Uma nova reportagem do jornalista do Game File, Stephen Totilo, apontou que as editoras costumam pagar cerca de 15% a 20% do preço sugerido de um jogo para a Sony e a Microsoft produzirem discos físicos vendidos no varejo. O relatório surge em meio à polêmica relacionada às mídias físicas, iniciada pelo anúncio do fim da produção de discos de PlayStation pela Sony.
A informação de Totilo indica que editoras que cobram US$ 70 por jogo gastam US$ 10,50 com cada unidade em mídia física. Para títulos que optarem pela precificação de US$ 80, como é o caso de GTA 6, o valor sobe para US$ 12,50.
Vale notar que, apesar do fim das mídias físicas, as empresas ainda precisam pagar taxas para publicar seus jogos em lojas digitais, como a PlayStation Store e a Microsoft Store.
Claro que o encerramento da mídia física pode fazer algumas produtoras economizarem no bolso sem precisar se justificar para os fãs de seus jogos, afinal quem está decidindo isso é a Sony. De qualquer maneira, nenhuma empresa é obrigada a lançar jogos em mídia física, então essa suposta "economia" pode ser feita mesmo com a produção de discos para jogos em pleno funcionamento.
A situação expõe a vulnerabilidade da mídia digital e como os donos desse tipo de conteúdo estão suscetíveis a ações como essa.
Outras empresas que têm se envolvido na polêmica são a Microsoft e o XBOX. Embora relatórios apontem que a big tech deve manter discos físicos no XBOX Helix, a expectativa é que a empresa siga o mesmo caminho da Sony para a próxima geração de consoles.
O jornalista Jason Schreier afirmou que a Take-Two Interactive não planeja falar sobre o GTA Online tão cedo, referindo-se a como o multiplayer irá se relacionar com GTA 6. A informação parte de um vídeo publicado na última sexta-feira (7), no qual o jornalista comentou sobre o relatório do primeira trimestre do ano-fiscal de 2027 da companhia.
Segundo Schreier, a Rockstar Games fez menção apenas ao modo single-player de GTA 6 até agora. Apesar de não apresentar a origem da informação, ele afirma que " não planejam falar tão cedo sobre como será o novo GTA Online e quanto custará a renovação online".
Embora a expectativa seja a de que a Take-Two não fale tão cedo sobre o modo multiplayer de GTA 6, o jogo tem muita importância nos negócios da Take-Two Interactive. No ano fiscal de 2026, por exemplo, a companhia gerou US$ 6,7 bilhões em receita total. Do total, US$ 5,2 bilhões correspondem a gastos recorrentes de clientes, ou seja, 78% vêm de ativos como assinaturas e microtransações.
Segundo vazamentos divulgados anteriormente, o GTA Online (associado ao GTA 5) fatura US$ 500 milhões por ano, mesmo 13 anos após o lançamento.
De qualquer maneira, o modo segue sem qualquer informação e sem data de lançamento, embora GTA 6 esteja agendado para chegar aos consoles em 19 de novembro de 2026.
Pré-venda de GTA 6 atinge patamar sem precedentes
Outro tema que Schreier aborda em seu vídeo é a pré-venda de GTA 6. O jornalista conseguiu uma entrevista com o CEO da Take-Two Interactive, Strauss Zelnick, que afirmou que as vendas antecipadas do jogo atingiram números “sem precedentes” e “surpreendentes”.
Um usuário que comprou a trilogia O Senhor dos Anéis no Google TV (antiga Google Play Filmes) em 2022 alega que a empresa removeu os filmes de sua biblioteca e se recusou a fazer o reembolso.
Assim como outros serviços de streaming, o Google TV também conta com catálogo rotativo, embora ofereça serviços de aluguel e compra de filmes e programas de TV. Contudo, o usuário conhecido como ugoindownsaka1 afirmou que os filmes simplesmente desapareceram de sua conta.
"Eu comprei estes em 2022, de repente não estão mais disponíveis e não há possibilidade de reembolso ou gift card. Dificilmente parece justo", ele compartilhou em uma postagem no Reddit na última quinta-feira (6) com uma captura de tela do chat do suporte da plataforma.
Questionado, o bot da Google TV afirmou que "The Lord of the Rings: Extended Edition Trilogy não está mais disponível em nosso catálogo, e é por isso que não está mais visível para você". O usuário então solicitou o reembolso, que foi negado pela compra ter excedido a janela de reembolso da plataforma de 120 dias.
"Infelizmente, não podemos processar um reembolso para esta transação, pois ela não é mais elegível em nosso sistema. Pedimos sinceras desculpas por qualquer inconveniente que isso possa causar", respondeu o suporte.
O autor da publicação não compartilhou desdobramentos da conversa e não revelou se o caso foi devidamente resolvido.
Assim como o Google TV, a Sony já se envolveu em polêmicas relacionadas à remoção de filmes comprados da biblioteca de usuários. Em junho deste ano, a companhia japonesa anunciou a remoção de 551 filmes da biblioteca de usuários que adquiriram o conteúdo na PlayStation Store, devido a uma questão de licenciamento. Os filmes devem ser retirados a partir do dia 1° de setembro.
O CEO da Take-Two Interactive, Strauss Zelnick, defendeu a precificação de GTA 6 a US$ 80 (R$ 449,90 no Brasil) no PlayStation 5 e XBOX Series. Em entrevista à IGN, o executivo afirmou que “nosso objetivo é sempre entregar muito mais valor do que cobramos”.
O valor que a Rockstar Games iria cobrar por GTA 6 foi um dos temas mais debatidos antes da produtora lançar a pré-venda do título e finalmente revelar quanto iríamos pagar para explorar Leonida. A versão base já se coloca no mesmo patamar do exclusivo do Nintendo Switch 2, já a Ultimate Edition, com conteúdos exclusivos, chega aos US$ 100 (R$ 549,00).
Apesar de muitos fãs se queixarem, em especial sobre a edição mais cara, Zelnick afirmou que o valor de US$ 80 é um patamar que permite à Rockstar Games entregar mais valor do que o cobrado: “E então, é claro, temos uma oportunidade premium para as pessoas que querem se beneficiar disso. E mesmo essa , novamente, achamos que está precificada de forma a entregar muito mais valor do que o que estamos cobrando”.
O CEO também deixa claro que o padrão não será adotado por todos os jogos desenvolvidos ou publicados sob o selo da Take-Two Interactive. “É totalmente caso a caso”, declarou, utilizando o exemplo de Mafia: The Old Country, que chegou às lojas por US$ 50.
Em uma sessão de perguntas e respostas com investidores após a última divulgação dos resultados financeiros da empresa na última sexta (7), Zelnick defendeu o argumento de que a precificação dos jogos não acompanhou a inflação. “A verdade é que o custo real de um videogame AAA é muito menor hoje do que era há 20 anos”, destacou.
