isso reduziria custos e aumentaria a escala de produção, tornando os modelos mais acessíveis ao consumidor brasileiro.

A chegada da Lepas vai aumentar a invasão de marcas da Ásia no país. Confira, também, quantas marcas chinesas já vendem carros no Brasil em 2026.

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Qual o impacto do "silêncio elétrico" no trânsito das cidades?

Além da tecnologia, da emissão zero de poluentes e do efeito-dominó nos preços, o crescimento nas vendas de carros elétricos trouxe mais uma mudança que, para muitos, já é perceptível nas ruas em que eles são maioria: o silêncio. Diferente dos motores a combustão, que emitem ruídos constantes, os elétricos deslizam quase sem som. Essa característica, que pode parecer apenas um detalhe técnico, está transformando a experiência urbana de forma profunda.

Em grandes centros, onde o barulho do trânsito é parte da rotina, a redução sonora já começa a ser notada. Estudos, como o conduzido pela USP em 2024, apontaram que a poluição sonora é uma das principais causas de estresse e problemas de saúde mental em áreas urbanas. Com veículos mais silenciosos, como é o caso dos carros elétricos, há uma expectativa de melhora na qualidade de vida dos moradores.

Carros trânsito

Por outro lado, o silêncio dos elétricos abre espaço para novas discussões sobre segurança. Pedestres e ciclistas podem não perceber a aproximação de um carro sem ruído e, por conta disso, serem vítimas de acidentes. Esse ponto específico levou fabricantes a incluírem sons artificiais em baixa velocidade. Essa adaptação mostra como até o silêncio precisa ser regulado para garantir equilíbrio entre conforto e segurança.

Impacto do "silêncio elétrico" na saúde urbana

A redução da poluição sonora pode trazer benefícios diretos à saúde. Menos ruído significa menos estresse, melhor qualidade do sono e até maior produtividade. Cidades que já contam com frotas significativas de elétricos começam a perceber esses efeitos positivos.

Carros elétricos nas ruas

Por outro lado, o silêncio também exige mudanças culturais. Motoristas e pedestres precisam se adaptar a uma nova dinâmica de trânsito, onde a ausência de som pode gerar distrações ou riscos inesperados.

Regulamentação do silêncio

Para evitar acidentes, muitos países já exigem que carros elétricos emitam sons artificiais em baixas velocidades. Em 2019, a União Europeia criou uma lei para instalação do AVAS (Sistema Acústico de Alerta de Veículos). Essa medida buscou equilibrar a segurança sem perder os benefícios do silêncio. É uma prova de que até o silêncio precisa ser pensado como política pública.

A longo prazo, o desafio das montadoras será o de encontrar sons que alertem sem incomodar, criando uma nova identidade sonora para os veículos elétricos, como fez a BMW com o iX XDrive 50 (vídeo acima). Assim, o silêncio urbano pode se tornar não apenas um benefício, mas também um símbolo de modernidade que, hoje, está cada vez mais presente dentro e fora do Brasil.

E já que o assunto é carro elétrico, deixo aqui uma pergunta: você sabe o que acontece com a bateria de um carro elétrico quando acaba a vida útil? Confira. 

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Sedan V6 da Hyundai vira "negócio da China" no mercado de usados

O Hyundai Azera 3.0 V6 2017 se tornou uma das maiores oportunidades do mercado de usados ​​no Brasil. O modelo, que já foi referência em luxo e desempenho , hoje pode ser encontrado por valores próximos aos de carros compactos novos .

Essa realidade chama a atenção de quem busca conforto, potência e sofisticação sem gastar muito . Afinal, o Azera entrega um pacote completo de desempenho e equipamentos por um preço que surpreende.

Hyundai Azera 2017

De acordo com a Tabela Fipe mais recente, o  Azera 3.0 V6 2017 custa em média R$ 118.649 , valor inferior a muitos hatches do segmento de entrada, com motores menos potentes, menor espaço interno e lista de acessórios enxuta.

Conjunto mecânico e consumo do Hyundai Azera

O sedã é equipado com motor 3.0 V6 a gasolina de 250 cv e 28,8 kgf/m de torque , acoplado ao câmbio automático de seis marchas . O desempenho impressionante: aceleração de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos e alcança 235 km/h de velocidade máxima .

Mesmo com porte avançado, o Azera apresenta consumo razoável: 7 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada . Com tanque de 70 litros, a autonomia pode chegar a 721 km em rodovias , garantindo viagens longas sem preocupação.