“Nosso objetivo é continuar entregando além das expectativas para nossos consumidores, porque a forma como você se sente em relação a qualquer experiência é a interseção da experiência em si e do que você paga por ela. Portanto, dizer que esperamos que Grand Theft Auto 6 seja uma pechincha incrível no que diz respeito a experiências é um eufemismo grosseiro, porque a Rockstar Games é conhecida por entregar muito mais do que o esperado”, afirmou o CEO da Take-Two Interactive, Strauss Zelnick.
Segundo ele, o objetivo da companhia não é maximizar preços. “Portanto, neste caso, acho que o que decidimos fazer faz todo o sentido no contexto do que estamos entregando. E essa é a lente através da qual olhamos para o futuro também.”
Mesmo com novidades oficiais já confirmadas, perfis em redes sociais seguem espalhando falsos rumores e vazamentos, com muito do conteúdo gerado por Inteligência Artificial. Há todo um mercado por trás dessa produção de conteúdo em massa que tem assolado os jogadores desde 2025 e segue sendo disseminado graças aos algoritmos das redes sociais. Saiba o que está por trás da infestação de gameplays de GTA 6 criados por IA.
O criador da franquia, David Jaffe, descreveu a cena como se o personagem estivesse "cagando no mato". Meses depois da polêmica imagem, Hurst sofreu uma lesão nas gravações de God of War, o que teria forçado a troca do ator de Kratos.
Após ser afastado do papel, Ryan Hurst publicou uma foto caracterizado como Deus da Guerra, e o resultado parecia melhor do que o compartilhado pela Amazon inicialmente. "Realmente decepcionante ver o Ryan Hurst ser removido do show de God of War", comentou um usuário no X. "Ele se machucou, não é culpa de ninguém, mas ele era simplesmente o encaixe perfeito para o Kratos". Outros usuários criticaram a Amazon por retirar Hurst do papel tão rápido.
O ano de 2026 será de muita nostalgia para o XBOX e a Nintendo. Do lado verde da força, a marca promete três jogos de suas principais franquias, entre eles Halo Campaign Evolved, remake do primeiro jogo de Master Chief após 25 anos.
Embora a Sony pareça não querer investir em clássicos do PlayStation e até tenha feito movimentos contra o ressurgimento de alguns deles quando fechou a Bluepoint Games neste ano, também há muito espaço para obras clássicas da japonesa retornarem aos holofotes.
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Com todo esse apelo à nostalgia de toda a indústria do entretenimento, a pergunta que fica é: que outros games a Nintendo, Sony e Microsoft deveriam trazer de volta?
Para responder a essa pergunta, o Canaltech reuniu oito jogos clássicos das grandes fabricantes que mereciam um remake.
Pokémon Stadium
EarthBound
Resistance: Fall of Man
Wipeout
ICO
Conker's Bad Fur Day
Gears of War 2
Banjo-Kazooie
8. Banjo-Kazooie
Não é novidade para ninguém que existe uma RARE antes e depois do XBOX. Nos anos 90, a produtora do Reino Unido se tornou uma das desenvolvedoras mais importantes, em especial nos consoles da Nintendo. Clássicos como Donkey Kong Country, GoldenEye 007, Perfect Dark e Banjo-Kazooie marcaram toda uma geração.
XBOX esqueceu que pode lançar jogos de Banjo-Kazooie (Divulgação/Microsoft)
Após a venda do estúdio para a Microsoft, a RARE mudou radicalmente como fazia os videogames. A desenvolvedora ficou um bom tempo focada na iniciativa do Kinect e depois se tornou um sólido estúdio por trás do live service de maior sucesso do XBOX: Sea of Thieves.
Apesar de estar bem longe de suas raízes, seria fantástico se a RARE pudesse trabalhar novamente em Banjo-Kazooie, e nada melhor do que fazer isso por meio de um remake. Com isso, a produtora poderia abrir margem para um retorno maior da franquia, além de apresentar a dupla de protagonistas para um novo público. Nem é preciso dizer que até hoje há uma comunidade cativa sedenta por mais Banjo.
7. Gears of War 2
Gears of War tem recebido certa atenção do XBOX nos últimos tempos. Em 2026, a franquia recebe a prequel Gears of War: E-Day, que conta a história do Esquadrão Delta em pleno Dia da Emergência. No passado, a The Coalition lançou Gears of War: Reloaded, remake do primeiro jogo que já havia recebido uma remasterização para o XBOX One em 2016.
Gears of War 2 é um dos jogos mais amados da franquia (Divulgação/Microsoft)
Em vez de pensar em novas formas de trazer o primeiro jogo da franquia, o estúdio poderia dar uma atenção maior a Gears of War 2 e, por que não, ao 3? Ambos os jogos acabaram presos no XBOX 360, só disponíveis via retrocompatibilidade. No caso do segundo jogo, a coisa ainda é pior, já que até hoje não temos uma tradução oficial para o nosso idioma.
A The Coalition tem muitas opções aqui. Seja uma remasterização ou até mesmo uma coletânea, a sonhada Gears of War: Marcus Fenix Collection, aludindo à coletânea de Halo.
6. Conker's Bad Fur Day
Voltando para outra franquia clássica da RARE, o XBOX precisa ter culhões para tirar Conker's da gaveta e trazer um pouco de um nicho tão subexplorado nos games: a comédia. Obviamente, o humor e as piadas do primeiro Conker envelheceram bem mal, a ponto de deixar alguns de nós com vergonha alheia ou até desconfortáveis.
Conker's recebeu um remake para o XBOX original (Divulgação/Microsoft)
A Microsoft precisaria encarregar o estúdio certo para cuidar de um remake de Conker. Posso ser extremamente impopular aqui, mas acho que isso seria uma missão para a Playground Games. Sim, a desenvolvedora de Forza Horizon poderia muito bem se juntar à RARE para tentar a sorte (aproveitando que ambos estão localizados no Reino Unido).
O principal motivo para isso é que a Playground Games também é responsável pelo reboot de Fable, um RPG no qual o humor britânico é essencial. Embora o jogo chegue apenas em fevereiro de 2027, trailers e imagens de gameplay mostram que a desenvolvedora de Forza parece estar acertando exatamente no humor britânico e nos elementos de comédia.
5. ICO
Fumito Ueda é um desenvolvedor lendário, disso ninguém tem dúvida. Para chegar a esse status, ele precisou entregar jogos de altíssimo nível. Estamos falando de games da prateleira mais alta: Shadow of the Colossus, The Last Guardian e o último, que deveria receber um remake, ICO.
ICO foi marcado por seus puzzles e atmosfera única (Divulgação/Sony)
O lendário jogo de PlayStation 2 foi um verdadeiro marco para o desenvolvimento de games. Desenvolvedores influentes como Eiji Aonuma e Hideo Kojima já citaram ICO como influência para a produção de jogos como The Legend of Zelda: Twilight Princess e Metal Gear Solid 3: Snake Eater. O jogo foi ainda mais importante para o icônico diretor por trás dos jogos da FromSoftware, Hidetaka Miyazaki. Segundo ele, o título de Ueda o despertou para as possibilidades dos videogames.