Espaço de sobra e muita tecnologia

O Azera mede 4,92 m de comprimento , tem 2,84 m de entre-eixos e portas-malas de 461 litros , oferecendo amplo espaço interno. O acabamento inclui bancos de couro com ajustes elétricos e memórias , aquecimento nos dianteiros, teto panorâmico e ar condicionado digital de duas zonas.

Hyundai Azera 2017

Na lista de tecnologia e segurança, estão presentes chave presencial, piloto automático adaptativo, GPS integrado, som premium Infinity, câmera de ré, airbags múltiplos, controles de estabilidade e tração, painéis de xenônio e sistema ISOFIX . É um conjunto difícil de encontrar em carros da mesma faixa de preço.

Curtiu o Hyundai Azera como opção para renovar a garagem ou ainda prefere carros 0km? Então, aproveita e dá uma conferida na listinha com 5 carros econômicos e baratos para comprar em 2026 no Brasil .

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5 carros chineses que muita gente nem lembra que foram vendidos no Brasil

A atual invasão de carros chineses no Brasil, liderada por marcas como BYD, GWM, Omoda & Jaecoo e Geely, faz muita gente acreditar que a presença das montadoras do país asiático por aqui começou há poucos anos. Na realidade, essa história é bem mais antiga e remonta ao fim dos anos 2000, quando diversas fabricantes desembarcaram apostando em preços baixos para conquistar espaço no mercado brasileiro.

Naquele período, nomes como Chery, JAC Motors, Chana, Hafei, Effa, Jinbei e Lifan tentaram desafiar as marcas tradicionais. Algumas conseguiram sobreviver e evoluir, enquanto outras desapareceram rapidamente, deixando para trás modelos que hoje são verdadeiras raridades nas ruas.

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Muitos desses carros tiveram vida curta por uma combinação de fatores, como acabamento simples, desempenho modesto, baixa confiança do consumidor e uma rede de concessionárias limitada. Ainda assim, eles tiveram um papel importante ao abrir caminho para a atual geração de carros chineses, muito mais tecnológicos e competitivos.

Pioneiros chineses que desapareceram no Brasil

Embora vários modelos tenham passado quase despercebidos, alguns se tornaram símbolos da primeira tentativa de popularização dos carros chineses no Brasil. Hoje, encontrá-los circulando pelas ruas é cada vez mais raro, principalmente pela dificuldade de encontrar peças e pela baixa procura no mercado de usados.

Curiosamente, boa parte dessas marcas chegou ao país prometendo democratizar o acesso a carros completos por preços inferiores aos dos concorrentes nacionais. A estratégia, porém, esbarrou na desconfiança do consumidor brasileiro e na dificuldade de consolidar operações de pós-venda. Anos depois, BYD, GWM e outras fabricantes voltariam ao mercado com uma proposta completamente diferente, baseada em eletrificação, tecnologia e investimentos industriais no Brasil.

5 carros chineses que foram vendidos no Brasil

  1. Effa M100 (2007)
    Considerado um dos primeiros carros de passeio chineses vendidos oficialmente no Brasil, o pequeno hatch apostava no baixo preço para enfrentar modelos nacionais de entrada. Apesar do bom pacote de equipamentos para a época, o acabamento simples e o desempenho limitado impediram seu sucesso comercial.
  2. Hafei Ruiyi
    Comercializado principalmente como minivan e furgão compacto, o Ruiyi chamou atenção pelo amplo espaço interno e pelo preço competitivo. Era voltado a pequenos empresários, mas nunca alcançou volume significativo de vendas.
  3. Lifan 320
    Lançado em 2011, o hatch ficou conhecido pelo desenho que lembrava o clássico Mini Cooper. Apesar do visual simpático e da boa lista de equipamentos, sofreu com a baixa valorização no mercado de usados e uma rede de assistência técnica limitada.
  4. Chana CV2
    Um dos poucos carros de passeio da Chana vendidos no país, o compacto apostava na relação custo-benefício e em itens de série acima da média para a época. No entanto, nunca conseguiu conquistar o consumidor brasileiro e saiu discretamente do mercado poucos anos depois.
  5. Jinbei Topic
    Diferentemente dos demais, a Jinbei ficou mais conhecida por seus utilitários e vans. A Topic chegou a ser bastante utilizada por empresas de transporte escolar, turismo e logística urbana, mas praticamente desapareceu das ruas com o passar dos anos.