Pode haver certa resistência sobre um remake de ICO. De fato, esse é um dos raros jogos do início da era 3D que envelheceram como vinho, em especial por sua direção e jogabilidade simplificada. Seria muito interessante ver o retorno do game a consoles atuais, embora a empresa que poderia fazer isso, a Bluepoint Games, tenha sido fechada pela Sony.
4. Wipeout
Wipeout não foi o jogo de corrida mais aclamado nem ao menos o mais comentado no fim dos anos 90 e começo dos anos 2000. Mas, desde que a Fuse Games anunciou Star Wars: Galactic Racer, não consigo parar de pensar em como um remake dessa franquia esquecida da Sony poderia trazê-la de volta da geladeira.
WipeOut é uma das franquias da Sony mais esquecidas de todos os tempos (Divulgação/Sony)
O jogo nos coloca em corridas com antigravidade, velocidades altíssimas e power-ups que prometem destruir os pilotos oponentes. Wipeout se beneficiaria muito de visuais de nova geração, em especial se usar engines mais avançadas e recursos como Ray Tracing.
Vale lembrar que o jogo recebeu uma coletânea no PlayStation 4, que já entregava bons visuais. Seria interessante ver a Sony saindo um pouco dos jogos de corrida de simulação com Gran Turismo e apostando mais em títulos no estilo arcade, como o próprio Wipeout.
3. Resistance: Fall of Man
A Sony tem uma fama terrível quando se trata de jogos de tiro em primeira pessoa, mas isso se limita aos dias de hoje. No passado, a fabricante contava com algumas pérolas no gênero, como Resistance: Fall of Man, desenvolvido pela Insomniac Games e lançado há quase duas décadas no PS3. O FPS foi um verdadeiro estouro para o PlayStation na época, sendo o primeiro game do sistema a vender um milhão de unidades.
Resistance: Fall of Man foi o início de uma trilogia com sucesso relativo (Divulgação/Sony)
Em Resistance: Fall of Man, controlamos o sargento Nathan Hale, que vive em um universo alternativo no qual a Crise de 29 nunca aconteceu e o Nazismo foi contido antes de chegar ao poder na Alemanha. Porém, a Segunda Guerra Mundial foi substituída pela invasão de uma raça alienígena chamada Quimerianos.
Resistance cumpria um excelente papel ao misturar uma temática de guerra da primeira metade do século XX e ficção científica. No jogo, temos acesso às armas dos Quimerianos, um dos grandes pontos altos do game. Estamos falando da Insomniac Games, que segue com um pedigree fantástico quando o assunto é criar armamentos e veículos exóticos.
Um possível retorno de Resistance: Fall of Man poderia ser uma excelente pedida para a Sony tapar o buraco no gênero de FPS e não depender tanto de outras franquias como Call of Duty e Battlefield. No entanto, a empresa teria que se contentar em não transformar a experiência em um jogo live service.
2. EarthBound
EarthBound é um daqueles casos clássicos em que o jogo não faz tanto sucesso em seu lançamento, mas, anos depois, vira uma espécie de clássico cult com uma legião de fãs fervorosos. A série de RPG nasceu no fim do ciclo de vida do Super Nintendo e, na época, não foi muito bem recebida no Ocidente. A coisa se repetiu com Mother 3, lançado em 2006 no fim da vida do GBA, e que ficou restrito ao Japão devido ao foco da Nintendo, na época, em seu mais novo portátil, o Nintendo DS.
Earthbound esbanja carisma (Divulgação/Nintendo)
Na verdade, o desenvolvimento de Mother 3 é uma das produções mais conturbadas da Big N, passando por quatro consoles e 12 anos de produção. Só de ver essa situação, dá para saber como a Nintendo não sabia o que fazer com EarthBound/Mother.
Porém, nessa nova onda de trazer clássicos ao Switch 2, a Big N poderia muito bem trazer seu RPG esquecido das cinzas com melhorias de qualidade de vida ou até uma mudança de visual no estilo de The Legend of Zelda: Link's Awakening DX. Enfim, as possibilidades são quase infinitas.
1. Pokémon Stadium
Todos sabemos que a coisa é complicada quando falamos de Pokémon. Além de não ter controle total da franquia, a Nintendo depende das decisões das outras partes para decidir qualquer coisa sobre os monstrinhos de bolso. A franquia já é conhecida pelos remakes desde o início dos anos 2000, embora eles nem sempre estejam relacionados aos spin-offs da série.
Pokémon Stadium tem um estilo bem arcade (Divulgação/Nintendo, The Pokémon Company)
O clássico do Nintendo 64, que também está disponível no Nintendo Switch Online via Nintendo Classics, brilhou ao levar os monstrinhos de bolso do 2D para as três dimensões. Seria interessante ver Pokémon Stadium abraçando novos visuais, melhorias de qualidade de vida e animações mais bem polidas. Como Pokémon vende como água no deserto, tenho certeza de que um remake deste clássico não seria diferente.
O emulador de PlayStation 5 para PC KytyPS5 atingiu um novo marco e conseguiu rodar os primeiros títulos em 3D "jogáveis" e com taxa de quadros aceitável de até 30 FPS. O relato parte do perfil Techjunkie Aman, que compartilhou as novidades em publicações no X na última quarta-feira (29).
O KytyPS5 é um emulador de PlayStation 5 gratuito e de código aberto escrito em C++ para Windows e Linux, além de contar com suporte experimental para macOS. Apesar de já conseguir rodar alguns jogos, o projeto ainda está em estágio inicial de desenvolvimento.
O primeiro jogo em 3D que parece ter sido emulado com sucesso foi o remake de XIII. O título rodou a uma taxa de 20 a 30 FPS e respondeu aos comandos em tempo real. Apesar de falhas visuais evidentes, como cenários e texturas quebrados, XIII no KytyPS5 aparenta estar funcional.
Outro jogo testado no emulador foi TMNT: Wrath of the Mutants, que chegou a rodar a pouco menos de 25 FPS. Embora sofra um crash na primeira inicialização, o jogo estabiliza em seguida e apresenta poucos bugs ou glitches visuais.
O emulador já consegue dar boot em jogos 2D e em títulos 3D selecionados, incluindo projetos desenvolvidos na Unreal Engine 4/5, Unity e motores proprietários. Um exemplo é GTA 5, que inicializa e até alcança o menu principal.
Apesar do KytyPS5 apresentar uma rápida evolução, o emulador ainda está bem longe de oferecer uma experiência perfeita para os jogadores. O software apresenta instabilidades, crashes frequentes, baixo desempenho e glitches gráficos pesados, mas continua recebendo atualizações frequentes.
Emulação do PS5 cresce em meio ao fim da mídia física e ao lançamento de GTA 6
A emulação do PlayStation 5 tem tomado novos rumos em um momento de crise de imagem da Sony. A gigante japonesa anunciou que irá encerrar a produção de mídias físicas a partir de janeiro de 2028, o que deixou fãs, analistas e outros membros da indústria furiosos com a decisão.