Além desses 5 carros chineses, há também muitas marcas que pouca gente sabe que atuam no país. Confira, então, quais são as chinesas que vendem carros no Brasil em 2026.

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Por que quase todo carro 0km não tem mais estepe?

Durante décadas, o estepe foi considerado item obrigatório em qualquer carro vendido no Brasil. Ele vinha acompanhado de macaco e chave de roda, formando o kit básico para enfrentar imprevistos na estrada.

Nos últimos anos, porém, esse cenário mudou. Diversos modelos novos já não trazem o pneu reserva, que acabou substituído por soluções mais modernas e compactas, como os chamados kits de reparo.

Pneu estepe

 Essa tendência vem crescendo e levanta dúvidas entre motoristas sobre segurança, praticidade e até custo de manutenção. Afinal, o que está por trás dessa decisão das montadoras?

Principais razões para o fim do estepe

A retirada do estepe tem como objetivo reduzir peso e otimizar espaço interno. Sem o pneu extra, o porta-malas ganha mais capacidade de carga e o carro consome menos combustível. Além disso, normas de segurança e eficiência energética incentivam fabricantes a buscar alternativas.

Porta-malas carro

Outro fator é a evolução dos kits de reparo e dos pneus run-flat, que permitem rodar mesmo após um furo. Essas soluções ocupam pouco espaço e são vistas como mais práticas, especialmente em veículos urbanos, onde a necessidade de trocar um pneu na rua é cada vez menor.

Carro 0km sem estepe atrapalha o motorista?

Apesar das vantagens, a ausência do estepe traz riscos. Os kits de reparo funcionam apenas em furos pequenos e não resolvem danos maiores, como cortes na lateral do pneu. Já os pneus run-flat, embora práticos, são mais caros e difíceis de encontrar em algumas regiões.

Pneu estepe

Isso significa que, em situações mais graves, o motorista pode ficar sem alternativa imediata, dependendo de guincho ou assistência técnica. A economia de espaço e peso, portanto, vem acompanhada de uma redução na autonomia e na segurança em viagens longas.

Como pudemos notar, então, o pneu reserva segue tendo muita importância. Por isso, nunca é demais aprender quais os principais cuidados com o estepe e as dicas para rodar em segurança com o pneu provisório.

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Truque do detergente no limpador de para-brisa pode destruir seu carro

Manter o para-brisa do carro limpo é fundamental para garantir uma visibilidade perfeita e, assim, ter maior segurança ao dirigir. Por conta disso, muitos motoristas acabam recorrendo a soluções caseiras para manter o vidro dianteiro limpo, mas nem sempre essas práticas são seguras. Uma das mais comuns, e mais equivocadas, é adicionar detergente de cozinha à água do reservatório do limpador.

À primeira vista, parece uma forma barata e prática de melhorar a limpeza do vidro. No entanto, especialistas alertam que essa “economia” pode sair cara, já que o produto não foi desenvolvido para uso automotivo e, por conta disso, pode comprometer componentes importantes, causando prejuízos no futuro.

Parabrisa carro

Existem fluidos específicos para o sistema de limpeza do para-brisa, formulados para remover sujeira sem agredir borrachas, mangueiras ou pintura. O uso de detergente doméstico, por outro lado, gera riscos que vão muito além da estética.

Principais riscos do uso de detergente

O detergente de cozinha deixa resíduos no vidro, causando manchas que prejudicam a visibilidade. Além disso, sua composição química pode provocar ressecamento e desgaste acelerado das palhetas, reduzindo a eficiência do limpador em dias de chuva.

Parabrisa carro

Outro problema é o entupimento das mangueiras e do esguicho, já que a densidade do produto não é adequada para os canais estreitos do sistema. A longo prazo, isso pode inutilizar o mecanismo justamente quando o motorista mais precisa dele, comprometendo a segurança.

Alternativas corretas para o limpador de para-brisa

A solução está em utilizar aditivos automotivos específicos para limpadores de para-brisa. Esses produtos são desenvolvidos para diluir sujeiras pesadas sem provocar reações químicas agressivas. Além disso, são acessíveis: um frasco custa pouco e evita gastos elevados com reparos.

Parabrisa carro

Portanto, a economia de usar detergente é ilusória. O investimento em produtos adequados garante maior vida útil das palhetas, preserva a pintura e mantém a visibilidade perfeita, reduzindo riscos de acidentes e despesas inesperadas.

O uso de detergente de cozinha para limpar o para-brisa,  portanto, poderia perfeitamente fazer parte da lista de 5 cuidados que mais estragam do que preservam o carro, mas pouca gente sabe.

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BYD reina em lista de híbridos e elétricos mais vendidos do 1° semestre no Brasil

A BYD fechou o 1º semestre de 2026 como principal destaque entre as marcas que mais venderam carros elétricos e híbridos no Brasil. A marca chinesa colocou três representantes em cada um dos top 10 e, assim, se firmou como maior referência desses segmentos no país.

Na relação dos 10 carros elétricos mais vendidos do Brasil entre janeiro e junho, a BYD deu um show e, além de ocupar as duas primeiras posições, respectivamente com o Dolphin Mini (1º) e com o Dolphin (2º), também posicionou o Yuan Pro no top 5, justamente na quinta posição.

BYD Dolphin Mini

Outras fabricantes que merecem destaque no top 10 dos BEVs são a Chevrolet e a Geely, cada uma com dois representantes. A marca da GM colocou o Spark EUV na quarta posição e a Captiva EV em décimo lugar, enquanto a parceira da Renault apareceu com o EX2 fechando o pódio e o EX5 no oitavo posto.

Híbridos mais vendidos tem GWM na ponta

Entre os híbridos mais vendidos, embora a BYD tenha colocado o maior número de carros no top 10, quem ocupou a liderança foi a GWM, com o Haval H6 registrando 18.508 emplacamentos e, assim, deixando para trás o Song Pro, na segunda posição, e o Song Plus, terceiro colocado, além do King, o sexto do segmento.

GWM Haval H6

A GWM ainda teve ainda o Tank 300, no décimo posto, atrás de outra marca que "empatou" com a BYD em número de representantes do ranking: a Toyota, que colocou o Corolla Cross em quinto, o Corolla sedan em sétimo e o Yaris Cross na oitava colocação.

10 carros elétricos mais vendidos do Brasil no 1º semestre de 2026

  1. BYD Dolphin Mini: 35.680
  2. BYD Dolphin: 18.054
  3. Geely EX2: 14.780
  4. Chevrolet Spark EUV: 3.487
  5. BYD Yuan Pro: 2.668
  6. GWM Ora 03: 1.837
  7. Volvo EX30: 1.346
  8. Geely EX5: 1.343
  9. GAC Aion V: 959
  10. Chevrolet Captiva EV: 928

10 carros híbridos mais vendidos do Brasil no 1º semestre de 2026

  1. GWM Haval H6: 18.508
  2. BYD Song Pro: 17. 776
  3. BYD Song Plus: 13.762
  4. Omoda 5: 9.184
  5. Toyota Corolla Cross: 8.721
  6. BYD King: 8.205
  7. Toyota Corolla: 7.886
  8. Toyota Yaris Cross: 7.061
  9. Jaecoo 7: 6.425
  10. GWM Tank 300: 2.869

A dominância da BYD nos dois rankings, aliás, não é exclusividade dos modelos 0km. A marca chinesa também vem dominando a lista de elétricos usados mais baratos do Brasil em 2026.

 

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10 carros mais econômicos do Brasil com etanol em 2026

O etanol voltou a ganhar protagonismo no Brasil em 2026, especialmente após a aprovação da gasolina E32, que aumentou a mistura obrigatória de etanol anidro. Essa mudança reduziu ligeiramente a eficiência da gasolina, tornando o combustível vegetal uma alternativa mais vantajosa para o bolso do motorista.

Nesse cenário, os testes recentes do Inmetro revelaram quais são os carros flex mais eficientes quando abastecidos com etanol puro. O levantamento mostrou que os modelos híbridos se destacam, mas também há espaço para veículos compactos a combustão que conseguem boas médias de consumo.

Gasolina etanol combustível

A lista com os 10 carros mais econômicos é importante para quem busca economia e eficiência, já que o etanol, além de ser mais barato, contribui para reduzir a dependência da gasolina e fortalece o uso de energia renovável no país.

Carros mais econômicos com etanol em 2026

O grande destaque é o Toyota Yaris Cross HEV, que lidera o ranking com consumo urbano de 13,2 km/l e rodoviário de 10,7 km/l ao rodar com etanol no tanque. Logo atrás apareceu o Toyota Corolla HEV, com 12,5 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada. O terceiro lugar ficou com o Corolla Cross HEV, que registrou 11,6 km/l em trechos urbanos e 9,2 km/l em rodoviários.