Este cenário tem motivado discursos relacionados à emulação e até práticas de pirataria, o que pode impulsionar o desenvolvimento de iniciativas como o próprio KytyPS5. Outro emulador que tem se destacado é o SharpEmu, focado na infraestrutura base de software, precisão e correções de problemas de baixo nível.
Por se tratar de projetos de código aberto, o avanço desses emuladores acaba beneficiando toda a cena de emulação, o que pode acelerar ainda mais a criação de um emulador de PS5 definitivo.
Outro ponto que pode estar impulsionando esse movimento é o lançamento de GTA 6, que chega aos consoles da Sony em 19 de novembro. Vale notar que o jogo da Rockstar ainda não recebeu uma janela de lançamento para PC. Um usuário até questionou o perfil Techjunkie Aman se, com a evolução do KytyPS5, já seria possível emular GTA 6 no primeiro trimestre de 2027. O perfil respondeu: "Não vamos criar grandes expectativas".
Assinantes do Nintendo Switch Online + Pacote de Expansão poderão jogar Super Mario Sunshine a partir do dia 13 de agosto no Switch 2. A empresa confirmou a adição nesta quinta-feira (30) em publicações nas redes sociais.
O clássico de 2002 já havia sido disponibilizado no Nintendo Switch por meio da coletânea Super Mario 3D All-Stars, em comemoração aos 35 anos da franquia. Contudo, o pacote que incluía três jogos 3D de Super Mario foi retirado da eShop pouco mais de seis meses depois do lançamento.
Com a adição de Super Mario Sunshine, o Nintendo Classics de GameCube somará 10 títulos do sistema de sexta geração da Big N disponíveis para assinantes do Nintendo Switch Online no Switch 2.
Este será o quarto título da franquia Mario presente no catálogo de clássicos do GameCube, depois de Super Mario Strikers, Wario World e Luigi's Mansion.
A Nintendo também anunciou outras adições para os membros do Nintendo Switch Online + Pacote de Expansão. Os jogos Zero Racers e D-Hopper chegarão ao catálogo do Virtual Boy a partir da próxima terça-feira (4). Vale lembrar que nenhum deles foi lançado anteriormente, o que significa que esta é a primeira vez que ambos estarão disponíveis ao público.
Um ano movimentado para o Mario
O ano de 2026 tem se mostrado muito movimentado para Mario, em especial, por conta das comemorações de 40 anos do bigodudo, marco que completou no ano passado.
A CFO da Sony, Lin Tao, afirmou que as publishers de jogos ainda poderão enviar caixas contendo um código digital para varejistas após o PlayStation encerrar a produção de mídia física a partir de janeiro de 2028. O comentário foi feito durante a conferência para investidores da Sony realizada nesta sexta-feira (31).
Quando questionada sobre como o fim da produção de discos para jogos afetaria a relação entre a Sony e as varejistas que comercializam esse tipo de mídia, Tao enfatizou que o varejo possui características regionais distintas e que, para cada um deles, “tentamos manter um diálogo aprofundado para que possamos chegar a uma situação win-win”.
A opção dada pela dona do PlayStation para publishers é oferecer apenas o encarte dos jogos com o famigerado código para download que tem causado polêmica entre os jogadores. A Rockstar Games, que promete entregar um dos maiores lançamentos da história da indústria, surpreendeu a todos quando anunciou que a mídia física de GTA 6 não incluirá discos.
Varejistas se recusam a vender mídia física de GTA 6
A Rockstar Games revelou, na manhã desta quarta-feira (24), os bônus que os jogadores receberão ao adquirir GTA 6 na pré-venda. O conteúdo é diferente da edição Ultimate, que inclui carros, armas e estabelecimentos exclusivos por US$ 20 a mais.
Contudo, quem adquirir a versão básica de GTA 6 na pré-venda não sairá de mãos abanando. A Rockstar vai oferecer o Vintage Vice City Pack, que contém visuais, um veículo e uma garagem para os jogadores que comprarem o título antes do lançamento.
O pacote de conteúdo estará disponível em todas as compras digitais de GTA 6 feitas antes de 20 de novembro de 2026 e nas pré-vendas da versão física de GTA 6, enquanto durarem os estoques, destacou a produtora.
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Veja abaixo a lista com todos os conteúdos inclusos no Vintage Vice City Pack:
Veículo ’55 Vapid Stanier;
Garagem privativa do Shore Court;
Roupas e penteados;
Padrão de arma tropical inspirado na icônica camisa de botões com palmeiras de Tommy Vercetti.
Veículo ’55 Vapid Stanier (Divulgação/Rockstar Games)Roupas e penteados (Divulgação/Rockstar Games)Padrão de arma tropical inspirado na icônica camisa de botões com palmeiras de Tommy Vercetti (Divulgação/Rockstar Games)
Vale lembrar que os jogadores que comprarem GTA 6 na pré-venda poderão fazer o pré-download a partir de 12 de novembro, sete dias antes do lançamento oficial do jogo. A opção estará disponível para quem comprou tanto a mídia digital, quanto a física,
A pré-venda digital também garante um mês de GTA+, conforme descreve a Rockstar Games:
"Experimente o dinâmico blockbuster GTA Online agora com a melhor maneira de aproveitar ao máximo seu mundo em constante evolução. Compre na pré-venda qualquer edição de Grand Theft Auto VI na PlayStation Store ou Microsoft Store e ganhe um mês grátis de GTA+, que conta com um depósito mensal recorrente de GTA$ 500.000 na conta bancária do seu personagem do GTA Online, acesso a Shark Cards especiais com 15% de bônus em GTA$, acesso a veículos do GTA Online gratuitos e com desconto, uma seleção rotativa de títulos clássicos da Rockstar Games e outros jogos de destaque na GTA+ Games Library, e muito mais."
GTA 6 Ultimate Edition chega com uma tonelada de conteúdos exclusivos
Além da versão padrão, a Rockstar Games confirmou GTA 6 Ultimate Edition por US$ 99 e todos os conteúdos que serão vinculados à edição. Alguns usuários têm questionado o volume de conteúdo exclusivo ao qual os jogadores que pagarem mais caro terão acesso.
Após diversos rumores, a Rockstar Games confirmou os primeiros detalhes sobre a pré-venda de GTA 6. Entre as novidades, a produtora revelou que o jogo contará com uma edição Ultimate com bônus exclusivos.
GTA 6 Ultimate Edition chega ao PlayStation 5 e XBOX Series por US$ 99 e promete uma quantidade generosa de conteúdo extra para a campanha da dupla de protagonistas Jason e Lucia.
"Bem-vindo a Leonida, o estado onde tudo vale", escreveu a Rockstar Games no site do jogo. "Aproveite tudo o que este mundo massivo tem a oferecer com o GTA 6: Ultimate Edition, uma coleção exclusiva de veículos premium, armas, vestuário e ação em cada esquina."
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A produtora finaliza afirmando que os bônus da edição mais cara "estão entrelaçados em todos os aspectos da história de Jason e Lucia, com novos itens revelados a cada capítulo."