Toyota Yaris Cross

Entre os modelos puramente a combustão, o Renault Kwid se destacou, com 10,4 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada, mostrando que ainda há espaço para veículos compactos sem eletrificação. Outro nome relevante é o Fiat Mobi Like, que alcançou 10,1 km/l em uso urbano e 11,1 km/l em rodoviário.

O ranking também incluiu SUVs híbridos como o GWM Haval H6 HEV2, que registrou 10,2 km/l na cidade e 9,0 km/l na estrada, além de hatches populares como o Hyundai HB20 1.0 e o Chevrolet Onix, ambos com médias próximas a 10 km/l em ciclo urbano.

Ranking dos carros mais econômicos com etanol em 2026

  1. Toyota Yaris Cross HEV – 13,2 km/l (urbano) | 10,7 km/l (rodoviário)
  2. Toyota Corolla HEV – 12,5 km/l | 10,7 km/l
  3. Toyota Corolla Cross HEV – 11,6 km/l | 9,2 km/l
  4. Renault Kwid – 10,4 km/l | 10,7 km/l
  5. GWM Haval H6 HEV2 – 10,2 km/l | 9,0 km/l
  6. Fiat Mobi Like – 10,1 km/l | 11,1 km/l
  7. Hyundai HB20 1.0 – 9,9 km/l | 10,7 km/l
  8. Chevrolet Onix Turbo Manual – 9,8 km/l | 12,4 km/l
  9. Fiat Cronos 1.0 – 9,7 km/l | 11,2 km/l
  10. Chevrolet Onix 1.0 – 9,5 km/l | 11,3 km/l

Se você ficou interessado em comprar um Toyota Yaris após o bom desempenho do compacto japonês nos testes com etanol, temos uma boa notícia: a marca japonesa derreteu os preços da linha em julho; confira as condições.

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SUV usado da Renault fica "no precinho" e vira ótima opção em julho

O mercado de SUVs 0km está em alta, assim como os preços que envolvem os novos lançamentos desse segmento. Por isso, modelos usados acabam aparecendo como ótimas alternativas para o consumidor. É o caso do Renault Duster, SUV que teve sua primeira geração produzida entre 2011 e 2019.

O modelo oferece excelente espaço interno, robustez e baixo custo de manutenção, pontos que, somados ao "precinho" praticado em julho, tornam a escolha pelo Duster ainda mais racional para quem busca por uma renovação na garagem.

Renault Duster 2019

Um ponto importante é que, a partir de 2017, o modelo passou a ser vendido com o conjunto mecânico oriundo do Nissan Kicks. No Duster, o motor 1.6 flex aspirado foi rebatizado como SCe, recebendo melhorias para aumentar a potência de 115 cv para 120 cv e entregar 16,2 kgf/m de torque. O câmbio automático CVT, que simula seis marchas, trouxe mais conforto ao dirigir o SUV.

Por que comprar um Renault Duster usado?

Entre os principais destaques do Renault Duster, que em julho está "no precinho", estão a robustez mecânica, suspensões bem calibradas para as condições brasileiras, altura livre do solo de 21 cm e o amplo espaço interno. O porta-malas de 475 litros também é um diferencial frente a rivais da mesma categoria.

Renault Duster 2019

O custo-benefício é outro ponto forte, já que o Duster oferece manutenção simples e barata, além de boa disponibilidade de peças. Mesmo usado, continua sendo uma opção prática para quem busca um SUV acessível e versátil.

Preços, anos e versões do Duster em promoção

As ofertas com o preço do Duster no chão em julho foram encontradas em anúncios no e-commerce, e são bem variadas. Na linha 2018, os valores variam entre R$ 62.339 e R$ 65.520. Entre as versões estão: Expression 1.6 flex manual (R$ 62.339), Expression CVT (R$ 64.962), Dakar manual (R$ 63.712), Authentic manual (R$ 64.920), Dynamique manual (R$ 64.106) e Dynamique CVT (R$ 65.520).

Renault Duster 2019

Já na linha 2019, os preços do SUV francês ficam entre R$ 64.623 e R$ 67.652. Os destaques são: Expression manual (R$ 64.623), Expression CVT (R$ 67.451), Authentic CVT (R$ 67.320), Dynamique manual (R$ 65.709) e Dynamique CVT (R$ 67.652).