Veículo Grotti Cheetah (1995) (Divulgação/Rockstar Games)Revólveres Hawk & Little Morgan (Divulgação/Rockstar Games)Variantes personalizadas de armas; pistola Girardi ES9 (Jason) e Klose K17 (Lucia) (Divulgação/Rockstar Games)Visual “Estilo Vice City” (Divulgação/Rockstar Games)Veículos da Casa Segura do Jason: Crest Kayak e Dinka Enduro (cor militar) (Divulgação/Rockstar Games)Modkit para o veículo Vapid Ganado (Divulgação/Rockstar Games)Acesso à oficina Rideout Customs (Divulgação/Rockstar Games)Acesso ao Salão de Beleza unissex “Sara’s” (Divulgação/Rockstar Games)Veículo aquático Shitzu Squalo (Divulgação/Rockstar Games)Acesso à loja de roupas Stock 305 (Divulgação/Rockstar Games)Veículo Vapid Dominator Buggy (1967) e acesso à garagem Paradise em Watson Bay (Divulgação/Rockstar Games)Acesso ao estúdio de tatuagem Electric Fang Tattoo (Divulgação/Rockstar Games)Acesso à oficina Willie Caolho (Divulgação/Rockstar Games)Itens do “Estado da Curtição” (Divulgação/Rockstar Games)Acesso ao Depósito de Mercadorias Ilícitas da PTT Youngin$ (Divulgação/Rockstar Games)Coleção de carros clássicos (Divulgação/Rockstar Games)
Abaixo você pode conferir todos os conteúdos inclusos em GTA 6: Ultimate Edition:
Veículo Grotti Cheetah (1995);
Revólveres Hawk & Little Morgan;
Variantes personalizadas de armas como a pistola Girardi ES9 (Jason) e Klose K17 (Lucia);
Visual “Estilo Vice City”;
Veículos da Casa Segura do Jason: Crest Kayak e Dinka Enduro (cor militar);
Modkit para o veículo Vapid Ganado;
Acesso à oficina Rideout Customs;
Acesso ao Salão de Beleza unissex “Sara’s”;
Veículo aquático Shitzu Squalo;
Acesso à loja de roupas Stock 305;
Veículo Vapid Dominator Buggy (1967) e acesso à garagem Paradise em Watson Bay;
Acesso ao estúdio de tatuagem Electric Fang Tattoo;
Acesso à oficina Willie Caolho;
Itens do “Estado da Curtição”;
Acesso ao Depósito de Mercadorias Ilícitas da PTT Youngin$;
Coleção de carros clássicos.
Bônus para quem fizer a pré-venda de GTA 6
A Rockstar alerta que os jogadores que adquirirem as versões digitais ou físicas de GTA 6 na pré-venda poderão fazer o pré-download a partir do dia 12 de novembro, uma semana antes do lançamento oficial. A empresa também garante um mês gratuito do serviço de assinatura GTA+ para quem comprar o jogo antes do lançamento.
A Rockstar Games revelou novos detalhes sobre a pré-venda de GTA 6, que começará nesta quinta-feira (25) nos quatro cantos do mundo. Embora tenha anunciado a campanha na semana passada, a produtora ainda não havia confirmado a partir de qual horário os jogadores poderiam começar a comprar o jogo no PlayStation 5, XBOX Series e varejistas (para quem optar pela mídia física).
A pré-venda de GTA 6 começará à meia-noite no Brasil. Ou seja, os jogadores poderão comprar o título poucas horas após o fim da partida entre Brasil x Escócia pela Copa do Mundo 2026. Já para quem é da Austrália e do Japão, por exemplo, serão os primeiros a colocar as mãos na pré-venda devido ao fuso horário desses países.
Serão, ao todo, duas edições disponíveis para compra: a GTA 6 Ultimate Edition e a versão padrão. A edição mais cara contará com dezenas de bônus e benefícios, enquanto a pré-venda da versão padrão trará algumas vantagens para quem comprar o jogo antes do lançamento, que acontecerá em 19 de novembro de 2026.
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Em um comunicado à imprensa, a produtora descreveu GTA 6 como "uma experiência single-player que será lançada em 19 de novembro para PlayStation 5 e XBOX Series X|S". A edição Ultimate promete amplificar a "experiência com uma coleção exclusiva de veículos premium, armas, vestuário e ação entrelaçados em todos os aspectos da história de Jason e Lucia", acrescenta a Rockstar.
Obviamente, o movimento serve como um preparativo para o lançamento de GTA 6 em novembro. Embora o hype pareça ter contagiado a todos internet afora, é provável que a Rockstar Games esteja tentando conquistar uma fatia maior de jogadores para seu novo lançamento.
A Netflix Games anunciou Unhinged, uma nova experiência narrativa de terror e suspense em primeira pessoa que não exige controle ou console. O jogo será estrelado por Zoë Kravitz, Sadie Sink e Troy Baker e chega ao aplicativo da Netflix na TV no dia 30 de junho.
Unhinged acompanha a trama de Ava, que está presa em seu prédio devido a um furacão de categoria 5 e sofre uma invasão domiciliar. Sua única companhia durante o ocorrido é a amiga Claire, dublada por Sink, que tenta guiar a protagonista.
O jogo foi desenvolvido pela Night School Studio, estúdio adquirido pela Netflix e responsável pela duologia Oxenfree. A experiência promete durar pouco menos de 1h de jogatina, como afirma o fundador da Night School Studio e Head de Jogos Narrativos da Netflix, Sean Krankel: “É intencionalmente curto, em formato de pílula, como uma série. Então você pode jogar em uma noite e ficar tipo, ‘que diabos, isso foi loucura, vamos jogar de novo’”. Ele prossegue: “É uma experiência curta, mas tem muitas oportunidades de falhar”.
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Para jogar Unhinged, os jogadores precisarão abrir o jogo no app da Netflix na TV e escanear um QR Code com o celular. Ou seja, não é necessário um controle tradicional. Os jogadores usarão o próprio smartphone para acompanhar a história de Ava, passando por testes de reflexos e, aparentemente, Quick Time Events.
“Em vez de tentar fazer com que os controles clássicos de jogo, com um joystick e botões, funcionassem em [uma tela de smartphone] (o que geralmente não funciona tão bem), nós pensamos: vamos projetar algo totalmente personalizado que faça com que pareça mágico e incrível no seu celular”, afirma Krankel.
O diretor de jogo da Night School Studio conta que clássicos da Nintendo do início dos anos 2000 foi uma das inspirações para o desenvolvimento de Unhinged. “Olhamos profundamente para o Wii [e] o Nintendo DS. Eu cresci com eles, e acho que esse foco em um estilo de jogo novo e inovador foi algo com o qual realmente começamos este game.” Krankel brinca que a ideia não é perseguir um Resident Evil.
Netflix vai aumentar anúncios, mas não deve comprometer novo jogo
O desenvolvedor conhecido como Depmots revelou um frontend de emuladores chamado Socket, que permite transformar sua lista de arquivos ROMs em cartuchos e discos em 3D. O criador do projeto exibiu as primeiras imagens do app rodando em um AYN Thor por meio de um vídeo publicado no X no último sábado (20).
O Socket foi desenvolvido no motor gráfico Godot e tem como objetivo substituir a visualização de ROMs por modelos 3D interativos de mídias físicas. Esses modelos também possuem animações de inserção personalizadas.
A interface lembra um pouco os ícones de memory card do PlayStation 2. "Ele é voltado para bibliotecas menores, tentando imitar a sensação de revirar sua coleção de handhelds quando você era criança para encontrar o jogo que quer jogar", afirmou o desenvolvedor.
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Os jogos são organizados por plataformas, e cada um deles possui o respectivo modelo de mídia do sistema, com sons personalizados e até selos. Por enquanto, o Socket inclui as bibliotecas do Nintendo 64, Nintendo DS, Nintendo Switch, Game Boy Advance, PSP e PlayStation 1.
Socket mantém até selos originais do cartucho (Divulgação/Depmots)
Embora ainda não tenha uma data de lançamento exata, o software está sendo planejado inicialmente para chegar ao Android. O Depmots planeja lançar o Socket para PC e Steam Deck em algum momento, graças ao Godot, que também facilita ports para iOS, Linux e Mac, caso o desenvolvedor queira aproveitar essas plataformas no futuro.
O app chega em um momento no qual as mídias físicas estão morrendo
A chegada do Socket coincide com o momento problemático das mídias físicas no setor de games. Em março, o diretor sênior e conselheiro da indústria de videogames na Circana, Matt Piscatella, revelou que a venda de jogos em mídia física atingiu o menor patamar desde 1995.
Jogos em mídia física eram a forma mais comum de se comprar e jogar videogames, ao menos até a década de 2010. Com a integração da conexão de internet aos consoles e a criação de lojas digitais, os jogadores começaram a adotar cada vez mais a mídia digital. Serviços por assinatura e de streaming de jogos via nuvem têm fechado o cerco sobre os discos e cartuchos, que têm se tornado itens de colecionador.
A presidente de enterprise development da Electronic Arts, Laura Miele, afirmou que o uso de Inteligência Artificial resultou em um "real aumento na criatividade" nos estúdios da produtora. A fala parte de uma entrevista ao The Game Business realizada em 8 de junho, durante o Summer Game Fest 2026.
Miele foi perguntada se as ferramentas de Inteligência Artificial ajudarão as desenvolvedoras a entregar jogos com ciclos de desenvolvimento mais curtos. "Talvez em algumas partes sim", respondeu.
A executiva prosseguiu e afirmou: "Eu sempre quis... ajudar os desenvolvedores dos nossos estúdios a remover o atrito, e sempre quis, de certa forma, ser uma heroína para eles e ajudá-los a criar experiências que definem carreiras. E acho que a IA, pelo que vi, como a IA permitiu remover o atrito de nossos pipelines, de nossas ferramentas e de nossos workflows, tem sido bastante empolgante."
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De acordo com Miele, as equipes têm feito uma prototipagem mais veloz, "tenho visto uma criatividade mais rápida e conversas mais curtas e ágeis sobre criatividade e alinhamento". Para ela, as ferramentas de IA ajudam num aumento real da criatividade e removem tarefas tediosas do desenvolvimento.
Laura Miele está na EA há 30 anos (Reprodução/EuroGamer, Electronic Arts)
A IA nos games dominou as discussões da indústria no ano passado. Empresas como Krafton e Epic Games já apoiaram o uso de inteligência artificial no desenvolvimento de games, bem como a Electronic Arts. Na verdade, a EA foi uma das primeiras companhias do setor a investir na tecnologia em meados de 2023.
A Valve anunciou os preços do Steam Machine nesta segunda-feira (22). O PC compacto chegará ao mercado por US$ 1.049 em sua versão mais básica, como reflexo da alta causada pela crise dos componentes movida pelo setor de Inteligência Artificial. A dúvida que fica é se os consoles de próxima geração da Microsoft e da Sony, o XBOX Helix e o PlayStation 6, também custarão mais de US$ 1 mil.
O portal GamesIndustry conversou com quatro influentes analistas do setor para discutir o cenário de hardware da indústria. Segundo o CEO da Aldora, Joost van Dreunen, "Nesse ritmo, a próxima geração pode nem ser lançada até 2028 e, quando for, mais de um barão será o piso. Até mesmo os dispositivos existentes estão sofrendo reajustes de preço".
O diretor de inteligência de mercado da Newzoo, Emmanuel "Manu" Rosier, acredita que as versões base dos próximos consoles da Microsoft e da Sony custarão menos de US$ 999, mas destaca que o piso de preços está subindo rapidamente. "O PS5 Pro já está em US$ 899 após dois aumentos em um ano, então a distância para US$ 1.000 é curta", pontua.
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Apesar do cenário apocalíptico por conta da escassez de chips, é possível que o PlayStation 6 e o XBOX Helix consigam driblar os preços praticados no lançamento do Steam Machine. Diferentemente da Valve, a Sony e a Microsoft subsidiam o hardware vendendo a preço de fábrica ou até mesmo com prejuízo.
Steam Machine custa US$ 1.428 em sua versão mais cara (Divulgação/Valve)
Além disso, Rosier destaca que os "modelos-base da próxima geração provavelmente se manterão abaixo de US$ 999 por razões psicológicas e de marketing. As categorias premium são uma questão separada. Os custos dos componentes estão fora do controle dos fabricantes, e não há sinal de um desaquecimento impulsionado por IA na demanda de memória e armazenamento."
Outro ponto forte que manterá os preços da próxima geração de consoles estáveis são os contratos e as relações das marcas com fabricantes de componentes. O head de pesquisa de games da Ampere Analysis, Piers Harding-Rolls, afirma que "a Sony tem mais escala do que a Valve e está melhor posicionada em termos de acessibilidade à cadeia de suprimentos por meio de seus relacionamentos consolidados e de um negócio de eletrônicos mais amplo."
O analista van Dreunen destacou que "as empresas que se estenderam demais logo após a pandemia, comprando estúdios e perseguindo escala, agora pagarão o preço", que é o caso da divisão de games do XBOX.
Ninja Theory, de Hellblade e Senua, é o estúdio mais vunerável do XBOX, segundo rumores (DIvulgação/Microsoft)
Hideo Kojima revelou novas informações sobre o seu projeto de terror produzido em parceria com o XBOX e que envolve o diretor e cineasta Jordan Peele (Corra!, Não! Não Olhe! e Nós), batizado de OD. Segundo o desenvolvedor lendário, o título contará com um novo sistema de jogo concebido desde o primeiro Death Stranding.
Em entrevista à Entertainment Weekly, Kojima afirmou: "Eu tinha esse conceito de OD desde que estava trabalhando em DS1 [Death Stranding] e estava trabalhando nisso sozinho. Não posso revelar muitos detalhes, mas é algo que ninguém nunca viu antes. Um novo sistema de jogo."
O produtor contou ainda que apresentou a ideia para muitas pessoas, grandes empresas e outras companhias promissoras. "Todas disseram a mesma coisa", lembrou Kojima. "Disseram que eu sou louco e que realmente não entendem o conceito, afirmando que não seriam capazes de fazê-lo."