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"Dolphin da Stellantis", Leapmotor A05S é revelado; conheça

O Leapmotor A05S foi apresentado como uma das apostas mais fortes da Stellantis para o mercado de carros elétricos. O modelo, que se posiciona como rival direto do BYD Dolphin, traz dimensões maiores e foco em oferecer mais espaço interno, além de autonomia superior. A ideia é conquistar consumidores que buscam um elétrico acessível, mas sem abrir mão de desempenho e conforto.

O "Dolphin da Stellantis" é um hatch médio tem 4,71 metros de comprimento, 1,82 m de largura e 1,51 m de altura, com entre-eixos de 2,75 m. Essas medidas o colocam acima de concorrentes compactos, oferecendo mais espaço para passageiros e bagagens. O design segue a linha moderna e minimalista, com destaque para a frente limpa e faróis afilados, reforçando a identidade jovem e tecnológica da marca.

leapmotor a05s

Em termos de motorização, o A05S conta com motor elétrico de 218 cv e bateria de 67,7 kWh, capaz de entregar até 510 km de autonomia no ciclo CLTC. Esse desempenho coloca o modelo em vantagem frente a rivais diretos, que geralmente ficam abaixo dos 400 km. Além disso, o carro promete recarga rápida, com possibilidade de recuperar 30% da bateria em apenas 15 minutos.

Como o "Dolphin da Stellantis" se diferencia do original

O Leapmotor A05S chega para disputar diretamente com o BYD Dolphin e o Geely EX2, dois modelos que já se consolidaram no mercado de elétricos acessíveis. Enquanto o Dolphin se destaca pelo preço competitivo e o EX2 pela proposta urbana, o A05S aposta em autonomia superior e dimensões maiores, buscando atrair consumidores que desejam mais versatilidade no dia a dia.

leapmotor a05s

Outro ponto importante é a estratégia da Stellantis em relação ao posicionamento global da Leapmotor. A marca chinesa foi adquirida parcialmente pelo grupo e agora integra o portfólio internacional, com planos de expansão em mercados emergentes e europeus. O A05S é visto como peça-chave para consolidar essa presença, oferecendo um produto que une tecnologia chinesa e suporte de uma gigante global.

Segmento de entrada entre elétricos "pega fogo"

Com a chegada do Leapmotor A05S, o segmento de elétricos de entrada ganha mais um competidor de peso. O modelo promete entregar equilíbrio entre preço, desempenho e autonomia, tornando-se uma alternativa atraente para quem busca migrar para a mobilidade elétrica.

leapmotor a05s

Se mantiver a proposta de valor anunciada, o “Dolphin da Stellantis” pode se tornar um dos protagonistas na disputa por espaço no segmento de elétricos de entrada e dar dores de cabeça aos carros da BYD, da Geely e da GWM, hoje referências no setor.

Já que o assunto é carro elétrico, que tal conferir o ranking atualizado com os modelos que têm maior autonomia no Brasil?

 

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Nissan Kait fica com preços no chão em julho, mas não para todo mundo

A Nissan iniciou em julho de 2026 uma campanha agressiva de vendas diretas para empresas e frotistas. O SUV compacto Kait, lançado recentemente, aparece com descontos que variam entre R$ 17 mil e R$ 21,8 mil, dependendo da versão escolhida. A ação é válida até o início de agosto e contempla as configurações Sense, Advance e Exclusive.

Na versão Sense, o preço público de R$ 136.990 cai para R$ 117.890 nas vendas para CNPJ, representando uma redução de R$ 19.100. Já a versão Advance concentra o maior corte da linha: de R$ 146.990 para R$ 125.190, um desconto de R$ 21.800. Por fim, a versão Exclusive passa de R$ 152.990 para R$ 135.990, com abatimento de R$ 17.000.

Nissan Kait Active - 3-4 Frente

Esses valores tornam o Kait mais competitivo frente a rivais como Fiat Pulse e Renault Kardian, especialmente para empresas que buscam ampliar ou renovar suas frotas. No entanto, é importante lembrar que, para o consumidor pessoa física, os preços seguem sem alteração, mantendo o SUV acima da faixa de R$ 136 mil.

O que torna o Nissan Kait atraente

Um dos grandes diferenciais do Nissan Kait é a relação custo-benefício dentro do segmento de SUVs compactos. Mesmo sem os descontos para pessoa física, o modelo entrega um pacote competitivo frente aos rivais, com preço de tabela que se mantém abaixo de alguns concorrentes diretos.