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Quem estendeu a mão para a ideia mirabolante de Kojima foi ninguém menos que o ex-CEO do XBOX, Phil Spencer, que entendeu o que o produtor queria alcançar com OD.
"Eu queria ir além do limite do 'terror' que outros jogos haviam alcançado. É um jogo single-player, e eu queria torná-lo o mais assustador possível. Mas, para aqueles que possam parar de jogar quando ficar assustador demais, pensei em um sistema que permitiria que eles continuassem. Não posso dizer muito mais, porque daria muitas pistas sobre o sistema, e eu poderia arrumar problemas por falar demais!", explicou Hideo Kojima.
Nova imagem de OD remonta drama de P.T. (Divulgação/Kojima Productions, Microsoft)
Pela primeira vez desde que assumiu o cargo de CEO do XBOX em fevereiro, Asha Sharma falou sobre OD. A executiva descreveu o título de Kojima como um "jogo profundamente comovente". Para ela, o projeto representa um outro tipo de jogo, o que foi ao encontro das declarações anteriores do produtor.
De acordo com Sharma, OD mostra que o XBOX ainda não atingiu a fronteira dos games. Por isso, afirma: "precisamos garantir que nossa plataforma seja suficientemente aberta para que mais criadores e developers possam embarcar e ter sucesso, porque o próximo Kojima ainda está por ser descoberto."
O filme live-action de Gears of War da Netflix contará com "a história de origem do Delta Squad", de acordo com a Entertainment Weekly (EW). O longa anunciado em 2022 está sob a direção de David Leitch (O Dublê, Trem-Bala) e conta com roteiro de Jon Spaihts (Duna).
A descrição oficial do live-action de Gears apresenta a obra como "um grupo desajustado de soldados que trava uma guerra desesperada pela sobrevivência contra os Locusts, uma raça de criaturas subterrâneas obstinadas em destruir a humanidade".
Em entrevista à EW publicada nesta segunda-feira (22), o chefe de conteúdo do XBOX, Matt Booty, afirmou que "o jogo é realmente sobre os laços entre as equipes. É sobre fraternidade em sua essência".
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O diretor do longa afirmou em abril que o roteiro de Gears of War está em excelente forma e que a Netflix está apoiando o projeto "100%". Leitch contou ainda que a desenvolvedora The Coalition está empolgada: "Eles têm o jogo deles sendo lançado este ano, então está tudo se alinhando para que o filme aconteça".
Além do live-action, Gears of War contará com uma animação também da Netflix.
XBOX quer ser a empresa nº 1 de entretenimento
Em entrevista à Bloomberg, a nova CEO do XBOX, Asha Sharma, revelou que quer levar a marca ao topo do entretenimento. A afirmação coincide diretamente com a estratégia da divisão de levar suas IPs para os filmes e séries.
Além de Gears of War, jogos como Minecraft, Sea of Thieves, Fallout e Halo estão avançando nas adaptações para as telonas e serviços de streaming.
A cofundadora do XBOX, Laura Frier, defendeu que o XBOX não irá abandonar os consoles com o Project Helix, mas que a divisão retornará de onde veio: o Windows. Em um vídeo publicado na última sexta-feira (19), ela afirmou acreditar que a Microsoft não pretende se separar do XBOX. Em vez disso, a companhia irá apostar no ecossistema Windows, cloud, Game Pass e PCs.
Frier pontuou que, para fazer sucesso, o Project Helix tem que oferecer uma boa experiência de usuário e driblar problemas do Windows que atrapalham a experiência gamer, como conflitos de drivers, programas rodando em segundo plano e travamentos.
"Eles estão tentando voltar ao que conhecem. Hardware sempre foi um negócio brutal. É caro e tem margens de lucro absurdamente estreitas. Quando começamos o XBOX, não tínhamos a experiência de fabricação que a Sony ou a Nintendo tinham", destacou a cofundadora.
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Além dos problemas da gestão anterior, a CEO do XBOX, Asha Sharma, precisa lidar com a crise de componentes impulsionada por IA que elevou os preços dos chips a níveis estratosféricos. De acordo com a executiva, o XBOX pagará mais de 500% por SSD e RAM para ter consoles no mercado até o fim de 2027.
Isso, de acordo com Frier, faria com que o XBOX se afastasse do modo tradicional de fazer consoles domésticos e apostasse mais no Windows e no modo em tela cheia do XBOX para continuar na sala de estar dos jogadores. A divisão tem uma difícil caminhada pela frente e terá que enfrentar o SteamOS e todo o ecossistema da Valve e do Linux. Por isso, a briga da Microsoft será para manter o Windows como um colosso na 'guerra dos sistemas operacionais'.
Apesar de Sharma e do chefe de estratégia do XBOX, Matthew Ball, defenderem uma próxima geração de hardware mais acessível, a divisão pode sofrer para encontrar um caminho financeiramente viável.
A Santa Monica Studio anunciou God of War: Laufey de surpresa. O jogo no estilo hack and slash acompanhará Faye, esposa falecida de Kratos e mãe de Atreus, enquanto desbrava um local conhecido como Everywhen, um pós-vida onde diferentes mitologias se chocam.
O jogo recebeu um generoso trailer de jogabilidade de pouco mais de 20 minutos. Embora ainda não tenhamos uma data de lançamento confirmada, o jornalista da Bloomberg, Jason Schreier, sugeriu que God of War: Laufey pode chegar em 2027:
"Só para constar, eu não daria muita importância ao fato de God of War: Laufey não ter uma data ou previsão de lançamento. Ao contrário de muitos outros grandes anúncios, este não está a anos de distância".
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Na narrativa, o título protagonizado por Faye começa durante o início do reboot God of War (2018) e deve se estender até os eventos de Ragnarök.
Para se preparar, o Canaltech trouxe esta lista de jogos que podem entrar no seu backlog antes do lançamento de God of War: Laufey. Obviamente, se você não jogou nenhum God of War da saga nórdica ou a trilogia original, recomendamos fortemente jogá-los antes do novo game da franquia. Vale notar que a lista está em uma ordem aleatória.
O que torna um jogo parecido com God of War?
A saga nórdica de God of War foi muito bem-sucedida ao levar Kratos para um jogo de ação em terceira pessoa com uma pegada mais cinematográfica e narrativa. No entanto, as raízes da série remontam aos anos 2000, quando o espartano estreou no PlayStation 2 como um dos hack and slash mais influentes de todos os tempos.
Não há tantos jogos parecidos com God of War, pelo menos não em um nível de produção AAA. O que temos são games que exploram a mitologia ou mecânicas de combate características da série da Sony. Nesses casos, há um leque muito maior de opções para quem quer fazer um esquenta antes do lançamento de God of War: Laufey.
A ideia é reunir jogos com pelo menos um pilar da franquia protagonizada por Kratos: combate físico, escala épica, progressão, narrativa cinematográfica, mitologia ou chefes marcantes.