Nissan Kait Active - 7-8 Frente

Outro aspecto positivo é a estratégia da Nissan em oferecer versões bem equipadas desde a configuração de entrada, o que reduz a necessidade de investir em pacotes opcionais. Além disso, o design moderno e a boa ergonomia interna reforçam a sensação de qualidade, tornando o Kait uma escolha interessante tanto para empresas quanto para consumidores que valorizam praticidade e estilo.

Mecânica e equipamentos do Kait

Todas as versões do Nissan Kait compartilham o mesmo conjunto mecânico: motor 1.6 flex aspirado, que entrega até 113 cv com etanol e 110 cv com gasolina, além de torque máximo de 15,2 kgfm. A transmissão é automática do tipo CVT, priorizando conforto e eficiência no uso urbano.

nissan kait 4

 O SUV também oferece bom espaço interno e porta-malas de 432 litros, características valorizadas por empresas que precisam de praticidade, mas sem a necessidade de migrar para modelos maiores e, consequentemente, mais caros que o modelo japonês.

Gostou do Kait ou ainda não se convenceu? Caso esse SUV não esteja de seu agrado, apesar dos preços no chão, que tal olhar para uma alternativa no mercado de usados? O SUV grande da Honda, por exemplo, despencou de preço e é ótima opção.

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Quanto custa abastecer um avião comercial? Fizemos as contas

Pouca gente imagina o investimento necessário para colocar um avião em operação. O combustível é um dos maiores custos da aviação comercial e pode chegar a cifras impressionantes. Cada voo consome milhares de litros de querosene de aviação (QAV), e o preço varia de acordo com o mercado internacional do petróleo.

O consumo de combustível e o custo operacional, porém, variam bastante entre os principais modelos de aeronaves comerciais. Para ilustrar o quanto é trabalhoso manter aeronaves desse porte, o CT Auto vai pegar como exemplos três dos mais utilizados atualmente no mundo da aviação: o Boeing 737-800, o Airbus A320 e o mais eficiente deles, Embraer E195-E2, combinado?

Avião Airbus

Vale lembrar ainda que os valores envolvidos afetam diretamente os preços das passagens aéreas. Além disso, oscilações no mercado de petróleo podem impactar diretamente o setor, tornando a aviação altamente dependente da economia global.

Quanto consome e qual o custo de cada avião?

Em média, o Boeing 737-800 consome cerca de 2.500 litros/hora, o Airbus A320 em torno de 2.400 litros/hora e o Embraer E195-E2, mais eficiente, aproximadamente 1.900 litros/hora. Confira os valores envolvidos e o custo por passageiro.

Aeronave Consumo médio (litros/hora) Capacidade de passageiros Custo aproximado por hora Custo médio por passageiro
Boeing 737-800 2.500 186 R$ 5,3 mil R$ 28,00
Airbus A320 2.400 180 R$ 5,0 mil R$ 27,00
Embraer E195-E2 1.900 132 R$ 4 mil R$ 30,00

Esses números foram obtidos levando-se em conta o custo médio do querosene de aviação (QAV) em 2026 a R$ 2,10/litro no Brasil e a diluição pela capacidade máxima de passageiros de cada aeronave.

Dessa forma, eles ainda se traduzem em custos elevados, mas quando diluídos pelo número de passageiros, que também varia entre as aeronaves utilizadas como exemplos, tornam-se competitivos frente a outros meios de transporte.

Se você curte curiosidades do mundo da aviação como essas que acabou de ler, que tal conferir também um outro conteúdo que mostra como é definido o preço de um avião?

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IA muda forma do brasileiro comprar carro; entenda

A inteligência artificial está transformando a forma como as pessoas escolhem comprar carros no Brasil. Segundo dados apresentados pelo Google durante o seminário Anfavea Visions 2026, cerca de 57% dos consumidores já recorrem à IA para escolher marca e tipo de veículo. Esse comportamento prolonga o tempo de decisão, mas garante maior acesso a informações e comparações antes da compra.

O estudo mostra ainda que 30% utilizam IA para comparar fabricantes e modelos, enquanto 13% chegam a transferir parte da decisão diretamente para a tecnologia. Essa tendência reforça o papel da inteligência artificial como ferramenta estratégica na jornada de compra, oferecendo mais clareza e confiança ao consumidor.

Loja de carros uso IA

 Outro levantamento do Google em parceria com a Ipsos confirma o avanço: em 2024, 54% dos brasileiros já haviam usado IA generativa, contra uma média global de 48%. Além disso, 65% têm percepção positiva da tecnologia e 60% acreditam em ganhos econômicos com sua adoção.

Até onde a IA pode chegar no mercado automotivo?

Especialistas apontam que o próximo passo será a utilização de agentes de IA autônomos, capazes de executar tarefas que vão da escolha do carro até o pós-venda. Com veículos cada vez mais conectados, dados poderão ser enviados diretamente a fabricantes e concessionárias, revolucionando a relação entre consumidor e indústria.

custo-bateria-carro-eletrico

 Apesar dos avanços, há desafios. A Ford, por exemplo, precisou contratar 350 engenheiros seniores nos EUA para corrigir falhas geradas pela inteligência artificial, que resultaram em prejuízos bilionários. O caso mostra que, embora poderosa, a tecnologia ainda exige ajustes para garantir eficiência plena.

Além da compra de veículos, a IA também impacta a mobilidade urbana. Segundo a empresa brasileira Machine, cinco marcas concentram cerca de 80% das viagens por aplicativos no país: Chevrolet (20,94%), Volkswagen (19,08%), Fiat (18,40%), Hyundai (11,66%) e Renault (9,53%). 

Ficou espantado com esses números? Então você vai se surpreender também ao saber que carros que "conversam" com motoristas já são realidade.

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Quais carros híbridos ainda serão lançados no Brasil em 2026?

O segmento dos carros híbridos vem crescendo no Brasil e, hoje, tem como principais expoentes o GWM Haval H6, a "família Song", da BYD, e os SUVs da Omoda & Jaecoo, marca que faz parte do Grupo Chery. Até o fim de 2026, porém, as opções para os consumidores ainda irão aumentar de forma considerável.

A lista de lançamentos prevista para o segundo semestre do ano inclui modelos de diferentes categorias e faixas de preço, ampliando a oferta para consumidores que buscam eficiência sem abrir mão da versatilidade dos motores a combustão.

Hyundai Tucson Hybrid

Entre os destaques estão SUVs médios e compactos, sedans e até picapes, mostrando que as montadoras estão diversificando suas estratégias. A chegada desses veículos também reflete os investimentos bilionários feitos pelas marcas no Brasil, especialmente em novas linhas de montagem e plataformas híbridas. Confira a seguir 15 carros híbridos que serão lançados até dezembro de 2026.

O que esperar dos novos híbridos?

Os modelos previstos para este semestre incluem tanto híbridos leves (MHEV) quanto híbridos plenos (HEV) e plug-in (PHEV). Essa variedade garante opções para diferentes perfis de consumidores: desde quem deseja apenas reduzir o consumo até quem busca autonomia elétrica significativa.

Nissan X-Trail Hybrid

Outro ponto importante é que algumas marcas, como a GWM, já confirmaram versões flex, capazes de rodar com gasolina e etanol, o que aumenta a competitividade no mercado brasileiro. Essa adaptação ao combustível nacional é vista como estratégica para ampliar a aceitação dos híbridos no país.

15 carros híbridos que chegam em 2026

  1. Toyota Corolla Cross reestilizado (HEV)
  2. Honda CR-V híbrido (HEV)
  3. Nissan X-Trail e-Power (HEV)
  4. BYD Song Pro híbrido flex (PHEV)
  5. BYD Yuan Pro híbrido flex (PHEV)
  6. BYD King sedã híbrido flex (PHEV)
  7. Caoa Chery Tiggo 5X híbrido (HEV)
  8. Caoa Chery Tiggo 7 Pro híbrido (HEV)
  9. GWM Haval H6 atualizado (PHEV)
  10. GWM Tank 300 híbrido (HEV)
  11. Omoda 5 híbrido pleno (HEV)
  12. Jaecoo 7 híbrido plug-in (PHEV)
  13. Hyundai Tucson híbrido (HEV)
  14. Kia Sportage híbrido (HEV)
  15. Jeep Compass híbrido flex (PHEV)

Gostou das futuras novidades, mas, por enquanto, não tem condições de comprar um eletrificado zero quilômetro? Então confira também uma listinha com 5 cuidados antes de comprar um carro híbrido ou elétrico usado.

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