8. Darksiders
Darksiders é uma excelente opção para quem busca combates frenéticos e brutais no estilo hack and slash clássico. Quem curte armas mais robustas e chefes gigantes vai adorar essa recomendação. Embora haja certa resistência nas comparações entre God of War e a franquia criada pela Vigil Games, dificilmente os fãs que gostaram de um não curtirão o outro.
Darksiders III seguiu um caminho mais soulslike (Divulgação/THQ Nordic)
As remasterizações dos dois primeiros jogos da franquia, bem como Darksiders 3, podem ser facilmente encontrados em plataformas atuais e entram em promoção com frequência, garantindo uma boa acessibilidade.
Sequência de Dante's Inferno nunca viu a luz do dia (Divulgação/Electronic Arts)
Se o PlayStation 3 tinha God of War III ao seu dispor, donos dos consoles de sétima geração da Microsoft podiam aproveitar Dante's Inferno. O game, baseado na Divina Comédia, de Dante Alighieri, nos coloca na pele de um guerreiro das Cruzadas morto no campo de batalha, que precisa resgatar sua amada das mãos de Lúcifer.
Dante's Inferno se assemelha muito ao God of War clássico e divide com o jogo da Santa Monica a atmosfera e os inimigos grotescos, Quick Time Events, câmera em terceira pessoa, seções de plataforma, puzzles e, claro, um hack and slash visceral.
6. Devil May Cry 5
Para quem quer um combate mais parecido com os jogos mais recentes de God of War, Devil May Cry 5 é uma excelente pedida. Obviamente, há um abismo de distância entre os dois jogos nos quesitos história, narrativa, temática e estilo, mas eles acabam se encontrando em certos aspectos do combate.
Devil May Cry 5tem mais de sete anos (Divulgação/Capcom)
Devil May Cry 5 carrega um gameplay focado em combos e estilo. A diferença no combate está principalmente no 'peso'. Enquanto GoW é um pouco mais pesado e menos técnico, o hack and slash da Capcom é bem mais veloz e complexo. Curiosamente, God of War: Laufey parece herdar um pouco desse combate mais estilizado e veloz.
5. Black Myth: Wukong
Para quem gosta de explorar mitologias nos games, Black Myth: Wukong dá uma aula no assunto ao trazer lendas chinesas. O RPG de ação é uma adaptação de Jornada ao Oeste, história que inspirou diversas obras, como Dragon Ball.
Black Myth: Wukong puxou indústria de games da China para outro patamar (Divulgação/GameScience)
Black Myth: Wukong possui uma dificuldade mais elevada do que a de God of War, mas bebe bastante da água disponibilizada pela Santa Monica, como animações e um sistema de equipamentos bem parecidos com o que foi visto na saga nórdica de Kratos.
4. Bayonetta
Bayonetta assumes uma face mais excêntrica e exagerada de God of War, mas tem uma ação estilizada e combates hack and slash muito bem-vindos para os fãs da franquia da Sony, em especial da trilogia grega.
Sequências de Bayonetta seguiram como exclusivas de sistemas da Nintendo (Divulgação/Platinum Games, Nintendo)
O jogo da Platinum Games traz diversos elementos familiares, como chefes gigantes, combos e combate veloz. Para quem tem uma ligação maior com a história de Kratos, Atreus e companhia, o foco de Bayonetta não é na narrativa.
3. Hellblade: Senua's Sacrifice
A duologia Hellblade vai um pouco na contramão de outras sugestões. Em vez de trazer um combate próximo ao da franquia God of War, a Ninja Theory trouxe ao mundo um jogo com uma narrativa mais densa e menos expositiva. No primeiro jogo, há algumas seções de combate um pouco mais parecidas com God of War, embora com um leque menor de golpes e habilidades.
Primeiro jogo de Hellblade tinha uma ênfase um pouco maior em combate (Divulgação/Microsoft)
Assim como na IP da Santa Monica, Hellblade explora as mitologias nórdica e celta, com histórias e lendas muito bem conhecidas pelos fãs de Kratos. A mecânica principal do jogo são as fúrias, vozes que acompanham o quadro de psicose da protagonista Senua. Embora as semelhanças sejam bem limitadas aqui, Hellblade: Senua's Sacrifice oferece batalhas contra deuses como Sutr e Valravn, ainda que o final divida opiniões.
2. Hellblade II: Senua's Saga
O segundo jogo, Hellblade II: Senua's Saga, adota ainda mais o nível cinematográfico e narrativo e abre mão de parte do combate visto no em Senua's Sacrifice. A apresentação gráfica é indiscutivelmente uma das melhores da geração, apesar da direção que a Ninja Theory seguiu ser bem questionável para alguns.
Hellblade II: Senua's Saga é para fãs de aventuras ultra-lineares e cinematográficas (Divulgação/Microsoft)
Um terceiro jogo intitulado Senua chega em 2027 para PlayStation 5, assim como God of War: Laufey. Na nova entrada, a desenvolvedora irá adotar um foco maior na exploração e no combate, algo muito pedido pelos fãs e que deve aproximar as experiências de Senua e Kratos.
1. Ghost of Tsushima
Outro first-party da Sony que pode ser uma excelente pedida para quem quer se preparar para God of War: Laufey é Ghost of Tsushima. Muitos fãs do jogo da Sucker Punch recomendam o game para quem gostou de God of War.
Ghost of Tsushima foi um dos últimos grandes exclusivos do PlayStation 4 (Divulgação/Sony)
Esse é o tipo de jogo que entrega uma experiência mais narrativa e de aventura, um verdadeiro padrão para os últimos jogos single-player da Sony. Não há uma relação direta entre God of War e Ghost of Tsushima, com exceção do sentimento de aventura épica com o selo de qualidade PlayStation. Além dos gráficos de alto nível, o jogo ambientado em Tsushima do ano de 1274 apresenta um combate corpo a corpo um tanto visceral.
Melhor forma de aproveitar jogos parecidos com God of War
Para quem gostou de God of War (2018) ou Ragnarök, recomendamos começar fortemente por Devil May Cry 5 ou Hellblade: Senua's Sacrifice. Embora distantes do conjunto da obra da Santa Monica, esses dois jogos agradarão tanto a quem curtiu o combate de Kratos e quer explorar algo mais técnico e rápido quanto a quem amou o aprofundamento na mitologia nórdica e quer experienciá-la de uma maneira bem diferente.
Já para quem está em busca de algo mais próximo aos clássicos, é bem provável que Darksiders, Bayonetta ou Dante's Inferno ressoem mais com você. No fim das contas, o importante é aproveitar jogos excelentes que carreguem alguns dos vários pilares de God of War e se preparar para a aventura de Faye em Everywhen.
Jogos parecidos com God of War não são tão parecidos assim?
Como dito no início, jogos mais recentes de God of War têm poucos concorrentes AAA nos dias de hoje. Apesar dos jogos listados acima parecerem distantes das obras da Santa Monica Studio, é possível que muitos que não os experimentaram sintam um gostinho dos títulos estrelados por Kratos.